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PRONAC 2313752Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

OS MISTÉRIOS ARQUEOLÓGICOS BRASILEIROS

IPCOM INSTITUTO PAULISTA DE COMUNICACAO E CIDADANIA
Solicitado
R$ 5,99 mi
Aprovado
R$ 5,99 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção Televisiva
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-04-01
Término
2025-09-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Série de 20 programas a ser exibida em TV e multiplataformas, com duração de 30 minutos cada programa, visando demonstrar atravésde visita e pesquisas em sítios arqueológicosobjetos, figuras, escrita, arquitetura, modos de vida, pensamentos, rituais e costumes de populações que nos antecederam,informações fundamentais para revisão dos conhecimentos sobre a presença do Homem no Brasil antes dos europeus. Cada programa pretende mostrar o uso da tecnologia e do conhecimento de especialistas para explicar certos fenômenos, objetos e monumentos históricos, ao mesmo tempo em que vai buscar as explicações e o sentimento das populações locais, que também possuem formas de compreender tudo isso, a partir de estórias e lendas antigas, que darão um forte colorido na humanização dos programas.

Sinopse

A principal maneira de ter acesso ao passado pré-histórico é o estudo dos vestígios que chegam até nós. A Arqueologia estuda os vestígios materiais associados ao homem: artefatos de pedra e de ossos de animais; cerâmicas, pinturas e gravuras, além de restos de esqueletos e ruinas. São denominados sítios arqueológicos os lugares onde se encontram vestígios humanos que indicariam atividades como habitação, caça, rituais, alimentação; e que se distribuem por todo o Brasil. As técnicas já tradicionais para datar vestígios em laboratório, como a quantidade de Carbono 14 radioativo que contém o objeto encontrado; e a termoluminescência para datação de objetos de pedra ou barro queimado; são agora complementadas por novas tecnologias que permitem descobrir novos sítios via satélite, por exemplo, criando inclusive o termo ciberarqueologia. Esta série de programas para a televisão propõe-se a retomar várias dessas manifestações em todos os estados brasileiros, procurando contextualizá-las numa linha do tempo e estabelecendo referências para a compreensão do que se passou no país desde os tempos mais remotos, testemunhados por objetos, ruínas, manifestações artísticas e relatos populares de moradores locais. Os programas seguirão uma linguagem próxima do jornalismo, procurando dar um tom de atualidade no tratamento dos resultados das pesquisas acumuladas pelas instituições que se preocupam com o tema. Esse é o formato escolhido para atingir os espectadores numa linguagem muito próxima ao seu cotidiano, e que tem reconhecida credibilidade. Cada programa pretende mostrar o uso da tecnologia e do conhecimento de especialistas para explicar certos fenômenos, objetos e monumentos históricos, ao mesmo tempo em que vai buscar as explicações e o sentimento das populações locais, que também possuem formas de compreender tudo isso, a partir de estórias e lendas antigas, que darão um forte colorido na humanização dos programas. O saber popular convive com a tecnologia de ponta na explicação da história, ou mesmo, da pré-história. Os temas dos programas serão: - Os sambaquis - O peabiru - Pacoval - Boqueirão da Pedra Furada - Lagoa Santa - Áreas Sagradas do Alto Xingu - Litogrifos, escuturas pré-históricas em pedra e osso, pedra polida e pedra lascada, inscrições na Pedra da Gávea, Pedra do Ingá - Vale dos Dinossauros - Santa Elina - Parque Nacional da Serra do Catimbau - Habitações e aldeias pré-históricas - Monumentos Megalíticos e monolitos tombados de Quixada e Itapipoca - Esteiarias e Palafitas - Pinturas rupestres em Serranópolis e Caiaponia - Lajedo de Soledade - Cemitérios e cavernas funerárias na Amazonia e no Nordente - Calçoense - Observatório astronomico em Calçoene e Goeglifos - Ilha do Campeche - Desenhos de artistas e e cientistas - Patrimonio perdido para sempre.

Objetivos

Objetivo geral: Levar ao conhecimento público informações que possam estabelecer referências para a compreensão do que se passou no país desde os tempos mais remotos, testemunhados por objetos, ruínas, manifestações artísticas e relatos populares de moradores locais. Objetivos específicos: - produção e exibição de 20 programas - mostrar/expor sítios arqueológicos localizados em 26 estados brasileiros; - mostrar/expor sítios arqueológicos localizados em aproximadmente 78 municípios/regiões do país; - conhecer os 11 tipos de sítios arqueológicos

Justificativa

O Brasil tem muitos mistérios. Sítios arqueológicos, ruínas, monumentos e construções pouco explorados e inexplicáveis, que permanecem a desafiar as teorias migratórias e colonizadoras da América, evidenciando, para muitos, contatos com civilizações antigas de outras partes do planeta. Lendas e tradições populares procuram explicar objetos, construções e práticas milenares, desafiando a imaginação de arqueólogos, etnólogos e antropólogos; cultos religiosos cheios de mistérios cuja origem perde-se na memória e na imaginação de etnias distintas entre si. O grande avanço tecnológico colabora em muito para a descoberta de novos indícios que testemunham civilizações cuja compreensão continua um mistério. Sítios como o Boqueirão da Pedra Furada, no Piauí, apesar de estudados continuamente, não fazem parte dos livros de história do Brasil, que pouco fazem referência ao que acontecia por aqui antes da chegada dos portugueses. Afinal, outras civilizações já habitavam a região e o desconhecimento desse passado desvaloriza nossas raízes indígenas, reforçando a concepção de história sob a ótica europeia. Estima-se que por volta do ano de 1500 viviam 8 milhões de pessoas na Amazônia. Esse desconhecimento reforça o preconceito e alimenta o desinteresse por aqueles povos, que chegavam a milhões de indivíduos que habitavam nossa terra séculos antes da chegada dos portugueses, e que não são reconhecidos como nossos antepassados. O Brasil possui inúmeras manifestações e sítios arqueológicos estudados por poucos especialistas, cujas descobertas e explicações raramente ganham destaque na mídia e permanecem pouco presentes nos livros escolares ficando, assim, à margem do imaginário dos brasileiros. E essas recentes descobertas não devem ser tratadas como curiosidades, mas sim como informações fundamentais para revisão dos conhecimentos sobre a presença do Homem no Brasil antes dos europeus. Os vestígios de populações indígenas chegam até 12 mil anos atrás, e referem-se à vida comunitária, à alimentação, a instrumentos e objetos, a manifestações artísticas, às guerras, a rituais e a cemitérios. A presença crescente dos computadores, "tablets" pessoais, das redes via internet e de emissoras de TV via cabo, satélite, por celulares e na web permitem uma ampla divulgação e distribuição do material produzido, que poderão ser utilizados no ambiente escolar e fora dele, revelando imagens pouco conhecidas da imensa maioria dos brasileiros.

Estratégia de execução

Programa 1: Os sambaquis são os primeiros e mais interessantes exemplos da presença do homem, caçador/coletor, nos litorais brasileiros, estando presentes do Rio Grande do Sul à Amazônia. Os sambaquis são importante fonte para conhecer a vida dos habitantes dos primeiros povoados brasileiros, sua alimentação, conhecimentos técnicos, flora e fauna da época. Em muitos deles foram encontrados zoolitos, feitos de pedra e principalmente de ossos, muito bem trabalhados, representando diferentes espécies. Programa 2 - Peabiru: Sistema de trilhas aberto pelos índios há 1200 anos, do litoral ao interior do continente, ligando os Andes ao oceano Atlântico; ou melhor, São Vicente, SP, a Cuzco, no Peru; e que levaria supostamente às minas de ouro dos incas. Significa caminho batido, e tem cerca de 1 metro de profundidade, forrado de vegetação rasteira, que impede o crescimento de grandes arbustos. Pode ter sido um caminho de 3 mil km de extensão, passando por SC, SP, PR e MS, além do Paraguai. Essas trilhas facilitaram o trajeto dos conquistadores e catequistas e teriam sido construídas por índios brasileiros entre os anos 400 e 800, bem antes de Cabral, e não pelos incas, que possuíam outra técnica de construção de estradas. Programa 3: Pacoval:Uma pequena colina, depósito de cerâmicas e artefatos, e urnas pintadas ou gravadas, com esqueletos e que são popularmente chamadas de cemitérios de índios; ricamente decoradas, além de maracás, cheios de pedras, certamente de uso religioso; e adornos e tangas de barro do Marajó para uso feminino. O monte lembra o formato de um jabuti. A urnas e depósitos de fragmentos de louçaria são únicos no Brasil. Programa 4: Boqueirão da Pedra Furada: No sítio existe um painel de 70 m, densamente pintado, que comprova a presença humana no local na pré-história, há 50 mil anos. O maior conjunto de arte pré-histórica do Brasil abriga cerca de 25.000 desenhos que, juntamente com utensílios de pedra, ossos e vestígios de fogueiras, abriga um dos sítios arqueológicos mais ricos do mundo. São figuras antropomórficas e zoomórficas de cenas familiares, de caça, dança, combate e até de sexo. Programa 5:Lagoa Santa: local da descoberta de esqueleto feminino, em 1972, na Lapa Vermelha, com mais de 11 mil anos de idade, batizado de Luzia, e o mais antigo das Américas. Nas cavernas, nas encostas da Serra do Cipó (Lapa do Santo) foram encontrados restos humanos, uma enorme coleção de esqueletos, misturados a ossos de animais extintos, numa espécie de cemitério, com surpreendentes sepultamentos secundários (reorganização de ossos em composições inexplicáveis). ação de orelha e ao início do ritual do Kuarup dos índios Waurá e Kalapalo. Presença de cerâmica representando animais na LAGOA DO MIARARRÉ. Kuhikugu, chamada pelos arqueólogos de X11, é a maior cidade pré-colombiana já descoberta na região do Xingu, na Amazônia. O sítio arqueológico se localiza dentro do Parque Indígena do Xingu (região do alto Xingu) e parece ter sido um grande complexo urbano que pode ter abrigado até 50 000 habitantes, habitado por indígenas cerca de 1 500 a quatrocentos anos atrás. Construído provavelmente pelos antepassados dos atuais povos cuicuros, o sítio abriga construções complexas como estradas, fortificações e trincheiras para proteção. Programa 7: A Pedra do Ingá, perto de Campina Grande, PB, apresenta entalhes em seu paredão, em baixo relevo. No conjunto de 24 m de comprimento por 3 de largura, existem representações de figuras humanas, frutas, animais e até constelações, como a de Orion. E inscrições cujo significado ainda é desconhecido. Zoolitos, esculturas de pedra representando animais e ligadas a rituais foram encontradas em Iguape, SP. Peças geométricas, na forma de cruz, ou triângulo foram descobertas próximas a Joinville, SC; e ossos decorados, colares de vértebras de peixes e dentes de tubarão no litoral do PR. Programa 8: Um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, onde se registra a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo, numa área de mais 1.730 km², abrangendo aproximadamente 30 localidades. Os achados mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, PB, a 420 km de João Pessoa. Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies. Programa 9: Depois da Serra da Capivara, no Piauí, Santa Elina é o segundo sítio mais antigo em vestígios de humanos. Nele foram encontrados cerca de 25 mil objetos que indicam a presença humana. Fósseis também fazem parte do acervo arqueológico do Santa Elina, como é o caso dos “osteodermas” de preguiça gigante, usados em rituais ou sobra de uma refeição. Programa 10: Pinturas rupestres e objetos. Considerado o segundo sitio arqueológico do Brasil em relevância. Furnas do Estrago, em Brejo da Madre de Deus, PE - Arte Rupestre e Cemitério com ossadas, colares e flautas de ossos; também encontrados em BUIQUE e PEDRA DO ALEXANDRE, PE. Nas LAPAS DA BABILÔNIA, DO BOQUETE, DO GENTIO E DA CARANGOLA, PE, existem exemplos de mumificação natural. Programa 11: Técnicas de sensoriamento remoto ajudaram a localizar diferentes elementos de paisagem de interesse arqueológico, como aldeias em formato circular ou de ferradura em GO. Programa 12: Os megalíticos são formações rochosas inexplicáveis, misteriosamente arrumadas, superpostas ou alinhadas pelos nossos antepassados. Realmente pouco se sabe de sua origem, pois no local de difícil acesso no topo de uma montanha, não há vestígios de utilização de qualquer tipo de ferramenta, nem danos na base da rocha, que indiquem que as mesmas realmente tenham sido colocadas por humanos com uso de algum tipo de alavanca. Nos arredores de Quixadá, CE está o Monumento Natural dos Monolitos de Quixadá, que estão entre as montanhas famosas do mundo, como a Pedra da Galinha Choca. Programa 13: Áreas ricas em material cerâmico, chamados de “cacarias”, de uma civilização de lacustres, pré-colombianos. Programa 14: As pinturas rupestres talvez tenham sido feitas para fins decorativos, ou afirmação de etnicidade, expressão de crenças ou mesmo ato mágico. Existe sempre a desconfiança de que tenham sido feitas mais recentemente pelos índios da região. Também chamadas de itacoatiaras (pedras pintadas). Programa 15: No Lajedo Soledade, RN, onde foram encontrados fósseis de animais pré-históricos, como preguiças, mastodontes, tigres dente-de-sabre e tatus. A caatinga do Seridó esconde sinais de civilizações antigas. As mensagens dos índios estão por toda parte em pinturas rupestres e gravações itaquatiaras. É um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil, está localizado, em Apodi, a 80 km de Mossoró. Programa 16: Na Amazônia, existem construções funerárias, indicadas por um pedaço de granito em forma de pirâmide quadrangular. Duas delas foram descobertas por Emílio Goeldi na região da Guiana Brasileira, no igarapé da Holanda e no Rio Cunani (próximo a Calçoene, AP), no Monte Curú. Programa 17: O chamado “Stonehenge do Amapá” constitui-se de pelo menos 127 rochas dispostas em formato circular, no topo de uma colina. Supõe-se que tenha sido construído como um antigo observatório astronômico pelos antigos habitantes da região Programa 18: Sinalizações rupestres gravadas ou pintadas por populações pré-históricas em paredes de cavernas, abrigos, paredões ou blocos rochosos no solo. Oficina lítica de polimento, sítio cerâmico de tradição Ge e Guarani; além de sambaquis. Programa 19:Religiosos, aventureiros, viajantes e missões científicas. Artigo A ARTE RUPESTRE EM PERSPECTIVA HISTÓRICA: UMA HISTÓRIA ESCRITA NAS ROCHAS, de Michel Justamand, Suely Amâncio Martinelli, Gabriel Frechiani de Oliveira e Soraia Dias de Brito e Silva. Programa 20: A Gruta do Padre, em Petrolândia, PE, foi inundada pela represa de Itaparica, no vale do São Francisco. Geoglifos destruídos por tratores e plantação de milho em RO.

Especificação técnica

A pesquisa prévia utilizará publicações (livros, artigos, filmagens) sobre os sítios arqueológicos, imagens produzidas anteriormente por pesquisadores. Para a produção e captação de imagens serão utilizados drones, kit iluminação portátil, videografismo, sonorização (microfones e gravadores), arquivos digitais gerados pela tecnologia pela ciberarqueologia, por centros de pesquisa. O material será produzido em 4K, com trilha sonora original a cada programa.

Acessibilidade

A série contará com os serviços de legendagem descritiva e narrador de audiodescrição (Item orçamentário: Narrador de Audiodescrição) como forma de promover a acessibilidade da obra para todos os públicos. DECLARAÇÃO: Em respeito ao disposto no artigo Art. 25. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023” o proponente se compromete a atender, no que couber ao disposto: As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.

Democratização do acesso

A série contará com os serviços de legendagem descritiva e narrador de audiodescrição (Item orçamentário: Narrador de Audiodescrição) como forma de promover a acessibilidade da obra para todos os públicos. DECLARAÇÃO: Em respeito ao disposto no artigo Art. 25. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023” o proponente se compromete a atender, no que couber ao disposto: As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.

Ficha técnica

O IPCOM – Instituto Paulista de Comunicação e Cidadania é uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, fundada desde 2011, com o propósito de prestar contribuição à sociedade através de atividades voltadas para o desenvolvimento social, econômico, institucional e tecnológico da comunicação, educação, cidadania, democracia, direitos humanos, direitos das pessoas com deficiência, direitos das mulheres, crianças, adolescentes e idosos (terceira e quarta idades), do combate à pobreza e a toda forma de discriminação. A atuação do Instituto na concepção, execução e gestão de projetos, adota uma metodologia transdisciplinar, que procura integrar e contextualizar os diversos domínios envolvidos em cada projeto. O objeto fundamental é harmonizar todas as fases, desde a criação, execução até a completa finalização, com boas práticas de governança, instrumentos eficazes de gestão de recursos e a legislação aplicável. O desenvolvimento das atividades do Instituto observa os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e eficiência. Nosso espaço de atuação abrangerá desde a pré-produção até a distribuição do produto. Os profissionais da área de produção do IPCOM possuem larga experiência na área de elaboração de programas educativos e de videoaulas, adequadas à projetos de EAD (educação à distância). Profissionais Participantes: Luiz Fernando Santoro - diretor geral: Luiz Fernando Santoro é radialista, formado em Rádio e TV pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (1977); mestre em Artes Contemporâneas pela Université de Provence, França (1979); e doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP (1988), onde atualmente ministra cursos na área de jornalismo, rádio, televisão, documentários e campanhas públicas no Departamento de Jornalismo Sua experiência profissional inclui, no presente, assessoria para a Fundação para o Desenvolvimento das Artes e da Comunicação para a gestão da TV Justiça, TV Câmara Federal, TV Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e WebTV da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nivel Superior); e coordenação para a FAPETEC (Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino, Tecnologia e Cultura) na produção de cursos de capacitação à distância para empreendedores e gestores públicos na área de turismo, em parceria com a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo; além de trabalhos concluídos para o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Ordem dos Advogados do Brasil (diretor do programa semanal TV Cidadania durante 15 anos), CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo), UOL (Gols da Rodada), Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo (programa semanal “Direito Esporte Clube”), Sociedade Esportiva Palmeiras, Sport Club Corinthians Paulista; e direção do programa semanal para TV Turismo em Pauta. e Editoração da ECA USP, em cursos de graduação e pós-graduação. Responsável pelas disciplinas de graduação Jornalismo no Rádio e TV e Telejornalismo; e Comunicação Pública e Governamental (MBA). Sandra Almeida - produtora executiva: formada em Cinema, com experiência em todas as etapas que envolvem a produção de vídeos e documentários, incluindo o desenvolvimento de projetos de comunicação, treinamento e novas mídias. Atuou nas principais emissoras de TV do Brasil (SBT, Fundação Roberto Marinho, TV Justiça, TV Alesp, entre outras), bem como em importantes produtoras de vídeo. Tem experiência nas áreas de gestão de conteúdo e comunicação, elaboração e realização de projetos de comunicação, direção geral, direção de programas, roteirização, gestão de programação de TV e edição e atua em todas as áreas da produção de vídeos e programas de TV, desde a concepção até a pós-produção. Trabalhou com programas educativos na Fundação Roberto Marinho, passou pela GTec, TV1, Gazeta Mercantil e participou da implantação e profissionalização da TV dos Trabalhadores, TVT, em São Paulo. Durante 15 anos, produziu e foi codiretora do programa “TV Cidadania” da OAB-SP. Desde 2013, tem se dedicado ao trabalho em emissoras públicas junto à Fundação para o Desenvolvimento das Artes e Educação. Foi codiretora da TV Alesp e consultora de gestão e conteúdo da TV Justiça, Em 2019 foi coordenadora de conteúdo e roteiros da série, de programas infantis “Tá Certo?”, para a TV Cultura; e de produções audiovisuais para a FAPETEC junto a secretarias estaduais de Agricultura e Turismo do estado de São Paulo. Carolina Loureiro: produtora: formada em ciências sociais, econômicas e artes cênicas, possui experiência como gerente de programação e produção da ACERP e TV Escola, é especialista em conteúdo audiovisual e diretora teatral. Criadora e desenvolvedora do Canal Chuá no Youtube, sobre esporte e da Mafia Produtora, cujo viés é conteúdo audiovisual, com foco em produção de internet. Kelli Fernandes - administrativo/financeiro: formada em Recursos Humanos e Serviços Jurídicos, com experiência como assessora técnica e coordenadora geral da Juventude da Secretaria Municipal de Participação e Parceria, da Prefeitura de São Paulo, na elaboração, coordenação e assessoria na criação, execução, produção e acompanhamento de projetos e eventos de pequeno, médio e grande portes voltados às políticas públicas para a juventude do Município de São Paulo. Atuou na SP Escola de Teatro, na gestão administrativa geral e de contratos, prestação de contas de contas ao Governo do Estado de São Paulo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.