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PRONAC 2313467Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Opereta Orfeu da Rocinha

IRMAOS BROTHERS LTDA - ME
Solicitado
R$ 550,0 mil
Aprovado
R$ 550,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-01
Término
2024-07-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Projeto Orfeu da Rocinha abrange uma Opereta escrita para ser encenada por atores e atrizes do Grupo de Teatro Nós do Morro, com previsão de abrir temporada no Anfiteatro da Rocinha, em maio de 2024. Além do Elenco, pretende-se contratar equipe técnica de profissionais, formados nas duas comunidades, Vidigal e Rocinha, para funções como Direção, Iluminação, Figurino, Maquiagem, Coreografia, Operação de Luz e Som. Esse é um dos propósitos do projeto: gerar emprego e renda, num ambiente carente, impactando 35 famílias, nos dois lados do Morro. Um espetáculo inclusivo de Teatro Musical, feito por moradores e parceiros. Essa é a essência desse projeto. E também falar desse novo amor: o amor diferente. Pois quando é Carnaval na favela e esse novo amor está no ar... A Opereta é uma versão livre do antigo mito de Orfeu e Eurídice. E conta a história do menino Orfeu, um semideus que se tornou mortal, a fim de trazer a sua amada de volta à vida: a extraordinária cantora Eurídice.

Sinopse

No princípio era o precipício. Então Orfeu dançou e se jogou, mergulhando rumo ao Reino de Hades, para encontrar Eurídice Morta. Ele precisa sobreviver a esse sentimento de amor. Ela precisa desse amor para ter a sua vida de volta. A Opereta Orfeu da Rocinha conta a história desse forte sentimento. O primeiro amor de Orfeu. A derradeira paixão de Eurídice. Juntos, eles se tornarão aprendizes de um novo amor. Pois o músico Orfeu agora é um jovem poeta em transmutação, na sua jornada rumo ao Mundo dos Mortos. E a cantora Eurídice – felizmente – é a nova garota do novo mundo. A Opereta Orfeu da Rocinha possui um enredo rico em criatividade com belíssimas canções, direcionado para o público jovem, mas não se esquecendo do adulto. O roteiro aproveita o colorido universo do circo e do carnaval carioca, como pano de fundo dessa linda e emocionante história de amor.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: O projeto Opereta Orfeu da Rocinha tem o objetivo geral e imediato gerar emprego e renda a profissionais e artistas altamente qualificados, em situação de vulnerabilidade, sem oportunidades ou investimentos, impactando diretamente 35 famílias, nas comunidades da Rocinha e do Vidigal. Nesse sentido, a contratação de Elenco e Equipe Técnica local, com apoio do Grupo Nós do Morro, tem essa dupla finalidade: garantir a qualidade técnica da montagem e transferir a maior parte dos valores captados a quem mais precisa. Além de fortalecer a integração entre as duas favelas co-irmãs, pelo trabalho e pela arte, pretendemos também fomentar e dar acesso gratuito à cultura, através do nosso Teatro Musical, disponibilizando um espetáculo de poesia e música a um público carente de eventos culturais. Ao mesmo tempo em que se pretende entreter e divertir, o espetáculo tem o objetivo de afirmar e difundir uma visão inclusiva da diversidade de gênero e do amor diferente. A finalidade é chamar a atenção do público para as novas questões do amor do nosso tempo. E provocar uma reflexão sobre o assunto. Assim o espetáculo é apresentado por dois personagens livres: Beatriz e Virgílio. Um casal independente, simpático a esse amor diferente, que preconceitos enfrentou. Os dois cantam, dançam, inspiram. E o espectador de repente se transforma. Porque a visão desse amor vencedor jamais será como antes. O músico Orfeu da Rocinha é um jovem poeta em transmutação, na sua jornada rumo ao Mundo dos Mortos. E a cantora Eurídice _ felizmente _ é a nova garota do novo mundo. OBJETIVO ESPECÍFICO: Para isso, estão previstas 12 apresentações, com entrada franca, no Anfiteatro da Rocinha (R. Portão Vermelho - Rocinha, Rio de Janeiro - RJ). Desse modo, a expectativa com a Opereta é atingir um público estimado de 3.600 pessoas, em sua maioria jovens, dos quais 1.200 serão estudantes das escolas locais, nos dois lados do morro.

Justificativa

A ideia é criar uma ação de valorização, promoção e difusão de um gênero pouquíssimo explorado na cultura brasileira: a Opereta e o Teatro Musical. Vamos contar uma história que já faz parte da cultura carioca. Desde a antiguidade clássica, ao longo dos séculos, o mito de Orfeu e Eurídice vem sendo narrado por diversos poetas, filósofos, dramaturgos, pintores, músicos e até psicanalistas. No Rio de Janeiro, tivemos 3 versões do mito, narradas por: Vinícius de Moraes, no teatro, com "Orfeu da Conceição" (1956); Marcel Camus, no cinema, com "Orfeu Negro" , ganhador do Oscar de melhor Filme Estrangeiro (1960) e Cacá Diegues, também no cinema, com "Orfeu" (1999, com músicas de Caetano Veloso). Essas versões já fazem parte da cultura da cidade. Não somente pelas favelas, paisagens e barracos retratados nos filmes. Mas também pelas belas canções que essas versões produziram com a cara do Rio: "A Felicidade˜ (Tom Jobim), "Manhã de Carnaval" (Luiz Bonfá) e "Valsa de Eurídice" (Caetano Veloso), para citar apenas três delas. Ambientadas nas nossas favelas, as versões contadas através do tempo retratam os costumes da cidade em momentos diferentes: 1960, 1999 e, agora, em 2024. A proposta então é fazer com que o jovem espectador, nosso público-alvo, reflita e entenda que aquele tempo passou e que o mundo mudou. E que novas questões e costumes surgiram, diante do empoderamento feminino, diante da diversidade de gênero, diante da liberdade de amar. A intenção também é fazer a jovem espectadora refletir sobre o grande desafio masculino do nosso tempo. Saberá Orfeu lidar com esse novo tempo e com essa nova garota? Como contar uma história de amor e fazer com que uma jovem moradora da comunidade se identifique com uma Eurídice sem voz? Ou ainda esperar que um jovem estudante se veja ou se inspire no poeta Orfeu, sem levar em conta as novas questões e costumes desse novo mundo? Assim, o nosso intuito foi estabelecer uma linha do tempo e pontuar uma diferença marcante na arte e nos costumes da cidade, ao retratar uma personagem feminina, adolescente, normal e atual. No caso de Eurídice, moradora do Vidigal, ela é uma adolescente forte, famosa, cantora, adorada, idolatrada, no Morro todo. Porque aqui na Opereta a personagem tem voz, canta belamente e inspira milhares de seguidores e seguidoras. Mas aconteceu que Eurídice morreu. E o músico Orfeu, que também é um adolescente, vai precisar sobreviver a essa perda. Desse modo a extraordinária jornada de Orfeu ao Reino de Hades, para trazer Eurídice de volta à vida, no fundo, também é uma jornada de transformação e autoconhecimento. No fim das contas, descobre-se que esse Orfeu da Rocinha também não é mais aquele Orfeu dos filmes do Cacá e do Camus. Nem da peça do Vinícius. Pretendemos apresentar um espetáculo mágico, de música, poesia, circo, capoeira e carnaval, com o objetivo de ampliar o repertório e o acesso do público à cultura, a partir de estéticas contemporâneas e diversas. Um espetáculo de teatro musical que estimula e promove o desenvolvimento das relações artísticas nesta área, valorizando a cultura local. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Porque sem a lei de Incentivo fica praticamente impossível ser aportado por alguma empresa privada, Graças a renúncia fiscal é possivel atrair empresas para patrocinar projetos culturais.

Estratégia de execução

Seguem Links com outras informações complementares sobre os parceiros do projeto Opereta Orfeu da Rocinha: Grupo Nós do Morro https://grupo-nos-do-morrooficial.negocio.site/ https:/ wikifavelas.com.br/index.php/Dono_do_Morro Babu Santana https://pt.wikipedia.org/wiki/Babu_Santana Núcleo de Arte Digital e Animação -PUC RIO https://oglobo.globo.com/economia/emprego/novos-empregos-animados-5533656 Cenógrafa e coordenadora do Núcleo de Arte Digital e Animação da Puc-Rio https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4773917E6&tokenCaptchar=03AFcWeA5wIxLsJ0sFGTcvyAiBXE3aNdiPs03FDLdPZZ0g7Uu6x8CZ_oniZBx2rjA2gV7DBRGwaZUhNi--OnVVdFPZ5LItLZKtInFbK0mNKX9pTmU7tiGKNHb8AxshWmIcnDwS1iH4ucNMt3F6dxNnxn5NJ0jMFgRZLyjSJZenuuwFU-IjBKpuJeXogBNm50LAkzD5GAroWJA0PCAVWDP6kvLgVNkOvdCkUPMyi8RqFuvSC1ebKe3pKGB-nkrhhtrQYhkN8Kv797h2u03iLnAiGxBidWFY_Yt5KXil8Hdr0sj1_JkJV02gtRrcuPNmsUDcP3vgS1rf0Ian9OsDKppeN_6lhcjIJK9og-HLY4RC_6da-l6nRxcCJu9Uz2o7pAV_DQffajprLRYRJKAtgKdeMb3OdS8ywFdoZr7a5HiXUpbAF9NNGNbC2Kuo4x6jFfb573MqcTbx54r98FFkPL6VyXSbhRkk7uYvxz7AA0YVAq8nutWyy04FtoimleFd8ZJLlev7oWSYEDVV1pcO21n8nqA4tAGJSlJN7GUY1HKEfCKYxQYa1JaCRwdWyZxCTnj2h0-5wWNAmWVS_9wwBq7jritJdyaaZfujusxH6PZMdUW3xKP2ybJqpwPzM36XlfnX43TsY8bBeAjr Irmaos Brothers http://circodata.com.br/index.php?c=verbetes&m=exibir&t=grupos&id=625& Coreógrafo Marcio Januário https://www.instagram.com/marcio_januario/

Especificação técnica

1) PRODUTO ESPETÁCULO: A opereta/teatro musical- Serão 12 apresentações no Anfiteatro da Rocinha durante um mês. 2) PRODUTO PALESTRA: Estao previstas duas palaestras com o autor do espetáculo, Jonas Rezende Filho, para uma audiencia de apreximadamente 500 pessoas em cada palestra. 3) PRODUTO OFICINAS DE CIRCO COM OS IRMAOS BROTHERS: Oficinas de Circo Irmãos Brothers tem a finalidade de proporcionar às crianças e adolescentes uma iniciação em técnicas do circo. A Oficina sará na Escola Municipal Almirante Tamandaré e acontecerá maneira lúdica, numa atmosfera agradável e divertida, onde todos convivam em harmonia. As oficinas serão ministradas por 02 (dois) componentes dos Irmãos Brothers. A ideia é inserir os participantes em um processo de iniciação à aprendizagem das modalidades circenses de acrobacia, equilíbrio, manipulação de objetos e concepção de montagem de números. Todo material circense utilizado nas oficinas pertence ao acervo do grupo. Estão previstos dois dias de workshop, alcançando 500 pessoas por dia CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:AQUECIMENTO – O aquecimento é a primeira parte da atividade física e tem como objetivo preparar a criança fisicamente para as atividades que farão na aula. Aquecer o corpo com exercícios e brincadeiras (corridas, desafios e etc) prevenindo lesões; ACROBACIA DE SOLO - Cambalhotas, piruetas, estrelas, paradas de mão, paradas de cabeça, equilíbrios, rolamentos, contorção, saltos acrobáticos, pirâmides humanas, saltos mortais, e exercícios em duplas, trios e grupos. Estes elementos de acrobacia são ensinados de maneira lúdica, valorizando a integração e interação entre os participantes e a consciência corporal; MALABARES - Exercícios de coordenação, ritmo e agilidades. Através do malabarismo, o aluno criança faz evoluções aéreas de objetos diversos, tais como bolinhas, aros e claves, entre outros.; INTERPRETAÇÃO/PALHAÇARIA – A arte de fazer rir. Aulas de interpretação, exercícios de improvisação, técnicas de pastelão, esquetes clássicos, acrobacia cômica, e gags de humor. O aluno receberá ainda noções básicas sobre a caracterização do palhaço (maquiagem). ACROBACIA AÉREA – Técnicas de trapézio. Uma das mais empolgantes técnicas circenses, tem beleza plástica de forte impacto visual. Nos aéreos é possível realizar coreografias suaves, intercaladas por quedas bruscas e repentinas.

Acessibilidade

A arte pode e deve ser vista também como instrumento de acessibilidade e de inclusão social. Pensando nisso, o Projeto Opereta Orfeu da Rocinha implementará um conjunto de ações para proporcionar acessibilidade a portadores de deficiência. Contrataremos uma assistente, portadora de deficiência, para orientar e conduzir idosos e pessoas com mobilidade reduzida a um espaço reservado, com cadeira de rodas, em todas as sessões. Teremos também em todas as sessões um intérprete de libras. Previmos ainda uma apresentação para portadores de deficiência visual, que será amplamente divulgada nas duas comunidades e na imprensa, com audiodescrição ao vivo. Além desse profissional audiodescritor, que vai acompanhar ensaios e elaborar o roteiro, alugaremos uma cabine com 20 kits com fones de ouvido para serem usados pelos deficientes visuais. Além disso, implementarmos ações, em conjunto com a gestora do teatro, Renata Simões, para oferecer facilitadores à mobilidade nos acessos e espaços físicos da casa, como banheiros, rampas e guias táteis. São ações que democratizam a cultura e ampliam o acesso do espectador portador de deficiência ao espetáculo.

Democratização do acesso

Planejamos o acesso dos moradores das duas comunidades, Vidigal e Rocinha – e quem mais quiser assistir ao espetáculo Opereta Orfeu da Rocinha – para que seja totalmente gratuito. Serão 12 sessões no Anfiteatro da Rocinha e todas as sessões serão com entrada franca. O acesso é democrático e todos serão convidados e bem-vindos, mas reservamos 3 sessões especiais, sempre às sextas-feiras, que serão reservadas aos alunos e alunas das escolas das duas favelas. Já fizemos uma sondagem e o interesse dessas escolas é muito grande – a expectativa também. Acreditamos que cultura e educação andam juntas. Desse modo, o aluno e a aluna serão multiplicadores na divulgação do espetáculo, propagando a cultura também o espaço escolar. Ações que democratizam a cultura e ampliam o acesso desse espectador mais carente ao espetáculo, fomentando entre o público o gosto pelas Artes Cênicas, especificamente o Teatro Musical.

Ficha técnica

Marcello MeloFunção: Diretor e ator Ator premiado, diretor, músico e poeta, Marcello Melo tem mais de 15 anos como integrante do respeitado e relevante Grupo Nós do Morro. Foram incontáveis trabalhos com a trupe: “Machado a 3x4” (2008); “Baixo Ventre”, com direção de Renato Rocha; “Noites do Vidigal” (de Luiz Paulo Corrêa e Castro), com direção de Guti Fraga e Fernando Melo da Costa (2014) e “Bandeira de Retalhos” (de Sérgio Ricardo), com direção de Fátima Domingues e Guti Fraga (2016).Ganhou o prêmio de melhor ator do XIV Festival de Teatro do Rio de Janeiro da Faculdade Veiga de Almeida / Funarte, com a peça “Minutos Atrás”, de Caio Sóh (2007). Como diretor e idealizador, esteve à frente de vários projetos, como: “Cem Vezes Quintana” (2006) e "36 Nós" (2022).Hoje Marcello faz parte da Diretoria do Grupo Nós do Morro na função de Diretor Executivo e do Corpo de Diretores da APTR - Associação dos Produtores de Teatro. Grupo Nós do MorroFunção: O grupo vai assumir diversas funções: Atores, Atrizes, Figurinista, Cenário, direção e etc. Fundado em 1986, pelo ator e diretor Gutti Fraga, o Grupo Nós do Morro é uma organização social que transforma vidas de crianças, jovens e adultos, através do acesso à arte, educação e cultura, com capacitação profissional para a indústria criativa. Localizado na Comunidade do Vidigal, o Grupo possui diversos parceiros no Brasil e Exterior. E já recebeu mais de 50 premiações relevantes, com espetáculos, filmes e artistas do grupo. O Curso de Artes Cênicas é bastante rigoroso. Além das oficinas de formação artística em interpretação, tem os cursos de técnica vocal, canto, expressão corporal, técnica circense e instrumentos percussivos – que ocupam de 3 a 20 horas semanais de cada integrante de acordo com a faixa etária e histórico de aprendizado (iniciante, nível médio e nível avançado) Hoje o Nós do Morro atende 120 alunos. Todas as atividades do Grupo são oferecidas de forma inteiramente gratuita, para alunos a partir dos sete anos de idade. E qualquer pessoa pode se inscrever. Babu SantanaFunção: Ator Alexandre da Silva Santana, mais conhecido como Babu Santana é um ator e cantor brasileiro, vindo do grupo de teatro "Nós do Morro". Ganhou duas vezes o Grande Otelo, o maior prêmio do cinema brasileiro, como Melhor Ator, interpretando “Tim Maia”, e Melhor Ator Coadjuvante, com o personagem Bijiú, no filme “Estômago”. Babu Santana ainda participou de mais de 20 filmes: “Batismo de Sangue”, Meu nome não é Jonhnny”, “Bandeira de Retalhos” e “O Homem do Ano”, entre outros. Além do grande sucesso que fez na vigésima temporada do Reality Big Brother, participou de inúmeras novelas e séries para TV Globo, Record e Multishow, como: “Salve Jorge”, “Vai que cola”, “Master Singer Brasil”, “Amor Perfeito” e “Salve-se quem puder”. Nehemias Rezende Função: criação e supervisão circense As diversas atividades profissionais assumidas por Nehemias Rezende, tanto dentro dos Irmãos Brothers como individualmente, já formam 42 anos de carreira. Seu início foi em 1981, quando fez o curso do Asdrúbal Trouxe o Trombone no Parque Lage (RJ). O final do curso foi coroado com a formação de um grupo teatral o “Banduendes por Acaso Estrelados” com direção de Evandro Mesquita e Patrícya Travassos, no qual trabalhou 9 anos. Trabalhou com grandes diretores como: Augusto Boal, Jorge Fernando, Ricardo Waddington, Antônio Calmon, Naum Alves de Souza, Charles Möeller e Claudio Botelho. Em 1983 fez sua primeira incursão no mundo do circo entrando para a Escola Nacional de Circo. Dez anos depois, em 1993, com uma vontade cada vez maior de fazer um trabalho que juntasse a experiência da linguagem do teatro com o circo, foi co-fundador da companhia IRMÃOS BROTHERS, da qual faz parte há 30 anos. De lá pra cá, criou, dirigiu e atuou em diversos espetáculos, turnês nacionais e internacionais. Aylla CasarinFunção: Produtora Executiva Faz parte dos Irmãos Brothers há 22 anos e já participou como produtora de inúmeros eventos, montagens teatrais, circulação de espetáculos, festivais e etc. Destaque para: “Clube dos Palhaços” Direção de Evandro Mesquita 2011/2018; “O Diário de um Mágico” – criação e direção de Nehemias Rezende – 2006-2010; “15 Anos de Irmãos Brothers” – direção de Jorge Fernando – 2008/2010; “Circomania” – direção de Evandro Mesquita – 2002; “Cabaré Brother” – direção de Evandro Mesquita – 2002;“As Aventuras dos Irmãos Brothers” - direção de Alberto Magalhães e Nehemias Rezende – 2000 – 2001;“Auto de Natal dos Irmãos Brothers” - direção de Alberto Magalhães e Nehemias Rezende – 2000– 2022. Exerce o ofício de produtora há 15 anos na companhia e já fez a produção de diversos espetáculos (montagem/temporada) e grandes eventos. Claudia BolshawFunção: cenário Cenógrafa, Designer e Coordenadora do Núcleo de Artes Digitais e Animação da PUC- RIO, Claudia Bolshaw ganhou seu primeiro prêmio em animação com “Estrêla de Oito Pontas” – Kikito de ouro, no Festival de Cinema de Gramado, em 1996. De lá pra cá, recebeu muitos outros prêmios e homenagens. O mais recente deles foi no ano passado, quando ganhou o Internacional Motion Pictures Award, pelo clipe de animação “Who wants to live forever” – do Brian May – Queen. Em 2019, foi premiada com “A Corda, Acorda” - Animação, no Festival Internacional Anima Latina - Seleção Oficial. E com “O Chicote do Diabinho”, Festival Emergentes (Chile). Fez também vários trabalhos para o teatro, como o cenário do espetáculo "Êta, seu bonequeiro!”, dirigido por Gamba Jr. A peça acabou levando o prêmio Zilcca Salaberry. Jonas Rezende Filho Função: Autor Formado em Direção de Produção de Cinema e Vídeo, Jonas Rezende Filho é também Compositor, Roteirista e Poeta. Para o Cinema, escreveu e dirigiu “Mireveja” – selecionado para o Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Mostra Carioca (2005); o média-metragem documental, feito no Vidigal, “Diálogo ou Porrada” (2007); e ainda o longa-metragem “Mireveja – Uma Declaração de Amor à Rocinha” (2015), em parceria com Marcello Melo e o Grupo Nós do Morro. Em Teatro, co-roteirizou o espetáculo Clube dos Palhaços (2011), com os Irmãos Brothers, dirigido por Evandro Mesquita. E compôs canções para a trilha do musical “Do Outro lado do Espelho” (2005), de Marcelo Gigliotti; para a peça “Diário de um Mágico” (2007/2010), de Nehemias Rezende; e para o musical Circo Literário (2019/2023), dos Irmãos Brothers. Como Diretor de Produção, esteve à frente de inúmeros trabalhos, entre eles: Videoclipes – Diretor de Produção“Água da Minha Sede” – Zeca Pagodinho - 16mm - 2003“Caviar” – Zeca P Márcio Januário Coreógrafo Coreógrafo, ator, cantor, bailarino, escritor e diretor de teatro e cinema. Como coreógrafo e preparador corporal participou de montagens de peças infantis, shows de música e peças de teatro adulto. Com os Brothers fez a coreografia de 4 peças. Desde de 2011 participa da “FLUP – Festa Literária das Periferias”, como escritor, palestrante e mestre de cerimônias, inclusive com trabalhos editados no exterior. Em 2015 representou o Brasil no Shakespeare Festival, na Alemanha, com a peça “Trans Hamlet Formation”, em que escreveu, atuou e dirigiu. Atualmente está apresentando o Show As Canções de Amor de Uma Bixa Velha e trabalha como produtor, ator e diretor com os cineastas Nina Kopko, Clementino Junior, André Sandino e Paulo Cesar, em filmes de longa e curta metragens. O filme “As Canções de Amor de Uma Bicha Velha”, do diretor André Sandino, recebeu cinco prêmios de melhor documentário e um prêmio de melhor intérprete.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.