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O Festival Conexão Afro e Indígena propõe a realização de uma semana de ações culturais no formato híbrido (online e presencial) sobre a cultura afro e indígena, direcionada para indígenas, quilombolas, crianças, jovens, professores, formadores de opinião e público em geral. O projeto, que será realizado em duas cidades distintas, tem a missão de difundir e conectar as culturas, saberes e fazeres afro e indígenas, conectando pessoas e profissionais capazes de promover a transformação sociocultural, econômica e ambiental.
O Festival Conexão Afro e Indígena propõe a realização de uma semana de ações culturais no formato híbrido sobre a cultura afro indígena, direcionada para indígenas, quilombolas, crianças, jovens, professores, formadores de opinião e público em geral. Temos a missão de difundir e conectar as culturas, saberes e fazeres afro e indígenas, formando pessoas e profissionais capazes de promover a transformação sociocultural, econômica e ambiental. “Liberdade, liberdade! Abra as asas sobre nós e que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz...”. O Festival Conexão Afro e Indígena dará voz às principais manifestações artísticas afro e indígenas, incluindo a pintura, a música, a dança, o artesanato, o folclore e as festas típicas, entre outros. Na programação, o público terá acesso gratuito as seguintes oficinas e rodas de conversa: Saberes ancestrais; Oficina Infantil Contos Afro e Indígenas; Oficina Infantil de Jogos Afro e Indígenas; Oficina Bonecas Pretas; Oficina de Capoeira; Oficinas de Dança Afro e Indígena; Oficina de Percussão; Oficina de Maquiagem e Penteados Afro; Oficina de Moda; Oficina de Turbantes. Será criada uma coleção inédita de contos africanos e indígenas no formato podcast. As rodas de conversa ressaltarão a expressividade do negro e do indígena na sociedade em diversas áreas, trabalhando as relações humanas dentro de um contexto social, cultural e econômico, unindo esforços na esperança de que consciência da valorização do ser humano ultrapasse as fronteiras da violência, do preconceito e do racismo. Classificação indicativa: Livre
Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é realizar um festival multicultural sobre as culturas afro e indígena através de atividades culturais diversas que darão visibilidade às duas principais matrizes que influenciaram a formação da cultura brasileira. O objetivo geral do projeto está fundamentado nos seguintes incisos do Artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão (o projeto valoriza as tradições culturais dos povos tradiconais indígenas e negros que formam a sociedade brasileira); III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional (as atividades serão transmitidas pela internet, podendo ser acessadas de qualquer lugar do Brasil e do mundo); V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais (todas as atividadesserão gratuitas e abertas ao público em geral). Objetivos Específicos - PRODUTO FESTIVAL: Realizar uma semana de ações culturais presenciais em comunidades indígenas e quilombolas da Região da Costa Verde do estado do Rio de Janeiro (Itaguaí, Mangaratiba); - Realizar 10 rodas de conversa, sendo 05 em cada cidade, em formato de "talks" sobre pintura, música, dança, artesanato, folclore e festas típicas ligadas à cultura afro e indígena. As rodas de conversa serão voltadas para estudantes e professores da rede pública de ensino; - Filmar as ações presenciais realizadas e editá-las em formato de festival online para exibição através da internet (Canal do YouTube ligado ao projeto); - Divulgar, através do festival, as manifestações culturais afro e indígenas, para crianças, jovens e adultos; - PRODUTO OFICINA: Realizar 14 oficinas, sendo 07 em cada cidade, de diversas áreas culturais: Saberes ancestrais; Oficina Infantil Contos Afro e Indígenas; Oficina Infantil de Jogos Afro e Indígenas; Oficina Bonecas Pretas; Oficina de Capoeira; Oficinas de Dança Afro e Indígena; Oficina de Percussão; Oficina de Maquiagem e Penteados Afro; Oficina de Moda; Oficina de Turbantes. - Oferecer uma vivência cultural lúdica, através das oficinas oferecidas gratuitamente; - Realizar capacitações nas aldeias indígenas e comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro; - PRODUTO PROGRAMA RADIOFÔNICO: Produzir um podcast com cinco episódios sobre contos da cultura afro e indígena; - PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Conforme determina do Artigo 25, Parágrafo 5º, da IN 01/2022, fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos. Entretanto, o Salic não permite que o projeto seja enviado sem que a planilha orçamentária do produto Contrapartidas Sociais seja preenchido. Nesse sentido - e também para garantir a maior participação possível de pessoas nas oficinas, acrescentamos na planilha orçamentária do produto Contrapartidas Sociais a linha de Assistente de Produção, que será destinada à contratação de assistente de produção local nas cidades de Itaguaí e Mangaratiba para mobilização de público para participar das oficinas gratuitas do produto Oficina. - OBJETIVOS ESPECÍFICOS COMUNS A TODOS OS PRODUTOS: - Despertar a importância histórica dos povos afros e indígenas para a história do Brasil e preservação do meio ambiente; - Fortalecer o protagonismo afro e indígena, através das ações; - Promover a igualdade étnico-racial, através do festival; - Fortalecer a autoestima e a cultura dos povos afro e indígena; - Fomentar o mercado cultural afro e indígena.
O Festival foi criado com o objetivo de valorizar a grande contribuição desses dois grupos étnicos (Afro e Indígena) na formação do nosso país. Imaginem as crianças, jovens e adultos que sendo parte desses grupos étnicos, se verão retratados nos contos e rodas de conversa como parte integrante da construção de nossa nação. Com o evento será democratizado o acesso a costumes locais e tradições, através de apresentações das manifestações culturais, trazendo os seus representantes e os seus saberes como parte integrante desse projeto, reafirmando o patrimônio cultural e simbólico próprio de cada um desses povos. A diversidade cultural dos povos afro e indígenas, a riqueza de pensamentos e modos de vida que convivem com o Brasil contemporâneo precisam ser conhecidos e compartilhados. A distância enorme que existe entre essas etnias no Brasil contemporâneo deve ser superada para que as raízes que nos ligam à nossa origem, enquanto país, sejam valorizadas e incorporadas como elemento positivo de nossa identidade. Só assim, com diálogo e interação, poderemos assegurar a sobrevivência física e cultural dos povos afro e indígenas de nosso país e realizar a troca verdadeira de conhecimentos e saberes que nos tornarão uma sociedade mais harmônica, com respeito ao lugar onde vivemos. O povo indígena quer garantir para as futuras gerações a herança de seus antepassados, a riqueza da tradição e a possibilidade de convivência digna com o mundo moderno. Quer ser um parceiro do presente e do futuro, contribuindo com seu conhecimento e arte para uma mudança na qualidade de vida e na relação com o planeta. Vivemos hoje um momento decisivo para a humanidade que deve encarar as consequências de suas atitudes em relação à natureza e à vida. Os povos indígenas têm em suas tradições uma forma diferente de se relacionar com o planeta e com o cosmos. Sabem que são parte integrante desse complexo sistema e têm preservado os territórios onde sempre viveram. O encontro entre povos tradicionais que possuem conhecimento, tradição e arte com o Brasil contemporâneo, numa relação de respeito e convivência harmoniosa, pode contribuir verdadeiramente para a inclusão e equidade racial. Os povos representantes das etnias convidadas para participarem das Rodas de Conversas do Festival trarão a diversidade das culturas afros e indígenas com toda sua força. Os Guaranis, por serem o povo existente da costa verde, farão as cerimônias de abertura e encerramento do evento. Etnias que compõem diferentes partes do Brasil estarão participando do Festival, através de seus representantes que tenham acesso on line, trazendo a diversidade multicolorida dos diversos "Brasis" que compõem nosso país. O festival foi criado com o objetivo de valorizar a grande contribuição desses dois grupos étnicos (Afro e Indígena) na formação do nosso país. Imaginem as crianças, jovens e adultos que sendo parte desses grupos étnicos, se verão retratados nos contos e rodas de conversa como parte integrante da construção de nossa nação. Com o evento será democratizado o acesso a costumes locais e tradições, através de apresentações das manifestações culturais, trazendo os seus representantes e os seus saberes como parte integrante desse projeto, reafirmando o patrimônio cultural e simbólico próprio de cada um desses povos. A diversidade cultural dos povos afro e indígenas, a riqueza de pensamentos e modos de vida que convivem com o Brasil contemporâneo precisam ser conhecidos e compartilhados. A distância enorme que existe entre essas etnias no Brasil contemporâneo deve ser superada para que as raízes que nos ligam à nossa origem, enquanto país, sejam valorizadas e incorporadas como elemento positivo de nossa identidade. Só assim, com diálogo e interação, poderemos assegurar a sobrevivência física e cultural dos povos afro e indígenas de nosso país e realizar a troca verdadeira de conhecimentos e saberes que nos tornarão uma sociedade mais harmônica, com respeito ao lugar onde vivemos. O povo indígena quer garantir para as futuras gerações a herança de seus antepassados, a riqueza da tradição e a possibilidade de convivência digna com o mundo moderno. Quer ser um parceiro do presente e do futuro, contribuindo com seu conhecimento e arte para uma mudança na qualidade de vida e na relação com o planeta. Vivemos hoje um momento decisivo para a humanidade que deve encarar as consequências de suas atitudes em relação à natureza e à vida. Os povos indígenas têm em suas tradições uma forma diferente de se relacionar com o planeta e com o cosmos. Sabem que são parte integrante desse complexo sistema e têm preservado os territórios onde sempre viveram. O encontro entre povos tradicionais que possuem conhecimento, tradição e arte com o Brasil contemporâneo, numa relação de respeito e convivência harmoniosa, pode contribuir verdadeiramente para a inclusão e equidade racial. Os povos representantes das etnias convidadas para participarem das Rodas de Conversas do Festival trarão a diversidade das culturas afros e indígenas com toda sua força. Os Guarani, por serem o povo da cidade de Paraty RJ, farão as cerimônias de abertura e encerramento do evento. Etnias que compõem diferentes partes do Brasil estarão participando do Festival, através de seus representantes que tenham acesso on line, trazendo a diversidade multicolorida dos diversos "Brasis" que compõe nosso país. O projeto apresenta grande relevância pública e atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto atende, ainda, às finalidades expressas no seguinte inciso e alínea do Artigo 3º Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Todos os produtos culturais do projeto serão oferecidos gratuitamente. Por esse motivo, o Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para realização do projeto, pois é através do Mecanismo (via captação de recursos) que os profissionais diretos e indiretos da cultura poderão ser contratados e pagos, garantindo a sua permanência e desenvolvimento no mercado cultural.
Esclarecimento sobre a natureza das atividades culturais da Aloha Consultoria: A Aloha é uma empresa com finalidade exclusivamente cultural, conforme comprova seu relatório de atividades culturais anexado. Todas as atividades realizadas pela empresa nos últimos seis anos são de natureza cultural e podem ser facilmente checadas através da internet. A atividade econômica principal consta no cartão do CNPJ como 82.30-0-01- Serviço de organização de feiras, congressos, exposições e festas e a atividade secundária como 77.29-2-02- Aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso doméstico e pessoal; instumentos musicais. Todas essas atividades são relacionadas à realização de atividades culturais, como exposições e festivais culturais, especialidades da Aloha. Para a realização das rodas de conversas e intercâmbio de informações contaremos com a parceria das seguintes entidades: Associação Comunitária Indígena de Araponga - ParatyAssociação Comunitária Indígena Guarani (Aldeia Itati) - ParatyGrupo Mulher e Educação Indígena - RJWeb Brasil Indígena - Barra de Guaratiba - RJAssociação Comunitária Indígena de Bracuí - RJAssociação Agrária do Povo Indígena de Rio Branco - ROAssociação dos Povos Indígenas do Rio Guaporé - ROOrganização dos Professores Indígenas de Roraima - RRArticulação dos Povos e Organizações Indígenas do Sul - SCAssociação dos Professores Bilingues Kaingang e Guarani - RSAssociação Comunitária Indígena Guarani - PRAssociação Comunidade Pankararu Poro - SPAssociação Guarani Indígena - SPAssociação dos Brigadistas Akwe Xerente de Prevenção e Controle as Queimadas e Combate a Incêndios Florestais - TOAssociação Indígena dos Produtores Rurais e Artesãos Pankararu-Gurupi - TOConselho de Professores Indígenas Xucuru de Ororubá - PEOrganização dos Jovens Indígenas Potiguara do Estado da Paraíba - PBAssociação de Saúde das Sociedades Indígenas Kaneguatim - MAFederação dos Povos Indígenas do Pará - PACentro de Preservação das Culturas Indígenas - PA -Organização dos Povos Indígenas Xavante - MTAssociação dos Povos Indígenas de Belo Horizonte e Região Metropolitana - MGComitê Intertribal Memória e Ciência Indígena - DFAssociação dos Acadêmicos Indígenas da Universidade de Brasília - DFAssociação Cultural Afro descendenteFEMAFRO – ASSOCIAÇÃO DE MULHERES NEGRAS, AFRICANAS EAFRO DESCENDENTES EM PORTUGAL Associação Cultural Hodi EM MOÇAMBIQUE Entre muitas outras que vão ter representatividade no Festival e vão participar da divulgação, potencializando o alcance do Festival ao público, além de enriquecer mais o conteúdo do projeto. Estas parceiras contribuirão para colorir ainda mais o Festival Conexão Afro e Indígena com experiências, contos e manifestações artístico-culturais. Ampliaremos através do recurso da transmissão on line, o acesso ao Festival em países de língua portuguesa entre eles, Moçambique e Portugal.
Oficinas Realização de 14 oficinas presenciais, com duração aproximada de 30 minutos cada, sobre a cultura afro e indígena. Serão realizadas 07 oficinas em cada cidade Temas das oficinas: Saberes ancestrais; Oficina Infantil Contos Afro e Indígenas; Oficina Infantil de Jogos Afro e Indígenas; Oficina Bonecas Pretas; Oficina de Capoeira; Oficinas de Dança Afro e Indígena; Oficina de Percussão; Oficina de Maquiagem e Penteados Afro; Oficina de Moda; Oficina de Turbantes. Vagas por oficina: 20 vagas Vagas totais: 280 vagas Beneficiários: indígenas, quilombolas, crianças, jovens, professores, formadores de opinião e público em geral. Forma de seleção: o projeto será divulgado em Mangaratiba e Itaguai nas principais aldeias e comunidades quilombolas e em escolas circunvizinhas. A forma de seleção será por ordem de inscrição. Plano pedagógico anexo. Rodas de Conversa Realização de 10 rodas de conversa presenciais, com duração aproximada de 60 minutos cada, sobre a cultura afro e indígena. Serão realizadas 05 rodas de convera em cada cidade Temas das conversas: pintura, a música, a dança, o artesanato, o folclore e as festas típicas, entre outros Público: alunos e professores de escolas da rede pública de ensino Vagas por roda de conversa: 30 vagas Vagas totais: 420 vagas Beneficiários: alunos e professores de escolas da rede pública de ensino Forma de seleção: será feita parceria com as secretarias municipais de educação das cidades para seleção das escolas que serão beneficiadas. A ideia é que as secretarias indiquem as escolas. Podcast Podcast com uma coleção inédita de contos africanos e indígenas. Quantidade de episódios: 05 Duração dos episódios: 15 minutos cada Veiculação: Plataformas de streaming Quantidade de acessos: 1.000 Festival Online Festival online com as filmagens e edição especial das oficinas e rodas de conversa. Veiculação: Canal do projeto no Youtube Quantidade de visualizações: 1.580 OBS: O Festival contemplará 2.000 pessoas notal, sendo 420 presencialmente nas rodas de conversa e 1.580 online na transmissão do festival.
Em atendimento ao Art. 18 da IN 02/2012, o projeto oferecerá as seguintes medidas: OFICINAS Acessibilidade para deficientes físicos: As oficinas e rodas de conversa serão realizadas em locais com acessibilidade para pessoas em cadeira de rodas, mobilidade reduzida e dificuldade de locomoção. A equipe do projeto prestará atendimento prioritário a este público; Acessibilidade para deficientes auditivos: As oficinas e rodas de conversa contarão com tradução para Libras; Acessibilidade para deficientes visuais: As oficinas e rodas de conversa contarão com material pedagógico em braile ou meio digital, de modo que possam ser acessados por pessoas com deficiência visual; PROGRAMA RADIOFÔNICO (PODCAST) Acessibilidade para deficientes físicos: O podcast será acessado pelo celular ou computador, não havendo barreiras para o acesso por deficientes físicos Acessibilidade para deficientes auditivos: Os textos das histórias serão disponibilizados em site ligado ao projeto; Acessibilidade para deficientes visuais: O podcast é em formato de áudio e, portanto, acessível a pessoas com deficiência visual. FESTIVAL/MOSTRA Acessibilidade para deficientes físicos: As rodas de conversa serão realizadas em escolas em locais com acessibilidade para pessoas em cadeira de rodas, mobilidade reduzida e dificuldade de locomoção. O festival será acessado pelo celular ou computador, não havendo barreiras para o acesso por deficientes físicos Acessibilidade para deficientes auditivos: As rodas de conversa contarão com tradução para Libras. O festival online contará com janela de Libras; Acessibilidade para deficientes visuais: As rodas de conversa contarão com audiodescrição. O festival online contará com audiodescrição.
Todos os produtos culturais resultantes do projeto serão de livre acesso pelo público e terão distribuição gratuita. O público diretamente beneficiado no que refere-se ao projeto são indígenas, quilombolas, crianças, jovens, professores, formadores de opinião e público em geral. O Projeto será divulgado em Mangaratiba e Itaguaí nas principais aldeias e comunidades quilombolas e em escolas circunvizinhas. O projeto atenderá os seguintes Incisos do art. 24 da IN nº 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; (as atividades serão transmitidas ao vivo na internet) III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; (será permitida as filmagens e autorizada veiculação por redes públicas de televisão)
Ficha técnica: Curadoria: Ana Brites (PROPONENTE - REPRESENTANTE LEGAL) Coordenação de Produção: Lian Gaia (indígena moradora do RJ) Roteirista: Rodrigo Scheer Designer: Renato Marques Edição: Flávio Portugal Mídias sociais: Bruno Ribeiro O restante da equipe será definido após a captação dos recursos. ALOHA CONSULTORIA & EVENTOS (PROPONENTE)A ALOHA FOI FUNDADA HÁ 13 ANOS E VEM SE DESTACANDO COM PROJETOS INÉDITOS SÓCIO CULTURAIS, INOVADORES, LÚDICOS E TECNOLÓGICOS QUE PROPORCIONAM UMA CULTURA INCLUSIVA COM FOCO NO EDUTAINMENT, EDUCAÇÃO ATRAVÉS DO ENTRETENIMENTO QUE TEM SIDO O FIO CONDUTOR DE NOSSAS AÇÕES E PROJETOS. CRIAMOS UMA SÉRIE DE EXPOSIÇÕES ONDE COM A FINALIDADE DE DEMOCRATIZAR O ACESSO À CULTURA, ONDE PÚBLICO INDEPENDENTE DE SUA IDADE, APRENDE DE FORMA ATRATIVA E SE EMPODERA COM AQUELA EXPERIÊNCIA. PODEMOS DESTACAR A EXPOSIÇÃO LEGADOS DA GRÉCIA E O FESTIVAL TESOUROS DO JAPÃO, QUE JÁ RECEBERAM MAIS DE 8 MILHÕES DE VISITANTES PELO BRASIL. PROJETOS COMUNITÁRIOS EM DESTAQUE: OLHARES CARIOCAS, QUE CAPACITA MORADORES DAS COMUNIDADES DO RJ, ATRAVÉS DE OFICINAS AUDIOVISUAIS, A PARTIR DE SMARTPHONES POSSIBILITANDO A GERAÇÃO DE RENDA. CULTURA SEM FRONTEIRAS É VOLTADO PARA A VALORIZAÇÃO CULTURAL DE MIGRANTES E REFUGIADOS NO BRASIL. ANA BRITES (PROPONENTE- REPRESENTANTE LEGAL)PRODUTORA CULTURAL COM MAIS DE 30 ANOS DE EXPERIÊNCIA NA ÁREA SÓCIO-CULTURAL E DO ENTRETENIMENTO. DOUTORANDA EM GESTÃO E INOVAÇÃO. REPRESENTANTE BRASILEIRA DA ACADEMIA OLÍMPICA INTERNACIONAL EM OLÍMPIA NA GRÉCIA. PROFESSORA DE CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO E PALESTRANTE ESPECIALIZADA NA ÁREA DE MARKETING CULTURAL E ESPORTIVO. REALIZA DIVERSAS AÇÕES EM ARTE EDUCAÇÃO E CULTURAIS EM AMBIENTES CORPORATIVOS E EQUIPAMENTOS PÚBLICOS. ATUA NA INTEGRAÇÃO DE EQUIPES MULTIDISCIPLINARES PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE PROJETOS VOLTADOS PARA A DIVERSIDADE CULTURAL E FORMAÇÃO DE PÚBLICO INFANTO JUVENIL. EXPERT NO CONCEITO EDUTAINMENT, EDUCAÇÃO ATRAVÉS DO ENTRETENIMENTO, QUE PERMEIA A MAIORIA DE SEUS PROJETOS, ONDE O PÚBLICO APRENDE DE FORMA ATRATIVA E INCENTIVA A MUDANÇA DE HÁBITOS E ATITUDES. É A CURADORA DO PROJETO OLHARES CARIOCAS, CULTURA SEM FRONTEIRAS VOLTADOS PARA REFUGIADOS, ENTRE OUTROS PROJETOS DE SUCESSO, COM ENTRADA FRANCA E VISANDO A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA. TEM POR MISSÃO, EMPODERAR O PÚBLICO E DEMOCRATIZAR O ACESSO À CULTURA, COMPROMETIDA COM O IMPACTO SOCIAL. LIAN GAIA (DRT 48556/RJ) - COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: É ATRIZ INDÍGENA E COORDENADORA DE PRODUÇÃO DE DIVERSOS EVENTOS E ESPETÁCULOS ENTRE ELES: "A PRINCESA SEM TERRA", "FLORESTA" E "NÓS SOMOS A TERRA". A ATRIZ TAMBÉM É FORMADA EM PSICOLOGIA, DESENVOLVE UM PROJETO DE ESCUTA COLETIVA JUNTO A UM GRUPO DE PESSOAS INDÍGENAS EM TODO O PAÍS. RODRIGO SCHEER (DRT 33190/RJ) - ROTEIRISTA: INICIA A CARREIRA EM 1993 NO CURSO LIVRE DE INTERPRETAÇÃO TEATRAL DO LICEU DE ARTES E OFÍCIOS.. EM 1994 INGRESSA NA ESCOLA DE TEATRO MARTINS PENA, NO MESMO ANO DECIDE ESCREVER, PRODUZIR E DIRIGIR SEU PRIMEIRO ESPETÁCULO DE HUMOR. “MAMÃE VOLTOU”, “UM GRANDE SONHO QUE NUNCA VAI SE REALIZAR”, “DA PORTA PRA FORA!”, “P.I.N.DAI.B.A”, “O QUE ESTRAGA É A CONVIVÊNCIA”, “MARIA ALCINA QUE ALUCINA” (ESPETÁCULO SOBRE A VIDA DA CANTORA QUE ENCANTOU MULTIDÕES EM 74 NOS GRANDES FESTIVAIS DE MÚSICA), “ABRAKBRUXA”, “DETETIVE - A PEÇA”, ENTRE OUTROS, SÃO ALGUNS DOS ESPETÁCULOS COM A SUA ASSINATURA. COLABOROU NO PROCESSO DE CRIAÇÃO DE 04 EPISÓDIOS DO HUMORÍSTICO “SAI DE BAIXO” DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO, É TAMBÉM DIRETOR DA NOSSO RISO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS E EVENTOS LTDA, EMPRESA ESPECIALIZADA EM ROTEIROS ARTÍSTICO-EMPRESARIAIS. PARTICIPOU DE DIVERSOS FESTIVAIS DE TEATRO, NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, TENDO EM ALGUNS DELES, RECEBIDO DIVERSOS PRÊMIOS. ATUALMENTE É ROTEIRISTA E DIRETOR DE UM PROGRAMA DIÁRIO DE VARIEDADES, EXIBIDO NA REDE BANDEIRANTES DE TELEVISÃO. EM 2016/2017 E 2018, PARTICIPOU COMO DIRETOR ARTÍSTICO DE DOIS PROJETOS DEDICADOS AO PÚBLICO ADOLESCENTE (ISS), EM 2019 FOI APROVADO NO EDITAL DO INSTITUTO INVEPAR PARA A REALIZAÇÃO DE UM PROJETO DEDICADO ÀS CRIANÇAS EM ESCOLAS DA REDE PÚBLICA, COM O TEMA “TRÂNSITO SEGURO”. TAMBÉM FOI CONTEMPLADO NO EDITAL ALDIR BLANC, DIRIGINDO E ATUANDO NO MONÓLOGO VIRTUAL “MEMÓRIAS DE UM AVENTUREIRO”. BRUNO RIBEIRO - GESTÃO DE MÍDIAS SOCIAIS: ESPECIALISTA EM MÍDIAS SOCIAIS, RESPONSÁVEL POR ADMINISTRAR E GERIR OS PERFIS @BonsMomentosemfamília; @tesouros do japão; @culturasemfronteiras, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.