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Realizar em Macapá em Março de 2024 o projeto LONA ABERTA ENCONTRO AMAPAENSE DE CIRCO E PALHAÇARIA, a programação contará com apresentações totalmente abertas e gratuitas de espetáculos circenses de grupos, cias e trupes do estado do Amapá, e grupos de expressão nacional, envolvendo ações poéticas (espetáculos, cortejos, performances, esquetes) e formação (oficinas de formação, rodas de conversas, intercâmbios para trocas estéticas).
LONA ABERTA ENCONTRO AMAPAENSE DE CIRCO E PALHAÇARIA, é uma programação que contará com apresentações totalmente abertas e gratuitas de espetáculos circenses de grupos, cias e trupes do estado do Amapá, e grupos de expressão nacional, envolvendo ações poéticas (espetáculos, cortejos, performances, esquetes) e formação (oficinas de formação, rodas de conversas, intercâmbios para trocas estéticas).
Potencializar e expandir as artes circenses do estado do Amapá, que busca fortalecer a cadeia produtiva do circo no estado do Amapá e aproximar artistas circenses e o público em geral, em torno da discussão da importância do circo na sociedade. ESPECÍFICOS: 1 -Promover um encontro de circo no estado do Amapá; 2 -Ofertar a população amapaense apresentações gratuitas de circo locais e nacionais; 3 -Realizar ações formativas para a cadeia produtiva local com oficinas de formação, rodas de conversas, intercâmbios para trocas estéticas; 4 - Trazer a programação dois espetáculos de expressão nacional 5 -Valorizar e expandir as artes e artistas circenses de Macapá; 6 - Contribuir com a formação e qualidade artística dos artistas locais; 7- Aproximar e envolver o público da linguagem do circo produzida no Amapá; 8- Realizar as atividades na lona de circo da Cia. Cangapé 9- Instigar o consumo e a fruição das artes do circo; 10 - Proporcionar troca de experiência e conhecimentos entre os artistas;
A cadeia produtiva do circo encontra-se em plena expansão no Amapá e gera emprego e renda aos artistas locais, resultado de altos investimentos (tanto financeiro quanto intelectual) e atenção dos grupos e circos que a anos dedicam-se à consolidação e popularização das artes circenses no estado. Prova da expansão e solidificação do circo amapaense, está nos grandes projetos de circos, trupes e grupos, que vimos aprovados nos últimos anos, além de trabalhos de pesquisa científicas, títulos de honra ao mérito, eventos locais e nacionais, projetos premiados como o Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo (Edital nacional da FUNARTE em parceria com a PETROBRAS), Criança Esperança, entre outros. Desse modo, o projeto "LONA ABERTA ENCONTRO AMAPAENSE DE CIRCO E PALHAÇARIA " intenta fomentar e socializar a arte circense pensada e produzida no Amapá, potencializar a produção local e contribuir com o processo de formação e expansão das artes do circo amapaense. Almeja-se também dar visibilidade ao fazer artístico circense local, difundir as artes cênicas produzidas no estado, e sobretudo ofertar à população amapaense bens e produtos artísticos de qualidade, de forma aberta e gratuita garantindo que haja democratização do acesso à arte pela comunidade macapaense, e ainda, fortalecer o diálogo entre a arte e a educação. Assim, "LONA ABERTA" justifica-se por se propor a movimentar a cena cultural da cidade, instigar a população local a consumir e fruir a arte pensada e produzida no estado, bem como, garantir o direito constitucional do acesso a arte, gerar renda aos artistas locais, visto que, estima-se envolver mais de 50 artistas em todo o projeto e atingir um público de 2000 pessoas ao final do projeto.
As ações serão acompanhadas por profissional de libras e as ações acontecerão em locais onde possuam entradas preferenciais e acesso exclusivo com estruturas que facilitem o acesso aos portadores de necessidades especiais e idosos, além de uma equipe especializada que estará à disposição para atendê-los.
Todas as atividades serão abertas e gratuitas a toda a comunidade amapaense, não haverá cobrança de ingressos para nenhuma das atividades do projeto, porém, haverá um olhar especial para as escolas públicas que serão trazidas para prestigiar os espetáculos.
ALICE ARAÚJO Palhaça, Atriz, Pesquisadora, Arte educadora na Rede pública de Ensino, membro e sócio fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé; formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, Pós- graduada em Estudos culturais e políticas públicas pela Universidade Federal do Amapá- UNIFAP, acadêmica do curso de licenciatura em Teatro na mesma universidade e pós graduanda do curso de produção cultural pela FAVENI. É coordenadora e mediadora de leitura no Projeto Corda Bamba no Equador de 2009 até os dias atuais, foi professora da disciplina História Do Teatro no curso técnico em teatro do programa MEDIOTEC/PRONATEC (2019), foi representante da Região Norte, no Colegiado Nacional de Circo, do Conselho Nacional de Políticas Culturais-CNPC-MINC (Biênio 2015/2017). Com mais de 24 anos de atuação ininterruptas na cultura amapaense, Alice Araújo iniciou sua carreira artística em 1998 e desde então é artista e ativista na cadeia produtiva das artes cênicas amapaenses, atua como palhaça a mais de 14 anos e se apresenta hoje como um dos principais nomes da palhaçaria do Amapá. Participou de vários projetos, festivais e encontros de palhaçaria, destacando-se os festivais, Circulação mostra Sesc Amazônia das artes 2017 Circulação do Espetáculo “SE deixar, ela canta!” “Conexões do riso, mulheres negras na palhaçaria - SP – 2020” “Palhaças do Meio do Mundo – AP 2017 a 2021” “Festival Palhaçaí – Teatro Ruante -RO – 2022” “Festival Amazônia ENCENA na Rua – Belém – PA – 2022” “Vem cá tua graça, vem – Festival de mulheres Cômicas do Pará – 2022” “Festival Amazônia ENCENA na Rua – São Luís – MA – 2023” Possui uma pesquisa poética e científica acerca da palhaçaria feminina na Amazônia, é ativista do movimento circense do estado, trabalhando na busca de melhorias para a cadeia produtiva do circo no estado do amapá, compõe a rede de mulheres palhaças do Brasil e rede mulheres palhaças da Amazônia. Possui os títulos de honra ao mérito pelos serviços prestados a palhaçaria amapaense- Conselho Estadual de Cultura- CONSEC, título de honra ao mérito pelas contribuições com a cultural macapaense – Câmara De Vereadores de Macapá-2015, melhor atriz coadjuvante- Festival Curta Teatro 2016. EMERSON RODRIGUES Emerson Rodrigues é membro sócio fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé Atuante na cadeia cultural amapaense desde 2005, é Formando no curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá –UNIFAP, curso de AUXILIAR DE CENOTECNIA, pelo Instituto federal do Amapá – IFAP, foi o primeiro amapaense a entrar na escola Nacional de Circo, na referida instituição cursou, formou e retornou para ser professor no projeto onde iniciou sua trajetória no circo; dentro das principais experiências acumuladas na sua vivência artística destacam: professor de circo no Programa de Cultura-PROCULT na UNIFAP, foi professor de circo no projeto Picadeiro Cidadão do governo do estado, é professor e coordenador de circo no projeto Corda Bamba no equador, foi oficineiro de circo no projeto Arte que salva do governo do estado do Amapá, foi projeto PRONATEC, foi professor da disciplina de CENOTÉCNIA E ILUMINAÇÃO no curso técnico em teatro do programa MEDIOTEC/PRONATEC, atua como diretor nos espetáculos “ Bobas lembranças do picadeiro” “Katarshis” “ Vinho tinto de sangue” “ As faces de cristo” e “Virtuose”. MAURO SANTOS Mauro Araújo dos Santos é membro, gestor e sócio fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé, é Palhaço, ator, diretor e professor de teatro. É Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Paulista/Macapá – UNIP (2015). Formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Amapá UNIFAP (2018). Pós-graduado em Docência do Ensino Superior pela Faculdade de Teologia e Ciências Humanas – FATECH (2018), foi professor substituto do Curso de Licenciatura em Teatro, da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. (2022-2023) foi professor de Teatro no Ensino Técnico do programa MEDIOTEC/PRONATEC (2018), há 24 anos dedica-se a atividades artísticas e culturais no estado do Amapá, participou de vários grupos e cias teatrais como: Cia de Teatro Equinorte, Grupo Teatral Marco Zero, Cia Teatração e Cia Cangapé onde atualmente desenvolve seu trabalho de cunho artístico e social com o Projeto “Corda Bamba no Equador”, que foi financiado pela FUNARTE (2012) e CRIANÇA ESPERANÇA (2013, 2014 e 2016), onde é professor de circo e Gestor de finanças. Militante do movimento teatral amapaense e integrante do Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Estado do Amapá – CAPTTA. Possui experiência como ator, participou de mais de 13 espetáculos, algumas performances e esquetes infantis. Possui também experiência com diretor, onde seu trabalho de maior expressão foi o espetáculo “Sacra folia”, texto de Luiz Alberto de Abreu, que desenvolveu com a Cia Teatração (2006-2008), seu último trabalho como diretor foi “O Mercados de Contos” participando do II Festival Curta Teatro (2017). Já participou e ministrou várias oficinas de formação teatral e circense. Seu trabalho tem se pautado na linguagem de Circo-Teatro. WASHINGTON SILVA Washington Silva é Palhaço, ator, gestor e produtor cultural, membro, gestor e sócio fundador da Cia Cangapé; é um dos agentes culturais mais significativos da cadeia produtiva da cultura Macapaense, tendo iniciado sua trajetória no segmento teatral ainda adolescente, cresceu e se constituiu enquanto cidadão nos palcos macapaenses e nas coxias dos espaços culturais de Macapá, da cultura fez Sua vida e sua profissão. Com mais de 25 anos ininterruptos de atuação na cadeia produtiva do Amapá, Washington Silva, tem suas principias área de atuação o teatro e o circo. Sua contribuição vai além da estética da cena, perpassa as lutas de classe, pois sempre esteve, e está presente nas reivindicações pela construção e consolidação de políticas públicas para a cultura, como a participação na reimplantação do conselho Estadual de cultura – CONSEC/Ap, no ano de 2009, conselho municipal de cultura, no ano de 2018,é Membro da rede brasileira de teatro de rua RBTR, ajudou a instalar o curso de teatro da Universidade Federal do Amapá UNIFAP, onde posteriormente graduou-se em licenciatura plena em Teatro, e em seguida ingressou no curso de pós-graduação em Estudos teatrais contemporâneos pela mesma universidade. E pela importância de seu trabalho para a arte e a cultural da cidade de Macapá Recebeu os títulos de honra ao Mérito da Câmara municipal de Macapá, do conselho estadual de cultural – CONSEC/AP e da Fundação Municipal de cultural em reconhecimento aos serviços prestados pela cultura macapaense Em sua caminhada O artista também vem se consagrando como um dos maiores produtores culturais da cidade, o mesmo Já foi gestor do Coletivo de artista e produtores e técnicos do estado do Amapá, è gestor na Cia. Cangapé, é coordenador geral no projeto corda Bamba no Equador, é diretor-presidente nas Organizações Culturais da Amazônia – oca produções, onde coordena diversos Projetos culturais, e desde o ano de 2009 é Coordenador Geral no projeto “Corda Bamba No Equador” que já Foi premiado por entidades como FUNARTE, UNESCO e CRIANÇA ESPERANÇA. Já gerenciou projetos como “Circuito do Chapéu” “Projeto Volta As Aulas Com Teatro” “CAPTTAÇÂO Mostra livre de teatro de rua” “Circulação Vidama” “Se deixar, ela canta conexões” Perualda em trilhas palhacesca” “Picadeiro do brincar” “Lona aberta” “Circulação mistério do picadeiro”. Atua como diretor no espetáculo “ As reprises nossas de cada dia” “Flor do bolão”, atua como palhaço nos espetáculos “ Se deixar, ela canta” “ O mistério do picadeiro” PAULO PADOVANI Possui Licenciatura em pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (08/2008 - 04/2012), habilitado em Gestão, Administração, Avaliação, Planejamento Educacional e em todas as áreas do ensino; é pedagogo na rede pública de ensino. Cômico, ator e diretor, é membro da Cia. Cangapé onde atua como cômico, diretor e pedagogo, no Projeto Corda Bamba no Equador (2014 até os dias atuais). Atua na cena cultural amapaense a quase 20 anos. Tem em sua formação artística as oficinas de: Iniciação Teatral, (Projeto Raízes Do Brasil - 2003 a 2004); Iniciação Teatral projeto Teatro Escola e Comunidade, (Grupo Teatral Marco Zero - 2004); Iniciação Teatral (Escola De Artes Cândido Portinari - 2010); suas principais experiências como ator compreende os espetáculos Momentos Atos Representados (2004); Olhe O Trem (2004); A Saga De Cristo (2005); A Saga De Cristo (2006); O Rapaz Da Rabeca e a Moça da Camisinha (2006); Miss Nunny No Apê (2006); O Julgamento De Mané Preá (2006); Ari Areia, Um Grãozinho Apaixonado (2006); Os Mistérios Do Boi Surubim (2006); O Nascimento Do Menino (2006); Na Terra Do Julgamento (2007); Sacra Folia (2007); O Cordeiro De Deus (2007 e 2008); O Mercador de contos (2017 a 2020). CLEBER SANTANA Cleber Luiz Barbosa de Santana, é amapaense, membro e sócio fundador da Associação Sócio Cultural Companhia Cangapé, onde é um dos coordenadores do projeto Corda Bamba no equador e capataz na Lona de Circo da Cia. Cangapé, enquanto formação acadêmica é técnico em Iluminação cênica pelo Programa Nacional de acesso ao ensino técnico e emprego - PRONATCE/MEC Bacharel em Educação Física pela UNIASSELVI, Licenciado em Educação Física pelo Centro de ensino do amapá, CEAP e Bacharel em Rede de computadores Pela Faculdade META, iniciou sua vida artística através de um projeto social na comunidade onde mora, no ano de 2005 e desde lá, dedica-se a arte teatral, tem em suas experiências mais relevantes oficinas, cursos, workshops, a participação como ator nos espetáculos “O boi e o burro a caminho de Belém” nos anos de 2005 a 2008, “A estela humilde” nos anos de – 2008 a 2010 ”Jesus cristo” nos anos de 2007 a 2008, Ator manipulador no espetáculo “flor do bolão”, atualmente dedica-se a área técnica na lona de circo do grupo e iluminador, acumulando experiências como iluminador nos espetáculos: “Divino mestre” nos anos de 2009 a 2010, “O milagre do calvário” nos anos de 2009 a 2010, “Circo só lé lé” no ano de 2011, “De quem é a culpa?” no ano de 2011 , “A formiga contra o mosquito da dengue“ no ano de 2011, “A revolta dos perus” no ano de 2012, “Bo(b)as lembranças do picadeiro” no ano de 2014 e Se deixar, ela canta nos anos de 2016 e até os dias atuais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.