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Em 2023, o explorador e fotógrafo brasileiro Marcio Pimenta conduziu uma expedição inédita de 40 dias e 11.000 km na Patagônia, seguindo os passos do pai da biologia moderna, Charles Darwin, graças ao apoio financeiro da emblemática National Geographic Society (EUA). Agora, em 2024, o objetivo é compartilhar oresultado deste projeto em um produto cultural para a sociedade brasileira: um livro de fotografias que destaca as paisagens, a cultura regional e o legado do ilustre cientista em todos os seus aspectos.
O livro, inédito no Brasil, irá abordar a jornada de Charles Darwin na Patagônia e documentar as paisagens e a cultura da região, visando estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, promovendo uma compreensão mais profunda da história e riqueza cultural da Patagônia.
Objetivo Geral: Este projeto tem como propósito aprofundar o entendimento da Patagônia, trilhando os caminhos do pai da biologia moderna, Charles Darwin, que conduziu diversas expedições de exploração e descobertas na região entre 1832 e 1835 e que mais tarde seriam fundamentais para a criação de sua famosa teoria sobre a origem e a evolução das espécies. Espera-se assim enriquecer o conhecimento da sociedade brasileira acerca daquele momento histórico, as peculiaridades dessa região singular e o legado do grande cientista. Objetivos Específicos: Produzir e publicar 01 (um) livro de fotografias (fotolivro) ENCONTRANDO DARWIN (título provisório) que destaque para as paisagens, a cultura local e o legado de Charles Darwin na Patagônia (Argentina e Chile). Este livro terá aproximadamente 132 páginas, contendo 80 fotografias em cores, impresso em papel Eurobulk 150 grs, com 1000 (mil) cópias. O tamanho será de 280x270 mm (fechado) e 560x270 mm (aberto); Realizar lançamento do livro ENCONTRANDO DARWIN, com palestra e debate sobre o tema na cidade de Porto Alegre com acesso gratuito para a população; Difundir através da assessoria de comunicação informações do livro na imprensa local e nacional; Distribuição para venda em livrarias e on-line; Contrapartidas sociais: 1) disponibilizar, gratuitamente, parte da obra para escolas públicas, instituições culturais, universidades e centros Culturais do Itamaraty na Argentina e Chile; 2) legendas descritivas das fotografias do projeto que serão postadas na conta oficial do Instagram do proponente; 3) Palestras para professores e alunos de ao menos 03 (três) escolas públicas de Porto Alegre (sem onerar o projeto, com organização e participação voluntária do fotógrafo Marcio Pimenta); O proponente busca oferecer à população brasileira um produto tangível e mensurável, contribuindo para o enriquecimento do conhecimento em diversas áreas, como biologia, paleontologia, geologia, antropologia, sociologia, economia, geografia, história e estética, sobre a Patagônia e a relevância histórica e científica associada à visita de Charles Darwin à região.
RELEVÂNCIA DO PROPONENTE: O proponente (Marcio Pimenta (único proprietário da Explorer Projetos Fotográficos Especiais Ltda e principal gestor do projeto) é profundo conhecedor da Patagônia, onde já esteve em diversas oportunidades. Marcio Pimenta já editou e publicou dois livros de fotografia (fotolivros) (Yazidis, 2020 e O Homem e a Terra, 2023). Também já foi sócio-proprietário de uma editora de livros de fotografia, a Artisan Books. Ele é membro do The Explorers Club, o mais antigo e prestigioso clube de exploradores do mundo. Também é membro do National Geographic Explorer, da National Geographic Society, a maior divulgadora científica do mundo. RELEVÂNCIA DO PROJETO: Ainda que o trabalho de Charles Darwin se destaque por questões geológicas, paleontólogas e biológicas, não faltam fortes e muitas vezes extensas e detalhadas observações sócio-antropológicas dos povos dos pampas e da Patagônia escritas em seu diário e publicado em 1839, "Viagem de um Naturalista ao Redor do Mundo". Em sua viagem de cinco anos ao redor do planeta, o naturalista dedicou à Patagônia - tanto do lado argentino como chileno _ a maior parte do seu tempo. O diário está repleto de narrativas provenientes de sua incessante curiosidade, talento para a observação acurada e a percepção instintiva que o levaram a compreender o mundo de uma maneira completamente nova, e concluir que, na natureza, tendo o homem como parte dela, tudo está de algum modo conectado com o resto. Suas descrições partem da paisagem, passam pelos habitantes locais e suas culturas e comportamento, em especial os gaúchos, os indígenas, os fueguinos (habitantes da Terra do Fogo) e os chilenos, até o deslumbramento pela natureza selvagem; "Foi como dar olhos a um cego", escreveu Darwin em seu diário à medida em que a expedição avançava e novas descobertas eram a ele reveladas. Segundo o cientista David Quammen o primeiro indício importante que colocou Darwin no rastro do que viria a ser A Teoria da Evolução das Espécies na realidade não surgiu nas selvagens ilhas Galápagos, mas três anos antes, em uma tempestuosa praia no litoral norte da Argentina, em uma jazida de fósseis. "As pistas que o levaram a formular sua teoria continuam em parte esquecidas", afirma Quammen. E segue, "a pista mais eloquente está no início do livro do Darwin quando ele diz 'Quando a bordo do HMS Beagle, na condição de naturalista, impressionaram-me muito certos fatos na distribuição dos habitantes da América do Sul, e nas relações geológicas entre os habitantes presentes e passados daquele continente. Esses fatos me pareciam lançar alguma luz sobre a origem das espécies’ Galápagos, só aparece no texto 400 páginas depois", conclui Quammen. Os argumentos de Quammem são corroborados pelo pesquisador brasileiro Nélio Bizzo, que escreveu o prefácio para a edição em português de A Origem das Espécies. "Nem mesmo em Galápagos - onde permaneceu apenas um mês - ele esteve em contato com a mesma biodiversidade. Até hoje esse arquipélago é considerado o santuário de Darwin no entanto, ele ali já chegara com provas indubitáveis da idade geológica da Terra e da grande diversificação das espécies biológicas: o par de matérias-primas, por assim dizer, de qualquer teoria evolutiva, todas coletadas na Patagônia". Relatos de viajantes e naturalistas como Charles Darwin se constituem em verdadeiros textos pré-etnográficos, contendo reflexões sobre o estranhamento e as diferenças socioculturais. As detalhadas descrições e observações por ele realizadas constituem um importante registro das relações entre homem e natureza naquele momento histórico. Em 2023, com o apoio da National Geographic Society, Marcio Pimenta, explorador e fotógrafo brasileiro, reconhecido internacionalmente, realizou, sozinho, a expedição "Encontrando Darwin" e documentou o que havia sido proposto. Uma das fotos deste projeto foi escolhida pela National Geographic Magazine (EUA) como a "Foto do Ano de 2023". Foi a primeira vez na história que um fotógrafo percorreu os mesmos caminhos de Charles Darwin. Este projeto, até agora, não foi publicado no Brasil. Com este livro, espera-se compartilhar com o público brasileiro essa fascinante jornada. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme estabelecido na Lei 8313/91, é fundamental para viabilizar financeiramente este projeto, que contribui de maneira significativa para diversos incisos do Art. 1º: I - Este projeto promoverá a produção de um produto cultural tangível - um livro de fotografias - permitindo um acesso amplo e democrático às informações sobre a expedição na Patagônia, a jornada de Charles Darwin e a história da região. Essa acessibilidade contribuirá para o pleno exercício dos direitos culturais ao disponibilizar conhecimento de forma aberta e acessível. III - Ao narrar a expedição e destacar a riqueza cultural da Patagônia, o projeto valoriza as manifestações culturais locais e ressalta o papel do explorador e fotógrafo internacional Marcio Pimenta como criador e difusor dessas manifestações. V - O projeto, ao documentar a Patagônia e a jornada de Darwin, contribui para a preservação da memória cultural, histórica e científica, garantindo a continuidade dos modos de criar, fazer e viver por ser realizada por um explorador e fotógrafo brasileiro. VII - A exploração da Patagônia por Marcio Pimenta, em conformidade com a legislação, promove a consciência internacional e o respeito aos valores culturais da região, enriquecendo a compreensão mútua entre culturas. VIII - O livro resultante do projeto, ao apresentar narrativas e imagens da expedição, se torna um bem cultural de valor universal, informando e formando conhecimento sobre a Patagônia, a jornada de Darwin e a cultura da região. A produção e disseminação desses bem contribuirá para o enriquecimento cultural e memória coletiva. Os objetivos delineados no Art. 3º da Lei 8313/91 convergem de maneira integral com as atividades propostas pelo projeto em questão, especialmente no que diz respeito aos seguintes itens: I - Incentivo à formação artística e cultural:A expedição proposta, liderada pelo renomado explorador e fotógrafo Marcio Pimenta, serve como um incentivo à formação artística e cultural ao documentar a Patagônia e a jornada de Charles Darwin, oferecendo uma perspectiva única que estimula a apreciação e compreensão da arte e cultura. II - Fomento à produção cultural e artística:A produção de um produto cultural tangível, um livro de fotografias, representa um claro fomento à produção cultural e artística. Essa obra resultante da expedição enriquecerá o panorama cultural brasileiro, contribuindo com narrativas, imagens e reflexões sobre a Patagônia e seu contexto histórico. V - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais:Ao abordar a jornada de Charles Darwin na Patagônia e documentar as paisagens e a cultura da região, o projeto estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, promovendo uma compreensão mais profunda da história e riqueza cultural da Patagônia. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas:O projeto vai além da documentação da expedição, proporcionando um apoio indireto a diversas atividades culturais e artísticas. Isso inclui a promoção da conscientização internacional, o respeito aos valores culturais de outras nações, e a preservação da memória cultural e científica por meio da produção de bens culturais tangíveis. As atividades propostas, os levantamentos e estudos na área da cultura e arte estão alinhadas com os propósitos da Lei de Incentivo à Cultura, fortalecendo a contribuição do projeto para o desenvolvimento cultural e artístico do país. Portanto, a adesão ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais proporciona uma via estratégica para viabilizar financeiramente a iniciativa, alinhando-se diretamente aos propósitos da legislação ao promover a cultura e preservar o patrimônio cultural, histórico e científico.
O fotógrafo realizará o trabalho de campo para captação das imagens em carro próprio (veículo 4x4 preparado para as exigências do terreno e sem onerar o projeto) pela Patagônia (Argentina e Chile) com uso de drone e câmeras e lentes Leica (que não estão disponíveis para venda no Brasil) por sua reconhecida qualidade internacional.
Livro de fotografias (fotolivro) ENCONTRANDO DARWIN (título provisório) que destaque para as paisagens, a cultura local e o legado de Charles Darwin na Patagônia (Argentina e Chile). Este livro terá aproximadamente 132 páginas, contendo 80 fotografias em cores, impresso em papel Eurobulk 150 grs, com 1000 (mil) cópias. O tamanho será de 280x270 mm (fechado) e 560x270 mm (aberto).
Acessibilidade Física: para o lançamento do livro ENCONTRANDO DARWIN em Porto Alegre, será escolhido um espaço cultural já existente e que esteja apto para acesso a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, idosos e gestantes, tais como rampas, banheiros adaptados e piso tátil. Para o lançamento do livro, de forma a tornar acessível para os PcDs auditivos, também está previsto um(a) intérprete silmutânea de libras durante a palestra. Acessibilidade de Conteúdo: legendas descritivas das fotografias que serão postadas na conta oficial do Instagram do proponente.
Distribuição dos livros: 20% (vinte por cento) dos fotolivros ENCONTRANDO DARWIN serão destinados para distribuição gratuita com caráter social, educativo e de formação artística em escolas públicas municipais e estaduais, bibliotecas e museus do Rio Grande do Sul; 10% (dez por cento) será distribuído entre os patrocinadores; 10% (dez por cento) será utilizado para promoção ou ações de divulgação; 20% (vinte por cento) será vendido a preço popular (até R$50,00); 40% (quarenta por cento) será destinado para comercialização (até R$225,00). Ampliação do acesso: Será disponibilizado, na Internet (Instagram), registros audiovisuais do lançamento do livro; Será permitida a livre captação de imagens das atividades do lançamento do livro bem como será autorizado sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias caso haja interesse; Visando inspirar crianças e jovens das escolas públicas de Porto Alegre, será realizada uma pré-sessão de lançamento do livro para esse público (acesso limitado a depender da capacidade do espaço).
Coordenação Geral: Marcio Pimenta (único proprietário da Explorer Projetos Fotográficos Especiais Ltda e principal gestor do projeto). Marcio Pimenta é explorador, fotógrafo, cineasta e palestrante. Ele é membro do The Explorers Club e do National Geographic Explorer. Sua obra se dedica a testemunhar a história da humanidade, marcada por conquistas e perdas. Com o apoio da National Geographic Society, entre 2022 e 2023, numa expedição solo, percorreu por terra e mar, mais de 11.000 km as trilhas descritas por Charles Darwin em seu diário de viagem, documentando as observações sócio-antropológicas, as paisagens e seu legado ainda presentes na Patagônia. Formado em economia, com doutorado em Relações Internacionais, com especialização em Estudos Americanos, em 2013 abandonou a carreira acadêmica para focar na carreira de contador de histórias. Em 2016 e 2017 esteve no Iraque para cobrir a guerra contra o ISIS e o renascimento das mulheres Yazidi. Deste trabalho resultou o seu primeiro fotolivro, publicado em 2020, Yazidis. Entre 2018 e 2020 viajou por vários países da América do Sul para documentar como o ser humano transforma paisagens para obter água, energia e alimentos. Em 2023 lançou seu segundo fotolivro O HOMEM E A TERRA, resultado de dois anos de expedições pela América do Sul para documentar a intervenção do ser humano na paisagem em busca de alimentos, água e energia. Testemunha de acontecimentos importantes do nosso tempo, Pimenta espera que o resultado do seu trabalho seja utilizado para estudos antropológicos, sociológicos, económicos, geográficos, históricos e estéticos. Recebeu diversos prêmios, como Prêmio Gabriel Garcia Márquez 2022 (Finalista), Prêmio Marc Ferrez de Fotografia 2021, Prêmio World Report 2021, entre outros. Seu trabalho foi apresentado em diversas publicações impressas e on-line em todo o mundo, incluindo National Geographic, Rolling Stone e The Wall Street Journal. Pimenta divide seu tempo entre a cidade de Porto Alegre (Brasil), com sua esposa, e a Patagônia, onde dedicará seu trabalho de pesquisa nos próximos três anos. Demais membros da equipe do projeto: a contratar.
PROJETO ARQUIVADO.