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PRONAC 2313441Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cartas a Carolina

CELEBRE PRODUCOES ARTISTICA LTDA
Solicitado
R$ 191,6 mil
Aprovado
R$ 191,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
SAO PAULO
Início
2024-03-11
Término
2024-08-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem do espetáculo "Cartas à Carolina", uma adaptação teatral do livro de Françoise Ega _ Lettres à une Noire" - da editora Lux e traduzida na editora Todavia em português do Brasil. O projeto contempla montagem e temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro. O projeto se enquadra na modalidade acesso presencial com distribuição através de ingressos a preços populares.

Sinopse

Em 1962 Françoise Ega acha no ônibus uma revista da moda “Paris Match”, ela se depara com uma figura magnifica e magica: Carolina Maria de Jesus, uma estrela do lápis. O poder, a força do engajamento dessa mulher brasileira surpreende, atrai e cativa Françoise na França. De 1962 até 1964 Françoise Ega não para de escrever seu longo diário na escuridão da noite quando suas crianças e seu marido estão dormindo. Mamega se confia, se entrega e se liberta frente sua amiga, irmã destinatária das cartas. O teatro se precisa e se instala, personagens, aventuras humor e catástrofes surgem , provocando reflexões, gargalhadas e lagrimas. 20 quadros se destacam nessa epopeia feminina e feminista. Nasce esse teatro popular, uma ópera de rua onde 4 canções de Carolina Maria de Jesus e 4 canções de Moune de Rivel cantora das Antilhas trazem o ritmo, animam esse feliz carnaval, esse grande baile da vida e celebra o poder das palavras e da poesia que viaja da Europa até o Brasil passando pelos Caribes. Classificação etária: não recomendado para menores de 12 (doze) anos.

Objetivos

Objetivo geral Realizar a montagem do espetáculo "Cartas a Carolina", uma obra fundamental para o cenário cultural brasileiro, contribuindo para o debate sobre as desigualdades sociais. Específicos - Produzir montagem e realizar dois meses de temporada do espetáculo "Cartas para Carolina" na cidade do Rio de Janeiro.- Realizar 2 Ensaios Abertos gratuitos e presenciais - ação de Contrapartida Social;- Realizar Palestras Formativas para estudantes e educadores da rede pública de ensino - ação de Contrapartida Social;- Realizar ações de acessibilidade tornando a temporada acessível para o público PcD.

Justificativa

A proposta Cartas a Carolina consiste na montagem de um espetáculo e na realização de uma temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro, em acordo com o inciso II do Art. 3° da Lei 8313/91 que prevê o fomento à produção cultural e artística em categoria situada no Art. 18 da Lei n.º 8.313/2, de acordo com o Anexo V da IN 01/22. Para explicar a importância deste projeto, precisamos apresentar primeiramente as autoras de Françoise Egá e Carolina de Jesus.Françoise Ingá, ativista e escritora popular das "Cités" de Marseille _ favelas, autodidata e empregada doméstica nos anos 1962, período da guerra colonial francesa, nas Antilhas e na África, Migrante. Exilada. Debruçou sobre a França, Paris, Marselha, territórios novos e revisitados por uma afrodescendente que chega da sua ilha: a Martinica, assim, dedicou-se a lutar pelos direitos da comunidade negra e dos migrantes caribenhos na França. Começou a escrever cartas a Carolina Maria de Jesus, quando a descobriu na Paris Match, uma revista feminina parisiense, e se deparou com uma homologa brasileira que tem um mesmo percurso de vida, o mesmo destino social - mulher que ela nunca conhecera e nunca encontrara, mas que imaginou no seu país e na sua favela. Carolina Maria de Jesus foi uma escritora brasileira autodidata, nascida em Sacramento, Minas Gerais. Catadora de papel desde a infância, migrou para São Paulo em busca de uma vida melhor. Moradora de uma favela, escrevia diários em cadernos encontrados no lixo, retratando a dura realidade das periferias. Em 1960, seu livro "Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada" alcançou sucesso internacional, tornando-se a primeira escritora negra brasileira a ser reconhecida mundialmente. Sua obra abriu caminho para a visibilidade das vozes marginalizadas na literatura, inspirando leitores a enxergarem a realidade oculta dos excluídos. Seu legado permanece como um retrato autêntico da vida e luta pela sobrevivência no Brasil. Promover um espetáculo sobre Carolina Maria de Jesus e Françoise Ega é de suma importância para promover a valorização da diversidade étnica e cultural do Brasil, onde a população negra representa mais da metade do país, e ainda enfrenta desigualdades sociais e econômicas significativas. Nesse contexto, a peça teatral torna-se uma poderosa ferramenta para denunciar a história e celebrar as contribuições de figuras como Carolina Maria de Jesus e Françoise Ega, destacando suas lutas e conquistas, estando em acordo com o parágrafo II do Art/1° da Leu 8313/91. Do pnto de vista socioeconômico, a indústria criativa desempenha um papel significativo, contribuindo com mais de 2% do PIB e gerando empregos para milhões de pessoas. Investir em projetos que promovam a cultura afro brasileira impulsiona a economia criativa e fortalece a inclusão e a diversidade no cenário artístico e cultural, de acordo com os parágrafos II e VIII do Art/1° da Leu 8313/91. A realização de uma temporada a preços populares com gratuidade para grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social também está de acordo com o parágrafo I Art/1° da Leu 8313/91, ao contribuir para o livre acesso às cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Concluindo, trata-se de um projeto essencial para promoção da inclusão e para o fortalecimento das políticas de combater ao racismo e a discriminação. Ao mesmo tempo em que estimula a educação com base na diversidade cultural e celebra a riqueza e a importância da cultura afro brasileira no cenário nacional e internacional.

Especificação técnica

Produto: espetáculo teatral Cartas à Carolina (montagem e temporada). Temporada com duração de 2 meses, total de 16 apresentações realizada em Teatro ainda a definir, com capacidade de público de 300 espectadores por sessão. Para a realização do projeto serão necessários: - Equipamentos: locação de equipamento de luz e som. - Materiais para produção de cenário e figurino, que serão definidos ao longo do processo criativo. Para os ensaios será necessário o aluguel de sala de ensaio, alimentação e transporte; e durante a temporada, aluguel do teatro, alimentação e transporte para equipe, equipamentos e materiais.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O projeto irá contar com as seguintes medidas de acessibilidade I- no aspecto comunicacional = realizaremos uma apresentação do espetáculo com ação de acessibilidade para PcDs visuais com com audiodescrição, e uma apresentação com acessibilidade para PcDs auditivos com intérprete de libras. Firmaremos parcerias com instuições que já desenvolvem ações sociais voltadas para PcDs. II - no aspecto arquitetônico = para a realização da temporada serão escolhidos locais que possuam acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização do Acesso o projeto contará com cota de 10% de ingressos gratuitos ao longo de toda a temporada para distribuição em caráter social, para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em situação de vulnerabilidade. Também teremos meia entrada para idosos, estudantes e professores, de acordo com os incisos I e II do artigo 28 da IN nº 01/2023.

Ficha técnica

Nome: BRIGITTE BENTOLILA Função:Dramaturgia e Direção Diretora de teatro francesa, diplomada em licenciatura francesa e mestrado de teatro na universidade de Aix en Provence (França). Seu mais recente trabalho foi “A mais forte” de Strindberg em abril e maio de 2022, no Teatro Pixel em Paris 18ème arrondissement e ensaiado no Tréteaux de France durante 3 meses. Tem uma experiência profissional de 30 anos tanto como atriz, diretora e professora de teatro, responsável por vários projetos culturais de formação, festivais teatrais, workshops e oficinas para atores de teatro, de cinema, de televisão em Marselha, em Avignon, na Guadalupe (Antilhas Francesas), em várias regiões do Brasil (Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, Acre e Amazonas) e em Angola. Trabalhou em vários teatros nacionais importantes em Paris como le Théâtre Gérard Philipe, le Théâtre du Campagnol, Le 18 Théâtre e la Comédie Française. Foi uma experiência de 7 anos de trabalho no CDN La Piscine com O Teatro Le Campagnol que realizou Le Bal filme famoso e marcante de Ettore Scola (1983). Uma extensa trajetória profissional franco-brasileira formou e influenciou as diretrizes da sua concepção teatral. Nome: Mônica Nêga Função: Atriz e Produtora, responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Atriz, diretora de elenco, produtora criativa, RP, curadora, mentora de comunicação, palestrante multipotencial. Nasceu na favela da Cidade de Deus no Rio de Janeiro. Seu trabalho mais recente como atriz foi interpretando Mercedes Baptista no teatro de arena do Sesc Copacabana, em 2021. Se tornou produtora de elenco na Conspiração Filmes, onde trabalhou por cinco anos. Seus trabalhos mais recentes no audiovisual, a serem lançados em 2023, são: "Nosso sonho", filme sobre a vida da dupla Claudinho e Buchecha (dir. Eduardo Albergaria) e o longa Kasa Branca (dir. Luciano Vidigal), ambos como diretora de elenco; a série Vizinhos, para o Canal Brasil (dir. José Eduardo Belmonte e Leticia Prisco) e o filme Bandida (dir. João Wainer), ambos como diretora de elenco e atriz; e, por fim, o longa Pandemic Stories (dir. José Eduardo Belmonte), como atriz. Nome: Vanessa Pascale Função: Atriz Atriz e bailarina, e o mais recente espetáculo foi “Teatro breve de Garcia Lorca”. Atleta desde a infância, ganhou as passarelas na adolescência e finalmente um grande amor nasceu pelo teatro. Sempre com a música e o yoga muito presente em todas etapas, seguiu em um mergulho profundo no autoconhecimento e sempre aprimorando nas artes que iluminam o meu ser. No teatro foram 7 anos na "Família Oficina", com um espetáculo por ano, sempre com a Direção de Bemvindo Sequeira e parceiros, os últimos espetáculos foram o "Teatro Breve de Garcia Lorca", direção da francesa Brigitte Bentolila, "O Filho do Presidente", direção de Marcus Faustini. Na TV foram muitos clips para artistas diversos, a novela "Totalmente Demais", a série 1ª série LGBT brasileira "Todxs Nós", e “Rota 66 no Globoplay. Produziu também dois livros de fotografias da fotógrafa documentarista Emmanuelle Bernard. Online, os espetáculos “Aquele que Caminha ao Lado”, Dir. Bernardo Vilhena e Francisco Taunay, e “Correspondentes Quarentenades”, Dir. Susanna Kruger.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.