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Monike Cristina - a história de uma bailarina negra brasileira que conquista os palcos do mundo. A proposta tem como finalidade a edição e publicação de livro sobre a história da bailarina negra brasileira, Monike Cristina de Souza e sua trajetória no ballet clássico nacional e internacional.
Monike Cristina, a história de uma bailarina negra brasileira que conquista os palcos do mundo A história da bailarina negra brasileira, Monike Cristina de Souza, natural de Piracicaba, interior do Estado de São Paulo, ganha repercussão internacional em sua trajetória de dedicação e amor à arte do ballet clássico. Desde os cinco anos de idade, quando sua mãe apresentou o universo desta arte cultuada pelo mundo, especialmente na Europa, a sua história mudaria para sempre. O livro se propõe a compilar relatos, registros fotográficos e jornalísticos que a bailarina conquistou em sua carreira, as dificuldades da carreira até chegar ao Ballet de Joanesburgo (África do Sul), passando pela pandemia do coronavírus, quando o mundo teve que reinventar-se perante esta doença – como grande desafio em manter disciplina técnica e rotina de ensaio individualmente. Por capítulos contando a trajetória de Monike ao logo de sua carreira que começa aos seis anos, quando sua mãe a levou para uma aula de dança, pensando que eu fosse escolher o sapateado. Mas, quando viu uma bailarina clássica se apresentando na ponta dos pés, ela disse de cara para minha mãe: “eu quero fazer aquilo”. E, desde então, o ballet clássico a escolheu. Assim, procurou trazer na ponta dos pés aquele sonho de menina, que hoje já me proporcionou pisar nos principais palcos do mundo. Capítulo 01 O despertar para o ballet clássico “Quando eu tinha seis anos, minha mãe me levou para uma aula de dança, pensando que eu fosse escolher o sapateado. Mas, quando vi uma bailarina clássica se apresentando, na ponta dos pés, disse de cara: mãe, eu quero fazer aquilo. Acredito que o ballet clássico me escolheu. Assim, procuro trazer na ponta dos pés aquele sonho de menina, que hoje já me proporcionou pisar nos principais palcos do mundo”. Capítulo 02 Festival de Brasília: o começo de tudo, o primeiro evento a dar uma diretriz sobre o rumo da sua dança. Capítulo 03 Primeira viagem internacional: Gran Prix de Nova York (Bolsa 100% no Alvin Aile) Capítulo 04 Roteiro e festivais: premiações, com troféus, medalhas, estatuetas e outras menções honrosas Capítulo 05 Memorial da América Latina Capítulo 06 Cuballet: destaque na interpretação dos Cisnes Negro e Branco: venceu o papel na disputa com as melhores bailarinas e, também ganhou matéria jornalística na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Capítulo 07 Apresentação em Santo André/SP: conquistas e reconhecimento público. Capítulo 08 Apresentação em festival em Guarulhos/SP: participação vencedora na conquista de premiações. Capítulo 09 Registro profissional: Rio de Janeiro, tendo como consequência o primeiro contrato profissional ao vencer o concurso público aberto na cidade de Campos dos Goytacazes, na Academia de Clélia Ballet, onde cumpriu contrato de um ano, antes de ser alçada ao Bolshoi do Brasil, em Santa Catarina. Capítulo 10 Bolshoi do Brasil: convite direto para fazer parte da Academia, por conta de um vídeo que caiu nas mãos de um diretor. Ele ficou encantado com o talento nato de sua arte, o que resultou em contrato de trabalho com direito a uma turnê internacional. Apresentou-se em diversos países do continente europeu, nos mais diferentes palcos culturais, especialmente na Rússia – espaço nobre da dança. Foi a primeira bailarina negra, brasileira e piracicabana a apresentar o Cisne Negro. Capítulo 11 Emirados Árabes: a primazia em se apresentar e conhecer um dos prédios mais icônicos do mundo. Capítulo 12 Rumo à África do Sul: Joanesburgo, onde atua há mais de quatro anos, em sucessivas contratações. Hoje figura como bailarina solista, em nobre atuação que muito engrandece o sonho do ex-líder mundial, Nelson Mandela, no seu ideário de formar um corpo de bailarinos negros naquele país. Sua chegada à cidade foi um divisor de água. Com enormes plateias, especialmente crianças de todas as raças, especialmente as meninas negras, que se espelhavam na nossa bailarina negra que, rompendo preconceitos e barreiras culturais, se impõem pela divulgação e profusão na nobre arte do balé clássico. Capítulo 13 Primeiras impressões do continente africano: contratação pela Joburg Ballet. Primeira apresentação. O que achou da cultura local. Comportamento do público. Dia de autógrafo (prática comum de um país de formação basicamente inglesa). Acolhimento familiar na primeira temporada. Condições atuais e perspectiva sobre o futuro do balé na África do Sul. Capítulo 14 Venceu o contrato inicial com a Joburg: razões que falaram mais alto para a sua permanência em terras africanas. Capítulo 15 Turnês pela África. Apresentações em outros países. Visão sobre os problemas crônicos do continente, como a fome e as nações em guerra. Capítulo 16 Ascensão na carreira: conquista de estar como bailarina Sênior. Expectativa, renovação contrato da segunda temporada, no Joanesburgo. Capítulo 17 Intercâmbios. Troca de experiência com outros bailarinos internacionais. Capítulo 18 Pandemia da Coronavírus: experiência das lives em diversas entrevistas pelo mundo, especialmente da vivência com o projeto de balé na Favela de Paraisópolis, em São Paulo. Capítulo 19 Vídeo sobre bailarinos negros: trabalho que rendeu projeção mundial com repercussão no Brasil em matéria especial na Globonews. Capítulo 20 Primeira live ao conceder uma entrevista: expectativa e fatos marcantes. Capítulo 21 Live na Pandemia. Experiência de ministrar aula e bate papo com o público de forma virtual. Capítulo 22 Grupo de brasileiros do Joburg Ballet. Desafios e expectativas para quem decide se aventurar numa carreira artística, especialmente na dança do balé fora do Brasil. Capítulo 23 Eventos que marcaram o mundo depois do caso Jorge Floyd, nos Estados Unidos, morto pela truculência da polícia. Suas impressões sobre a condição contemporânea do negro perante a humanidade e na diáspora africana. Capítulo 24 Homenagens e reconhecimento no decorrer da carreira, incluindo menções honrosas da Câmara Municipal de Piracicaba, premiações em festivais, condecorações por entidades de classe e outras formas de homenagens públicas. Capítulo 25 Principais papéis executados, dos balés de repertório aos principais personagens. Capítulo 26 A apresentação especial de Carmen: desafios enfrentados perante este repertório. Capítulo 27 Dom Quixote: a satisfação profissional na execução. Outras participações marcantes acompanhadas por uma ampla campanha publicitária, que não poupou outdoors e outras peças expostas em locais públicos. Capítulo 28 Reprodução de folders e peças publicitárias relevantes de cada companhia/apresentação e lugares onde se apresentou. Capítulo 29 Países/cidades referenciais pelo mundo à disposição de bailarinos interessados em fazer carreira: vivências e recomendações. Capítulo 30 Considerações finais, com destaque à sua formação escolar e razões porque resolveu interromper o curso de Educação Física, na Unimep, focando no aprendizado e na vivência do universo do balé.
OBJETIVO GERAL A proposta atende a finalidade do subitem VI, art. 2º, do decreto 10.755/2021, em fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, de forma que a edição e publicação do livro "Monike Cristina _ a história de uma bailarina negra brasileira que conquista os palcos do mundo" objetiva mostrar, engajar e valorizar a vivência da personagem, do início de sua carreira no interior do Estado de São Paulo _ jovem, negra e da periferia _ até o seu reconhecimento internacional como primeira bailarina do Joburg Ballet, na África do Sul, vislumbrando reflexões e atitudes de aceitação das diferenças desprendidas de convenções e pré-conceitos estruturais. OBJETIVO ESPECÍFICO • Publicizar a trajetória de vida de uma jovem bailarina negra _ edição e publicação de livro, com tiragem de trezentos (300) exemplares, sendo: a) Garantir a comercialização a preço popular de vinte (30) unidades - 10% do montante da tiragem, no valor de R$35,00 (trinta e cinco reais); b) E, distribuição gratuita, de 40% do montante da tiragem, sendo dez (10) unidades destinadas à divulgação, dez (10) unidades à patrocinador e cem (100) unidades à população (item A - contrapartida social). c) Comercialização de cem (150) exemplares _ 50% do montante da tiragem, ao valor de R$ 100,00 (cem reais); • Contrapartida social: a) Garantir a concessão gratuita de um terço (1/3) da tiragem do livro, sendo cem (100) unidades de interesse, bibliotecas públicas e universitárias, centros culturais e escolas e OSCIP de dança da região metropolitana de Piracicaba; b) Democratizar o acesso à produção cultural disponibilizando na internet, a partir do lançamento, a íntegra do livro em formato PDF com tradução em dois idiomas: inglês e francês em plataforma virtual da bailarina Monike Cristina e do proponente; c) Realizar oficina de 40h / aula cada, com objetivo em desenvolver aspectos motores, cognitivos e afetivo-sociais por meio da dança _ ballet clássico, para duas turmas de adolescentes de 12 a 15 anos inscritos no Centrode Referência que apresentem características de vulnerabilidade social, com fornecimento de certificado, com coordenação da Me Camila Puppa
Os Mecanismos de Incentivo a Projetos Culturais, sendo uma das principais ferramentas de fomento à cultura, são imprescindíveis para formalizar parcerias na iniciativa privada e proporcionar democratização da cultura. Sendo assim, solicitamos apoio ao Projeto "Monike Cristina _ a história de uma bailarina negra brasileira que conquista os palcos do mundo", considerando: Art. 1º Lei 8313/91, o projeto atende a finalidade em captar e canalizar recursos, de modo à I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E, para cumprimento das finalidades expressas acima, segundo art. 3°, o projeto cultural, em cujo favor será captado e canalizado os recursos do Pronac, atende o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes com a edição e publicação do livro "Monike Cristina _ a história de uma bailarina negra brasileira que conquista os palcos do mundo". A presente proposta, se justifica por empreender esforço, alicerçada na emocionante e rica história de vida, da bailarina Monike Cristina _ jovem, negra e da periferia da cidade de Piracicaba, localizada no interior do Estado de São Paulo, visa enfocar, além de sua história de conquistas e superação, quebrar paradigmas e diminuir barreiras estruturais existentes em torno da arte do ballet, principalmente, o ballet clássico, compreendido ainda na contemporaneidade como uma arte elitista. Diante desses aspectos, a produção desse livro contribuirá de forma significativa com o processo de formação cidadã, promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Mas fundamentalmente, seu valor cultural firma-se por tornar-se um importante registro sociocultural próprio da população negra, pobre e excluída da sociedade brasileira.
Relevância: A proposta tem como finalidade a edição e publicação de livro com relato, registros fotográficos e jornalísticos da bailarina Monike Cristina e tem como objetivo mostrar, engajar e valorizar a vivência da personagem (jovem, negra, da periferia), do início de sua carreira até o reconhecimento internacional, e tem como enfoque principal o fomento ao ensino, à cultura, à arte, à promoção de reflexões por meio de registros apurados, especificamente na dança do ballet clássico, provocando pensamentos e atitudes desprendidos de convenções e pré-conceitos e, sobretudo, trazer para o contexto a aceitação das diferenças e (re)conhecimento. A personagem - MONIKE CRISTINA DE SOUZA, 1991. Bailarina negra, do interior do Estado de São Paulo Monike Cristina de Souza nasceu em 17/03/1991, em Piracicaba, interior de São Paulo. Aos seis anos, começa a dançar em Academias e Escolas de Dança piracicabanas e, com a idade de 14 anos, na cidade de São Paulo, ingressa no repertório de estudo do balé clássico. De 2008 a 2012, sob a direção de Maitre Camilla Pupa, pela Cedan – Companhia Estável de Dança, dá início à profissionalização. Nessa fase, participa de festivais internacionais como Festival de Berlim Tanzolymp, com variação Kitri primeiro ato (Alemanha); Festival Americano da Juventude Grand Prix (EUA), onde ganhou uma bolsa integral para a escola Alvin Ailey American Dance Theater. Na capital brasileira, recebe medalha de Prata na competição do Seminário Internacional de Dança de Brasília; Em São Paulo, no Festival Passo de Arte no competitivo seletivo, recebe medalha de Ouro e prêmio de Bailarina Revelação. Em São José dos Campos, no Festival de Dança Dance Fest, recebe medalha de Ouro com mudança de TalismÄ?. No litoral Dance Festival, na cidade de Caraguatatuba, repertório variando de bailarina ganha 1o lugar e prêmio Revelação. Participa em 2012, do Cuballet, como dançarina principal com a direção de Laura Alonso, no ballet o Lago dos Cisnes. Convidada para a celebração de abertura de 20 anos do Festival Cedan, dirigido pela maitre Camilla Pupa como solista do repertório cubano Majissimo. E como solista também, do Dia de Gala dos Profissionais de Dança em São Paulo, convidada pela presidente da Associação de Dança de São Paulo, Maria Pia. Em 2009, fez parte da Companhia de Bailado dos Goytacazes (CESDA), Rio de Janeiro, sob a direção de Clelia Serrano. Participou da Cia. Jovem do Bolshoi Joinville (SC - Brasil) sob a direção de artística Pavel Kazarian. Desde março/2022, Monike é a primeira bailarina do Joburg Ballet, em Johanesburgo, África do Sul. Há outro ponto relevante que também será apresentado na publicação, além do registro técnico e documental, relatos de profissionais e familiares envolvendo toda a trajetória profissional nacional e internacional da Monike, trata-se da questão sociocultural envolvendo três pilares – condição de raça, econômica e social, como forma de dirimir pré-conceitos e estigmas causados pelo racismo estrutural tão presente em nossa sociedade moderna, sobretudo no campo das artes – principalmente segmento dança/ballet clássico –, onde se torna muito restrito o acesso da população negra, dos menos abastados financeiramente, além da questão geográfica, especificamente, pela localização no interior do Estado de São Paulo como início da carreira da bailarina – distante da capital paulista. Pretendemos demonstrar que, por trás de tantos ajustes e adequações experienciados pela Monike Cristina, há muitas conquistas e lutas por equidade de gênero, cor e classe social. Desta forma, o livro contará a vivência da personagem com um enfoque de fomento ao ensino, à cultura, à arte, à promoção de reflexões por meio de registros apurados, provocando pensamentos e atitudes desprendidos de convenções e pré-conceitos e, sobretudo, trazendo para o contexto de mundo do público, aceitação das diferenças e conhecimento. Recorte socioeconômico cultural - VISIBILIDADE DE BAILARINAS NEGRAS Ballet, balé ou balê deriva do italiano "ballare" que significa bailar. Estilo de dança com origem nas cortes da Itália renascentista (Séc. XV), que mais tarde se desenvolveu na França e Inglaterra. O ballet clássico remonta às apresentações de um estilo teatral conhecido como pantomima (arte de narrar com o corpo), no qual os atores só se expressavam através da sua fisionomia e movimentos corporais, geralmente acompanhados ao som de música clássica, princípio esse que se mantém. O ballet remonta a um nível de formação e apresentação muito marcado pelo rigor exigido e pelo vocabulário corporal próprio. De difícil domínio, requer prática, dedicação e persistência. A sua formação é obtida em escolas e academias, com professores e instalações próprias. Possui várias técnicas como a mímica e a atuação, coreografadas por profissionais e artistas da área, nomeadamente acompanhadas por "arranjos" musicais normalmente orquestras e ocasionalmente vocais. Atualmente existem várias outras modalidades de ballet, entre o expressionista, neoclássico. Pelo acesso cultural e social, até uma época recente, o ballet está diretamente ligado a sociedade “aristocrática”, enquanto exercício e marca registrada da elite. As muralhas estéticas definiam o território fechado de uma certa forma elegante de arte, constituída em privilégio das classes sociais favorecidas, que foram também as classes sociais dominantes. (PORCHER, 1982, p.13). Assim, o racismo no ballet clássico remonta também ao preconceito sistêmico e ao estereótipo racial que tem sido comum no mundo do ballet clássico desde suas origens – explicitado na ausência de bailarinas negras nos altos postos das grandes companhias de dança. Esta falta, nada mais é do que a afirmativa prática do sistema. Exemplos como: * Janet Collins - primeira bailarina negra a dançar no The Metropolitan Opera, em Nova York, mas antes havia passado na audição para o Ballet Russe de Monte Carlo. Optou por não integrar a companhia porque teria de pintar a pele de branco para se apresentar. * Raven Wilkinson - uma das primeiras bailarinas negras dos Estados Unidos a integrar a companhia Ballet Russe de Montecarlo. Acabou abandonando a carreira por causa dos constantes ataques que os bailarinos sofriam por causa de sua presença. Ela contou sua história no documentário “Ballets Russes”, de 2005. * Misty Copeland – solista do American Ballet Theatre. Além de grande artista, trabalha ativamente pelo espaço das bailarinas negras na dança profissional e é responsável pelo empoderamento de milhares de meninas. * Céline Gittens – solista do Birmingham Royal Ballet. Em 2012, ela e Tyrone Singleton foram os primeiros bailarinos negros a dançarem juntos na Inglaterra os papéis principais de “O lago dos cisnes”. Esse repertório existe há quase 150 anos. Agora, façam as contas de quanto tempo demorou para isso acontecer. * Precious Adams estudou no The Bolshoi Ballet Academy, na Rússia, e ouviu de um professor para deixar a sala por ser negra. Também disseram para ela lavar a pele, para a cor sair. Em uma daquelas belas surpresas da vida, foi uma das vencedoras do Prix de Lausanne, ficou em segundo lugar, conseguiu uma bolsa de estudos e hoje faz parte do corpo de baile do English National Ballet. Talvez esse tenha sido um dos maiores avanços no mundo do ballet em relação ao racismo. No Brasil, nossa referência é a bailarina Mercedes Baptista que consolidou a identidade da dança afro-brasileira. Foi primeira bailarina negra a integrar o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1948. Personagem fundamental na luta antirracista empreendida através da valorização da arte e da cultura negra brasileira. Mesmo com todos os nãos, estas são algumas bailarinas que ultrapassaram essa barreira e fizeram história.
Serão impressos trezentos (300) exemplares, com 216 páginas, com relatos da bailarina, registros fotográficos e jornalísticos da trajetória de sua carreira. Com a seguinte especificação: Quantidade: 300 - CAPA DURA - BIOGRAFIA MONIQUE Papelão: 493x211mm, sem impressão em Papelão Cinza Nº 20. Capa: 527x245mm, 4x0 cores, Padrão Escala em Couche Brilho 150g. Saída em CTP. Guarda: 4 folhas, 235x205mm, sem impressão em Off-Set 150g. Miolo: 216 págs, 235x205mm, 4 cores, Padrão Escala em Couche Fosco Design 150g. Saída em CTP. Lombada:18mm, Prova Contratual GMGColorProof, Prova Digital, Laminação Bopp Fosca=1 Frente (Capa), Verniz U.V. Reserva=1 Frente (Capa), Dobrado (Guarda), Dobrado (Miolo), Intercalado (Miolo), Costura (Miolo), Refile Trilateral, Capa Dura.
A proposta atenderá obrigatoriamente a acessibilidade, conforme ações que envolvam participação de público de modo presencial, em espaços de fácil acesso e com acessibilidade universal, seguindo as normas da Lei Brasileira de Inclusão – rampas de acesso, vagas de estacionamento sinalizadas, barras de segurança, elevadores, piso podotátil, escadas acessíveis, linha braile, banheiros acessíveis), assim elencados: a) Publicizar a trajetória de vida de uma jovem bailarina negra – edição e publicação de livro Física: o lançamento da obra ocorrerá obrigatoriamente em espaço público de fácil acesso e com acessibilidade universal, seguindo as normas da Lei Brasileira de Inclusão (rampas de acesso, vagas de estacionamento sinalizadas, barras de segurança, elevadores, piso podotátil, escadas acessíveis, linha braile, banheiros acessíveis, etc.). Conteúdo: será traduzido para outros dois idiomas: inglês e francês e disponibilizado na internet; * Item da planilha orçamentária: Tradutor b) Realizar oficina de 40h / aula cada, para duas turmas de adolescentes de 12 a 15 anos inscritos no Centrode Referência que apresentam características de vulnerabilidade social com objetivo em desenvolver aspectos motores, cognitivos e afetivo-sociais por meio da dança – ballet clássico, com fornecimento de certificado, com coordenação da Me Camila Puppa Física: a oficina será realizada em espaço público da Secretaria Municipal de Assitência e Desenvolvimento Social de Piracicaba, aberto para a comunidade, com estruturas próprias para dança, de fácil acesso e com acessibilidade universal, seguindo as normas da Lei Brasileira de Inclusão – rampas de acesso, vagas de estacionamento sinalizadas, barras de segurança, elevadores, piso podotátil, escadas acessíveis, linha braile, banheiros acessíveis). Conteúdo: O método aplicado trabalhará o potencial do indivíduo, aumentando ascapacidades perceptivas, sensível e cognitiva do adolescente, com intuito delevar o adolescente a sentir, agir e refletir, reforçando os pilares básicos daeducação * Item da planilha orçamentária: Interprete de Libras; professora dança; coordenação técnica
Quanto a democratização de acesso, seguindo o Art. 23, IN 01/2022, a proposta assegura: a. Distribuição gratuitamente 100 (cem) unidades da tiragem para população de interesse, bibliotecas, centros culturais e escolas e OSCIPs de dança da região metropolitana de Piracicaba; b. Comercialização a preço popular de trinta (30) unidades - no valor de R$35,00 (trinta e cinco reais); c. Cem e cinquenta (150) exemplares – ao valor de R$ 100,00 (cem reais); d. E, distribuição gratuita, dez (10) unidades destinadas à divulgação, dez (10) unidades à patrocinador e cem (100) unidades à população (item a). e. Será traduzido em dois idiomas: inglês e francês; f. Para contribuir com a democratização de acesso cultural, serão realizadas gratuitamente, com coordenação da Me Camilla Puppa, oficina cultural - dança, com 40 horas/aula, para duas turmas, com 15 alunos cada, para adoslecentes de 12 a 15 anos, inscritos no Centro de Referência que apresentam características de vulnerabilidade social com triagem da Secretaria Municipal da Assistência e Desenvolvimento Social de Piracicaba;
Proponente: A Engenho Cultural é uma empresa que oferece soluções para gestores do setor público e da iniciativa privada, por meio de assessoria e consultoria nas áreas de museu, patrimônio e cultura. Atua no mercado desde 2016, é composta por equipe interdisciplinar, comprometida e criativa atua na elaboração e execução de projetos, tais como: Plano Museológico / Expografia e Museografia / Documentação Museológica / Organização e Planejamento de Reserva Técnica / Gestão de Museus, Centros Culturais e Espaços de Memória / Pesquisa Histórica / Organização de Centros de Documentação e Arquivos Históricos / Mapeamento Cultural / Inventário Participativo / Registro de Patrimônio Material e Imaterial / Conservação Preventiva de Bens Culturais e Gerenciamento de Projetos Culturais e Turísticos. A Engenho Cultural encontra-se devidamente registrada no Conselho Regional de Museologia - 4ª Região - PJ010 - Categoria E. Portfolio – site: www.engenhocultural.com Biografada: Monike Cristina - bailarina há vinte e cinco anos - profissionalmente, dezessete anos. De 2008 a 2012, sob a direção de Maitre Camilla Pupa, pela Cedan – Companhia Estável de Dança, dá início à profissionalização. Participou de festivais internacionais como Festival de Berlim Tanzolymp, com variação Kitri primeiro ato (Alemanha); Festival Americano da Juventude Grand Prix (EUA), onde ganhou uma bolsa integral para a escola Alvin Ailey American Dance Theater. Na capital brasileira, recebe medalha de Prata na competição do Seminário Internacional de Dança de Brasília; em São Paulo, no Festival Passo de Arte no competitivo seletivo, recebe medalha de Ouro e prêmio de Bailarina Revelação. Em São José dos Campos, no Festival de Dança Dance Fest, recebe medalha de Ouro com a mudança de TalismÄ?. No litoral Dance Festival, na cidade de Caraguatatuba, repertório variando de bailarina ganha 1º lugar e prêmio Revelação. Em 2012, participa do Cuballet, como dançarina principal com a direção de Laura Alonso, no ballet O Lago dos Cisnes; convidada para a celebração de abertura de 20 anos do Festival Cedan, dirigido pela maître Camilla Pupa como solista do repertório cubano Majíssimo. E como solista também, do Dia de Gala dos Profissionais de Dança em São Paulo, convidada pela presidente da Associação de Dança de São Paulo, Maria Pia. Em 2009, fez parte da Companhia de Bailado dos Goytacazes (CESDA), Rio de Janeiro, sob a direção de Clélia Serrano. Participou da Cia. Jovem do Bolshoi Joinville (SC - Brasil) sob a direção de artística Pavel Kazarian. E, desde março/2022, Monike é a primeira bailarina do Joburg Ballet, em Johanesburgo, África do Sul. Miromar Aparecido Rosa – Coordenação editorial - Jornalista formado pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep). Trabalhou nos principais jornais de Piracicaba: O Diário, Jornal de Piracicaba e A Tribuna Piracicabana. Foi assessor de imprensa de sindicatos, também em Piracicaba, como Sindicato dos Metalúrgicos, Sindicato dos Papeleiros, Sindicato da Saúde e outros. Já escreveu dois livros: Jornais Centenários, em que conta a história do jornal A Comarca de Mogi Mirim (SP). Este foi o resultado do curso de pós-graduação na Unimep. Com Barjas Negri, ex-prefeito de Piracicaba, o livro Desenvolvimento e Sustentabilidade – Alguns bons exemplos de Piracicaba. Por 16 anos trabalhou na Prefeitura de Piracicaba, como presidente da Educativa FM (8 anos), diretor do Centro de Comunicação Social (4 anos) e Chefe de Gabinete (4 anos). Atualmente, tem o portal de notícias Conexão Piracicaba. Camila Puppa - Consultora técnica - Bailarina, professora, coreógrafa e maître de ballet clássico, iniciou seus estudos com Aracy Evans e diplomou-se em 1976 pela Escola Municipal de Bailados de São Paulo, sob direção de Marília Franco, integrando o Corpo de Baile da E.M.B. de São Paulo onde atuou como solista pelo período de 2 anos. Em sua formação em técnica clássica constam nomes como Maria Helena Ansaldi, Maria Helena Teixeira, Marília Franco, Josey Leão e Gil Sabóia. Em sua formação de repertório clássico nomes como Ady Addor e Helena Pánková, se destacam. Certificou-se em metodologia pelo Centro Pro-Danza de Cuba, sob direção de Laura Alonso. Em Jazz, Moderno e Contemporâneo, constam Joyce Kerman e Rose Calheiros (SP); workshops com Marly Tavares e Carlota Portela (RJ), Sheron Romeiko, Bill Hasting, Roberta Mathis, Fred Benjamin, Doug Caldwell, Redha Benteifour e Lori Belilove (NY/USA). Habilitou-se como artista, bailarina e maître de ballet pelo Sindicato dos Profissionais da Dança do Rio de Janeiro e pelo SINDDANÇA de São Paulo com n° de DRT 003178/91, e desde então se dedica na preparação de bailarinos e professores para o mercado de trabalho. Como diretora e ensaiadora da Cia. Ilusão & Vida, acumulou mais de 425 apresentações em espetáculos e festivais por todo o país, ressaltando a montagem do segundo ato do ballet Giselle, patrocinado pela rádio e televisão Bandeirantes e mais de 350 prêmios adquiridos em festivais. Entre os quais: a apresentação por dois anos consecutivos da bailarina revelação do festival de dança de Joinville, considerado o maior festival de dança da América Latina e o de melhor maitre ensaiadora do ano de 1990, atribuído pelo CBDD (Conselho Brasileiro da Dança), órgão vinculado ao CIDD (Conseil International de La Dance), por anos consecutivos apresenta bailarinas que são a revelação e maior nota do festival organizado pelo SINDDANÇA, o ENDA - Encontro Nacional de Dança ,e no Congresso Internacional de Dança de Brasília sob sua direção, diversas bailarinas conquistaram medalhas de ouro, prata, bronze e diversas bolsas de estudos nas mais importantes escolas e companhias da Europa. No âmbito internacional, em 1990, por indicação de Tatiana Leskova e incentivo cultural do Consulado Geral da França, preparou uma de suas bailarinas revelação a representar o Brasil no IV Festival de dança de Paris. Em 1991, participou do I Cuballet em Buenos Aires, curso ministrado pelo Centro Pro Danza de Cuba, com direção de Laura Alonso e Alicia Alonso. Neste mesmo ano, por convite de Masako Ohya, preparou quatro bailarinos para participarem do Masako Ohya World Ballet Competition in Osaka, no Japão, onde uma de suas bailarinas obteve classificação entre os 10 primeiros bailarinos do mundo, título até então inédito a brasileiros. Em 2005, foi para Munique na Alemanha para conhecer a escola Heinz-Bosl-Stiftung através de sua diretora Konstanze Vernon no intuito de estreitar relacionamento para possíveis intercâmbio de alunos. Aproveitando sua estada em Munique, assistiu a estréia de sua ex-aluna como solista principal no balé La Bayadère fazendo o papel de Nikiya e de seu ex-aluno Denis Piza. Ainda em Munique, participou de aulas técnicas com uma das principais bailarinas do século passado, Yelena Pankova. Em 2007, através de convite da Presidenta do Sindicato dos Profissionais da Dança do estado de São Paulo e do cantor Agnaldo Rayol, participou do quadro Pistolão no Programa do Faustão, como Diretora Artística do Cia. Estável do Elenco Promo dança, obtendo o prêmio máximo atribuído pelo programa. Em julho de 2008, assumiu o posto de diretora artística da Cedan (Companhia Estável de Dança de Piracicaba). Em 2009, assume a Direção Artística e curadoria da Semana da Dança de Piracicaba e também a Direção da Grande Gala de Dança Piracicabana com a presença da bailarina Ana Botafogo e solistas do ballet do Teatro do Rio de Janeiro. Em 2010, assume novamente a Direção Artística e curadoria da Semana da Dança de Piracicaba, bem como, a Direção Artística do 1º Festival de Dança de Piracicaba – PIRADANÇA. Ainda em 2010, foi indicada por Maria Pia Finoccio para assumir cargo de diretora do SINDDANÇA – Sindicato dos Profissionais da Dança do estado de São Paulo. Atualmente é Diretora do Sinddança, Diretora Artística da Cedan (Companhia Estável de Dança de Piracicaba) e a do EDAP (Espaço de Danças e Artes Paulista e Ilusão & Vida Camilla Ballet ME).
PROJETO ARQUIVADO.