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PRONAC 2313776Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Muitas Áfricas

CLIPS PRODUCOES CULTURAIS E PUBLICIDADE LTDA
Solicitado
R$ 996,6 mil
Aprovado
R$ 996,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Muitas Áfricas" é um portal de fotos, textos e livros digitais. Além dos principais países africanos que fizeram parte da rota dos nossos ancestrais, o projeto percorrerá as Américas do Norte, Sul, Central e Caribe. O objetivo é retratar os mais relevantes lugares de memória da escravidão nos distintos países. Sobretudo, o projeto vai mostrar como vivem esses irmãos, separados pelo mais trágico capítulo da história da humanidade. Com fotos de Cesar Fraga e textos de diversos historiadores, "Muitas Áfricas" se propõe a ser o mais abrangente documentário fotográfico já produzido sobre a cultura africana e afrodescendente. Uma seção de afroturismo permitirá aos usuários visitar os distintos grupos sociais retratados, contribuindo para a preservação de saberes tradicionais e fomentando cultura. Ao resgatar as riquíssimas referências africanas, de rainhas e reis, cores, ritmos e sabores, "Muitas Áfricas" se coloca como uma poderosa ferramenta de combate ao racismo estrutural brasileiro.

Sinopse

O projeto percorre 11 países, por 130 dias, retratando a memória da escravidão e aspectos contemporâneos dos distintos povos africanos e afrodescendentes. Partiremos de um pré-roteiro histórico que, com certeza, será enriquecido ao longo do caminho. Tanzânia Zanzibar – Cidade de Pedra, mesquitas, arquitetura suahili, casa de Tippu Tip, celas de escravizados na Catedral Anglicana, Memorial da Escravidão, Casa das Maravilhas, forte árabe e Museu da Escravatura Kilwa Masoko – Ruínas de Quilua Quisiuani e de Songo Mnara Bagamoyo – Cidade histórica (Patrimônio da Humanidade), berço do Cristianismo na Tanzânia e Museu Missão Católica Malawi Lilongwe – Mercado artesanato, leilão de tabaco, mausoléu e centro de vida selvagem Mangochi – População à beira do Lago Niassa Burundi Bulumbura – População à beira dos Lagos Tanganika e Gishora Drum Sanctuary Uganda Kampala – População à beira do Lago Victoria Estados Unidos Nova Iorque – Harlem, Gospel, Rap, Basquete nas ruas, street dance, ativismo Jamestown – Ruínas do assentamento britânico (1º registro de escravos) e Old Point Comfort Charleston – Porto que recebeu 40% dos escravizados, casas preservadas, Fazenda McLeod, Middleton Place (fazenda + cabana com preços), Internacional African American Museum (IAAM) e estátuas de confederados Nova Orleans – Primeira casa de jazz, Plantations, Mansão de Delphine LaLaurie, Vodu e Carnaval Cuba Havana – Associação Quisicuaba, Santeria, plantações de cana e tabaco, N.S. da Regla, Solar La Maravilha e rumba Jamaica Kingstown – Movimento Rastafari, Leonard P. Howell, Monumento Redemption Song, reggae e dread Colômbia Cartagena das Indias – Porto de entrada, cidade histórica, bairro de Getsemani, grafite e breakdancers Palenque de San Basilio – Refúgio de resistência, grafite, rap, ragaton, Grupo Komileza-mi, estátua de Benkos, festas e funerais Quibdó – outro antigo palenque, Rio Baudó, vida na selva e funerais Brasil São Luís (MA) – Cafuá das Mercês Alcântara (MA) - Casa das Minas (Kwerebentan to Zomadonu), Beco Catarina de Mina e Tambor de Crioula Alcântara (MA) – Praça do Pelourinho Salvador (BA) – Ladeira da Praça, Largo do Pelourinho, Terreiro do Bogum (Zoogodô Bogum Malê Seja Hundé), Mercado da Praça da Preguiça, Terreiro do Gantois (Ilé Iyá Omi Axé Iyamasse), capoeira, Terreiro do Alaketu (Ilê Maroiá Laji), Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Campo de Pólvora e Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos da Rua João Pereira, Bairro de Itapuã e Quilombo do Buraco do Tatu Rio de Janeiro (RJ) – Cais do Valongo, Mercado do Valongo, Cemitério dos Pretos Novos, Ilê Axé Apô Afonjá, Igreja de São Elesbão e Santa Ifigênia, capoeira, congado, Igreja do Rosário e São Benedito, Pedra do Sal, Zungú e Lazaredo da Gamboa Nova Iguaçu (RJ) – Axé K-11 São Paulo (SP) – Igreja de N. S. Rosário dos Homens Pretos do Paissandu, Igreja de N. S. Rosário dos Homens Pretos da Penha, Largo da Forca, Capela dos Aflitos, Igreja de Sta. Cruz das Almas, rap, Pastoral Afro da Aquiropita e Escola de Samba Vai-Vai Sorocaba (SP) – Real Fábrica de Ferro, Capela de João de Camargo e Quilombo do Cafundó Ubatuba (SP) – Quilombo da Fazenda Itapevi (SP) – Egbé L'ajò Curiúva (PR) – Quilombo Guajuvira Florianópolis (SC) – Fazenda da Tapera da Barra do Sul, Ilha do Campeche, Armação da Lagoinha, Porto do Destero, Mercado Público, Capela de Sant’Anna e Igreja de N. S. do Rosário e São Benedito Capão da Canoa (RS) – Praia do Barco (Capão Alto ou Capão da Negrada) Pelotas (RS) – Sítio das Charqueadas (Charqueada Santa Bárbara) Jaguarão (RS) – Porto de Jaguarão Uruguai Cerro Largo – Afro-uruguaios | Partido Autoctodo Negro (PAN) | Sobrenomes brasileiros Rivera – Afro-uruguaios | Partido Autoctodo Negro (PAN) | Sobrenomes brasileiros Montevideo – Dias de São Benedito e São Baltazar, atleta Déborah Rodriguez, política Gloria Rodriguez, Barrio Sur e Palermo, Partido Autoctodo Negro (PAN), desfile anual das Comparsas, Candombe, "Sala de Nación" e Desfile Llamadas (carnaval) Colônia do Sacramento – Memória Portuguesa, porta de entrada de escravizados Argentina Chascomús – 8 de novembro (dia dos afro-argentinos), Candombe e origens afro do tango Corrientes – Candombe e Festa de São Baltazar População à beira do Lago Victoria

Objetivos

Objetivo Geral Pesquisar e divulgar o "holocausto africano", capítulo fundamental para o entendimento da História do Brasil; Produzir um ensaio fotográfico autoral e poético, retratando os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizados na África e nas Américas, além de aspectos contemporâneos de povos africanos e afrodescendentes; Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio afro-brasileiro, de valor inquestionável para a nossa cultura; Incentivar o respeito aos povos africanos e afro-americanos, provocando uma reflexão sobre os traços comuns que nos unem; Afirmar a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. Objetivos Específicos Desenvolver um website responsivo capaz de apresentar fotos, textos e capítulos digitais ao grande público; Realizar expedições fotográficas por 11 países _ Tanzânia, Malawi, Burundi, Uganda, Estados Unidos, Cuba, Jamaica, Colômbia, Brasil, Uruguai e Argentina _ retratando os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizados e trazendo à luz a influência negra nas distintas culturas; Produzir os primeiros 40 capítulos de uma enciclopédia digital em constante construção; cada capítulo terá um texto introdutório, assinado por um competente africanista, seguido de fotos ilustrativas das culturas africanas a afrodescendentes; Organizar o acervo que o fotógrafo Cesar Fraga já registrou em outros 9 países africanos _ Cabo Verde, Guiné-Bissau, Senegal, Gana, Togo, Benim, Nigéria, Angola e Moçambique _ oferecendo ainda mais referências africanas para a sociedade; Disponibilizar a educadores de escolas públicas de todo o Brasil ferramentas que possibilitem a construção de livros digitais customizados, gratuitamente, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Audiodescrever todas as imagens, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Incluir uma seção de Afroturismo que permita aos usuários mergulhar nas distintas culturas retratadas em cada capítulo, mostrando quando acontecem as principais celebrações, como ir, onde se hospedar, dentre outras informações; Ministrar 4 palestras para estudantes de escolas públicas em áreas de vulnerabilidade social.

Justificativa

Tempos Extremos Estima-se que, entre o século XVI e meados do século XIX, mais de dez milhões de africanos (homens, mulheres e crianças) foram escravizados e transportados para as Américas _ um triste capítulo da História que nos uniu para sempre ao continente africano. Aqui eles foram importantes atores culturais, influenciando profundamente as formas de viver e de sentir dos nossos povos, transmitindo às sociedades em formação, elementos valiosos das suas culturas. Hoje, apesar da pujança das culturas afro-americanas, o racismo ainda prevalece em nossas sociedades, fruto podre de nosso passado escravagista. Apagamento A tentativa de apagamento dos negros nas américas segue ativa no período contemporâneo, sobretudo, nas antigas colônias espanholas. Embora o fenótipo desses povos seja majoritariamente indígena, os negros estão distribuídos em diferentes regiões de cada país, ainda que invisíveis aos turistas que transitam pelas principais cidades. Presença negra que não pode ser silenciada e nem apagada. Os negros encontraram suas vozes nas festas populares, na música, na religiosidade, nas artes, nos esportes e em diferentes aspectos da sociedade. Estão gritando alto para que o mundo os ouça. Resgate No Brasil, em março de 2003, foi aprovada a Lei Federal nº 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. A Lei tem como objetivo promover uma educação que reconheça e valorize a diversidade, comprometida com as origens do povo brasileiro. Passados mais de quinze anos, há muito o que se fazer para que isso se torna uma realidade plena em nosso país. O "Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil", da UNESCO se apresentou como primeiro passo no sentido de dar visibilidade aos lugares de memória da herança africana no Brasil. Iniciativas similares tem sido conduzidas em outros países, tanto na África, quanto nas Américas do Sul, Norte, Central e Caribe, como o recente Seminário sobre Preservação de Patrimônio Cultural de Matriz Africana, organizado pelo US National Park Service, com apoio do governo norte-americano. Em Charleston, foi recém inaugurado o Internacional African American Museum, IAAM, onde especialistas partilham suas experiências e começam a construir pontes para esse grande desafio americano, do norte ao sul: honrar e celebrar a herança africana. Projetos Realizados Em uma viagem por nove países africanos _ Cabo Verde, Guiné Bissau, Senegal, Gana, Togo, Benim, Nigéria, Angola e Moçambique _ o fotógrafo Cesar Fraga percorreu as cidades protagonistas do tráfico de escravizados para o Brasil. Mais de um século após o fim do comércio transatlântico, o livro "Do outro lado" (2014) trouxe importantes registros da memória material e imaterial destes tempos extremos e um olhar contemporâneo sobre nossos irmãos africanos. O livro foi viabilizado com recursos da Lei de Inventivo à Cultura do Governo Federal. O mesmo conteúdo foi exibido na exposição "Sankofa" (Caixa Cultural/RJ, 2016), nas Revistas Revista National Geographic e Courrier (Portugal). A publicação do Caderno "Somos todos África" rendeu ao fotógrafo um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND). Em 2020, com a produção de uma série de 10 episódios, foi a vez de "Sankofa: a África que te habita" chegar às telas de três continentes. Cesar Fraga revelou os bastidores de sua expedição por nove países africanos, convidando africanistas de diversas áreas do conhecimento a trazer suas contribuições ao roteiro percorrido. O documentário foi ilustrado por cerca de 4 mil fotos do vasto conteúdo produzido do outro lado do Atlântico. Depois da primeira janela nos Canais Prime Box e Travel Box, a série foi incorporada à Plataforma Netflix. Com a venda dos direitos para a RTP, além da exibição em Portugal, foi estabelecida uma nova conexão com os nossos irmãos, levando este riquíssimo conteúdo aos cinco países africanos de língua portuguesa. Portal "Muitas Áfricas" O projeto é uma plataforma de fotos, textos e livros digitais. Além dos principais países africanos que fizeram parte da rota dos nossos ancestrais, o projeto percorrerá as Américas do Norte, Sul, Central e Caribe. O objetivo é retratar os mais relevantes lugares de memória da escravidão nos distintos países. Sobretudo, o projeto vai mostrar como vivem esses irmãos, separados pelo mais trágico capítulo da história da humanidade. Com fotos de Cesar Fraga, pesquisa e textos de competentes historiadores, "Muitas Áfricas" se propõe a ser o mais abrangente documentário fotográfico já produzido sobre a cultura africana e afrodescendente _ um merecido resgate das origens dos nossos povos. "Muitas Áfricas" trará significativas contribuições para o afroturismo. Uma seção de serviços, ligada a cada conteúdo produzido, ajudará visitantes de todo mundo a viver experiências em áreas até então distantes dos circuitos turísticos, contribuindo para a preservação de saberes das comunidades tradicionais e dos patrimônios históricos dos dois lados do Atlântico. O conteúdo produzido fará do portal uma grande referência em educação africana e afrodescendente. Cadastrados na plataforma, professores de escolas públicas de todo o Brasil terão acesso gratuito ao material e poderão customizar seus livros digitais para utilizá-los em sala de aula. Escolas da rede privada poderão ter acesso ao mesmo conteúdo, mediante o pagamento de uma assinatura mensal. A primeira etapa do projeto, relativa a esse pedido de incentivo, inclui a produção da plataforma, bem como a criação dos primeiros 40 capítulos. Cada um deles será introduzido por um texto assinado por um africanista, seguido por cerca de 10 imagens do fotógrafo Cesar Fraga. A plataforma destina-se, de forma mais abrangente, a um público adolescente (12+), jovem e adulto, de ambos os sexos, das classes A, B e C. Impacto social Todo esse riquíssimo conteúdo estará disponível gratuitamente a educadores de escolas públicas de todo o Brasil, contribuindo para cumprimento da obrigação do ensino de cultura africana e afro-brasileira nas escolas. Ao fomentar o afroturismo, o projeto tem o potencial de impactar profundamente grupos sociais muitas vezes segregados no nosso país, gerando empregos, renda e desenvolvimento. Sobretudo, ao resgatar as riquíssimas referências africanas em nossa cultura, de rainhas e reis, cores, ritmos e sabores, "Muitas Áfricas" vai se colocar como uma poderosa ferramenta de combate ao racismo estrutural brasileiro. Enquadramento O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91 da seguinte forma: Inciso I, ao disponibilizar gratuitamente todo o conteúdo produzido para educadores de escolas públicas de todo o país; Incisos III, IV e V, ao retratar manifestações afro-brasileiras de distintas partes do nosso país _ uma pequena amostra do diverso caldeirão étnico do Brasil _ inseridas no contexto da África e das Américas; Inciso VI, ao revelar os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizado, no Brasil, na África e nas Américas; Inciso VII, ao incentivar o respeito aos povos africanos e afro-americanos, provocando uma reflexão sobre os traços comuns que nos unem; Inciso VIII, ao produzir uma portal que afirma a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. O projeto atenderá o Artigo 3º da Lei 8313/91, fomentando a produção cultural e artística, ao produzir um projeto relativo às ciências humanas. "Muitas Áfricas" se enquadra no Artigo 18º da Lei 8313/91, na área de Humanidades, ao produzir livros eletrônicos de valor artístico, literário e humanístico.

Estratégia de execução

Impacto Ambiental A opção por livros digitais reduz substancialmente o impacto no meio ambiente, comparando-se às publicações impressas.

Especificação técnica

A estrutura da plataforma é bem simples: Fotos Apresentará as fotos do autor nos nove países africanos já visitados para o livro “Do Outro Lado”/Editora Olhares (2014), além do conteúdo fotográfico dos próximos 11 países (referentes a esta proposta). Capítulos A partir de textos introdutórios assinados por africanistas, os capítulos mostrarão sequências de cerca de 10 fotos, legendadas, diagramadas em páginas duplas. Monte seu livro Através de filtros selecionados, educadores de todo o Brasil poderão customizar seus livros para distintas áreas de interesse. Exemplos: Comunidades Quilombolas do Nordeste do Brasil; Memória da Escravidão nas Regiões Sul e Sudeste; Manifestações Religiosas na Cidade de São Paulo. Afroturismo Nossa consultora vai organizar um conjunto de informações que permitirão a visita dos usuários a cada região retratada nos capítulos, mostrando como chegar, onde se hospedar, melhores datas, principais festividades etc. O conteúdo da plataforma será armazenado em banco de dados gerenciado dinamicamente através da ferramenta CMS WORDPRESS de gerenciamento de conteúdo online. O website contará com um layout responsivo e arquitetura de informações visando facilitar o acesso ao seu conteúdo. A plataforma será compatível com as últimas versões dos browsers Edge, Google Chrome e Firefox. - O site será desenvolvido seguindo as recomendações do W3C quanto a compatibilidade e acessibilidade. Será visualizado plenamente nas resoluções, 1.280, 1.024, 768 e 480 pixels de largura, mantendo a perfeita visualização dos seus elementos em resoluções superiores a 1.280 pixels.

Acessibilidade

A internet é um dos universos mais acessíveis, quando se trata de oferecer conteúdo cultural e educativo. Com o apoio Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais, está prevista a narração de todos os textos e a audiodescrição de todas as imagens do projeto. Pela voz de narradores especializados, as imagens sairão das páginas para as mentes de quem não pode enxergá-las. As palestras serão transmitidas pela internet, acompanhadas de intérpretes de libras.

Democratização do acesso

O conteúdo produzido estará disponível gratuitamente para as escolas públicas de todo o Brasil, muitas em áreas de vulnerabilidade social, de acordo com o inciso II do Artigo 29 da IN nº 1/2023 do Ministério da Cultura. A comercialização do conteúdo para escolas da rede privada de ensino estará limitada ao valor total do Projeto aprovado, em conformidade com o inciso V do artigo 27 da IN nº 1/2023 do Ministério da Cultura. Estão previstas 4 palestras ministradas pelo fotógrafo Cesar Fraga, transmitidas pela internet, para que atinjam o maior número possível de espectadores.

Ficha técnica

Produção Executiva, Fotografia e Palestras – Cesar Fraga / Clips (autor) Designer formado pela EsDI/UERJ, pós-graduado em marketing pela COPPEAD/UFRJ e fotógrafo autodidata, atua em projetos na América do Sul, Europa, Oriente Médio, África e Antártida. Colabora com diversos veículos de comunicação, tais como o Jornal Extra, as Revistas National Geographic, Gol e as portuguesas GQ e Courrier Internacional. É autor das quatro exposições “Pomeranos de Jetibá” (2012/2013), da mostra “Sankofa – Memória da Escravidão na África” (2016) e dos livros “Do Outro Lado”/Editora Olhares (2014), “Empurrando Água”/Clips Editora (2014) e “Guerreiro”/Clips Editora (2018). Ganhou um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND) pelo conjunto de fotos do Caderno "Somos todos África", publicado no Jornal Extra, em 2014. É protagonista da série “Sankofa: a África que te habita”/FBL (2020), disponível nos Canais Prime Box, RTP (Portugal), além da Plataforma Netflix. Cesar Fraga é diretor da Clips Produções Culturais e Publicidade Ltda., proponente do projeto "Muitas Áfricas". Como produtor executivo, será o responsável pela gestão do processo decisório. Historiador – Bruno Sanches Professor e pesquisador da Cultura Popular Brasileira, graduado em História pela USP, especialista em História da Arte pela FAAP, mestre e doutorando em História Social pela USP, é professor de História dos Colégios Vicentinos e Santa Amália Maple Bear, além de diretor do Centro de Estudos e Memória da Juventude. Foi redator da Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras e apresentador e diretor do Programa “A hora e a vez do samba” pela radio Juventude. É autor dos livros “Transformações na Avenida – História das escolas de samba da cidade de São Paulo”/Editora Liber Ars (2014), vencedor da primeira edição do Prêmio Edison Carneiro na categoria Produção Acadêmica, além do livro “O cardeal do samba – Memórias de Seu Carlão do Peruche”/ Editora Liber Ars (2019). Consultora de Afroturismo – Solange Barbosa Agente de viagens e guia de turismo, licenciada em História pela Universidade Salesiana/ Campus Lorena, turismóloga especialista em Afroturismo, ex-consultora da UNESCO para o Programa Rota do Escravo, diretora de planejamento, gestão e turismo da Estância Turística de Paraibuna e CEO da Rota da Liberdade – Programa Cultural e Turístico de Mapeamento da Diáspora Africana no Estado de São Paulo. Venceu o desafio de Geoturismo da Changemakers da Ashoka/National Geographic, o Desafio de Turismo Sustentável da Ashoka/CTG, foi eleita uma das 100 pessoas mais importantes do turismo brasileiro pelo Portal Pan Rotas e uma das 40 pessoas mais importantes do turismo sustentável no mundo pelo Global Shakers. Coordenação Editorial – Aline Carrer / Clips Designer formada pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela Pontifícia Universidade Católica/RJ, tem ampla experiência em design editorial, com destaque para catálogos de arte e projetos na área cultural. Destacam-se, dentre outras, as publicações “Rio de Assis – Imagens Machadianas do Rio de Janeiro”/Editora Casa da Palavra (1999), “O Rio que eu piso”/Editora Memória Brasil (2007) e “Alair Gomes: a new sentimental journey”/Editora Cosac Naify (2009). Tratamento de Imagens – Clicio Barroso Filho / Clips Fotógrafo formado pela Nikon School of Photography e em Design de Multimídia pelo SENAC-SP, trabalhar alguns anos no Estúdio Abril. A frente de seu próprio estúdio, realizou trabalhos em São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos e Europa, fotografando editoriais de moda e publicidade. Atualmente, trabalha como impressor fineart e fotografa para agências nacionais e norte-americanas. Recebeu três menções honrosas do Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Fotografia. Na área digital, ministrou cursos e palestras, no Brasil e no exterior, sendo dez sobre fotografia e tecnologia digital realizadas no Japão. É autor de 8 livros sobre tecnologia digital aplicada à fotografia. Tradução – Annabella Blyth / Clips Tradutora pós-graduada pela Oficina de Tradução Literária/PUC-RJ e pelo Michigan Test of English Proficiency/IBEU-RJ, foi responsável pela tradução e pela versão de diversas publicações, tais como “Empurrando Água”/Clips Editora (2014), “Drama & Humor”/Editora Aeroplano (2013) e “Gênese da saúde global”/Editora Fiocruz (2013). É autora de “O tradutor como Leitor”/2006 e faz parte da ABRATES – Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes. Revisão de Textos – Camilla Savoia Sodré Azevedo / Clips Profissional de Comunicação Social, formada em Jornalismo e em Produção Editorial pela ECO/UFRJ e pós-graduada em produção editorial pela FGV/RJ, é responsável pela revisão de todo o material direcionado ao Ensino Médio das escolas do Grupo Eleva, além de atuar no editorial da empresa. Foi roteirista da temporada 2018 do Programa “Amor e Sexo”, exibido pela Rede Globo. Sócia-diretora da Ginga Edições, foi responsável pela revisão de diversos projetos, tais como o livro “Ritos do nascer ao parir”, da artista plástica Mana Bernardes, e o livro Guerreiro, do fotógrafo Cesar Fraga. Audiodescrição – Fundação Dorina Nowill Há mais de seis décadas, tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição gratuita de livros braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para pessoas com deficiência visual e para cerca de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. Também oferece, gratuitamente, programas de serviços especializados à pessoa com deficiência visual e sua família, nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.