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Um evento multicultural que pretende resgatar as raízes do mais puro forró do Nordeste, executado de forma instrumental com o triângulo, a zabumba e a sanfona. O forró tradicional, a gastronomia típica, a decoração peculiar e os demais ícones da popular festa junina nordestina, serão oferecidos à população local e aos turistas de todo o Brasil, que costumam visitar as cidades do Nordeste brasileiro por ocasião das festas juninas. Apresentações de dança e músicas populares, em rítimo de forró, serão executadas para que possam estimular os jovens e adultos a ter acesso as origens do forró, que hoje é executado de uma forma diferente e sem levar em consideração a essência da arte, que retrata parte da vida e das obras do homem do Nordeste.
Durante a execução do Projeto e após aprovação do mesmo, iremos contratar grupos e artistas populares para compor a programação composta de música e dança, conforme abaixo descrito: 1. Beto Hortis: Natural de Recife é um arranjador e acordeonista brasileiro. Aos 12 anos iniciou sua carreira musical, influenciado pelo seu avô Vitor, que tocava sanfona de 8 baixos e acordeon. Já adulto, tocou acordeon para Jorge de Altinho e Alcymar Monteiro. Participou como instrumentista e arranjador em gravações de diversos músicos de forró, tais como Paulinho Leite, Nádia Maia e Xico Bizerra, entre outros. Ganhou o primeiro lugar no Festival Cearense de Sanfoneiros, em 2007. Em 2013, venceu o I Festival do Frevo da Humanidade, em Recife, na categoria "Frevo de Rua", com a canção "Que Saudade Seu Domingos (Homenagem a Dominguinhos)". 2. Mestre Galo Preto: Tomaz Aquino Leão, conhecido como Mestre Galo Preto, nasceu em 08 de outubro de 1935, no hoje reconhecido Quilombo de Rainha Izabel, na cidade de Bom Conselho de Papacaças, Agreste Meridional do Estado. Aos oito anos fez a sua primeira embolada e ainda na infância, no período que viveu em Garanhuns, ganhou o apelido Galo Preto (pois era brabo feito um galo). Em 1947, chega ao Recife para trabalhar e passa a vender batatas nas ruas e portas das casas, fazendo improvisos com seu estilo irreverente e perspicaz. Certo dia seus pregões impressionaram o poeta e escritor Ascenso Ferreira, que indicou o garoto à Rádio Clube de Pernambuco, dando início a sua carreira artística como cantador, repentista, coquista e embolador. Um dos momentos significativos da sua trajetória foi a grande visibilidade nacional ao longo da década de 1970, quando esteve presente em programas da televisão nacional. Foi parceiro de personalidades da música popular brasileira, como Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Arlindo dos Oito Baixos e Jacinto Silva. Depois de 11 anos longe dos palcos, Galo Preto retorna as atividades em 2008, no terceiro aniversário do programa Sopa de Auditório, continuando os cerca de setenta anos de carreira. A vida e a obra de Galo Preto foram retratadas no documentário Galo Preto, o menestrel do coco. Em 2007, participou do documentário Coquistas de Olinda contra a violência e em 2008, foi lançado o CD “Mestre que é bom mestre ensina o seu cantar…”, em comemoração aos seus 65 anos de carreira. Atualmente, reside na cidade de Paulista e com seu pandeiro continua difundindo a poética e melodia do coco e da embolada. Em dezembro de 2011, o Mestre Galo Preto recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco. 3. Família Salustiano e a Rabeca Encantada: Um espetáculo apresentado pelos filhos e netos do Mestre Salustiano, um artista visionário que representa o que de mais genuíno existe na cultura nordestina. O grupo é formado por 20 pessoas, entre músicos e bailarinos, que reúne na apresentação maracatu, caboclinho, frevo, coco e cavalo marinho. O roteiro segue o que era feito na época em que os artistas ainda eram liderados pelo Mestre Salu. O figurino e os instrumentos musicais da família Salustiano são confeccionados em casa mesmo, de forma artesanal. 4. Joaquinha Gonzaga: João Januário Maciel, nascido em 01 de abril de 1952, no Rio de Janeiro, filho de Raimunda Januário (Dona Muniz, segunda irmã de Luiz Gonzaga) e João Francisco Maciel. No final da década de 1940, o “Rei do Baião” LUIZ GONZAGA formou o primeiro núcleo Nordestino no Sul do país trazendo sua família composta pelo seu pai Januário, sua mãe Santana, suas irmãs Muniz, Geni, Socorro e Chiquinha Gonzaga e seus irmãos Aluízio, Zé Gonzaga e Severino Gonzaga. Se instalaram em um Sítio em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias-RJ, mais conhecido como Sítio dos Gonzagas, onde eram realizadas grandes festas como casamentos, batizados, aniversários, novenas, etc., sempre com muitos convidados, músicas, comidas típicas nordestinas e a presença de grandes artistas famosos como Maria Inês, Abdias, Trio Nordestino, Dominguinhos entre outros. Foi neste meio que nasceu e cresceu JOQUINHA GONZAGA, nome artístico dado por seu tio Gonzagão, que o presenteou com uma sanfona de oito baixos (pé de Bode) quando ele tinha apenas 12 anos. Após dois anos, reconhecendo o talento do seu sobrinho, Gonzagão trocou os oito baixos por um Acordeon. JOQUINHA começou sua escola tocando em festas e forrós no Rio de Janeiro e, posteriormente, viajando por todo o Nordeste acompanhando o REI DO BAIÃO como músico (sanfoneiro). 5. Cascabulho: Um grupo recifense de Manguebeat, que funde ritmos tradicionais, tais como o coco, o baião e o maracatu. O grupo existe desde 1995, e é um nome conhecido do gênero manguebeat, sendo indicado ao Grammy Latino pelo disco "É Caco de Vidro Puro". O grupo surgiu com um trabalho que girava em torno do mito de Jackson do Pandeiro, sem, no entanto, prender-se a ele e deixar de aflorar a personalidade singular "cascabulhesca". Formado, inicialmente, por Silvério Pessoa (percussão e voz), Jorge Martins (percussão e vocal), Marcos Lopes (percussão, guitarra e vocal), Wilson Farias (percussão, bateria e vocal), Kléber Magrão (percussão, teclado e vocal) e Lito Viana (baixo, cavaquinho e vocal), o Cascabulho foi a revelação do Abril Pro Rock em 1997, participou do Free Jazz Festival deste mesmo ano e, ainda sem ter gravado um CD, viajaram para a Europa e Canadá.[1] Em 1998 lançaram, ainda com a primeira formação, o CD Fome Dá Dor de Cabeça. Com esse disco, ganharam o Prêmio Sharp de Melhor Álbum Regional e Melhor Canção Regional, com a música Quando Sonhei que era Santo.[1] No ano 2000, Silvério Pessoa deixa a banda, buscando uma carreira solo, pondo em dúvida a continuidade do grupo. Mas, o grupo seguiu com uma nova formação. O CD Fome Dá Dor de Cabeça foi lançado em 2000 na Europa, pelo selo Piranha Records, e no Japão, pela Nikita Records.[1] Com Kléber Magrão na voz, Marcos Lopes na guitarra e viola e Jorge Martins na percussão - estes remanescentes da formação original, junto com Alexandre Ferreira (voz, baixo, flauta, sax alto e pífanos), Emanuel Santana (voz, flauta e pífano) e Guga Santos (percussão), foi gravado o segundo CD, É Caco de Vidro Puro. O segundo CD mantém a fusão de ritmos tradicionais e elementos pop. Traz, em sua mistura, benditos, cavalo-marinho, boi, maracatu, baião, cocos, música de jurema (espécie de candomblé com elementos indígenas), permeados, não raramente, por arranjos jazzísticos. Conta ainda com as participações especiais de Tom Zé, Fred 04, Marcos Suzano e Nana Vasconcelos. Agora com Kléber Magrão (voz), Alexandre Ferreira (Sax, pífanos, violões e vocais), Ebel Perrelli (Bateria), Léo Lira (Violão, gitarras e vocais), Jackson Rocha Jr (Baixos e vocais) e João Alencar (Percussões), o grupo lanção o novo CD, Brincando de Coisa Séria, em 2008. O CD traz participações especiais como: Zeca Baleiro, Júnior Tostoi e Carlos Malta. 6. Cavalo Marinho Boi Pintado: Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2022. Foi criado em 18 de novembro de 1993 pelo Mestre Grimário no Múnicipio da Aliança. Criando-se aos redores da casa do Mestre Batista na Chã de Camará em Aliança, onde trabalhou muito, desde cedo com o cultivo da cana- de açúcar Mestre Grimario esquecia-se de si mesmo e pegava-se brincando, imitando aquela figura para ele patriarcal com a brincadeira do Cavalo Marinho, utilizavam de garrafas, latas e matos que arrancava para se fazer do Nêgo Mateus e após muito “faz de conta” em brincadeiras com outras crianças, ele foi tornando-se folgazão, começou como “daminha” onde os garotos se vestiam de menina (pois na época ainda era proibida a presença de mulheres nas tradições culturais daquela região), foi adquirindo as figuras de “Seu Ambrósio”, onde recebeu um troféu como melhor figureiro, o “Pisa Pilão” dentre outros até tornar-se mestre, mestrando o cavalo marinho do Mestre Batista. Devido sua necessidade artística de ter seu próprio brinquedo vivendo desde a infância acompanhando os mestres mais tradicionais desejava fazer “algumas modificações” na brincadeira, então em Abril de 1993 criou o seu próprio brinquedo, e o intitulou de "Boi Pintado" em homenagem a um boizinho que ele estimava muito quando criança, chamado pintadinho. Hoje Mestre Grimario e o seu "Cavalo Marinho Boi Pintado", são referencias dessa tradição da Zona da Mata Norte em Pernambuco, onde ela mescla a tradição com modernidade, levando o nome do nosso estado para outras regiões e até no exterior. 7. Em Canto e Poesia: Os irmãos Marinho lançaram Canção do Tempo, o primeiro DVD da Em Canto e Poesia. De uma plasticidade caleidoscópica, a banda agudiza a poética do Pajeú aos limites do pop. Unida por uma hegemonia e, acima de tudo, pela poesia. De letras nutridas pela generosa verborragia do Pajeú, a Em Canto e Poesia, nitidamente urbana em sua sonoridade polifônica, tem, naturalmente, a gênese no Pajeú. É prova e decorrência de como o contemporâneo não existiria sem uma tradição que a ancorasse. O neto de Louro do Pajeú conduz a banda ao lado dos irmãos, Greg e Miguel Marinho. Greg, um virtuoso violonista. Miguel, instrumentista que, no pandeiro, passeia por escalas nem sempre possíveis com o instrumento. Acostumados a cantar e tocar nos encontros familiares, os meninos tiveram a ideia de montar a banda em 2005, depois de um recital em casa. Deixavam, ali, de serem apenas músicos de esteio para a mãe, Bia Marinho. No palco, Antônio Marinho atualiza a dicção do Pajeú que, entre si, os repentistas chamam de dicção poética (sim, musical e eticamente, há, claro, algo em comum com a extinta Cordel do Fogo Encantando: Lirinha, o antigo líder da banda, é contumaz interlocutor dos poetas da região). Canta como quem declama. Ou declama extraindo a musicalidade para além das rimas. Mais do que o ritmo, é a poesia que perpassa tudo. 8. Bellas Marias: Um grupo que foi criado pela produtora, empresária, artista plástica e compositora Deusdete Ferro, no ano de 2001. Formado apenas por mulheres, o grupo integra o cenário pernambucano, com influências vindas das manifestações culturais mais tradicionais de Pernambuco, como: O Maracatu, Caboclinho, Frevo, Coco, Ciranda, Forró, Xote, Xaxado e Baião. O trabalho do grupo é fruto de jovens e talentosas artistas, mulheres musicistas, que cultivam a valorização do universo regional. O grupo é marcado pela união do erudito com o popular, reúne instrumentos distintos de grandes orquestras, como a flauta transversa, o violino e a viola erudita e instrumentos de percussão e acordeon – um mistura fina e sublime, que valoriza e engrandece a música brasileira. Com um repertório de alta qualidade, o grupo Bellas Marias visa levar a música produzida em Pernambuco para outros estados e também, para o exterior. A banda conta com suporte de renomados maestros de Pernambuco tais como: Edson Cunha (in memoriam), que deu sua grandiosa contribuição desde o início da criação do grupo; Ademir Araújo, que continua nos ajudando e Edson Rodrigues, recém chegado para contribuir com o grupo. A banda tem em seu currículo, dois CD’s gravados e apresentações realizadas em diversos locais, dentro e fora do estado, além de participações em especiais de TV, como o “Band Folia – Especial ritmos pernambucanos”. 9. Ciranda Dengosa: Em Pernambuco, a maior parte dos festejos populares tradicionais ocorrem durante os ciclos natalino, carnavalesco e junino. Maria Cristina de Andrade, nascida em 10 de abril de 1947, em Água Fria, Zona Norte da cidade do Recife, deu a mão a todos esses, envolvendo brincantes, entusiastas, curiosos e admiradores, por meio de seus brinquedos: a Ciranda Dengosa, o Pastoril Estrela Brilhante e o Urso Cangaçá de Água Fria, Queima da Lapinha e Bandeira de São João. Todos os anos, saem para as ruas, cumprindo um calendário ritualístico festivo/ religioso, que contribui para a manutenção de tradições que compõem a identidade cultural do estado de Pernambuco e do Brasil.Cristina Andrade anda de mãos dadas com a cultura popular desde os seis anos de idade, quando começou a dançar pastoril por influência de sua mãe, Maria das Neves Silva, Dona Dengosa. Uniu-se primeiramente ao pastoril de Dona Bia, no Alto do Pascoal, até que, em 1958, sua mãe fundou o pastoril Estrela Brilhante em Água Fria. Segundo Cristina Andrade, o Estrela Brilhante é um pastoril tradicional, de influência religiosa, que se apresenta anualmente principalmente no mês de dezembro, com os cordões encarnado e azul, formados por crianças e jovens, além de outros personagens que envolvem o folguedo, como a borboleta, a cigana, o pastor ou o velho, o anjo e a figura da Diana. A mestra Cristina Andrade já foi coroada diversas vezes nos concursos de pastoris, e chegou a ser homenageada em 2008 no “Natal de Vozes e Luzes”, patrocinado pela Prefeitura do Recife, ocasião na qual também lançou, no Pátio de São Pedro, o primeiro CD do grupo, intitulado “Pastoril Estrela do Oriente”.Em 1968, 10 anos depois da fundação do Estrela Brilhante, Dona Maria das Neves, que era conhecida por Dona Dengosa, fundou a Ciranda Dengosa de Água Fria. Em uma das apresentações, o cirandeiro que estava à frente do grupo não compareceu e coube à Cristina Andrade, ainda bastante jovem, assumir a liderança. A partir de então começou a se dedicar mais ao folguedo, tradicional do ciclo junino. Escreveu canções e se tornou mestra cirandeira. A Ciranda Dengosa possui uma formação organizada, com indumentária específica, instrumental, coral e cirandeiro. Tanto a ciranda quanto o pastoril, Cristina herdou de sua mãe e tomou à frente das brincadeiras.Tendo em mente a importância da preservação e da transmissão de valores passados de geração a geração, Dinda, como é popularmente conhecida em seu bairro, Água Fria, influenciou sua família a a participar ativamente da grande roda da cultura popular: sua filha Ceça, por exemplo, criou e lidera o Lindas Ciganas, pastoril derivado do Estrela Brilhante, e seus filhos, netos e bisnetos, também integram os grupos existentes. A mestra afirma: “o que eu quero mesmo é que a cultura popular tenha êxito, que nunca se acabe”. No processo de transmissão de saberes, já deu aulas e oficinas em diversas escolas públicas, associações de moradores, e ajudou na formação de novos grupos de ciranda e pastoril, como o da UR-3, no Ibura, e o Pastoril Estrela Guia, no Cabo de Santo Agostinho.O Carnaval também está pulsante na vida de Cristina Andrade desde criança, também por influência materna. A brincante já integrou importantes agremiações carnavalescas, como o Batutas de São José, o Espanadores de Água Fria e o Maracatu Estrela Brilhante do Recife. Organizou grupos como Apôis Fum, Bloco do Amor, Diversional da Torre e Urso Cangaçá. Esta última agremiação, Cristina iniciou compondo o coral e, tempos depois, tornou-se presidente. Também foi campeã diversas vezes do Grupo Especial do Carnaval do Recife.Ocupando espaços públicos e culturais, seja nos ciclos natalino, junino ou carnavalesco, entre cantos, danças, brincadeiras e devoções, Cristina Andrade envolve o coletivo e faz a cultura popular pernambucana pulsar o ano inteiro. Em 2018, ela se tornou Patrimônio Vivo de Pernambuco, e em 2021, foi reconhecida com o título de Notório Saber em Cultura Popular pela Universidade de Pernambuco, títulos que contribuem e garantem a afirmação da mestra de que “A história não pode parar, tem que continuar”.
Objetivos Gerais: Decreto n° 10.7555/21 Art. 2° Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Il - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Pois irá fomentar a classe artística do circuito de dança e música popular, ao executar uma festa tpica junina, desde as comemorações de Santo Antônio até o término das festividades de São Pedro, incluindo as comemorações no São João, propriamente dito, composto de apresentações diversificadas, despertando no público em geral um maior interesse pelas expressões artísticas e culturais, a fim de resgatar e valorizar a música e a dança popular como expressão artística e cultural do país, por meio do reconhecimento de sua identidade cultural. Objetivos Específicos: A) Produto: FESTIVAL/MOSTRA • Realizar 01 (um) evento através da locação e montagem de estruturas, durante 13 (treze) dias; B) Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS . Realizar 35 (Trinta e cinco) apresentações de danças e músicas populares, as quais serão executadas ao longo dos 13 (treze) dias de execução do Projeto.
O Nordeste por ser uma região conhecida por suas altas estiagens, tem o hábito de comemorar a chegada das chuvas, que ocorrem em meados do mês de junho, com os festejos juninos, onde se celebra e enaltecem os dias dos três Santos mais populares desta região, São João, Santo Antônio e São Pedro.O ciclo junino começou a ser comemorado no Recife ainda no período do Brasil Colônia, no século XVI, com a forte influência da religiosidade europeia. A data servia como um instrumento da Igreja Católica para catequizar os índios e os escravos negros. Era um momento de encontro de todos os povos. Esta tese baseia-se na análise das representações das festas juninas no Recife em diferentes registros documentais, que compreendem desde os debates dos letrados sobre folclore e suas relações com o tema da nacionalidade, em voga nos primeiros anos do século XX, até o discurso do Estado nos periódicos dos anos 1970, período no qual as manifestações culturais populares transformam-se em produtos culturais vendáveis no mercado turístico como decorrência de uma política implementada pós-abril de 1964, em que, regidos pela doutrina de segurança nacional, questões caras ao ideário de identidade nacional ganham um grande relevo. O contato com essas fontes documentais possibilitou a organização do estudo de acordo com as conjunturas e as questões que a cada momento emergiam como significativas, permitindo uma aproximação das redes de relações estabelecidas no interior dos festejos celebrados na cidade e dos efeitos de sentido dos discursos de representação que circulavam entre os diferentes grupos sociais. No decorrer da narrativa, foram identificados modos particulares de comemorar o São João, constituído de símbolos integradores do projeto de unidade nacional, no qual o Estado, a imprensa, a escola e as comunidades locais, forneceram os elementos estruturantes que resultaram na construção de representações, ecoando entre as gerações de maneira naturalizada, distanciando-se dos fluxos que alçam a festa a dimensões mais amplas e complexas.Para celebrar a tradição de comemoração do período junino na cidade do Recife realizaremos o Projeto "São João do Recife 2024 é Tradição e Participação" num espaço público durante os o mês de junho, por 13 (treze) dias. Contemplaremos 35 apresentações de música e dança popular, que executarão de forma instrumental (triangulo, zabumba e sanfona) o mais puro e autêntico forro nordestino junto a apresentações novas da música popular brasileira, mesclando os grupos regionais e provocando o intercâmbio cultural de excelência. Além de contarmos com rica decoração junina de casinhas, fitas, retalhos, chapéus de palha e todos os ícones que remontam os ares de festa do interior. Será um projeto a ser contemplado por crianças, jovens e adultos de todas as idades, sexo, cor, semdistinção de raça. O projeto pretende alcançar as finalidades do artigo 1o. da Lei Rouanet, Lei Nº 8.313, mediante realização dos itens abaixo descritos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto pretende alcançar os objetivos abaixo descritos que compõe o artigo 3o. da Lei Rouanet, Lei Nº 8.313:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A programação de espetáculos será composta para atrair um público com maior abrangência possível. É um investimento em uma política cultural dinâmica. Este projeto ocupará um espaço importante para divulgação da cultura brasileira, integrado por artistas locais e regionais, gerando o intercâmbio cultural e por este motivo solicitamos que seja enquadrado e aprovado de acordo com a Lei 9874/99, de 23 de novembro de 1999, que altera a Lei 8313/91, instituindo-lhe o benefício de 100% de isenção fiscal, como artes cênicas.
O projeto será realizado de forma conjunta com a Administração Municipal Local, que será responsável pelo pagamento de todas as atrações, compreendendo os grupos de dança e musica popular. Os possíveis incentivadores do Projeto serão os responsáveis pelo custeio das despesas restantes, compreendendo estruturas diversificadas, entre outras. Segue abaixo descritivo técnico acerca das estruturas de Palco para os dois ambientes a serem montados (Sala de Reboco e Palco Cultural) que estão sendo locadas para serem financiadas através dos mescanismos de Incentivo fiscal federal: PALCO PAVILHÃO (PRINCIPAL) 50,00m x 20,00m DIMENSÃO CÊNICA 12,00m de largura, 8,00m de profundidade e 4,80m de altura.ESTRUTURA GERAL PALCO Estrutura de Box Truss de alumínio P-30, e /ou P-50, com sapatas de sustentação P-30/P-50, devidamente atirantada e contrabalanceada.ESTRUTURA GERALPAVILHÃO Em alumínio, composta por perfis de tubos quadrados modulares, devidamente atirantada e contrabalanceada.COBERTAPavilhão: Estrutura medindo 51,10m de comprimento, 20,00m de largura e 6,80m de altura, composta por perfis de tubos quadrados modulares. Longitudinalmente os pórticos serão dispostos com vãos máximos múltiplos de 5,00m. Os perfis da tesoura, colunas e terças deverão ser constituídos por estruturas modulares de alumínio soldadas, alumínio liga 6351-T6, com banzos superiores e inferiores em perfis extrudados com secção especial que permite ajuste de fixações de lonas para cobertura e fechamento. O sistema principal deve ser contido lateralmente por meio de contraventamentos parafusados as extremidades de vãos (parafuso ASTM A325), perfazendo os intervalos de contraventamento. Adicionalmente, contraventamentos elásticos, constituídos de cabos galvanizados tensionados são instalados no plano da cobertura e transversalmente as colunas, criando sistemas de contenção suplementar garantindo condições de estabilidade. Coberta revestida em lona anti-chamas com blackout, na cor branca, com sistema de drenagem paraáguas pluviais e capacidade de carga de 500 kg /m² para suportar a fixação da iluminação.(CONFORME PROJETO)INCREMENTO DE ESTRUTURA DE GRIDIncremento estrutural em Box Truss de alumínio P-30, e /ou P-50, com sapatas de sustentação P-30/P-50, devidamente atirantada e contrabalanceada, incluindo acessórios de fixação e distribuição de cargas (tubos, conectores, abraçadeiras, etc.) para reforço da estrutura da fachada e fundo de palco para implementação de tapume com arte na fachada do palco, e implementação de telão de LED no fundo do placo, e possibilitar implementação de elementos cênicos, iluminação, painéis de led, etc. em toda estrutura e necessidade cênica do palco (CONFORME PROJETO)PISO ELEVADOO piso do palco terá dimensões de 18,00m de largura por 8,00m de profundidade, em placas pré-fabricadas de 2,00m x 2,00m/ 2,00m x 1,00m com perfil em U de 4” por 1/8” revestido de madeirites plastificados de 14,00mm, pintado com tinta PVA látex na cor preta, revestido com carpete na cor cinza firmados com cola fenólica, executado a 1,00m de altura do chão. Colar fita zebrada em todo perímetro que apresente desnível.Pés de sustentação confeccionados em tubo de 2 1/2" com travas anti-balanço de tubo de 1". Guarda-corpo executado em tubos de 1" com 1,10m de altura nas laterais e fundo de palco, executado em 05 (cinco) alturas, em concordância com as normas da ABNT. (CONFORME PROJETO)RAMPA01 (uma) unidade localizada na parte posterior do palco com inclina ç ã o de 7,5% e 2,00 m de largura. Piso em placas pr é-fabricadas de 2,00m x 1,00m com perfil em U de 4” por 1/8 ” revestido de madeirites plastificados de 14,00mm, pintado com tinta PVA látex na cor preta para aplicação do piso tátil antiderrapante emborrachado ou em alumínio. Pés de sustentação confeccionados em tubo de 2 1/2" com travas antibalanço de tubo de 1". Guarda-corpo executado em tubos de 1" com 1,10m de altura e laterais executada em 05 (cinco) alturas, em concordância com as normas da ABNT. As laterais da base da rampa deverão ser revestidas em madeirite, em bom estado de conservação, pintado na cor preta. (CONFORME PROJETO).ESCADA01 (uma) unidade em estrutura de aço, degraus em madeira revestido de alumínio antiderrapante, pré-fabricada com 05 (cinco) degraus estabelecidos pela altura do palco e com 2,00m de largura. Colar fita zebrada em todo perímetro que apresente desnível. Guarda-corpo executado em tubos de 1" com 1,10m de altura e laterais em 05 (cinco) alturas, em concordância com as normas da ABNT. As laterais da base da escadadeverão ser revestidas em madeirite, em bom estado de conservação, pintado na cor preta. (CONFORME PROJETO)PA02 (duas) estruturas em colunas verticais com sapatas de sustentação P-30, travadas e contrabalanceadas de forma a suportar a estrutura de apoios elevadas sacadas das colunas, em Box Truss para instalação de PA, com dimensões 1,50m x 4,80m (LxH) para instalação de sistema fly line de som suportando carga de 2 ton cada. Os quadrantes dos PA's deverão ter fechamento com lona anti-chamas na cor preta. (CONFORME PROJETO)COBERTA ÁREA DE PRODUÇÃOCom dimensões de 19,20m x 8,60m, em estrutura de Box Truss de alumínio P-30, com 08 (oito) pilares de sustentação em P-30 com sapatas e coberta estruturada em P-30 revestida em lona anti-chamas com blackout, na cor branca, com sistema de drenagem para águas pluviais e capacidade de carga de 500 kg /m² para suportar a fixação da iluminação. Fechamento com lona branca anti-chamas com blackout na parte posterior da estrutura (corredor da área de produção ao palco) com caimento aproximado de 1,20m. (CONFORME PROJETO)ESTRUTURA ÁREA DE PRODUÇÃOA área de produção será composta por 04 (quatro) camarins de 3,00m x 4,00m, 01 (um) buffet de 2,00m x 4,00m e 01 (um) depósito de 2,00m x 4,00m. Todas as paredes e tetos em painéis TS formicados na cor branca, podendo no teto ser utilizado placas em material reciclado na cor branca e emolduradas por perfis metálicos. O piso (148,80m²) será em placas pré-fabricadas de 2,00m x 2,00m/ 2,00m x 1,00m com perfil em U de 4” por 1/8” revestido de madeirites plastificados de 14,00mm, pintado com tinta PVA látex na cor preta, revestido com carpete na cor cinza firmado com cola fenólica devidamente nivelado, executado a 0,10m de altura do chão. Todos os camarins, buffet e depósito deverão ser providos com porta de acesso contendo fechadura e maçaneta. (CONFORME PROJETO) INSTALAÇÃO ELÉTRICAA instala ção elétrica de cada camarim será composta por 02 (duas) lumin árias, cada uma com 02 (duas) lâmpadas fluorescentes 20w ou equivalente em LED, 02 (dois) pontos de tomada monof ásica e 01 (um) aparelho de ar-condicionado de 10.000 BTU em bom estado de conserva ção. No buffet, a instala ção elétrica será composta por 02 (duas) luminárias com 02 (duas) lâmpadas fluorescente 20wou equivalente em LED, 02 (dois) pontos de tomada monofásica e 01 (um) aparelho de ar-condicionado de 7.000 BTU em bom estado de conservação. No depósito, a instalação elétrica será composta por 02 (duas) luminárias com 01 (uma) lâmpada fluorescente 20wou equivalente em LED. A iluminação geral será composta por 20 (vinte) refletores 400W ou equivalente em LED: 04 (quatro) na área de produção, 01 (um) na rampa, 01 (um) na área de geradores e 14 (quatorze) na área para o público; e 01 (um) quadro elétrico de comando geral com os circuitos devidamente isolados, testados, ajustados, balanceados. Fornecimento de cabeamento elétrico isolado compat ível em quantitativo suficiente para dist â ncia, do quadro geral da estrutura até o ponto de entrega de liga çã o (Geradores ou Ponto AC). Toda instala ç ã o el é trica dever á serexecutada de acordo com as normas NBR-5410 e de exigências da CELPE. (CONFORME PROJETO) Observação: As demais especificações técnicas acerca das estrutura estão anexadas ao projeto no item REGISTRO DOCUMENTAL DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS.
Produto: FESTIVAL/MOSTRA- ACESSIBILIDADE FÍSICA: . Garantir a mobilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida assegurando em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, por meio de identificação e de eliminação de todos os obstáculos e barreiras ao seu acesso. . Garantir que às apresentações artisticas sejam realizadas em locais que tenham em todas as áreas de estacionamento aberto ao público, de uso público ou privado de uso coletivo e em vias públicas, que sejam reservadas vagas próximas aos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas com deficiência com comprometimento de mobilidade, desde que devidamente identificados. Estas vagas deverão equivaler a 2% (dois por cento) do total, garantida, no mínimo, 1 (uma) vaga devidamente sinalizada e com as especificações de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes de acessibilidade. . Garantir reserva dos espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, junto a um acompanhante, de acordo com a capacidade de lotação do espaço no qual o Projeto esteja sendo executado, distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos acessos, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. Itens da planilha orçamentária: - Grades de segurança que serão utilizadas para se reservar o espaço adequado para este público, em especial. - Locação de cadeiras. - Recepcionistas, que irão receber este público em especial para direcionamento aos locais reservados para os mesmos, garantindo que tenham uma ótima visibilidade do evento. - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: . Contratar profissional de libras para garantia de acessibilidade aos espetáculos de portadores de deficiência auditiva. Item da planilha orçamentária: - Intérprete de libras. - ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: . Faremos audiodescrição do evento para garantia de acessibilidade ao deficiente visual. Item da planilha orçamentária: - Narradores de áudiodescrição. - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: . Faremos audiodescrição do evento. Item da planilha orçamentária: Narradores de áudiodescrição. - Produto: ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS - ACESSIBILIDADE FÍSICA: . Garantir a mobilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida assegurando em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, por meio de identificação e de eliminação de todos os obstáculos e barreiras ao seu acesso. . Garantir que os cursos sejam realizados em locais que tenham em todas as áreas de estacionamento aberto ao público, de uso público ou privado de uso coletivo e em vias públicas, que sejam reservadas vagas próximas aos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoa com deficiência com comprometimento de mobilidade, desde que devidamente identificados. Estas vagas deverão equivaler a 2% (dois por cento) do total, garantida, no mínimo, 1 (uma) vaga devidamente sinalizada e com as especificações de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes de acessibilidade. . Garantir reserva dos espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, junto a um acompanhante, de acordo com a capacidade de lotação do espaço locado, distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos acessos, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. Itens da planilha orçamentária: - Recepcionistas, que irão receber este público em especial para direcionamento aos locais reservados para os mesmos, garantindo que tenham uma ótima visibilidade do evento. - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: . Contratar profissional de libras para garantia de acessibilidade aos espetáculos de portadores de deficiência auditiva. Item da planilha orçamentária: - Intérprete de libras. - ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: . Faremos audiodescrição do evento para garantia de acessibilidade ao deficiente visual. Item da planilha orçamentária: - Narradores e equipamento de áudiodescrição.
IN 01/23 Art. 27 O Plano de Distribuição do projeto assegura a democratização do acesso (Anexo I, da IN 01/23, no Art. 27) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, visto que o evento será realizado em local público, de forma gratuita, o que se considera distribuição impessoal dos produtos culturais. • Critérios de seleção: O Projeto será divulgado em meios de comunicação de alta visibilidade e, particularmente oferecidos para estudantes de escolas públicas com foco em PcDs do município tal assim como idosos em casas de longa permanência. AMPLIAÇÃO DE ACESSO: IN 01/23 Art. 27. O proponente vem, através deste projeto informar que irá adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme Art. 27 da Instrução Normativa de 01/23: VIII – ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; • Iremos realizar a apresentação de proposta comercial de incentivo fiscal à possíveis incentivadores que visem realizar campanhas de ação promocional no intuito de atingir um público com a maior abrangência possível, inclusive junto à escolas públicas carentes, intituições beneficientes, entre outros. I - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; • Iremos executar a transmissão ao vivo do projeto em redes sociais para fins de ampliação do acesso as atividades culturais do evento.
Marcelo Canuto Mendes: Dirigente da Fundação de Cultural do Recife (proponente) Função:Coordenador geral do Projeto (Voluntário) Atividades: supervisionar os cronogramas de execução, a captação dos recursos, equipamentos e informações do projeto, para garantir que as necessidades dos clientes sejam atendidas à medida que o projeto evolui. Contador: A contratar Advogado: A contratar Recepcionistas: A contratar Consultores para realizar viabilidade de evento quanto acessibilidade nos locais públicos nos quais o projeto irá ser realizado: A contratar Intépretes de Libras: Com acessibilidade comunicacional Narradores de áudio descrição: Com acessibilidade comunicacional Pesquisador para realizar planejamento projeto cultural: Rosana Almeida Segue abaixo breves currículos de alguns profissionais que irão compor a ficha técnica orçamental do projeto: Marcelo Canuto Mendes: Recifense, nasceu na cidade do Recife em 4 de dezembro de 1964. É advogado, formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, à época participando ativamente dos movimentos de redemocratização como liderança estudantil. Iniciou sua vida pública no segundo Governo Miguel Arraes (1987- 1990) como oficial de gabinete. Na terceira gestão de Miguel Arraes (1995-1998) foi convidado a assumir a Gerência Geral da Secretaria de Projetos Especiais, responsável por desenvolver e monitorar a implantação de projetos e ações sociais e econômicas no Estado. Ainda atuou na administração pública municipal como assessor da Secretaria de Assuntos Jurídicos do Recife (2001) e diretor administrativo e financeiro da Empresa Municipal de Informática do Recife (Emprel), entre os anos de 2005 e 2007. Com acessibilidade comunicacional: Fundada em 23/09/2013, há 10 anos consecutivos presta serviços de audiodescrição e de tradução e interpretação de Libras, além de realizar consultoria e formação (cursos de capacitação de acessibilidade para convivência). Coordena e executa projetos de acessibilidade comunicacional nas áreas das artes, da cultura, do lazer, do turismo, da mídia e da educação. Tem como objetivo gerar soluções que promovam a inclusão, contribuindo para a autonomia e para o empoderamento de pessoas com deficiência visual ou auditiva. Rever Produções Culturais: A Rever Promo, tendo como, sócia administradora Rosana Almeida, carrega toda sua bagagem cultural, pois a mesma iniciou sua carreira profissional na área cultural a partir do ano de 2.002, trazendo para o Nordeste espetáculos de teatro do circuito nacional de grande representatividade na mídia, com o projeto GESP (Grandes Espetáculos) e TEMPORADA ARTEPLEX DE TEATRO E DANÇA. Em 2007, deu continuidade aos seus trabalhos, como coordenadora cultural, fomentando a produção das artes cênicas de qualidade de âmbito nacional, com participação do público em geral, nos teatros com preços mais econômicos. Em 2014, passou a ser diretora executiva da Rever Promo executando projetos diversificados e com maior expertise na captação de recursos através das Leis de Incentivos Fiscais (Federal, Estadual e Municipal), além de participar e ser contemplada por editais licitatórios de prestação de serviços de eventos em geral.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.