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PRONAC 231419Apresentou prestação de contasMecenato

OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular - 2023/2024

LIEGE DONIDA BIASOTTO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 588,9 mil
Aprovado
R$ 588,9 mil
Captado
R$ 588,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (12)
CNPJ/CPFNomeDataValor
89096457000155SLC AGRICOLA S.A.1900-01-01R$ 147,9 mil
93015006000113COMPANHIA ZAFFARI COMERCIO E INDUSTRIA1900-01-01R$ 100,0 mil
90347840000118TK ELEVADORES BRASIL LTDA1900-01-01R$ 96,0 mil
05040481000182Banco de Lage Landen Brasil S.A1900-01-01R$ 80,0 mil
06016348000153VENTOS DO SUL ENERGIA S/A1900-01-01R$ 75,0 mil
87249561000107Unifértil Universal de Fertilizantes1900-01-01R$ 30,0 mil
92691609000172Navegação Aliança Ltda.1900-01-01R$ 22,8 mil
04693895000148NUTRIRE INDUSTRIA DE ALIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 20,0 mil
13812911000165INSTITUTO DE ASSISTENCIA A SAUDE - IAS1900-01-01R$ 6,0 mil
18531594000122SLC-MIT EMPREENDIMENTOS AGRICOLAS LTDA1900-01-01R$ 5,4 mil
02531806000131DE LAGE LANDEN PARTICIPACOES LTDA1900-01-01R$ 5,0 mil
***544470**DORIS TEREZINHA LOFF FERREIRA LEITE1900-01-01R$ 796,41

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2023-07-30
Término

Resumo

O projeto busca dar continuidade à iniciativa OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR, que oportuniza a crianças e jovens, em situação de vulnerabilidade social, o contato com a música, ao longo de quinze meses. O Projeto oferece aulas gratuitas de flauta doce, percussão, bateria, violão, acordeon, trompete, teclado, flauta transversa, canto e conjuntos musicais. Ao fim de cada semestre, são realizadas apresentações dos alunos.

Sinopse

APRESENTAÇÕES MUSICAIS DO PROJETO O projeto prevê duas apresentações gratuitas dos grupos montados pelos alunos no projeto Ouviravida. No repertório, serão trabalhadas músicas brasileiras a serem definidas no planejamento das aulas. Classificação: livre

Objetivos

Objetivo geral Dar continuidade ao projeto OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR, no Bairro Bom Jesus, ao longo de 15 meses, contemplando 200 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social com atividades formativas musicais ao longo do ano de execução. Objetivos específicos Contemplar aproximadamente 200 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no Bairro bom Jesus, com as atividades do projeto;Contemplar 200 crianças nas modalidades canto e conjuntos musicais;Contemplar 100 crianças nas modalidades percussão e flauta doce;Contemplar 20 crianças nas modalidades violão e teclado;Contemplar 10 crianças nas modalidades bateria, flauta transversa, trompete e acordeon;Participar de 03 atividades culturais produzidas em Porto Alegre, levando os educandos para assistir os espetáculos, aumentando sua noção de pertencimento sociocultural enquanto cidadãos;Realizar duas apresentações exclusivas dos educandos, contemplando um público aproximado de 500 pessoas por apresentação;

Justificativa

O presente projeto tem por objetivo dar continuidade à iniciativa de educação musical de crianças e jovens de 6 a 14 anos residentes do bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, em situação de vulnerabilidade social, ao longo de 15 meses. A etapa vigente do projeto tem encerramento em agosto de 2023, e por isso propõe-se aqui a oferta da continuidade do ano letivo, bem como o ano seguinte de projeto. Essa demanda torna-se urgente na medida que a antiga IN não permitiu inscrevermos sua continuidade, e o projeto, que acontece há seis anos, não pode descontinuar suas atividades, pois possuímos um vínculo social e educativo com as crianças já atendidas. O projeto tem como pressuposto o potencial da música, presente em todas as sociedades humanas com distintas funções e significações, enquanto articuladora das diferenças individuais através da ação coletiva e promotora da consciência social em direção à autonomia. O fazer musical, constituído de forma dialógica, sistemática e criativa, contribui, assim, para o exercício da cidadania. Neste sentido, o projeto OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR pretende estimular as práticas musicais das comunidades populares rio-grandenses, que enfrentam, na atual estrutura da sociedade brasileira, uma situação de carência econômica e de exclusão social. Para tal, são ministradas aulas de percussão, flauta doce, flauta transversa, teclado, violão, acordeon, canto e conjuntos musicais. Visto que o projeto também pretende fortalecer a noção de pertencimento cultural dos alunos, além do ensino da música, o OUVIRAVIDA proporciona a ida dos jovens a atividades culturais que acontecem em Porto Alegre, fornecendo transporte e providenciando o agendamento de ida às atividades, a fim de promover a formação de platéia. O projeto nasceu em 1999, por uma iniciativa do Maestro Tiago Flores, atuando ao longo de cinco anos no Centro São José, no Bairro Bom Jesus. Em 2001, foi a vez do bairro Umbu, em Alvorada, e em 2004 na cidade de Gravataí, no bairro morada do Vale III, onde atuou até 2007. Por falta de iniciativa, o projeto ficou parado por quase 10 anos. Em 2017, com o patrocínio da empresa DUFRIO, retomou-se as atividades do OUVIRADA, atendendo anualmente cerca de 200 crianças com as aulas, crianças essas que estudam no contra turno escolar em duas associações do bairro: Associação Missionária Centro São José e Perpétuo Socorro. Hoje, o projeto conta com o patrocínio das empresas TKE, DLL, Alibem, Docile, além da DUFRIO, nossa principal mantenedora. Em 2020, em função da pandemia do COVID-19, as aulas migraram para o ambiente digital, onde foram organizadas turmas por grupos de whatsapp, por ser a ferramenta mais utilizada, democrática e acessível no bairro de extrema vulnerabilidade social. No primeiro semestre de 2021, as aulas aconteceram em um sistema misto de presencial (aulas individuais ou em núcleos familiares) e online, ampliando o acesso através do google meets e do fornecimento de internet para os alunos, além de uma ampla mobilização pela doação de celulares, para que os alunos pudessem frequentar as aulas online. No segundo semestre de 2021, conseguimos retomar as aulas presenciais, com todos os cuidados necessários de prevenção à COVID-19. O local onde as atividades acontecem, no Bairro Bom Jesus, é uma região conhecida pelo alto índice de vulnerabilidade social, possuindo elevados índices de violência, criminalidade e homicídios. O Bom Jesus, como a maioria dos bairros da capital, tem crescimento urbano acelerado, problemas ambientais e sociais, comunidade em situação de risco, ocupação irregular de área, problemas de infra estrutura, saneamento, desemprego e exclusão social. Tendo em vista os dados citados acima, é de suma importância que iniciativas como o OUVIRAVIDA se façam presentes em locais com tais características, atendendo prioritariamente o público infanto-juvenil. Dessa forma, a introdução da música nas comunidades populares vem ao encontro da necessidade iminente de alcançar-se um ser humano capaz de apreender a realidade desde uma perspectiva integradora e criativa, sendo capaz de transformar-se e ao mesmo tempo de transformá-la, constituindo-se como cidadão. Ao assumir o espaço natural e lúdico que a Educação Musical deveria ter nas comunidades em situação de vulnerabilidade social, o presente projeto assegura às crianças e aos jovens entre 6 e 14 anos uma experiência musical sistematicamente construída no encontro entre educandos e educadores, ampliando o processo de autonomia musical dos jovens em situação de vulnerabilidade social, residentes no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre. Ademais, ciente da fraqueza do ensino de música em grande parte das escolas públicas, o projeto pretende ser o lugar pedagógico da livre expressão musical, desenvolvendo a musicalidade infantil, sua criatividade, dinamizando a construção do conhecimento, bem como gerando novas qualidades e vínculos no grupo em que atua. Além das ações pedagógicas, o projeto pretende fomentar a inclusão cultural dos educandos em outros ambientes e atividades culturais da cidade, ampliando sua noção de pertencimento e reconhecimento enquanto indivíduo. Infância diz respeito a futuro, e o melhor futuro é um presente bem vivido. Infância é sinônimo de novo, espontâneo, de paixão, de imaginário criador, de curiosidade, de promessa. Sendo a infância o espaço próprio da ação, este projeto procura preencher a lacuna ainda existente nesse crucial momento do desenvolvimento humano, complementando o ensino da música obrigatório oferecido pelas escolas da rede pública. Acreditamos que iniciativas culturais têm um papel essencial na construção da cidadania e inclusão social e, portanto, o Estado deve fomentar e promover iniciativas como essa. O projeto OUVIRAVIDA, por contemplar uma região na periferia da cidade de Porto Alegre, carente de ações culturais e investimento nessa área, necessita da Lei de Incentivo para a captação de recursos junto à iniciativa privada, possibilitando sua viabilização e gerando um impacto transformador sobre essa realidade. O projeto, até então, envolve uma equipe qualificada de 10 profissionais do mercado da música. Os professores do projeto Isac Costa Soares e Leonardo Perrone, iniciaram seus estudos musicais no projeto OUVIRAVIDA em Alvorada, no ano de 2003, então com 14 anos, sendo um exemplo do papel transformador do projeto. Hoje, licenciados em música, integram a equipe do OUVIRAVIDA ministrando aulas de flauta doce, flauta transversa e trompete, sendo referências para os alunos e exemplo da importância da formação musical para a concepção de profissionais da música. "Poder voltar e ser professor do projeto é muito gratificante e realizador. Eu estou muito feliz e muito animado, porque sei que esse tipo de ação dá resultado. Eu tenho colegas meus do Ouviravida que seguiram. Um deles está fazendo flauta doce na UFRGS; tem um que está na França e tem envolvimento com várias artes; e outro que trabalha com educação musical. E dessa leva, eu fui o primeiro a me formar em música. Inclusive, eu sou o primeiro da minha família a conseguir fazer uma faculdade. A minha mãe não terminou o Ensino Médio; meu pai chegou a terminar, mas não fez faculdade." Isac Costa, ex-aluno e professor do Ouviravida O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 : I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Também , possui como objetivos que vêm ao encontro do Art. 3° da referida norma I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO 2023 / 2024 O projeto pedagógico do OUVIRAVIDA, educação musical popular, têm como principal objetivo a formação de cidadãos aptos a enfrentar e solucionar os desafios do cotidiano, bem como inserir-se nos diversos âmbitos da sociedade através do desenvolvimento de habilidades e de um olhar crítico sobre o mundo que os cerca. No projeto OUVIRAVIDA, a primeira etapa de musicalização dos alunos é realizada através de aulas de canto, flauta doce, percussão e prática de conjunto. A etapa de expansão das ações de ensino constitui-se através do oferecimento de novas modalidades de aulas aos participantes do projeto. A escolha dessas novas modalidades de ensino está diretamente ligada às doações de instrumentos musicais que o projeto recebe. Essas doações acontecem através de campanhas e/ou doações da própria comunidade. Assim, em abril de 2021 conseguimos dar início a essa segunda etapa implementando aulas de gaita, teclado, violão, trompete, e flauta transversal. Agora, queremos incluir nessa oferta, a modalidade de bateria. Essa demanda surge de maneira bastante intensa por parte dos alunos de percussão que querem se aprofundar e ampliar seus conhecimentos nessa área através do estudo da bateria. Os participantes, crianças e jovens de 6 a 17 anos, fazem essas aulas individualmente ou em grupos de dois a quatro alunos, dependendo da modalidade de instrumento. São organizados por faixa etária e conhecimento musical para participar dessas novas modalidades instrumentais Além das aulas regulares de música, são realizadas atividades complementares como apresentações dos alunos, workshops, participação em concertos didáticos, apreciação de shows, passeios culturais e de entretenimento. As atividades propostas têm como base pedagógica a execução, criação e apreciação musicais. Essas três formas do fazer musical são contextualizadas e trabalhadas de forma inclusiva. A proposta pedagógica musical será desenvolvida de forma dialógica, sistemática e criativa, garantindo o respeito à condição peculiar de pessoas em desenvolvimento, as crianças e aos adolescentes, através do reconhecimento de seus direitos humanos à cultura, ao lazer e ao respeito à diversidade. O repertório abarca a música de tradição europeia, folclore, música de diversas culturas e em especial a música brasileira. São elaborados arranjos específicos para a formação instrumental do projeto, respeitando os diferentes níveis de conhecimento musical apresentados pelos alunos. A expansão das ações de ensino musical no Projeto OUVIRAVIDA trará um ganho significativo no atendimento e formação dessas crianças e jovens, pois oportunizará a qualificação musical, agindo diretamente no resgate da autoestima e no reconhecimento positivo de suas próprias conquistas. Apresentar novos desafios através do aprendizado de outras modalidades instrumentais, é um estímulo para àqueles alunos que desejam aprofundar seus conhecimentos, que sentem necessidades de ter contato com outras formas de expressão musical e, para quem futuramente quiser se profissionalizar na área. Os alunos já musicalizados através das aulas de canto, flauta doce e percussão, terão a oportunidade de experimentar e replicar seus aprendizados em outras modalidades instrumentais. Essa possibilidade é de extrema importância para a solidificação do aprendizado, exploração da criatividade e desenvolvimento da autonomia musical dos alunos. OBJETIVO GERAL: Realizar a expansão das práticas musicais do projeto, oportunizando o fazer musical (execução instrumental, improvisação, composição e apreciação musical), através de aulas de gaita, teclado, violão, flauta transversal e trompete. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - ampliar as práticas musicais dos alunos; - proporcionar o aprendizado do gaita através de aulas coletivas; - proporcionar o aprendizado do trompete através de aulas coletivas; - proporcionar o aprendizado do teclado através de aulas coletivas; - proporcionar o aprendizado do violão através de aulas coletivas; - oportunizar o aprendizado de flauta transversal através de aulas coletivas; - ampliar as práticas coletivas integrando diferentes modalidades de instrumentos através da prática de conjunto; - proporcionar vivências estético/ culturais através da apreciação de concertos didáticos, eventos culturais e workshops; - proporcionar a experiência estética de apresentar-se em público; - valorizar os fazeres musicais cotidianos das crianças e jovens em sua comunidade, seus interesses e necessidades, no sentido do exercício mais pleno de sua cidadania; - promover a criatividade e expressão musicais dos alunos, bem como sua criticidade sobre bens de consumo cultural.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: o espaço onde ocorrem as aulas possui acessibilidade para locomoção, bem como os locais de apresentação de final de ano, em que a produção buscará um espaço que contemple o acesso de pessoas com deficiência física. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previsto, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porém, prevemos uma verba para acessibilidade caso haja essa demanda de novos alunos, que poderão ser acompanhados por um profissional de acessibilidade. Item 01 da planilha orçamentária. Na apresentação de final de ano, por se tratar de apresentação musical, deficientes visuais serão contemplados, podendo apreciar a experiência musical das apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: por se tratar de projeto de música prioritariamente instrumental, não se aplica tecnicamente. As apresentações contarão com intérprete de libras, que fará as falas das apresentações e interpretará as músicas das aulas de canto coral. Item 18 da planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previstas, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porém, prevemos uma verba para acessibilidade caso haja essa demanda de novos alunos, que poderão ser acompanhados por um profissional de acessibilidade. Item 01 da planilha orçamentária. Na apresentação de final de ano, por se tratar de apresentação musical, essas pessoas serão contempladas, podendo apreciar a experiência musical das apresentações.

Democratização do acesso

Salientamos que todas as ações do projeto são gratuitas, com foco no atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Critério de distribuição adotado: atendimento de crianças de 6 a 12 anos já atendidas no Centro São José e na Associação Perpétuo Socorro, já inscritas no projeto. A cada novo semestre abrem-se novas vagas para as crianças matriculadas nas duas instituições sem fins lucrativos.Inscrições por ordem de interesse até o preenchimento de vagas Ação de democratização adotada gratuidade das atividades, público contemplado crianças de escolas públicas, atendidas no contraturno escolar com as atividades do centro São José e Perpétuo socorro, localizadas em território com alto índice de violência e vulnerabilidade social. OFICINA DE FLAUTA Distribuição gratuita: 100 vagas - 9 turmas de até 12 crianças OFICINA DE PERCUSSÃO Distribuição gratuita: 100 vagas - 9 turmas de até 12 crianças OFICINA DE BATERIA Distribuição gratuita: 10 vagas - 5 turmas de até 2 crianças OFICINA DE VIOLÃO Distribuição gratuita: 20 vagas - 7 turmas de até 3 crianças OFICINA DE TROMPETE Distribuição gratuita: 10 vagas - 5 turmas de até 2 crianças OFICINA DE FLAUTA TRANSVERSA Distribuição gratuita: 10 vagas - 5 turmas de até 2 crianças OFICINA DE TECLADO Distribuição gratuita: 20 vagas - 7 turmas de até 3 crianças OFICINA DE ACORDEON Distribuição gratuita: 10 vagas - 5 turmas de até 2 crianças OFICINA DE CANTO Distribuição gratuita: 200 vagas - 9 turmas de até 25 crianças OFICINA DE CONJUNTOS MUSICAIS Distribuição gratuita: 200 vagas - 9 turmas de até 25 crianças Em relação à ampliação de acesso previstas no artigo 28 da IN 01/2023, as atividades contemplam o item “VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil” pois o projeto tem como sua atividade principal o atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, com as atividades formativas musicais.

Ficha técnica

Liége Donida Biasotto - Proponente - Coordenadora Administrativa e Produtora ExecutivaLiége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção Festival Kino Beat, Projeto Farol.live, Museu do Hip Hop do RS, Festival de Música de Nova Prata, projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular, Orquestra de Câmara da ULBRA e projetos da Associação Cultural Vila Flores. Maestro Tiago Flores - Coordenador geralTiago Flores é graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob a orientação de Arlindo Teixeira. Especializou-se em regência orquestral em São Petersburgo (Rússia) com Victor Fedotov. Participou de cursos, oficinas e festivais com Kurt Redel (Alemanha) e Lutero Rodrigues e venceu o concurso Jovens Regentes promovido pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Como regente convidado atuou à frente de orquestras como Filarmonica de Montevidéu (Uruguai), Orquestra de Câmara de Caracas (Venezuela), Orquestra Sinfônica do Estado do México (México), Solistas di Napoli (Itália), Orquestra Sinfônica de Grosseto (Itália), Kaerten Sinphonie Orchestra (Áustria) e Orquestra de Câmara da Lituânia. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (Brasília), Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho (Fortaleza) e Orquestra Sinfônica do Mato Grosso. Foi diretor artístico da OSPA nos anos de 1999 a 2001 e 2011 a 2014. Regente da Orquestra de Câmara da ULBRA desde sua fundação, vem recebendo inúmeros elogios da crítica especializada, destacando-se como grande incentivador da nova música e tendo contribuído, em muito, para o reconhecimento do conjunto como um dos melhores do gênero no país. Recebeu o prêmio Melhores da Cultura 2005, conferido pela Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, prêmio Açorianos de Melhor CD Instrumental em 2006, e premio Açorianos de Melhor Espetáculo 2008 com o Show "Beatles - Magical Classical Tour”. Nisiane Franklin da Silva - Coordenadora pedagógica e professora de tecladoMestre em Educação Musical pelo Programa de Pós Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2002; Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com titulação de Licenciado em Educação Artística-Habilitação em Música em 1992. Atua como professora do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA, desde ago/2007; coordena o Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA desde jan/2015. Foi Diretora do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) de fev/2013 a fev/2015; Coordenadora Pedagógica do Projeto OUVIRAVIDA - educação musical popular, vinculado a Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (FOSPA) de mai/2002 a jan/2007; Coordenadora Pedagógica e Professora no Projeto Sinos Acorda da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) das disciplinas de Teoria e Percepção e Musicalização de jul/2003 a mar/2006; Professora do Curso de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na Oficina de Teoria e Percepção Musical de mar/2000 a jan/2003 e do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) na disciplina de Teoria e Percepção Musical no ano de 2002. Daiana Fulber - Professora de canto e conjuntos musicaisGraduada em Regência Coral Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com formação em Flauta doce (1998 a 2002) e Trompete pelo projeto “Sinos Acorda”, ministrado por Evandro Matté (UNISINOS 2001 - 2005). Foi integrante do Coro Madrigal da Universidade - ARS VOCALIS (2007/2). Em sua trajetória profissional, coordenou a Banda Cláudio Wingert, fazendo também arranjos para a mesma. Atuou na Escola Genuíno Sampaio (2000 a 2010) e na Escola Luterana São Mateus (2005 a 2008), como coordenadora da banda da escola. Foi trompetista e arquivista na Orquestra de Sopros Eintracht (2001 a 2006), regeu recitais do coro de alunos da classe de regência da UFRGS (2006 a 2007) e atuou como professora de trompete na Escola Municipal São Carlos (2007) e no projeto de iniciação musical em crianças de 1 a 9 anos Creche Santa Zitta de Luca (2008). Trabalha como regente dos Corais Unisinos e Allegro Unisinos, desde 2009. Ademais, elaborou e concretizou alguns espetáculos de coro como “Vinícius, 100 anos de poesia e música”, “Classical Beatles”, Gloria de Vivaldi e “Desde que o samba é Samba”. De 2009 a 2014, trabalho com grupos de iniciação musical na Unisinos e, a partir de 2014, como regente da Orquestra Vida com Arte, contemplando repertórios populares e eruditos com músicas de concerto. Reescreveu arranjos para orquestras jovens, coordenando a parte musical do Show Musical Anchieta, desde 2012, cujo repertório é composto de musicais da Broadway. Participou ativamente da criação dos espetáculos “Brasil Radio Show” e “Nos Embalos do Show Musical”, em 2012, e da segunda edição de “Nos Embalos do Show Musical”, em 2013. Desde 2013, coordena o trabalho de musicalização no projeto da orquestra PROJARI-GUAÍBA e atua como regente, desde 2014, na orquestra do Projeto Social Vida com Arte, mantida pela Unisinos, trabalhando com instrumentos de corda como violino, viola, cellos e baixo, além de instrumentos de percussão. Lucas Kinoshita - Professor de percussão e bateriaFormado em Licenciatura em música pelo IPA, é responsável técnico da Kiko Ferraz Studios e produtor musical. Foi diretor de percussões do documentário "O Grande Tambor", sobre a história do tambor sopapo, e atua como baterista das bandas Trem Imperial, Arthur de Faria e Orkestra do Kaos, Orquestra de Câmera da Ulbra, dentre outros. Foi professor de musicalização, percussão e bateria nas escolas Espaço de Criação Musical, Bateras Beat e no Projeto Ouviravida-Gravataí. Comanda uma produtora de nome Tamborearte e com ela realizou duas edições da Llamada Porto Alegre, trazendo a cultura dos tambores afro-uruguaios para capital do Rio Grande do Sul. Foi produtor do disco Mais Tambor Menos Motor de Richard Serraria, do disco Novo de Alexandre Vieira e do disco Bailado de Orestes Dornelles. Isac Costa Soares - Professor de flauta doce e trompeteIniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade no projeto OUVIRAVIDA, tendo aulas de flauta doce, canto coral e percussão. Atualmente é licenciado em música pelo Centro Universitário Metodista - IPA, estuda no Conservatório Pablo Komlós, da Escola de Música da OSPA e integra o Grupo de pesquisa Educação Musical e Cotidiano (UFRGS). Matheus Kleber – Professor de acordeon É acordeonista e pianista. Graduou-se em Composição pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Atualmente é mestrando em Performance na Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP e professor na FUNDARTE, em Montenegro, onde atua como regente da Camerata e do Conjunto Instrumental Jovem. Com 18 anos de carreira, participou de mais de 80 discos, entre eles IDA, trabalho autoral lançado em 2010 de duo com o violonista e bandolinista Pedro Franco; e o CD Congruências, seu primeiro álbum solo lançado em 2016. Se apresentou na Argentina, Uruguai, Chile, Porto Rico, Lisboa, ao lado de artistas como: Arrigo Barnabé, Ana Prada, Filipe Catto, Françoise Forton, Nelson Coelho de Castro, Marcello Caminha e Geraldo Flach. Como solista, e arranjador, atuou com as orquestras: SESI/FUNDARTE, Orquestra de Sopros Eintracht, Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra de Câmara da Ulbra, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA. Angelo Primon - Professor de violão Com 30 anos de carreira, o compositor, instrumentista e produtor portoalegrense Angelo Primon é bacaharel em Música Popular pela UFRGS e já atuou com artistas de várias tendências: Nei Lisboa, Gilberto Gil, Richard Serraria, Adriana Deffenti, Orquestra de Câmara da ULBRA, Grupo Cuidado que Mancha, Grupo Música Mundana e Violas ao sul. Foi vencedor do Troféu Açorianos como Melhor Instrumentista categoria MPB nos anos de 2006, 2008 e 2016/17. Em 2011, 2016/17 e 2017/18 venceu na categoria de Melhor Arranjador MPB. Desenvolve desde 1998 pesquisas sobre as sonoridades da viola de dez cordas, viola de cocho, rabeca, oud árabe, surtarang, surbahar e sitar indiano. Leonardo Perroni - Professor de flauta transversaNatural de Alvorada/RS, iniciou seus estudos musicais no Projeto Ouviravida em 2002,com a professora Mariana Hofmeister. Participou dos projetos Nação Periférica e IPDAE. Estudou flauta transversal no Conservatório Pablo Komlós (Escola de Música da Ospa) sobre a orientação do professor Artur Elias Carneiro. Na UFRGS, cursa o Bacharelado em Flauta Doce sob orientação da professora Lucia Becker Carpena. Atualmente integra o Marsyas - Quarteto de Flautas Doces da Casa da Música e o Flautarium – Conjunto de Flautas Doces da UFRGS, que tem como coordenadora a professora Lucia Becker Carpena.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul