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"Corpos Visíveis" é o primeiro festival latinoamericano focado em gênero e diversidade. Em sua 4ª edição, em junho de 2024, mês da diversidade, o festival retorna ao Circo Voador para pautar a cultura indígena e negra e a conexão entre arte, sustentabilidade e identidade. Muito musical e imagético, o festival conecta multilinguagens artísticas, especialmente a música, trazendo o protagonismo de artistas negras e indígenas contemporâneas aos palcos e de seus saberes associados a práticas e pesquisas de manejo sustentável para debater a crise climática e compartilhar soluções palpáveis de mitigação dos seus efeitos, inclusive com ações cotidianas ensinadas ao público em oficinas, além de feira de gastronomia, moda e artesanato afrobrasileiro e indígena, contação de histórias e lendas tradicionais, espaços para trocas culturais como escalda pés e defumações com ervas, redes sociais para deitar e dialogar, além de DJs e shows. São mais de 12 horas de evento gratuito e 50 artistas.
O projeto é voltado, especialmente, para mulheres diversas, LGBTQIAPN+, pessoas negras, indígenas, jovens e adultos, público das classes B, C e D interessados em música, moda, debates identitários, cultura negra, povos tradicionais, estudantes universitários, artistas, trabalhadores da cultura e pessoas interessadas em debates sobre direitos humanos. Em sua quarta edição, ainda mais musical e identitário, apresenta um diálogo a partir da arte sobre protagonismo feminino, diversidade, cultura indígena, negra, conexão campo e cidade em prol da sustentabilidade e frente à crise climática e ao racismo ambiental. Uma programação múltipla contemplando diversas linguagens artísticas e culturais, o Festival Corpos Visíveis traz feira de moda e artesanato indígena e afrobrasileira, exposição de fotografias e espaços sensitivos, exibição de filmes e videoclipes, além de atrações musicais como Tuyo, Dona Onete, Ellen Oléria, Liniker entre outras.
Objetivo geral: O Festival Corpos Visíveis tem como objetivo criar espaços de visibilidade para as questões de gênero, sexualidade, identidade e sustentabilidade com protagonismo de obras e artistas mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, negras, indígenas, das periferias, favelas e margens do Brasil e PcDs. Através da arte, especialmente da música, da educação, da cultura, de ações e práticas possíveis para mitigar os efeitos da crise climática e do protagonismo das identidades e povos do Brasil, o projeto objetiva fomentar a construção da equidade de gênero e raça, além do estímulo à inserção dessas populações no mercado criativo a partir de feira de negócios criativos, shows, performance, exibição audiovisual, exposição de artes visuais e difusão de conhecimento sobre as culturas negra, indígena, LGBTQIAPN+ e periférica no Brasil. Objetivos específicos: - Promover espaço de acolhimento e diálogo público no combate ao machismo, e LGBTfobia e ao racismo.- Proporcionar uma imersão na cena indígena de arte contemporânea, protagonizada por mulheres- Ser um espaço de visibilidade da cultura negra, periférica e LGBTQIAPN+- Trazer à tona os debates que permeiam a conexão das artes com as discussões globais sobre meio ambiente, incluindo o racismo ambiental- Colaborar com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, e em especial a"Igualdade de gênero", o "Trabalho decente e o crescimento econômico", a "Redução das desigualdades" e o "Consumo e produção responsável"- Fomentar a diminuição da desigualdade econômica de gênero no mercado criativo, em especial na indústria musical- Apoiar a equidade de gênero e combater as violências contra mulheres e pessoas LGBTQIAPN+- Busca promover a inserção destas populações ao mercado de trabalho, além de geração de renda, inclusão social e protagonismo- Valorizar a diversidade cultural, étnica, de gênero e de orientação sexual, oferecendo um espaço de visibilidade e inclusão para artistas e comunidades marginalizadas ou sub-representada- Realizar 12 horas de programação artística gratuita- Atingir um público de 3 mil pessoas cum um programação gratuita- Gerar renda para pelo menos 100 artistas e trabalhadores da cultura- Criar conexão do público através da arte com a nossa ancestralidade, a valorização da diversidade e do meio ambiente
Com a realização do IV Festival Corpos Visíveis, pretende-se alcançar diversos objetivos e impactos positivos na sociedade a partir do protagonismo das mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, tais como: Promoção da diversidade: O projeto busca valorizar a diversidade cultural, étnica, de gênero e de orientação sexual, oferecendo um espaço de visibilidade e inclusão para artistas e comunidades marginalizadas ou sub-representadas. Dados como a taxa de desemprego entre homens (9%) e mulheres (13,9%), os 12 milhões de brasileiros desempregados, dos quais 6,5 milhões são mulheres, e a queda no número de mulheres negras trabalhando de 26,4% para 24,1% destacam a importância de criar oportunidades e ampliar a representatividade desses grupos. Ampliação do acesso à cultura: O projeto visa proporcionar o acesso à cultura para um amplo público, de forma 100% gratuita, democratizando o acesso. Diante da desigualdade socioeconômica existente, é fundamental democratizar o acesso à arte, cultura e educação. Dados como a previsão de levar 131 anos para atingir a paridade econômica entre gêneros, além dos impactos da pandemia, onde 6 em cada 10 pessoas LGBTQIAPN+ tiveram diminuição ou ficaram sem renda, ressaltam a importância de oferecer atividades culturais acessíveis a todos. Valorização dos artistas locais e das margens: O projeto destaca e valoriza os artistas periféricos, suas performances, talentos e conexão com o público. Ao evidenciar a necessidade de inclusão e representatividade, dados como o aumento do número de trabalhadores homens brancos (de 23,4% para 25,9%) em contraste com a diminuição de mulheres negras (de 26,4% para 24,1%) reforçam a relevância de valorizar e apoiar mulheres, LGBTQIA+, artistas periféricos. Integração social e cultural: O evento proporciona um ambiente de convívio e interação entre pessoas de diferentes origens e realidades. Ao reunir um público diversificado, além de equipe, atividades e artistas, estimula-se o encontro de culturas, o respeito, reconhecimento e valorização de diferentes saberes e fazeres artísticos de diversas linguagens, territórios e identidades. Segundo a Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (ANTRA), 90% delas estão na prostituição no Brasil, o país que também lidera o ranking mundial de assassinatos a elas. As mulheres transgêneras e travestis estão quase totalmente na informalidade, fora dos acessos institucionais à educação, trabalho, moradia digna, acolhimento familiar e segurança alimentar. Ainda, em pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 1 em cada 3 brasileiras com mais de 16 anos sofreu violência física e sexual provocada por parceiro íntimo. São 14 mulheres agredidas por minuto, somando mais de 21,5 milhões de mulheres vítimas. O Brasil também é o país que mais mata a população LGBTQIAPN+, somando 1 morte a cada 32 horas. É para contribuir com o debate público contra as violências de gênero e diversidade, ampliando o acesso aos espaços de convivência, à arte como ferramenta de inclusão, expressão e visibilidade, à educação inclusiva de qualidade e ampliação das oportunidades de trabalho e renda para mulheres diversas e LGBTQIAPN+ que (r)existe o Festival Corpos Visíveis. Ele é realizado desde 2018 pela Coletiva Delas, primeiro hub que desenvolve soluções criativas através de projetos de impacto sociocultural, focado em gênero e diversidade e composto totalmente por mulheres LGBTQIAPN+ das periferias. Em busca de uma sociedade com mais equidade e empatia, a ColetivA já atingiu mais de 20 mil pessoas em seus eventos e gerou mais de 2 mil trabalhos. O Festival é uma dessas ferramentas de impacto, que resiste com o objetivo de fortalecer a democracia, combater preconceitos através do convívio, da inclusão e do compartilhamento de espaços de poder. Ele contribui para a diminuição das violências de gênero, reconhece e respeita a diversidade sexual, de raça e territorial, compreendendo a interseccionalidade destes e outros aspectos, a partir da construção de espaços seguros de acolhimento, educação, arte e cultura na promoção do debate público antimachista, antirracismo ambiental, criativo e de empoderamento através do empreendedorismo local entre as populações periféricas e faveladas do Rio de Janeiro. Corpos Visíveis é um dos únicos palcos no país a realizar uma curadoria com recorte total de gênero e diversidade, sendo uma ferramenta fundamental na promoção de cidadania, em busca de equidade social e para a visibilidade de corpos e artistas diversos no mercado da música brasileira, na geração de renda e no combate às violências. O Festival obteve sucesso tanto em público quanto em crítica desde a sua primeira edição, realizada em 2018. Em seus anos de realização, o festival levou cinema, teatro, fotografia, moda, feiras, shows, DJs, poesia, performance, debates e esportes ao Parque Madureira e à Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, além de diversos cantos do Brasil em sua edição online no ano de 2021. Apenas em sua primeira edição, o festival contou com 30 atrações gratuitas, impactou mais de 2 mil presentes, gerou 63 trabalhos diretos e mais de 200 indiretos. Além disso, impactou mais de 7 mil pessoas em ações paralelas e parcerias, se estendendo por toda a cidade e região metropolitana do Rio de Janeiro. Na ocasião, obteve um retorno de mídia online e offline de aproximadamente R$2 milhões. A segunda edição ocorreu virtualmente em 2021, com transmissão pelo canal do YouTube da ColetivA DELAS. O evento contou com 12 atrações gratuitas, alcançou 700 presentes, gerou 58 trabalhos diretos e mais de 40 indiretos. Impactou cerca de 1500 pessoas e obteve um retorno de mídia online e offline de aproximadamente R$100 mil. Já a terceira edição do Corpos Visíveis, ocorreu presencialmente em 2022, ocupando a Arena Carioca Fernando Torres e o Parque Madureira, com grandes apresentações e shows no palco central do Parque, a Praça do Samba, para milhares de presentes. A programação contou com 15 atrações gratuitas entre shows, Ballroom, oficinas, Feira Diversidade Colorida - maior feira de produtores locais LGBTQIA+ do RJ, cortejo de maracatu, Cine Fusca, exposição fotográfica, clipes, videoartes e performances em um encontro com mais de 12 horas de duração. Na ocasião, o festival atraiu 3 mil pessoas, gerou 150 trabalhos diretos e mais de 450 indiretos. Ao todo, já são cerca de 15 mil pessoas impactadas, quase 1000 postos de trabalho diretos e indiretos gerados e quase 60 atividades artísticas oferecidas de forma gratuita ao público. Desta forma, Corpos Visíveis é o maior festival de música, arte e cultura sobre diversidade de gênero e sexual do país, sendo um instrumento fundamental para valorização, fruição e capilarização de produções artísticas multilinguagens de artistas LGBTQIAPN+ de diversas regiões do Brasil, promovendo o diálogo e intercâmbio entre diferentes expressões culturais espalhadas pelo país.
O Festival Corpos Visíveis já teve 3 edições nos formatos presenciais e online. Ao todo ele já gerou quase mil trabalhos diretos e indiretos, impactou mais de 11 mil pessoas e movimentou diretamente diversos bairros de diferentes regiões da cidade do Rio de Janeiro como Lapa, Madureira, Penha, Parque União e Laranjeiras. Sucesso de público e crítica, em sua primeira edição (2018), o festival levou cinema, teatro, fotografia, moda, música, performance, debates e esportes ao Parque Madureira e à Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. Entre as principais atrações foram apresentados 2 espetáculos teatrais (O Evangelho segundo Jesus, rainha do céu e Solitárias) e shows com Pepita, Kaique Theodoro e Malía. Seu impacto ultrapassou os dias de programação, tendo circulado em diversos eventos parceiros tais como na exposição Queer Museu, à época ocupando o Parque Lage, e também no Circo Voador, Arena Dicró e no Museu da Maré. A 2ª Edição do Corpos Visíveis: Arte e Diversidade, ocorreu virtualmente com exibição no canal do YouTube da ColetivA DELAS, em 29 de agosto de 2021, com a exibição de 4 shows (Guiaz, Keila, Lourena e Mahmundi), performance, videoartes, VJ e clipes, com a apresentação ao vivo de Ana Claudino, a sapatão amiga. O Festival, especialmente musical, performático e focado no feminino, teve como pauta principal a presença de mulheres na música e na produção de eventos e contou também com depoimentos de mulheres e LGBTQIAPN+ acerca do tema. A 3ª Edição do Corpos Visíveis: Arte e Diversidade, aconteceu no dia 18 de setembro de 2022 em Madureira, com uma programação que ocupou a Arena Carioca Fernando Torres e o palco principal do Parque Madureira, na Praça do Samba. Com 4 shows (Maracatu Baque Mulher, Caetana, Axé Maior com Marcelle Motta e Batekoo com Deize Tigrona), performance, videoartes, DJs, Ballroom, oficinas e clipes. Nesta edição trouxemos como foco a cultura ballroom. Performances com pegadas acrobáticas, feira de empreendedoras e exposição fotográfica completaram a programação. Ao longo, dessas edições o Festival expôs fotografias e exibiu filmes de artistas das 5 regiões do Brasil, contou com a participação de artistas de outros estados como a apresentação da peça “O evangelho segundo Jesus, rainha do céu” da artista paulistana Renata Carvalho na primeira edição, a apresentação da cantora paraense Keila na segunda edição e a apresentação da cantora pernambucana Caetana na terceira edição. O Festival já gerou outros projetos derivados como o podcast Papos Visíveis (1ª temporada - https://open.spotify.com/show/3SPJemj31V0IV1wP2B01Q7?si=0decbeb3f8c243f2 ; 2ª temporada - https://paposvisiveis.transistor.fm/ ) e o show inédito Corpos Visíveis: grandes encontros (https://www.instagram.com/p/CtM7b8gpsxa/ ) com Dembaia, Caetana e Luana Flores. A terceira edição ocorreu em 2022: Vídeo de registro final: https://drive.google.com/file/d/1TaxGTBv8xOnK99Y62WEEg9gG6-gLrpmw/view ?usp=sharing Clipping da última edição: https://drive.google.com/file/d/1mHwrhxHEc3dssazkfxsJCgNVgKu4WSFf/view?usp=sharing Clipping com principais recortes das 3 edições: https://drive.google.com/file/d/1NdPW7H9R2QASIgO6gXuWPw7LtpBViesg/view?usp=sharing Link de vídeos de outras edições https://youtube.com/playlist?list=PLq9nhhOHJzqML1hdKSdq5PraQgQT8OeId https://www.instagram.com/p/ClFEr1TpvXU/ Para as duas edições previstas, teremos uma estratégia de comunicação e divulgação que será feita tanto de maneira física quanto virtual. O relacionamento com a imprensa acontecerá através do serviço de assessoria de imprensa com envio de notas, release e press kit para veículos online e offline, além de colocarmos cartazes em pontos estratégicos das duas cidades de realização, e enviar convites para pessoas de influência. Durante o evento teremos espaço instagramável exclusivo para fotos e gravações curtas como reels, e o público será estimulado para criar conteúdos, postar e marcar o evento nas redes sociais, aumentando assim o engajamento e o interesse do público. Junto com o designer gráfico será feito um catálogo com toda a programação que será distribuído de forma impressa e digital. Faremos divulgação nas redes sociais nos perfis oficiais do evento, de parceiros, artistas e expositores, além de parceria com influenciadores digitais de forma estratégica. Teremos também ações de mobilização de plateia com transporte gratuito para grupos vulneráveis. Canais de comunicação: Redes sociais como WhatsApp, Youtube, Instagram e Facebook com investimento em impulsionamento de forma estratégica, constante análise das KPI’s - Indicadores Chaves de Desempenho - para medir o processo de campanhas e ações de marketing, embasando-se em dados e métricas visando aplicação de modificações necessárias para atingir os objetivos da comunicação e para direcionar o conteúdo ao público-alvo de forma eficaz.
Gênero, diversidade, natureza e identidade - cena cultural indígena e negra, a natureza, o movimento de conexão da arte com a preservação ambiental, são esses os elementos que trazem a tônica desta edição. Muito musical e imagético, o Festival propõe uma imersão na cena indígena e negra atual, protagonizada por mulheres, através da conexão entre campo e cidade para pautar diversidade, inclusão, racismos ambiental e práticas para mitigação da crise climática. Moda, artesanato e gastronomia tradicional brasileira: feira de moda upcycling, alimentos e produtos artesanais indígenas e afro-brasileiros. Exposição fotográfica Estética do Invisível: seleção nacional de fotografias exibidas em um grande corredor interativo Rede Social e Troca de saberes: Espaços com redes para sentar, deitar, trocar e aprender. Estruturas em meio círculo de bambu abertas durante todo o festival, onde serão oferecidas oficinas de permacultura, reciclagem, técnicas de cultivo indoor, compostagem, limpezas espirituais, defumações e contação de histórias e memórias tradicionais para adultos e toda a família. Cine Diversidade e Cine Rosa Choque: seleção nacional de videoartes e clipes exibidos nos intervalos dos shows e em telão no teto do fusca Cine Rosa Choque. Conversas sobre cinematografia indígena e representatividade indígena LGBTQIA+: As conversas terão a presença de uma mulher indígena da comunidade LGBTQIA+ que trabalha com audiovisual para conversar sobre a importância da ocupação desses espaços. Atrações Musicais: Liniker Ellen Oléria Tuyo Cátia de França Dona Onete Luana Flores DJs
- O Circo Voador, equipamento cultural escolhido para receber o Festival, conta com banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, além de rampas de acesso.- Contratação de pessoas com deficiência para composição da equipe;- Shows e ações de multilinguagens com tradução em libras- Material de divulgação audiovisual com legendas e libras para surdos e ensurdecidos (LSE)- Pessoas com dificuldades de locomoção terão reservas de assento e crianças atípicas contarão com monitoras capacitadas. - Contratação de equipe de apoio (monitoria) especializada para suporte a pessoas com todo tipo de deficiência.- O evento proporcionará experiências sensoriais, como, por exemplo, uma exposição interativa, com foco em pessoas com deficiência.
- Mobilização com grupos culturais periféricos do RJ, com transporte e alimentação garantidos, inclusive para pessoa com deficiência;- Ações de parcerias e mobilização de público com instituições como INACRE – Instituição de Apoio à Criança Especial, Escola Benjamin Constant, Casa Nem, Banco da Providência, Capacitrans, entre outras instituições que trabalham especificamente com pessoas em situação de vulnerabilidade e com deficiência; - Como contrapartida social, teremos uma visita guiada à exposição interativa e outras instalações do Festival para 1000 pessoas em situação de vulnerabilidade, que serão articuladas através de instituições parceiras.
Curadoria: Karina de Abreu - Mulher LGBT, mestre em Linguagens e Tecnologias da Comunicação pela UFRJ, com ênfase em audiovisual, tem bacharel em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas - Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCS/UERJ) e fotógrafa formada pelo Senai/RJ. É cineasta, produtora e sócia cofundadora da ColetivA DELAS, onde além de gestora atua especialmente no controle e desenvolvimento de conteúdo, como a mostra Cine diversidade e o Festival Corpos Visíveis. Julia Katharine - Mulher trans, cineasta, roteirista e atriz. Primeira cineasta transexual do Brasil a entrar no circuito comercial como diretora de um filme, o Tea for Two. Em 2020 foi citada como uma das “Top 10 Novos Cineastas Brasileiros” na lista do Portal Papo de Cinema, resultado de uma votação com críticos de cinema de todo o Brasil. Naomi Savage - Mineira, mulher trans negra. Idealizadora da WE LOVE SAVAGE produtora que é administrada por pessoas trans nesse meio social e político que se encontram marginalizadas e sem voz e que surge a partir das vivências e experiências da mesma. Diretora do Festival TransArte, onde desde 2018 atua em sua produção. Direção de produção: Karla Suarez - Formada em Relações Públicas pela UERJ e em audiovisual pela ESPOCC/Observatório de Favelas. Pós-graduada em Planejamento Estratégico de Negócios e metodologias ágeis pela Descomplica. Relações públicas e empreendedora social, produtora cultural e audiovisual, roteirista e social media com mais de 10 anos de experiência em: planejamento estratégico e gerenciamento de projetos culturais e de eventos; produção audiovisual com foco em produção executiva, prestação de contas e logística; direção de produção de eventos de pequeno e médio porte; assessoria de comunicação; criação de conteúdo para campanhas de comunicação integrada; e escrita de projetos em editais de captação de recursos. Idealizadora, roteirista e apresentadora do podcast Papos Visíveis (2022 e 2023); sócia cofundadora e diretora executiva da ColetivA DELAS. Emilly Krüguer - Mulher e mãe solo. Produtora cultural formada pela Universidade Federal Fluminense, diretora artística, fundadora da Agência Emma e idealizadora do Festival “SiAcalme”, que já teve três edições realizadas, com mais de 100 artistas envolvidos e em torno de 40 horas de programação online por edição. Emilly Krüger também idealizou e produziu o projeto "Beethoven faz 250!", em homenagem aos 250 anos do compositor alemão Ludwig Van Beethoven. Atua na cultura desde 2009 e já esteve em grandes produções, como o "Encontro com a América do Sul", na cidade de Niterói, e o "Terceiro Salão da Leitura", no ano de 2012, com Maria Bethânia, Martinho da Vila, Adriana Calcanhoto, Moraes Moreira, entre outros. No ano de 2021, ganhou o Prêmio de Melhor Produtora Executiva no Prêmio Profissionais da Música. Atuou como diretora de produção do Festival "Terra do Rap" e esteve à frente do projeto "Meu Bairro, Minha Língua", que fez parte da reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Produção executiva: Giordana Moreira - Mulher, produtora cultural original da Baixada Fluminense. Assina a produção executiva de projetos em música, cultura urbana e audiovisual. Cria projetos com enfoque em relações de gênero na cultura desde 2008, como a Roque Pense! um projeto realizado em rede com mulheres profissionais da cultura há mais de dez anos. Promove a formação em produção cultural através de oficinas, gosta de ocupar espaços públicos com arte, tem a cabeça Hip-Hop e o coração rock and roll. É a produtora executiva do primeiro programa de formação e aceleração de negócios e projetos criativos focado na diversidade -Programa Diversidade Criativa, POD.CRIAR. Coordenadora de Produção: Ana Paula Gualberto atua como produtora cultural desde 2011, com atuação preponderante em organizações da sociedade civil e movimentos sociais. Enquanto mulher negra e moradora do subúrbio, Ana considera de extrema importância, em suas produções, ampliar a participação das manifestações culturais periféricas como o funk e o hip hop. Foi aluna da ESPOCC, e atualmente está graduanda em Produção Cultural pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro. Ana atuou durante cinco anos como colaboradora do Observatório de Favelas, onde exerceu a função de produtora executiva na Arena Carioca Carlos Roberto de Oliveira Dicró. É idealizadora do projeto Leopoldina Hip Hop e integrante do coletivo Resistência Cultural, que atua de maneira relevante na zona norte do Rio de Janeiro. Direção de palco: Ana Moreno - Mulher, negra e nordestina. É produtora cultural, curadora e musicista. Sócia e idealizadora do DoSol Combo Cultural, projeto que envolve selo, estúdio, produtora de vídeo e festivais, tendo entre seus principais projetos o Festival DoSol, o Pôr do Som, o Natal Instrumental e a Incubadora DoSol. É fundadora do Camarones Orquestra Guitarrística, banda com mais de 13 anos de estrada, 7 discos lançados e várias turnês pela Europa, América do Sul, EUA e Brasil. Também participa de outros projetos musicais como o Fortunato e os Jovens de Ontem e Aiyra. Em 2021, foi eleita presidenta da Abrafin - Associação Brasileira de Festivais Independentes, entidade criada em 2005 e que reúne mais de 115 festivais de música de todo o Brasil. Direção Artística: Bruno Fontes - Formado em Administração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense(UFF) e em Gestão e Inovação pela Universidade Corporativa SEBRAE(UCSEBRAE). Mais de 16 anos de experiência na área de produção, onde coordenou montagens de shows com participação de Luiz Melodia, Adriana Calcanhoto, Baby do Brasil, Ney Matogrosso, Alcione, Tereza Cristina, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Black Alien, Gal Costa, entre muitos outros. Experiência com logística, produção técnica, executiva, montagem, infraestrutura e relacionamento com clientes e parceiros em eventos nacionais e internacionais. Trabalhou ainda na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro executando diversos projetos. É produtor executivo do lendário espaço de entretenimento na cidade do Rio de Janeiro, o Circo Voador, responsável pela produção de shows nacionais e internacionais. Mais de 150 shows por ano. Assistente de produção: Roberta Holliday - Mulher negra e PcD, cineasta, produtora e artista visual formada pelo Centro AfroCarioca de Cinema Zózimo Bulbul e Bolsista Escola de Artes Visuais Parque Lage do Programa de Formação - Curso Arte e cultura contemporânea (2022). Projeto cenográfico e de iluminação: Brisa Lima - Mulher negra e mãe solo. É natural do Rio de Janeiro, formada em Fotografia – Tecnólogo, pela Universidade Estácio de Sá e Bacharel em Cenografia e Indumentária pela UNIRIO – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Começou a fazer teatro em 2001 em um grupo na UERJ como atriz, e posteriormente cursou teatro e iluminação na escola de artes técnicas Spectaculu. Atua há 19 anos no mercado desempenhando funções como técnica, assistente e operadora de luz, em espetáculos de teatro e dança, shows, desfiles de moda, eventos, clipes musicais entre outros. Coordenação de comunicação: Sandra Cristina Valverde Mendes - Graduada em Comunicação Social (habilitação em Publicidade e Propaganda) – UNESA – 2001/2004 Graduada em Propaganda e Marketing – UNESA – 1999/2001. Produção Audiovisual - Cinerama Brasilis e Butterflues in The Stomach (Campanhas: Technos, Oi, Firjan, Inter Supermercados, Telerio, Nokia, Calcitran e Sebrae). Assessoria de imprensa: Juliana Portella -Bacharel em jornalismo pela UFRRJ, Mestranda em Educação, comunicação e cultura (UERJ), especialista em branding (IED Rio e Milão). Trabalha há 14 anos com comunicação tendo acumulado experiências na Alerj, Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu, FLUP, Portos Rio, Sindicato dos comerciários Rio.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.