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PRONAC 2314178Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Parahyba de Jazz, Frevo & Blues

ANDREA GONCALVES PEREIRA VILAR
Solicitado
R$ 452,1 mil
Aprovado
R$ 452,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2023-12-08
Término
2024-03-31
Locais de realização (1)
João Pessoa Paraíba

Resumo

Festival musical que reunirá, pela primeira vez na história, dois gêneros internacionais - o jazz e o blues - com o mais genuíno dos ritmos da música popular brasileira: o frevo. Evento se constituirá de shows e performances, oficinas, ensaios públicos, exposições e exibições audiovisuais ao ar livre nas areias da Praia de Tambaú, em João Pessoa-PB, dias 10, 11 e de fevereiro de 2024.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

OBJETIVO GERALReunir gêneros musicais internacionais tradicionalmente consagrados como o Jazz e o Blues com o mais autêntico dos ritmos brasileiros, o Frevo, de origem pernambucana, em um festival com duração de três dias em pleno período de alta estação em João Pessoa-PB. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realização de um festival musical sem precedentes no cenário nacional em que, pela primeira vez, se promoverá a reunião e fusão do Frevo com o Jazz e o Blues; - Investir na formação de plateia, especialmente junto às novas gerações, com uma programação de shows (e atividades paralelas) pautadas pela reconhecida qualidade musical e temática correlata; - Promover a democratização de acesso através do local de realização do evento, uma praia, com shows ao ar livre; - Difundir junto ao grande público as bandas paraibanas especializadas em um ou na fusão dos gêneros musicais que estarão no cardápio do festival; - Despertar e estimular o interesse de adolescentes e jovens músicos para outras possibilidades de inserção na cena musical contemporânea; - Estimular a profissionalização de bandas e músicos instrumentistas que passarão a ter no festival uma nova e promissora vitrine de visibilidade e reconhecimento;

Justificativa

Celeiro de artistas do naipe do multi-instrumentista e compositor Sivuca, Jackson do Pandeiro e Severino Araújo (da lendária Orquestra Tabajara), entre outros ilustres nomes como Geraldo Vandré, Elba, Zé Ramalho e Hebert Vianna, a Paraíba tem assistido a novas e ousadas movimentações na cena contemporânea musical neste novo século, sob o olhar atendo da crítica especializada e do público.Essas novas expressões atendem pelo nome de bandas, orquestras e músicos instrumentistas que passeiam pelo Jazz e o Blues e/ou de forma conjugada, harmonizando ambos os gêneros. É um sopro de renovação no cenário local, que viceja positivamente, ativando novos polos de efervescência e ampliação de horizontes para as novas gerações de jovens aspirante a músicos-instrumentistas.A um só tempo, o Parahyba, Jazz, Frevo & Blues se propõe a ser uma nova - e sem precedentes - vitrine para que essa ampla produção amplifique sua visibilidade, conquistando assim o devido respaldo que é merecedora pelos méritos que vem apresentando de maneira indiscutível. O evento será, efetivamente, espaço de experimentação, requalificação e intercâmbio entre músicos paraibanos, nordestinos e de outras regiões do país. Cumprirá, assim, na prática, outro relevante objetivo, qual seja, da convergência musical entre gêneros e ritmos que estimulam a formação de plateia e de uma geração emergente que pede passagem.Com caráter de festival, o Parahyba Jazz, Frevo & Blues terá ainda a adoção do gênero consagrado por Pernambuco, ensejando a presença de músicos deste estado e da Paraíba, que também se dedicam e se encontram articulados em orquestras e bandas com conceito e reconhecimento. As atrações se revezarão no palco principal, entre bandas locais, regionais e de renome nacional.Pela originalidade do formato e ineditismo - fusão dos três gêneros - e por ter a orla marítima de João Pessoa como locação e palco, o festival nasce sob o signo da democratização, com sua programação totalmente aberta e acessível ao público em geral. Isso justifica sua realização e o conceito que o fundamenta, qual seja, a formação de plateia com um conteúdo novo e híbrido que almeja atingir a diversidade cultural junto às novas gerações (músicos e público).

Acessibilidade

Considerando a legislação vigente, serão providenciados espaços específicos e, com segurança, para portadores de deficiência física para que possam assistir aos shows e performances programados.

Democratização do acesso

Realizado nas areias da Praia de Tambaú, área central da orla marítima da Capital paraibana, o evento terá livre acesso do público aos shows e performances musicais. Assim, todas as atividades do festival serão gratuitas, considerando o local de sua realização, que contará com várias linhas de ônibus que já fazem esse circuito, o que facilitará os deslocamentos. Oficinas de música instrumental nos vários estilos que estarão em pauta no evento também serão franqueadas aos interessados, assim como as demais atividades paralelas durante os três dias de sua realização. Desta forma, de antemão, esse item (Democratização de Acesso) será plenamente cumprido.

Ficha técnica

Coordenador Geral : Lucio Vilar Produção executiva: Andréa Vilar Direção Artística : Fábio Henrique Diretor de palco : José Luiz Pereira Chefe de Camarim : Ricardo Gomes Produtor de palco : Paulo Henrique de Moura Curador: Guilherme Calzavara Bolandeir@rt&Films - Produção e Eventos – Tem função de representante jurídica do Festival.Currículo2013 - Realizador do VIlI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO2014 –Realizador do DOCUMENTÁRIO EM MÉDIA-METRAGEM "O HOMEM É PEDRO" .2014- Realizador do IX FEST- ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO2015- Realizador do X FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO2016- Realizador do XI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO2016- Realizador do I FEST-ARUANDINHA – CINEMA E LITERATURA INFANTO-JUVENIL2017- Realizador do XII FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2018 – Realizador do XIII Fest- Aruanda do Audiovisual Brasileiro na Rede Cinépolis, doManaíra Shopping. 2019 – Realizador do XIV Fest- Aruanda do Audiovisual Brasileiro na Rede Cinépolis, doManaíra Shopping. 2020 – Seleção de projeto de Curta-Metragem CONFISSÕES DOCUMENTAIS, pelo edital Margarida Cardoso (Lei ALDIR BLANC/2021) 2020 – Realizador do XIV Fest- Aruanda do Audiovisual Brasileiro que, esse ano, respeitando os protocolos sanitários do 'novo normal', ocorreu em formato híbrido (presencial com redução de público para 200 pessoas na abertura e encerramento) e On Line todas as demais exibições de filmes, mesas- redondas, palestras, debates de filmes, oficina e laboratório através da Plataforma Aruanda Play. 2021 – Realizador do XVI Fest- Aruanda do Audiovisual Brasileiro na Rede Cinépolis, do Manaíra Shopping ainda em formato híbrido em função da pandemia. 2022 – Estréia do filme documentário ‘Confissões Documentais’, via Lei Aldir Blanc, com direção de Lúcio Vilar, na Mostra de Cinema de Ouro Preto-MG (CineOP), em Junho/2022. 2022 – Realização do XVII Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro na rede Cinépolis do manaíra Shopping. 2022 – Realização do projeto Aruandando no Brejo Paraibano – Circuito Audiovisual, uma extensão do Fest Aruanda na região 2022 – Inauguração da plataforma Aruandaplay, nova janela de streaming na Paraíba, com patrocínio da Fundação de Apoio à Pesquisa na Paraíba (Fapesq- PB) 2023 – Mostra Aruanda SP – CineSesc São Paulo. 2023 – Festival Cinépolis do Cinema Nordestino. – Cinépolis Brasil - Circuito simultâneo em João Pessoa/ Natal/ Fortaleza/ Maranhão. Lúcio Vilar – Coordenador-geralLÚCIO VILAR é paraibano, graduado pela Universidade Federal da Paraíba, onde é docente do Departamento de Mídias Digitais; jornalista com produção audiovisual na área do documentário, é pós-graduado (nível Mestrado) pela Escola de Comunicações e Artes/ECA-USP e pós-doutorando da mesma instituição, nesse momento, autor do livro “Janelas da Sedução Cotidiana” (sua dissertação) e co-organizador, ao lado do jornalista Antonio Vicente Filho, da coletânea “Menino de Engenho – 40 anos depois” (2007).Produziu, roteirizou e dirigiu os documentários "Pastor de Ondas" (2003), "O menino e abagaceira" (2004), “Aruandando” (2005); “Camará – O que eu seu contar é isso!” (2007), “O fio da memória” (2008), “Kohbac – A maldição da câmera vermelha” (2009), “Doc Correio, 60 anos” (2013) e “O Homem é Pedro” (2014).Foi secretário de Cultura do município de Cajazeiras-PB, exercício de 1996, e da Capital do Estado, exercício de 2012.É coordenador-geral do Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro que esse ano chega à sua nona edição, instituído pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e ProduçãoAudiovisual (Neppau); desde agosto de 2010, é doutor pela ECA-USP com pesquisa focada nas matrizes culturais do documentarismo paraibano no contexto do cinema brasileiro no século XX.. GUILHERME CALZAVARA - Violonista e professor. É Bacharel em música pela UFPB e licenciado em educação pela FACETEG. Fez curso de aperfeiçoamento com Michael Sadanovsk (França) no Conservatório Erick Satie de Paris.Como solista, atuou junto às Orquestras Sinfônica do Recife, de Câmara de Pernambuco, Sinfônica e Sinfônica Jovem da Paraíba, Sinfônica Jovem do CPM e Orquestra Retratos do Nordeste interpretando concertos de Radamés Gnatalli, Castelnuovo-Tedesco, H. Villa-Lobos, Laurindo Almeida e Joaquin Rodrigo. Em participações no Festival de Inverno de Garanhuns se apresentou com o Quinteto de Bandolins do Recife, Nenéu Liberalquino Trio, com o percussionista Homero Basílio, Coro do CPM e da UFPB e com o Grupo Allegretto. Foi solista convidado junto a Orquestra Sinfônica da Paraíba para inauguração da Sala de Concertos José Siqueira. Foi um dos convidados do projeto Jubileu das Cordas em homenagem ao Violonista Henrique Annes. É integrante dos grupos Quinteto de Bandolins do Recife (Direção artística e Violão) e do Grupo Allegretto (Alaúde, Vihuela e Guitarra renascentista). É professor de Violão Erudito na Escola de Música Anthenor Navarro.Idealizador e Diretor dos Seminários de Violão José Carrión, é professor de Violão Erudito e Supervisor da área de Cordas Dedilhadas do Conservatório Pernambucano de Música.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.