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Realização da 1ª edição do Festival Frequências Preciosas, em formato presencial, com 1 dia de atrações contando com 5 shows, em Salvador - Bahia, com line up 100% de cantoras negras e indígenas brasileiras. O festival irá priorizar em sua curadoria artistas das regiões Nordeste e Norte do Brasil, além de dar espaço para a cena de artistas baianas de Salvador e interior do estado. O projeto visa a criação de espaços de difusão da música negra e indígena feminina e a conexão com novos públicos.
Realização da 1ª edição do Festival Frequências Preciosas, em formato presencial, com 1 dia de atrações (apresentação musical) contando com 05 shows e 01 apresentação de DJ, em Salvador - BA, com proposta curatorial de line up 100% composta por cantoras, bandas e/ou grupos de mulheres negras e indígenas brasileiras, sendo uma delas a cantora Viviane Pitaya. O festival irá priorizar em sua curadoria artistas das regiões Nordeste e Norte do Brasil, além de dar espaço para a cena de artistas baianas catalogadas a partir da pesquisa de mapeamento: “Cartografia de Cantoras Negras e Indígenas da Bahia", realizada em 2022.A plataforma Frequências Preciosas surge em 2020, na esteira desta tendência, através da iniciativa da cantautora Viviane Pitaya, que identificando sua dor como artista preta e periférica, conectou-se com cerca de 500 musicistas negras e indígenas do país. Viviane articulou-se com a Encruzilhada - Hub de cultura e arte e desde então, a plataforma participou de incubações empresariais, realizou 1 Congresso, pocket shows, uma pesquisa e um catálogo em constante atualização, com mais de 100 cantoras do Brasil cadastradas pelo site da plataforma. A 1ª edição do Festival Frequências Preciosas é o maior desdobramento de difusão da plataforma, fruto de um trabalho de pesquisa de quase 3 anos, que permitirá firmar as (re)existências e defender a diversidade da música brasileira feita por mulheres. Classificação indicativa etária: livre
OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo central ser catalisador da conexão da diversidade da música negra e indígena contemporânea brasileira com novos públicos. Com um parâmetro curatorial que edificará um espaço de inovação, pesquisa e vitrine de tendências musicais e estéticas através do trabalho das atrações que farão parte da programação do festival. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realização de 01 festival de música - aqui cadastrado como "Apresentação musical" -, em 01 dia de programação. Lineup exclusiva de artistas negras e/ou indígenas, priorizando atrações do norte e nordeste do Brasil. Sendo 01 show de artista headliner brasileira, 01 show da cantora Viviane Pitaya, 01 show de 01 artista/banda ou grupo do Norte do Brasil, 01 show de 01 artista/banda ou grupo do interior da Bahia, 01 show de artista/banda ou grupo do Nordeste e 01 apresentação de DJ brasileira para discotecar nos intervalos entre os shows.
I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois, o festival tem expectativa de realização em espaço público, ao ar livre, em horário diurno. Pretende-se impactar de modo positivo e inspirador a trajetória artística de mulheres negras e indígenas, buscando também promover o acesso à cultura de maneira ampla e democrática, para pessoas diversas com interesse em música brasileira e autoral, sem restrições de idade, identidades de gênero, raça ou classe social. Além disso, o projeto tem como foco impactar famílias negras de regiões periferizadas de Salvador, possibilitando que crianças e idosos também acessem o projeto. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Pois, o Festival Frequências Preciosas, é essencial para fomentar a produção musical não só de Salvador como do interior Bahia, Norte e Nordeste do país, formando novos públicos, cenas e experiências de fruição. Tendo em sua proposta curatorial, o horizonte de dar visibilidade à artistas negras e indígenas que passam por obstáculos decorrentes de questões de gênero e raça. Também posicionará a Bahia no mercado e calendário dos festivais brasileiros, destacando-o como um festival de música nordestino. Será um evento que movimentará a cadeia produtiva da música da Bahia, ao priorizar a contratação de profissionais e empreendedoras negras, além de contratar fornecedores e insumos locais, impactando positivamente diferentes segmentos de cultura e turismo do estado. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Pois, validado por estudos, sabe-se que o line-up de festivais brasileiros é composta em sua maioria por atrações de homens cisgênero e que as mulheres negras representam menor participação na cena musical e remuneração, com cachês de valores inferiores. O projeto irá colaborar para desenvolver um mercado contra-hegemônico da música na Bahia, colaborando com o enfrentamento do machismo e racismo estruturais, ao protagonizar e difundir o trabalho artístico de corpos dissidentes.
O projeto já está aprovado pelo edital Natura Musical do ano de 2022, via lei de incentivo estadual da Bahia, no valor de R$ 300.000,00 e tem como horizonte a proposta de realização no mês de março de 2024.
Realização da apresentação musical (item de cadastro do produto no sistema) da 1ª edição do Festival Frequências Preciosas, em formato presencial, com 1 dia de programação artística composta por 05 shows e 01 apresentação de DJ, em um espaço público de Salvador - BA. Com proposta curatorial de line up 100% de cantoras negras e indígenas brasileiras, o festival irá priorizar em sua curadoria artistas das regiões Nordeste e Norte do Brasil, além de dar espaço para a cena de artistas baianas. Cada show terá 1h de duração e a DJ se apresentará nos intervalos entre cada apresentação. Serão: 01 show de 1h de duração da cantautora Viviane Pitaya, 01 show de 1h de duração de 01 artista/cantora ou grupo do interior da Bahia, 01 show de 1h de duração de artista/cantora ou grupo do norte do Brasil, 01 show de 1h de duração artista/cantora ou grupo do nordeste do Brasil, 01 show de artista headliner (atração principal) brasileira de 1h de duração e 01 DJ que irá se apresentar nos intervalos dos shows.
Acessibilidade físicaPara realização das atividades da 1ª edição do Festival Frequências Preciosas serão priorizados espaços com estrutura arquitetônica apropriada com recursos de acessibilidade física, prevendo, também, a instalação das devidas sinalizações e indicações. Também áreas reservadas voltadas à pessoas com necessidades especiais, além de banheiros químicos igualmente apropriados. O espaço de realização do evento será devidamente preparado para garantir a circulação adequada pelo local do show para pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, haverá contratação de equipe de recepcionistas para, quando necessário e caso desejem, viabilizar o devido acolhimento e suporte de condução para este público. A equipe do Frequências Preciosas receberá qualificação profissional no que diz respeito às medidas de acessibilidade. Acessibilidade de conteúdoDurante os shows, haverá tradução simultânea para a linguagem de libras para garantir acessibilidade comunicacional.
Respeitando as medidas de democratização do acesso previstas no parágrafo II do Art. 27° da Instrução Normativa 01/23, o acesso será livre e gratuito, para público, patrocinadores e governos. A classificação indicativa do evento será livre.O festival tem uma expectativa de 2000 pessoas em espaço público, ao ar livre, realizado em horário diurno. O projeto visa impactar de modo positivo e inspirador a trajetória artística de pessoas negras e indígenas, buscando também promover o acesso à cultura de maneira ampla e democrática, para pessoas diversas com interesse em música brasileira e autoral, sem restrição de idade, identidade de gênero, raça ou classe social. Além disso, o festival tem como foco impactar famílias negras oriundas de regiões periferizadas de Salvador, possibilitando que crianças e idosos também acessem o projeto.
Instituição proponente: Encruzilhada Hub de Cultura e Arte - Gestão de projeto e captação de recursos Funções das dirigentes da Instituição Júlia Salgado - Coordenação de produçãoProdutora cultural, empreendedora criativa e pesquisadora. Graduada em Produção Cultural pela Faculdade de Comunicação da UFBA (FACOM-UFBA) e especialista em bens culturais, cultura, economia e gestão pela Fundação Getúlio Vargas- RJ. Atualmente é mestranda do Poscultura, no IHAC/UFBA, onde pesquisa economia da música. É colaboradora do Observatório de Economia Criativa da Bahia OBEC BA e sócia da Encruzilhada - Hub de Cultura e Arte. Possui repertório como produtora em todas as linguagens artísticas, principalmente música e teatro. Ampla experiência em gestão de projetos, gestão de grandes eventos, turnês artísticas e eventos corporativos em todo o Brasil em mais de 40 cidades e 15 estados do Brasil. Prestou serviços e geriu projetos para instituições como Petrobras, Museu de Arte do Rio - MAR, SESC, FIFA, Comitê Olímpico Internacional e nas principais agências e produtoras de comunicação e cultura da Bahia. https://www.linkedin.com/in/salgadojulia Raína Biriba - Direção geral Produtora e Gestora Cultural e Pesquisadora Musical, graduada em Produção Cultural pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e com aprofundamento em Music Business através da formação “Música e Negócios: Empreendedorismo e Inovação” pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Integrante do RECEBA - coletivo criativo de profissionais da música baiana. Em 12 anos de atuação no mercado cultural já idealizou, elaborou e coordenou a produção de projetos culturais de grande porte em diversas linguagens artísticas como música, teatro, cinema e artes visuais. Nas consultorias, oficinas e mentorias aborda temas como produção, gestão estratégica, marketing cultural e projetos de inovação. Já atendeu nomes como Festival Afropunk, Margareth Menezes, Àttooxxá, Linn da Quebrada, Lia de Itamaracá, Aláfia, Festival Back2Back, Moraes Moreira, dentre outros. Ainda tem experiência com grandes eventos internacionais como Copa do Mundo FIFA e Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Rafa Rebouças - Diretor artístico Artista, pesquisadora e gestora cultural, Doutoranda em Artes Cênicas, Mestre e Especialista em Dança – UFBA. Criadora e performer dos espetáculos solo Qualquer semelhança é mera coincidência (2012), Cobra de Duas Cabeças (2014) e O pior artista do mundo (2019). Em 2015 realiza o projeto TRIPA – trilogia do patrocínio, coordenando a criação de 3 obras artísticas. Em 2021 realiza o projeto BANANAL de dança seriada; Pyrata S/A, performance drag queen, surge também em 2021. CEO e Gestora Criativa da Encruzilhada – Hub de Cultura e Arte LTDA desde 2011. Em 2021, realizou os cursos de Direção de Arte pela Academia Internacional de Cinema – AIC/SP e o curso de Direção de Arte para Cena com Vera Hamburger e convidados pela InBox Cultural/SP. No audiovisual, destaque para realização do projeto BANANAL, que resulta em 4 obras multilinguagem em formato de curtas audiovisuais; em 2020 assina a assistência de direção do espetáculo Suíte Canibal do Grupo de Dança Contemporânea da UFBA, projeto audiovisual em 3 atos, feito para redes sociais e web (YouTube). Principais participantes: Viviane Pitaya - Curadora e Artista do lineup Cantora, compositora, atriz, produtora cultural e idealizadora e curadora do Projeto Frequências Preciosas. Foi premiada em 2023 pelo Edital Prêmio Pretas Potências da PretaHub para artistas negros e grupos/coletivos artísticos protagonizados por negros; contemplada pelo edital Aceleração Musical LabSonica da Oi Futuro - Edição Toca do Bandido (RJ), em 2022, onde gravou seu EP. Atua na arte há mais de 10 anos, como produtora em eventos na cena independente da música e do teatro de Salvador como Noite Preciosa em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro (2022/23), De Tardinha (3 edições em 2020); Vila Copa e Cozinha no Teatro Vila Velha em parceria com o Coletivo Coato; Festa Maçã - festa temática do Espetáculo teatral Maçã do Coletivo Coato (2016); Co-produção do Festival Liga Salvador, evento de promoção de negócios criativos do Projeto Mestre Projetista; e co-produção da Mostra Crossing IV em sua residência artística com o Grupo de Teatro Odin Teatret em Holstebro, Dinamarca (2012). Simone Braz - Coordenação de comunicação Mestre em Relações Étnico Raciais (CEFET-RJ), Comunicóloga e Produtora Cultural pela Universidade Federal da Bahia/UFBA. Diretora da SB Produções com foco em gestão de projetos criativos, culturais, artísticos e sociais e da Ialodês Residência Criativa. Atua como Produtora Cultural nas etapas de pré, produção e pós de projetos e eventos. Na gestão atua com planejamento estratégico, financeiro e organizacional, assim como na mobilização de recursos e prestação de contas. Na comunicação, realiza produção de conteúdo para mídias sociais em instituições públicas e ONGs. Acumula experiências em projetos e empresas como Afropunk, ID Works, produção artística da cantora Melly, casa Batekoo e Fundo Social Elas. Ofir Souza - Assistente de produção Mulher negra, bissexual, PCD. Turismóloga, relações públicas, produtora e pesquisadora. Acumula produções na área de música e teatro e coordenação de produção para público PCD em eventos, tais como o festival Afropunk Bahia.
PROJETO ARQUIVADO.