| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 43999424000114 | VOLVO DO BRASIL VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
| 76484013000145 | COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANA SANEPAR | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
O Museu Planeta Água é o primeiro museu público brasileiro que tem como tema central a água em suas múltiplas camadas. Importante destacar que todas as suas atividades, eventos, programação cultural tem classificação livre e são gratuitas. Da ciência, passando por sua propriedade físico-química, suas transformações na evolução humana e na cadeia econômica e do conhecimento, desembocando nas relações culturais à produção criativa da transformação social. A proposta cultural engloba: 1. Ampliar a jornada de experiência do visitante (físico) e usuários (digital), complementando e modernizando algumas das salas da exposição de longa duração, de acordo com o projeto curatorial e expográfico existente e executado em 2021-2022. Culminando na atualização da produção de conteúdo, concepção de elementos cenográficos interativos, tridimensionais, audio-visual e tecnologia digital; como realidade virtual e aumentada; 2. Realizar a itinerância da exposição de curta duração em museus, bibliotecas e escolas públicas nos municípios paranaenses de Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá e Cascavel; 3. Implementar o Programa de Educação Ambiental e Museal, de acordo com o Plano Museológico vigente, intensificando seu engajamento na agenda mundial e sua presença no desenvolvimendo da sociedade brasileira, do local ao global.
OBJETIVOS GERAIS: O Museu Planeta Água, de acesso público e gratuito, tem por objetivo principal a promoção do conhecimento em suas múltiplas camadas sociais e de produção. Tem o compromisso de proporcionar ao visitante, usuário e cidadão a ampliação e formação do senso crítico e transformador, possibilitando debates acerca de temas como Cultura, Memória, Sáude, Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Fomenta ações que versam a preservação da Água, fundamentado por meio de diversos temas e experiências. Cria uma nova consciência na relação entre o ser social e o bem mais precioso do planeta, a Água. O projeto "Modernização da exposição de longa duração e implementação do Programa de Educação Ambiental e Museal do Museu Planeta Água, tem por objetivos principais e específicos: · Promover o acesso presencial e virtual ao Museu Planeta Água por intermédio das suas exposições, ações educativas e programação multicultural; · Oportunizar ao público-alvo o contato com o acervo histórico, cultural e tecnológico composto de: instrumentos e equipamentos, documentos, fotografias, vídeos, elementos cenográficos, painéis e monitores multimídia que abordam os mistérios e segredos da água no Brasil e no mundo. · Abordar de forma multidisciplinar, os novos espaços do Museu, apresentando ao público os aspectos científicos, históricos, culturais, sociais, educacionais e de saúde relacionados à água e ao bem-estar social. · Potencializar o Programa de Educação Ambiental e Museal que estimule a formação de um pensamento crítico e de consumo consciente em prol de uma sociedade pautada nos valores humanos e de preservação da biosfera. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1º) Exposição de Arte: realizar a modernização da exposição do Museu Planeta Água, visando atingir 60.000 visitantes durante o período da exposição contemplando a: · Ampliar as salas de exposição de longa e curta duração do Museu Planeta Água, garantindo maior capacidade de visitação diária e presencial de 100 para 250, chegando a 25.000 visitantes/ano. · Agregar na exposição de longa duração com elementos cenográficos de grande porte, ambientes imersivos, painéis interativos com produção de conteúdo dedicados à preservação da água e do meio ambiente; · Intensificar a presença do acervo digital e de conteúdo, complementar ao projeto expográfico existente, dando continuidade no processo de elaboração de novos conteúdos, concepção de novos elementos educativos e interativos, elementos cenográficos, maquetes táteis; · Proporcionar de forma gratuita experiências interativas, atendendo a proposta curatorial, educativa e expográfica do Museu com a criação dos espaços: "Água e Cultura", "A Química e a Física da Água" e "As nascentes da água" (sobre estes temas ver em Justificativa). · Promover campanhas educativas dentro de instituições públicas e privadas sobre o valor social da Água. Transpondo seu status de "insípida, inodora e incolor" para o campo da transformação social e de elemento primordial e necessário à Vida. · Realizar atividades educativas, encontros, palestras e debates sobre a Água e o Meio Ambiente entre pesquisadores, profissionais de diferentes áreas da cadeia produtiva e do conhecimento, líderes comunitários, estudantes, educadores, e colaboradores de diferentes equipamentos culturais brasileiros; · Estimular a rede de pesquisa que re-interprete o acervo, tendo como referência a sua função educativa, social, histórica, ambiental e cultural. · Difundir a pesquisa empírica, documental, iconográfica; e o mapeamento de objetos e instrumentos tecnológicos que possibilitem a cartografia histórica e a importância econômica e social da Água. · Promover o diálogo contínuo entre pesquisadores e docentes do ensino público com os mediadores do Museu, visando o intercâmbio de diferentes áreas do conhecimento. · Oferecer amplo acesso ao acervo físico e digital do Museu, bem como os conteúdos educativos através de sistema de informação, redes sociais e mídias interativas; 2º) OFICINA DE ARTE URBANA (Curso / Oficina / Estágio): Os resultados serão a apropriação dos marcos referencias que colaboraram para a produção e disseminação da arte urbana. Do século XVII das gravuras japonesas (ukiyo-ê) à arte gráfica clássica europeia de Albrecht Durer e o gótico de Goya. Até chegar no século XX de Picasso, Salvador Dalí, Frida Khalo e Basquiat e culminará no século XXI com a explosão do grafite político de Banksy. Apresentará como a formação e normatização da arte urbana se estruturou na contemporaneidade dentro do arcabouço ético, estético, político, social e técnico. Partirá da presença urbana e reconfiguração da paisagem das cidades, no âmbito social e das manifestações populares. Pautará no cenário nacional no que tange a presença da arte urbana nos grandes museus brasileiros, inclusive no Museu Planeta Água (Curitiba). O participante terá no seu escopo de participação gratuita da oficina as questões da: a) Gênese e trajetória da História da Arte pelo viés da arte gráfica; b) Trajetórias teóricas para o reconhecimento da Arte Urbana; c) A formação dos artistas de rua e suas relações multidisciplinares e com o mercado de trabalho; d) A assinatura estética de cada artista urbano e suas narrativas sociais; e) Questões emergentes na agenda global sobre o Meio Ambiente e a Água para a preservação do patrimônio mundial Objetivos específicos: · Apresentar um panorama geral, nacional e internacional, da arte urbana, da teoria à prática; · Refletir sobre as articulações ideológica, histórica, sociais e técnicas da arte gráfica; · Estimular e desenvolver o pensamento crítico acerca da relação entre indivíduo x arte x sociedade; · Enfatizar as questões emergentes sobre o Meio Ambiente e o mundo. 3°) FÓRUM DE CIÊNCIA CIDADÃ (Oficina/ Workshop/Seminário Audiovisual): · Difundir de forma gratuita a rede de pesquisa, tecnologia, infraestrutura e operacional que envolve o saneamento no Brasil e no mundo, compreendendo como elemento fundamental para o desenvolvimento do ser humano e seu posicionamento nas cidades em prol da saúde, do meio ambiente e da qualidade de vida; · Estabelecer o elo afetivo e de consciência coletiva entre o cidadão e o Museu Planeta Água, no que diz respeito a propriedade física e social da Água. Água é vida e é Cultura, elementos visíveis e necessários à existência da biosfera.
Elemento essencial à vida, atualmente a Água é muito mais do que transparente. A Água tornou-se invisível. E esta é uma das mais graves ameaças à nossa existência. O acesso fácil, para muitos, ou quase nada para poucos, banalizou a relação dos seres humanos com a Água. A crescente poluição dos rios e oceanos, a destruição das florestas e a exploração desenfreada dos recursos naturais estão transformando rapidamente a feição da Terra. Canalizamos os rios e despejamos todo tipo de dejetos nos cursos d’água. Transformamos ambientes ricos em diversidade em pobres monoculturas que trazem lucro a poucos. Como consequência dos desmatamentos, criamos desertos, alteramos os leitos dos rios, provocamos enchentes e o empobrecimento do solo. Inundamos mares com plástico, provocamos mudanças no clima e, ainda hoje, seguimos erguendo cidades e empreendimentos industriais sobre bacias hidrográficas, destruindo lençóis freáticos e sistemas naturais de drenagem. A maioria desconhece que, para preservar a água, é preciso proteger a delicada rede de vida composta por todas as espécies de plantas, animais e seus habitats. O prédio onde se encontra o Museu Planeta Água, com 5.764,92 m² de área construída, é patrimônio histórico da cidade de Curitiba como Unidade de Interesse de Preservação (UIP) desde 2011. Representa um marco significativo no processo de reconstrução da história a partir da narrativa, de objetos, de documentos, do prédio histórico e informações que contribuem para a preservação da água, de um povo, de uma nação, de uma crença e de culturas diversas. Seu papel educacional é de fundamental importância para a sociedade e cresce à medida que se converte o interesse por pesquisadores, acadêmicos, historiadores e sociedade em geral acerca dos temas que o Museu se propõe a preservar e a disseminar. Pela sobrevivência de todos os seres, o Museu tem provocado os sentidos e sentimentos dos visitantes. E a mudança só virá pela Educação e pelo conhecimento. Ao desvendar a origem, os mistérios e os segredos da água, o Museu Planeta Água busca encantar, provocar reflexão e conquistar o comprometimento de cada pessoa. Impactar a nossa geração é a grande missão do Museu Preservar a Água é a mensagem do Museu e seu grande desafio. Límpida e cristalina, a água é nossa herança e nosso legado! O Museu Planeta Água constuiu como sua missão a promoção do conhecimento; o estímulo a educação, por meio de experiências inovadoras; a provocação para mudanças de atitudes e de consumo diário; e a difusão da cultura e o uso consciente da Água em nosso país. Está dedicado a entregar à sociedade experiências que encante e conscientize cada um sobre a importância de se cuidar do bem mais precioso que temos em nosso planeta, a Água. Em atendimento ao Art. 1º da Lei 8.313/91, o "Museu Planeta Água" é um espaço museográfico a serviço da sociedade e visará desempenhar seu papel educativo em uma sociedade cada vez mais globalizada, em um processo de mudanças e aprendizagem conceitual e pode-se afirmar que esses serão os eixos centrais do presente projeto: resgate histórico, experimentalismo e consolidação cultural, dos quais passamos a detalhar: Resgate Histórico: Não há possibilidade de fazermos o presente e implantarmos o futuro sem nos ater ao passado, sem a retomada de um início para se chegar ao modelo histórico atual da humanidade e da memória coletiva e individual nos aspectos sociais, econômicos, culturais, étnicos e religiosos. Não podemos simplesmente acreditar que seremos uma verdadeira sociedade se não preservarmos a nossa história e, se preciso for, resgatá-la. Experimentalismo: Vai de encontro a toda essa gama de produção cultural e prima pelo diferencial, pelo novo, pelo experimentalismo artístico responsável e pela coparticipação dos espectadores no processo de interação com os espaços arquitetônicos, notadamente o prédio que abriga o Museu que é a primeira estação de tratamento de água do Paraná, Bem de interesse de preservação pelo patrimônio histórico, preservando sua originalidade e apresentando os mecanismos de preparação da água para consumo. Assim, podemos possibilitar que o visitante "sinta o espaço" e passe da condição de visitante a um elemento integrado durante sua visitação ao Museu. Consolidação Cultural: Será visto pelo visitante como sendo a constituição do status da história, cultura e desafios do presente para preservar o futuro, importantes ferramentas para despertar o sentimento cuidado e de proteção com a implantação do Museu. Aliás, o tema Água e Cultura é o espaço que vamos criar com esse projeto. Dessa forma, o projeto entra em conformidade com o Art. 1º Lei 8313/91, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IV - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; V - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Atualmente o Museu Planeta Água, proporciona o conhecimento e experiências sobre a Água a partir de doze visões distintas, porém complementares e integradas. Nos anos de 2021 e 2022 foram realizadas, dentro do projeto curatorial e expográfico vigente, os ambientes temáticos: 1. Manifesto da água: utilizando os galões de tratamento e preparação de água do prédio histórico, nesse espaço o visitante tem uma conexão com a natureza, por meio de uma pintura especial, ouve a palavra água em 30 idiomas diferentes, inclusive nos idiomas indígenas do Brasil e contempla um galão antigo com a palavra água impressa nas 193 línguas oficiais da ONU 2. A origem da água; apresenta painéis, elementos cenográficos, vídeos, ilustrações, infografias contando a história da humanidade e como a água faz parte desse processo. Conteúdos relacionados aos oceanos, rios, geleiras, luas, globo terrestre e explosões que geraram vida. Tudo demonstrado de forma científica. 3. Água e vida: Do macro ao micro, do 100% água ao 0% de água e uma balança que calcula seu peso e te mostra quanto de água você possui em seu corpo e quanto é necessário beber diariamente. Elementos visuais encantadores e interativos. 4. Água e morte: Assim como a água é vida, ela também pode matar. As más ações humanas podem causar desastres ambientais como derramamento de óleo nos rios e oceanos, rompimento de barragens, como aconteceu em Brumadinho e outras catástrofes. O ambiente apresenta fotos, vídeos e conta com uma roupa de bombeiro para exemplificar a ação desses "heróis" para salvar vidas. 5. Água e prazer: um tubo simbolo da cidade de Curitiba com cenografias que nos trazem sensações positivas como o cheiro do café, a água da cachoeira que respinga em nosso rosto, a chuva, a água do mar e até um banco congelado do famoso parque da cidade. 6. Água e consumo: vídeos e elementos interativos nos apresentam quanto se gasta de água para produzir uma roupa, um calçado, um alimento. É um espaço interativo e que convida o visitante a "declarar" seu compromisso para melhorar suas atitudes consumistas. 7. Água é preciosa: Ambiente cenografado e controlado, mostra um aquecimento fora do comum e uma escultura hiper-realista de uma mãe segurando um filho no colo, quase morto de desidratação. 8. Água é tecnologia e desenvolvimento: ao longo dos séculos, evoluímos no tratamento de água e, alem de gerar vida saudável, também colaborou para o desenvolvimento da sociedade. O espaço está localizado sobre um grande filtro de água e usa painéis e elementos cenográficos para apresentar essa evolução. 9. Água e energia: Não estaríamos onde estamos sem energia. A água é um dos grandes elementos da energia limpa e mostramos isso por meio de vídeos, cenografias, globos de plasma e uma maquete que apresenta o funcionamento de uma hidrelétrica. O acesso do público ao Museu é inteiramente gratuito e visitas mediadas são agendadas diretamente no site, por Escolas, Universidades, Empresas e Grupos provenientes do Brasil e do Exterior. O referido projeto contempla, também, a ampliação da exposição de longa duração, executando três novos espaços: 10. Água e Cultura: localizado no subsolo do prédio histórico, contará com um piso elevado de vidro, maquetes, painéis, vídeos e áudios para apresentar ao visitante a influencia da água nas diversas culturas da sociedade. 11. A Química e a Física da Água: antigo espaço de restauro de peças históricas da antiga estação de tratamento de água do Paraná, será um espaço transformado para experiências com água. Descobrir como funciona o H2O de fato e ver isso na prática. Com jalecos brancos, o visitante vive a experiência da física e da química na prática. 12. "As nascentes da água": É necessário cuidar das nascentes para que a bacia hidrográfica mantenha seu curso natural, ou seja, nascentes, afluentes, rio e foz. Cuidando das nascentes é que podemos garantir água de qualidade para as futuras gerações e queremos apresentar isso, através de um espaço lúdico, com imagens das nascentes próximas da capital paranaense, incluindo do Rio Iguaçu, que desemboca nas famosas Cataratas do Iguaçu; Estes novos ambientes de interatividade e experiência serão preparados sobre tubos de passagem de água do prédio histórico que abriga o Museu. O prédio, no estilo Art Déco, inaugurado na administração de Manoel Ribas, que governou o Estado entre 1932 e 1945, está cadastrado na Comissão de Avaliação do Patrimônio Cultura (CAPC) da Prefeitura Municipal de Curitiba como Unidade de Interesse de Preservação _ UIP, foi a primeira Estação de Tratamento de Água do Paraná, inaugurada em 1945. A antiga "ETA Tarumã", como é chamada hoje, foi a primeira estação de tratamento de água do Paraná e um dos mais importantes marcos na história do desenvolvimento do saneamento no Estado. A Estação, que era parte do projeto de ampliação e modernização do sistema de abastecimento de água de Curitiba, funcionou por cinco décadas e seu prédio foi reformado para abrigar o Museu Planeta Água. Atualmente, o local, que também possui auditório, salas de reuniões, laboratório de protótipos, estações piloto de água e esgoto e biblioteca, é conhecido como Espaço Tarumã. O prédio, possui uma área total de 5.764,92 m² de área construída, é patrimônio histórico da cidade de Curitiba como Unidade de Interesse de Preservação (UIP) desde 2011. Atualmente 700 metros são destinados para o Museu Planeta Água e o Projeto de Modernização da Exposição de Longa Duração e implementação do Programa de Educação Ambiental e Museal visa ampliar para 1.100 metros quadrados o espaço expositivo do Museu. Outros elementos cenográficos e atividades serão produzidos e promovidos, como: a. Maria Lata d’água: Escultura em tamanho realista onde uma mulher segura uma lata d’água na cabeça e o visitante tem a oportunidade de descobrir o peso da lata d’água, por meio de um mecanismo de roldanas; b. Cubos de água potável: cubos de vidro com a quantidade de água utilizada por pessoa em lugares diferentes do mundo; c. Pisos de vidro sobre os tubos de água: estrutura de vidro sobre os tubos de tratamento de água, proporcionando uma experiência sensitiva de andar acima dos grandes tubos de água que faziam a purificação da água e devolvia para a comunidade logal. A curadoria e o Programa de Educação Ambiental e Museal do Museu Planeta Água foram cunhados multidisciplinarmente a partir do Comitê Curatorial do Museu Planeta Água, formado por profissionais ad hoc do campo da Ciência e Tecnologia, Engenharia, Museologia, Meio Ambiente e Educação, além de pesquisadores e formadores de opinião. A exposição de longa duração é pautada em onze ambientes estruturantes para a narrativa do elemento Água. Como apresentando anteriormente, o presente Projeto propõe executar os três conclusivos ambientes, a saber: 1. Água e cultura: Espaço destinado para apresentar a influência da água nas diversas culturas e, principalmente, na nossa. Como a cultura de uma cidade está totalmente conectada com a água, seja pela religião, brincadeiras, felicidade, esporte, alimentação, saúde. Será um espaço interativo e que humanizará a nossa relação com a água e mostrará, de um jeito suave, o quanto a água é importante para os seres humanos. Sobre um piso de vidro que estará acima de grandes tubos que transportavam água do filtro de tratamento de água até os lares da cidade de Curitiba e região metropolitana, uma exposição encantadora apresentando o universo cultural da água, essa área da exposição vai mostrar um mosaico de atividades que relacionam a água à alegria e ao prazer de viver! Por meio de uma onda cenográfica serão apresentadas imagens de pessoas tomando banho de chuva, crianças brincando em poças d’água, gente praticando natação, surf, remo, polo aquático, kytesurf, salto ornamental, mergulho submarino, passeio de boia no rio, descida de caiaque em corredeiras, brincando no mar, tomando banho de banheira e de chuveiro, bebendo água, dando banho no cachorro, pintando aquarela, mergulhando os pés na água, admirando uma paisagem marinha ao final da tarde, brincando com bolinhas de sabão, dando banho em bebê, regando plantinhas, lavando o rosto, cozinhando, orando, fazendo "guerra de bexigas", construindo castelinhos de areia, beira mar etc. Esse espaço trará à memória a nossa relação com a água no dia-a-dia. 2. A Química e a Física da Água: Esta sala, que antigamente era o antigo espaço de restauro de equipamentos da estação de tratamento de água, vai abrigar um ambiente totalmente experimental, com bancadas e utensílios do universo químico, jalecos para as crianças e vai permitir que os visitantes realizem uma série de experimentos envolvendo aspectos relacionado à ciência, química e física, sempre despertando a curiosidade, de forma leve e divertida. Entre os temas que irão nortear os experimentos estão: ESTADOS FÍSICOS DA ÁGUA A água é a única substância que, na natureza, se apresenta nos três estados _ sólido, líquido e gasoso. Esta é outra de suas propriedades que os visitantes poderão analisar. ELETROQUÍMICA DA ÁGUA O objetivo. tornar tangível a fórmula da molécula da água (Hâ‚‚O), com seus dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Após realizar a decomposição da água nos dois gases, obtém-se o dobro em hidrogênio em comparação ao oxigênio. QUENTE OU FRIO? Aqui, o que se pretende é demonstrar a capacidade que a água tem de realizar trocas de calor com o corpo humano, levando o visitante a experimentar a relatividade comparativa das temperaturas: "Frio? Quente? Comparando com o que? A ORIGEM DA VIDA Este segmento vai apresentar o experimento dos pesquisadores Miller e Urey, que estudaram o surgimento da Vida na Terra a partir da teoria de Oparin e Haldane, simulando a atmosfera da terra "primitiva". Segundo o experimento, as condições na Terra primitiva favoreciam a ocorrência de reações químicas que transformavam compostos inorgânicos em compostos orgânicos que foram os precursores da vida. 3. As nascentes da água: 1. É necessário cuidar das nascentes para que a bacia hidrográfica mantenha seu curso natural, ou seja, nascentes, afluentes, rio e foz. Cuidando das nascentes é que podemos garantir água de qualidade para as futuras gerações e queremos apresentar isso, através de um espaço lúdico, com imagens das nascentes próximas da capital paranaense, incluindo do Rio Iguaçu, que desemboca nas famosas Cataratas do Iguaçu; Além desses espaços, elementos cenográficos inusitados estão considerados nessa etapa: Terraço. A área do terraço, localizada junto ao mezanino e ao ambiente "Manifesto da Água", descrito anteriormente, será utilizada para o plantio de plantas hidropônicas, plantas suculentas, cactos e até mesmo a moringa, planta purificadora de água. O objetivo é criar um espaço que ensine, de maneira descontraída, a importância da água para os diversos tipos de plantas, estimulando os visitantes _ e especialmente as crianças _ a se relacionarem com a natureza. O local também poderá ser aproveitado para a realização de cursos e oficinas relacionados ao tema. Lata d’água na cabeça Ilustrado pela imagem da escultura "água pro Morro" (1944), de Erbo Stenzel, este elemento mostra o esforço para a obtenção de água por comunidades não atendidas por redes de abastecimento. Destaca o papel das mulheres na rotina diária pela busca de água parta suas famílias, apresentando relatos em vídeo. O visitante terá a oportunidade de carregar uma lata de 18 litros de água na cabeça, vasilhame comum em comunidades sem abastecimento domiciliar, vivenciando por alguns instantes a sensação física enfrentada por essas pessoas durantes horas, todos os dias. Consumo d’água e Volume Três cubos de vidro, alinhados e suspensos, vão apresentar as seguintes informações: no primeiro cubo será mostrada representação real de 1 m. (metro cúbico) de água (100x100x100cm), em associação aos dados constantes na conta mensal de água; o segundo cubo (177x177x177cm) vai mostrar o volume ocupado por 5.500 litros de água, que equivalem ao consumo mensal médio de um brasileiro; e o terceiro cubo de vidro (77x77x77cm) vai mostrar o volume ocupado por 450 litros de água, que equivalem ao consumo de uma pessoa na Etiópia, país do continente africano. O elemento vai apresentar informações comparativas de consumo e abordar os motivos que levam a essas diferenças no padrão de consumo, comparando também com outros países. A Exposição No contexto de disseminação da Cultura e Memória a seus visitantes, pesquisadores e acadêmicos, o Museu desenvolverá sistemas de atendimento que nortearão com clareza seu papel enquanto agente educador, que passará pelos mecanismos de pesquisas em relação a seu acervo, visitas monitoradas ao acervo permanente, assim como a produção de materiais de apoio e didáticos para workshops oferecidos. Desta forma, o Museu dialogará mais com seu público e mobilizará recursos no sentido de termos um empreendimento a serviço da sociedade onde sua missão principal não será somente a preservação de acervos existentes, mas a busca incessante de se manter viva a cultura e influência da água em cada detalhe da vida, além de contribuir na difusão desta memória, na busca de uma prática educativa que se faça compreender que cada cidadão tenha com o patrimônio cultural o comprometimento na construção permanente do conhecimento e na preservação da história, a realidade da água hoje e a visão do futuro que queremos e estamos construindo. Acredita-se também que o Museu impactará positivamente o contexto da cidade, bem como se tornará um ícone nacional, visto o interesse de parceiros como Fundação Grupo Boticário, The Nature Conservancy, Instituto Fashion Revolution e associação do Museu Planeta Água à Rede Global de Museus de Água da UNESCO, fomentando o turismo e a cultura na cidade, gerando renda e desenvolvimento profissional para pequenos empreendedores, artistas e artesãos da região, abrindo as portas da Cultura para visitantes nacionais e internacionais e garantindo acessibilidade a todos os portadores de necessidades especiais. Dessa forma, em concordância o projeto alcança os seguintes objetivos contemplados pelo Art. 3° da da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, pois a realização da exposição incentiva e agrega a formação e o conhecimento cultural. II - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico: contempla a preservação e a conservação assim como a modernização do espaço para ampliação do tema relacionado a água. III - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais: o projeto terá a distribuição gratuita e pública de ingressos e também traz os levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
O Programa de Educação Ambiental e Museal do Museu Planeta é parte integrante do Plano Museológico e está alinhado com a Política Nacional de Educação Ambiental (lei 9795/99); Política de Educação Ambiental do Estado do Paraná (lei 17505/2013); Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/1997); Política Nacional de Saneamento (Lei. 11445/2007); e Política Nacional de Educação Museal - IBRAM. Tem por base a abordagem educativa sistêmica concebendo o meio ambiente em sua totalidade e diversidade. Os processos educativos aplicados ao Museu são contínuos e permanentemente atualizados conforme as demandas da agenda social e ambiental. É responsável pela promoção do diálogo entre diferentes entes comunitários, profissionais da educação formal, parceiros e mantenedores. Estimula a construção do pensamento crítico que conflua no desenvolvimento social e ambiental, bem como, no fomento de atividades que corroboram com diferentes contextos sociais, ambientais e econômicos. Integra a adoção de novos valores e práticas sustentáveis e de transformações no mundo do trabalho e na vida por meio da participação e do controle social. Compartilha saberes na construção coletiva do conhecimento, respeitando o pluralismo de ideias. Atua em eixos específicos através de atividades como: 1. Agendas programadas para experiência do visitante: responde pelo acolhimento ao público na exposição de longa e curta duração, promovendo uma experiência coletiva. Público-alvo: pesquisadores, escolas e universidades públicas; colaboradores interno e externo da Sanepar; e semana de integração Sanepar. 2. Agendas estimuladas: responde por datas específicas de comemoração, mobilização e conscientização presentes na agenda ambiental e no escopo museal. Público-alvo: pesquisadores, escolas e universidades públicas; colaboradores interno e externo da Sanepar; e profissionais de museus. 3. Click na memória: responde pela identificação do acervo fotográfico do Museu Planeta Água através dos depoimentos e narrativas de colaboradores da Sanepar e interessados ao tema. Esta atividade está alinhada também com a documentação museológica que realiza o tratamento sistêmico do acervo e sua informatização, no uso da Rede de Informações Museus Paraná. Público-alvo: pesquisadores, colaboradores interno e externo da Sanepar. 4. Memória viva: responde pela implementação da história oral, tendo como agentes a sociedade civil e colaboradores da Sanepar. Esta atividade atua na metodologia aplicada pelo Museu da Pessoa (São Paulo - SP). Público-alvo: pesquisadores, escolas e universidades públicas; colaboradores interno e externo da Sanepar; e profissionais de museus. 5. Café com memória: responde pelo encontro periódico com os entes mais envolvidos no dia a dia com o Museu, visando trocas de experiências e proposições de futuro. Público-alvo: pesquisadores, escolas e universidades públicas; colaboradores interno e externo da Sanepar; e profissionais de museus. 6. Formação continuada: responde pela atualização das informações e proposições educativas para a melhoria e ampliação das atividades, bem como estudo de publico e formação dos mediadores e educadores ambientais. Público-alvo: pesquisadores, escolas e universidades públicas; colaboradores interno e externo da Sanepar; e profissionais de museus. No ano de 2022 foram atendidos mais de 7.000 pessoas entre visitas, webnários, treinamentos e atividades lúdicas.
BENS E ACERVO Os bens a serem expostos na Exposição de longa duração permanente - Projeto de Modernização da Exposição de Longa Duração e Implementação do Programa de Educação Ambiental e Museal - compreendem acervo próprio, que faz parte do prédio histórico e as novas peças de acervo desenvolvidas exclusivamente para o Museu. Além disso, há peças históricas relacionadas ao conteúdo de Água e Cultura e A Quimica e Fisica da Água que fazem parte do acervo da Companhia Paranaense de Saneamento – Sanepar, que integrará o espaço, junto com os painéis expositivos. Integrando a exposição de longa duração permanente com peças, fotografias, vídeos e outros já mencionados no Projeto, que obedecerá a um calendário específico e preparado pra os programas de visitação e será amplamente divulgado, o registro de fotos dos mesmos fará parte do acervo do Projeto, ficando expostas em caráter permanente sem obrigatoriamente coincidir com o período das exposições agendadas para o ano. Em 2023 e 2024 será realizada exposições itinerantes sobre a temática da Água, trazendo parte dos conteúdos apresentados no Museu Planeta Água. Nessa exposição contaremos com fotos, vídeos, maquetes e peças antigas e da Estação de Tratamento de Água, Unidade de Interesse de Preservação (UIP) devido a sua importância para o Estado do Paraná. Durante a realização de exposições, através de ficha técnica alocada em cada peça, serão fornecidos todos os dados do mesmo. Na ficha técnica, constará, além de outros dados: ano de fabricação, funcionalidade, tecnologia aplicada, importância para a época e fatos curiosos sobre a limpeza e purificação da água. As peças listadas a seguir compõe o acervo que foi desenvolvido na versão atual do Museu e as novas peças que serão produzidas para complementar o projeto: Já produzidas e integrantes do acervo do Museu - 01 Esqueleto de uma baleia Azul em tamanho real (23,5 metros), produzida em aço e madeira e revestida de plástico, totalizando mais de 40.000 itens e é um manifesto contra a poluição dos oceanos do Brasil e do mundo. É um elemento exclusivo do Museu. - 02 tanques coagulantes de 5 metros de altura que separavam a sujeira da água, grafitados pelo artista urbano Fox Malinoski – é um manifesto para o cuidado com nossas florestas (acervo do prédio); - 02 tanques de regulagem de PH da água, com aproximadamente 100 palavras águas aplicadas nas línguas oficiais da ONU, bem como o visitante pode ouvir a pronuncia das 30 principais palavras, entre elas nos principais idiomas indígenas do Brasil (acervo do prédio); - 01 tonel misturador localizado no piso superior do prédio; - 01 sala expositiva com diversas peças de acervo, vídeos, fotos, painéis, experiências interativas por meio de monitores touch, projeção mapeada, realidade aumentada, mais de 30 maquetes; - 01 escultura realista de uma mãe com um filho desidratado por falta de água, entre outros; - 01 barco de 5 metros de comprimento, feito a mão e instalado de forma suspensa no prédio; - 01 estação tubo que abriga a temática água é sensação, com vários elementos cenográficos; - 01 carroça em tamanho real + 02 pipas (barris) que representam o trabalho desempenhado pelo pipeiros no transporte e abastecimento com água na Curitiba antiga; - 01 Globo de 3 metros de diâmetro apresentando os aquíferos, placas tectônicas e núcleo da terra; - 10 maquetes e elementos cenográficos instalados no subsolo sobre um piso de aço aramado instalado acima dos tubos de água do prédio; - 01 Mirascope + 03 esferas de plasma Novas peças de acervo e cenografias propostas para o Projeto de Modernização da Exposição de Longa Duração e Implementação do Programa de Educação Ambiental e Museal: - Mulher lata d’água – escultura de uma mulher com uma lata de água na cabeça, onde o visitante interage com a escultura e percebe o peso da lata de água na cabeça da mulher - Cubos volumétricos de gasto de água em diferentes regiões; - Maquetes interativas na sala “A Química e a Física da Água”; - Maquetes interativas no espaço "Água e Cultura"; - Tótem interativo indicando os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável que o visitante tem contato no Museu; - Maquete da Cachoeira do Fim do Mundo - Terra plana imaginada pelos europeus antes das grandes navegações, com a cachoeira do fim do mundo. - Painéis e elementos cenográficos que irão compor o espaço Água e Cultura - Mobiliário, painéis e instrumentos para espaço A química e Física da Água - 03 Maquetes em Braille para atender publicos com necessidades especiais - Preparar uma sala de descomprensão para pessoas com Autismo; INFORMATIZAÇÃO E WEBAPP PARA UTILIZAÇÃO DO ACERVO: A necessidade cada vez mais acentuada de criar sistemas de informação capazes de gerenciar, de forma integrada, diferentes tipos de dados complexos, não convencionais, como texto livre, imagem, vídeo e som. Um desafio aos especialistas em modelagem de dados e aos que desenvolvem sistemas aplicativos. A utilização de imagens, principalmente em associação com informações textuais, é relevante na maioria das áreas do conhecimento humano. No Projeto será desenvolvido um ambiente web, com característica de aplicativo chamada “webapp” que apresentará o Museu Planeta Água aos visitantes numa visita virtual de 360º, bilíngue, além de ser um espaço que armazenará uma parte do conteúdo e vai abrigar os audioguias e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. INFORMATIZAÇÃO DO ACERVO E DESENVOLVIMENTO DE WEB-APP A necessidade cada vez mais acentuada no desenvolvimento de sistemas de informação capazes de coletar, processar, gerenciar e entregar diferentes metadados, é um dos aspectos fundamentais para a preservação, pesquisa e difusão do acervo. As estruturas informáticas devem atender uma arquitetura de sistema complexo e não convencional, formado por texto livre, imagem, vídeo e som, outras mídias e hiperlinks. Um desafio aos profissionais de museus e especialistas em Tecnologia da Informação, plataformas digitais e UX design. Atualmente todo e qualquer metadado deve ser apresentado ao usuário final acompanhado de elementos visuais e de outras opções de navegação e conteúdo, isto garante maior experiência e tempo de navegação. No Projeto será desenvolvido o aplicativo do Museu Planeta Água, que será operacionalizado via web ou baixado pelas lojas virtuais gratuitamente. Nesta primeira etapa de desenvolvimento do app-web, os visitantes/usuários terão a oportunidade de fazer o tour virtual; conteúdo completo em português e inglês; conteúdos informativos, jogos digitais, audioguia e audiodescrição.
De acordo com a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, e o Decreto nº9.404, de 11 de junho de 2018: As normas de Acessibilidade ao Museu Planeta Água, estão em conformidade com a NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050:2004 que trata de acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, disponível no Portal do Ministério da Justiça, em sua íntegra. Todo o mobiliário está sendo produzido levando em consideração a norma, novas portas de saída de incêndio estão sendo consideradas nesse projeto e a produção de conteúdo para pessoas com deficiência visual e auditivas como audioguias, áudiodescricao, braile e vídeos com legendas também fazem parte desse projeto, conforme normativa descrita abaixo. 1 Objetivo 1.1 Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. 1.2 No estabelecimento desses critérios e parâmetros técnicos foram consideradas diversas condições de mobilidade e de percepção do ambiente, com ou sem a ajuda de aparelhos específicos, como: próteses, aparelhos de apoio, cadeiras de rodas, bengalas de rastreamento, sistemas assistivos de audição ou qualquer outro que venha a complementar necessidades individuais. 1.3 Esta Norma visa proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos. 1.3.1 Todos os espaços, edificações, mobiliário e equipamentos urbanos que vierem a ser projetados, construídos, montados ou implantados, bem como as reformas e ampliações de edificações e equipamentos urbanos, devem atender ao disposto nesta Norma para serem considerados acessíveis. 1.3.2 Edificações e equipamentos urbanos que venham a ser reformados devem ser tornados acessíveis. Em reformas parciais, a parte reformada deve ser tornada acessível. 1.3.3 As edificações residenciais multifamiliares, condomínios e conjuntos habitacionais devem ser acessíveis em suas áreas de uso comum, sendo facultativa a aplicação do disposto nesta Norma em edificações unifamiliares. As unidades autônomas acessíveis devem ser localizadas em rota acessível. 1.3.4 As entradas e áreas de serviço ou de acesso restrito, tais como casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico etc., não necessitam ser acessíveis. 2 Referências normativas As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. Lei Federal nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, incluindo decretos de regulamentação e resoluções complementares - Código de Trânsito Brasileiro ABNT NBR 9077:2001 – Saídas de emergência em edifícios – Procedimento ABNT NBR 9283:1986 – Mobiliário urbano – Classificação ABNT NBR 9284:1986 – Equipamento urbano – Classificação ABNT NBR 10283:1988 – Revestimentos eletrolíticos de metais e plásticos sanitários - Especificação ABNT NBR 10898:1999 – Sistema de iluminação de emergência ABNT NBR 11003:1990 – Tintas – Determinação da aderência – Método de ensaio ABNT NBR 13994:2000 – Elevadores de passageiros – Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência. 3 Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 3.1 acessibilidade: Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. 3.2 acessível: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. O termo acessível implica tanto acessibilidade física como de comunicação. 3.3 adaptável: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características possam ser alteradas para que se torne acessível. 3.4 adaptado: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características originais foram alteradas posteriormente para serem acessíveis. 3.5 adequado: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características foram originalmente planejadas para serem acessíveis. 3.6 altura: Distância vertical entre dois pontos. 3.7 área de aproximação: Espaço sem obstáculos para que a pessoa que utiliza cadeira de rodas possa manobrar, deslocar-se, aproximar-se e utilizar o mobiliário ou o elemento com autonomia e segurança. 3.8 área de resgate: Área com acesso direto para uma saída, destinada a manter em segurança pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, enquanto aguardam socorro em situação de sinistro. 3.9 área de transferência: Espaço necessário para que uma pessoa utilizando cadeira de rodas possa se posicionar próximo ao mobiliário para o qual necessita transferir-se. 3.10 barreira arquitetônica, urbanística ou ambiental: Qualquer elemento natural, instalado ou edificado que impeça a aproximação, transferência ou circulação no espaço, mobiliário ou equipamento urbano. 3.11 calçada: Parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins - Código de Trânsito Brasileiro. 3.12 calçada rebaixada: Rampa construída ou implantada na calçada ou passeio, destinada a promover a concordância de nível entre estes e o leito carroçável. 3.13 circulação externa: Espaço coberto ou descoberto, situado fora dos limites de uma edificação, destinado à circulação de pedestres. As áreas de circulação externa incluem, mas não necessariamente se limitam a, áreas públicas, como passeios, calçadas, vias de pedestres, faixas de travessia de pedestres, passarelas, caminhos, passagens, calçadas verdes e pisos drenantes entre outros, bem como espaços de circulação externa em edificações e conjuntos industriais, comerciais ou residenciais e centros comerciais. 3.14 deficiência: Redução, limitação ou inexistência das condições de percepção das características do ambiente ou de mobilidade e de utilização de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos, em caráter temporário ou permanente. 3.15 desenho universal: Aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população. 3.16 elemento: Qualquer dispositivo de comando, acionamento, comutação ou comunicação. São exemplos de elementos: telefones, intercomunicadores, interruptores, torneiras, registros, válvulas, botoeiras, painéis de comando, entre outros. 3.17 equipamento urbano: Todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados. 3.18 espaço acessível: Espaço que pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. 3.19 faixa elevada: Elevação do nível do leito carroçável composto de área plana elevada, sinalizada com faixa de travessia de pedestres e rampa de transposição para veículos, destinada a promover a concordância entre os níveis das calçadas em ambos os lados da via. 3.20 faixa livre: Área do passeio, calçada, via ou rota destinada exclusivamente à circulação de pedestres. 3.21 faixa de travessia de pedestres: Sinalização transversal às pistas de rolamento de veículos, destinada a ordenar e indicar os deslocamentos dos pedestres para a travessia da via - Código de Trânsito Brasileiro. 3.22 fatores de impedância: Elementos ou condições que possam interferir no fluxo de pedestres. São exemplos de fatores de impedância: mobiliário urbano, entradas de edificações junto ao alinhamento, vitrines junto ao alinhamento, vegetação, postes de sinalização, entre outros. 3.23 foco de pedestres: Indicação luminosa de permissão ou impedimento de locomoção na faixa apropriada - Código de Trânsito Brasileiro. 3.24 guia de balizamento: Elemento edificado ou instalado junto aos limites laterais das superfícies de piso, destinado a definir claramente os limites da área de circulação de pedestres, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.25 impraticabilidade: Condição ou conjunto de condições físicas ou legais que possam impedir a adaptação de edificações, mobiliário, equipamentos ou elementos à acessibilidade. 3.26 linha-guia: Qualquer elemento natural ou edificado que possa ser utilizado como guia de balizamento para pessoas com deficiência visual que utilizem bengala de rastreamento. 3.27 local de reunião: Espaço interno ou externo que acomoda grupo de pessoas reunidas para atividade de lazer, cultural, política, social, educacional, religiosa ou para consumo de alimentos e bebidas. 3.28 mobiliário urbano: Todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados mediante autorização do poder público em espaços públicos e privados. 3.29 orla de proteção: Elemento edificado ou instalado, destinado a constituir barreira no piso para proteção de árvores, áreas ajardinadas, espelhos d’água e espaços similares. 3.30 passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres - Código de Trânsito Brasileiro. 3.31 passeio: Parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso separada por pintura ou elemento físico, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas - Código de Trânsito Brasileiro. 3.32 pessoa com mobilidade reduzida: Aquela que, temporária ou permanentemente, tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo. Entende-se por pessoa com mobilidade reduzida, a pessoa com deficiência, idosa, obesa, gestante entre outros. 3.33 piso cromo-diferenciado: Piso caracterizado pela utilização de cor contrastante em relação ás áreas adjacentes e destinado a constituir guia de balizamento ou complemento de informação visual ou tátil, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.34 piso tátil: Piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente, destinado a constituir alerta ou linha guia, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.35 rampa: Inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento. Consideram-se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%. 3.36 reforma: Intervenção física em edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que implique a modificação de suas características estruturais e funcionais. 3.37 rota acessível: Trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência. A rota acessível externa pode incorporar estacionamentos, calçadas rebaixadas, faixas de travessia de pedestres, rampas, etc. A rota acessível interna pode incorporar corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores etc. 3.38 rota de fuga: Trajeto contínuo, devidamente protegido proporcionado por portas, corredores, antecâmeras, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, em caso de um incêndio de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço externo, protegido do incêndio. 3.39 superfície de trabalho: Área para melhor manipulação, empunhadura e controle de objetos. 3.40 tecnologia assistiva: Conjunto de técnicas, aparelhos, instrumentos, produtos e procedimentos que visam auxiliar a mobilidade, percepção e utilização do meio ambiente e dos elementos por pessoas com deficiência. 3.41 uso comum: Espaços, salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o uso de um grupo específico de pessoas (por exemplo, salas em edifício de escritórios, ocupadas geralmente por funcionários, colaboradores e eventuais visitantes). 3.42 uso público: Espaços, salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o público em geral. O uso público pode ocorrer em edificações ou equipamentos de propriedade pública ou privada. 3.43 uso restrito: Espaços, salas ou elementos internos ou externos que são disponibilizados estritamente para pessoas autorizadas (exemplos: casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico e espaços similares). 3.44 visitável: Parte de unidade residencial, ou de unidade para prestação de serviços, entretenimento, comércio ou espaço cultural de uso público que contenha pelo menos um local de convívio social acessível e um sanitário unissex acessível. As mudanças serão contempladas nas seguintes rubricas: 1º) EXPOSIÇÃO DE ARTES Contemplado na Rubrica: Intérprete de libras, Consultor de acessibilidades e Impressão em Braille 2º) CURSO / OFICINA / ESTÁGIO Contemplado na Rubrica: Intérprete de libras 3º) OFICINA /WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL Contemplado na Rubrica: Intérprete de libras
Associando-se às medidas pleiteadas no plano de acessibilidade apresentado, o Proponente implementará no as seguintes ações de democratização de acesso, atendendo ao art. 21 da IN nº 02/2019: · Doação dos ingressos para instituições e associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo; · Promover entrada gratuita do Museu, por meio de agendamento prévio, a todos os públicos como alunos de escolas públicas, estudantes e professores de gestão cultural e artes de universidades públicas e privadas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; · Disponibilizar um ônibus para transporte de alunos de baixa renda, de escolas publicas, que sejam levados até o Museu e trazidos de volta. · Disponibilizar na internet uma visita virtual, por meio de uma visita 360º, além de registros audiovisuais do conteúdo apresentado no Museu, proporcionando tradução em libras no ambiente web. · Facilitar o acesso e interação da comunidade local, colocando o Museu como um centro educativo, disponibilizando o auditório para palestras e criando eventos em comum com o entrono do Planeta Água. IMPACTO AMBIENTAL: Para a execução do Projeto de Modernização da Exposição de Longa Duração e Implementação do Programa de Educação Ambiental e Museal seguiremos rigorosamente as Leis Ambientais que regem o Setor no que diz respeito ao manejo de resíduos. Sabe-se que a Construção Civil é reconhecida como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento econômico e social, e, por outro lado, comporta-se, ainda, como grande geradora de impactos ambientais, quer seja pelo consumo de recursos naturais, pela modificação da paisagem ou pela geração de resíduos. Segundo a Resolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA (2002), os resíduos de construção civil são: “os provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc., comumente chamados de entulhos de obras, caliças ou metralha (CONAMA, 2002).” Nessa fase teremos pequenos ajustes de obra-civil, como instalação do piso de vidro, preparação de piso para receber as cenografias e rampa de acesso ao espaço “Água e Cultura”, entretanto entende-se que com a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental são esperados fatores que venham trazer ganhos importantes para o meio ambiente, bem como para o Museu Planeta Água, tais como: · Redução de desperdícios (economizar em transporte e armazenamento, baixar, em alguns casos, os valores dos prêmios de seguro e diminuir gastos com segurança e proteção à saúde. · Tecnologias novas (instalação para redução ou prevenção da geração de resíduos; modificação de equipamentos, para estimular a recuperação ou a reciclagem; aumento da eficiência operacional de equipamentos e instalações de produção, para a redução no consumo de matérias-primas e de energia). · Garantia de melhor desempenho ambiental; · Boa reputação nos órgãos ambientais, na comunidade e ONGs. · Prevenção de riscos (acidentes ambientais, multas, ações judiciais, danos à imagem, passivos ambientais, paralisações, perda de competitividade etc.).
COORDENAÇÃO GERAL - ATIVIDADE DESENVOLVIDA PELO PROPONENTE EGEO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO CONHECIMENTO- Manutenção e preparação dos espaços (piso de vidro elevado, manutenção do elevador e plataforma elevatória, manutenção preventiva dos equipamentos adquiridos) ;- Aquisições e produção de todo acervo (elementos cenográficos, painéis e design);- Aquisição de equipamentos audiovisuais (projetores, computadores e monitores)- Agendamentos e acompanhamento de visitas monitoradas de grupos, do Brasil e do Exterior;- Pesquisa, criação e desenvolvimento de textos e novos painéis para os novos espaços Água;- Acompanhamento das ações de Site, de divulgação, de redes sociais;- Acompanhamento de serviços administrativos, de serviços contábeis e jurídicos;- Acompanhamentos de mídias, de ações internacionais e de órgãos ligados a Água;- Monitoramento junto à Secretaria Especial da Cultura, realização de Prestação de Contas e Relatórios finais;- Medidas de acessibilidade, gerenciamento e divulgação de resultados. ERICSON STRAUB, Designer e Diretor Criativo. Doutorando em Arquitetura Urbana, com ênfase em Museus, Graduado em Design/PUCPR, pós-graduado em História da arte/Faculdade de Musica e Belas Artes do Paraná e possui mestrado em Engenharia da Produção/Gestão do Design/UFSC. É Editor da revista abcDesign e co-autor dos livros abc do Rendering e abc do Rendering Automotivo. Foi editor do livro Tide Hellmeister - Inquieta Colagem. Atua como Head-designer da StraubDesign, escritório que desenvolve projetos de Design Editorial, Identidade Visual, e Retail Design. Teve seus trabalhos publicados no livro Latin American Graphic Design. Leciona nos cursos de graduação e pós-graduação de Desenho Industrial na PUCPR e no curso gradução de Desenho Industrial da UNIFAE. MARIA CELESTE CORRÊA, Jornalista e escritora. Curadora de Conteúdo e produção de textos. Formou-se em Jornalismo pela PUC/RS em 1983. Vencedora do Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo (Revista Imprensa / 1989), atuou por 12 anos como repórter e apresentadora de TV. Trabalhou na RBS, TV Bandeirantes e Rede Paranaense de Comunicação (RPC TV). Foi repórter e coordenadora da Editoria de Política do Diário Catarinense. Tem textos publicados pela Gazeta Mercantil, National Geographic, Próxima Viagem, Os Caminhos da Terra, Horizonte Geográfico, Expressão, Casa Cláudia, A&D e Amanhã, entre outras publicações. Especializou-se na produção de conteúdo para variadas mídias e no desenvolvimento de projetos nas áreas de Meio Ambiente, História, Cultura e Turismo. Entre seus principais trabalhos estão: Livros Publicados Museu Vivo - Guia Ilustrado da História do Paraná (2007) Retratos do Brasil - Curitiba (2004 e 2008) Araucária - A Floresta do Brasil Meridional (2002) Projetos Especiais Revista Espaço Urbano - 11a Edição / IPPUC (2009) - Entrevistas e Textos Livreto Conservação Florestal em Turvo (PR) / The Nature Conservancy (2009) - Pesquisa e Textos Livro Super Rods / Infolio Editora (2008) - Edição de Textos Livro Aquarela e Seus Segredos (2006) - Revisão de Estilo Série Marketing / Gazeta do Povo (2006) - Organização e Texto Final Livro abc do Rendering / Infolio Editora (2006) - Edição de Textos Livro África / Infolio Editora (2005) - Pesquisa e Texto Final Série Produtividade / Gazeta do Povo (2004) CAMILA NOVAK SCHVABE é Arquiteta de Expografia. Arquiteta e Urbanista formada pela PUC-PR (2005–2009), com MBA em Construções Sustentáveis pelo INBEC/UNIP (2010–2013) e Especialização em Retail Design e Visual Merchandising pelo IED-SP (2015–2016). Há 15 anos atua em arquitetura e interiores, com foco em ambientes comerciais, varejo e espaços de experiência. Ao longo de sua trajetória, passou por construtoras, incorporadoras e escritórios de arquitetura, acumulando experiência em todas as etapas de projeto e obra. Desde 2018 é sócia-diretora e arquiteta titular do Estúdio Sello, onde coordena e desenvolve projetos para diversos segmentos do comércio e serviços. Seu trabalho integra arquitetura, visual merchandising e comportamento de consumo, buscando unir funcionalidade, estratégia e experiência do usuário. Entre seus projetos destacam-se a expografia do Museu Agroplace (MS), com 10.000 m², a expografia do Museu da Ponte, com 850 m², além do desenvolvimento de showrooms de aquecedores, lojas de roupas, cafés, bares, lojas de instrumentos musicais, mercados, pizzarias, refeitórios, restaurantes e fachadas comerciais. Neste projeto, será responsável pelo projeto de expografia. KARINA MUNIZ VIANA, Museóloga (COREM 5R 0152-II). Bacharel em Gravura (2004-2007) pela Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR. Mestre (2014-2016) e Doutoranda (2019-2023) em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS. Atua em museus desde 2004 desenvolvendo atividades referentes à gerenciamento de acervos museológicos, conservação, catalogação, sistematização, digitalização, informatização e pesquisa de coleções, logística de transporte de obras de arte, courier, planejamento estratégico para coleções e políticas públicas voltadas para o patrimônio museológico. Foi responsável técnica pela criação do Museu da Extensão Rural Paranaense – EMATER (2004-2006). Coordenou o departamento de Museologia e Montagem, foi responsável técnica pela implantação da base de dados Simba - Donato no acervo artístico e do pátio das esculturas projeto tátil no Museu Oscar Niemeyer – MON (2007-2010). Coordenou o inventário e conservação das coleções particulares de Uiara Bartira (2008) e Paul Garfunkel (2012). Coordenou o projeto de criação do Centro de Memória da RPC TV – Filiada Rede Globo no Paraná (2010-2011). De 2011 a 2016 integrou a coordenação técnica da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná – SEEC, na Coordenação do Sistema Estadual de Museus do Paraná – COSEM. Foi responsável pelo projeto de criação e implementação do Plano Gestor Museológico do Paraná e da Rede de Informações Museus Paraná (Pergamum Sistema Integrado) acervo online, atualmente com mais de 300 mil registros. Em 2016 foi diretora do Museu da Imagem e do Som do Paraná – MIS PR, onde coordenou o projeto de pesquisa e digitalização do acervo iconográfico e concluiu a mudança do MIS PR para sua sede histórica. Foi docente convidada (2016-2017) no Programa de Pós-Graduação e Extensão da Universidade Paranaense – UNIPAR, em Cascavel (PR) ministrando o módulo de Teoria da Museologia, Conservação e Documentação Museológica. Coordenou (2018-2019) a implementação do Núcleo de Museologia e construção da Reserva Técnica e gerenciou a Diretoria de Operações (2021) da Fábrica de Arte Marcos Amaro, instituição privada dedicada a arte moderna e contemporânea brasileira e patrimônio industrial. Elaborou e implementou diversos Planos Museológicos em todo Brasil. É pesquisadora desde 2014 em Museologia dedicando-se aos estudos das práticas dos visitantes/usuários e profissionais de museus no uso das tecnologias digitais. Tema que ganhou o Prêmio Nacional em Ciência da Informação (2017) e publicação de livro (2021) pela CAPES. Principais temas: museu, museologia, museografia, reserva técnica, gestão e conservação de acervos, gestão e documentação museológica, tecnologia da informação e da comunicação, acessibilidade informacional, tecnologias digitais, planejamento estratégico para museus. WILGOR CARAVANTI, Gestor do projeto e coordenador técnico e de produção, graduado em Administração de Empresas pela FAE Business School, MBA em Gestão estratégica de negócios pela Fundação Getulio Vargas do Paraná. Acumula vasta experiência em gestão de projetos, administração de empresas, gestão financeira e planejamento estratégico. É sócio diretor da Straub Design, empresa de comunicação que há mais de 20 anos constrói valor de marca para os clientes. Atualmente lidera uma equipe de mais de 200 pessoas cativando-os a entregar, em alto grau de excelência e performance, projetos que encantam e promovem mudança de comportamento como o Memorial da Evolução Agrícola, o Museu Nacional da Imigração e Colonização de Joinville, o Memorial da Segurança do Transporte e o próprio Museu Planeta Água. Além disso, é coordenador editorial dos livros abc do Rendering e do Rendering Automotivo; Tide Hellmeister - Inquieta Colagem; Design Collection - Super Rods; Design Collection – Conexões e diretor da Revista abcDesign, principal revista de Design do Brasil. Com uma atuação forte em resultados e geração de valor é a pessoa responsável nas negociações de projetos complexos, coordena equipe multidisciplinares e gerencia os planos de trabalho, budget, prazos e custos dos projetos. ANA COROLINA RUBINI TROVÃO, Educadora. Possui graduação em Superior em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1999), graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná (2001) e mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná (2006). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal do Paraná. Também trabalha como socióloga - analista da Companhia de Saneamento do Paraná na Diretoria de Meio Ambiente e Ação Social. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia da Cultura, Sociologia e Meio Ambiente e Questões Socioambientais, Políticas Publicas e Educação Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: educação e intervenção ambiental, políticas públicas, meio ambiente, saneamento ambiental e sustentabilidade. É membro da Rede de Educação Ambiental do Paraná. RICARDO VOLTOLINI, Especialista em Sustentabilidade. CEO e fundador da consultoria Ideia Sustentável, com mais de 25 anos de atuação no mercado, e idealizador da Plataforma Liderança com Valores, o maior movimento de liderança para a sustentabilidade do Brasil. Voltolini é um dos primeiros consultores em sustentabilidade empresarial e ESG do Brasil, tendo iniciado suas atividades no final dos anos 90 do século passado. Com a ascensão do conceito ESG entre os investidores, Voltolini se dedicou a mergulhar nas especificidades de sua implantação. Nos dois últimos anos, liderou a elaboração de estratégias de ESG de grandes empresas, desenvolver líderes para os temas e desafios do tema e integrar comitês e conselhos de sustentabilidade. Especialmente nos últimos doze anos dedicou-se a formar uma equipe de consultores na Ideia Sustentável que colaboraram com o desenvolvimento de quinze estratégias de ESG para grandes empresas de diferentes setores no Brasil, algumas delas multinacionais. Em 2008, para atender a uma necessidade especifica da Natura, Voltolini desenhou uma metodologia própria para planejar as questões de sustentabilidade/ESG, que já foi usada com êxito para mais de sessenta empresas nos últimos doze anos. Escreveu mais de 10 livros, entre os quais se destacam Conversas com Líderes Sustentáveis (Editora Senac-SP/2011), Escolas de Líderes Sustentáveis (Editora Campus Elsevier/2013) e Sustentabilidade no Coração do Negócio (Ideia Sustentável/2015). Em 2020, no meio da pandemia, coordenou o estudo chamado ?11 Tendências de Sustentabilidade Empresarial no Outro Normal?, que aponta as macrotendências de sustentabilidade que vão impactar em ESG nos próximos dez anos. Realizou mais de 1.300 palestras e capacitações empresariais sobre o tema. É mentor e coach de líderes empresariais. É conselheiro do Comitê de Sustentabilidade da Iguá Saneamento e do Centro Sebrae de Sustentabilidade. É diretor de Sustentabilidade da ABRH-Brasil. Entre outras atribuições, Voltolini tem escrito regularmente artigos sobre os grandes temas e desafios de ESG para a revista Época Negócios, nas versões impressa e online.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$500.000,00 em 02/04/2026.