Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Reformar a "Casa Velha", antiga edificação do Grupo Escoteiro Leões de Blumenau, edificada no ínicio do século XX, na cidade de Blumenau/SC,para a preservação da memória e da cultura do bairro Ribeirão Fresco e transformá-la no Museu Escoteiro Leões de Blumenau, para reverenciar o movimento escoteiro que está presente há mais de 100 anos na cidade de Blumenau, preservando e valorizando os elementos culturais do nosso povo e mantendo viva a nossa identidade.
Não há para este projeto
Objetivo Geral O objetivo do projeto é reformar a "Casa Velha", para transforma-lá em Museu Escoteiro. A casa é umas das primeiras construções do Bairro Ribeirão Fresco em Blumenau/SC, que foi vendida ao Grupo Escoteiro em 1972 e usada para atividades até então. Porém com o passar dos anos a casa foi se deteriorando, sendo assim a reforma é inevitável. Por este motivo é necessário a captação de recursos através da Lei de Incentivo, para que possamos angariar os valores necessários para a reforma da "Casa Velha" e transforma-la em um Museu Escoteiro, preservando a história do Movimento escoteiro em Blumenau e também a história local. Objetivos Especficos 1)Captar recursos para angariar os valores necessários para reforma do imóvel, que será transformado em Museu; 2) Solicitar Alvará de reforma da prefeitura; 3) Contratar a empresa que irá fazer a reforma do imóvel, conforme toda legislação vigente; 4) Começar a reforma, que se dará em 8 etapas; 5) Com a casa pronta, dar inicio ao Processo para transformá-la em um Museu Escoteiro.
A "Casa Velha" representa uma parte significativa da história do bairro Ribeirão Fresco - Blumenau/SC, sendo uma das primeiras construídas na região. Originalmente propriedade de Bernhard e Lydia Unger, a casa foi adquirida em 1949 por Ricardo Laurent Julio Bonnemasou, filho de Jean Romain Bonnemasou, e posteriormente vendida ao Grupo Escoteiro Leões de Blumenau (GELB) em 1972. Ao longo dos anos, a casa, usada pelo GELB para atividades e armazenamento, sofreu deterioração, tornando-se insegura para as crianças. Diante dessa realidade, a reforma tornou-se imperativa, e este projeto visa captar recursos necessários para transformar a "Casa Velha" em um Museu Escoteiro. Embora não seja um patrimônio histórico cultural tombado, a casa desempenha um papel vital na preservação da memória e cultura do bairro Ribeirão Fresco. Como uma das primeiras residências locais, busca-se, através do museu, conservar não apenas a história do Movimento Escoteiro em Blumenau, mas também a identidade local. Essa iniciativa, visa manter viva a herança cultural transmitida pelas gerações passadas às futuras. Mais do que uma simples reforma, é um esforço para valorizar os elementos culturais da comunidade, fortalecendo a nossa identidade e contribuindo para a construção contínua da cidadania. Ao preservar memórias e raízes, contribuímos para que nosso povo perdure ao longo dos séculos. Por este motivo é necessário a captação de recursos através da Lei de Incentivo, para que possamos angariar os valores necessários para a reforma da "Casa Velha" e transforma-la em um Museu Escoteiro. Conforme a Lei 8313/91: No ambito do Artigo 1°, enquadra-se no item: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O museu escoteiro desempenhará um papel fundamental ao proporcionar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura, promovendo assim o pleno exercício dos direitos culturais. Através de suas exposições e atividades educacionais, o museu não apenas preservará a rica herança cultural escoteira, mas também serve como um espaço inclusivo e acessível, onde pessoas de todas as idades e origens podem explorar, aprender e apreciar as diversas expressões culturais. Dessa maneira, o museu contribui ativamente para fortalecer a democracia cultural, garantindo que a cultura seja acessível a todos, e que os direitos culturais sejam desfrutados de maneira plena e igualitária. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Ao adotar as práticas de exposições multidisciplinares, realizar eventos culturais, parcerias com artistas e comunidade local, preservação de tradições orais e materiais, o museu escoteiro vai desempenhar um papel ativo na promoção, valorização e difusão das manifestações culturais, colaborando para enriquecer a experiência cultural dos visitantes e contribuindo para a preservação do patrimônio cultural relacionado ao escotismo. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Ao transformar uma edificação antiga e histórica no Bairro Ribeirão Fresco em Blumenau (umas das primeiras residencias construídas no Bairro no ínicio do século XX) em um Museu Escoteiro já é uma importantíssima preservação de um patrimônio cultural material e com a transformação em Museu Escoteiro cumprirá um papel crucial na preservação e promoção do patrimônio cultural e histórico brasileiro relacionado ao escotismo, garantindo que as gerações futuras possam apreciar e aprender com essa parte significativa da história do país. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O Museu Escoteiro pode ativamente estimular a produção e disseminação de bens culturais de valor universal por meio de programas como residências artísticas, concursos culturais e parcerias com artistas. Além disso, a difusão desses bens é facilitada por exposições itinerantes, plataformas digitais, participação em eventos culturais e redes sociais. Essas práticas não apenas preservam a herança cultural do museu, mas também contribuem para a criação de bens culturais globais, fomentando o diálogo intercultural e a compreensão global. Com a facilidade que o movimento escoteiro é um movimento mundial, presente em mais de 160 Países e com 116 de existência. No âmbito do Artigo 3º, enquadra-se no item III a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, por meio de: No nosso projeto, a meta primordial é a restauração de uma edificação antiga, convertendo-a em um Museu Escoteiro, alinhando-se de maneira precisa com os seguintes aspectos: a) Construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras instituições culturais, assim como de suas coleções e acervos; c) Restauração de obras de arte e de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; Atendendo ainda a IN02/2019, o projeto terá como Contrapartida Social, todo seu espaço acessivel gratuitamente, sem cobranças de ingresso para entrada no Museu, assim como para exposições e oficinas.
Preservar a história é um imperativo! O escotismo desempenha um papel fundamental na rica cultura, e a preservação de sua história é mais do que um ato de reconhecimento; é uma maneira de enaltecer a relevância desse movimento para a identidade do estado. A narrativa do escotismo é entrelaçada com inúmeras histórias individuais e coletivas. Conservar essa rica tapeçaria de eventos é resgatar não apenas a memória das pessoas, mas também suas significativas contribuições para o movimento escoteiro. Esse resgate histórico proporciona uma âncora para o presente e um farol para o futuro, permitindo que as gerações atuais e futuras mantenham sua identidade e, ao mesmo tempo, tracem novos caminhos. O Escotismo: Fundado por Baden-Powell em 1907, na Inglaterra, o Escotismo é um movimento educacional que visa o desenvolvimento integral de jovens, estimulando habilidades físicas, mentais e sociais por meio de atividades ao ar livre e em equipe. Os princípios do Escotismo incluem o respeito pela natureza e o cultivo de cidadãos responsáveis e solidários, contribuindo para a construção de um mundo melhor. Chegando ao Brasil em 1910, o Escotismo estabeleceu seu primeiro Grupo em Santa Catarina em 1913. Desde seu início, o Escotismo compartilha uma relação estreita com as manifestações artísticas. Baden-Powell, além de fundador do movimento, era um entusiasta do teatro e da música, destacando-se como autor, desenhista e pintor. Embora a casa em questão não seja um patrimônio histórico-cultural tombado, ela desempenha um papel crucial na preservação da memória e da cultura do bairro Ribeirão Fresco. Uma das primeiras construções locais, esta casa abrigará um Museu Escoteiro, tornando-se um guardião da história do Escotismo Blumenauense. Este projeto visa valorizar nossa herança cultural, transmitida de gerações passadas para as futuras, preservando e enriquecendo os elementos culturais de nossa comunidade. Isso é mais do que um ato de preservação; é um ato de construção da cidadania, pois um povo prospera ao longo dos séculos quando suas memórias e raízes são cuidadosamente mantidas.
Como não se trata de um produto e sim de uma reforma de uma edificação antiga, segue a descrição da edificação: 1-Local: Rua Pastor Oswaldo Hesse, 1701, bairro Ribeirão Fresco, Blumenau / SC (a construção está dentro da propriedade do Grupo Escoteiros Leões de Blumenau) 2- História: Foi uma das primeiras casas construídas no bairro Ribeirão Fresco. Pertencia a Bernhard e Lydia Unger (avós de Elke Willecke) e foi vendida em 1949. A partir de então, foi residência da família de Ricardo Laurent Julio Bonnemasou (casado do Helena Beims), filho de Jean Romain Bonnemasou, até ser vendida para o Grupo Escoteiros Leões de Blumenau em 1972. 3-Área de Construção: piso inferior: 121 m² piso superior (sótão): 44 m² 4- Caracteristicas da Construção: Blumenau/SC, sendo uma cidade colonizada por alemães, reflete em suas edificações a influência marcante da arquitetura germânica. A casa em questão, embora não adote o tradicional modelo enxaimel, apresenta distintivas características típicas desse estilo. Dentre elas, destacam-se telhados com acentuada inclinação, a presença de um sotão, caracterizado como o segundo piso, e o uso de telhas com design inspirado na arquitetura germânica. 5- INFORMAÇÕES TÉCNICAS Toda mão de obra empregada será especializada, de forma a obter resultados de acabamento de 1ª qualidade em todas as etapas da construção. A empresa contratada, obrigatoriamente, procederá com emissão de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, emitida por profissional legalmente habilitado, contemplando os serviços executados nesta reforma. A empresa deverá obrigatoriamente suprir os funcionários na obra com todos os EPI’s necessários para o bom andamento dos trabalhos e regularmente inspecionados para atendimentos a todas as exigências normativas do Ministério do Trabalho, bem como, satisfazer as prescrições de Segurança e Higiene do Trabalho, sob pena de paralisação da obra pelos órgãos competentes. Trata-se de uma edificação antiga, onde as intervenções devem ser cautelosamente executadas, tendo em vista o padrão executivo da edificação e os riscos em ocasionar danos aos demais sistemas construtivos, ocorrendo assim em descaracterização do imóvel.
A reforma completa da edificação não apenas assegura a implementação de acessibilidade física, incluindo banheiros acessíveis, rampas e guias, mas também incorporará a acessibilidade de conteúdo durante a implementação do Museu Escoteiro.
O Museu Escoteiro será de acesso gratuito, aberto a toda a comunidade escoteira, bem como aos moradores locais e visitantes. Os espaços, incluindo exposições e salas para oficinas, serão acessíveis a todos.
1- Quem será o responsável como Proponente pelo Projeto será o Presidente da entidade, que atua como voluntário. Charles Neves da Rosa Formação Acadêmica: Formação de Conselheiros de Administração – PUC-PR – Católica SC, conclusão em novembro de 2020.Especialização em Gestão de Negócios, FDC – Fundação Dom Cabral, Blumenau/SC, 2016.MBA – Gerenciamento de Projetos, FGV – Fundação Getúlio Vargas, Blumenau/SC, 2007.MBA – Gestão Empresarial e Marketing, IBES – Instituto Blumenauense de Ensino Superior, Blumenau/SC, 2004.Graduado em Administração de Empresas, UNISUL – Universidade do Sul de Santa Catarina, Tubarão/SC, 1998. Resumo das Qualificações: Profissional com mais de 20 anos de experiência no mercado, atuando predominantemente na área comercial em grandes empresas. Possui expertise em gestão comercial, negociação de contratos com grandes clientes, seleção, treinamento e desenvolvimento de equipes de vendas, orçamento, planejamento estratégico, formação de preços, análise de regiões por indicadores de potencial de consumo, adequação de canais de vendas, posicionamento de marcas, ajuste de mix, desenvolvimento de produtos e trade. Atualmente, é proprietário de uma empresa de confecção, trabalhando com a modalidade Private Label para grandes magazines. Além disso, possui duas marcas próprias, atendendo aos mercados infantil e adulto na área de malharia circular. Voluntariado: Participa ativamente do Grupo Escoteiro Leões de Blumenau/032 desde 2019, inicialmente como pai de apoio e, formalmente, desde 2020 como Vice-Presidente do Grupo por dois anos, e atualmente como Presidente, completando mais dois anos. Sua entrada no movimento se deu pela participação de seus dois filhos que são Escoteiros. Charles teve uma breve passagem como lobinho na década de 1980 e pretende permanecer na presidência nos próximos dois anos. 2 - O diretor financeiro da entidade, também voluntário será o responsável pela gestão financeira do Projeto Hélio Junglos Formação Acadêmica: MBA em Direito Tributário, Uniasselvi – Blumenau/SC, 2004.MBA em Direito Empresarial, Uniasselvi, Blumenau/SC, 2002.MBA em Gestão de Recursos Humanos, FGV – Fundação Getúlio Vargas, Blumenau/SC, 1997.MBA em Gestão Empresarial e Tributária, FGV – Fundação Getulio Vargas, Blumenau/SC, 1996.Graduado em Administração de Empresas, FURB – Fundação Universidade Regional de Blumenau/SC,1993.Resumo das Qualificações: Profissional com mais de 38 anos de experiência, dedicando-se às áreas administrativas de empresas até 2002. A partir desse ano, fundou um escritório de contabilidade em Blumenau, gerenciando uma equipe de 26 colaboradores e atendendo a uma carteira de 300 clientes. Voluntariado: Participante ativo do Grupo Escoteiro Leões de Blumenau/032 desde 2013, desempenhando o papel de diretor financeiro. Além disso, atuou como pai de apoio e, formalmente, foi Vice-Presidente do Grupo por dois anos a partir de 2020. 3- Quem será responsável pela captação de Recursos, contratada: Malisa Fernanda Costa Bruns Formação Acadêmica Graduado em Administração de Empresas, UNIFEBE Centro Universitário de Brusque/SC,2020. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL MF ProjetosDesde 2018, como Captadora de Recursos Planejamento, gestão, captação, elaboração e desenvolvimento de Projetos para OSCs. CERTIFICAÇÕES E CURSOS Aspectos Relevantes da Lei 13.019/2014 - MROSC Captação de Recursos no Terceiro Setor - Agente do Terceiro SetorComo se inscrever em editaisÉtica e Remuneração do CaptadorMarco Regulatório das Organizações da Sociedade CivilSmart 4Global – Captação para o terceiro setorCaptação através das Emendas ParlamentaresPrestação de Contas com o Município VOLUNTARIADO EscoteiroParticipo do M.E. desde 1989, fui membro juvenil escoteira, guia e pioneira. Como adulta voluntária fui chefe de Seção do ramo Lobinho, Sênior e Pioneiro. Enquanto dirigente já atuei como Diretora de Métodos Educativos, Projetos e atualmente estou como diretora presidente do Grupo Escoteiro Brusque 33/SC e participo da equipe de Mobilização de Recursos Nacional. Também já atuei como Coordenadora Distrital do Distrito das Montanhas/SC. Minha formação dentro do M.E. são Insígnia da Madeira na linha escotista (ramo sênior) e intermediários Lobinho (escotista) e Dirigente. CMDCAFui conselheira no CMDCA- Brusque entre os anos de 2019 e 2023. Enquanto conselheira participei das Comissões de Redação do Edital do FIA e monitoramento dos Projetos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.