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Realização da edição do Festival Sonido - Música Instrumental & Experimental em 2024 que apresentará a música instrumental contemporânea, em todas as suas vertentes, em especial para o gênero experimental e moderno, com apresentações/shows de novos e consagrados artistas amazônicos e brasileiros, com ações formativas e intervenções visuais em espaços históricos, nas cidades de Belém,Parauapebas e Bragança.
- Em relação ao produto Festival/Mostra: Os artistas musivais do projeto "Sonido - Música Instrumental & Experimental" serão selecionados através de chamada pública e serão avaliados por uma comissão formada por profissionais do mercado musical e a direção artística do festival avaliando critérios como: qualidade artística e técnica, inovação e ineditismo, relevãncia cultural e equidade étnico-racial e de gênero. - Sobre o prodito CURSO / OFICINA : As oficinas formativas também serão definidas a partir da escuta do público de cada cidade a partir de demandas de profissionalização e formação com uma chamada pública. Serão realizadas durante 03 (três) dias, (cinco) oficinas musicais e culturais no total voltadas para o público infanto juvenil que serão propostas pela comunidade e escolhidas através de chamada pública. Cada uma das oficinas terá de 4 (quatro ) a 6 (seis) horas, totalizando uma média de até 30h de atividades.
OBJETIVO GERAL Realização do Festival Sonido - Música Instrumental & Experimental em 2024 gratuitamente, que tem como foco valorizar e apresentar a música instrumental em seus mais variados estilos ao público paraense, em especial o experimental e contemporâneo, contemplando novos e congrados artistas instrumentais da música pamazônica e brasileira, com atividades formativas e intervençoes visuais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto FESTIVAL/MOSTRA: 1.1) Realização do Festival Sonido em Belém, incuindo: - Realização de 12 shows de música instrumental, 6 amazônicos e 6 de outras regiões, com entrada gratuita em Belém, no Mercado de Carnes Francisco Bolonha, em 3 dias de programação; - Realização de 1 ação de sustentabilidade com a Composta Belém e associação de recicladores de Águas Lindas -ARAL - Realizar 2 oficinas culturais gratuitas. - Produzir 1 intervenção artística com vídeo mapping e iluminação cênica na fachada e arquitetura interna do Mercado de Carnes Francisco Bolonha. 1.2) Realização do Festival Sonido em Paraubebas, incuindo: - Realização de 6 shows de música instrumental, 3 em cada dia, totalmente gratuito na na Praça de Eventos, em 2 dias de programação; - Realização de 1 ação ambiental com a Associação de Recicladores de Parauapebas. - Feira com empreendedores criativos da cidade e com praça de gastronomia local durante os 2 dias de evento. 1.3) Realização do Festival Sonido em Bragança, incuindo: - Realização de 5 shows de música instrumental, totalmente gratuito na Orla da cidade, em 1 dia de programação; - Realização de 1 ação ambiental em parceria com agentes locais e Composta Belém. - Realização de 1 intervenção artísticas em Vídeo Mapping na Igreja de São Benedito - Feira com empreendedores criativos da cidade e com praça de gastronomia local 2) Produto CURSO / OFICINA : Realizar durante 03 (três) dias, (cinco) oficinas musicais e culturais voltadas para o público infanto juvenil que serão propostas pela comunidade e escolhidas através de chamada pública. Cada uma das oficinas terá de 4 (quatro ) a 6 (seis) horas, totalizando uma média de até 30h de atividades.
O projeto em questão: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O público paraense terá acesso a uma programação musical de qualidade e gratuita que estimula a formação de público, a profissionalização, produção e difusão do mercado musical, e em especial a instrumental que é carente de eventos, garantindo o acesso a música intrumental a todas as classes sociais da população. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; A música instrumental não tem fronteiras, e o Pará sempre foi um grande polo de instrumentistas. Novos grupos de música instrumental e experimental tem surgido com uma certa velocidade na região norte, unindo a esse novo panorama musical, temos um cenário de onde se criou, entre outras coisas, a guitarrada, um gênero instrumental e dançante que tem se espalhado cada vez mais pelo Brasil, graças às dimensões que a música paraense vem atingindo. O projeto conta com mão de obra e fornecedores locais com o objetivo de valorizar e profissionalizar o mercado musical da região. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Valorização da produção musical produzida na região norte e amazônica, com novos artistas e artistas tradicionais, como mestres musicais. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional Difundir e valorizar a produção musical da região amazônica e do estado do Pará como a guitarrada, carimbó, brega, tecnobrega, lambada dentro do cenário musical, em especial do gênero instrumental. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Valorização da música produzida da amazônia e seus artistas. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro O Festival Sonido é totalmente gratuito e será realizado em espaços públicos, cultural e históricos das cidades, a Praça de Eventos de Parauapebas e o Mercado de Carne do Ver-o-Peso, em Belém, com uma programação de música instrumental e com intervenção de vídeo mapping na fachada do mercado, com o intuito de valorizar um importante patrimônio histórico e cultural das cidades. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O Festival Sonido apresenta uma programação musical que valoriza a música intrumental paraense e dialoga com a música produzida em outras regiões do país, promovendo o intercâmbio cultural e troca de experiências. O projeto também potencializa a inclusão social através de oficinas gratuitas. IX - priorizar o produto cultural originário do País. A programação do festival do Sonido é formada 100% por artistas brasileiros. O projeto alcancará aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O Festival Sonido é um festival que estimula o acesso a música instrumental produzida no país, fomenta a produção cultural e artística com a realização de shows em patrimônio histórico e cartão postal da cidade de Belém e de Parauapebas, ocupando e iluminando um mercado com música e arte e uma praça pública, convidando o público a conhecer mais sobre a história da música instrumental do Brasil, todas as suas ações totalmente gratuitas. A realização do projeto só é possível com patrocínios e através da Lei de Incentivo à Cultura, por todas as ações oferecidas e a gratuidade.
1 - AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS: O projeto irá realizar ações socioambientais através da coleta seletiva e da reciclagem do lixo gerado durante todos os dias do evento, em cada cidade, em parceria com a associações de catadores e recicladores e com a gestão da startup Composta Belém que fará todo o gerenciamento dos resíduos gerados nos eventos de cada cidade onde acontecerá essa edição do Sonido. Além de grandes atrações musicais e de ações de formação para o mercado da música, o Festival Sonido também desenvolve ações de responsabilidade sociambiental. Dentre as principais, destacamos: - Edução Ambiental: Informar, educar e sensibilizar o público em geral sobre a importância de práticas sustentáveis como coleta seletiva e a preservação de áreas históricas das cidades atrvavés de atividades lúdicas durante a programação do festival. - A cultura como principal ferramenta de mobilização social na luta por soluções frente a crise e emergência climática. - Coleta Seletiva com associações locais, gerando renda e emprego para o setor. - Compostagem de resíduos orgânicos - Neutralização voluntária de carbono para a realização de um evento com Selo Neutro. - Ações de Arte e Ativismo: Parceria com associações e entidades como "Amazônia de Pé", "Cojovem", "Composta Belém", "Amazon Carbon", "Instituto AMZ", entre outras. 2 - DESLOCAMENTOS: Como a programação musical do festivai será selecionada através de chamada pública, não há como prever de forma antecipada os locais de onde virão os artistas de outros estados e regiões do Pará em cada edição do festival nas etapas em Belém, Bragança e Paraupebas. No detalhamento técnico esta dividido a quantidade de shows de outros estados em cada etapa, sendo assim dividido: 2.1 - Edição Belém: Serão 12 atrações ao todo em 3 dias de programação musical (4 por dia), sendo 6 paraenses no mínimo e até 6 atrações selecionadas de outros estados. 2.2 - Edição Parauapebas: Serão 5 atrações Paraenses, sendo necessário ter uma atração de Parauapebas, e terá uma atração convidada de outro estado para apresentação nos 2 dias de programação musical. 2.3 - Edição Bragança: Serão 5 atrações Paraenses, sendo necessário ter uma de Parauapebas, e uma atração convidada de outro estado em um dia de programação. 3 - QUANTITATIVO DE PASSAGENS ESTIMADAS PARA PROGRAMAÇÃO MUSICAL E EQUIPE: Para atender a essa demanda orçamentária de deslocamentos dentro do projeto está se estipulando uma quantidade de passagens aéreas e custos com deslocamento terrestre levando em consideração o custo amazônico que possui altos preços, acima da média em outras regiões, com o cronograma artístico de cada etapa: 3.1 - Edição Belém: 30 passagens aéreas 5 passagens terrestres ou de navio (ônibus ou navio) 3.2 - Edição Parauapebas: 23 passagens aéreas e 5 passagens terrestres (ônibus ou Van) 3.3 - Edição Bragança: 5 passagens aéreas e 14 passagens terrestres ou de navio (ônibus ou Van)
O processo de seleção dos artistas é realizado pela direção artística do projeto em conjunto com conselho curatorial formado por profissionais do mercado musical e que adotará as premissas de valorização da nova música amazônica, com mais de 50% de artistas da Região Amazônica, além de quisitos como ineditismo, produção artística e equidade étnico-racial e de gênero. Essa curadoria é pautada em artistas que representam a música instrumental contemporânea e moderna da Amazônia e do Brasil, entre novos e consagrados artistas, difundindo e valorizando ritmos da Região Norte, como a guitarrada, lambada, carimbó, tecnobrega etc. Esses estilos vão ao encontro de outras sonoridades, do Jazz ao Rock. O subtítulo do projeto, “Música Instrumental & Experimental”, propõe esses encontros e uma programação variada, diversificada musicalmente e com artistas convidados de outras regiões do País. FORMATO DE CADA EDIÇÂO: 1 - BELÉM: - Quantidade de dias de shows: 3 dias. - Quantidade de apresentações por dia: Serão 4 apresentações de grupos com repertório 100% instrumental e cada show terá duração de uma média de 45mn. Totalizando 12 apresentações nos 3 dias de Festival, sendo 6 shows de artistas paraenses e 6 shows de outros estados. - Quantidade de dias de ações formativas: 3 dias - Intervenção Visual: Vídeo Mapping na fachada histórica do Mercado de Carnes Francisco Bolonha e iluminação cênica na arquitetura de ferro interna do mercado. OBS: As oficinas formativas serão definidas a partir da escuta do público de cada cidade a partir de demandas de profissionalização e formação com uma chamada pública. 2 - PARAUAPEBAS: - Quantidade de dias de shows: 2 dias. - Quantidade de apresentações por dia: Serão 3 apresentações de grupos com repertório 100% instrumental e cada show terá duração de uma média de 45mn. Totalizando 6 apresentações nos 2 dias de Festival, sendo 5 apresentações de artistas do Pará, tendo pelo menos 1 atração de Parauapebas e 1 convidado de outro estado. - Quantidade de dias de ações formativas: 2 dias. OBS: As oficinas formativas serão definidas a partir da escuta do público de cada cidade a partir de demandas de profissionalização e formação com uma chamada pública. 3 - BRAGANÇA: - Quantidade de dias de shows: 1 dia - Quantidade de apresentações: Serão 5 apresentações de grupos com repertório 100% instrumental e cada show terá duração de uma média de 45mn, em um dia de programação musical, sendo 4 shows com artistas paraenses e 1 show com artista convidado de outro estado. - Quantidade de dias de ações formativas: 2 dias. - Intervenção Visual: Vídeo Mapping na fachada da Igreja histórica de São Benedito, padroeiro da cidade. OBS: As oficinas formativas serão definidas a partir da escuta do público de cada cidade a partir de demandas de profissionalização e formação com uma chamada pública.
Ações que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo do projeto conforme a norma ABNT NBR 15599:2008, item 5.4: 1 - PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL A) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados. B) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Nas apresentações musicais será fornecida a descrição resumida dos shows através de um serviço de audio descrição ; C) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Contratação de profissional especializado para atendimento para informação. O atendimento ao público será prestado por pessoas que tenham o domínio das necessidades das pessoas com deficiência e das especificidades dos surdos oralizados com ao menos um atendente de articulação orofacial que permita leitura labial. - Para os shows musicais, estarão disponíveis exemplares da programação com resumo da narrativa do show (sinopse). 2 - PRODUTO: AÇÕES FORMATIVAS SOCIAIS A) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: Custos de rampas e banheiros adaptados não serão incluídos pois o local escolhido já será um local adaptado para o acesso. B) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Desenvolvimento de material adaptado a linguagem em braile, no caso de inscrição de deficientes visuais. C) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Interprete de libras, no caso de inscrição de deficientes auditivos. 3 - PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA - Contratação de profissional especializado em gestão de acessibilidade. A) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso, monitores responsáveis por orientar pessoas com necessidades físicas e idosos, vagas reservadas, entre outras. As três etapas do evento seguirão, assim como nas edições anteriores, dando acesso exclusivo para pessoas com necessidades especiais, incluindo rampas para cadeirantes em local preferencial com controle do fluxo de pessoas e contará com uma equipe de produção qualificada para orientação dos mesmos, além de um guia. O acesso estará sinalizado e esse serviço será divulgado antes do evento nos meios de divulgação do projeto. Os espaços possuem banheiros para todas as pessoas, incluindo PCD e ainda conta com banheiros químicos que serão disponibilizados para atender a demanda de público em cada dia de evento. B) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serviço de audio-descrição do evento, com atualizações e informações essenciais. C) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contratação de profissional especializado para atendimento de informação; atendimento ao público será prestado por pessoas que tenham o domínio das necessidades das pessoas com deficiência e das especificidades dos surdos oralizados com ao menos um atendente de articulação orofacial que permita leitura labial ;
1 - Distribuição e Comercialização: O acesso do público ao festival será totalmente gratuito e realizado em espaços públicos e culturais, no bairro da Campina, dentro do Mercado de Carnes Francisco Bolonha, situado no complexo Ver-o-Peso. A estimativa de público é de 4.500 pessoas nos 3 dias de programação musical, com uma média de 1500 pessoas circulando dentro do mercado em Belém, sendo o acesso ao mercado feito através de contagem de público para controle de lotação do espaço. Em Bragança a edição do Sonido também será gratuita e aberta ao público na nova orla da cidade, principal local de passeio e turístico da cidade, as margens do rio Caeté, em um dia de programação com a estimativa de 3.000 pessoas circulando durante todo o evento com uma programação musical e cultural para todos os públicos. A edição em Paraupebas com dois dias de programação será realizada em uma das principais praças públicas da cidade, na Praça de Eventos, local onde acontece vários eventos importantes durante ano, com estimativa de 4.000 pessoas nos dois dias de evento com acesso livre para todos os públicos. 2 - Outras medidas de ampliação de acesso: Em conformidade com art. 21 da IN nº 04/2017 do MinC o projeto irá adotar as seguintes medidas como ação de democratização de acesso: III - disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - Através de registro ao vivo pelas redes sociais do festival: facebook, instagram, etc. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Transmissão ao vivo pela rádio e Tv Cultura do Estado do Pará, parceira de divulgação do projeto. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; - O projeto continuará realizando, além da programação musical, uma mostra de vídeo mapping na etapa Belém e Bragança. VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;
1 - Descrição das atividades da instituição proponente Associação Cultural Amazônia Independente: A entidade proponente e seus dirigentes, no uso de seus exercícios e funções, é a responsável pelo processo de decisão de todo festival e pela atividade técnica-financeira. Nesta edição do Projeto, as funções de equipe sguirão conforme as especificações dos profissionais abaixo. 2 - Currículo dos principais profissionais do projeto: - RENÉE CHALU Função: Produção Executiva Publicitária e Produtora Cultural com MBA na área de Gestão e Marketing de Eventos.Trabalhou durante muitos anos como Produtora de RTVC em agência de publicidade em Belém acompanhando a produção de diversos comerciais e documentários. Trabalhou na produção de curtas paraenses e no longa metragem "Araguaya - A Conspiração do Silêncio”. Desde 2004 é sócio diretora da Se Rasgum Produções, produtora com mais de 10 anos de atuação no mercado nacional , responsável pela realização de doze edições do Festival Se Rasgum que acontece m Belém desde de 2006. Pela produtora faz o planejamento, gestão e produção executiva de vários projetos focados do mercado musical e cultural, dentre eles a execução de shows com artistas locais, nacionais e internacionais, projetos de formação, curadoria artística, assessoria de imprensa cultural, produção da Revista Seleta - Música da Amazônia ( bilíngue com distribuição nacional e internacional gratuita), além da produção de projetos audiovisuais com enfoque na área musical. Foi curadora do edital de 2017 do programa Natura Musical e atualmente esta a frente, com outros parceiros, de um projeto de documentário sobre o brega da década de 80 intitulado “Todas as Estrelas do Brega". Também foi sócia do espaço cultural Ziggy Hostel Club, em Belém, inaugurado em 2017, que apresentou artistas da nova cena musical paraense, além de exposições artísticas e eventos culturais. - MARCELO DAMASO Função: Direção Artística Como jornalista - Formado em Jornalismo pela Universidade Santa Cecília (Santos-SP) – 2002. Como jornalista, desde 2003 atuou como repórter de cultura do jornal Diário do Pará, onde posteriormente assumiu o cargo de editor. Passou pelas editorias de polícia, variedades, cidades e esportes nos jornais Diário do Pará e Jornal Amazônia, ambos em Belém. Como freelancer colaborou para revistas como Billboard, Trip e Revista MTV com reportagens, entrevistas e contos. Já escreveu sobre cultura, comportamento e turismo para diversas publicações de Belém, entre elas as revistas Living e Estilo, e para três edições do Guia de Belém. Foi também assessor de imprensa da Universidade do Estado do Pará e da Adepará (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará). Trabalhou como redator na agência CA No Media, em Belém. Viveu em Santos (SP) apenas o período acadêmico, de 2000 a 2003.Como produtor - Em meados de 2003, quando voltou a Belém, montou junto com alguns amigos a Dançum Se Rasgum Produciones, produtora que ajudou a alavancar a produção musical do Pará, apostando em novas bandas e em redescobertas da música popular da região amazônica. Desde 2006 organiza o Festival Se Rasgum, por onde já passaram mais de 200 bandas, entre locais, nacionais e internacionais. É integrante da Associação Brasileira de Festivais Independentes – ABRAFIN, e presidente da Associação Cultural Amazônia Independente – ACAI, e da Associación para el Desarollo e La Industria de La Musica Ibero-Americana - ADIMI. Entre os outros projetos realizados pela Se Rasgum Produções (que atualmente mantém em parceria com sua sócia Renée Chalu) estão o Se Rasgum Apresenta, que realiza shows ao longo do ano com grupos de fora convidando artistas locais; a Semana de Profissionalização da Música Paraense, com workshops, palestras e debates sobre o mercado da música em Belém e no interior do Pará; é diretor da “Revista Seleta – A música da Amazônia”, com duas edições bilíngües previstas para 2012. Já foi curador e assessor de imprensa do Conexão Vivo Pará, evento realizado em Belém, Marabá e Castanhal, que busca a formação musical, o surgimento de novos artistas e a circulação da nova música brasileira em território nacional. Participou também da curadoria do Festival Coquetel Molotov, de Recife, e compôs a comissão artística do programa Natura Musical 2011. - ISABELLA MORAES Função: Coordenação de Comunicação Digital Graduada em Jornalismo (UFPA) e Direito (Unama), Isabella atua há 8 anos com comunicação digital de projetos culturais, integrando e coordenando atualmente a comunicação de festivais e projetos como Circuito Mangueirosa, Festival Se Rasgum, Festival Sonido e Xaninho Discos. Esteve à frente da comunicação de outros projetos como Festival MANA (2020 e 2021), Pará Live (2021), Conexão Belém (2015) e Agosto Pro Rock (2019 e 2022).Além da especialidade em comunicação e cobertura de grandes eventos, trabalho com estratégias de comunicação para lançamentos de músicos, bandas, artistas visuais e projetos cinematográficos como Bando Mastodontes, Raidol, Aíla, Layse, Sammliz, Guitarrada das Manas, Marisa Brito, o curta metragem Monteiro Lopes entre outros - BIANCA D’AQUINO Função: Coordenação de Estrutura produtora cultural e audiovisual tendo experiência na concepção e execução de projetos. É formada em Publicidade e Propaganda pela UFPA e fez mobilidade acadêmica na Universidade do Porto (Portugal). Em 2022 lançou seu primeiro curta-metragem como diretora "Monteiro Lopes" contemplado pelo edital audiovisual da Lei Aldir Blanc Pará.Foi Coordenadora de arte do longa Franco-Suíço-Brasileiro Transamazônia (2023), produtora de set da série Condor - Voando alto (2021), produtora de elenco Amazônia Oculta (2019) e produtora executiva do curta norte americano Beyond the gate (além do portão) de 2017 e no longa documental VHQ - Uma Breve História do quadrinho Paraense (2015) Foi assistente de direção na série Olhares do Norte (2022), 2ª assistente de direção na série Diários da Floresta (2016). Atuou em produções publicitárias de marcas como: Vale do Rio Doce, Cartago, Natura e DiCasa e videoclipes para os artistas Dona Onete e Felipe Cordeiro.Na produção cultural participou como Coordenadora de produção do Festival Se Rasgum (2018-2023), Festival Sonido de Música Instrumental & Experimental (2018-2022), como produtora na Virada Cultural Digiral (2021), FEMEA - Feira de Empreendedorismo, Música e Artes da Amazônia (2021), Circuito Mangueirosa de Carnaval (2019, 2020 e 2022), Festival Garage Sounds (2019) entre outros. Nas artes visuais, foi produtora do fotógrafo Luiz Braga e do escultor Marcone Moreira em projetos de exposição. - LUCIANA SOEIRO: Função: Coordenação de Produção Gestora cultural, é formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade da Amazônia em 2006, e pós-graduanda em Comunicação Empresarial pelo Centro de Pós-Graduação CPÓS em 2012, ambos em Belém/PA. Com curso de capacitação profissional de Formatação e Gestão de Projetos Culturais, pela Manufatura da Cultura, 2012, em São Paulo/SP. Participou como produtora de diversos projetos e eventos, como: Festival Cultura de Verão da Rede Cultura de Comunicação – 2005, 2006 e 2011 . Show Terruá Pará – 2006 e 2011 . Conexão Vivo – Etapa Marabá – 2011 Produção de bandas: Gaby Amarantos, Juliana Sinimbu, Juca Culatra e Cristal Reggae e Curimbó de Bolso . Conexão Vivo – Etapa Castanhal - 2011,Conexão Vivo – Etapa Belém - 2011, Produção de banda (2011 – 2015): Gaby Amarantos, Gang do Eletro e Dona Onete, Back 2 Black – 2013 . Conexão Unimed – 2014 . Ano do Brasil em Portugal – Lisboa - Dona Onete – 2014 . Turnê europeia Dona Onete – Sines e Lisboa em Portugal, Paris – França e Swindon – Inglaterra – 2015 . 10º Se Rasgum – 2015 . Show dos 400 Anos do Aniversário de Belém (Portal da Amazônia) - 2016 . Curta metragem Toura – 2016 . Serie Squat na Amazônia – Canal Brasil - 2016 . 11º Festival Se Rasgum – 2016 . Filme Strobo – Intervenções Urbanas – 2017 . 2º Sonido – Música Instrumental e Experimental – 2017, Seletivas Se Rasgum 2017, 12º Festival Se Rasgum, entre outros. Artistas/BandasFunção: Artistas e bandas que se apresentam no evento Os artistas do festival serão selecionados através de uma curadoria artística e também atavés de processo seletivo. - JOSÉ LUCAS NEVES Função: Coordenador Técnico Atua com produção musical e produções técnicas desde 2010, iniciando a carreira como músico e roadie. Se desenvolveu principalmente dentro do cenário rock e underground de Belém. Desde o inicio da carreira, atua como parceiro e produtor na Xaninho Discos, produtora/selo/agência de booking de Belém do Pará, que trabalha com artistas de rock e heavy metal da Europa e Américas, articulando e admnistrando turnês de circulação na América Latina como especialidade. A partir de 2012, começou a atuar também como técnico de som, diretor de palco e tour manager principalmente no cenário Rock, Heavy Metal e festivais independentes do Pará como Xaninho Festival, Se Rasgum, Festival Sonido, Psica Festival, Fabrikaos, , Grito Rock, Garage Sounds entre outros. - KEKÉ BANDEIRA Função: Coordenação e Consultoria de Acessibilidade Produtora Cultural, poeta, curadora, fotógrafa e produtora de audiovisual, multiartista com deficiência física e ativista Pcd. Mestre em sociologia, pela Universidade Federal do Pará, estuda questões relacionadas a capacitismo, acessibilidade e produção cultural de pessoas com deficiência. Atua no cenário cultural de Santarém desde osNnove anos de idade na área de teatro, tendo feito parte da companhia de artes Onphalos por 15 anos, depois atuando em áreas deaudiovisual, poesia, fotografia e produção cultural. Em 2022, publicou como autora principal o texto "Mulheres com deficiência na Amazônia: a autoenografia como recurso metodológico para narrar histórias invisibilizadas, na Revista Horizontes Antropológicos, Qualis A1, referência científica do país. Em 2022, foi convidada pela Natura a compor a equipe de curadores do Edital nacional Natura Musical. - RODRIGO CANTALÍCIO Função: Direção de Arte Rodrigo Cantalicio, ilustrador nascido em Belém, usa sua veia artística e inspiração para ilustrar a cultura local e os seus eventos. Iniciou seu contato com a ilustração com a curiosidade pelos desenhos animados. Ao longo dos anos desenvolveu trabalhos com fotografia e como diretor de arte, nunca se distanciando da arte. Já são 15 anos trabalhando para o mercado publicitário e obras autorais que já o levaram a participar de exposições em Belém e São Paulo. O @rcantalicio é figurinha carimbada dos festivais de música e cultura de Belém. De @serasgum a @circuitomangueirosa, é ele quem assina muitas das identidades visuais que estão nas nossas memórias afetivas, além de outros projetos gráficos para músicos da capital paraense, como o @ofelipecordeiro. Em cada ilustração dele se abre um universo de linhas e cores que nos levam para uma Amazônia que vibra, provoca, inquieta e nos convida a pensar, mas também a dançar, sonhar e viver. Por aqui ele trará uma parte do seu trabalho autoral, com novas técnicas que tem experimentado e que estamos ansiosos para compartilhar. - SAMANTHA CHAAR Função: Coordenadora financeira - Contadora Graduada em Ciencias Contábeis e gestão pública com ênfase em contabilidade pública na cidade de Belém, estado do Pará. Tem cursos de concessões e permissões do setor público, Gestão de Convênios – Gestão Integral de Convênios, elaboração, acompanhamento, execução, prestação de contas e tomadas de contas especial. Tem experiência em prestação de contas de verbas governamentais destinados a projetos culturais. Já exerceu função de analista de projetos na FADESP. Atualmente, exerce a os serviços contábeis de diversos projetos culturais na cidade de Belém, como Festival Sonido, Festival Se Rasgum, etc.
PROJETO ARQUIVADO.