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O projeto tem por objetivo viabilizar produção, gravação, mixagem, masterização e lançamento de "Crisálidas", primeiro álbum de canções autorais da cantora, compositora e multiartista Cinthia Arruda. Nascida e criada no distrito de Cidades Tiradentes - maior conjunto habitacional da América Latina - no extremo leste da capital paulista. a artista tem mais de 15 anos de uma atuação multilinguagem: seus trabalhos navegam entre o teatro, a música e a produção cultural, aliando elementos sonoros que vão das culturas populares à música de concerto.Em 9 canções, a artista nos convida a um passeio sonoro onde o itinerário perpassa as experiências que constroem sua trajetória com ares de xote, baião, samba, música popular urbana, canção de câmara e música latina
Crisálida é o terceiro estado do ciclo de vida da borboleta. Se tratado estágio em que alagarta atinge o seu desenvolvimento completo. “Crisálidas” é pensado justamente comoponto de desabrochar não apenas individual, mas também coletivo.O álbum contará com os arranjos, violão e produção musical de Ravi Landim, que em suavasta e diversa carreira tocou, gravou e realizou parcerias de composição com a cantorabaiana Luedji Luna no show “Um corpo no mundo” (2019) e nas canções Tirania, Manto daNoite e Ain’t I a Woman, gravadas no álbum “Bom mesmo é estar debaixo d’água” (2020),além do samba-reggae “Mãe preta”, gravada em 2019 por Margareth Menezes no discoAutêntica (indicado ao Grammy Latino).O projeto conta também com a orientação vocal do prof dr Mateus Corusse e uma lista de músicistas colaboradores como RaviLandim (Violão e arranjos), Ítalo Queiroz (Piano e sanfona), Keyth Félix (Baixo elétrico ebacking vocals), Lua Bernardo (Baixo acústico e flauta), Matheus Batista (Violão 7 cordas),Nuna Percussa (Percussão). Fazendo frente à práticas comuns, dado o teor crítico daconcepção de “Crisálidas”, haverá paridade de gênero em toda a equipe artística e técnica.As regionalidades incorporadas ao repertório não são objetivos sonoros a serem imitados,mas sim pontos de partida e disparadores motrizes das composições, uma vez que fazemparte das vivências, experiências e ancestralidades da artista. Procuram absorver a tradiçãosem se comprometer com a manutenção de protocolos. Onde, em seu processo dedepuração haja a construção de novas sensibilidades e possibilidades sonoras.As nove canções de “Crisálidas” contam e evocam em sua atmosferas sonora elementos dobaião, samba-canção, choro, candombe, maracatu, canção popular e música de câmara,reunindo formações com cordas friccionadas, madeiras, metais, acordeon, rabeca e violõessendo conduzidos pelas percussões a um trajeto sonoro pluricultural. A canção como cartografia de uma identidade em movimentoAs vivências com os folguedos populares, a rabeca, a música e dramaturgia latinoamericanas, a música de câmara e as rodas de choro pela cidade se fundem em uma cançãourbana imbuída de referenciais que saltam como pontos em uma cartografia que traceja aidentidade plural de uma artista oriunda da da periferia de São Paulo, no coração do maiorconjunto habitacional da América Latina.Sua longa experiência como multiartista trouxe muitas referências diferentes a Cinthiacantora-atriz-produtora: a produção de mostras nacionais e internacionais de teatro ano aano teceu uma grande teia de relações afetivas, sonoras e poéticas.Foi a partir de conhecer grupos de teatro de rua da região nordeste que se aproximou darabeca e do cavalo marinho, folguedo que estudou a fundo junto aos grupos Boi da Garoa eCia Pé no Chão.Ainda na adolescência acompanhou uma verdadeira imersão cultural latino Americana nafundação da Red latinoamericana de Teatro em comunidad, que contou a presença de 110artistas de todo o continente em uma montagem multicultural de El Quijote e a constantepresença de atores, músicos e diretores da Colômbia, Peru, Chile, Cuba, Argentina ao longodesta mais de uma década trabalho provocando uma profunda incursão no idioma, ritmos edramaturgia, aumentando assim a bagagem dessa atriz- quecantava-compunha-e-fazia-projetos.Desenhar as múltiplas sonoridades vivenciadas pela artista em uma obra é buscar anão-simplificação de experiências, mas sim a expressão das complexidades do contextocultural vivenciado no território periférico. As canções que constituem o álbum "Crisálidas",trabalho de estreia da cantora e compositora Cinthia Arruda, constroem um percorridosonoro por diferentes manifestações culturais e territórios que perpassam a trajetória daartista. FAIXAS 01. Passarin (Cinthia Arruda)02. Plataformas (Cinthia Arruda)03. Amálgama (Cinthia Arruda)04. Fonâmbulo (Cinthia Arruda)05. À la folie pas, du tou (Cinthia Arruda)06. Canção do Corpo em Luta (Cinthia Arruda)07. Samba Triste (Cinthia Arruda)08. Oitava Canção (Cinthia Arruda)09. Gume (Cinthia Arruda)
Objetivo geral Contribuir com a fruição de bens culturais através do registro e difusão de obra autoral inédita da cantora e compositora Cinthia Arruda Objetivos Especificos Realizar gravação, mix, master e lançamento em todas as plataformas digitais de 9 faixas autorais Gravação e difusão de 1 video clipe Realização de show de lançamento
UMA QUESTÃO DE IDENTIDADE PLURAL Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Estado de São Paulo é constituído por cerca de 5 milhões de migrantes nordestinos. Para além da concentração na cidade de São Paulo, o povo nordestino contribuiu e contribui com a construção também de nosso estado e de nosso país direta e indiretamente. Mas não são estados apenas que constituem identidades: pessoas, culturas, realidades, estruturas e cotidianos constituem identidades coletivas e individuais. O cearense Belchior dizia que "o nordeste é uma invenção, nordeste nunca houve", afinal não é possível tentar reduzir a pluralidade cultural de 9 estados com histórias tão singulares em um bloco homogêneo. É no olhar hierárquico imposto pelo sudeste que o outro se torna uma alegoria de seu imaginário, afinal, categorizar é parte da manutenção de poder. Essa imensa população diversa e plural impacta diretamente há décadas em todas as esferas da metrópole. Cinthia compartilha a história de muitos jovens periféricos: filha de migrantes cearenses que vieram a São Paulo e aqui se estabeleceram, construindo sua familia. A mãe empregada doméstica, o pai trabalhador de construção civil que participou de grande parte das obras da linha 3 Vermelha do Metrô e do Aeroporto de Cumbica em Guarulhos. Crescendo em uma casa levantada num terreno doado pela igreja em Cidade Tiradentes, neste contexto germina a subjetividade da Cinthia-artista. A vivência no território periférico assim como as condições sócio-econômicas impactam diretamente nas experiências de formação de crianças e jovens nascidos neste contexto. No início dos anos 2000, a oferta de formação artística-cultural ainda era escassa no bairro. Foi em busca das primeiras aulas de canto coral no Projeto Guri que Cinthia, ainda na infância passou a fazer longos trajetos de ônibus e metrô direção leste-centro. O conhecer a cidade foi por muitas vezes mediado pelas apresentações organizadas pelo projeto, referência na formação de jovens músicos. Ali teve seu primeiro contato com a música de concerto que retornaria mais de uma década depois a influenciá-la. A MÚSICA DE CADA LUGAR. UM LUGAR PRA CADA MÚSICA A forma de fazer música é atravessada por fatores diversos como época, território, influências, trocas. Sendo assim, quando se carrega uma trajetória multicultural, como isso se traduz em música? De 2007 à 2018, Cinthia esteve profundamente engajada junto ao Grupo Teatral Pombas Urbanas e na gestão de sua sede, o Centro Cultural Arte em Construção, espaço cultural independente , localizado no bairro Cidade Tiradentes que atende mais de 22 mil pessoas por ano com atividades de formação artistica e de público. Depois de mais de uma década envolvida em diversas funções e linguagens dentro da cadeia artística, realizando e participando de muitos espetáculos teatrais, festivais, projetos, fundação e encontros da Red Latinoamericana de Teatro en Comunidad, mostras e infindas realizações, a inquietação de aprofundar os conhecimentos musicais faz novamente o movimento bairro afora: com bolsa PROUNI, em 2017 Cinthia ingressa na graduação em licenciatura em música pela FIAM FAAM. A partir do contato com o conhecimento teórico -musical aprofundado, a decisão se faz necessária: dedicar-se integralmente à música. Cinthia passou a ministrar aulas de canto, compor grupos vocais e aprofundar estudos na área da performance e pedagogia vocal. A curiosidade pelas possibilidades sonoras do instrumento voz faz com que a artista se arrisque por caminhos diversos: de um lado música popular dos folguedos, do outro a música de concerto. O desejo de desfazer as cissuras e transitar pelos campos tendo a voz como ferramenta expressiva move as decisões da cantora. Em 2022 ingressou na Escola Municipal de Música, onde estudou canto lírico sob orientação de Marília Vargas. No mesmo ano, foi bolsista do Coral Jovem do Estado sob regência de Tiago Pinheiro, participou da gravação de coros do álbum "Sá-um oratório para a terra" de Ligiana Costa e da gravação do primeiro álbum do Coro Osvaldo Lacerda, sob regência de Bruno Costa, onde também atuou como produtora. Em 2023, passou a integrar a Camerata Caipira Emesp Tom Jobim sob orientação do Prof João Paulo Amaral e do curso de interpretação da Canção Brasileira, sob orientação de Zé Luiz Mazziotti e atualmente é orientada em sua formação em performance vocal popular pelo Prof. Dr. Mateus Corusse. Após esta larga experimentação vocal, a artista decide dar voz às próprias canções que refletem a multiplicidade cultural de suas vivências. Partindo deste pressuposto, em Crisálidas, as regionalidades incorporadas ao repertório não são objetivos sonoros a serem imitados, mas sim pontos de partida e disparadores motrizes das composições, uma vez que fazem parte das vivências, experiências e ancestralidades da artista. Desenhar as múltiplas sonoridades vivenciadas pela artista em uma obra é buscar a não-simplificação de experiências, mas sim a expressão das complexidades do contexto cultural vivenciado no território periférico.Luiz Tatit, compositor e semioticista que dedica-se profundamente a investigação dos processos composicionais, diz: " Compor uma canção é procurar uma dicção convincente. É eliminar a fronteira entre o falar e o cantar. É fazer da continuidade e da articulação um só projeto de sentido. Compor é, ainda, decompor e compor ao mesmo tempo. O cancionista decompõe a melodia com o texto , mas recompõe o texto com a entoação. Ele recorta e cobre em seguida. Compatibiliza as tendências contrárias com seu gesto oral. Desse modo, a paixão e a ação, vistas acima, são elaboradas no perfil traçado pela dicção. O compositor traz sempre um projeto geral de dicção que será aprimorado ou modificado pelo cantor e, normalmente, modalizado e explicitado pelo arranjador. Todos são, nesse sentido, cancionistas".Compreendendo a partir da perspectiva de Tatit a dicção para o compositor não só como o modo particular de pronuncia de cada região, mas principalmente como a construção de sentidos dadas na linguagem textual e sonora de modo intrínseco, o modo particular de cada compositor em seu fazer canções explicita os territórios linguísticos e sonoros que o perpassam.Sendo assim, quais são as múltiplas facetas possíveis de uma canção brasileira ? E mais: quais camadas de imagens e sentidos atravessam e constituem uma canção oriunda dos territórios periféricos da grande metrópole?É sobre esta perspectiva que Cinthia Arruda constrói seu fazer composicional:Dialogando a estrutura linguísticas da origem familiar cearense somados à fala do paulistanês periférico, com a rítmica das vivencias de música popular brasileira e latino americana com as quais sempre intercambiou, constroindo um registro sonoro-geográfico de sua multiplicidade. Compreendendo os multiplos fatores que perpassam o projeto Crisálidas, podemos apontar que o mesmo se enquadra na Lei 8313/91 se enquadrando no incisos I,II, III e VIII do artigo 1 e se enquadrando nos seguinte objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Gravação e inserção em plataformas digitais de 9 faixas autorais Gravação e veiculação de video clipe ensaio e realização de show
Para todas as ações presenciais com público ( show e workshop) serão considerados os espaços fisicos com acessibilidade para PCD's A equipe de produção será orientada a facilitar o acesso através de filas e assentos preferenciais além de estar disponibilizadas para quaisquer necessidades que possam surgir durante o evento O video clipe contará com legenda assim como todas as musicas contarão com legenda de texto nas plataformas digitais
O show de lançamento será realizado com entrada franca as músicas serão disponibiizadas em todas plataformas digitais buscando o acesso gratuito do publico ao bem cultural produzido por meio da realizaçã do projeto a Cantora e educadora musical Cinthia Arruda oferecerá um workshop de canto intitulado "Corpo-voz" totalmente gratuito ao público
FICHA TÉCNICAAbaixo relacionados, principais integrantes da ficha ténica que realizará a gravaçãoe lançamento do discoCINTHIA ARRUDA - DIRETORA ARTÍSTICA/COMPOSITORA/CANTORACinthia Arruda é cantora, compositora, educadora musical e atriz.Graduada pelo Curso de licenciatura emMúsica do Centro Universitário Fiam–Faam.Em 2022, foi bolsista do Coral Jovem do Estado eatualmente, aperfeiçoa-se em performance vocal na Escola Municipal deMúsica de São Paulo sob orientação de Rosemeire Moreira. Atualmente éeducadora vocal nas oficinas do Teatro Flávio Império, via prefeitura Municipal deSão Paulo, preparadora vocal do Grupo Teatral Dolores Boca Aberta, co-host doPodcast Aprendendo Atráves, especializado em mediação de arte e cultura e temdedicado-se a pesquisa vocal de repertório popular brasileiro junto ao violonistaLuciano Figueiredo no projeto “Brasil Canção” RAVI LANDIM -PRODUTOR MUSICAL/VIOLÃOCresceu em São Miguel Paulista, na Zona Leste e é descendente denordestinos.Teve seus primeiros contatos com a prática musical através dos eventose dos compositores do Movimento Popular de Arte de São Miguel Paulista (MPA),coletivo que desenvolve ações na região desde o final dos anos 1970 atéhoje.Lançou em 2015 seu primeiro seu primeiro álbum, Das andanças eseusretalhos, que teve a produção musical e o aconselhamento dotambém violonista ecompositor Chico Saraiva. Circulou durante 2018 e 2019 com o show “Um corpo nomundo”, da cantora e compositora Luedji Luna, apresentando pelo Brasil.Aconvivência no palco gerou diversas canções em parceria, entre elas osamba-reggae Mãe preta, gravada em 2019 por Margareth Menezes no discoAutêntica (indicado ao Grammy Latino), e as canções Tirania, Manto da Noite e Ain’tI a Woman, gravadas no álbum Bom mesmo é estar debaixo d’água (2020) deLuedji Luna. Atualmente trabalha na produção do EP Depois, de Aloysio letra e nafinalização de seu próximo trabalho autoral Fluxo/Essência, álbum duplo em fase deprodução. KEYTH FELIX- CONTRABAIXOMusicista, artista visual e arte educadora. Formou-se em licenciatura em música nafaculdade FIAM FAAM, canto popular na Escola Técnica Estadual de Artes eatualmente cursa sonoplastia na SP Escola de Teatro. Atua como instrumentista ecantora participando de diversas apresentações musicais em São Paulo, como naSala São Paulo, Espaço das Américas, Blue Note SP, entre outros bares e casas deshows. Permeia sua pesquisa artística entre as artes sonoras e visuais. Participoucomo violonista e cantora no curta “Tudo sobre mim", premiado internacionalmentee dirigido por Alexandre Bertella. Atualmente participa como baixista no grupo decumbia “La Guacamaya”, no grupo musical infantil “Trupe Borboletras” e comomusicista freelancer. ÍTALO QUEIROZ - PIANO/ACORDEONCom mais de 20 anos de carreira, Ítalo Queiroz iniciou suas apresentações noCeará, na metade dos anos 90. Em 2021 lança o álbumintitulado “Meu Lugar“ um trabalho autoral, analógico, revivendo as sonoridades dosforrós feitos nas décadas de 70 e 80, neste trabalho participaram, Sandro Haick,Ney Conceição, Rafael Meninão, Cosme Vieira, Cassio Cunha, Anjo Caldas, GabrielFreitas e Durval Pereira. Em 2022 participou com Max Viana, Júnior Meireles, JorgeVercilo e Filó Machado do albúm “Meninice“ do cantor cearense PauloFaçanha.Desde 2018 Ítalo Queiroz tem feito tour´s na Europa, em seu showparticipam músicos brasileiros e europeus, dentre eles Rubem Farias, CarlosTomati, Leo Susi, David Back, Thomaz Espinoza. Ítalo Queiroz já soma mais de 50apresentações em países do velho mundo, dentre eles França, Suíça, Suécia,Dinamarca, Alemanha, Inglaterra. Dividiu ainda palcos no Brasil e na Europa comFiló Machado, Jair Oliveira, Lu Vitti, Paulo Façanha, Eduardo Santhana, dentreoutros artístas. Ítalo Queiroz é Pedagogo, pós-graduado em educação musical eNeuropsicopedagogia. LUÍSA CARVALHO - FLAUTALuísa Carvalho é flautista, arranjadora e compositora, com trabalho voltado para asdiversas manifestações da música popular brasileira, cultivando especial associaçãoa projetos de faceta híbrida e criativa e que estabelecem diálogo entre diferentesterritórios e linguagens estéticas, enxergando a arte não só como um potente meioexpressivo, mas também como um sensível veículo para a transposição defronteiras. FORMAÇÃO ACADÊMICA Graduação: Licenciatura em Música(Universidade de São Paulo), 2017-2022 Flauta transversal erudita (EMESP TomJobim), 2014-2017 Flauta transversal popular (EMESP Tom Jobim), 2020-atualLUCIANO FIGUEIREDO- VIOLÃO 7 CORDASLuciano Figueiredo é músico, violonista e professor. Estudou no curso intensivo deviolão e harmonia do Quintal escola de música. Integrou os grupos de choro O Ovo,e Mandaçaia. E vem acompanhando cantores e instrumentistas da cena paulistacom uma linguagem de muito contraponto, riqueza harmónica e ritmica oriundas doviolão brasileiro e no choro. TAMIRES MENEZES- COORDENAÇÃO DE PROJETOArte Educadora e produtora cultural da zona leste de São Paulo, é bacharel elicenciada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Paulo, atualmentese especializando em Práticas e Fundamentos Educativos em Artes. Com mais de 9anos de atuação pedagógica em diversos contextos formativos, compôs as equipeseducativas do 20º Festival de Arte Contemporânea Sesc VideoBrasil e exposiçãoLugares do Delírio, ambas no Sesc Pompéia. Presta assessoria no desenvolvimentode projetos e atividades culturais para coletivos, artistas e educadores de SãoPaulo, região metropolitana e Porto Alegre, além de apresentar e produzir o podcast“Aprendendo Através”, que compõe uma iniciativa de construção de espaçoscompartilhados e mediados por tecnologias digitais e construção coletiva deexperimentos formativos através da mediação de arte e processos curatoriaisexpressados em diversas linguagens, coordena projetos na Aprendendo AtravésProduções. No setor privado, atuou como Assistente de Projetos Educacionais,responsável pela pesquisa, redação, desenvolvimento e prestação de contas deprojetos. Desenvolveu e ministrou a oficina “ParticipAção: Ferramentas digitais,inclusão digital e direitos humanos” em equipamentos públicos da Zona Leste dacapital. Compõe o Grupo de Pesquisa Linguagem, Educação e Cibercultura (LEC),com trabalhos apresentados e publicados em congressos e seminários de pesquisapelo estado de São Paulo, além de organizar a Rede de Educadores, Artistas,Pesquisadores e Produtores Independentes (REAPPI). Atualmente coordenatambém o Projeto Erupções Periféricas, contemplado pela Secretaria Municipal deCultura de São Paulo. OTÁVIO MARQUES - Assistente de produçãoProdutor Cultural, Poeta, Fotógrafo e Educador. Atua desde 2015 na área da culturaatravés de coletivos de Literatura e incentivo à leitura, audiovisual e aprendizagem.Realizando consultoria e assessoria a coletivos e artistas. Compõe o coletivoAprendendo Através, sendo co-host do podcast da iniciativa. Oficineiro Credenciadopela SMC, ministra a oficina “Produção Cultural: Tecendo Mundos” no CC Grajaú.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.