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PRONAC 2313660Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Legado de Martius e Spix: do século XIX ao XXI

OAK EDUCACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 3,34 mi
Aprovado
R$ 3,34 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Acervos do patrimônio material e imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-04-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realização da exposição _ O Legado de Martius e Spix: do século XIX ao XXI _ e do espetáculo teatral _ Martius e Spix e a Viagem pelo Brasil (títulos provisórios). Além da exposição de artes visuais e espetáculo teatral, o projeto contempla a publicação de um catálogo, ativações digitais e oficinas de Arte Educação.

Sinopse

Sinopse da Exposição de Artes A exposição “O Legado de Martius e Spix: do século XIX ao XXI” (título provisório) será realizada no espaço do Claustro do Museu Catavento, em 576m2 de área. Trata-se de um espaço em formato de U, que dividimos em 13 módulos. A obra “Viagem pelo Brasil” é um relato em três volumes da expedição Austríaca e serviu como base para o desenvolvimento da narrativa da exposição. Inicialmente escolhemos dez imagens, com grande impacto visual e artístico para fazer parte da exposição: 1) Lagoa de aves à margem do Rio São Francisco. O quadro desse ambiente natural com centenas de aves em busca de alimento resume “o espetáculo da Criação”. 2) Hospício da Mãe dos Homens. Este lugar, isto é, a Hospedaria do Caraça, perto de Ouro Preto, organizada por padres, é até hoje um exemplo de preservação ambiental. 3) A imagem da cachoeira de Arara-Coara, no rio Japurá, ilustra a transição entre dois tipos de paisagem ou biomas: floresta amazônica e início do planalto dos Andes. 4) Garimpo de diamantes em Curralinho. A lenda do “Eldorado” é desmitificada aqui pela documentação do trabalho cotidiano executado pelos escravos. 5) Escavação e preparo dos ovos de tartaruga. É uma amostra dos hábitos alimentares dos habitantes da Amazônia, e da riqueza e comercialização dos recursos naturais. 6) Belém do Grão-Pará. Este prospecto (na tradição de A. R. Ferreira) ilustra a importância desta cidade, que foi a base para a colonização portuguesa da Amazônia. 7) Porto dos Miranhas, Rio Japurá. Uma aldeia de índios: uma cabana, construção de uma canoa, preparação de alimentos e chegada de índios caçadores de escravos. 8) Retratos de índios de várias tribos, como Mundurucu, Miranha, Mura, Iuri, Passé, Coëruna, com seus distintivos. São documentos etnográficos fundamentais. 9) Utensílios dos índios, dentre eles: panelas de barro, cestas, bancos, redes, arcos com flechas, e berço dos Campeva. Complementam a documentação etnográfica. 10) Préstito festivo dos índios Tecuna. As máscaras simbolizam demônios e animais. Ritual inspirador dos desfiles de “Pássaros”, nas festas juninas da Amazônia. A seguir listamos os módulos da exposição:1. Baviera – De onde Partimos Este primeiro ambiente explora as referências visuais, sonoras e estéticas da Europa, da Baviera, de onde partiram. De maneira simbólica em livros pendurados e empilhados e trechos das cartas, entre Pedro e Amélia, em projeção nas paredes, o visitante é convidado a entrar nesse mundo da imaginação e inspiração que antecedeu a expedição.2. Espaço Semear – Sol Nascente Em ambiente escuro, com projeção em escala do nascer do sol, enfatiza esse novo mundo que se abre e se descortina aos exploradores: Martius e Spix. Colunas de madeira marcam o chão, como se fossem estacas e convidam os visitantes a se prepararem para a expedição, com pequenas sacolas com cadernos, chapéus e objetos que podem ser escolhidos.3. Mata Atlântica A Mata Atlântica é explorado em sua riqueza de fauna e flora, todas suas cores e aromas. De cada lado do ambiente o landscape do Rio e de São Paulo, e as projeções da vegetação e paisagens do bioma sobrepostas a eles. Elementos de vegetação cenográfica e os sons dos passarinhos, reforçam a exuberância deste espaço. 4. Espaço Colher Sacos com sementes, partes de plantas, animais, coletados durante a expedição. O visitante pode tocar e observar como eram feitas as coletas e os transportes desses itens.5. CerradoO Cerrado é destacado por suas paisagens diferenciadas, um grande painel que corre toda a lateral deste espaço terá um landscape sendo criado a partir do desenho de um pintor (monitor/ator) que estará lá. Algumas espécies vegetais bem diferentes e características do Cerrado entrarão como objetos cenográficos e teremos três películas com projeções holográficas da fauna característica, que ficam alternando e criando um espaço bem sensorial e de desfrute da paisagem.6. Espaço Desfrutar – Pôr-do-Sol Neste ambiente de transição, o visitante é convidado a desfrutar seu contato com a terra. Uma parede de tambores, que podem ser tocados. Uma projeção em escala do pôr-do-sol. piso "oco" que faça barulho ao andar, cor da terra vermelha, seca. 7. Caatinga A Caatinga é marcada por sua aridez, e foi por onde os exploradores Martius & Spix passaram de maneira mais rápida. Este ambiente terá apenas projeções nas paredes de suas paisagens e vegetação característica. No centro do espaço, pequeno tablado de madeira onde possam ocorrer rápidas manifestações culturais e pufes para os visitantes descasarem.8. Espaço Transição – Chuvas e Tempestades Neste espaço de transição, a parede lateral será trabalhada com emaranhado de cordas, podendo ser tocada para sentir a "estrutura de raízes", molhadas, por onde se alimentam. Projeções de chuvas e tempestades bem características da Amazônia. Tubos transparentes centrais com água corrente convidam o visitante a ter contato com este elemento.9. Amazônia A Amazônia é a mais rica e majestosa de todas as florestas, neste espaço serão trabalhadas árvores cenográficas grandes, com projeções das paisagens nas laterais e no teto, deixando o visitante com a sensação de ser pequeno. Projeção na lateral da evolução dos desenhos indígenas. Estrutura aérea simbolizando a conexão e dependência de todas as espécies, que sustentam as películas com projeções holográficas da fauna e flora.10. Espaço Oferecer Neste ambiente terão vídeos de cerimônias indígenas, rituais. Será um espaço dedicado ao agradecimento, às oferendas. Serão expostos objetos indígenas coletados durante a expedição e marcará o fim da expedição.11. Flora Brasiliensis Será o túnel da biodiversidade: neste espaço serão projetadas as pranchas do flora brasiliensis. Como se entrássemos dentro de um grande livro que está sendo folheado por todos os lados, marcando o resultado e produto obtido após toda a vivência da expedição.12. Espaço Compartilhar Espaço interativo destinado ao acesso à plataforma digital, local de compartilhamento.13. oficinas: subsolo Sinopse do Espetáculo Teatral‘(...) o casamento de Sua Alteza D. Carolina Josefa Leopoldina, Arquiduquesa da Áustria, com S.A. Real D. Pedro de Alcântara, Príncipe herdeiro de Portugal, Brasil e Algarves, ofereceu a mais bela oportunidade para a realização da ideia do rei da Baviera. Justamente quando esse laço unia a nova parte do mundo em relações mais estreitas com a Europa (...)’A ação desta exposição, que se desdobrará numa grande ópera popular, vestida de modernidade e ações interativas, se propõe a construir um espaço arquitetônico singular que comporte na sua estrutura os registros, em imagens projetadas e em reproduções físicas, feitos pelo botânico Martius e o zoólogo Spix durante expedição pelo Brasil entre os anos de 1817 e 1820 na ocasião da vinda da Imperatriz Leopoldina ao Brasil para casar-se com D. Pedro I.A proposta busca, além das imagens, criar espaços, ações sonoras e olfativas, interações inesperadas que conduzam o visitante a conhecer a BIODIVERSIDADE brasileira e, também, a multiplicidade cultural que encantaram os visitantes, os quais, até os dias de hoje, é pouco conhecido ou explorado pelos próprios brasileiros. Teatro, Dança, Artes Plásticas, Música, Atores, Bailarinos e Instrumentistas (tudo executado ao vivo) dão vida a este universo, até então desconhecido, desvendado por Martius e Spix.

Objetivos

Objetivo Geral Levar ao conhecimento do grande público as obras que fazem parte da publicação Flora Brasiliensis _ registro épico resultante da viagem realizada pelos austríacos Martius e Spix por 10.000 km de território nacional entre 1817 a 1820 _ através da produção da exposição de artes visuais "O Legado de Martius e Spix: do século XIX ao XXI" e da montagem do espetáculo teatral "Martius e Spix e a Viagem pelo Brasil" (títulos provisórios) que usará o próprio espaço expositivo como cenário para a realização das intervenções dramatúrgicas. O projeto será realizado no Museu Catavento, em São Paulo e também conta com a criação de um sistema on-line para acesso ao conteúdo da obra Flora Brasiliensis, oficinas de arte educação e a publicação de um catálogo. Objetivos Específicos- Realizar a exposição "O Legado de Martius e Spix: do século XIX ao XXI" comemorativa da épica expedição austríaca e da publicação "Flora Brasilienses", com previsão de 72 dias de abertura ao público (visitação de terça a domingo durante 12 semanas), no espaço expositivo do Claustro no Museu Catavento em São Paulo, atendendo a um total de 108.000 visitantes. Média diária de 1.500 pessoas (produto cultural Exposição de Artes);- Realizar 2 apresentações diárias do espetáculo "Martius e Spix e a Viagem pelo Brasil" (título provisório) total de 144 apresentações (produto cultural Espetáculo de Artes Cênicas);- Desenvolver um sistema on-line para acesso ao acervo digital da Flora Brasilensis, permitindo o acesso às informações da exposição mesmo fora do espaço expositivo e depois de encerrado o projeto (produto cultural Sítio de Internet);- Publicar 1.000 unidades de catálogo da exposição, com previsão de 128 páginas (produto cultural Catálogo);- Realização de oficinas educativas para crianças que visitarem a exposição (produto cultural Oficina/Workshop);

Justificativa

Justificativa Em dezembro de 2023 será comemorado os 206 anos da viagem de Martius e Spix junto com um grupo de naturalistas e artistas que acompanhavam a arquiduquesa Leopoldina como parte da Missão Austríaca: uma viagem épica que percorreu 10.000 km de território brasileiro durante um período de três anos. Buscamos a realização de uma exposição e um espetáculo teatral sobre a história da expedição realizada por Martius e Spix nos anos de 1817 a 1820, com destaque ao seu legado mais marcante: a Flora brasiliensis, destacando as obras de arte de incrível impacto estético-artístico criadas na expedição. Foram percorridos 10.000km no território nacional, o que resultou em um descritivo impactante sobre a história e a cultura brasileiras do século XIX. De forma pouco comum às exposições, o projeto incorpora três expressões culturais a saber: conjunto de elementos expositivos com destaque para projeções audiovisuais; manifestação teatral; comunicação virtual. Além disso, a exposição insere um espaço de oficinas dedicado a realização de práticas fundamentadas ao universo infantil, contextualizando as atrações no tema da cultura brasileira. Também será produzido um catálogo. Esta proposta cultural se enquadra no Art. 1o da Lei 8313/91 por: "Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" _ o acesso à exposição, ao espetáculo teatral e às oficinas será gratuito e o acesso ao sistema online aumentará ainda mais o alcance do projeto; "Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;" _ o projeto levará ao público informações sobre um importante marco na cultura no Brasil: a viagem de Martius e Spix por 10.000Km de território nacional, o registro da cultura das várias regiões brasileiras visitadas pela expedição e o maior legado da expedição: a publicação Flora Brasilensis;e "VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; " _ a Flora Brasiliensis, publicação resultante da expedição, constitui um importante patrimônio histórico e artístico brasileiro, ainda pouco conhecido pelo público em geral. Esta proposta cultural também atende ao Art. 3o da Lei 8313/91 por fomentar a produção cultural e artística, mediante: "II c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;" _ o projeto tem como produto principal uma exposição e também conta com um espetáculo teatral. e por estimular o conhecimento dos bens e valores culturais mediante: "IV a) distribuição gratuita e públicas de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;" _ O acesso à exposição, ao espetáculo teatral e às oficinas é totalmente gratuito. O projeto "O Legado de Martius e Spix: do século XIX ao XXI", utilizará diversas linguagens artísticas, como projeções audiovisuais como parte da cenografia e um espetáculo teatral para retratar as experiências vividas por Martius e Spix por 10.000 km de expedição pelo Brasil. A mostra tem por objetivo primordial difundir informações culturais e históricas registradas naquelas viagens. Irá vincular esses registros ao cotidiano da população e divulgar o acesso ao acervo do CRIA. O CRIA é a instituição responsável pela digitalização da Flora Brasilensis: uma das maiores obras botânicas de todos os tempos e principal legado da expedição de Martius e Spix, impressiona até hoje pela sua escala monumental, o tamanho físico dos volumes e, acima de tudo, a qualidade e beleza das suas ilustrações. Até bem recentemente, a Flora brasiliensis era o maior projeto de flora completado na história da botânica e só foi ultrapassada, em 2004, pela Flora Republicae Popularis Sinicae (Flora da República Popular da China). O proponente está seguro de que o projeto se enquadra nas regras da Lei 8.313/1991 e que o apoio à cultura inclui exposições que abordem também questões de natureza científica e ambiental, situadas na fronteira da comunicação artístico-visual com a divulgação interdisciplinar das ciências. Assim a exposição busca valorizar e promover o patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial, nos termos do artigo 2º., incisos I, III e IV do Decreto no. 5.761 / 2006. Ademais, a exibição de obras não comumente acessíveis ao público efetivamente ampliará o acesso da população à fruição de bens culturais, contemplando também o inciso V do artigo já mencionado. A exposição, concebida com o propósito de alfabetização educativo-ambiental-cultural, organiza-se tematicamente de acordo com uma expografia interativa, criativa e interdisciplinar. Foi pensada para aliar instrumentos científicos, artísticos e tecnológicos inovadores e instigantes, de forma a disseminar ao público as especificidades culturais, acadêmicas e históricas da viagem e de seus registros, gerando experiências transformadoras. Não se pode desprezar o alcance didático da mostra, que despertará o interesse do grande público e ainda representará uma oportunidade única de formação para novos públicos. Para o presente projeto foram idealizadas diversas ações educativas e uma apresentação teatral com personagens caracterizados que percorrerá todo o caminho expositivo com o público, duas vezes ao dia, de terça a domingo. O projeto será realizado no Museu Catavento, em São Paulo, espaço dedicado à educação e à ciência. O evento é, sem dúvida, pertinente ao campo da museologia, da história e da cultura. E, neste aspecto, a legislação de incentivo vem apoiando museus dedicados à conservação e divulgação de coleções que escapam ao conceito estritamente artístico, como por exemplo, acervos botânicos, ambientais e demais objetos presentes na exposição, cujo valor educativo, histórico, estético e patrimonial justifica essa atenção. O próprio Ministério da Cultura, através do IBRAM, tem ampliado o número de museus de ciência, mas a oferta deste tipo de instituição no Brasil ainda é discrepante se olharmos para as demandas. De cerca de 3.100 museus existentes no Brasil, 8% são de ciências, dentre eles: museus, jardins botânicos, planetários, aquários, zoológicos, oceanários e herbários. Isso demonstra a lacuna existente no Brasil para acervos desta natureza, o que vem a estimular iniciativas de mostras realizadas em espaços como o Museu Catavento. Entendemos que o projeto em pauta atende às finalidades da renúncia fiscal federal por contribuir ao livre acesso às fontes de cultura possibilitando acesso gratuito à exposição de artes e espetáculo teatral, valorizando a produção cultural e artística brasileira; por gerar renda para profissionais pouco valorizados no país, como atores e músicos e por apoiar e valorizar o conjunto de manifestações artísticas levando luz a um evento que reverbera no cenário cultural do país até os dias de hoje: a expedição de Martius e Spix por 10.000 Km de território brasileiro no fim do século XIX.

Estratégia de execução

Este projeto não é um Plano Anual de Atividades, conforme definido nos termos do art. 24 do Decreto nº 5.761 de 2006, já que não se trata de um projeto de custeio de atividades de caráter permanente e continuado. O proponente declara, desde já, que serão destinados para fins culturais todo e qualquer bem ou material permanente a ser adquirido ou produzido com recursos de incentivo fiscal após a finalização do projeto. No momento da prestação de contas será apresentada documentação que comprove o direcionamento dos bens culturais.

Especificação técnica

Este projeto é totalmente gratuito e, segundo o Artigo 30 da IN01/23 as Contrapartidas Sociais não são obrigatórias. Catálogo As especificações técnicas do catálogo poderão sofrer alterações em virtude do conteúdo a ser impresso e/ou para atender às solicitações do curador e patrocinadores. Formato miolo fechado: 23 x 28 cm Formato miolo aberto: 46 x 28 cm Formato capa aberta 84 x 28 cm Total de páginas: 128 páginas Papel miolo: couchê matte 150 G Papel capa: couchê matte 350 G Impressão miolo: 04 X 04 cores Impressão capa: 04 X 00 cores Acabamento: lombada quadrada, cadernos costurados e colados, capa com orelhas de 18 cm cada, laminação fosca frente total, refile, shrink individual. Projeto Pedagógico – OficinasMaria Augusta Cabral de OliveiraI- Introdução A Educação, no sentido mais amplo, tem múltiplas e diversas dimensões abrangendo universo maior que a instituição escola. Para certos autores há que se diferenciar o que se identifica como educação formal, sistemática e organizada, proporcionada pela escola, da educação não-formal, também estruturada e organizada, mas que ocorre em âmbitos diversos do escolar. Desta forma museus, exposições e mostras têm sido vistos como uma relação complementar àquelas desenvolvidas nas escolas, estabelecendo formas de cooperação no processo de ensino e aprendizagem. Literaturas especializadas nas áreas da educação têm evidenciado a importância fundamental do processo não-formal para a sociedade como um todo e para docentes e educandos em particular, com possibilidades pedagógicas e interativas que completam, inclusive, lacunas deixadas pela educação formal. Estes espaços singulares de ensino, lúdicos e atraentes, onde os conhecimentos são “explicados” com metodologias diferentes, em tempo reduzido e de formas didáticas diversas, permitem a apropriação de conhecimentos de modo prazeroso, despertando afetividade, emoção, interação e reflexão.II- Justificativa Assim modelos de educação não-formal no qual se insere o projeto “O Legado de Martius e Spix: do século XIX a XXI” envolve a divulgação e a transmissão de conhecimentos em diversas áreas da cultura brasileira, incluindo as sociais, históricas, geográficas, artísticas, biológicas, e suas interrelações, permitindo uma visão relacional e multidisciplinar no tempo e espaço.II I- Público Alvo O projeto em pauta pretende atrair a atenção de diferentes segmentos da comunidade, em especial educadores e educandos de escolas públicas e privadas. É preciso apontar que estudiosos afirmam que ao visitar exposições, o professor, muitas vezes, não se sente preparado por não compreender a linguagem utilizada na concepção da mostra ou porque o exposto não faz parte do currículo escolar e nem dos conteúdos tratados em sala de aula, alegando dificuldades em integrá-los na sua prática pedagógica. Assim, além das visitas monitoradas, atividades especialmente estruturadas serão oferecidas aqueles visitantes. Aos educadores, palestras e formações com especialistas e aos estudantes, oficinas presenciais conduzidas por tutores capacitados.IV- Conteúdos (resumo)a) Oficinas ( estudantes de 6 a 12 anos) As oficinas desenvolverão atividades selecionadas, podendo envolver: observação e estudo sobre as características dos biomas apontados na exposição (biodiversidade, aromas, sons, grupos humanos, etc.); herborização; estudo de estruturas de plantas e animais; estudo e observação de objetos indígenas; leitura de imagens; etc.V- Objetivos Geraisa) Educador - reconhecer e identificar estratégias didático-pedagógicas que permitam desenvolver as noções e conceitos relativos à temática. - identificar e compreender sobre conceitos relacionados na temática.b) Educandos (nas oficinas) -observar, manipular, organizar, comunicar, registrar os diversos conceitos e noções trabalhadas nos temas biomas.VI- Material Didáticoa) Oficinas para alunos Para desenvolvimento das oficinas com alunos serão necessários os seguintes materiais: papel A 4; cartolinas; lápis de cor e preto; borrachas; tesoura; cópias xerográficas; lupas manuais; exemplares de folhas; penas; outros a definir .

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto possibilita o acesso à cultura aos portadores de necessidades especiais, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003 os idosos terão prioridade de acesso; Todo o projeto, desde a sua concepção, será preparada para ser totalmente acessível ao portador de necessidades especiais: Aos Portadores de Necessidades Especiais Sensoriais – Visuais (CONTEÚDO) - O projeto garantirá a inclusão das pessoas com deficiência visual em todas as atividades do projeto, por intermédio de capacitações de equipe de atendimento, audiodescrição de obras e vídeos e comunicação em Braille em folders e placas de policarbonato para sinalização e acessibilidade de ambiente. - Treinamento de todos os monitores para o relacionamento com o deficiente visual, garantindo segurança e autonomia para orientar os visitantes (o projeto buscará parceria de instituições especializadas no atendimento ao deficiente visual, como a Dorina Nowill em São Paulo); - Elaboração de áudio-descrição do conteúdo da exposição; - Visitas monitoradas específicas para o deficiente visual com experiência sensorial, em especial no espaço educativo; Aos Portadores de Necessidades Especiais - Físicas. - Treinamento de todos os monitores para o relacionamento com o deficiente físico, garantindo segurança e autonomia para orientar os visitantes; - A exposição será montada levando em consideração acessibilidade de cadeirantes em todo o percurso;

Democratização do acesso

O projeto adota como ação de democratização de acesso os seguintes incisos do art. 28 da IN 01/2023:“I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);” Todas as atividades são gratuitas – não existe nenhuma cobrança de ingressose“VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;” Exposição de Artes Prevê-se 108.000 visitantes em 72 dias de exposição (3 meses, com visitação de terça à domingo). A entrada na exposição é totalmente gratuita. Espetáculo Teatral Prevê-se 28.800 visitantes em 144 apresentações (2 por dia), entrada gratuita. Oficinas de Arte Educação Prevê-se 2 oficinas diárias com 20 crianças em cada, no 72 dias da exposição (144 oficinas atendendo a 2.880 crianças). Acesso totalmente gratuito, por ordem de chegada. Catálogo da ExposiçãoSerão impressos 1.000 catálogos da exposição - 100 unidades entregues aos patrocinadores (10%) - 100 unidades para divulgação (10%) - 800 unidades doados para bibliotecas publicas e instituições sem fins lucrativos (80%)Sitio de Internet Com o objetivo de aumentar a democratização e permanência do projeto será criado um site de internet para acesso ao acervo do Flora Brasiliensis no CRIA. Previsão de 1.000 acessos diários durante os 72 dias de exposição. Informamos que o acesso ao Museu Catavento é feito através da cobrança de ingressos no valor de R$15,00 (dez reais), para o público espontâneo (escolas tem entrada gratuita). Ressaltamos que a receita destes ingressos não será destinada ao proponente e corresponde ao acesso às exposições fixas do museu. O acesso a exposição “O Legado de Martius e Spix: do século XIX ao XXI”, objeto deste projeto, será totalmente gratuito.

Ficha técnica

Ficha Técnica Realização: OAK Educação e Cultura Curadoria: Vanderlei CanhosDireção Geral: Vera GomesDireção de Produção: João NoronhaCoordenação Educativa: Maria Augusta Cabral de OliveiraProjeto Expográfico: Carolina Souza SalesCoordenação Museológica: ExpomusConsultores: Expedição Austríaca: História e Conteúdo: Karen Lisboa e Willi Bolle Biodiversidade: Dora Canhos Gestão Ambiental: Evandro Mateus Moreto e Luciana Paulo Gomes Botânica: George Sheperd, Ingrid Koch e José Rubens Pirani Zoologia: Antonia Cecília Z. AmaralCoordenação Técnica: Sidnei de Souza Direção Artística e Dramaturgia: Kleber di LazzareDireção Musical: Eduardo BertonAtores: João Victor Alves, Carlos Sanmartin + 1 stand-in a definirAtrizes – Louise Helene Schlemm, Mariana Blanski + 1 stand-in a definirFigurinista: Rita Ivanoff OAK Educação & CulturaEmpresa Proponente A OAK Educação & Cultura é uma empresa privada criada em 1998. Tem como objetivo educar através da arte e produzir cultura transformando conhecimentos científicos em produtos e metodologias capazes de contribuir para a tarefa de educar pela ciência em prol da conservação e da preservação do meio ambiente. A empresa também se destaca por abordar problemas sociais através da arte e fazer dela um caminho para o aumento da consciência do público sobre a importância do cuidado com o meio ambiente. O proponente do projeto, a OAK Educação e Cultura, será remunerado pelas rubricas “Produção Executiva” e “Direção Geral”, através de serviços efetivamente realizados para o projeto. Currículo Resumido dos Principais Participantes Vanderlei CanhosFunção no Projeto: CuradoriaGraduado em Engenharia de Alimentos e Mestre em Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Doutor em Food Science and Technologypela Oregon State University (1980). É professor aposentado da UNICAMP e Diretor Presidente do Centro de Referência em Informação Ambiental-CRIA. Vera Lúcia Martins Gomes de SouzaFunção no Projeto: Direção GeralSocióloga responsável pela coordenação de projetos da OAK Educação e Cultura e assessora junto ao Grupo Roversi há 25 anos. É associada fundadora do Instituto Samuel Murgel Branco e membro do Conselho Deliberativo, atualmente exercendo o cargo de Vice-Presidente. Graduada do Curso de Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. João NoronhaFunção no Projeto: Direção de Produçãorodutor e Gestor Cultural especializado na elaboração de projetos culturais, aprovação nas leis de incentivo e captação de patrocínios.Especialista em Gestão Cultural pela ECA-USP.Produção do espetáculo teatral “O Fabuloso Mundo das Descobertas” em 2015, 2016 e 2017 por 11 cidades brasileiras, espetáculo ganhador do premio Jovem Brasileiro 2015 de melhor espetáculo teatral para jovens; elaboração, captação de recursos e produção do espetáculo teatral “Esse Mosquito vai dançar”, atendendo 21.000 crianças da baixada fluminense em 2016; elaboração de projeto, coordenação administrativa e captação de recursos para o espetáculo circense “Virada Mágica – Elos do Circo” em 2015; coordenação administrativa dos espetáculos “Sit Down Drama” – 2014, “Bela Adormecida – Opera Rock” – 2014, “Ludwig e Suas Irmãs” – 2014/2015; “Mantenha Fora do Alcance do Bebê” com Débora Falabella – 2016. Maria Augusta Cabral de OliveiraFunção no Projeto: Coordenação EducativaBacharel em Ciências Biológicas, Mestrado em Zoologia e Doutorado em Saúde Pública na área de Educação pela USP.Atuou como professora durante 25 anos na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Dora CanhosFunção no Projeto: Pesquisador ConteúdoFormada em Engenharia de Alimentos pela Unicamp (1977) e doutora em Política Científica e Tecnológica pelo Instituto de Geociências da Unicamp (2013), com cursos de especialização em administração de projetos e gestão do terceiro setor. Trabalha, desde 1985, com a estruturação de sistemas de informação on-line de acesso público sobre biodiversidade. É Diretora Associada do Centro de Referência em Informação Ambiental - CRIA. Willi BolleFunção no Projeto: Pesquisador HistóriaProfessor titular de Literatura na Universidade de São Paulo (aposentado). Suas pesquisas tratam sobre a modernidade no Brasil e na Alemanha, na intersecção da literatura com a história. É autor e organizador de vários livros, além de ser presidente do Conselho Cultural do Instituto Martius-Staden. Karen LisboaFunção no Projeto: Pesquisador HistóriaProfessora do Departamento de História da FFLCH da Universidade de São Paulo (USP). Foi professora colaboradora na Freie Universität Berlin (Universidade Livre de Berlim). Tem experiência na área de História do Brasil Independente (Império e Primeira República) e em Ensino de História. Pesquisa sobre literatura de viagem, transferências culturais e de saberes (sobretudo entre Alemanha e Brasil). Ela é membro do Conselho Cultural do Instituto Martius-Staden. Evandro Mateus MoretoFunção no Projeto: Consultor em Gestão AmbientalProfessor Associado da Universidade de São Paulo, com vínculo junto Escola de Artes, Ciências e Humanidades - EACH e ao Instituto de Energia e Ambiente - IEE. É coordenador do curso de Pós-graduação em Ciência Ambiental - PROCAM/IEE/USP e também atua junto aos cursos de Pós-graduação em Sustentabilidade e de Graduação em Gestão Ambiental da EACH/USP. Luciana Paulo GomesFunção no Projeto: Consultor em Gestão AmbientalLuciana Paulo Gomes é doutora em Engenharia Civil/Hidráulica e Saneamento pela Escola de Engenharia de São Carlos/Universidade de São Paulo. É professora titular da Universidade do Vale do Rio dos Sinos onde é Coordenadora do Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil e Coordenadora do Sistema de Gestão Ambiental e de Qualidade dos Laboratórios Tecnológicos. George SheperdFunção no Projeto: Consultor em BotânicaPhd em Ciências Biológicas, University of Edinburgh, Edinburgh, Escócia. Professor aposentado do Departamento de Botânica, Instituto de Biologia da UNICAMP. Ingrid KochFunção no Projeto: Consultor em BotânicaPossui graduação em Biologia pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp - Bauru), mestrado e doutorado em Biologia Vegetal pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Sidnei de SouzaFunção no Projeto: Coordenador TécnicoGraduado em Matemática de Sistemas pela Universidade Estadual de Campinas (1982). Atualmente é Diretor de Informática do Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA, onde é responsável pelo desenho, desenvolvimento e manutenção de vários sistemas de informação online. Kleber di Lázzare Função no Projeto: Direção ArtísticaEstudou a Arte Teatral na EAD – ESCOLA DE ARTE DRAMÁTICA (USP) entre 1994 e 1996; cursou Letras na Fundação Santo André entre 1997 e 1999; é formado em Jornalismo pela USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul, 2009. Como Arte Educador, destaca-se os 18 anos em que se encontra à frente dos Núcleos de Pesquisa Teatral da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul como Diretor Geral e Dramaturgo da Cia. Grite de Teatro, do Núcleo II e III de Pesquisa Teatral e das Oficinas anuais da Universidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.