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PRONAC 2314105Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Carolina Maria de Jesus, Diário de Bitita - Circuito Mineiro

Casa Forte Produções Artísticas e Esportivas
Solicitado
R$ 656,9 mil
Aprovado
R$ 656,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-01
Término

Resumo

Propomos um circuito inédito do espetáculo solo "Carolina Maria de Jesus Diário de Bitita" em MG. O espetáculo tem como base duas obras da autora: seu livro mais famoso "Quarto de Despejo, Diário de uma Favelada" e o quase desconhecido "Diário de Bitita" Propomos a realização de uma ação afirmativa promovendo a descentralização e acessibilidade por meio da arte e do entretenimento, a reflexão acerca de questões importantes para sociedade promovendo os direitos humanos e o respeito à diversidade humana.

Sinopse

A peça conta a história real e emocionante de Carolina Maria de Jesus. Uma menina negra que teve uma infância miserável e estudou apenas dois anos no primário. Mesmo assim, apesar das adversidades, se apaixonou pelos livros e isso mudou sua vida. Na adolescência foi presa e espancada porque lia o dicionário. Sempre explorada, foi obrigada a mendigar e virou andarilha. Em busca de melhores condições abandonou Sacramento, sua terra natal no interior de Minas Gerais, e partiu a pé para São Paulo onde foi jogada na favela. Nunca quis casar e criou sozinha os três filhos catando papel nas ruas da cidade. Nos anos 50 começou a escreveu sua história em papéis que encontrava no lixo e conseguiu o improvável: Virou uma grande escritora publicada em todo mundo.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover uma circulação inédita do espetáculo Carolina Maria de Jesus, Diário de Bitita, o espetáculo é uma adaptação da obra da escritora mineira Carolina Maria de Jesus. Nosso intuito é homenagear Carolina Maria de Jesus, apresentá-la aos que não a conhecem e levar aos seus leitores algo inédito, a nossa visão teatral para sua obra escrita, também algumas de suas canções. Valorizando a cultura brasileira e a difusão da obra de uma escritora cujo pensamento - em toda sua complexidade- merece ser mantido vivo. Objetivo Específico: 1. Realizar 18 (dezoito) apresentações do espetáculo Carolina Maria de Jesus, Diário de Bitita com entrada GRATUITA - (Duas apresentações em cada cidade) e 08 (oito) Rodas de conversa sobre a vida e a obra de Carolina Maria de Jesus; 2. Realizar 08 (oito) ensaios abertos ( Um ensaio em cada cidade); 3 -Acolher e promover envolvimento e diálogos relevantes por meio da arte e do entretenimento, a reflexão acerca de questões importantes para sociedade promovendo os direitos humanos e o respeito à diversidade humana; 4 - Reafirmar origens e ancestralidade: nas Histórias do povo negro; 5 - Apresentar o espetáculo em Sacramento cidade de nascimento de Carolina; 6 - Promover e estimular a regionalização; 7 - Disseminar o legado e manter viva a obra da escritora Carolina Maria de Jesus; 8- Estimular a reflexão sobre a cultura como campo de atuação para a transformação social; 9 - Oferecer ao público a oportunidade de manter contato com autores da literatura brasileira contemporânea, músicos e artistas independentes; 10 - Preservar a cultura como instrumento de transformação pessoal e social; 11 -Incentivar a circulação da produção artística e cultural para promover o desenvolvimento social; 12 -Contribuir para a formação de uma nova geração de plateias para as várias linguagens artísticas; 13 - Aproximar estudantes da rede pública de ensino das artes como instrumento efetivo do aprendizado, contribuindo com a cidadania; 14 - Fomentar a formação de público consciente e participativo na escolha de conteúdo de qualidade; 15 - Demonstrar a importância da escola e da leitura para a cidadania.

Justificativa

O texto, inédito no Brasil, é uma adaptação da obra singular da escritora mineira Carolina Maria de Jesus. Mulher negra, pobre e favelada que catava papel nas ruas de São Paulo. Passou a anotar suas memórias em papéis encontrados no lixo e mesmo tendo estudado apenas dois anos do primário se tornou uma grande escritora reconhecida mundialmente. Em fevereiro de 2021 recebeu da Universidade Federal do Rio de Janeiro o título Honoris Causa. O título da UFRJ reconhece a importância de Carolina Maria de Jesus, que inspirou outras escritoras negras como Conceição Evaristo. A peça tem como base duas obras da autora: seu livro mais famoso "Quarto de Despejo, Diário de uma Favelada" e o quase desconhecido "Diário de Bitita", que foi publicado postumamente na França e depois no Brasil, misturados em dois tempos: a fase adulta na favela do Canindé até o sucesso e as lembranças da infância, quando seu amor pelos livros foi despertado e mudou sua história. Carolina é hoje a segunda escritora brasileira mais traduzida no mundo, ficando atrás apenas de Paulo Coelho. Sua obra é estudada e referenciada em toda parte, mesmo assim muitos brasileiros não leram suas obras, que agora começam finalmente a ganhar o devido espaço. Portanto, realizar a circulação do espetáculo é de enorme relevância para a memória, valorização da cultura brasileira e difusão da obra de uma escritora cujo pensamento - em toda sua complexidade- merece ser mantido vivo. A cultura, em suas diferentes manifestações, tem um poder transformador. O artista é o principal vetor desse elemento e também assume um papel de impacto na sociedade em vários sentidos. Graças aos projetos que se tornam realidade, a arte alcança um número maior de pessoas permitindo atingir o público e de gerar mudanças positivas com suas ideias e o poder de alcance. A Lei de Incentivo à Cultura torna possível essa homenagem a maior representante da literatura feminina negra deste país, o Governo abre mão de parte dos impostos para que esses valores sejam investidos em projetos culturais que ajudam a mudar e até transformar o cenário da comunidade, impactando na vida de muitas pessoas, fortalecendo a produção, difusão e democratização do acesso à cultura. Portanto, realizar esse circuito na cidade em que Carolina nasceu e em cidades mineiras promove assim a descentralização da cultura e reafirma a relevância da memória, valorização da cultura brasileira e difusão da obra de uma escritora cujo pensamento - em toda sua complexidade- merece ser mantido vivo. Foram quase 3 anos de elaboração para a construção deste espetáculo. Depois de um ano de pesquisa e dois anos de ensaios, estreamos no dia 18 de novembro de 2015 no Teatro Municipal de Uberlândia - com enorme sucesso. Foram três apresentações em parceira com a ONG Mulheres de Ébano, abrindo a Semana da Consciência Negra, com apoio do Instituto Algar e da Secretaria Municipal de Cultura de Uberlândia. Lotamos o teatro com sessões para 750 pessoas por apresentação. Alunos de escolas públicas da zona rural e periferia da cidade compareceram, a maior parte nunca tinha ido ao teatro. Grupos ligados à promoção da igualdade racial e valorização da cultura afrodescendente também estiveram presentes, assim como deficientes visuais e auditivos com seus respectivos tradutores. Parte dos adereços foram feitos pelas mulheres da ONG Sinhá Recicla, que transformam lixo em artesanato. Nossa trajetória é marcada por linha de consistência ininterrupta: Passamos elas cidades de: São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Brasília, Pelotas, Salvador, Feiras Literárias, Feiras de Sustentabilidade e em março de 2020 apresentações em Augsburg e Frankfurt (Alemanha), com apoio do Instituto Goethe _ Munique _ Parceria Associação Mulheres Pela Paz _ Frauen Für Frieden e Departamento de Igualdade de Gênero de Augsburg e IMBRADIVA e V. Iniciativa de Mulheres Brasileiras na Alemanha.

Estratégia de execução

TRAJETÓRIA DO ESPETÁCULO PESQUISA: 03 Anos de Pesquisas ESTREIA NACIONAL: 2015 Teatro Municipal de Uberlândia APOIO/ PARCERIAS: Prefeitura Municipal e Instituto Algar, Sesc Brasília, FIRJAN/SESI; Prefeitura/Secretaria de Cultura SP, Emenda Parlamentar/ Eduardo Suplicy Leite Rosas, Donna Natureza, Instituto Goethe – Munique FEIRAS LITERÁRIAS: Apresentações/debates no CEU Cidade Tiradentes, SP, março/2016. Recorde de ocupação do espaço. Participação com peça e debate no 5ºSalão do Livro de Guarulhos; 2º Festival Midrash de Teatro no Rio de Janeiro (julho de2016). Participação na FLIPELÔ (Festa Literária Internacional do Pelourinho), agosto de 2018. Participação na 1ª FIT (Festa Literária de Itaperuna), Teatro FIRJAN SESI,setembro de 2018. Temporada de 01 mês na Sala Multiuso Teatro Arthur Azevedo, SãoPaulo, SP, nov/dez, 2018. Apresentação na FLINK SAMPA Festa do Conhecimento,Literatura e Cultura Negra da Universidade Zumbi dos Palmares, São Paulo, 2018.Participação no evento Green Nation, Pavilhão das Culturas Brasileiras, Ibirapuera,SP, 2019. / Feira do Livro de Pelotas, Rio Grande do Sul, nov/2019 Festival do Leitor LER, Biblioteca Parque, Rio de Janeiro, nov/2019 / Festival de Garanhuns, Pernambuco, 2022. / Festival de Maricá, RJ, 2022. TEMPORADAS: Teatro Dulcina, no Rio de Janeiro, em setembro de 2017; Sala Baden Powell, em Copacabana, nov/dez de 2017; Teatro Laura Alvim abril/maio de 2018. Temporada de 01 mês na Sala Multiuso Teatro Arthur Azevedo, São Paulo, SP, nov/dez, 2018. Apresentação na Participação no evento Green Nation, /Teatro Municipal de Niterói, 2019; Teatro Glaucio Gil – novembro/2019; Teatro Prudential em novembro/2020 – Presencial e on line. / Teatro Ruth de Souza, Rio de Janeiro, 2022. APRESENTAÇÕES NO EXTERIOR: Em Augsburg e Frankfurt (Alemanha), com apoio doInstituto Goethe – Munique / março 2020 – Parceria Associação Mulheres Pela Paz Frauen Für Frieden e Departamento de Igualdade de Gênero de Augsburg e IMBRADIVA e.V. Iniciativa de Mulheres Brasileiras na Alemanha DIVULGAÇÃO: O trabalho de divulgação será desenvolvido em três momentos: • Lançamento do projeto (15 dias antes da estreia); • Estreia / Manutenção O objetivo da assessoria de imprensa no lançamento do projeto será comunicar a realização aos grandes veículos de comunicação: TV, jornais, revistas, também blogs e sites de cultura e classe artística. Será feito um trabalho apoiado na temática e nos principais nomes envolvidos no projeto e fornecimento de material para veículos que fecham com 10/15 dias de antecedência. A estreia será focada nos veículos de cultura regionais, além disso, será implementado um plano específico para mídias sociais com manutenção constante das páginas do espetáculo nas redes sociais: Facebook e Instagram, e criação de material como e-flyers e pequenos vídeos promocionais direcionados para público de internet; e ações específicas voltadas para formação de plateia apoiadas no contato com ONGs, escolas públicas e grupos específicos. Impulsionamento nas redes sociais, Registro videográfico/fotográfico do espetáculo; Ao final, a assessoria de imprensa irá fornecer um clipping.

Especificação técnica

Espetáculo Teatral - solo Duração: 1h Tempo de montagem luz e cenário: 6h Tempo de desmontagem: 2h Roda de Conversa: 40 min

Acessibilidade

Acessibilidade sob aspecto arquitetônico • Escolha dos Teatros para execução a peça teatral com estrutura fixa de espaços acessórios: A – Banheiros adaptados; B – Rampa de Acesso para circulação às áreas de alimentação; C – Cadeiras especiais para pessoas com obesidade; D – Três (03) cadeiras desmontáveis que recebem uma cadeira de rodas entre seus espaços. Acessibilidade sob aspecto comunicacional Deficiência Auditiva 1- Intérprete em libras para o entendimento do espetáculo por pessoas de Deficiência Auditiva; 2- Audiodescrição do conteúdo gerado para pessoas com Deficiência Visual; 3- Monitor sensibilizados e capacitados para auxiliar, orientar e conduzir pessoas com necessidades especiais permitindo acesso seguro de pessoas com mobilidade reduzida, cegas ou com pouca capacidade intelectual.

Democratização do acesso

Entidades filantrópicas, ONGs, representantes de diferentes grupos de gêneros, étnicos e líderes comunitários terão acesso a conhecimento para projetos de inclusão social; Divulgação para os profissionais do meio artístico, de universidade e escolas públicas; entidades e associações ligadas aos direitos humanos, direitos das mulheres e da consciência negra. GRATUIDADE: O espetáculo e os debates serão oferecidos gratuitamente para a população. DOAÇÃO: A produção irá doar para cada biblioteca de uma escola estadual local a biografia de Carolina Maria de Jesus - CINDERELA NEGRA *Realizaremos gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: roda de conversa e ensaio aberto. *Trechos do espetáculo estará disponivel na Internet - Canal do youtube *A produção garanti a captação e veiculação de imagens do espetáculo e da roda de conversa por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Atividade Proponente: Responsável legal por toda execução do projeto Após submeter o projeto para aprovação: 1. Acompanhamento de sua aprovação, Viabilização financeira - Captar junto a pessoas físicas e jurídicas, contribuintes do imposto de renda, os recursos necessários à execução do projeto; 2. produção/ execução do projeto - realização de todas as atividades; 3. prestação de contas final do projeto realizado. FICHA TÉCNICA: Realização: Casa Forte Produções Culturais e Esportivas Coordenação Geral: Andréia Ribeiro Adaptação, direção e cenário: Ramon Botelho Assistente de Direção, pesquisa e contribuição textual: Gabriela Calainho Atuação e Pesquisa: Andréia Ribeiro Iluminação: Paulo Cesar Medeiros Trilha sonora: Marco Lyrio Figurino: Wagner Louza Operador de som: Salomão Waisman Operador de Luz: Gabriel Gomes Contrarregra: Thiago Gouveia Jurídico: Mario Cezar Ribeiro NOME, CURRÍCULO E FUNÇÂO - EQUIPE DE CRIAÇÃO: RAMON BOTELHO (Autor, Diretor e Cenógrafo) Formado em Literaturas na UFF e teatro na CAL. Estudou com Antunes Filho, Sergio Brito, Aderbal Freire Filho, Moacyr Goes, Gabriel Villela, Grupo Galpão, Living Theatre, Tizuka Yamazaki, Walter Lima Jr. e outros. Foi pesquisador, ator, autor e produtor do Grupo Muito Prazer de Teatro, criado pelo diretor Márcio Vianna, que marcou a cena carioca nos anos 90 com peças como: A Farra de Atores, A Alma Quando Sonha é Teatro, Meu Pai Voa, O Livro dos Cegos, O Futuro Dura Muito Tempo, etc. Produziu a peça Par ou Ímpar (Projeto Nova Dramaturgia Carioca), Carlos Gomes e SESC Tijuca, RJ, (2004). Escreveu e dirigiu “Visitando Camille Claudel”, que estreou no Centro Cultural Justiça Federal, RJ, 2006, e depois viajou 08 anos pelo Brasil: Estação das Docas, Belém, PA, 2006; Circuito SESC, RJ, 2010; Teatro Municipal de Niterói em 2013; Galpão das Artes do Espaço Tom Jobim, Jardim Botânico, RJ, 2014; I Festival Nacional de Campos, RJ, 2007: Indicado aos prêmios de melhor texto, atriz, trilha sonora, cenário e iluminação e vencedor de melhor cenário (Marília Paiva) e iluminação (Paulo Cesar Medeiros), etc. Foi idealizador e produtor durante 2 anos do projeto “O Real em Revista” que digitalizou o acervo raro do Real Gabinete Português de Leitura, e criou shows, mesas-redondas com pesquisadores de todo mundo, livros e filmes com patrocínio da Petrobras. Por este projeto recebeu o título de Benfeitor da cultura portuguesa no Brasil. Como artista plástico fez exposições no Brasil e exterior. Em 2009 assinou o cenário da peça Afinidades Eletivas (Goethe), dir. Marcos Barreto, Santa Maria, RS. Em 2012 criou o cenário da peça “Porque Deixei de Te Amar”, direção de Fernando Philbert, Teatro FINEP, Rio de Janeiro. ANDREIA RIBEIRO (Atriz e Produtora) Atriz formada pela CAL e bailarina em dança contemporânea na escola Angel Vianna. Pós-graduação em preparação Corporal nas Artes Cênicas – Escola Angel Vianna. Estudou com Sérgio Brito, Luís Melo, Hamilton Vaz Pereira entre outros. Foi atriz do Grupo Muito Prazer de Teatro, criado pelo diretor Márcio Vianna que marcou a cena carioca nos anos 90, com as peças: A Farra de Atores e Ex-Teatrum. Desde 2001 assume as funções de atriz, pesquisadora e produtora; o primeiro projeto, “Retalhos para um Recital”, foi um mergulho na obra da escritora mineira Adélia Prado. E contou com o Patrocínio do Site QUEROSSAUDENET. Em 2007 a Empresa Petrobras patrocina o segundo projeto o espetáculo “Memorial” tendo como ponto de partida a literatura memorialista- temporada nos teatros: Villa Lobos, Ziembinsky e Cândido Mendes / RJ. Em 2008 com o patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil o espetáculo Memorial fez nove apresentações no Centro Cultural do Banco; Festival de Teatro Volta Redonda e Circuito SESC Rio de Janeiro. Em TV participou das seguintes produções: “Vidas em Jogo”; “A Grande Família”; “Pé na Jaca”; "Mulheres Apaixonadas”, direção de Ricardo Waddington. "Mandacaru” com direção de Walter Avancini e "Tocaia Grande”, de Jacques Lagoa. Protagonizou o programa Linha Direta – episódio "Sandra Cristina“ e das minisséries: "Chiquinha Gonzaga" dir. de Jaime Monjardim e "Memorial GABRIELA BUONO CALAINHO (Assistente de direção e contribuição de texto) Formação: Graduação em Comunicação Social na PUC e teatro na CAL. Cursos: Oficina de Clown (Paloma Reyes de Sá), TV e Cinema (Flávio Guedes, Tiago Santiago e Fernando Recoleta), A Arte do Brincante (Antonio Nóbrega), Construção da Personagem (Luis Melo), Interpretação para Câmera (Tizuca Yamazaki), Dramaturgia do Ator (Luis Carlos Vasconcelos), Relação do Ator com a Câmera (Walter Lima Jr.), O Psicológico, o Narrativo e o que mais? (Sérgio Britto), Mergulho Teatral (Luis Fernando Lobo, Tânia Nardini e Agnes Moço), Formação de Menestrel (Oswaldo Montenegro, Tereza Seiblitz, Milton Guedes e Lui Coimbra). Outros: 1º Congresso Brasileiro de Dramaturgia, Edição Rio, FIRJAN, Espaço SESC, com Alessandro Toller, Jô Bilac, Alex Giostri, Marici Salomão, Samir Yasbek, Tânia Brandão, Marcio Aquiles, Aderbal Freire Filho, Lauro César Muniz, Carla Faour, Ricardo Hofstetter, Aimar Labaki, Marcia Zanelatto e Sérgio Fonta; 1º Congresso Brasileiro de Dramaturgia, Edição São Paulo, com Rubens Rewald, Bráulio Mantovani, Marcos Souza,, Carol Kotscho, Marcílio Moraes, Alexandre Negreiros, Alcides Nogueira, Ivam Cabral, Eduardo Benaim, Caique Botkai, Martin Eikmeyer, Alfredo Manevy, Cecília Boal, Eneida Soller, Tuinho Schwartz, Thiago Dotori, Vanisa Santiago, Victor Drummond e outros. Teatro: “O Tarot de Santiago”, texto e direção Tiago Santiago; “Os Amantes de Copacabana”, dir. Alex Carrazzoni; “Ex-Teatrum – Uma Homenagem a Rubens Correia”, dir. Marcito Vianna; “O Meu Pai Voa”, dir. Márcio Vianna; “A Alma Quando Sonha é Teatro”, dir. Márcio Vianna; “A Farra dos Atores”, dir. Márcio Vianna, “Cabaret Valentin”, dir. Renato Icarahy; “Bonitinha mas Ordinária e Os Sete Gatinhos”, dir. David Hermann; “A Via Sacra”, dir. Almir Telles; “O Alienista”, dir. Almir Telles e “Hey Jack, Acho que Fomos Seguidos”, dir. Oswaldo Montenegro. PAULO CESAR MEDEIROS (Iluminador) Iluminador carioca com 38 anos de carreira, 103 indicações para Prêmios de Teatro e 21 prêmios recebidos. Entre eles, 5 Prêmios Shell, 3 APTRs, Bibi Ferreira, Aplauso, Cenyn, 2 CEBETIJ, Zilka Salaberry, Reverência. Trabalhou ao lado de diretores como Bibi Ferreira, Marília Pera, Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Miguel Falabella, Charles Moeller e Cláudio Botelho, Marco Nanini, Hector Babenco, Amir Haddad, Fauzi Arap, Aderbal Freire Filho, Domingos de Oliveira, José Possi Neto e muitos outros. Esteve ao lado de coreógrafos como Luiz Arrieta, Dani Lima, Márcia Háiddé, Dalal Aschcar, Renato Vieira, Márcia Rubim. Iluminou intérpretes como: Maria Bethânia, Alcione, Ivan Lins, Francis Hime, Paulinho da Viola, Oswaldo Montenegro, Moska, Angela Rô Rô. Com algo em torno de 1200 projetos de luz realizados. Escreveu o livro “A Dramaturgia da Luz” com fotos de seu trabalho e uma pesquisa sobre a história da Iluminação. Atualmente, é professor da Escola Sesc de Arte Dramática, WAGNER LOUZA (Figurinista) Formação: Graduado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro –EBA Licenciatura em Educação Artística pelo Instituto Metodista Bennett. Curso de Especialização (Lato Sensu) em História da Arte e da Arquitetura no Brasil pela PUC-RIO. Mestrado em História e Crítica da Arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro Figurinista dos espetáculos: VISITANDO CAMILLE CLAUDEL CAROLINA MARIA DE JESUS, DIÁRIO DE BITITA. Figurinista Assistente, filme CLEÓPATRA de Júlio Bressane; Aderecista de figurino, filme Grande Sertão Veredas, Guel Arraes; Figurinista Assistente, minissérie HOJE É DIA DE MARIA (TV GLOBO); CABOCLA (TV GLOBO); Ilustrador de figurino na novela A PADROEIRA (TV GLOBO); Ilustrador de figurino na minissérie OS MAIAS (TV GLOBO); Ilustrador de figurino na novela O CRAVO E A ROSA (TV GLOBO) Assistente de figurino na peça Tribobó City dir. Miguel Falabella. MARCO LYRIO (trilha sonora) Produtor musical, músico e compositor com formação em teatro e poeta autodidata. Atualmente exerce a função de gestor da agência de criação Mantra Arte&Conteúdo. Produziu musicalmente a banda Inimix, o compacto dos Inimigos do rei, o projeto Bossaquetequeronova com bossas inéditas e sub-versões e a Oficina da Palavra Falada Equação do Ser. Atua como músico e compositor profissional desde 1986 quando ingressou no grupo Garganta Profunda, Teve sua carreira marcada pelo sucesso da banda Inimigos do Rei. Fundou a Confraria dos Compositores em 1996 e entre 1997 e 2002 exerceu o cargo de gerente artístico na gravadora inglesa EMI Music onde aprimorou seus conhecimentos em produção musical e direção artística.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (9)
Araguari Minas GeraisAraxá Minas GeraisBelo Horizonte Minas GeraisParacatu Minas GeraisSacramento Minas GeraisSão Gotardo Minas GeraisUberaba Minas GeraisUberlândia Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro