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PRONAC 2314002Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

SARAU LITERÁRIO: MENINAS QUE ESCREVEM

VALDIRENE CARNEIRO DE SOUZA
Solicitado
R$ 282,3 mil
Aprovado
R$ 282,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-05-15
Término
2025-05-15
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O Projeto Meninas que Escrevem nasceu da necessidade de incentivar meninas e mulheres a darem voz ao seu talento de escrita como forma de Libertação e Fortalecimento. O projeto visa a realizar eventos literários no formato de Sarau em sistema híbrido (presencial e a distância), para compartilhamento de histórias escritas por mulheres. Os eventos reunirão mulheres profissionais da literatura que irão contar as histórias e discutir o incentivo à leitura para meninas, adolescentes e mães, visando incentivá-las na escrita de livros e ilustrações desde cedo, levando esse processo para dentro de casa na relação mãe e filha. A referência é a obra "Advinha por que eu te amo" escrita por mim, Val Carneiro em parceria com minha filha Alice. A ideia é inspirar jovens a dar asas à imaginação e contar também suas histórias. Além de dar espaço para ampliação cultural e incentivo à leitura em locais públicos e de grande circulação. Serão feitos 10 Saraus de leitura, ao longo de 10 meses.

Sinopse

O Sarau Literário: Meninas que Escrevem é um evento que tem como objetivo estimular meninas a se tornarem escritoras. Durante os encontros, que terão duração de quatro horas cada, serão realizadas diversas atividades. O sarau contará com a participação de uma contadora de histórias, que realizará a leitura de um livro ou trecho do livro da escritora convidada do dia. Além disso, serão oferecidas oficinas de escrita, ilustração e outras atividades artísticas. Um ponto alto do evento será um bate-papo com a escritora. Com essas atividades planejadas, o evento busca estimular a criatividade, proporcionando um ambiente favorável para o aprendizado e a troca de experiências literárias.

Objetivos

Objetivo geral O projeto Sarau Literário Meninas que Escrevem busca impulsionar a libertação feminina, fortalecendo a participação da mulher na sociedade através da escrita; dando voz a escritoras iniciantes ou aspirantes e construindo um novo capítulo na história da intelectualidade e sociedade. Construir uma ponte entre jovens aspirantes e escritoras experientes. Objetivos específicos: - Realizar 10 edições do Sarau com mães e mulheres profissionais da literatura - narrativas, poesias, contos, em 10 locais públicos do DF tais como, bibliotecas, museus e parques; - Criar perfil em Redes Sociais específico para o Projeto, com conteúdo sobre o tema para Divulgação, transmissão ao vivo dos Saraus e registros em textos e fotos. Alimentar este perfil com depoimentos e textos elaborados ao longo das Oficinas; - Oferecer oficinas de escrita para meninas e jovens com diade entre 12 e 16 ANOS, em todos os saraus; - Disseminar o interesse pela escrita e leitura envolvendo diferentes atrações que se ligam através do conteúdo, sendo elas: mágica, oficina de ilustração, oficina de escrita e oficina de contação de história. - Distribuir 3 livros por local "Adivinha por que eu te amo", de forma gratuita, 30 livros no total, como forma de referência, já que o livro foi escrito em parceria entre mim e minha filha de 10 anos, como gesto de incentivo à leitura. - Oferecer 2 oficinas de contrapartida para educadoras da rede pública cujo tema é "incentivando a escrita para um novo mundo". Acontecendo em locais públicos ou instituições parcerias, apra 40 pessoas a serem selecionadas por ficha de avaliação.

Justificativa

Nós mulheres temos lutado para conquistar espaço nas mais diversas profissões e na vida em geral. Atualmente, é cada mais comum ver mulheres assumindo cargos de liderança, ocupando cadeiras e posições renomadas. No entanto, é importante destacar, que na escrita de livros o espaço ocupado por mulheres ainda é pequeno. Infelizmente, em muitos lugares do mundo, existem mulheres que não têm acesso à educação formal e, conseqüentemente, não têm capacidade de se tornarem escritoras profissionais. É fato que chama atenção se considerarmos existem prêmios literários importantes, como o Prêmio Nobel de Literatura, instituições como Academia Brasileira de Letras, que são predominantemente compostas por homens. É fundamental que essas mulheres sejam valorizadas, encorajadas, fortalecidas e incentivadas a desenvolver seus talentos e se tornarem exemplos, iluminando o caminho para outras. É crucial que elas brilhem.Apesar dos estudos mostrarem uma grande evasão escolar, principalmente entre os meninos, é importante destacar que as meninas estudam mais. No entanto, quando chegam à fase profissional, enfrentam desigualdade salarial. Portanto, é necessário oferecer mais incentivos para a valorização e o crescimento dessas mulheres. Um estudo inédito conduzido pela ginecologista Dra. Denise Leite Maia Monteiro, secretária da Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Infanto Puberal da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), revelou uma queda nas gravidezes na adolescência nos últimos 20 anos no Brasil. Uma pesquisa recente sobre o número de nascidos vivos de mães de 10 a 19 anos entre os anos 2000 e 2019. No primeiro ano analisado, mães adolescentes foram responsáveis por 23,4% do total de nascidos vivos, enquanto que no último ano do levantamento, esse índice caiu para 14,7%, evidenciando uma queda de 37,2%. Apesar desse avanço, é importante ressaltar que a situação da gestação na adolescência ainda é preocupante no país. Dados do DataSUS/Sinasc indicam que aproximadamente 1.150 nascimentos de filhos de adolescentes ocorrem diariamente. Além disso, esse mesmo estudo mostra que a gravidez na adolescência é a principal razão para a evasão escolar entre as meninas. Embora tenhamos oferecido uma redução no número de gestações na adolescência, o índice ainda é alarmante, sobrecarregando todo o sistema educacional e frequentemente privando esses jovens da oportunidade de estudar, se profissionalizar e contribuir para uma sociedade mais livre e solidária. Não devemos ignorar as crianças desses jovens, que muitas vezes repetem esse ciclo, sem estudar ou têm oportunidades de trabalho e renda, gerando assim um ciclo vicioso. O Projeto Meninas que Escrevem é uma iniciativa urgente e crucial para incentivar as meninas a se envolverem na escrita de livros, saraus de leitura e contação de histórias. Nesta era digital, em que os livros estão sendo negligenciados e a imaginação e socialização estão sendo adquiridos pelas telas dos smartphones, é fundamental resgatar a criatividade das meninas e capacitá-las a serem protagonistas de suas próprias vidas, construindo sua liberdade e influenciando positivamente aqueles ao seu redor. Ao valorizar as mulheres e permitir que elas compartilhem suas histórias, o projeto tem o potencial de transformar a vida de milhares de mulheres e de toda uma geração. Portanto, é essencial promover e apoiar o Projeto Meninas que Escrevem, pois ele representa um passo importante na promoção do empoderamento feminino por meio da escrita e da contação de histórias.

Estratégia de execução

O projeto terá um perfil dedicado exclusivamente a ele nas redes sociais. Isso permitirá a divulgação eficiente de conteúdos relacionados ao tema, além de possibilitar a transmissão de mensagens ao vivo e o compartilhamento de registros por meio de textos e fotos. No perfil, serão compartilhados regularmente conteúdos relevantes relacionados a histórias escritas por mulheres. Serão publicados trechos inspiradores de histórias das autoras convidadas para os eventos, textos escritos pelos participantes durante os encontros, resenhas de livros, entrevistas com autoras, entre outros temas relacionados. Além disso, durante os saraus, serão feitas transmissões ao vivo para que as pessoas possam acompanhar em tempo real, mesmo que estejam distantes fisicamente. O público será envolvido por meio da participação ativa no evento através de comentários, compartilhamentos e perguntas. Não se trata apenas de registrar todos os momentos importantes em textos e fotos. Essas ações permitirão criar álbuns de fotos e posts que poderão ser acessados futuramente, além de servir como material promocional para atrair mais pessoas para eventos futuros. Desta forma, será criado um canal de comunicação eficaz para divulgar o projeto, compartilhar histórias escritas por mulheres e promover os encontros, tanto presenciais quanto online.

Especificação técnica

- Periodicidade: Serão 10 Saraus Literários: Meninas que escrevem num período de 12 meses. - Público: Cada encontro contará com a participação de 30 pessoas, entre adultos, crianças e adolescentes. - Locais: Os eventos ocorrerão em espaços públicos do Distrito Federal, como bibliotecas, salas educativas localizadas em parques públicos e outros espaços educativos não formais. - Duração: Cada encontro terá duração de 3 horas. Democratização do Acesso: - Formação de Professores: serão promovidos 4 encontros de formação para professores da Rede Pública do DF, com o tema “Como transformar estudantes em escritores”. - Transmissão online: Tanto as apresentações literárias quanto a formação de professores serão transmitidas online, permitindo a interação simultânea com os participantes virtuais.

Acessibilidade

- Presença de intérprete de Libras em todos os eventos. - Cada vídeo das redes sociais vinculado ao projeto será legendado. - Teasers de divulgação terão áudio descrição. - As divulgações em redes sociais terão audiodescrição com a #pracegover - Todos os locais escolhidos para aportar a parceria deverão apresentar condições físicas e arquitetônicas que sejam acessíveis e confortáveis para pessoas com mobilidade reduzida - A equipe do projeto ficará atenta as possibilidades de pessoas com deficiência para que sejam incluídas nos saraus e nas oficinas.

Democratização do acesso

- Todas as ações do projeto serão gratuitas - Convites de eventos, resumos e fotos de eventos anteriores serão atualizados regularmente no site. - Serão distribuídos 3 exemplares do livro “Advinha porque eu te amo” em cada local que sediará o evento, com o objetivo de incentivar a leitura. - A possibilidade híbrida é para que pessoas de fora do DF ou que não tenham condições de estar presentes tenham acesso ao conteúdo e ao objetivo do projeto - A formação de professores contará com a presença de escritoras, com o objetivo de aumentar o número de meninas incentivadas a se tornarem escritoras, que é o principal objetivo do projeto.

Ficha técnica

Coordenação Geral do Projeto Val Carneiro é Formada em Ciência da Computação e Pós-graduada em Administração, é escritora e coautora de dois livros: “Advinha porque eu te amo”, lançado pela Editora Encantar em 2019 (infantil), e “Investindo na Prática”, publicado pela Editora Conquista em 2022. Além disso, é idealizadora e coordenadora do Evento Literário Guardiãs da Leitura, que aconteceu em 2020 em livrarias e escolas do Distrito Federal. Uma das suas paixões é partilhar conhecimentos com especial enfoque nas mulheres. Atua como Educadora Financeira e possui perfis ativos sobre Economia Pessoal nas redes sociais, ajudando as mulheres a se tornarem mais independentes e confiantes nesta área. Produção do Projeto e Escritora Convidada: Bruna Burket Atriz, licenciada em Letras e Especialista em Acessibilidade Cultural, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), curso que frequentou como bolsista representante do Estado de São Paulo. Ainda ligada a especializaçao, participou do Projeto de acessibilizaçao do Museu da Geodiversidade e desenvolveu um mapeamento sobre acessibilidade na Rede de Pontos de Cultura de Sao Paulo, que resultou em um artigo sobre o tema. Foi idealizadora e coordenadora do Acessibilidade ao Palco, programa de inclusão através das artes.Desde 2015 é produtora da do grupo de teatro Cia Catraca do Riso e foi produtora do Ciclistas Bonequeiros. Foi diretora da Oscip Polo Cultural Educação e Arte, onde esteve por 8 anos na coordenação de projetos e responsável pela elaboração de projetos de Lei de Incentivo e editais da instituição. Foi durante três anos oficineira do curso Elaboração de Projetos na Casa de Cultura de Parelheiros. É dramaturga e idealizadora do Espetaculo A Princesa que Não Sabia as Palavras, e autora dos livros A Princesa que Não Sabia as Palavras e O Riso de Luiza. Atualmente é presidente do Instituto RIA, organização não governamental que promove a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade através das artes. Atualmente é produtora do projeto literário Nossas Literaturas, de Jô Freitas, da exposição Aquelas que Teimam de Dani Rosa e dos espetáculos teatrais Circo dos Falidos, Viagem de Jiló, e Poéticas do Bonfim. Escritora Convidada: Fabíolla Mees Fabí Mees atua como escritora, poeta, organizadora literária, editora, ghost writer (escritora fantasma), especialista em biografias e idealizadora do Projeto de IncentivoLiterário Flechas Ao Vento. Acadêmica cadeira 23, patrona Maria José Delfino na ALAPG - Academia de Letras e Artes da Praia Grande. Tem 09 livros de sua autoria e participou de mais de 30 Antologias. Criadora do Selo literário Flechas Ao Vento, criado em 29 de setembro de 2018 na cidade de Praia Grande e em quase quatro anos é responsável por um acervo de mais de 520 livros lançados e 17 em andamento em 2023 (em abril). Sempre priorizando o incentivo a escrita e a leitura. Sendo 450 autores e mais de 1200 coautores em antologias. Atuou como Secretária da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande (gestão 2019/2022). Tendo livros em diversas cidades do Brasil. E nos seguintes países: Espanha, Suiça, Inglaterra, Portugal, Irlanda, Holanda, E.U.A, Canadá, África/ Angola, China, Índia, Alemanha, França, Itália e Japão. Tem poemas em Tupi-guarani, Castellano e catalão. Premiada em diversos concursos de poesias. Contemplada na Lei Aldir Blanc - 2020 com o projeto dos livros de poesia: Gato Preto vol.01 (fotografias) e Gato Preto vol.02 (para ler e pintar), Sarau Flechas Ao Vento (apresentado de modo online devido a pandemia (com apresentações de escritores, poetas, contadora de história, de 5 cidades do estado de SP e de Marsella na Espanha). Realizou projetos literários em 8 escolas (municipal, estadual e particular) da cidade de Praia Grande – SP. Proporcionando a realização de 10 livros de autores infantis e adolescentes, além de 08 antologias (200 coautores em idades de 09 até 17 anos). E um projeto do EJA (alunos de 19 até 79 anos). Entre AUTORAS e COAUTORAS MULHERES (crianças e adultas) em média 1200 mulheres - autorias e participaçoes. Mãe do autor JP Mees – O Menino Poeta. Escritor desde os 08 anos de idade (atualmente 15 anos), paciente de Esclerose Mesial Temporal Epilética. Autor de 07 livros no Brasil, participação em 03 livros na Itália e 09 antologias no Brasil. Diretora geral, colunista e revisora da revista online e impressa Ollyver Magazine. O Selo literário Flechas Ao Vento tem como objetivo apoiar escritores iniciantes a tornarem-se autores e terem seus sonhos transformados em livros. VOCE PRECISA ENCORPAR O SEU PRODUTO PRINCIPAL. SE É UM EVENTO LITERÁRIO PENSE EM NOMES DE PESSOAS PARA FAZER PARTE DISSO. A OFICINA DE ESCRITA PARECE SER UM GANCHO MUITO BOM DO SEU PROJETO, SENDO ASSIM VOCE VAI PRECISAR DE ALGUEM QUE TOQUE ISSO E QUE PASSE CONFIANÇA PARA O AVALIADOR. PRECISA TER UMA EQUIPE DE LITERATURA INTERESSANTE.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.