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Nesse projeto solicitamos apoio financeiro para implementação de modelo de gerenciamento afrocentrado no Ilú Obá De Min, fornecendo recursos para gerenciamento dos núcleos de direção musical, artística, executiva e financeiro da instituição por 12 meses. O objetivo geral do projeto é a profissionalização da gestão da instituição por meio do fomento ao protagonismo negro com implementação de modelo gestão autossustentavel e afroreferenciado e produção de produtos de difusão dessa metodologia de gerenciamento para outras instituições culturais. Como entregáveis destacamos a realização de seis meses de oficinas de rua gratuitas para preparação dos cortejos do Carnaval 2025 e realização de dois cortejos gratuitos na abertura do carnaval de rua da cidade de São Paulo em 2025.
Produtos do Projeto - Breve Resumo: Diretrizes Afrocentradas e Organograma: Descrição: Documento que estabelece princípios de gestão afrocentrada no Ilu Oba de Min, promovendo uma liderança feminina com base na perspectiva afrocentrada.Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Ferramentas de Gestão e Financeira Profissional: Descrição: Implementação de ferramentas modernas de gestão de projetos e início da gestão financeira profissional.Classificação Indicativa: N/A. Plano de Comunicação e Plano de Negócio Sustentável: Descrição: Documento detalhando estratégias de comunicação e plano de negócio sustentável para os próximos 5 anos.Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Reformulação do Site e Políticas de Redes Sociais: Descrição: Atualização do site institucional e criação de políticas para gestão das redes sociais.Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Política de Patrimônio e Relatório Final Digital: Descrição: Documento estabelecendo políticas para preservação do patrimônio cultural e relatório final digital sobre a implementação do sistema de gerenciamento cultural.Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Oficinas de Rua Gratuitas: Descrição: Série de oficinas culturais de rua, preparatórias para os cortejos do Carnaval 2024.Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Cortejos Gratuitos de Carnaval 2024: Descrição: Dois cortejos de rua gratuitos na abertura do carnaval de São Paulo.Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Esses produtos abrangem desde documentos estratégicos até eventos práticos, todos contribuindo para a promoção da liderança feminina afrocentrada, a preservação da cultura e a participação da comunidade em atividades culturais e educativas. A classificação indicativa "Livre para todos os públicos" destaca a abertura e inclusividade do projeto.
OBJETIVO GERALNossa meta geral é executar em nossa gestão um modelo com elementos necessários para uma liderança feminina dentro de uma perspectiva afrocentrada e discutir indicadores desse tipo de gestão, evidenciada por realidades e práticas de mulheres negras em posições de liderança, estabelecendo uma conexão dessas práticas com conhecimentos em gerenciamento de projetos, sobretudo nos processos de gerenciamento de recursos humanos apontados pelo "Project Management Body of Knowledge". OBJETIVOS ESPECIFICOS-Pagamento de recursos humanos de 8 núcleos para criação dos entregáveis mensuráveis (Direção musical, Direção Artística, Direção Executiva, Comunicação, Produção, Carnaval, Sede e Financeiro)-Viabilização das oficinas de rua e realização do Carnaval de rua em 2025. METAS REAIS A SEREM ATINGIDAS Meta 1 - Gerenciamento- Criação de documento com diretrizes de gerenciamento afrocentrado no Ilú;- Criação de documento com organização e implementação do organograma da Instituição;- Implementação e Gestão de ferramentas de gestão de Projetos;- Implementação de gestão financeira profissional; Meta 2 - Comunicação- Criação de documento de Plano de comunicação- Criação de documento de Plano de negócio sustentável para próximos 5 anos;- Reformulação do Site do ilu;- Criação de documento de Política de Gestão de redes sociais;- Criação de documento de Política de financiamento e captação fundos;- Calendário institucional; Meta 3 - Patrimônio- Criação de documento de Política patrimônio cultural da humanidade;- Relatório final digital de atividades sobre a implementação do sistema de gerenciamento cultural da instituição. Meta 4 - Produto Cultural- Realização de seis meses de oficinas de rua gratuitas para preparação dos cortejos do Carnaval 2024.- Realização de dois cortejos gratuitos na abertura do carnaval de rua da cidade de São Paulo em 2024.
O trabalho do Bloco Afro Ilú Obá De Min é coordenado pela arte-educadora e musicista Beth Beli, que desenvolve pesquisa sobre matrizes africanas e afro-brasileiras há mais de 30 anos, com a finalidade de apropriar-se da história afro-diaspórica e recontá-la a partir da memória musical, corporal e artística presentes na concepção dos shows, cortejos e repertório musical. Através das produções artísticas do Bloco Afro Ilú Obá De Min, a instituição Ilú Obá De Min - Educação, Cultura e Arte Negra tornou-se referência étnico cultural e educativa dentro e fora do país. Desde 2005 o Bloco Afro Ilú Obá De Min produz seus cortejos a partir da mitologia Yorubá, reverenciando a vida de mulheres que foram e são ícones da história afro-brasileira ou africana. São 19 anos de existência na cidade de São Paulo e 18 temas apresentados através do seu tradicional cortejoafro, que acontece duas vezes durante o carnaval paulistano, no centro da cidade. Através das músicas e coreografias compostas para cada ano, possibilitamos o conhecimento e tornamos visíveis a vida e obra de grandes expoentes da música, da literatura, da luta racial, da luta de gênero e dos mitos da cultura africana e afro-brasileira, fortalecendo e potencializando práticas artístico-culturais relevantes, oferece todos os anos, oficinas gratuitas de rua, com música, percussão, dança e circo, durante os seis meses que precedem o carnaval, promovendo o seu trabalho como instrumento cultural da cidade de São Paulo. O objetivo é o fortalecimento da instituição a partir de desenho organizacional que fomente a criação e gestão de modelo sustentável de gestão de espaço cultural e organização e gestão do núcleo financeiro e de gerenciamento de projetos. Acreditamos que nosso projeto e atuação contribuem para incorporação de epistemologias negras na produção simbólica e política da mulher negra e coletivos, fomenta equidade racial nas práticas e modelos gerenciais ao valorizar a ancestralidade e cultura negra como disparador/objetivo , constrói possibilidades artísticas de gestão de instituições culturais e estimula a produção de conhecimento de ações afirmativas e socialização de conhecimento antirracista. Acreditamos que essa emenda tem total relação com os princípios e propostas defendidas por políticas públicas em cultura. Defendemos que os benefícios de uma gestão profissional no Ilú Obá De Min é uma demanda das comunidades que representamos por gerar cultura gratuita e de qualidade para a cidade por mais de 18 anos. Também acreditamos que uma gestão afrocentrada foca na criação de parcerias a longo prazo e temos o desejo de criar o máximo de parcerias conjuntas nessa relação. O tradicional grupo Ilú Obá De Min desenvolve atividades para além da música, canto e dança que encanta São Paulo e outros espaços do país. É uma organização de mulheres que desenvolve também atividades formativas e pedagógicas que valorizam o papel da mulher negra e reflete e discute temas importantes da cultura negra. O Ilú Obá De Min, ao longo de seus dezoito anos de existência, foi premiado e reconhecido por muitas instituições renomadas, suas honrarias recentes são o Prêmio governador do Estado de São Paulo em 2021 e a Salva de prata da prefeitura de São Paulo em 2022. Todo o ano, nos processos de carnaval, o Ilú Obá presta uma homenagem às mulheres negras referentes à ação política e cultural do país como um todo e abre oficialmente o carnaval de rua de São Paulo com seu cortejo de sexta-feira. Para 2023, prestamos uma reverência à Sueli Carnaval e levamos para as ruas da cidade o tema Akikanjú - Pensamento e Bravura de Sueli Carneiro.
HISTÓRICO DO PROPONENTE O tradicional grupo Ilú Obá De Min desenvolve atividades para além da música, canto e dança que encanta São Paulo e outros espaços do país. É uma organização de mulheres que desenvolve também atividades formativas e pedagógicas que valorizam o papel da mulher negra e reflete e discute temas importantes da história africana e afro-brasileira. Se constituiu como um espaço de ação política antirracista e de valorização dos direitos humanos. Ao impactar a vida de centenas de mulheres negras, transforma seus cotidianos e suas perspectivas de luta contra o racismo e o machismo. O Ilú Obá De Min, ao longo de seus dezoito anos de existência, foi premiado e reconhecido por muitas instituições renomadas, suas honrarias recentes são oPrêmio Governador do Estado de São Paulo em 2021 e a Salva de Prata da prefeitura de São Paulo em 2022. Todo o ano, nos processos de carnaval, o Ilú Obápresta uma homenagem às mulheres negras ligadas à ação política e cultural do país como um todo e abre oficialmente o carnaval de rua de São Paulo com seucortejo de sexta-feira. O nome Ilú Obá De Min possuiu algumas referências: Ilú - Tambor; Obá - um dos títulos do Rei Xangô; De Min - Mãos Femininas (uma licença poética). Foi no livro “O Povo do Santo”, do antropólogo Raul Lody, que a percussionista Elisabeth Belisário, mais conhecida como Beth Beli, se deparou pela primeira vez com otermo Ilú Obá De Min, nome de um instrumento oriundo da Nigéria e percutido por três mulheres ao mesmo tempo. Adaptando o termo a outras palavras da língua Yorubá, ela chegou na formulação Ilú Obá de Min, que Beth Beli traduz como “Mãos Femininas que Tocam Tambor para o Rei Xangô”. A entidade Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra, é uma associação paulistana, de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como base o trabalhocom as culturas de matriz africana e afro-brasileira e a mulher. Foi fundada em novembro de 2004, no Acervo da Memória e do Viver Afro Brasileiro, no bairro doJabaquara, na zona sul da cidade de São Paulo. Em 07 de novembro de 2004, finalizando o período de três meses da oficina de tambores: Toques femininos emasculinos dos Orixás, as mestras Beth Beli, Adriana Freires Aragão juntamente com a percussionista Girlei Miranda juntaram suas experiências de mais de 20anos como arte educadoras e fundaram o Bloco Afro Ilú Obá De Min e a entidade Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra (não formalizada juridicamente na época). Foi em 2006, que as fundadoras do Ilú Obá De Min, após longas conversas viram a necessidade de formalizar oficialmente a entidade e tornar-se pessoa jurídica, tendo em vista a possibilidade de submeter seus projetos nos editais culturais. Essa foi uma estratégia essencial para que o Ilú Obá pudesse ter acesso às políticas culturais que estavam em curso e, com isso, acelerar seu crescimento. Entre os projetos estavam o Bloco Afro Ilú Obá De Min, o Ilú na Mesa-Ciclo dePalestras e Debates, eventos culturais e educacionais e a criação do núcleo de shows da Banda do Bloco Afro Ilú Obá de Min. O Bloco Afro Ilú Obá De Min foi criado com o objetivo de divulgar as tradições percussivas, musicais e coreográficas africanas e afro-brasileiras, a partir deoficinas de rua, de percussão e dança para mulheres. O bloco tem como base as culturas populares, compreendendo as linguagens artísticas da percussão, dança, artes e canto. Sua bateria é formada exclusivamente por mulheres, que desde 2005 saem em cortejo pelas ruas da cidade, reverenciando e enaltecendo a cultura afro-brasileira, além de destacar a participação e o protagonismo das mulheres no mundo. Durante os ensaios do Bloco Afro Ilú Obá De Min, que acontecem durante 6 meses, de setembro a fevereiro, é desenvolvido o projeto social de oficinas gratuitas de rua, com canto, dança, pernaltas e bateria. Entre as integrantes, a mais nova tem 4 anos e a mais velha 75 anos de idade, desenvolvendo dessa forma, ações voltadas à infância e à maturidade. No carnaval oficial da cidade deSão Paulo, o bloco realiza dois cortejos com cerca de 400 integrantes, um na sexta-feira, abrindo o carnaval no centro da cidade e outro nO domingo. A estimativa de público no cortejo de sexta-feira é de aproximadamente 50 mil pessoas e no cortejo de domingo é de aproximadamente 15 mil pessoas.O Corpo de Dança do Bloco Afro Ilú Obá de Min tem como objetivo trabalhar com a dança de matriz africana e afro-brasileira. Nas oficinas de dança do Bloco Afro Ilú Obá De Min são ensinados os movimentos corporais, a mitologia e as danças de todos os orixás da Nação Keto-Nagô. Para contemplar a área de educação e pesquisa foi criado o Ilú na Mesa - Ciclo de Palestras e Debates com o objetivo de promover o debate entre estudiosas e/ou detentoras de notório saber com a sociedade em geral, sobre temas voltados para educação, cultura e arte negra. Com o passar dos anos, a associação Ilú Obá de Min tornou-se referência étnico-cultural e educativa, um importante meio de difusão cultural, transformaçãoe divulgação das tradições ancestrais de matriz africana e afro-brasileira e de fruição de conhecimentos e saberes valiosos pertencentes à cultura negra. Osprojetos desenvolvidos desde a sua fundação buscam preservar e divulgar a cultura negra no Brasil, bem como o fortalecimento individual e coletivo dasmulheres na sociedade, mantendo diálogo cultural constante com o continente africano através dos instrumentos, dos cânticos, dos toques e da corporeidade.
Detalhamento Técnico dos Produtos do Projeto: Diretrizes Afrocentradas e Organograma: Paginação: Aproximadamente 20 páginas.Duração: 1 mês para pesquisa e elaboração.Material: Documento digital e impresso.Projeto Pedagógico: Inclusão de elementos educativos que expliquem os conceitos afrocentrados e a importância da liderança feminina. Ferramentas de Gestão e Financeira Profissional:Paginação: 80.Duração: 1 mês para escolha e implementação.Material: Plataformas digitais e softwares de gestão.Projeto Pedagógico: Treinamentos internos para a equipe sobre a utilização das ferramentas. Plano de Comunicação e Plano de Negócio Sustentável:Paginação: Aproximadamente 30 páginas.Duração: 2 meses para pesquisa, elaboração e revisão.Material: Documento digital e impresso.Projeto Pedagógico: Elementos educativos sobre sustentabilidade e estratégias de comunicação. Reformulação do Site e Políticas de Redes Sociais:Paginação: Aproximadamente 20 páginas.Duração: 1 mês para planejamento e implementação.Material: Website atualizado e documentos digitais.Projeto Pedagógico: Orientações para o uso responsável e efetivo das redes sociais. Política de Patrimônio e Relatório Final Digital:Paginação: Aproximadamente 15 páginas.Duração: 1 mês para elaboração.Material: Documento digital.Projeto Pedagógico: Inclusão de informações educativas sobre a importância da preservação do patrimônio cultural. Oficinas de Rua Gratuitas:Paginação: N/A.Duração: 6 meses, com sessões semanais.Material: Materiais didáticos, instrumentos musicais, espaço físico para as aulas.Projeto Pedagógico: Desenvolvimento de um plano educacional abrangendo as tradições culturais trabalhadas nas oficinas. Cortejos Gratuitos de Carnaval 2024:Paginação: N/A.Duração: 2 meses de preparação, 2 dias para os cortejos.Material: Figurinos, instrumentos musicais, estruturas para apresentações.Projeto Pedagógico: Integração de aspectos culturais e educativos nas apresentações, destacando a importância do carnaval afro-brasileiro.
Em um espetáculo de cores, ritmos pulsantes e celebração da cultura afro-brasileira, o Ilu Oba De Min se prepara para seus ensaios e cortejos de carnaval, prometendo uma experiência única e inclusiva para todos os participantes. Este projeto cultural busca não apenas destacar a riqueza da tradição afro-brasileira, mas também se compromete com a acessibilidade física e de conteúdo, garantindo que cada indivíduo, independentemente de suas necessidades, possa desfrutar plenamente da festa. Acessibilidade Física: O Ilu Oba De Min reconhece a importância da acessibilidade física para garantir que todos os participantes se sintam bem-vindos e possam participar ativamente dos eventos. Nos locais de ensaios e cortejos, serão disponibilizadas rampas de acesso para facilitar a locomoção de cadeiras de rodas e carrinhos de bebê. Os banheiros serão projetados levando em consideração a acessibilidade, garantindo espaços adequados e recursos necessários para atender às necessidades de todos os participantes. A equipe estará pronta para oferecer assistência sempre que necessário, garantindo que ninguém seja deixado para trás nessa jornada de celebração. Acessibilidade de Conteúdo: Entendemos que a celebração vai além do que é visto e ouvido. Para garantir que o Ilu Oba de Min seja acessível a todos, independentemente de suas habilidades sensoriais, adotamos medidas abrangentes de acessibilidade de conteúdo. Libras (Língua Brasileira de Sinais): Em parceria com intérpretes qualificados, disponibilizaremos interpretação em Libras durante ensaios e cortejos, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva participem plenamente. Legenda Descritiva: As transmissões ao vivo e vídeos relacionados ao Ilu Oba de Min serão acompanhados por legendas descritivas, permitindo que pessoas surdas ou com dificuldades auditivas possam acompanhar a narrativa visual. Visita Sensorial: Para uma experiência mais imersiva, serão organizadas visitas sensoriais antes dos eventos, proporcionando aos participantes a oportunidade de explorar os elementos táteis, olfativos e sonoros que compõem o carnaval do Ilu Oba de Min. Ao incorporar essas medidas de acessibilidade física e de conteúdo, o Ilu Oba de Min reforça seu compromisso com a inclusão, garantindo que a celebração do carnaval seja verdadeiramente acessível a todos. Venha se juntar a nós nesta festa vibrante e inclusiva, onde a diversidade é celebrada em todos os sentidos!
O Ilu Oba De Min está empenhado em promover a democratização de acesso não apenas aos eventos, mas também aos produtos relacionados, garantindo que a riqueza cultural oferecida possa ser apreciada por um público diversificado. A distribuição e comercialização dos produtos da proposta serão realizadas de maneira inclusiva e acessível, adotando estratégias que alcancem diversos públicos. Forma de Distribuição e Comercialização: Loja Online Acessível: Uma loja virtual será estabelecida para permitir que interessados de todo o país possam adquirir os produtos do Ilu Oba de Min, proporcionando uma experiência de compra segura e acessível a partir de qualquer localidade. Preços Acessíveis e Alternativas de Pagamento: A política de preços será cuidadosamente elaborada, visando tornar os produtos acessíveis a diferentes faixas de renda. Além disso, serão oferecidas opções de pagamento diversificadas, incluindo parcelamento, para garantir que todos tenham a oportunidade de adquirir os itens desejados. Medidas de Ampliação de Acesso: Ensaio Aberto ao Público: Como parte da estratégia de ampliação de acesso, o Ilu Oba de Min realizará ensaios abertos ao público em locais de fácil acesso. Essa iniciativa visa proporcionar uma experiência mais próxima da comunidade, permitindo que pessoas de todas as idades e origens participem da preparação para os eventos. Transmissão ao Vivo pela Internet: Para aqueles que não podem comparecer pessoalmente, os ensaios e eventos serão transmitidos ao vivo pela internet. Essa medida visa atingir um público global, permitindo que pessoas de diversas partes do mundo participem virtualmente da celebração, fortalecendo o alcance e a visibilidade do Ilu Oba de Min. Ao adotar essas medidas, o Ilu Oba de Min busca garantir que sua proposta cultural seja acessível a um público amplo, promovendo a democratização de acesso não apenas aos eventos, mas também aos produtos e conhecimentos culturais oferecidos pela comunidade.
Direção musical - Beth BeliElisabeth Belisário é uma artista multifacetada e educadora nascida no bairro da Brasilândia em São Paulo, com uma rica história de contribuições no campo da cultura. Sua jornada inclui formação em Ciências Sociais e mergulho em diversos cursos e práticas artísticas. A partir de 2004, se envolve ativamente no ponto de cultura e espaço cultural Ilú Obá De Min, onde assumiu papéis-chave como Diretora e Professora de percussão, trabalhando incansavelmente para preservar e difundir os ritmos dos Orixás e Malinkes. Além de seu compromisso com o Ilú Obá De Min, Elisabeth também desfrutou de uma longa e significativa carreira na CIA LIVRE, contribuindo com sua expertise em preparação rítmica para atores e como percussionista em diversas produções teatrais. Sua paixão pela arte e cultura a levou a participar ativamente de projetos de impacto social, como seu envolvimento na Associação Arte Despertar, onde atuou como educadora em projetos artístico-culturais e de humanização hospitalar por muitos anos. Direção Artística - Mafalda PequeninoAtriz e diretora. Integra a Grande a Companhia Brasileira de Mystério e Novidades e o Bloco Afro Ilú Obá de Min - Educação Cultura e Arte Negra como coordenadora e diretora artística dos Pernaltas do Orun. Hoje é apresentadora do programa infantil Quintal da Cultura e traz em seu currículo, experiências em montagens teatrais, no cinema e na publicidade. Direção Executiva - Daiane PettineDaiane Pettine é artista audiovisual, gestora de projetos culturais e arte-educadora. Criadora e diretora da premiada série “Atunko Ilú Obá De Min” que foi vencedora como melhor WebSerie de Diversidade no RioWeb Fest 2020, representou o Brasil no Diversity in Cannes na França (2021), e foi indicada em 2021 como Melhor WebSerie Documental nos Festivais de Montreal/Canadá, da Nova Zelândia e de Bilbao na Espanha. É autora do livro, "Avaliar verbo transitivo" e atua na coordenação do ecossistema do bloco afro Ilú Obá De Min. Daiane dedica-se a processos criativos colaborativos, buscando diálogo entre histórias com temas sociais, narrativas negras, femininas e criações em animação. Comunicação - Helisa IgnacioMestranda pelo Programa Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades da FFLCH-USP, Helisa Ignácio é Relações Públicas de formação com ampla vivência em Comunicação. Sua trajetória profissional é marcada por experiências diversas na área, tais como coordenação e planejamento estratégico de comunicação, mobilização e articulação para campanhas, produção de conteúdo e de eventos, gestão de mídias sociais, assessoria de imprensa, planejamento de mídia e gestão de tráfego, entre outras. Em cerca de 15 anos de carreira, atuou a maior parte em organizações do terceiro setor e de impacto social. São 10 anos de atuação com pautas como Direitos Humanos, Cultura, Juventudes, Infâncias, Adolescências e Educação. E há uma década também, compõe o ecossistema Ilú Obá De Min, como integrante do Xequerê, e há cinco, sendo uma das coordenadoras do coletivo. Produção - Raquel SantosRaquel Santos é mãe, artivista e educadora. Cenógrafa, bordadeira, percussionista do Bloco afro Ilú Obá De Min e mestranda em Processos Artísticos, experiências educacionais e mediação cultural pelo Instituto de Artes da Unesp. Em suas pesquisas acadêmicas e artísticas investiga relações de afeto e espacialidade como agentes educadores de corpos territórios afro diaspóricos na cidade de São Paulo. Tem alguns artigos publicados sobre a pretagogia do Ilú Obá De Min, Ilustrou a capa e também participou do conselho editorial do livro “Nosso Afeto é Potência-mulheres do agogô tecendo histórias” (2019), e irá compor a sessão de Projetos educativos da 13ª Bienal de Arquitetura de São Paulo (2022) Sede - Alexandra TulaniMulher preta da classe trabalhadora. Graduação em Saneamento Ambiental - modalidade Controle Ambiental - UNICAMP (conclusão em 2004), Pós Graduação em Direitos Humanos, Diversidade e Violência - UFABC (início em 2018). Servidora da Unesp, desde 2011, atuando na Reitoria em Gestão da Pesquisa Científica. Secretária Executiva do XXX, XXXII e XXXIII Congresso de Iniciação Científica da Unesp. Assistente de produção do documentário "O quilombo não está no passado" (2021), dirigido por Daiane Pettine. Integrante da equipe de Concepção e Arte dos figurinos das artistas da dança do Show "Natura Musical apresenta: Nossas Vozes, Nossos Cantos Ilu Obá 15 Anos". Integrante do coletivo Ilu Oba de Min, de arte e cultura negra, desde 2015, sendo, atualmente, parte do corpo de dança. Ativista dos Direitos Humanos. Interessada em conexões ancestrais e justiça social. Mãe de uma adolescente e de um graduando de psicologia. Financeiro - Teresa TellesGraduada em História pela Universidade de São Paulo em 2002. É funcionária da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e pesquisadora do Diversitas - Núcleo de Estudos das Diversides, Intolerâncias e Conflitos. Atualmente desenvolve pesquisa de Mestrado sob o título "Histórias de vida dos refugiados angolanos em São Paulo". Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: imigração contemporânea, refugiados político, intolerância.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.