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Apresentação musical de 45 minutos voltada ao canto lírico e a ópera da obra "Il Maestro di Cappella". Trata-se de um interlúdio cômico composto por Domenico Cimarosa, provavelmente entre 1786 e 1793, baseado em um libreto de produção desconhecida. A ópera é única no seu gênero, pois, ao contrário de todos os outros interlúdios do século XVIII, existe apenas um cantor (baixo - barítono) a serem realizadas pelo São Paulo Wind Ensemble com 32 músicos e cantor-solista.
Il Maestro di Cappella é um interlúdio cômico composto por Domenico Cimarosa, provavelmente entre 1786 e 1793, baseado em um libreto de produção desconhecida. A ópera é única porque, ao contrário de todos os outros interlúdios do século XVIII, há apenas um cantor (baixo-barítono). Esta composição é uma paródia do maestro di cappella (diretor de orquestra do século XVIII) e assemelha-se em tipologia àquelas obras que zombavam do ambiente teatral, às quais pertence também outra obra escrita por Cimarosa em 1786: O empresário em perigo. Um maestro pretende ensaiar uma ária em "ainda sublime" mas, quando a orquestra começa a tocar a peça, o efeito é catastrófico, visto que cada instrumentista entra na hora errada durante a execução. O maestro começa então a cantarolar a parte de cada instrumento um por um, de forma a fazer com que cada um entenda quando deve começar a tocar; no final, ele consegue que toda a orquestra execute a ária corretamente. O texto foi adaptado para se referir aos instrumentos da banda, tornando-se também uma peça útil e divertida para apresentar ao público os diversos instrumentos que a compõem.
Objetivo geral: Realizar 04 apresentações musicais com duração de 45 minutos voltadas ao canto lírico e a ópera, com uma orquestra de sopros formada por jovens músicos, cantore e narração do enredo durante os trechos orquestrais, para melhor compreensão do público, sendo 03 na cidade de São Paulo e 1 na cidade de Indaiatuba, totalizando um público total de no mínimo 1000 pessoas. Objetivos específicos: - Proporcionar aos jovens instrumentistas de sopros a vivência e participação de montagens operísticas.- Divulgar uma das manifestações artísticas mais completas para as pessoas não habituadas a frequentar os teatros de ópera.- Contribuir para a desconstrução da conexão entre o canto lírico e as classes mais abastadas. - Contribuir para a formação de platéias e devido a baixa minutagem da apresentação, o concerto torna-se didático porque apresenta de forma lúdica os instrumentos da banda, favorecendo desta forma a presença do público infanto juvenil.
Apesar de inserida tradicionalmente em muitos municípios brasileiros, as bandas de música estão relegadas em segundo plano nas grandes cidades, onde os alunos e instrumentistas de sopros não podem exercer suas práticas musicais e o pequeno número de orquestras sinfônicas também não podem absorvê-los onde predominam os instrumentos de cordas. O Wind Ensemble ou Conjunto de Sopros não é mais do que uma Banda Musical, formada pelas flautas, clarinetes, saxofones, trompetes, trombones, eufônio e tuba, acrescida dos instrumentos de madeira com palhetas duplas, como o oboé e o fagote, com a utilização das trompas, substituindo o saxhorn nos metais. Na percussão podem ser acrescidos os instrumentos de teclados como o Glokenspiel, xilofone, vibrafone e marimba e o contrabaixo acústico contribui na distribuição dos harmônicos. Como forma de suprir essa demanda, promovendo a ampliação das oportunidades aos instrumentistas de sopros, bem como divulgando a produção operística para um público não habituado às récitas e ao canto lírico, o projeto pretende iniciar uma série de óperas com esta formação direcionada não somente a esses espectadores, uma vez que esse estilo musical interessa a um público de qualquer idade. Por meio de renomados diretores cênicos e de forma a contribuir no combate dos preconceitos, infelizmente encontrados no meio musical, pretende-se dar oportunidade aos solistas da raça negra, PcDs, ou a qualquer outra forma aparente de preconceito. As apresentações serão realizadas entre 1º de junho de 2024 e 30 de dezembro de 2024, em municípios do estado de São Paulo. Além de divulgar o mundo da ópera, o projeto pretende contribuir para distanciar a ideia de que o canto lírico está ligado somente as pessoas de alto poder aquisitivo, pensamento bastante enraizado em nossa cultura e sociedade. O projeto contará com a colaboração de uma equipe de profissionais qualificados, tanto na área da direção cênica quanto em iluminação e maquiagem. Estima-se atingir um público de cerca de 1.000 pessoas, distribuídos durante as apresentações em diversos teatros. Dentro do Art. 1° o projeto contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Quanto aos objetivos do Art. 3º serão atendidos o fomento à produção cultural e artística, abrangendo a arte e espetáculos de artes cênicas e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Wind Ensemble é um grupo formado por instrumentos de sopro, constituído pelo naipe das madeiras, metais e percussão. O termo “conjunto de sopros” surgiu na década de 1950 e representava uma nova “banda de sopros”. Em virtude da comicidade da obra, a apresentação também atende o público infanto juvenil.
Especificações técnicas do produto. Seguem abaixo as informações da montagens do intermezzo operístico ópera com ambientação cênica realizadas pelo São Paulo Wind Ensemble e solista à ser convidado em teatros a serem agendados. Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL - ÓPERA: IL MAESTRO DI CAPPELLA. Trata-se de um intermezzo operístico em um ato de Domenico Cimarosa, provavelmente composto entre 1786 e 1793. O autor do libreto é desconhecido. Embora frequentemente traduzido em inglês como The Music Teacher, o termo italiano "maestro di cappella" é equivalente ao alemão "Kapellmeister" (maestro de um coro ou orquestra). Este divertido monodrama é dirigido a um cantor, um baixo-barítono, e retrata um pomposo maestro ensaiando uma orquestra, muitas vezes imitando o som dos instrumentos. O texto foi adaptado para se referir aos instrumentos da banda de concerto, tornando-se também uma peça útil e divertida para apresentar ao público os diversos instrumentos que a compõem. Estreia brasileira desta obra nesta versão. Direção musical e regência de Mônica Giardini. Cantor Solista - Israel Mascarenhas (Barítono-Baixo). Arranjador: Lorenzo Pusceddu. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: LIVRE - 40 minutos.
Quanto à acessibilidade física, todas as apresentações serão realizadas em locais/teatros com rampa de acesso, elevadores, banheiros adaptados, poltronas adaptadas para cadeirantes e/ou pessoas com mobilidade reduzida, poltronas para obesos e corrimão nos espaços de atividades. Para atendimento dos surdos, legendas e/ou libras nos concertos e récitas. Quanto aos deficientes visuais, serão atendidos pela inserção da audiodescrição nas atividades, bem como a realização de parcerias com instituições para facilitar o acesso de públicos com as mais diversas deficiências aos espetáculos.
Pretende-se democratizar o acesso por meio da não cobrança dos ingressos. Tratando-se de apresentações em forma de intermezzo de ópera em 1 ato, como é habitual, o ensaio geral será aberto ao público.
Spalla Produções Artísticas Ltda - Criada em fevereiro de 1998 tendo como objetivo a prestação de serviços de promoção e/ou produção de espetáculos musicais, tem realizado diversos eventos no Estado de São Paulo como nas Unidades do SESC, Centro Cultural Aúthos Págano, Câmara Municipal de Indaiatuba, Teatro Coliseu em Santos, Teatro TUCA e Memorial da América Latina, tanto de formações camerísticas quanto de orquestras com solistas. São Paulo Wind Ensemble - Criado em Setembro de 2000, trata-se de uma formação musical rara em nosso meio, uma banda sinfônica de câmara. Realizou diversos eventos, destacando-se as apresentações realizadas no Teatro Coliseu em Santos (2009) dentro do projeto Ouvir para Crescer, onde abordou as principais características do som: duração, intensidade, frequência e timbre. Em Outubro de 2017 no Sesc Belenzinho apresentou o espetáculo Cartoons em Concerto e recentemente, Maio de 2023, realizou dentro do Maio Musical em Indaiatuba-SP os espetáculos: O Pequeno Príncipe – Um Conto Musical e Pinóquio – História de Uma Marionete. Joel Lourenço - Produção - Clarinetista, estudou com Rafael Galhardo Caro na Escola Municipal de Música, master class com Henri Bok e Luís Eugênio Afonso na ECA-USP, participou dos Festivais de Música de Londrina de 1994 a 1998 e em Curitiba em 1995 e 1996. Foi integrante da Orquestra Sinfônica da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, Banda Sinfônica de Ribeirão Pires e Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Executou em primeira audição no Brasil, a obra para Requinta Solo e Banda Sinfônica: "Micky Maus Story" de Klaus Wüsthooff, no Teatro Sérgio Cardoso, sob regência de Mônica Giardini. Participou da gravação de um CD de obras brasileiras, como "Maracatu de Chico-Rei" de Francisco Mignone e o "Prelúdio das Bachianas 7" de Villa-Lobos, sob regência de Norton Morozoviski. Cursou Básico de Organização de Eventos no SENAC e Administração da Cultura na Fundação Getúlio Vargas. É produtor cultural desde 1999 e na Organização Social Santa Marcelina Cultura de Janeiro de 2009 até Dezembro de 2022. É Técnico em Regência, em Guia de Turismo e Comércio pelo Centro Paula Souza e Bacharel em Lazer e Turismo pela Escola de Artes e Humanidades da Universidade de São Paulo. Proprietário da Spalla Produções Artísticas Ltda. Mônica Giardini - Regencia - Doutora pela ECA-USP na área de Processos de Criação Musical com o título: “Processos composicionais de Edmundo Villani-Côrtes na sua sinfonia nº 1 para orquestra de sopros.” e Mestre em Musicologia pela ECA-USP sob o tema: “A Banda Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo: organização, trajetória e importância na formação de instrumentistas de sopro e percussão”; e também é Bacharel em Violão e Pedagogia Plena. Estudou regência orquestral e de banda com os maestros Osvaldo Lupi, Willian Nichols, Roberto Farias, Alceo Bocchino, Joaquim Paulo do Espírito Santo, Fábio Mechetti, Roberto Duarte, Aylton Escobar e Eleazar de Carvalho. Aperfeiçoou-se nos Festivais de Música de Curitiba, Campos do Jordão e no Festival da Bachakademie, em Sttutgart (1995) com os maestros Peter Gülke e Helmuth Rilling. Foi aluna e assistente do maestro Juan Serrano na Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo na qual foi Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Estudos Musicais desta orquestra em 1989. Atualmente é regente titular da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo desde 1992, atua como “clinician” do Projeto Sopro Novo Bandas da Yamaha do Brasil, em diversas cidades do país, tendo escrito e publicado o Caderno de Regência da coleção deste Projeto e é Curadora do Música na Biblioteca do Memorial da América Latina. Participa como regente dos Festivais: Música nas Montanhas em Poços de Caldas MG desde 2004 e do Festival Música das Américas em Belém do Pará no qual foi idealizadora e coordenadora artística desde 2013 em parceria com o maestro Marcelo Jardim. Dá cursos de capacitação para professores do projeto GURI no qual rege esporadicamente, e ministra para a FUNARTE cursos de Regência, Técnicas de Ensaio e Prática de Conjunto onde já passou por Campo Grande, Palmas – Tocantins; Ponta de Pedras – Pará; Ponta Grossa – Paraná e Sobral - Ceará. Nesta mesma linha já trabalhou nos projetos: Coreto Paulista; Pró Banda e BANDA LARGA - Programa de Atualização para Bandas de Música do Estado do Rio de Janeiro de 2009 a 2011nas cidades de Cabo Frio, Nilópolis, Três Rios, Cordeiro e Mangaratiba. Foi regente adjunta da Banda Sinfônica do Estado de 2012 a 2014 e assistente de direção artística da mesma de 2001 a fevereiro de 2003. Atuou como regente convidada na Orquestra Experimental de Repertório em 2011 tendo como solista no programa o pianista Eduardo Monteiro; na Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí em 2012, na Orquestra Filarmônica de Santo Amaro em 2013; na Banda Sinfônica de Barra Mansa em 2009; na Banda Jazz Sinfônica de Diadema 2003 e no Festival Internacional de Mulheres Compositoras realizado no SESC Ipiranga em 1995. Regeu e ministrou cursos de Prática de Banda Sinfônica e Regência em diversos Festivais dentre eles Festival de Londrina (2004, 2008 e 2010; ); 1º Festival de Música Corn Products Brasil em Mogi Guaçu (2004); Antonina (1998 e 2007). Participou como regente de diversas Conferências e Congressos de Bandas Sinfônicas tais como: III Congresso Ibero-Americano para Regentes, Compositores e Arranjadores de Bandas Sinfônicas em Córdoba – Argentina (2006); Conferência da WASBE 2005 na Cidade do Cabo – África do Sul e 1ª e 2ª Conferências Sul Americana em Tatuí (2002 e 2004). Realizou a direção musical e regência da Série TUCCA – Aprendiz de Maestro em 2013 e da opereta de Noel Rosa “A Noiva do Condutor” em 2001. Gravações realizadas frente a BSJESP: CD - Os mitos e lendas do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda de Rick Wakeman (2001) selos: Allegretto (Brasil) e Voiceprint (Inglaterra); DVD - Paulistana “Retratos de Uma Cidade” de Billy Blanco (2004); e o DVD “ O Som as Grandes Bandas” com a Swiss College Dixie Band (2009). Foi uma das Coordenadoras do I Encontro Latino-Americano para Compositores, Arranjadores e Regentes de Banda Sinfônica no Memorial da América Latina (2007) e Recebeu as premiações: Prêmio Excelência Mulher 2011 concedido pela CIESP, Prêmio Mulheres do Mercado (2004) da Secretaria Municipal de Cultura, o Troféu Mulher em Sol Maior IV (1999) concedido pela Casa de Cultura de Santo Amaro, e homenagens da Ordem dos Músicos do Brasil em 1998. Foi regente da Banda Marcial Municipal de Arujá - São Paulo, professora do Núcleo de Música do SENAC; lecionou Prática de Orquestra na Universidade Livre de Música e Artes Musicais na Universidade Mackenzie (1991). ISRAEL MASCARENHAS - Cantor solistaO Paulista Israel Mascarenhas, cantor dos Coros Sinfônico e de Câmara da Osesp, desde 2006, e monitor do naipe de baixos de 2007 a 2008, iniciou seus estudos musicais aos 11 anos, tendo aulas de órgão e disciplinas teóricas com o professor Walter Novaes. Começou a desenvolver sua técnica vocal em 1996 com Helena Starzynski, no Coralusp. No Rio de Janeiro teve aulas de regência com os maestros Israel Menezes e Jésus Figueiredo, e percepção musical em São Paulo com Aida Machado e Francisco Meira. Participou do Festival de Inverno de Campos do Jordão sob orientação do maestro Alberto Gral (Venezuela), e do Festival de Música nas Montanhas (MG) sob orientação da mezzo-soprano Regina Helena de Mesquita. Foi bolsista do Coral do Estado de São Paulo em 2005. No mesmo ano atuou como solista no oratório Messiah de G. F. Handel e no Réquiem de G. Fauré, sob a regência do maestro Jésus Figueiredo. Dedica-se intensamente a interpretação de música antiga, é cravista da Orquestra de Câmara Ópera XVIII, formada por instrumentos de época, tendo realizado primeiras audições brasileiras de várias obras, onde se destaca a primeira récita do Oratório Ester do compositor português Antonio Leal Moreira, concerto esse realizado a pedido do Consulado Geral de Portugal em São Paulo. Integra o grupo de câmara Américantiga onde atua como cantor e cravista, sob direção de Ricardo Bernardes. Integra também o grupo Audi Coelum onde teve importantes participações como solista, dentre as peças estão: Litanies de La Vierge e In Nativitatem Domini Canticum H.416 do compositor francês Marc-Antoine Charpentier, e do compositor alemão Reinhard Keiser Passion nach dem Evangelisten Markus, no papel de Jesus. Desde 2004 está sob orientação vocal do tenor Marcos Thadeu. Fatima de Almeida Leria - Produtora - Iniciou sua carreira profissional em 1991, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, como produtora de eventos atuando em diversas áreas, destacando-se, música, teatro, dança, vídeo, rádio, artes plásticas e fotografia. Permaneceu neste cargo até fevereiro de 1995 onde iniciou as atividades de design, produzindo cartazes e filipetas, trabalhando na divulgação dos eventos da Oficina Cultural Oswald de Andrade. No mesmo ano foi contratada como pela Universidade Livre de Música, atual EMESP Tom Jobim, para trabalhar na Secretaria Pedagógica onde foi assistente da coordenação pedagógica exercendo diversas atividades voltadas ao atendimento público, presencial e telefônico, preenchimento de planilhas e documentos, cadastramento de alunos, bem como assessoria à Coordenação Pedagógica, quanto à organização dos eventos, responsabilizando-se pela divulgação dos grupos artísticos, pedagógicos e demais atividades realizadas na Universidade Livre de Música. Em 1999 atuou principalmente como produtora da Universidade/Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, atual EMESP Tom Jobim, trabalhando diretamente com os grupos artísticos, onde foi responsável pela recepção dos solistas convidados, logística dos concertos, eventos nacionais e turnês internacionais, domínio de ferramentas auxiliando na produção executiva desde a contratação, realização e entrega de documentação pós concerto, tais como: desenvolvimento da relação entre produtores e músicos, banco de dados, arquivo, mapa de palco e luz, riders de som e de luz, visita técnica, cronograma e checklists. Em 2017 assumiu o cargo de Supervisora Artístico Junior, responsabilizando-se pelos editais dos Processos Seletivos, Concurso e Premiações dos Grupos Artísticos além de assessorar à Coordenação e Gestão do Setor Artístico, onde auxiliou na operação e execução de eventos, acompanhamento de projetos, organização de agenda geral de atividades e a supervisão da equipe de Analista Artísticos. Em 2019 foi convidada a assumir o Núcleo de Desenvolvimento de Carreira da Emesp Tom Jobim, um novo setor que visa capacitar jovens músicos para o mercado de trabalho. É responsável pela execução das atividades, cursos de capacitações, logística dos eventos e apresentações artísticas do Núcleo de Desenvolvimento de Carreiras (NDC), onde os alunos e alunas podem de forma pedagógica vivenciar as práticas correlatas à produção artística, desenvolver diferentes áreas de atuação no meio cultural e musical, participar de editais, bancas examinadoras, contratação de coach e buscar locais para futuras apresentações, objetivando inserir o aluno/aluna no mercado de trabalho. Lidar com as demandas que o mercado exige, a profissionalização e o empreendedorismo, é a síntese que o Núcleo de Desenvolvimento de Carreira propõe aos seus participantes.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.