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O projeto VIVÊNCIAS INCLUSIVAS oferece a pessoas com deficiência a oportunidade de explorar a fotografia como meio de expressão, promovendo inclusão e letramento visual, a partir de oficinas de fotografia e saídas fotográficas em ecotrilhas que proporcionam experiências enriquecedoras no convívio social, cultural e ambiental. Os resultados das atividades serão exibidos em uma exposição, promovendo conscientização social e celebração da diversidade com novos apreciadores das artes. O processo completo será registrado, além de site na internet e nas redes sociais, em um mini documentário, contribuindo para o legado duradouro do projeto e inspirando futuras gerações. A iniciativa destaca a importância da acessibilidade e inclusão, expressão artística, sensibilização aos temas ambientais e respeito à diversidade na sociedade.
Oficina de Fotografia Inclusiva Em busca da inclusão, as Oficinas de Fotografia Inclusiva oferecem uma oportunidade única para pessoas com deficiência explorarem a linguagem da fotografia como meio de expressão e comunicação. Sob a orientação da arte-educadora e fotógrafa Isabella Gurgel, especialista em inclusão visual, e com a assistência da idealizadora do projeto Vivências Inclusivas e fotógrafa PcD, Juliana Peres, as aulas combinam metodologias ativas e o sócioconstrutivismo. Abordando temas como letramento visual e práticas fotográficas, buscamos não apenas satisfazer a necessidade de compreensão, mas também capacitar e proporcionar ao PcD espaços de construção, inclusão e protagonismo autonômo. Uma jornada que vai além do ensino de habilidades fotográficas, promovendo a inclusão e construindo pontes de compreensão de forma coletiva e em sociedade. Além das aulas teóricas e práticas em sala de aula, o projeto inclui Saídas Fotográficas em ecotrilhas acessíveis, como a Ecotrilha Pedra dos Amigos e o Parque Nacional de Brasília. Essas excursões não apenas oferecem um ambiente propício para a prática fotográfica, mas também celebram a conexão única entre a natureza e a expressão artística, proporcionando uma vivência em grupo e enriquecedora para todos os participantes. Exposição Fotográfica O culminar dessa jornada será a exposição fotográfica "Nada Sobre Nós sem Nós", onde os resultados das oficinas e das saídas serão apresentados ao grande público. A exposição não apenas celebra as conquistas individuais, mas também desempenha um papel crucial na conscientização social, promovendo a compreensão e aceitação da diversidade. Ao compartilhar as visões únicas capturadas durante o processo, contribuímos para construir uma sociedade mais inclusiva e sensível às experiências das pessoas com deficiência, destacando a beleza na diversidade. Mini Doc A trajetória do projeto será eternizada em um mini documentário, registrando cada passo desde as aulas até as saídas fotográficas e a preparação para a exposição. Esse documentário não só preservará as histórias individuais e coletivas, mas também contribuirá para o legado duradouro do projeto. Ao compartilhar esses momentos significativos, construímos uma narrativa que transcende as barreiras temporais, inspirando futuras gerações e destacando a importância da inclusão, da expressão artística e do respeito à diversidade em nossa sociedade.
OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo principal a execução de uma série de atividades voltadas para a inclusão, arte-educação e socialização, destinadas a pessoas com diversas formas de deficiência. A intenção é permitir que indivíduos com habilidades distintas explorem a fotografia como meio de comunicação, incentivando, assim, o desenvolvimento do letramento visual entre os participantes da oficina. Acredita-se que a linguagem fotográfica desempenha um papel fundamental ao satisfazer a necessidade intrínseca do ser humano de compreender e ser compreendido, tornando-se uma ferramenta valiosa para a expressão e conexão inclusiva. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Realizar 03 Oficinas de Fotografia Inclusiva, para pessoas com deficiências diversas. Cada oficina tem capacidade de 10 vagas e carga horária de 10 horas/aula para ensino da fotografia básica por meio de celular/smatphone, totalizando 30 vagas e 30 horas de ensino aprendizagem da fotografia; 2. Realizar 03 saídas fotográficas, sendo 01 por turma, para prática da fotografia, conexão com a natureza e socialização. As saídas acontecem em trilhas ecológicas no Distrito Federal, entre elas a Ecotrilha acessível Pedra dos Amigos e o Parque Nacional de Brasília, além de outras que serão identificadas e que ofereçam facilidades e segurança de acesso aos participantes; 3. Realizar 01 exposição fotográfica "Nada Sobre Nós sem Nós", apresentando ao grande público, os ensaios produzidos pelos alunos durante as oficinas e saídas fotográficas. A exposição exibirá 30 fotografias em formatos até 60x90cm; 4. Produzir a audiodescrição das 30 fotografias a serem exibidas, de forma a tornar a exposição fotográfica acessível a pessoas com deficiência visual e/ou baixa visão; 5. Publicar galeria virtual no site do projeto, juntamente com a audiodescrição das obras, de forma a ampliar o acesso ao grande público; 6. Produzir e publicar 01 mini doc com registro dos processos de desenvolvimento das atividades de arte-educação e socialização, e com depoimentos dos participantes e profissionais envolvidos no projeto.
Juju Peres é uma artista nata. Diagnosticada com Atrofia Cerebral e Disritmia, cresceu numa família de fotógrafos e comunicadores, recebendo de todos a sua volta, o incentivo para a inclusão social e o desenvolvimento educacional, artístico e profissional. Esse mesmo incentivo, Juju leva para a vida, em sua forma doce de querer para todas as pessoas com deficiência o mesmo que teve para si. O VIVÊNCIAS INCLUSIVAS, projeto de sua autoria, chega em sua 2ª edição, cumprindo a missão de incluir o deficiente por meio da linguagem fotográfica, proporcionando aos participantes, experimentar a fotografia como recurso comunicativo e estímulo ao processo de letramento visual; a construção de valores e o desenvolvimento da percepção e da criatividade, minimizando a falta de oportunidades de atividades formativas e culturais para PcD. O projeto consiste na realização de oficinas de fotografia básica e saídas para prática fotográfica na natureza, proporcionando também, que os participantes se apropriem de conhecimentos sobre o meioambiente e momentos de lazer. Os passeios acontecem na EcoTrilha acessível Pedra dos Amigos, e na Ilha da Meditação do Parque Nacional de Brasília. Além de uma exposição fotográfica e um mini documentário, que apresenta o olhar de cada PcD, transparecendo sua forma de ser e estar no mundo. As ações do projeto são um contributo direto ao Programa Nacional de Apoio à Cultura, facilitando ao PcD o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91); promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira a partir da contratação de recursos humanos e conteúdos locais, inclusive oportunizando o protagonismo da pessoa com deficiência (inciso II do Art. 1º da Lei 8313/91); e ampliando a consciência e o respeito aos valores culturais de povos e nações e a diversidade de pessoas existentes em nosso país (inciso VII do Art. 1º da Lei 8313/91). Desempenha também, papel importante nas garantias dos direitos e políticas públicas de inclusão da pessoa com defiência e para o desenvolvimento sustentável da economia criativa no DF, estando alinhado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, utilizando-se de atividades lúdicas e artísticas para empoderar e incluir pessoas com deficiência, e conscientizar a sociedade sobre as diferenças entre pessoas (ODS 10 - Redução das Desigualdades - Meta 10.2). Entendendo as limitações pertinentes à atuação da proponente, Juju Peres assina a idealização do projeto e assume a função de co-instrutora das oficinas, exercendo uma participação efetiva nas aulas e processos de ensino-aprendizagem em conjunto com a fotógrafa e educadora Isabella Gurgel. Toda a execução do projeto é desenvolvida a partir de uma rede de colaboradores capacitados e especialistas na produção de projetos culturais, na gestão qualitativa de recursos financeiros e humanos, e no atendimento à pessoa com deficiência e seus familiares. Por fim, vale destacar que viabilidade deste projeto por meio de apoios e patrocínios público-privados, não só potencializa as boas práticas de inclusção da pessoa com deficiência, como também está no cerne da formação artística e cultural de pessoas com histórico de exclusão (inciso I, Art. 3º, Lei 8313/91), a partir das atividades de arte educação e vivências inclusivas; fomenta a produção cultural e artística no cenário local (inciso II, Art. 3º, Lei 8313/91), a partir da produção coletiva de bens culturais - exposição fotográfica e mini documentário; e para equidade e protagonismo de diferentes gêneros e a inclusão da pessoa com deficiência, a partir da contratação de profissionais que integram essa diversidade, compondo as equipes de coordenação e técnica do projeto.
A primeira edição do projeto VIVÊNIAS INCLUSIVAS foi realizada em 2023, com a participação direta de 30 alunos e 06 professores da APAE DF, APABB e Escola Bilíngue de Taguantiga, com realização de mais de 30 horas de ensino apredizagem da fotografia básica com celulares e mais de 12 horas de socialização ambiental e cultural em ecotrilhas do Distrito Federal. As ações de comunicação do projeto resultaram na criação e publicação do site vivenciasinclusivas.com.br, onde estão disponibilizados os conteúdos, fotos e vídeos sobre as atividades realizadas; na publicação do perfil no Instagram (@vivenciasinclusivas), onde foram publicados cards e vídeos de divulgação, fotos e vídeos das oficinas e saídas, e depoimentos de alunos e equipe; e na circulação de 09 matérias na imprensa local, resultando em um retorno de mídia espontânea de R$ 121.240,87. A divulgação do projeto contou ainda com a veiculação de campanhas pagas nas redes sociais, com investimento de 500 reais, resultando em um alcance de 72 mil pessoas e mais de 175 mil visualizações de seus conteúdos no instagram. A exposição fotográfica "Nada Sobre Nós sem Nós" foi realizada no período de 16 a 20 de agosto de 2023, no Pavilhão Espaço da Fotografia montado ao lado do Museu Nacional da República como parte das ações do Festival Mês da Fotografia, e possibilitou que mais de 5 mil pessoas conhecessem o projeto. Os recursos financeiros desta primeira edição foram provenientes de edital público da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF por meio do Fundo de Apoio à Cultura do DF e aplicados apenas para custeio de 02 oficinas e 02 saídas fotográficas. A terceira oficina e saída fotográfica, e a exposição foram realizadas a partir da parceria com o Festival Mês da Fotografia e Foca Fine Art. ACESSE O TEASER DO PROJETO EM: VIVENCIASINCLUSIVAS.COM.BR
Oficina de Fotografia Inclusiva O projeto pedagógico do Vivências Inclusivas prevê a realização de 03 oficinas de fotografia inclusiva sendo: 02 turmas direcionadas para as Instituições parceiras do projeto (APAE-DF, APABB, Escola Bilíngue de Taguatinga e Biblioteca Braille Dorina Nowill); e 01 turma direcionada para demanda expontânea do público geral. Cada oficina tem capacidade de atendimento de 10 alunos, oferecendo 10 horas aula, organizadas em encontros semanais. As aulas são ministradas a partir de metodologias ativas e do socioconstrutivismo, posicionamento o aluno como protagonista dos processos de ensino aprendizagem, utilizando recursos didáticos como apostilas, rodas de conversa, projeção de conteúdos, entre outros. Para as práticas fotográficas em sala de aula serão priorizados aparelhos celulares, mas não se limitando a eles, uma vez que a equipe do projeto disponibilizará algumas câmeras fotográficas para que os participantes possam conhecer os equipamentos e utilizá-los durante as aulas. Serão realizadas 03 saídas fotográficas, sendo 01 por turma, para prática fotográfica e vivências na natureza. As saídas são organizadas para 01 dia de passeio, com duração de 4 a 6 horas, em uma das Ecotrilhas acessíveis, definidas de acordo com o grau e tipos de deficiência de cada grupo. A saída fotográfica inicia com a recepção dos alunos na escola/instituição, onde nossa equipe de monitores e transporte irá direciona-los para a ecotrilha. Já na ecotrilha, os grupos são recepcionados com café da manhã, palestra de educação ambiental e guia turístico especializado que comandará o trajeto durante todo o passeio, organizando pausas para observação da natureza e para a prática da fotografia. No retorno da trilha, os alunos participam de uma roda de conversa, almoço coletivo e finalização para o retorno à escola/instituição. Durante todo o percusso nas trilhas, os grupos são acompanhados da Brigada de primeiros socorros. Exposição Fotográfica A exposição fotográfica compila o material produzido pelos alunos a partir da exibição de 30 fotografias. Buscando a qualidade e a valorização do trabalho artístico, as obras serão impressas em tamanhos até 60x90 cm, aplicadas em fouam board. O projeto cenográfico é definido de forma que os alunos autores sejam os protagonistas da exposição. As obras ficarão em exibição no período de 30 dias e prevê-se a sua realização no mês de Agosto, no qual se celebra o Dia Mundial da Fotografia, o Dia Nacional dos Direitos Humanos e a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo. A exposição é composta ainda pela audiodescrição de todas as fotografias a serem exibidas, disponibilizadas ao público por meio de Qr code e contará com monitoria acessível, especializada no atendimento à pessoa com deficiência e também na descrição de imagens para pessoas cegas ou com baixa visão. Mini Doc Para produção do mini documentário serão coletadas imagens de todo o processo de realização das oficinas e saídas fotográficas, e também depoimentos de alunos, instrutores, equipe e parceiros. O vídeo final terá duração até 15 minutos e será exibido no dia de abertura da exposição fotográfica, além de ser disponibilizado no Site e nas redes sociais do projeto.
O projeto Vivências Inclusivas é uma idealização de e para pessoa com deficiência, por isso, tornar o projeto acessível é uma meta desde a sua concepção. Sendo assim, a acessibilidade física será garantida ao público PcD por meio das estruturas e instalações de cada instituição participante, que já são preparadas para tal público. Todas contam com rampas de acesso, banheiros adaptados, corpo profissional para acompanhamento das atividades e sinalizações adequadas. A acessibilidade cognitiva e intelectual será garantida ao público PcD por meio das oficinas de fotografia e saídas fotográficas com apoio principal das equipes de arte-educação e utilização de metodologias próprias para o público específico. Acompanhada de estruturas e instalações de cada instituição participante, que já são preparadas para tal público. Para realização das saídas fotográficas, foram pré-selecionadas ecotrilhas que oferecem acessos facilitados: A ecotrilha Pedra dos Amigos tem um percurso de 700 metros, com sinalização em braille e trilha acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O transporte dos alunos até o local será realizado por meio de van, com acompanhamento de monitores especializados e apoio de birgadistas. O local conta com espaço comunitário, onde os grupos serão recpcionados com café da manhã e palestra de orientação. O espaço comunitário servirá também de base para a equipe de apoio, ambulância, disponibilização de banheiro químico adequado e almoço coletivo. Já no Parque Nacional de Brasília, a área Ilha da Meditação tem fácil acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzdias, e contam com as instalações do Centro de Convivência para apoio à equipe e participantes, disponibilizando de banheiro acessível e área para realização do café da manhã e almoço em meio a natureza, e estacionamento da ambulância. Destacamos que em todas as saídas fotográficas serão disponibilizados monitores para auxiliar os participantes durante todo o trajeto e permanência nas trilhas. Com relação à acessibilidade cognitiva e intelectual dos conteúdos do projeto, está previsto: - Arte educadora com conhecimento em Libras e especialista em educação inlcusiva e metodologia de ensino da fotografia para PcD; - Intérprete Libras durante as aulas e saídas fotográficas e durante a abertura da exposição fotográfica; - Site do projeto com instalação da Suíte VLibras e recursos Web de acessibilidade (aumento de fonte, contraste, etc.); - Audiodescrição das fotografias que vão compor a exposição fotográfica; - Mini documentário com legenda closed caption e tradução Libras.
O Projeto Vivências Inclusivas emerge como uma peça fundamental na democratização do acesso à cultura no Brasil. Ao proporcionar experiências enriquecedoras por meio da linguagem fotográfica, o projeto não apenas quebra barreiras para a participação ativa de pessoas com deficiência, mas também contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária. A democratização do acesso à cultura é alcançada não apenas por meio das oficinas e saídas fotográficas, mas também pela disponibilização gratuita de conteúdos online (site, galeria virtual e mini documentário), promovendo uma ampla circulação de conhecimento e experiências. Essa ampla circulação se baliza na primeira edição do projeto, realizada em 2023 e que contou com: 30 horas de ensino aprendizagem; 12 horas de vivências nas ecotrilhas a partir das saídas fotográficas; 30 PcD atendidos diretamente; 100 pessoas interagiram com o projeto nas Instituições participantes (APAE DF, APABB e Escola Bilíngue de Taguatinga); 5.000 pessoas conheceram o projeto a partir da exposição fotográfica realizada; 72 mil pessoas alcançadas nas redes sociais do projeto e mais de 175 mil visualizações dos conteúdos publicados; 120 mil com retorno de mídia espontânea a partir do trabalho de assessoria de imprensa. As ações de democratização de acesso do projeto contribuem diretamente para o Programa Nacional de Apoio à Cultura, facilitando ao público PcD o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira a partir da contratação de recursos humanos e conteúdos locais, inclusive oportunizando o protagonismo da pessoa com deficiência; e ampliando a consciência e o respeito aos valores culturais de povos e nações e a diversidade de pessoas existentes em nosso país. Desempenha também, papel importante nas garantias dos direitos e políticas públicas de inclusão da pessoa com defiência e para o desenvolvimento sustentável da economia criativa no DF, estando alinhado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, utilizando-se de atividades lúdicas e artísticas para empoderar e incluir pessoas com deficiência, e conscientizar a sociedade sobre as diferenças entre pessoas. Ao alinhar-se aos princípios da Agenda 2030 da ONU, o Vivências Inclusivas se destaca também como um agente de transformação, promovendo educação de qualidade, redução das desigualdades e integração social. Em última análise, o projeto não apenas proporciona ferramentas artísticas, mas também fortalece a tessitura cultural do país, construindo pontes que conectam e enriquecem a diversidade do cenário cultural brasileiro.
Idealizadora e Instrutora Assistente - Juju Peres Responsável por assessorar aulas e práticas de fotografia, auxiliar na construção de planos de aula e monitoria. Alfabetizada no ensino regular, em 2014 formou-se em higienização de livros pela Universidade de Brasília em convênio com Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - Apae DF, compondo a equipe de conservação de livros da Biblioteca do Ministério da Justiça até 2022. Atuou como monitora inclusiva da Exposição Coletiva do Festival Mês da Fotografia (2016 e 2018) no Museu Nacional e é fotógrafa especial do coletivo fotográfico Lente Cultural. Além disso integra os grupos "Asas para Dançar" e "Batukenjé" do Mestre Celin DuBatuk, banda percussiva. Em 2020 realizou a sua primeira exposição fotográfica, com a exibição de um ensaio individual na 8ª edição do Festival Mês da Fotografia (exposição virtual). Em 2021, realizou a apresentação e gravação de diversos conteúdos da 9ª edição do Festival Mês da Fotografia, e participou do Webinar Transcendendo a palavra: a fotografia como recurso de comunicação. Em 2022 foi monitora do Festival Dulcina e assistente de produção do projeto LAB LIC DF. Em 2023 integrou a equipe de monitoria do Festival Mês da Fotografia, foi fotógrafa voluntária da 3ª edição do Festival Dulcina, monitora no Festival Adarrum, Território Criativo e Art Brasil. Coordenação Geral - Proponente - Photo Agência Responsável pela coordenação geral do projeto, acompanhamento de equipes, e relacionamento com apoiadores, parceiros e patrocinadores. A Photo Agência é uma instituição especializada em desenvolvimento de projetos e produtos culturais, fotografia e banco de imagens, que soma mais de 25 anos de atuação no mercado das artes, da fotografia e do audiovisual. Busca colaborar e participar em projetos nas áreas sociocultural, educativa, e de desenvolvimento de mercado, oferecendo sua experiência profissional para uma atuação multidisciplinar da fotografia e das artes visuais. Dentre suas principais ações culturais está a idealização e realização do Projeto Filhos da Terra - Diversidade e Cultura (2015 - 2023), a produção do Festival Mês da Fotografia (2010 - 2023), o premiado documentário A Culpa é da Foto (2015), a publicação de diversos livros fotográficos e o apoio a projetos que promovem a valorização e acesso às artes visuais, a fotografia e ao patrimônio cultural, entre eles o Vivências Inclusivas. Produção Executiva - Lente Cultural Coletivo Fotográfico Responsável pela produção do projeto, relacionamento com fornecedores, organização logística e instituições participantes. A Lente Cultural busca a cultura brasileira na diversidade de seu patrimônio vivo e artístico. Parte de uma visão particular em olhar para o fazer cultural de forma transversal e colaborativa, possibilitando uma abordagem amplificada de pessoas, bens, saberes e expressões. Traz como missão, possibilitar o acesso a cultura por meio das artes visuais e da fotografia, através de iniciativas, projetos e programas culturais, próprios ou em parceria, pautados no protagonismo humano, nas relações de proximidade, inclusão e interatividade entre as comunidades, e no intercâmbio de conhecimentos. É co-realizadora do Festival Mês da Fotografia (2010 a 2023) e parceira na realização do projeto Filhos da Terra. Em seus 12 anos de atuação no setor cultural, em especial no segmento das artes visuais e da fotografia, destacam-se a Exposição Coletiva dos Fotógrafos do Centro-Oeste com publicação de catálogo e oito edições realizadas no período 2012 a 2023; a publicação do livro fotográfico Outras Estações em 2018; e as exposições Eu Amo Brasília, com distribuição de 20 mil imagens em para-sol automotivo e Medalhas de Milan Dusek, ambas em 2010. E ainda os projetos Território Criativo 2022, Tardezinha do Samba Vai à Escola 2023 e Qualificação Técnica para PcD na área artístico cultural 2023/2024. Gestão Administrativa - IDEIA Prática Produção Cultural Responsável pela gestão de recursos humanos e financeiros, organização documental, pagamentos e prestação de contas. DEIA Prática é especializada em planejamento, gestão e elaboração de projetos culturais. Nos últimos cinco anos já elaborou mais 50 projetos em diversas áreas culturais, em sua maioria aprovados em editais públicos; entre eles se destaca o Projeto Plataforma Rede Cultura Filhos da Terra (aprovado no BNDES), Projeto Mês da Fotografia (aprovado na LIC, Oi Futuro e FAC em 2014, 2016 e 2018), Projeto Reflexão das Águas (2018) e Projeto Nas Asas (2020). Atua também na formação e capacitação de agentes culturais, compartilhando conhecimentos sobre ideação e planejamento de projetos e ações culturais, elaboração de projetos para editais públicos com destaque para FAC e LIC, organização de portfólios e currículo, e formatação de Pitch e modelos de apresentação. Nesta área, seu trabalho mais recente foi a oficina IDEIA Prática, realizada no projeto Território Criativo (2021) para 53 alunos e duração de 20 horas/aula. Assina a gestão administrativa dos projetos culturais da Photo Agência desde 2015, com destaque para os projetos Festival Mês da Fotografia e Filhos da Terra - Diversidade e Cultura. Assina a realização dos projetos Práticas de Elaboração e Gestão de Projetos Cultural - Ciclo de Oficinas (2018), Rede de Comunicação Popular (2020/2021) e Jornada Da Ideia ao Projeto - Ciclo de Palestras (2020). Coordenação Pedagógica - Instituto Brincando Sem Barreiras Responsável pela coordenação das atividades de arte educação, desenvolvimento pedagógico e acompanhamento dos planos de aula. O Instituto Brincando Sem Barreiras, com mais de 20 anos de existência, integra, socializa e profissionaliza pessoas com diversas deficiências. Atua na promoção de atividades lúdicas, atendimento e apoio aos pais, orientação psicológica e pedagógica, e inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. Coordenado pela psicóloga e arte educadora Andreia Ribeiro, especialista em saúde cognitiva. Consultor de Acessibilidade - Joaquim Barbosa (PcD) Responsável por consultoria técnica em acessibilidade, indicação de adaptações e validação dos recursos para participantes. Sócio da Abayomi Produções e Acessibilidade, Joaquim Barbosa atua na administração e consultoria em acessibilidade. Surdo implantado, bilíngue em Português e Libras, recebeu reconhecimento pela atuação na causa da pessoa com deficiência auditiva. Com experiência na CODHAB/DF e consultorias para MPF, MEC, Anatel, e Centro de Tecnologia do Banco do Brasil, destaca-se na definição de regras de acessibilidade nas mídias de comunicação brasileira. Arte Educadora e Instrutora - Isabella Gurgel Responsável por ministrar aulas de fotografia inclusiva, coordenação de exposições e curadoria. Pedagoga, fotógrafa e fluente em LIBRAS, Isabella Gurgel é professora na Secretaria de Educação DF - Área Surdez, com mais de 25 anos de experiência. Atualmente atua como fotógrafa social e professora de fotografia inclusiva, integrando seus ensinamentos à ações de arte educação e projetos sócio culturais. Nos últimos anos coordenou as atividades pedagógicas inclusivas no Festival Mês da Fotografia e Vivências Inclusivas.
PROJETO ARQUIVADO.