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PRONAC 2314127Autorizada a captação total dos recursosMecenato

EXPOSIÇÃO DO ACERVO DO ÁFRICA BRASIL MUSEU INTERCONTINENTAL

Adriano da Silva Queiroz
Solicitado
R$ 756,3 mil
Aprovado
R$ 756,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposições organizadas com acervos de museus
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Maricá
Início
2024-03-04
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O acervo do África Brasil Museu Intercontinental de São Mateus/ES, guarda em torno de 4.800 peças divididas em três temáticas: A primeira conta a história de Heróis Quilombolas que viveram no norte do Espírito Santo e Sul da Bahia através de esculturas de fibra de vidro em tamanho anatômico natural; a segunda guarda documentos do período escravocrata, assim como peças de suplício usadas nas fazendas para torturarem os rebelados; a terceira conta com uma coleção de máscaras, esculturas e objetos provenientes de várias etnias dos séculos XVII, XVIII, XIX e primeiro quartel do século XX de países africanos. Todo esse acervo deverá ser exposto por tempo determinado ou em caráter permanente nas cidades que se interessarem em ter a exposição. Todo esse acervo ficará exposto permanentemente no museum de São Matheus e fará exposisões itinerantes dentro e fora do país.

Sinopse

A exposição será composta por 50 peças (máscaras e esculturas africanas dos séculos XVII, XVIII e XIX. Arte Tribal Africana com máscaras e esculturas dos séculos XVII, XVIII e XIX; As palestras acontecerão na última semana da exposição e serão convidados os profissionais envolvidos diretamente com o projeto, como o artista plástico Jonas Nascimento, o pesquisador e proprietário do acervo Maciel de Aguiar e o coordenador das palestras Altay Veloso. As palestras serão transmitidas ao vivo pelo canal do youtube. Classificação etária livre. Curiosidades: No início de 1987, Martinho da Vila visitou o África Brasil Museu Intercontinental em São Mateus/ES, para fazer a pesquisa sobre o enredo do G.R.E.S Unidos de Vila Isabel, que se chamou Quizomba A Festa da Raça e consagrou-se campeão do carnaval de 1988; No fim de 1979 e início de 1980, sessenta peças (máscaras e esculturas) do África Brasil Museu Intercontinental foram expostas no Rockefeller Center em NY e um visitante fotografou a escultura em madeira Extra Terrestre da Costa do Marfin, século XIX. Como teve que assinar o livro de presença e pedir autorização para fotografar, ficou se sabendo sua identidade, chamava-se Steven Spielberg. Em dezembro de 1982 estreia nos cinemas o filme ET.

Objetivos

Objetivo Geral Reabrir o África Brasil Museu Intercontinental, fechado há 8 anos e localizado no Sítio Histórico Porto de São Mateus, Norte do Estado do Espírito Santo, para comunidade local, contribuindo assim, para uma melhor compreensão do que foi e como foi o processo de escravidão no Brasil. O acervo é constituído por 4.800 peças e com uma relevância na arte tribal africana de expressiva iconografia. Assim se converte em um centro de orientação pedagógica, científica, educativa e cultural visando produzir, preservar e difundir conhecimentos, democratizando a informação, contribuindo para a inclusão social, o desenvolvimento intelectual e sobretudo, para a valorização da participação do povo negro na formação da sociedade brasileira e no desenvolvimento no país como nação livre e soberana. Obejetivo Específicos Expor um legado de bens imateriais e materias como documentos, livros, quadros, fotografias, filmes, instrumentos de suplício utilizados durante a escravidão negra na região do Vale do Cricaré, máscaras, esculturas e outros objetos, contribuindo para o estudo, a pesquisa e a valorização da arte popular afrobrasileira, como legado histórico e integração com outras áreas do conhecimento. Manter atividades museológicas com o acesso gratuito às escolas, estudantes, pesquisadores e educadores, buscando parcerias e convênios com a União Federal, Estados, Municípios, Instituições Nacionais e Internacionais, empresas públicas e privadas, através de programas, palestras, mostras, exposições, congressos, debates e outras atividades, visando difundir seu acervo e o melhor conhecimento da formação sociológica e antropológica do povo brasileiro. Produzir material didático, a realização de cursos, seminários para a capacitação e qualificação de professores e profissionais da educação para a aplicação da Lei Federal nº 10.639/2003, para uma melhor compreensão dos 300 anos da escravidão no Brasil, além do entendimento do relevante papel dos abolicionistas, principalmente os heróis negros, que enfrentaram o sistema escravocrata e foram "esquecidos" pela historiografia oficial. Fazer exposições itinerantes possibilitando assim que um número maior de pessoas tenham acesso sobre o acervo. Modernizar a estrutura física com acessibilidade para PCDs ( Rampa e elevador) e digitalização do acervo disponivéis em aúdios para pessoas com deficiência visual.

Justificativa

Estima-se que, entre os séculos XVI e XIX, mais de 12 milhões de africanos tenham sido capturados e levados à América, Europa e algumas Ilhas do Oceano Atlântico, sob a sórdida justificativa de constituirem mão de obra escrava. Posteriormente denominado Diáspora Africana, esse fenômeno sócio-histórico, altamente condenável por razões óbvias, revelou-se caudal de inegável influência cultural sobre as nações por ele alcançadas. A existência de espaços dedicados a preservação da memória da nossa ancestralidade é fundamental para entendermos o nosso presente e projetarmos o nosso futuro. A efetivação da cidadania cultural passa pelo reconhecimento e pela valorização das origens étnicas que constituem um país, um estado ou uma cidade. É dever do Poder Público junto com a Sociedade Civil promover a divulgação e o acesso a conteúdos e acervos que contribuam para a percepção da nossa pluralidade cultural. Sem o Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais não será possível a manutenção de acervos como este no Brasil, haja visto que, o África Brasil Museu Intercontinental pertence a particular e encontra-se fechado há mais de oito anos, devido a falta de interesse do Poder Público em mantê-lo aberto. A ideia de trazer uma exposição itinerante, através de renúncia fiscal, é para dar mais visibilidade a esta emblemática questão e evitar que isso seja vendido para museus do exterior.

Estratégia de execução

O Projeto atende completamente à LEI FEDERAL Nº 10.639/2003 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" e dá outras providências. Contribuindo assim, para um melhor entendimento da cultura e de como foi o sistema escravocrata.

Especificação técnica

Máscaras e esculturas africanas em madeira: Máscara baule - Costa do Marfim - Séc. XX; Máscara soleil - Burkina Faso - Séc. XX; Máscara punu - Sudoeste do Gabão - Séc. XX; Máscara hamar - Etiópia - Séc. XIX; Máscara balenga - Tanzânia - Séc. XX; Máscara maconde - Moçambique - Séc. XIX; Máscara kuba - Congo - Séc. XIX; Máscara ubuso - Costa do Marfim - Séc. XVIII; Escultura bapende - Congo - Séc. XIX; Máscara hamar - Etiópia - Séc. XVIII; Máscara dogon - Mali - Séc. XVIII; Máscara niger - Nigéria - Séc. XIX; Máscara jowke - Congo - Séc. XIX; Máscara kananga - Mali - Séc. XIX; Máscara samburu - Nigéria - Séc. XIX; Máscara bapende - Angola - Séc. XIX; Máscara fon - Tanzânia - Séc. XIX; Máscara ibidio - Senegal - Séc. XX; Escultura zulu (Mama África) - África do Sul - Séc. XIX Escultura akuaba - Gana - Séc. XIX; Escultura mursi - Leste de África - Séc. XIX; Escultura basotho (Xangô) - África do Sul - Séc. XIX; Escultura extraterrestre - Congo - Séc. XIX; Máscara bamileke - Camarões - Séc. XIX; Máscara murzu - Etiópia/Sudão - Séc. XIX; Máscara luo - Quênia - Séc. XVIII; Escultura nkandi - Congo - Séc. XVIII; Máscara nupe - Nigéria - Séc. XIX; Máscara guro - Costa do Marfim - Séc. XX; Máscara mossi - Burkina Faso - Séc. XX; Máscara wamba - Tanzânia - Séc. XX; Máscara macua - Moçambique - Séc. XX Máscara Koulango - Costa do Marfim - Séc. XX; Máscara muxicongo - Congo - Séc. XX; Máscara diolo - Senegal - Séc. XX; Máscara fun ibo - Nigéria - Séc. XIX; Máscara wolo - Senegal - Séc. XX; Máscara kananga - Mali - Séc. XIX; Máscara kupo - Senegal - Séc. XIX; Máscara pende - Angola - Séc. XX; Máscara fang - Congo - Séc. XX; Máscara bobo - Burkina Faso - Séc. XIX; Máscara ekoi - Nigéria - Séc. XIX; Escultura luo - Quênia - Séc. XIX; Máscara mende - Serra Leoa - Séc. XIX; Máscara kuba - Congo - Séc. XIX; Máscara shilluk - Sudão - Séc. XIX; Máscara yorubá - Nigéria - Séc. XIX; Máscara nós terror - Norte da Costa do Marfim - Séc. XIX; Máscara salampasu - Congo - Séc. XIX; Máscara dan - Costa do Marfim - Séc. XIX; Documentos de compra e venda de escravizados; Peças de suplício; Esculturas em fibra de vidro, de tamanho natural, representando 13 Heróis Quilombolas que a história oficial omitiu.

Acessibilidade

O África Brasil Museum Intercontinental sofrerá intervenções que atenderão a todas as específicidades do novo plano museográfico. O prédio terá fácil acesso, com banheiros adaptados, rampas e guias tatéis, além de monitores que facilitarão a visitação àqueles que necessitarem de uma maior atenção. O conteúdo disporá de interpretes de Libras, percentual do material midiático em Braile, audiodescrição e realidade aumentada. A primeira exposição itinerante será no Palácio Tiradentes, local que atende à acessibilidade física e nós disponibilizaremos material em Libras, Braile e audiodescrição. Dando continuidade a exposição no Rio de Janeiro, ela se estenderá ao MUHCAB dentro da região conhecida como Pequena África. O Centro Cultural José Bonifácio onde se encontra o MUHCAB, dispõe de rampa, banheiro para cadeirante, elevador e fica a poucos metros na parada do VLT.

Democratização do acesso

O acesso ao museu será gratuito. As oficinas acontecerão uma vez por mês, serão gratuitas e atenderão a um número de vagas limitado. A exposição ficará disponível em um canal do Youtube. Workshop on-line para professores de história. A exposição no Palácio Tiradentes no RJ também será gratuita.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA NÚMERO DE PARTICIPANTES DIRETO: 12 NÚMERO DE PARTICIPANTES INDIRETO: 6 1- SEBASTIÃO MACIEL DE AGUIAR – PALESTRANTE CONVIDADO Jornalista, escritor e colecionador, foi Secretário de Cultura do Estado do Espírito Santo por três vezes, Secretário de Cultura de Vila Velha, trabalhou nos Jornais O Globo, Jornal do Brasil e Folha de São Paulo, proprietário do África-Brasil Museu Intercontinental. 2- ADRIANO DA SILVA QUEIROZ – CURADOR Formado em Inglês, Português e Literatura, foi gerente do Unibanco, Produtor do Teatro TAM em Miami, consultor da CUFA INTERNACIONAL, Subsecretário de Igualdade Racial de Niterói, é conselheiro do Instituto Social Oscar Niemeyer e sócio da ASQ Produções Artísticas. 3- ALTAY VELOSO – DIRETOR ARTÍSTICO Musicista, compositor, ator e cantor, tem mais de 300 canções gravadas por grandes nomes da MPB como Roberto Carlos, Daniel, Alcione, Emílio Santiago, Belo, Alexandre Pires dentre outros, é autor da Ópera Alabê de Jerusalém e presidente da SOCIMPRO. 4 – VALDEIR DA SILVA – ADMINISTRADOR Formado em Administração de Empresas há mais de 25 anos, trabalhou na Mesbla, Nextel e trabalha como administrador de projetos autônomo. 5- PABLO TAVARES – ASSESSOR DE IMPRENSA Formado em Jornalismo há mais de 8 anos, trabalha como designer e gerente de projetos numa agência de publicidade que tem entre seus clientes o Supermercado Supermarket. 6- KENIA MELLO – SOCIAL MÍDIA É uma profissional experiente de marketing digital, que começou em 2016, na China. Tem vasto conhecimento em produção de conteúdo, infoprodutos, sites gestão de tráfego e gestão de vídeo. 7 – JÉSSICA DA MATTA – MUSEÓLOGA Foi Coordenadora de Patrimônio Histórico e Cultural da Cidade de Maricá e Museóloga, estando a frente de vários projetos em parceria com outras Secretarias Municipais. 8- ISABELE L. BORGES DE OLIVEIRA – MONITORA Estudante do curso de História da Universidade Federal Fluminense. 9 – LUÍS CARLOS MOREIRA – MONITOR Estudante do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense. 10 – LUÍS FERNANDO PINHEIRO (NEGO DU) – ILUMINADOR/ELETRICISTA Iluminador e eletricistas com mais de 25 anos de carreira, trabalhou em diversos espetáculos teatrais e grandes eventos. No Teatro Municipal de Niterói, trabalhou nas produções musicais de Luiz Melodia, Fagner e Leci Brandão. 11 – ALEXANDRE OLIVEIRA – FOTÓGRAFO Formado em Cinema com especialização em fotografia, 3º Sargento reformado da PMERJ, trabalhou em 5 edições do Rock in Rio incluindo as edições de Lisboa e Madri. 12 - JONAS NASCIMENTO Artísta Plástico/Escultor - Profissional com mais de 20 anos de profissão, produziu 100 esculturas em fibra de vidro em tamanho natural para o África Brasil Museu Intercontinental e faz a manutenção.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.