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Festival de dois dias de duração, a ser realizado em Parque na cidade de São Paulo, contemplando a riqueza e diversidade da cultura e tradição indígena de 30 etnias/povos, mostrada através de cânticos sagrados, danças, rezas e rituais, palestras, vivências, rodas de conversa, contação de histórias, oficinas e exposição de artesanato e culinária tradicional indígena.
Festival totalmente gratuito, segunda edição, com 2 dias de evento, a ser definido em Parque dentro da cidade de São Paulo, com programação que traz cânticos sagrados, danças, rituais, palestras, vivências, contação de histórias, oficinas e exposição de artesanato e culinária tradicional indígena, contemplando a riqueza cultural e diversidade de mais de 30 etnias/povos, com cerca de 300 indígenas participantes.
Objetivo Geral Preservação das tradições indígenas, Valorização, fomento e difusão da cultura dos povos originários, Dar visibilidade a mais de 30 etnias/povos originários, Mostrar a riquíssima cultura dos povos indígenas, Possibilitar um maior contato dos não indígenas para com os indígenas, Quebra de preconceitos - Incentivar mais ações deste tipo onde os indígenas se sintam valorizados e possam mostrar sua cultura sem medo de preconceitosObjetivo específico Festival/Mostra Festival de 2 dias com cânticos sagrados, danças, rezas e rituais, palestras, rodas de conversa, contação de histórias e exposição de artesanato e culinária tradicional indígena. Contrapartidas Sociais Realização de 4 oficinas de artesanato tradicional, 4 oficinas de pintura/grafismo indígena e 6 vivências.
As tradições dos povos originários são o berço da civilização. No Brasil, é a origem de cada coisa que passou a existir, nesta mistura, neste grande caldeirão cultural que é nossa nação. Os indígenas são verdadeiros guardiões da natureza, pois protegem a vida. Ancestralidade é tudo aquilo que vem de antes, e que passa de geração em geração, como um convite para preservar o sagrado. E o sagrado é tudo aquilo que faz a vida valer a pena. Em tempos atuais, de muitos desafios sociais com relação à preconceitos, racismos, intolerância, urge que sejam feitas ações de valorização, fomento e salvaguarda de povos, comunidades tradicionais, etnias...diversidade. Este é um projeto de valorização da riquíssima cultura dos povos indígenas. A sabedoria deste povo passa por "mestres do saber e fazer", conhecimentos antigos, pluralidade, oralidade...e nisso, está presente a música, dança, ritual, rezos, pinturas, falas, conhecimento sobre as ervas medicinais, entre tantas outras linguagens deste universo da cultura nativa. É extremamente relevante que os povos indígenas de diversas etnias possam mostrar sua cultura e tradição, para que possam passar este conhecimento, jogarmos "luz" sobre a invisibilidade que muitas vezes a mídia e a sociedade os impõe, além de ser uma ação indireta e direta na quebra de preconceitos e intolerância. 50% dos produtores, staff e toda programação artística será realizada por indígenas de várias aldeias e etnias da cidade e Estado de São Paulo, e nisso está um fator importante de inclusão, e de valorização de seus dons e talentos, nesta grande oportunidade de trabalho. O projeto coloca um olhar sustentável ao fato de que conhecendo e aprendendo com os povos indígenas, poderemos aprender a conviver melhor com o nosso ambiente, natureza e com o próximo, valorizando não somente as tradições e culturas, mas a vida. A valorização da cultura indígena é fundamental por várias razões, que vão desde a preservação da diversidade cultural até a promoção da justiça social. Diversidade Cultural: As culturas indígenas representam uma riqueza significativa de diversidade cultural. Cada grupo indígena possui suas próprias línguas, tradições, crenças, práticas e formas de organização social. Preservar e valorizar essas culturas contribui para a riqueza global da diversidade cultural. Preservação do Patrimônio Histórico:As comunidades indígenas têm uma história única que muitas vezes é transmitida oralmente. Valorizar a cultura indígena significa reconhecer e preservar esse patrimônio histórico, que pode ser crucial para a compreensão da história mais ampla de um país ou região.Respeito aos Direitos Humanos: O respeito à cultura indígena está intrinsecamente ligado aos direitos humanos. Isso inclui o direito à autodeterminação, à terra e aos recursos naturais, bem como o direito à preservação de sua língua e tradições.Sustentabilidade Ambiental: Muitas comunidades indígenas mantêm uma relação sustentável com o meio ambiente. Suas práticas tradicionais frequentemente envolvem o respeito à natureza e a preservação dos recursos naturais. Valorizar e aprender com essas práticas pode ser crucial para a promoção da sustentabilidade ambiental.Combate ao Preconceito e Estereótipos: A valorização da cultura indígena ajuda a combater estereótipos prejudiciais e preconceitos. Isso contribui para construir uma sociedade mais inclusiva e respeitosa, reconhecendo a contribuição significativa dos povos indígenas para a diversidade cultural e a história de um país.Diálogo Intercultural: A promoção da cultura indígena facilita o diálogo intercultural, promovendo uma compreensão mais profunda e respeitosa entre diferentes grupos étnicos. Isso é essencial para a construção de sociedades mais inclusivas e harmoniosas.Enriquecimento Cultural Global: Ao valorizar a cultura indígena, a sociedade global se beneficia do enriquecimento cultural. Diferentes perspectivas, conhecimentos e tradições contribuem para um panorama cultural mais vasto e enriquecedor.Educação Inclusiva: A inclusão da cultura indígena no currículo educacional promove uma educação mais inclusiva e abrangente. Isso não apenas fornece uma compreensão mais completa da história e cultura do país, mas também promove o respeito pela diversidade desde cedo.Em resumo, a valorização da cultura indígena é essencial para a construção de sociedades mais justas, inclusivas e culturalmente ricas. Isso requer o reconhecimento e respeito pelos direitos, tradições e contribuições únicas dos povos indígenas em todo o mundo.
Não se aplica.
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. Contratação de Responsável Sensível às questões de PCD.
O projeto é totalmente gratuito. O festival que ocorre em 2 dias, tem todas as suas atividades gratuitas - cânticos sagrados, danças, rezas e rituais, palestras, rodas de conversa e contação de histórias. Além disso, a realização de 4 oficinas de artesanato tradicional, 4 oficinas de pintura/grafismo indígena e 6 vivências.
Nome Completo: Emerson Pantaleo Caparelli Função: Coordenador CPF: 395.988.408-75 Currículo: De 2012 a 2016 Produção Artística e Cultural do Festival de Cultura Paulista Tradicional Revelando São Paulo; Produção e Locução da Virada Cultural Paulista (2017, 2018 e 2019); Produção do Arraial Arte na Rua – Rede Globo – Bosque Maia em Guarulhos/SP (2018) Produção do Poesia no Centro – 2019; Produção do Festival do Café no Triângulo SP - 2019 Produção da Virada Inclusiva 2019; Produção do Arte na Rua de Natal da Rede Globo – Dezembro de 2019 Produção do Presente de Natal da CAIXA – Dezembro de 2019 Coordenador do evento Osasco Musical e Cultural 2019; Produção Artística da Jornada do Patrimônio 2020 - Prefeitura de São Paulo – Centro Cultural Butantã - Dezembro de 2020; Produção Cultural da Virada Cultural 2020 - dezembro 2020; Produção Festival de Natal - Prefeitura de São Paulo - Natal no Mercadão Municipal - dezembro 2020; Produção do Festival DiverCidade – Prefeitura de São Paulo - dezembro 2020/janeiro 2021; Produção Cultural do Sorriso na Máscara - Dezembro de 2020 e Aniversário da Cidade de São Paulo - Janeiro de 2021; Organizador de eventos e encontros culturais, com temática ligada à segmentos étnicos e holísticos, como a Holistic Fair – Bueno Brandão e São Paulo ; e em parcerias com o Espaço Anjos da Luz na realização da Feira Mística e Cultural, edições Maio, Setembro e Novembro de 2018 ; Março, Junho, Agosto, Outubro e Dezembro 2019 ; Janeiro de 2020. Experiência no contato com comunidades étnicas (ciganos, quilombolas, indígenas...) e cultura tradicional paulista e brasileira. Nome Completo: Nilson da Silva Kwaray Função: Produtor CPF: 386.243.058-88 Currículo: Txamorãe Kwaray Nilson, é um pajé e liderança espiritual da Aldeia Indígena Krukutu do Território Indígena Krukutu, localizado em Parelheiros, extremo sul da cidade de São Paulo. É indígena da etnia Guarani Mbya, e há mais de 20 anos realiza pajelanças e trabalhos espirituais dentro da tradição Guarani de sua aldeia e de aldeias próximas, em Parelheiros, São Paulo-SP Nasceu na Aldeia Indígena Krukutu, Etnia Guarani Mbya, T.I Krukutu em Parelheiros, São Paulo-SP. Participou de várias atividades desde 2015, quando as Aldeias Krukutu e Tenondé Porã passaram a receber visitação das pessoas para conhecer o modo de vida Guarani. Nilson Kwaray sempre conduziu o acolhimento no que se refere à questões culturais e a espiritualidade de sua etnia, mostrando alguns artesanatos, como mbaraká, kangwaá, petyngwá, animais em madeira, entre outros, além de explicar sobre as medicinas tradicionais nativas, o uso de ervas, a sabedoria de Nhanderu (Deus), entre outras questões que envolvam as tradições e cultura nativa. Uma criança guarani, ao nascer, é batizada dentro de sua tradição, por anciões, pajés e lideranças de sua aldeia, onde cada um tem seu nome ligado à energia ao qual vem ao mundo, e desde cedo, se sabia que Kwaray seria um pajé, até o seu nome mesmo, quer dizer o Grande Sol, na língua Guarani. E desde cedo, foi aprendendo com os mais velhos e lideranças espirituais, sobre como utilizar o cachimbo sagrado, como ajudar a curar as feridas e dores de quem precisa, o correto uso das ervas medicinais, os cânticos e orações que envolvem as vibrações da Natureza, seus seres, elementais e espíritos que regem as florestas, rios, cachoeiras e seres vivos, além da conexão direta com Nhanderu Eté (Deus). Em toda essa prática, passou a ser, com 15 anos reconhecido como Pajé, e atualmente realiza garrafadas com a força da medicina da floresta, conduz rituais, e também dá palestras, conduz vivências, e já participou de Festivais, Encontros e Eventos, representando a cultura Guarani, como no Festival de Cultura Tradicional Revelando São Paulo, Virada Cultural Paulista, Arte na Rua da Rede Globo, entre outros. Dentro da aldeia, também conduz varias vivencias e criou varias atividades para receber as pessoas, bem como sendo guia em visitações do público em geral, bem como de ativistas do movimento, pessoas de fora do país que vão à aldeia para aprender e também autoridades. Kwaray Nilson sempre esteve a frente de criar ideias e ações sustentáveis dentro da aldeia, como por exemplo o ensino às crianças da importância da sobrevivência na mata, da preservação da natureza, de sempre cuidar da terra e dos rios, além dos conhecimentos dos mais velhos passados ás crianças, sobre como fazer artesanato indígena, como consagrar o petyngwá marangatu (cachimbo sagrado), como usar as ervas para bem estar e saúde, entre outros movimentos de reintegração de sua comunidade com as tradições e cultura do povo Guarani Nome Completo: Tupã Mirin Jeguaká da Silva Função: Produtor CPF: 437.795.648-58 Currículo: Indígena da Aldeia Indígena Krukutu do Território Indígena Krukutu, localizado em Parelheiros, extremo sul da cidade de São Paulo. É indígena da etnia Guarani Mbya. É artesão e faz vários trabalhos manuais e oficinas ensinando a cultura tradicional Guarani por meio do uso de vários elementos encontrados na natureza para confecção de chocalhos, cachimbos, artesanatos em madeira, colares, pulseiras, etc. Também é conhecedor das medicinas tradicionais indígenas. Junto de Txamorãe Kwaray Nilson, participou de de Festivais, Encontros e Eventos, como Festival de Cultura Tradicional Revelando São Paulo, Virada Cultural Paulista e Arte na Rua da Rede Globo. Fez palestras sobre a cultura Guarani em vivências e encontros particulares ligado ao Xamanismo por exemplo. Também é cantor, compositor e instrumentista da Aldeia, tocando sempre nos rituais e atividades culturais dentro do T.I. Krukutu. Um grande ponto a se dizer, é a idade de Tupã Mirim. Tão jovem, e mesmo assim, desde muito cedo designado pelos pajés e caciques, que passaram a ele, o batismo de nome Tupã Mirim, ou seja o filho do “Pai Trovão”, já indicando que seria uma criança que se tornaria jovem, guerreiro, e homem, para fazer muitas funções, principalmente ligado na luta de defender seu povo, e também passando seu conhecimento através das ervas, o saber de manusear e confeccionar os artesanatos tradicionais Guaranis, e principalmente, da força do seu canto, voz e a habilidade e dom de tocar instrumentos musicais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.