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PRONAC 2313621Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

G-OLDEN CLOWNS SHOW - OS PALHAÇOS DA IDADE DE OURO

BLACK RIVER PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 428,0 mil
Aprovado
R$ 428,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-07-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O espetáculo G-OLDEN CLOWNS é uma recriação do Midnight Clowns, com o mesmo elenco fixo original, hoje sexagenários, e com a participação de outros palhaços e comediantes convidados, de forma a apresentar números diferentes a cada noite.

Sinopse

G-OLDEN CLOWNS SHOW – OS PALHAÇOS DA IDADE DE OURO é um espetáculo realizado por palhaços, no melhor estilo dos programas de auditório, como A Buzina do Chacrinha - um programa que acaba, quando termina – Com essa mesma irreverência, um espetáculo dinâmico e alegre, onde o público tem a oportunidade de assistir às criações de gerações de palhaços e se divertir. Constituído por um elenco fixo de nove palhaços e palhaças que formam a base do espetáculo e um elenco flutuante que é constituído por vários artistas, convidados ou que se inscrevem para se apresentarem.

Objetivos

Objetivo Geral: O espetáculo G-OLDEN CLOWNS SHOW surge como uma proposta inovadora e inclusiva, que valoriza o potencial artístico e o talento de artistas experientes. Objetivos Específicos: - Realização de uma temporada de 12 apresentações gratuitas do espetáculo G-OLDEN CLOWNS. - Realização de um vídeo mostrando a execução do projeto com cenas de bastidores, ensaios e espetáculos a fim de perpetuar o resultado obtido no projeto.

Justificativa

O G-OLDEN CLOWNS SHOW - OS PALHAÇOS DA IDADE DE OURO é o reencontro de artistas que criaram em 1995 o Midnight Clowns, dentro dos Doutores da Alegria, uma maneira de exercitar o lado profano do Palhaço já que às pediatrias, demandavam um aspecto mais sagrado da linguagem. O Midnight perdurou por mais de uma década, foi o precursor de muitos cabarets e saraus cômicos e inspirou jovens artistas na palhaçaria e humor. A Folha de São Paulo o classificou como "Uma Festa no Palco". Nos últimos anos, tem havido um crescente interesse pelo tema do envelhecimento ativo e saudável, buscando romper com estereótipos negativos relacionados à terceira idade. O espetáculo G-OLDEN CLOWNS SHOW _ palhaços da idade de ouro - surge como uma proposta inovadora e inclusiva, que valoriza o potencial artístico e o talento desses artistas experientes.Oferecer um espetáculo como este, onde palhaços da terceira idade são os protagonistas, traz diversos benefícios para a comunidade. Além de proporcionar momentos de humor e entretenimento, o espetáculo promove a quebra de preconceitos e a valorização do envelhecimento como uma etapa da vida repleta de vivências e aprendizados. Ao incluir pequenas cenas de jovens palhaços, se busca também a interação entre diferentes gerações, proporcionando uma troca de experiências enriquecedora para todos os envolvidos. Essa interação promove uma maior compreensão entre as diferentes faixas etárias e estimula o respeito mútuo, fortalecendo os laços comunitários. Agora que a pandemia pelo Covid-19 arrefeceu graças às vacinas, e que as pessoas retomam suas vidas com todo o ônus que o isolamento, o sentimento de medo e luto, as incertezas quanto ao futuro provocaram, esse é a hora urgente de cuidar da saúde emocional e mental das pessoas. É um bom momento para fazer um espetáculo de humor, ainda mais quando os protagonistas são pessoas 60+. A dinâmica do mundo ocidental não costuma valorizar a velhice, mas estamos envelhecendo mais do que nascendo, o último censo do IBGE confirma isso. Trazer através do palhaço, visibilidade a quem costuma ficar invisível é inovador, a arte favorece uma mudança de expectativa e o humor é promotor de saúde. G-Olden Clowns Show propõe a quebra do estigma do etarismo, o encontro entre geração de artistas, contempla percepções diversas do fazer humor.Portanto, este projeto visa não apenas criar um espetáculo único e divertido, mas é uma iniciativa inclusiva, que promove a valorização da terceira idade, a interação entre gerações e contribui para uma visão positiva do envelhecimento, afinal só envelhece quem está vivo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1 e 3 da lei 8.313 de 1991 Artigo 1 e 3 da Lei 8.313 de 1991 Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Especificação técnica

O G-Olden se inspira nos antigos programas de auditório, onde um apresentador é acompanhado por uma banda, duas coristas, um claqueiro e uma crítica especializada, garantindo a base fixa do show. E com essa estrutura, cada artista convidado apresenta seu número, A cada apresentação, os convidados mudam, garantindo a diversidade do espetáculo, a inovação entre as apresentações da temporada e certamente a diversão do público. São 12 (doze) apresentações uma vez por semana com duração de 1h45 Ingressos gratuitos Faixa etária: Livre

Acessibilidade

Produto Espetáculos: Acessibilidade física: Locais a serem escolhidos já serão acessíveis para pessoas com deficiências físicas e idosos. Acessibilidade visual: Serviço de audiodescrição em 05 (cinco) apresentações (rubrica orçamentária: Audiodescrição) Acessibilidade auditiva: Intérprete de Libras em 05 (cinco) (rubrica orçamentária: Intérprete de Libras) Produto Vídeo Acessibilidade física: Não se aplica Acessibilidade visual: Serviço de audiodescrição (rubrica orçamentária: Audiodescrição) Acessibilidade auditiva: Serviço de Legendagem descritiva (rubrica orçamentária: Legendagem)

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto são gratuitas. O projeto se enquadra nas seguintes medidas de ampliação de acesso do Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Coordenador Geral: Black River - Joca Pacielo - Função realizada pelo Proponente Direção: Angelo Brandini Elenco Fixo: Mestre de Cerimônias: Wellington Nogueira. Crítica Especializada: Bete Dorgam. Coristas: Thaís Ferrara e Soraya Saide. Maestro: Raul Figueiredo. Claqueiro: Angelo Brandini Currículos Black River - Joca Pacielo Economista formado pela FEA-USP, com pós-graduação latu sensu em Produção Cultural (ECA-USP). Diretor de produção, Produtor/coordenador de diversos grupos teatrais/projetos culturais em diferentes linguagens: • Improvisação Teatral: Cia Barbixas de Humor, É Tudo Improviso (Marcio Ballas/Marco Gonçalves), Jogando no Quintal (Márcio Ballas/César Gouvea), Mágico de Nós (César Gouvea), Caleidoscópio (Márcio Ballas/Rhena de Faria/Marco Gonçalves e Allan Benatti); • Teatro: Calendário da Pedra (Denise Stoklos), Se Fosse Fácil Não Teria Graça (Nando Bolognesi), As Olivias Palitam (As Olivias), Riso Nervoso (Michelle Ferreira/As Olivias); • Circo: Diretor Geral Festival Internacional do Circo da Cidade de São Paulo (FIC – 2020), Circo Zanni • Música/Teatro Musical: Barbatuques; Pétala por Pétala (Vanessa Bumagni), Let’s Duet (Daniel Tauszig, Leonardo Padovani, Gustavo Miranda), Banda Gigante (Lu Lopes, Marco Gonçalves, Eugênio La Sálvia), Planeta Oca (Flavia Rubim/Caru Ricardo); • TV: É Tudo Improviso (Band), Cante Se Puder (SBT), Olivias na TV (Multishow); • Dança: Soma ao Som (Cia Soma de Dança), Fino Fio (Cia Soma de Dança); • Mentalismo: Inconscientemente (Beto Parro/Rafa Moritz) Direção: Angelo Brandini Formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (1988). Fez formação de palhaço com Leris Colombaione (Itália), Phillippe Gaulier, André Riot Sarcey (Le Nouveau Nez), Josephine Derene (França), Tchakovaki (Argentina), Bete Lopes, Cristiane Paoli Quito (Brasil). É autor e diretor das peças “Masmorra”, “Vagalum Tum Tum”, “Queluzminha”, “Senhor Dodói”, “Othelito”, “O Bobo do Rei”, “O Príncipe da Dinamarca”, “Bruxas da Escócia”, “A Condessa e o Bandoleiro”, “Henriques”, “Shake Shake Show” e “Meu Reino Por Um Cavalo”. Ganhador dos Prêmios APCA 2007 e Prêmio FEMSA (Melhor Texto Adaptado), por “Othelito”. Prêmio FEMSA 2008 de (Melhor Texto adaptado), por “Senhor Dodói”. Prêmio FEMSA de 2010 (Melhor Direção), por “O Bobo do Rei”. Prêmio FEMSA 2011, (Melhor Direção) por “O Príncipe da Dinamarca”. Prêmio SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM 2014, (Melhor Direção e Melhor Espetáculo), Prêmio APCA 2014 (Melhor Espetáculo com Texto Adaptado), por “Bruxas da Escócia”. APCA 2016 (Melhor Espetáculo com Texto adaptado), por “Henriques”. APCA 2022 (Melhor Elenco), por “Meu Reino Por Um cavalo”. Prêmio Shell 2022, (Melhor Cenografia), por “Meu Reino Por Um Cavalo”. Suas principais atuações como ator em teatro: “Jaques e Seu Amo”, de Milan Kundera, Direção Roberto Lage. “O Avarento”, direção de Cacá Rosset, “O Banquete”, “Atiag” e “A grande imprecação diante dos muros da cidade”, “Tio Vânia”, direção de Celso Frateschi, “La Chunga”, em Miami e Nova York, direção de William Pereira, “Dindinho do coração da mamãe,” “Ricardo III”, “D. Juan”, direção de Roberto Lage, “Vem buscar-me que ainda sou teu”, Direção de Gabriel Villela. “O Processo de Giordano Bruno”, Direção de Rubens Rush. Criador, redator e intérprete do programa “Cidadania no Trânsito, Rádio Pára-Choque”, na Rádio Eldorado que recebeu o Prêmio APCA de Inovação no Rádio 2006. Publicou em 2015 pela Companhia das Letrinhas, “O Bobo do Rei”. Vencedor do prêmio FNLIJ, (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), categoria Teatro. Em 2022, publicou os livros, “Othelito” e “O Príncipe da Dinamarca”, pela Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo. Wellington Nogueira Conhecido por fundar Doutores da Alegria, a organização cultural sem fins lucrativos pioneira em levar a arte do palhaço em caráter profissional a crianças hospitalizadas em hospitais públicos no Brasil. Wellington Nogueira iniciou sua carreira artística nos EUA, em Nova York, onde se graduou em Teatro Musical pela American Musical and Dramatic Academy, em 1986. No Brasil, foi aluno do GESC, o Curso de Formação para Gestão de OSCs em 1996 e proferiu palestras e ministrou aulas no MBA de Empreendedorismo Social a convite das Profas Rosa Maria Fischer e Graziela Comini. Atuou em Teatro, Cinema, Circo, Clubes de Performance, Ruas e...Hospitais! Bete Dorgam, atriz e professora na Escola de Arte Dramática (EAD-USP) e na Escola Superior de Artes Célia Helena . É doutora em Artes Cênicas pela ECA-USP e pesquisadora das máscaras de palhaço e bufão . Estudou com Cristiane Paoli Quito ,diretora do espetáculo Quadri Matzi, que permaneceu oito anos em cartaz, além de Philippe Gaulier, Leris Colombaioni, Angela de Castro e outros formadores. Recebeu o prêmio Shell como melhor atriz em 2010 pelo espetáculo Casting, dirigido por Marco Antonio Rodrigues e o Qualidade Brasil como melhor atriz em comédia em 2014 pelo espetáculo Assim é se lhe parece, de L. Pirandello, dirigido por Marco Antonio Pâmio. É diretora de espetáculos como “Era uma vez um tirano”, de Ana Maria Machado (Grupo Prole, 2018), “Contos de Cinco Cantos” (Cia.Tranquila,2016), o teleteatro “Fellini sobre as águas” (Direções, TV Cultura) e Uma Escada para a Lua (Direções, TV Cultura), “O Chá de Alice”e “O amor das três laranjas” (Itaú Cultural). Protagonizou o filme “Chamada a cobrar”, direção de Anna Muylaert. Episódio “Dolores” da série As Canalhas (GNT), direção também de Anna Muylaert. Em teatro, os últimos trabalhos são: O Mar, de Federico Roca, direção de Fernando Nitsch ,2023 Maria da Escócia, de Fernando Bonassi, 2022. Vem buscar-me que ainda sou teu. 2019. A jornada às sombras verdes -estréia no Festival de Teatro de Copenhagem – Dinamarca -2018 , direção de Soren Hellerup. Solidão, de Sérgio Roveri, direção de Marco Antonio Rodrigues 2016. Assim é se lhe parece, de Luigi Pirandello. Direção de Marco Antonio Pâmio 2014. Premio Qualidade Brasil Melhor atriz em comédia Folias Galileu, direção de Dagoberto Feliz ,2013. O avental todo sujo de ovo, de Marcos Barbosa, direção Bruno Guida, 2013 Il Viaggio, direção Pedro Granato, 2012. O Casamento Suspeitoso, de Ariano Suassuna, direção Sérgio Ferrara, 2011. Casting, direção Marco Antonio Rodrigues, 2010. Premio Shell Melhor atriz. Participante do Midnight Clowns desde sua estréia em 1996. Thais Ferrara, atriz, palhaça, graduada pela Escola de Arte Dramática da Usp. Trabalhou com Doutores da Alegria por 29 anos tendo atuado no programa “Intervenção de palhaços nos hospitais” bem como na criação e desenvolvimento da “Escola Doutores da Alegria”. Participou do grupo gestor e foi eleita para a Diretoria de Formação, cargo que ocupou 4 anos. Trabalhou nos centros comunitários de Santo André ministrando oficinas de teatro, jogos e improvisação para o público morador; e fez parte do grupo de artistas que ocupou o espaço Tendal da Lapa , trabalhando para o desenvolvimento deste espaço como Centro Cultural. Celebrou esta ocupação com a direção de duas montagens teatrais realizadas com os moradores do bairro da Lapa e entorno. Realizou concertos didáticos com a Orquestra Sinfônica Infanto-juvenil da Escola Municipal de Música “ A Orquestra e o Palhaço” apresentando junto a jovens músicos, concertos didáticos para públicos diversos. Como atriz, integrou o elenco das montagens: “O Homem que Fala”, adaptação de uma das obras literárias de Oliver Sacks, direção de Celso Frateschi, produção Doutores da Alegria (2019) e “O Canto do Cisne”, de Anton Tchekhov, adaptação de Celso Frateschi, direção de Vivien Buckup, produção Teatro Ágora (outubro 2022). Também tem formação em Psicologia. SORAYA SAIDE é atriz, palhaça e professora de teatro, formada pela Escola de Arte Dramática - EAD/ECA/USP e pela PUC-SP, onde cursou jornalismo. Fundou há 4 anos o projeto Palhaços Sem Juízo onde atua junto a crianças e adolescentes, vítimas e testemunhas de violências que vão ao fórum depor sobre as agressões sofridas. Também é artista formadora dentro do projeto de extensão universitária - Madalegria da Faculdade de Medicina da USP e da Escola SP. Integrou o elenco dos Doutores da Alegria por 26 anos, atuando como palhaça em hospitais, eventos, elenco fixo do Midnight; fez parte do núcleo que criou a escola Drs da Alegria, que coordenou por 12 anos. Escreveu o roteiro do Vamos Brincar de Médico. Criou o Conta Causos. Participou da criação e atuou no O Homem Que Fala, primeiro espetáculo adulto da ONG. Em 2021 escreveu e dirigiu o primeiro infantil digital da Cia Os Satyros – Geração Alpha. Em quase 40 anos de carreira atuou sob a direção de Gianni Ratto, Celso Fratescchi, Rodolfo Garcia Vasquez, Francesco Zigrino, Ednaldo Freire, Cristiane Paoli Quito, Regina Galdino entre outros. Raul Figueiredo - Ator profissional formado em Artes Cênicas pela UNICAMP (1991) e em Pedagogia pela Universidade Claretiano - EAD (2012). Atuou em diversos espetáculos e musicais (adultos): “Jacques e seu Amo” (2016) de Milan Kundera, direção de Roberto Lage, “Ópera do Malandro” (2015) de Chico Buarque com a Cia da Revista, A Comédia dos Erros e Ricardo II de W.Shakespeare com a Cia Razões Inversas, Na Selva das Cidades e Um Homem é um Homem de B.Brecht com a Cia Lê Plat Du Jour. Musical – Cabaré da Santa (2008) e Single Singers Bar (2004/2005) com o Grupo Folias D’Arte / SP; Patriarmada texto e direção de Rodrigo Pitta e Leonardo Netto (2007) e O Mágico de Oz, personagem Espantalho (2003/2004), direção de Billy Bond. Destaque para as montagens infantis: “Numvaiduê”, “Sr Dodói” (releitura da peça “O Doente Imaginário” de Molière para crianças e Vamos Brincar de Médico – produzidas pelos Doutores da Alegria – Prêmio Revelação APCA / 2006 e Prêmio Coca-Cola. Está na ONG - Doutores da Alegria desde 1995 como palhaço besteirologista Dr. Zapatta Lambada. Desde 2007 é o tutor do Programa Palhaços em Rede (orientação para grupos de voluntários que atuam vestidos de palhaços nos hospitais, inspirados pelos Drs da Alegria) e artista formador na ONG, deu aulas de 2012 a 2019 na Faculdade de Medicina da USP no programa de extensão universitária MadAlegria (Humanização Hospitalar) e desde 2015 no programa Hospitais Musicais da EMESP TOM JOBIM, parceria com o SANTA MARCELINA CULTURA e PROJETO GURI. No cinema: Alma Corsária (1992) – direção de Carlos Reichenbach, documentário Doutores da Alegria – O Filme (2005) – direção de Mara Mourão e Um Homem Qualquer (2007) – roteiro e direção de Caio Vecchio. Na TV: Crimes.com no Discovery Channel e O Negócio na HBO. Em publicidade atuou em diversos comerciais: Telefônica/América Latina, Petrobrás, Fraldas Pampers/EUA, Lavadora Brastemp, Caixa Econômica Federal, Pizza Sadia, Cerveja Kaiser, Fiat Fiorino, entre outros. Atua na área da Educação como professor desde 2002. No Colégio Equipe (Ensino Médio) na área de Projetos Sociais (Arte/Saúde), desde 2008 no Colégio Santa Cruz (8º ano) dando aulas de Expressão Corporal e Teatro. Em 2019 torna-se professor de Arte no Ensino Médio Integrado ao Técnico no Einstein (técnico de enfermagem e administrativo hospitalar).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.