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O projeto "Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância" de Márcia Ribeiro é uma exposição de arte, concebida para planetários que combina instalações, pinturas e uma experiência imersiva no Domo do Planetário.
Exposição de Artes Concebida para Planetários, a exposição individual "Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância" da artista plástica MARCIA RIBEIRO é composta por instalações, pinturas e uma instalação imersiva no grande Domo do Planetário. Marcia proporciona uma experiência sensorial e artística em um espaço de pesquisa astronômica, interseccionando saberes, criando relações de complementaridade entre as dimensões do macro e do microcosmo. Tentando reverter uma lógica perversa que deixou rastros explicitamente negacionistas em relação à ciência, à arte, à pesquisa, a exposição "Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância" visa relembrar ao espectador que cada um de nós faz parte de um todo, procurando despertar uma consciência planetária nos visitantes. A mostra alia-se ao pensamento ameríndio evocando o senso de coletividade, interconexão entre os seres, matéria, memória, espiritualidade; renova o questionamento existencial ‘de onde viemos, para onde vamos?’ Propõe uma reimaginação do mundo recusando o binarismo que marca a dualidade que reproduz a relação de objetificação/coisificação com a natureza dominada pelo pensamento colonial. O foco principal é trazer à tona, através da arte, discussões em torno do ANTROPOCENO - o impacto do ser humano no Planeta Terra. A primeira edição da exposição aconteceu de agosto a novembro de 2022 no Planetário do Parque do Carmo em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. Com uma bem sucedida campanha de divulgação, a mostra foi veiculada nos principais jornais e revistas do Brasil atraindo mais de 16.000 pessoas, entre estudantes e público espontâneo. Digitalmente, segundo estatísticas do Instagram, a mostra alcançou mais de 50.000 pessoas através de posts patrocinados. A exibição foi viabilizada via EDITAL DE APOIO A PROJETOS CULTURAIS DESCENTRALIZADOS DE MÚLTIPLAS LINGUAGENS — Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo” e contou com Conteúdo Pedagógico para crianças direcionado a estudantes da rede pública em idades entre 04 e 10 anos. Acreditando na urgência do tema e no poder transformador da Arte, Márcia almeja ampliar o Projeto Educativo e Circular com "Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância" por outros Planetários - em São Paulo, visando o Planetário do Parque do Ibirapuera e no Rio de Janeiro, o Planetário da Gávea. Contrapartida Social Vários estudos internacionais apontam para o impacto positivo da cultura no aprendizado. Mostram que estudantes expostos às artes visuais, à dança, à música, e ao teatro, entre outras atividades do gênero, têm melhor desempenho na leitura, escrita e matemática em comparação com aqueles que seguem apenas o currículo tradicional. O ensino das artes melhora a motivação dos alunos para se envolverem em projetos de diferentes temas e disciplinas, fornece estímulo à metacognição (pensar sobre o que se pensa), além de apoiar os processos de aprendizagem em qualquer área do conhecimento. De forma geral, a cultura traz elementos transversais que contribuem decisivamente para o desenvolvimento integral, o que inclui não só a dimensão intelectual, mas também a emocional e social, que são importantes para crianças e adolescentes construírem de forma autônoma os estilos de vida que desejam e sua atuação na sociedade. "Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância" passa por desejos como o da arte como proposição política e plataforma para elaboração de outras sensibilidades, fazendo-se valer da capacidade que ela tem de buscar modos de construir e desconstruir pensamentos, negociar espaços e enunciar diferenças. Deslocar a atuação artística para um centro científico constrói um alicerce edificante entre arte e ciência que não só alcança e cativa um público, mas também expande pensamento e sensibilidade na troca entre a artista e os visitantes. Pensando nessa relação com o público do Planetário, a mostra tem Projeto Educativo direcionado à crianças e em sua Itinerância expande o conteúdo mirando também adolescentes. O Projeto Educativo é um alicerce sólido da programação de "Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância". O impacto Antropoceno e as alternativas para minimizar e reverter essa situação é o foco do conteúdo programático. Arte e Educação caminham juntas através de bate papo, palestras, oficinas de moda sustentável para adolescentes e proposições de exercícios imaginativos e contação de histórias para crianças. A ideia é tornar o aprendizado mais amigável, colaborativo, estimulante, acolhedor e conectado ao ambiente contemporâneo. As ações acontecem no próprio Planetário e se desdobram em sala de aula. Realizar este projeto no Planetário ganha força conscientizando de maneira lúdica e engajando o público a refletir através da arte. O local proporciona um certo senso de 'equidade' pois as fronteiras geopoliticas se dissolvem colocando todos como habitantes da mesma casa comum: o Planeta Terra!
Objetivo Geral: • Utilizar a arte como meio de comunicação para abordar questões ambientais e provocar reflexões sobre a relação entre a humanidade e o planeta. Objetivos Específicos: • Promover o acesso de crianças, jovens e público espontâneo à experiências artísticas, educacionais, culturais e científicas; • Instigar reflexão sobre meio ambiente, cultura e sustentabilidade; • Incentivar e fortalecer o senso de coletividade; • Promover um intercâmbio entre arte, ciência, cultura e educação; • Ressignificar relações como dentro e fora, micro e macro, parte e todo, matéria e espiritualidade; • Despertar senso crítico em relação a padrões de consumo e à lógica vigente; • Estimular a imaginação em relação a criação de alternativas de novos modelos de vida em sociedade.
O projeto "Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância" possui uma relevância cultural por se destacar como uma exposição que contribui para o enriquecimento cultural da sociedade, promovendo uma experiência artística e sensorial que estimula a reflexão sobre questões astronômicas, ambientais e existenciais. A conscientização sobre o Antropoceno e o impacto do ser humano no Planeta Terra, através de instalações e pinturas, busca ampliar o entendimento do público sobre a interconexão entre as dimensões macro e microcosmo, despertando o senso de coletividade incentivando à percepção de uma consciência planetária. Como contrapartida social, o projeto enfatiza o conteúdo pedagógico incluído na exposição, direcionado à crianças e adolescentes, demonstrando o compromisso com a educação e a formação de público. É importante salientar a originalidade, inovação e criatividade da proposta artística de Márcia Ribeiro, que busca abordar temas urgentes contemporâneos como o impacto Antropoceno utilizando obras de arte, entre elas uma grande instalação imersiva. O projeto também contribui para a conscientização ambiental e a percepção que cada um de nós faz parte de um todo, buscando sensibilizar o público em relação às questões climáticas e à necessidade de preservação do planeta. Destacamos o sucesso da primeira edição da exposição, que atraiu um grande público presencial e digital, demonstrando o potencial de alcance e impacto do projeto. Diante de tudo exposto, o projeto se enquadra na captação e canalização de recursos por meio do Decreto N°11.453/2023, que dispõe sobre as leis do sistema de financiamento à cultura, sendo elas: Lei 8.313/91 (Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac), Lei 13.018/2014 (Política Nacional de Cultura Viva) e Lei 14.399/2022 (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura), as quais visam contribuir para as seguintes finalidades específicas: 1) valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão (Art. 3°, I); 2) estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira (Art. 3°, II); 3) viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional (Art. 3°, III); 4) incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais (Art. 3°, V); 5) fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural (Art. 3°, VI); 6) desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais (Art. 3°, VII); 7) apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental (Art. 3°, IX); 8) apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais (Art. 3°, X); 9) estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira (Art. 3°, XIV); 10) apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação (Art. 3°, XV); Ao apresentar o projeto conforme a Lei Rouanet, é demonstrado como a iniciativa atende aos critérios estabelecidos pela legislação para receber incentivos fiscais, promovendo a cultura e contribuindo para o desenvolvimento cultural e educacional do país.
Exposição de Artes MAPA DA EXPOSIÇÃO E AÇÕES 1. Instalação 'Bandeiras': obra instalada na área externa /entrada do Planetário é composta por 02 bandeiras impressas em nylon. Simulando cartas celestes, dialoga com o trabalho do artista conceitual brasileiro Antonio Dias. Em uma delas lê-se a palavra PLANETA e na outra UNIVERSO expandindo as grandezas territoriais. 2. Exposição de 08 pinturas de grande porte. 3. Instalação Imersiva 'Ciao Mondo- Réquiem Infinito' no grande Domo do Planetário. 4. 'Além do Espaço'- Projeto Educativo: Ação conjunta com escolas e Institutos. No Planetário acontecerão oficinas, bate papos e palestras. Atividades educativas serão sugeridas aos professores para que os conceitos suscitados na mostra possam ser desdobrados em sala de aula. 5. Visitas guiadas, happenings musicais e ativações com artistas e cientistas. INSTALAÇÃO 'BANDEIRAS' Marcia Ribeiro - 2022 A obra 'BANDEIRAS' instalada na entrada do Planetário, recepciona o público e anuncia: ’Somos seres planetários! Viajantes intergalácticos por esse Universo infinito!' Evoca questões como território, colonização, expansão de sistemas, consciência planetária, corrida espacial. Dialoga com a obra do artista Antonio Dias “Anywhere is my land” de 1968. Utopicamente dissolve as fronteiras geopolíticas procurando suscitar o senso de coletividade: Habitamos o Planeta Terra. É tudo nosso! FICHA TÉCNICA “Bandeiras” 2022- Marcia Ribeiro 02 bandeiras- Planeta/ Universo Dimensões: 1,12m x 1,60m instaladas em mastros existentes do Planetário. Impressão Digital sobre Nylon "CIAO MONDO - Réquiem Eliptico" Marcia Ribeiro - 2022 Instalação imersiva projetada no Domo do Planetário do Parque do Carmo - 2022 O trabalho 'Réquiem Elíptico - Ciao Mondo' foi concebido para a cúpula do Planetário. Partindo do ciclo de um dia completo, o espectador mergulha nas cores de uma tarde caótica durante alguns minutos, até que BUMMM, um breu completo e milhares de estrelas e corpos celestes brotam no espaço. O observador fica totalmente imerso num céu que parece não ter fim, 'flutuando' pelo espaço sideral numa viagem cósmica. A trilha sonora com o movimento da projeção sugerem uma conexão profunda com o infinito e com si mesmos. Uma noite expandida dá espaço para o onírico, para imaginação, para elaboração de pensamentos. Suavemente as cores vão voltando, dessa vez mais delicadamente, as estrelas desaparecendo, e uma nova manhã surge, repleta de novas possibilidades. Tudo novo de novo! FICHA TÉCNICA “Réquiem Elíptico- Ciao Mondo”, 2022- Marcia Ribeiro Instalação auto visual imersiva no Domo do Planetário- 13 minutos Paisagem sonora Arthur Braganti 24m circunferência x 20 de altura EXPOSIÇÃO PINTURAS Pinturas de grande porte ocupam o saguão do edifício- 2,00m x 1,60m Desenvolvo as composições pictóricas pré-estabelecendo formas, sobrepondo camadas abrindo espaço para experimentação. Com o auxílio de instrumentos que desenvolvi para extração, através do gesto de subtração da matéria, é iniciada a raspagem. A mais profunda camada se revela e as formas são trazidas à tona, deixando suas marcas. Onde existiu um acúmulo de tinta e até então estava imerso, pelo atrito é extraído. A ‘memória’ da matéria é registrada pela ação deste gesto. São criadas paisagens imaginárias, retratos mentais. Um fluxo de pensamento fragmentado em partes. Como visitar lugares que compõem um grande mapa imaginativo. Contrapartida Social • 12 PALESTRAS- 06 em cada praça > Público em geral- 50 vagas cada - Introdução à Meditação - Neurociência: a importância do sonho - Arte e Emergência Climática - Impactos do Antropoceno: Cosmovisões indígenas - Moda Circular - Tecnologia e Sustentabilidade • Oficinas- 04: 02 por praça - Moda Circular/ Moda sustentável: Troca de roupas entre os visitantes e customização das peças- Público alvo: adolescentes entre 13 e 18 anos 30 vagas cada - Confecção de cenários com reaproveitamento de embalagens. Público alvo: crianças de 6 a 12 anos. 20 vagas cada • 64 Bate Papos Introdutórias aos conceitos suscitados na exposição- panorama geral: 04 por semana ( 32 em cada praça ), 30 min cada totalizando 128 horas. Aproximadamente 30 vagas por sessão atendendo 1920 estudantes. • 02 Contações de Histórias: 01 por praça- Cosmovisões Indígenas. Público alvo: Público em geral • Material pedagógico digital para professores com sugestões de exercícios e conteúdos para crianças de 6 a 12 anos e adolescentes entre 13 e 18 anos.
O projeto terá como acessibilidade um tradutor de Libras, Audiodescrição, Impressão em braile e Monitores para Acompanhamento de Pessoas com Necessidades Especiais e Neurodivergentes.
Serão disponibilizados 8 dias de gratuidade em cada uma das cidades para o público em geral, totalizando 16 dias, como forma de democratização do acesso. Além disso, estão previstas visitas guiadas gratuitas com estudantes da rede pública e meia entrada/descontos para Idosos, estudantes, pessoas com deficiência e pessoas de 24 meses a 15 anos de idade.
O Estúdio MASTA realizará a organização, gestão e produção dentro do projeto “Elipse Eclipse Apocalipse - Itinerância” Estúdio MASTA Função: Proponente O Estúdio MASTA sob direção da artista Márcia Ribeiro cria, desenvolve e produz projetos cenográficos para exposições, grandes eventos e feiras. Executou trabalhos para marcas nacionais e internacionais como Absolut, Sephora, Chanel, Colgate, São Paulo Fashion Week, entre muitos outros. Há mais de uma década no mercado, nos últimos anos vem atuando no segmento cultural. Realizou o Festival Cajubi: Ruptura e Reencanto e a exposição Elipse Eclipse Apocalipse. Seu foco é arte e educação. Márcia Ribeiro Função: Artista Formada em artes plásticas pela FAAP- SP, a artista fez pós graduação em Ensino da Arte na UERJ e frequentou o Parque Lage entre 2015 e 2017. Nos últimos anos realizou as exposições individuais 'Elipse Eclipse Apocalipse' no Planetário do Parque do Carmo em São Paulo, ‘In Between’ na Svenska Kyrkan em NYC e ‘Um Pouco do Nada’ na Casa da Luz, em São Paulo. Em 2020 participou da coletiva 'Still Utopia: Island' na MC Gallery em NYC, sendo a única artista latino americana da mostra. Em 2018 foi convidada a desenvolver sua pesquisa na ALTO Residency durante dois meses em uma experiência que unia permacultura e arte na Chapada dos Veadeiros em Goiás. A artista é uma das criadoras do 'Festival Cajubi- Ruptura e Reencanto’ que contou com participações de Ailton Krenak, Tom Zé, Luis Antonio Simas, Tiganá Santana entre outros. Assinou a curadoria artística do Festival sendo responsável pela escolha de artistas visuais, filmes e músicos. Com Antônio Leal organizou o livro “Cajubi: Ruptura e Reencanto”, gerado a partir das ideias concebidas nas mesas de discussões do Festival (disponível gratuitamente online). É fundadora e diretora criativa do Estúdio Masta, em São Paulo, onde atua como cenógrafa há mais de 10 anos criando cenários para eventos nacionais e internacionais e produzindo seus projetos culturais. Ulisses Carrilho Função: Curador Ulisses Carrilho (Porto Alegre, 1990) é curador pós-graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Sua pesquisa no âmbito da intersecção das artes e da educação mira contranarrativas e críticas à lógica de produção do capitalismo cognitivo. Em 2017, participou da residência Intervalo-Escola, em torno de uma escola de floresta na Floresta Amazônica (Rio Tupana e Igapó-Açu). De 2015 a 2022 trabalhou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro. Helena Forghieri Função: Produtora Executiva Helena Forghieri é gestora cultural e produtora executiva. Com mais de 10 anos de experiência em gestão de projetos, Helena esteve à frente de eventos de grande porte na produtora Agroselha, da qual foi sócia-fundadora. Atuou como diretora de produção executiva e coordenadora cenográfica em eventos multiculturais, como o The Creators Project, festival de artes e tecnologia da revista VICE, e eventos internacionais, como a exposição "The Little Black Jacket” da marca Chanel, que ocupou a Oca no Parque Ibirapuera em São Paulo. Desde 2015 vem desenvolvendo projetos especiais. Além de coordenar atualmente a produção executiva do Festival Soy Loco Por Ti Juquery, do Festival Cajubi: Ruptura e Reencanto e do Projeto Acorda Amor, nos últimos anos esteve à frente de projetos como: Cinefest Gato Preto, Festival Cajubi, FICSU Festival Internacional de Cinema de Surf em Ubatuba, Mostra da Monarquia Popular Brasileira & Curtaflix, plataforma online de curtametragens brasileiros. Rodrigo Bueno Função: Arte Educação Rodrigo Bueno é o idealizador do ateliê Mata Adentro, nome de uma casa/espaço de trabalho, localizado na Lapa em São Paulo. Mata Adentro é um convite à sensibilização das dinâmicas do espaço natural, um laboratório de produção de suportes de experimentação de linguagens ocultas no subconsciente, nas multidimensões do entorno, na diversidade de vida contida no legado do mundo natural, fonte de cultivo e resiliência. O estúdio quebrou parte do seu piso de concreto para que o tempo e a terra estejam à vontade entre si, um lugar onde materiais recuperados, principalmente madeira, ferro, terra e plantas coletadas do lixo urbano, são transformados em instalações, esculturas, pinturas e ambientes em torno de tecnologias do encontro, espécies de jardins que falam da continuidade da vida, do eixo que sustenta o todo, da cultura em constante movimento. Mata Adentro é um nome escolhido para expandir a autoria de um único artista em ações de processos coletivos, pois somos indivíduos inseridos em ambientes colaborativos. O estúdio tem mostrado seu trabalho no país e no exterior há mais de vinte anos, obras em sua maioria tridimensionais, vivas e imersivas que se relacionam com o vínculo da natureza e humanos, sobrepondo narrativas ancestrais e energias fluidas.
PROJETO ARQUIVADO.