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A presente proposta prevê a produção da publicação de arte "Dois Registros de São Francisco".
Sinopse do livro A história da impressão no Brasil teve início tardio dada a restrita proibição de Portugal. Apenas em 1808, com a chegada da família real, se oficializa a atividade com os prelos e tipos trazidos para o Brasil junto com a Corte portuguesa. Se inicia ai também um profícuo período de publicações, a principio restrita aos comunicados oficiais, mas que com o passar do tempo se espalha para a imprensa, os livros e para as artes gráficas. Mas antes desse importante marco, na cidade de Villa Rica (atual Ouro Preto) um gênio português, o Padre José Joaquim Viegas de Menezes, realizou a impressão de um texto, o Canto Encomiástico de Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcellos, em 1806. Usando maquinário da Casa da Moeda, tal “ilegalidade" só foi permitida, segundo consenso dos historiadores, pois foi realizada a mando do governador da Capitania de Minas Gerais à época. A técnica empregada foi a gravura a buril em chapas de cobre, processo ainda hoje empregado nas artes gráficas. Estima-se que Viegas tenha gasto 90 dias para “abrir" as quinze chapas de cobre. Dos exemplares originais, apenas 4 se encontram preservados, sendo o de melhor estado em guarda da Biblioteca Nacional. Destacamos essa história, da qual já falamos detalhadamente na apresentação do projeto, por dois motivos primordiais. Primeiro, reforçar a importância da gravura na história das artes gráficas e da impressão como um todo, não só no Brasil como no mundo: "A gravura foi a gênese da reprodução de imagens em livros. Através de uma matriz, que possui a imagem gravada, reproduz-se o desenho diversas vezes, como um carimbo. Esse método foi o primeiro utilizado para reproduzir imagens, em um tempo em que os tipos de impressão para reprodução eram muito diferentes dos que existem hoje. Por mais que a técnica não seja comumente usada hoje em dia, foi por meio da gravura que chegamos às tecnologias contemporâneas mais rápidas de impressão. “ - Júlia Lobato Maciel Segundo, pois foi no verso da única chapa de cobre remanescente das matrizes que compuseram o Canto Encomiástico que foi encontrada a base de uma das imagens de São Francisco, objeto principal desse projeto. Trazer ao público essas gravuras feitas a partir de matrizes originais do século XIX é uma maneira de não apenas revisitar a história das artes gráficas em Minas Gerais, mas compartilhar tal obra é “voltar no tempo” para um período onde as dificuldades técnicas era compensadas com muita erudição e talento. Não é apenas lançar uma obra de arte gráfica mas também aproveitar a ocasião para discutir e pensar no caminho percorrido em mais de 200 anos de processos de impressão a serviço dos mais diversos fins: religião, política, comunicação, artes… Sendo assim, compartilhar os registros de São Francisco e discutir a historia da impressão em Minas Gerais é uma maneira de, acima de tudo, celebrar e valorizar nossa cultura.
Objetivo Geral O objetivo do projeto é criar espaços de reflexão e valorizar a história da impressão e das artes gráficas no Brasil apresentando para o público a recente descoberta de duas chapas de cobre gravadas com a efígie de São Francisco recebendo os estigmas, enseja a reimpressão de duas das raridades da arte da gravura no Brasil no contexto de um projeto envolvendo a Biblioteca Nacional, o Museu da Inconfidência e a oficina Goeldi (local dedicado às artes gráficas que funcionou em Belo Horizonte e São Paulo no período de 1980 a 1990). O projeto busca discutir e pensar no caminho percorrido em mais de 200 anos de processos de impressão a serviço dos mais diversos fins: religião, política, comunicação, artes. Sendo assim, compartilhar os registros de São Francisco e discutir a historia da impressão em Minas Gerais é uma maneira de, acima de tudo, celebrar e valorizar nossa cultura. Objetivo Específico - Produção de tiragem de 500 exemplares de uma publicação com a pesquisa realizada época, o relato do processo de impressão dessas gravuras e os exemplares cada gravura impressa na ocasião sendo: > 130 exemplares com as gravuras originas impressas em 1986; > 170 exemplares com as gravuras impressas em fine art (reprodução digital e impressão fine art em papel de algodão das gravuras); > 200 exemplares com as gravuras (reprodução digital das gravuras impressas em offset). - Realizar evento simbólico de doação para o Museu da Inconfidência de 50 exemplares da publicação contendo as 2 gravuras originais impressas em 1985 a partir das matrizes do século XIX; - Realizar seminário sobre a história da impressão no Brasil; - Realizar uma palestra de contrapartida para alunos e professores d rede pública de ensino de Ouro Preto
O principal mecanismo de incentivo à cultura no país se faz essencial para a realização de um projeto que tem perfil democrático, não-comercial e que visa amplar o alcance das discussões referentes a patromônio histórico no Brasil e a história da impressão no país, por meio da produção de um livro de arte e seminários. Em relação aos incisos do Art. 1º e aos objetivos do Art.3º , citamos abaixo os devidos enquadramentos; Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ______________________________________________________________________________________ Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Especificações técnicas da publicação Caderno1: 32 pgs, 240x330mm, 4 cores, Tinta Escala em OFF SET LD 180g. Prototipo no (Papel Orçado). Caderno2: 8 pgs, 157x230mm, 4 cores, Tinta Escala em Chambril Avena LD 80g. Prova Xerox. Sobrecapa: 720x510mm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Fosco LD 170g. Prova Xerox. Pré Impressão, Alceado Grampeado(Caderno1), Dobrado(Caderno2), Grampeado(Caderno2), Laminado Fosco, Número de lados 2(Sobrecapa), Faca de Corte(Sobrecapa), Encarte 2gravuras, Dobras sobrecapa, Manuseio, Vincar. Obs.: Caderno 2 grampeado centralizado no caderno 1 TIRAGEM TOTAL: 500 EXEMPLARES
PRODUTO LIVRO Acessibilidade Física: o evento de lançamento do livro será realizado em espaço com acessibilidade Acessibilidade de conteúdo: Será contratada intérprete de libras para o evento de lançamento da publicação e o envento de entrega dos Exemplares para o Museu. Será produzido uma plataforma online com plugnins de acessibilidade (VLibras e Contraste), audiodescrições de algumas das imagens dos livros e video com interpretação de libras do principal texto da publicação. PRODUTO SEMINÁRIO Acessibilidade Física: o seminário será realizado em espaço com acessibilidade Acessibilidade de conteúdo: Será contratada intérprete de libras para mediação dos seminários. Os seminários Não apresentam restrições para pessoas com deficiência visual ou cognitiva ainda assim serão contratados monitores PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: a palestra de contrapartida será realizado em espaço com acessibilidade Acessibilidade de conteúdo: Será contratada intérprete de libras para mediação da palestra de contrapartida Os seminários Não apresentam restrições para pessoas com deficiência visual ou cognitiva ainda assim serão contratados monitores
Democratização de Acesso Sobre a distribuição da publicação: - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores - 50 exemplares - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo - 50 exemplares para bibliotecas e escolas da rede pública - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto - 50 exemplares - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta- 100 exemplares vendidoa à R$ 39,60 Ampliação de acesso VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas - realização de uma palestraa gratuita aberta ao público em geral na ocasião do lançamento do livro.
Realização e Produção Executiva - porponente responsável pela gestão do projeto e ações decisórias Nitro Histórias Visuais Um coletivo de contadores de histórias visuais. Ao longo de 13 anos, realizou a transição de uma agência clássica de fotografia para uma produtora de conteúdo transmídia. Tem o objetivo de documentar as mudanças que afetam a sociedade brasileira e preservar os registros de nossa história visual. Fotógrafos, diretores audiovisuais e escritores, sediados em Belo Horizonte, Minas Gerais, são experientes produtores de conteúdo multimídia para projetos documentais, reportagens editoriais e ações culturais e educativas. São capazes de transformar pequenas ideias em grandes projetos de comunicação. Para isso, a NITRO explora diferentes técnicas (fotografia, vídeo, animações, literatura, roteiros, stop-motion e timelapses) e formatos (audiovisual, webséries, revistas, exposições, livros, e-books, entre outras), sem nunca abrir mão da qualidade de suas narrativas visuais. No audiovisual, sua equipe está preparada para atuar desde a concepção de ideias e roteiros até a finalização filmes, séries e webséries. Temas como a Memória, História (pessoal ou corporativa), Política, Cultura, Direitos Humanos, Esportes, Natureza e Meio Ambiente e Retratos, são sempre referências nos principais trabalhos executados pela NITRO, mantendo sempre os olhos voltados para as transformações no Brasil. Mesmo com a criação apontada para o futuro, a NITRO tem apreço ao registro do passado. Seu banco de imagem conta com mais de um milhão de imagens. Destas, 40.000 estão acessíveis no arquivo on-line (arquivo.nitroimagens.com.br). A excelência da NITRO tem sido reconhecida com prêmios em importantes festivais nacionais e internacionais de Cinema, Fotografia e Literatura. Foi a grande vencedor da Mostra de Cinema de Tiradentes (Prêmio do Júri); do Prêmio Jabuti 2012 (categoria Fotografia), maior premiação da literatura brasileira; do Festival Cinefoot (Prêmio do Júri); de Melhor Fotografia do Festival de Cinema dos Sertões; da mostra de Super8 do Festival de Gramado; do Prêmio New Holland de Fotojornalismo; do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo; do Concurso Itaú BBA de Fotografias; do Prêmio BNB de Jornalismo e do National Geographic de Fotografia de Aventura. . Os treze anos de mercado também chancelaram a NITRO a criar seu braço educacional. Há três anos, seus profissionais ministram cursos, oficinas e workshops. Os temas vão desde técnicas de Fotografia, passando ao Audiovisual até a produção completa de conteúdo, como na publicação experimental #ND. A NITRO também atua no mercado editorial (NITRO Editorial), com sua própria editora que publicou sete livros, incluindo Beira de Estrada, Harpia e Os Chicos. O último foi premiado com o Prêmio Jabuti, o mais prestigiado prêmio da literatura brasileira. Coordenação Geral Leo Drumond Leo Drumond é formado em Design Gráfico pela UEMG. Atuou na Agência 1° Plano e no Jornal Hoje em Dia como repórter-fotográfico. Em 2003 fundou, ao lado de Bruno Magalhães e Marcus Desimoni, a NITRO Histórias Visuais. Em 2005 participou da primeira turma de trainees de fotografia do jornal Folha de São Paulo. Em 2007 foi o vencedor do prêmio Banco do Nordeste, na categoria mídia impressa-foto. Neste ano realizou seu primeiro grande projeto autoral: o Beira de Estrada, no qual percorreu 25 mil quilômetros de estradas mineiras, documentando todo universo do entorno das rodovias. O projeto virou livro e exposicão e foi lançado em março de 2010. Entre 2009 e 2001 percorreu o Rio São Francisco em busca dos “Chicos”, projeto em parceria com o jornalista Gustavo Nolasco. Os Chicos, lançado no fim de 2011, ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Fotografia. A exposição do projeto circulou por Tiradentes, Uberlandia e Belo Horizonte. Em 2013 e 2014 realizou, como professor e editor, 6 edições da publicação ND, revista educacional que é fruto de workshops realizados em festivais de fotografia. Atualmente desenvolve o Projeto Voz, série de iniciativas ligadas à comunicação que acontecem dentro de unidades prisionais. Palestrantes/Seminário Carlos Nascimento, empresário e professor. Brasileiro, 72 anos Sócio-Diretor da SEI1 Solução E Imagem Com. Serv. Ltda (Razão Social) também conhecido como PORTAL FINE ART (nome de fantasia, web e mídias sociais). Revenda especializada CANON, Large Format Printers Distribuidor FILA-CANSON Revendedor Premium da Hahnemühle FineArt Cursou engenharia mecânica (incompleto) nos EE.UU. Licenciado em inglês pela Universidade Santa Úrsula, Rio de Janeiro MBA Executivo em Marketing pela ESPM, Rio de Janeiro. Trabalhou mais de 20 anos na EASTMAN KODAK por onde passou por praticamente todos os estágios da fotografia, desde captura, revelação, armazenamento, conservação, vendas e planejamento estratégico, tendo participado de treinamentos em Rochester, NY e Miami, FL (EE.UU.), México, Peru, Panamá e Chile. Trabalha com impressão jato de tinta (Digital Fine Art) desde 2006 e participou de treinamentos em Las Vegas, NV e Atlanta, GA (EE.UU.), Barcelona (Espanha), Paris (França), Amsterdam (Holanda), Bremen e Dassel (Alemanha). Participa de feiras, festivais e eventos nacionais e internacionais, tendo palestrado na feira PMAI (Photo Marketing Association International) em Orlando, Las Vegas, Nova Orleans e São Paulo. Palestrou também em Varna, na Bulgária, na convenção da Konica para varejistas do Leste Europeu. Palestrou sobre impressão fine art na Escola Panamericana de Artes, Sociedade Fluminense de Fotografia, ABAF Associação Brasileira de Arte Fotográfica, FUMEC a convite do Pedro Cine Foto (BH), SOPEF Sociedade Petropolitana de Fotografia Certificou-se como CPC - Certified Photographic Consultant (http://www.pmai.org/cpc/). Convidado pela Hahnemühle FineArt participou em 2010 na Alemanha de treinamento em gerenciamento de cor se tornando o primeiro certificador do programa de certificação desta tradicional empresa (http://certifiedstudio.com/). Convidado pela Fila-Canson, participou de treinamento na França sobre impressão fine art em 2010. - Participou do Forum Fine Art, organizado pela revista Fhox durante a Feira Fotografar 2013, do Fhox on the Road, novembro de 2013 em Caxias do Sul. Em abril de 2104 palestrou no Fhox Talks em São Paulo. Professor convidado em 2017 e 2018 do curso de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Cândido Mendes, RJ Maria Francelina Silami Ibrahim Drummond Maria Francelina Silami Ibrahim Drummond é graduada em Letras, mestre em Estudos Literários (1995) e doutora em Literatura Comparada (1999) pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, respectivamente com a dissertação O Recreador Mineiro; rastros do leitor e da leitura na primeira revista literária de Minas Gerais (1845-1848) e a tese O Brasil na alegoria de Nuno Marques Pereira (1728). Fez pós-doutorado na Faculdade de Letras da PUC-RS (20205), sob orientação da professora Regina Zilberman e do qual resultou o livro Leitor e Leitura na Ficção Colonial (Ouro Preto: LER, 2006). Atuou como pesquisadora na Universidade Federal de Ouro Preto e professora de Teoria Literária e Literatura Brasileira na Universidade Federal de Uberlândia. Lecionou na Faculdade de Filosofia de Mariana. É pesquisadora de literatura, cultura e sociedade em Ouro Preto. Tem artigos, estudos críticos e ensaios sobre Literatura Brasileira, Literatura Colonial, Imprensa Ouro-pretana e temas correlatos publicados em revistas especializadas. Atua como editora e coordenadora da Editora Liberdade, desta cidade. Desenvolve pesquisa atual sobre a Escola Normal de Ouro Preto e inéditos em livro de Bernardo Guimarães na imprensa ouro-pretana. Oswaldo Marra Apaixonado por pessoas e processos. Sua começou muito cedo (aos 14 anos) e aos 16 anos comecei a trabalhar na indústria gráfica. Foi Gerente de Produção e Suporte em empresas de ponta do setor como Compor Fotolito, Rona Editora e Formato Editora, também atuou como consultor em diversas empresas como Gráfica Tamóios, Fumarc e Cia da Cor, sempre desenvolvendo as equipes e melhorando os processos produtivos. Em 1997 na Compor implantou o primeiro sistema de impressão digital Xeikon do Brasil e foi o maior case de sucesso da Xerox do Brasil! Atualmente atua como fotógrafo profissional já tendo sido certificado como impressor fineart pela Canson e Hanhemueller.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.