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PRONAC 2314151Apresentou prestação de contasMecenato

FETEAG 2024 - Festival de Teatro do Agreste

TEATRO EXPERIMENTAL DE ARTE
Solicitado
R$ 489,4 mil
Aprovado
R$ 484,0 mil
Captado
R$ 300,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01425787000104REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil
07237373000120BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA1900-01-01R$ 150,0 mil

Eficiência de captação

62.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PE
Município
Caruaru
Início
2024-09-17
Término

Resumo

Realizar a 33ª edição do Feteag - Festival de Teatro do Agreste, nas cidades de Caruaru e Recife, com uma programação formada por espetáculos nacionais e internacionaise atividades formativas.

Sinopse

A programação ainda será definida.

Objetivos

OBJETIVO E META GERAL DO PROJETO: - Realizar uma mostra formada por 20 espetáculos nacionais e internacionais, promover 02 oficinas profissionais e 05 encontros de mediação cultural. OBJETIVOS E METAS ESPECÍFICAS: - Realizar uma mostra de espetáculos para o público infantil (Mostra Erenice Lisboa), em Caruaru, formada por 05 espetáculos e direcionada ao alunado da rede pública de ensino; - Promover debates após cada apresentação da Mostra Erenice Lisboa, com a participação de professores e alunos, com o objetivo de estimular a reflexão critica; - Realizar uma mostra de espetáculos, nacionais e internacionais (Mostra Argemiro Pascoal), em Caruaru, objetivando a descentralização cultural e democratização do acesso; - Promover a valorização profissional da produção cênica de Caruaru, através da Mostra Recife, a ser realizada na cidade do Recife com uma programação de espetáculos produzidos em Caruaru; - Incentivar a formação artística por meio de oficina de capacitação; - Fomentar acessibilidade comunicacional por meio da tradução simultânea para LIBRAS dos espetáculos e debates que compõem a Mostra Erenice Lisboa; - Contribuir para a ampliação do reconhecimento da atividade artística como campo profissional, através de uma programação de qualidade composta por espetáculos consagrados; - Promover a aproximação do público em geral com a linguagem teatral através da realização de pelo menos 02 apresentações em locais públicos; - Visibilizar a produção artística pernambucana com a divulgação da programação na mídia local, nacional e internacional; - Estimular a economia com a contratação de serviços locais; - Contribuir com a formação de platéia; - Fortalecer a produção em artes cênicas no interior de Pernambuco; e - Consagrar Caruaru, e consequentemente Pernambuco, como sede de grandes festivais internacionais de artes cênicas;

Justificativa

Por se tratar de um festival, com uma longevidade de mais de 40 anos, a originalidade de sua realização se dá estritamente a partir da curadoria de cada edição, que busca uma atualização permanente do seu modus operandi em conexão com a cena mundial. O FETEAG tem sido palco de obras reconhecida mundialmente, como Martin Luther (Bors Nikitin/Suiça), GALA (Jérôme Bel/França), O FILHO (Teatro da Vertigem/SP), dentre outras. Sobre esses aspectos, podemos destacar a reflexão feita por Leidson Ferraz, jornalista e doutor em história do teatro, em seu texto para o FETEAG 2021: "Nenhum festival de teatro em Pernambuco conseguiu reunir tantas atrações das mais variadas cidades do estado desde a sua criação. Numa vasculha aos programas do evento _ que completa 40 anos em 2021, mesmo sem a periodicidade desejada _, é impressionante a quantidade de municípios participantes e, mais ainda, o número de escolas públicas e particulares que se fizeram presentes, com maioria absoluta da própria Caruaru. Fica até difícil não se repetir nas invenções, mas a cada edição Fábio nos surpreende com novas parcerias, provocações e questionamentos, especialmente desde que, em paralelo à programação estudantil, sem o perfil competitivo, e sim de mostra de espetáculos de todo o estado, o Feteag passou a receber trabalhos de perfil profissional. Na ponta do que de mais contemporâneo se faz no país, teve a ousadia de trazer a Pernambuco grupos como Lume Teatro (pioneiramente) e Teatro da Vertigem, isso sem falar no suíço-alemão Rimini Protokoll, só para citar alguns dos convidados". Ao se analisar a singularidade da proposta, devemos considerar que o FETEAG é um dos raros festivais de teatro contemporâneo realizados no Brasil, e o único em Pernambuco, que acontece de forma descentralizada, em uma cidade do interior do Estado, deslocando o eixo natural da produção cênica e promovendo assim um turismo cultural inverso, influxo, tendo visto que os festivais de arte contemporânea acontecem habitualmente nas grandes cidades. A proposta de programação do Festival de Teatro do Agreste, realizado há 42 anos em Caruaru, Pernambuco, Brasil, também dialoga diretamente com as ideias de Arjun Appadurai em seu livro "Modernidade em Disjunção" no que diz respeito à descentralização cultural. Em "Modernidade em Disjunção", Appadurai discute a forma como a globalização e as mudanças sociais e culturais impactam as identidades e as dinâmicas culturais. Ele argumenta que a modernidade contemporânea é caracterizada por uma "desconexão" entre os diferentes elementos culturais, levando a uma diversidade de formas de expressão e a uma descentralização das culturas. No contexto do Festival de Teatro do Agreste, podemos identificar essa descentralização cultural por meio de duas perspectivas: - Valorização da cultura local: O festival, realizado há 42 anos em Caruaru, uma cidade do interior de Pernambuco, demonstra uma ênfase na valorização da cultura local. Ao destacar o teatro produzido na região do Agreste e envolver artistas locais, o festival contribui para a preservação e promoção das expressões culturais próprias dessa comunidade, descentralizando a atenção do cenário cultural tradicionalmente dominado pelas grandes capitais. - Diversidade de expressões teatrais: O festival também abraça uma variedade de formas de expressão teatral, o que reflete a descentralização cultural mencionada por Appadurai. Ao apresentar uma programação que inclui obras contemporâneas de teatro, o Festival rompe com uma visão homogênea do teatro e abre espaço para diferentes estilos, abordagens e vozes artísticas. Essa diversidade de expressões teatrais contribui para a descentralização cultural, ampliando o leque de opções e possibilitando que diferentes perspectivas e narrativas sejam apresentadas e apreciadas. Essa abordagem fortalece as identidades culturais e contribui para uma visão mais inclusiva e representativa da cultura teatral, permitindo que as vozes marginalizadas e as perspectivas subalternas encontrem espaço e reconhecimento. Outra aspectos que podemos ressaltar do FETEAG é a corroboração com os objetivos e diretrizes do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, nos seguintes aspectos: - Ação Estratégica.18 - na implementação de programa de transmissão de saberes dos Patrimônios Vivos, tendo em vista que o Teatro Experimental de Arte é Chancelado com Patrimônio Vivo de Pernambuco. - Ação estratégica.90 - no fortalecimento das rotas turístico-culturais em todas as Regiões de Desenvolvimento (RDs) do Estado, integradas com as organizações e equipamentos culturais, comunidades e povos tradicionais, Pontos de Cultura, Patrimônios Vivos e Sítios Arqueológicos; - Ação Estratégica.103 - na ampliação dos programas de educação artístico cultural nas instituições da rede pública de ensino, observadas as diretrizes de regionalização, proteção da diversidade cultural, étnicoracial, gênero, sexualidades e LGBTQI, de povos tradicionais,a de pessoas com deficiência, em articulação com a comunidade escolar, a educação patrimonial, o diálogo com os Pontos de Cultura e os Patrimônios Vivos e, a integração com a política estadual de formação cultural; - Ação Estratégica.104 - na criação de programas e projetos que promovam a utilização das instituições públicas de ensino como equipamentos culturais, com garantia de implementação e consolidação; - Ação Estratégica.105 - no desenvolvimento de programas que incentivem e promovam o uso de equipamentos culturais, de forma gratuita, pelas instituições de ensino, prioritariamente escolas públicas, com garantia de implementação e consolidação; e - Ação Estratégica.135 - na criação de políticas culturais voltadas para criança e adolescente, juventude e idosos. Nos seus 42 anos, o FETEAG tem contribuído diretamente para a formação profissional dos/as artistas locais, Caruaru e Pernambuco, com a promoção de oficinas, debates e workshops ministrados por profissionais de destaque dentro da cena teatral brasileira e internacional. Desta forma podemos destacar a residência BATUCADA ministrada pelo coreógrafo Marcelo Evelin/PI, LAND ministrada pelo performer português Bruno Humberto, A PRESENÇA por Roberto Birindelli/RS e LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO CÊNICA por Lili Monteiro/SP, entre outras. Essa cadeia produtiva é incrementada com a contratação de profissionais especializados em produção e comunicação e que detém vasta experiência nas suas áreas de atuação. O FETEAG conta com um plano de execução já colocado em prática por mais de 40 anos e de relevância reconhecida por instituições nacionais e internacionais como: Goethe Institut, Institut Français, Rimini Protokoll e Pro-Helvetia, que firmaram parcerias para circulação de obras dentro da programação do FETEAG. Desta forma e por seu reconhecimento, o FETEAG se mantém como um dos mais importantes festivais do Brasil. Outro aspecto importante é a formação de público e para isso nos amparamos nas teorias de filósofo Pierre Bourdieu nas quais ele reflete e faz uma análise crítica sobre o acesso às obras de arte e formação de público e reconhece que a forma mais eficaz dessa formação se dá por ações inclusivas e direcionadas prioritariamente às crianças, sendo este é um ponto inequívoco sobre o qual o FETEAG tem se debruçado desde sua criação, buscando a partir do seu trabalho em unidades de ensino, municipais e estaduais, em Caruaru, despertam o interesse do alunado para as artes cênicas e em especial para o teatro. Esta ação efetiva tem sido um diferencial na produção do FETEAG pois acolhe numa mesma grade produções profissionais e estudantis, reforçando o caráter transversal de sua ação. Nos reconhecemos em Bourdieu na afirmação que a gratuidade de acesso não é um fator determinante para ampliar o público e plateia, mas sim ações estruturantes e permanentes como as propostas pelo FETEAG junto ao alunado. Aqui podemos ressaltar a parceria estabelecida com o Curso de Teatro da UFPE que tem possibilitado aos seus graduandos exercerem suas práticas como instrumento de educação e fortalecido o intercâmbio e aproximado a academia da comunidade como se deu com a reabertura do Teatro Milton Baccarelli/UFPE. Outro fator relevante são as coproduções realizadas pelo FETEAG que buscam executar projetos nacionais e internacionais sempre com a inclusão de "elencos" locais, como aconteceu com o os espetáculos: Martin Luther Propagandapiece, de Boris Nikitin/Suíça, que contou com um coral local formado por cantores/as líricos/as sob regência da maestrina Anastácia Rodrigues; Batucada, de Marcelo Evelin/PI, formado por um elenco local de 50 pessoas; e Gala, do coreógrafo francês Jérôme Bel, com um elenco local formado por 20 integrantes, dentre eles idosos e crianças, sendo que muitos dos quais nunca haviam sequer ido a um teatro. Acreditamos que essas ações de coprodução com elencos locais além de despertar o sentido de pertencimento nos participantes também contribui para a formação de público ao considerarmos o número de convidados que cada participante leva ao teatro, transformando-se assim numa ação exponencial. O respeito aos princípios básicos de acessibilidade tem sido uma tônica frequente da produção do FETEAG pois, ao selecionar espaços físicos para as atividades programadas, sempre leva-se em consideração a disponibilidade de meios que facilitem tal inclusão, como cadeiras especiais e rampas, além desse aspectos podemos destacar a legendagem e a tradução para LIBRAS realizada para todos os espetáculos da Mostra Erenice Lisboa (Mostra Infanto-juvenil). Sobre a produção de espetáculos, o FETEAG desenvolve uma política inclusiva ainda mais radical ao realizar coproduções que contemplam portadores com deficiência, como o foi o caso da montagem do espetáculo GALA, do coreógrafo francês Jérôme Bel, que contou em seu elenco com pessoas que possuem mobilidade reduzida e portadores de síndrome de Down. E finalmente gostaríamos de pontuar e reafirmar a importância das mídias digitais para a democratização do acesso e inclusão em uma sociedade cada vez mais virtual e dinâmica e para isso disponibilizamos e atualizamos semanalmente todo o conteúdo informativo sobre FETEAG em seu site e em suas redes sociais.

Especificação técnica

A programação ainda será definida.

Acessibilidade

Acessibilidade física: Banheiros, rampas, assentos especiais para obesos e espaços reservados para cadeirantes, já pressentes em todos os espaços onde serão realizadas as atividades, como o Teatro Rui Limeira Rosal (Caruaru) e Teatro Hermilo Borba Filho (Recife) Acessibilidade Comunicacional: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução para LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Facilitador

Democratização do acesso

Os produtos culturais resultantes do projeto, que será de acesso totalmente gratuito, respeitará os limites do artigo 23 da IN 01/2022, serão assim distribuidos:b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto no 10.755, de 26 julho de 2021;c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos na alínea "b" do inciso I será permitida em até cinco por cento para distribuição gratuita por incentivadores patrocinadores em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme art. 31 do Decreto no 10.755, de 26 julho de 2021; O projeto corrabora os incisos/medidas abaixo descritas, previstas no art. 24 da IN no 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como:a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos;f) monitoria guiada em espaços culturais públicos voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais;

Ficha técnica

Arary Marrocos Bezerra Pascoal Coordenadora Geral Arary Marrocos Bezerra Pascoal, pernambucana de Belo Jardim, atriz, produtora, encenadora, educadora, bacharel em Direito e em contabilidade, iniciou suas atividades em teatro no ano de 1952 no Colégio Estadual de Caruaru com a criação do grupo de Teatro Estudantil do Colégio de Caruaru. Participando do Grêmio Estudantil Heroínas de Casa Forte, ainda pelo Colégio de Caruaru. Lecionou no Colégio de Caruaru e Instituto Santo Antônio até 1962, quando passou a atuar como Contadora. Em 1962, participou da fundação do Teatro Experimental de Arte-TEA, entidade voltada para o desenvolvimento das Artes Cênicas entre a juventude de Caruaru, principalmente do ensino Fundamental e Médio, dando-lhes condições de participar do movimento artístico e Cultural, incentivando-lhes através de cursos, oficinas e seminários sobre as Artes Cênicas, sendo desde então, há 57 anos ininterruptos, oficineira do Grupo. No período de 1982 à 1985 foi Diretora da Casa de Cultura José Conde, promovendo neste período o 1º Simpósio do Teatro Nordestino, em abril de 1984, com participação dos teatrólogos Luiz Marinho, Isaac Gondim, tendo como conferencista a Professora Jurema Pena da Universidade Federal da Bahia. Ainda nesse período idealizou e realizou o I Encontro de Bacamarteiros da Região e ainda, organizadora do 1o Trem do Forró. Participa ativamente da produção do FETEAG - Festival de Teatro Estudantil do Agreste, do qual participam em média 500 atores e técnicos, oriundos de escolas de cerca de 21 municípios do estado de Pernambuco, levando cultura e arte à um público de cerca de 15 mil pessoas ao ano. É oficineira do Teatro Experimental de Arte – TEA, Ex-Presidente da ASSARTIC – Associação dos Artistas de Caruaru, Ex-Presidente do ROTARY Club Caruaru Norte e membra efetiva da ACACCIL – Academia Caruaruense de Cultura Ciências e Letras, ocupa cadeira cujo patrono é Vitalino Pereira, ocupou ainda os cargos de: Secretaria em 1993, Diretora Cultural de 1998 à 2002 e presidente de Maio de 2002 à Maio de 2004. Distinguida pela Câmara Municipal de Caruaru, com o Título de Cidadã Caruaruense. Como presidente da Rotary Club Caruaru criou no Centro Comunitário Odete Melo de Sousa o Clube das Mães, dando assistência a sessenta Mães de baixa renda, proporcionando cursos profissionalizantes e promovendo encontros com palestrantes sobre saúde, higiene e prevenção de acidentes domésticos. Fundou um grupo de artes com crianças e adolescentes, desenvolvendo dança, teatro e artes plásticas, recebendo o Grupo, por denominação dos companheiros rotarianos e alunos, a denominação de Grupo Cultural Arary Marrocos. Participou de várias oficinas e cursos de artes cênicas, tendo estreado como atriz no Teatro Experimental de Teatro Experimental de Arte (TEA) em 1962, após curso ministrado pelos professores Isaac Gondim, Estefânia Gondim e Clênio Vanderley. Como atriz e diretora recebeu vários prêmios em festivais à nível estadual e Nacional, com os espetáculos: MORTE E VIDA SEVERINA, FEIRA DE CARUARU, A RAPOSA E AS UVAS, A EPOPÉIA DO BEATO TORQUATO MARIA DE JESUS, AUTO DA COMPADECIDA, A BRUXINHA QUE ERA BOA, O BAILE DO MENINO DEUS e A MENINA QUE PERDEU O GATO ENQUANTO DANÇAVA FREVO NA TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL. Foi professora voluntária no Colégio Nicanor Souto Maior no período de 1995 à 2001, tendo dirigido os seguintes espetáculos: A BRUXINHA QUE ERA BOA, O BAILE DO MENINO DEUS, A MENINA QUE PERDEU O GATO ENQUANTO DANÇAVA FREVO NA TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL, O ECLIPSE, A TRISTEZA DA LA URSA e CANCÃO DE FOGO. Nos anos de 2004 e 2005 foi Assistente de Direção no espetáculo ROMEU e JULIETA e em 2006 foi assistente de direção do espetáculo ANJOS DA NOITE, ambos realizados pelo Teatro Experimental de Arte – TEA. Fabio Valerio Bezerra Pascoal Produtor Executivo Fabio Valério Bezerra Pascoal é caruaruense, odontólogo, tendo iniciado sua experiência artística no TEA – Teatro Experimental de Arte, grupo fundado por seus pais, Argemiro Pascoal e Arary Marrocos, em 1962, na cidade de Caruaru, sendo assim, tem acompanhado desde cedo o desenvolvimento cultural da cidade. É um participante ativo dos trabalhos desenvolvidos pelo TEA, já tendo atuado como sonoplasta, iluminador e contra regra, mas desde 1981 tem se dedicado ao trabalho de produção cultural, promovendo cursos, palestras, oficinas e o festival FETEAG - Festival de Teatro do Agreste, que idealizou e assina como produtor/programador. O FETEAG foi criado com o objetivo de expandir as ações de sensibilização para o teatro promovidas pelo TEA, buscando estimular o estudo e a prática do teatro no âmbito escolar, tendo recebido em sua grade importantes grupos e artistas, nacionais e internacionais, sendo considerado um dos mais importantes festivais de teatro do Brasil. Em 2005, criou o Núcleo de Pesquisa do TEA cujo objetivo é dar continuidade ao trabalho desenvolvido no CIT - Curso de Iniciação Teatral, realizado pelo TEA, buscando aprofundar o estudo dos elementos que compõem a cena, como iluminação, interpretação, dramaturgia e cenografia. O primeiro trabalho do Núcleo foi a montagem do espetáculo A Metamorfose, baseado na obra de Franz Kafka, tendo circulado por diversos festivais, Festival de Teatro de Curitiba/PR, Festival de Teatro do Rio/RJ, FETO/BH, Mostra Capiba/ SESC/PE e Mostra de Teatro de Grupos/PB, e realizado uma exitosa temporada no Teatro Joaquim Cardozo, Recife/PE. Em 2005 assumiu a função de foi Diretor Assistente, no projeto de montagem do espetáculo Romeu e Julieta, projeto incentivado pelo Funcultura/PE. Em 2007, atuou como produtor local no projeto desenvolvido pela Fundaj, de filmagem da história do TEA e o FETEAG, que resultou na produção dos documentários “Quando as Garagens Virarem Teatros” e “Lições de um Palco Sem Fim”, documentários que passarem a integrar o projeto DOC na Comunidade da Fundaj, tendo circulado por todo o Brasil. Em 2010, foi produtor do projeto de residência artística da diretora Marianne Consentino, com a realização de uma residência artística no TEA, durante 4 meses, resultando no experimento cênico Carta ao Pai , que circulou pelos Pontos de Cultura Boi Tira-Teima, Alto do Moura e MST, todos em Caruaru, tendo, neste mesmo ano, participado dos cursos de Gestão e Produção Cultural: Fragmentos Gestão e Cultura Gestão Cultural , ministrado por José Alberto e Paula Gonçalves ministrado na Universidade de Pernambuco – Faculdade de ciências e Tecnologia de Caruaru/2010 e do curso produção teatral “ O Avesso da Cena – Gestão e Produção Cultural”, ministrado por Rômulo Avelar e produzido pela TRATO – Assessoria e Produção Cultural – João Pessoa/2010.. Em 2011, idealizou e realizou o projeto O Rei Lear no Meu Quintal , com incentivo do Funcultura, tendo circulado por pontos de cultura de Pernambuco e realizado temporada no Teatro Hermilo Borba Filho. É coordenador do CIT - Curso de Iniciação Teatral, realizado de março a outubro, oferecido gratuitamente na sede do TEA. Em 2018, idealizou e realizou o projeto Como um Gaudi Nordestino, incentivado pelo Funcultura, atuando como ator e produtor, tendo circulado por comunidades da zona rural de Caruaru e cumprido temporada no Teatro Rui Limeira Rosal. Hoje está incluído no rol dos programadores internacionais de dança na plataforma digital Mercadança. Pedro Henrique Gonçalves Assistente de Produção Pedro Henrique nasceu em Caruaru-PE em 17 de Outubro de 1980 e iniciou sua carreira artística no Teatro Experimental de Arte-TEA em março de 2000. Desde março de 2009 é um dos monitores do Curso de Iniciação Teatral – CIT, promovido anualmente pelo grupo. Ao longo dos quase 20 anos de atividade participou de diversas oficinas e atividades formativas, com destaque para Oficina A Subjetividade no Trabalho do Ator (Dra Marianne Consentino –2011) e da Oficina de Interpretação para Cinema (Rutílio Oliveira – RJ 2012). Como ator participou dos espetáculos Cânticos da Paixão, musical que retrata a paixão de cristo nos anos de 2010, 2011 e 2012. Integrou o elenco do experimento cênico Carta ao Pai em 2011 e integra o elenco do espetáculo Auto da Compadecida do Teatro Experimental de Arte-TEA desde Outubro de 2010. Já foi membro titular do Conselho Municipal de Cultura de Caruaru-PE, coordenou diversas edições da Mostra Estudantil e Profissional de Teatro do FETEAG – Festival de Teatro do Agreste. Pelo Teatro Experimental de Arte-TEA assina a direção dos seguintes trabalhos: Jogos na Hora da Sesta (2017), Liberdade (2018) e Brazil (2019). No Coletivo de Teatro Trupe Veja Bem Meu Bem, desenvolveu como diretor os seguintes trabalhos: Poeta Preto (2016) e Um Outro (2019). Desenvolve, ainda, atividades como iluminador, maquiador e produtor cultural. Márcio Bastos Assessor de Comunicação Márcio Bastos é jornalista formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde atualmente cursa o Mestrado em Comunicação. Estagiou no caderno de Cultura da Folha de Pernambuco, entre 2011 e 2013. Foi repórter do site Roberta Jungmann entre 2013 e 2015, ano em que assumiu o cargo de editor-assistente do veículo e da coluna impressa Persona, publicada diariamente na Folha de Pernambuco, onde ficou até 2016. Atuou como repórter do caderno de Cultura do Jornal do Commercio entre 2016 e 2021, produzindo para o jornal impresso e para o online. No veículo, foi responsável pela coluna Terceiro Ato, voltado para as artes cênicas, que também virou um blog. Já contribuiu com matérias para a Revista Continente, Revista Trema!, Revista Noize, os jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, Suplemento Pernambuco e os sites Revista O Grito e MonkeyBuzz. Como assessor de imprensa, foi responsável pela comunicação do Festival de Teatro do Agreste (FETEAG), em 2022, da mostra "Na Cidade da Ressaca", de Jonathas de Andrade, no MAMAM, em 2023; da Cia Devir (2022 e 2023), do MOV - Festival de Cinema Universitário de Pernambuco (2018, 2019, 2023), entre outros. Também integrou a equipe de Assessoria de Imprensa do Paço do Frevo (2022). Atualmente, é analista de Comunicação na CAIXA Cultural Recife. Marianne Cosentino Curadora Marianne Tezza Consentino é professora adjunta do Departamento de Artes, da Universidade Federal de Pernambuco, desde 2014. Ao longo desse período, além das disciplinas ministradas, coordenou diversos projetos de extensão, entre os quais, "Isadora, um espetáculo de plagiocombinação" (2017/2018); "A conferência dos pássaros" (2017/2018); "Fluxos do riso: a palhaçaria e a bufonaria como caminhos possíveis para o artista-docente" (2020); "Parceria entre o Festival de Teatro do Agreste (FETEAG) e a UFPE" (edições 2019; 2021; 2022). Desde 2023 coordena o projeto de pesquisa "Palhaçada na sala de aula: investigações sobre a aplicabilidade da técnica da palhaçaria na Pedagogia do Teatro"; e desde 2018 atua corno coordenadora do Curso de Teatro - Licenciatura. Licenciada em Educação Artística / habilitação Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina, mestre em Artes pela Universidade de São Paulo e doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Sua pesquisa está centrada nos processos de formação e de treinamento do ator, com ênfase na utilização da técnica do palhaço corno recurso para essa aprendizagem. Participou de oficinas de palhaçaria ministradas por Sue Morrison, Ricardo Puccetti, Leris Colombaioni, entre outros, e ministrou oficinas de formação de ator e de iniciação à palhaçaria em Santa Catarina, São Paulo e Pernambuco. Entre outros cursos complementares de formação, participou do 'Curso de Introdução ao Método de Ator" (Cepetezinho) coordenado por Antunes Filho (CPT/SESC/SP/2004-2005) e do "Laboratório Dramático do Ator", criado e ministrado por Antonio Januzelli (ECA/USP/2005). Durante o Curso de Mestrado foi bolsista da FAPESP e uma das pesquisadoras integrantes do CEPECA (Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator), coordenado pelo Prof. Dr. Armando Sérgio da Silva (ECA/USP). Sua pesquisa de mestrado resultou em uma premiada encenação de "As três irmãs", de Anton Tchékhov, apresentada em festivais nacionais e em Portugal. No Curso de Doutorado foi bolsista da CAPES e desenvolveu a montagem "O Rei Lear no meu quintal", adaptação da obra "O Rei Lear", de William Shakespeare (Recife/2013). Sua tese, intitulada "O Rei Lear no meu quintal. Da sala de ensaio à cena: formação, percurso e método no trajeto poético de uma encenadora" recebeu Menção Honrosa do Prêmio CAPES de Tese 2015. Uma das fundadoras da Troço Cio. de Teatro (Florianópolis/2001), participou como atriz, dramaturga e diretora em diversos espetáculos do grupo. Com a Traço Cia. de Teatro realizou sua primeira experiência como encenadora, a montagem "Fulaninha e Dona Coisa", de Noemi Marinho, premiada nas categorias "Atriz de Rua" (Débora de Matos) e "Prêmio Especial do Júri: Interação da Sonoplastia na Ação Dramática" (Neno Miranda), no X Festival Nacional de Teatro Isnard Azevedo (Florianópolis/2002). Desde 2011 reside no Recife, onde atuou como professora no Curso de Interpretação para Teatro (CIT), promovido pelo SESC, nas Unidades Santo Amaro e Piedade. Em 2018 dirigiu a montagem final do CIT Santo Amaro, intitulada "Ubu Rei ou A Revolta dos Coadjuvantes". Entre outras atividades, atuou como curadora, ao lado de Fabio Pascoal, da Mostra Nacional do FETEAG - Festival de Teatro do Agreste (Caruaru/PE) nos anos 2010, 2014, 2017, 2018, 2019, 2021 e 2022. Desenvolveu o projeto "A subjetividade do ator: individualidade e coletividade", no Ponto de Cultura TEA - Teatro Experimental de Arte (Caruaru/PE/2011), por meio do Prêmio Interações Estéticas — Residências Artísticas em Pontos de Cultura, do Ministério da Cultura, resultando na montagem do experimento cênico "Carta ao Pai", inspirado na obra homônima de Franz Kafka. Com a Cia. Fiandeiros de Teatro, dirigiu a performance "Caliban: um olhar sobre a Tempestade", inspirado na obra "A Tempestade", de William Shakespeare (Recife/2015). Endereço para acessar currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/0865770431210673

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-02-28
Locais de realização (2)
Caruaru PernambucoRecife Pernambuco