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PRONAC 2314274Autorizada a captação total dos recursosMecenato

AS MUSAS DO AMADO (TITULO PROVISÓRIO) 2024/2025

ESSEGAROTO AOUILA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 976,7 mil
Aprovado
R$ 914,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 21,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (3)
Salvador BahiaRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Espetáculo teatral com músicas, com as personagens femininas de Jorge Amado. As apresentações serão em teatros. O perfil feminino nas obras trabalhadas revela mulheres que dispõem de artifícios para arredar caminhos e chegar onde almejam. 5 atrizes interpretam as personagens femininas de Jorge Amado que se unem para provar o protagonismo feninino na obra do escritor.

Sinopse

O musical conta a história do encontro entre as personagens femininas da obra de Jorge Amado: Dona Flor, Lívia, Quitéria, Malvina, Rosa Palmeirão, Tereza Batista, Sebastiana, Rosenda Rosendá, Lola Rúbia, Dora, Marta, Otália da Bahia, Bernarda, Rosa de Oxalá. O que liga essas mulheres? Qual o ponto, além do feminino, que as une. Além de serem crias de um mesmo homem, Jorge, elas são fruto da necessidade de se auto afirmarem. As mulheres se reuniram nesta peça para defender a obra de Jorge Amado, que foi acusado (ficticiamente) de relegar as mulheres a um segundo plano. Elas buscam nos livros, recortes de jornais, entrevistas e em suas próprias falas dos livros de Jorge Amardo, as respostas, os argumentos que as une e, com isso propõem um manifesto em defesa das mulheres, das musas de Jorge Amado. A cada cena, entremeadas por música e dença, as personagens vão ilustrando a sua presença no espetáculo e contribuindo para o desenrolar da história. Ao final, todas revelam ao público o motivo de estarem reunidas neste espetáculo musical: um manifesto de sororidade e de apoio ao seu escritor, com foco na força que cada uma carrega para chegar ao destino final de cada livro de Jorge Amado.

Objetivos

Este espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, de maneira integral, transcritos abaixo:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Produto: Apresentação de TEATRO MUSICAL GERAIS - produzir um musical inédito, 100% brasileiro que valoriza o produto nacional;- levar ao palco uma dramaturgia inédita contendo personagens de Jorge Amado, porém inseridos em outro contexto;- colocar as mulheres no protagonismo da cultura brasileira;- promover o casamento entre música, dança, teatro e literatura brasileira em uma obra teatral inédita;- apresentar um novo olhar sobre a obra de Jorge Amado, agora pela ótica das mulheres que ele escreve em seus livros;- produzir o primeiro espetáculo musical criado pela dupla Antônio Carlos e Jocafi;- envolver uma equipe da Bahia, dando protagonismo a profissionais do nordeste em um musical a ser apresentado no sudeste. ESPECÍFICOS - Realizar 30 apresentações do musical As Musas do Amado- Gratuidade em todas as 30 apresentações para alunos de escolas públicas do ensino médio- Estreia em Salvador, e realização de 10 apresentações durante a semana, num teatro público- Temporada no Rio de Janeiro, em um teatro público, com 10 apresentações durante a semana- Temporada em São Paulo, em um teatro público, com 10 apresentações durante a semana- Envolver uma equipe de 35 pessoas ao longo de 5 meses de trabalho

Justificativa

O projeto se enquadra no Artigo 1 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. No Artigo 3, este projeto se enquadra em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Jorge Amado é um dos escritores brasileiros mais traduzidos no exterior (mais de 80 países e 49 idiomas). Seus livros foram publicados em países como Estados Unidos, Canadá, Argentina, Uruguai, Chile, México, França, Reino Unido, Itália e Alemanha. Não é novidade que os livros de Jorge Amado deram frutos no cinema, televisão e outras músicas. Como exemplo, o livro Mar morto inspirou Dorival Caymmi a compor a música É doce morrer no mar. Antes que o feminismo da década de 1960 desse voz e visibilidade às mulheres na vida social, política e cultural do Brasil, a ficção de Jorge Amado já apresentava personagens femininas que transgrediam e superavam códigos injustos. Trata-se da passagem da mulher de objeto manipulado pelo homem a sujeito de seu próprio destino — amoroso ou profissional. Lívia, de Mar Morto, ilustra a importância conferida à mulher pelo autor já nos primeiros romances. O refrão de uma música de Caymmi, várias vezes repetido — "É doce morrer no mar" — reforça um caráter fatalista. A morte dos personagens homens raramente acontece em terra, mas sempre deixa à viúva duas possibilidades de sobrevivência: o trabalho duro — nas fábricas ou como lavadeira —, ou a prostituição. Em Gabriela cravo e canela, Dona Flor e seus dois maridos, Tereza Batista cansada de guerra, Tieta do Agreste, o escritor se propõe a contemplar o povo, não como um grupo de pessoas de costumes, hábitos, língua, etc. compartilhados, mas como possuído de uma mesma origem, dando um enfoque maior à figura feminina. Assim, autointitulando-se porta-voz delas, defende o discurso feminista, enfatizando o discurso hegemônico que perdurou na cultura e nos sumários de História, inserindo, nesta dimensão, uma construção do feminino, a fim de conferir à literatura local uma visão diferenciada de outras de até então. Nas personagens femininas notamos certo distanciamento ao modelo posto pelo Romantismo, comprometido, em síntese, com os valores burgueses instituídos. Nestes romances, apresenta-se a imagem da mulher nordestina, em especial da Bahia, sua cultura, culinária, religião, diversas temáticas. Essas personagens podem ser compreendidas como uma apresentação do poder da mulher, regido pela lógica da feminilidade, dentro de uma cultura de domínio masculino. Fortes, incansáveis, belas, por natureza, sabiam o que queriam e tomavam iniciativa, qualquer tentativa de dominação sobre elas era vã. Embora possuam perfis construídos em função dos valores e aspectos culturais de cada época, essas mulheres são o elo conceitual com a teoria feminista, possuindo personalidade formada e se recusando a ter sua liberdade ameaçada. Assim, as obras são marcadas "pelo gênero, pelo falar ou saber, e mais ainda o viver". Dessa forma, é possível demonstrar, através das referidas personagens a expressão da feminilidade, tão obscura no mundo ocidental, pois não raro se confunde libertação da mulher com igualdade ao masculino: "elas adentram o inviolável mundo masculino com sua feminilidade e mantêm assim viva a feminilidade num discurso dominante de subordinação e segregação". Uma das teses fortes da ficção amadiana, a mulher é apresentada de forma simbólica, tratada como mito, usada para explicar o processo social pelo qual passava a sociedade em meados da década de 1920. Centro da narrativa, Gabriela representa o povo, a luta e os problemas daquela época, é a concepção da relação entre indivíduo e sociedade, é quem organiza o modelo simbólico no qual o romance é uma expressão, portanto "ficção dentro de ficção". A mulher-protagonista simboliza a luta que o próprio Jorge Amado tanto prezava: "...lutar com as armas de que dispõe pela liberdade contra a opressão. Liberdade de pensar, agir, proceder, construir sua vida e seu próprio destino". Gabriela é um livro de ruptura, pois ao sensualismo, acrescenta-se a denúncia social. Dona Flor convive com a ambiguidade e intimidade, é oscilação da alma feminina entre a segurança e a aventura. A paixão é necessidade e vontade, prazer e poder, "é algo intermediário, na fronteira entre a psique e a sociedade, entre a cultura e a natureza, entre o consciente e o inconsciente, entre o próprio e o outro". Tereza Batista cansada de guerra apresenta a luta de uma mulher num ambiente áspero e hostil. Sua história é marcada pelo engajamento na greve das prostitutas contra a ordem de despejá-la de seu local de trabalho, sendo comparada a Iansã, orixá cujo nome significa "o mais valente, o sem temor". Em Tereza Batista, Jorge Amado desmistifica esta premissa e apresenta uma mulher inteligente, sensual, bela, que aproveita desses artifícios para conquistar seu espaço. Em Tieta do Agreste, temos a história de uma mulher bem sucedida, riquíssima e de prestígio político, graças à prostituição, profissão que abraçara após ser expulsa de sua cidade natal. A protagonista desse romance expressa um tal prazer de viver relações sexuais, uma tal gula pela existência, uma tal animalidade à flor da pele, que é comparada a uma cabrita de vários parceiros. Tieta é uma mulher deslocada dentro da sociedade provinciana na qual viveu. O seu pensamento e suas atitudes estão muito além das fronteiras do lugarejo. Tieta e Tereza Batista convergem em relação à prostituição, pois ambas a utilizam como arma para alcançar a independência econômica, porém a primeira também se realiza sexualmente. A partir da leitura das obras mencionadas, e das canções compostas por Antônio Carlos, verificamos a necessidade de um olhar diferenciado da representação feminina Jorge Amado, visto que parte da crítica considera o olhar seu sobre a mulher como feito exclusivamente a partir do prisma da beleza e sensualidade. Ao que pudemos observar, esta não é uma visão exclusiva do discurso amadiano sobre o feminino. Em verdade, o perfil feminino nas obras trabalhadas revela mulheres que dispõem de artifícios para arredar caminhos e chegar onde almejam.

Estratégia de execução

A empresa proponente será remunerada no item de Coordenação de produção e Direção de Produção, com a participação do dirigente Marcelo Aouila na função.

Especificação técnica

Produto Apresentação Teatral:Espetáculo que mistura a obra da Jorge Amado com músicas de Antônio Carlos e Jocafi.Faremos apresentações gratuitas para alunos de escolas públicas do ensino méido.

Acessibilidade

Produto Apresentação Teatral: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. - Todos os espaços propostos para as apresentações estão com acessibilidade física já disponível. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas das sessões - recursos próprios da empresa proponente ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras em todas as sessões - item da planilha de custo Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões e também fornecimento de fones de ouvido para pessoas autistas - recursos próprios da empresa proponente.

Democratização do acesso

De acordo com o art. 28 da IN nº 01/2023, adotaremos as seguintes medidas: Produto Apresentação Teatral:Todas as apresentações serão gratuitas. Assim, estamos dentro dos itens abaixo: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Medida adotada quando há comercialização de ingressos. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;.

Ficha técnica

Atividade do proponente: COORDENAÇÃO GERAL e DIREÇÃO DE PRODUÇÃO – Marcelo Aouila – Dirigente da Essegaroto - Formado em engenharia civil pela UFRJ em 1997, com passagem pela fábrica de cenários e produção de cenografia em diversos programas da Tv Globo. Lançou-se na produção teatral, em 1999, e desde então já produziu 16 peças, sendo 11 adultas e 5 infantis. Suas produções incluem, além de peças, séries de shows musicais, como “Com Você Perto de Mim” (CCBB Rio), “As Belas Tardes” (CCBB SP) e “As Cantrizes” (SP e RJ). Atuou como cenógrafo em 21 espetáculos, sendo 14 adultos e 7 infantis, além dos cenários para shows musicais das cantoras Isabella Taviani e Dani Carlos. Idealizou e produziu a “Exposição Caymmi 100 anos” em homenagem ao centenário do compositor Dorival Caymmi. Em 2020, com sua experiência de leitura para crianças, criou a oficina “Como Ler para Crianças”, exibida gratuitamente durante a pandemia para que os pais pudessem entreter seus filhos em casa. IDEALIZAÇÃO e MUSICAS: Antônio Carlos e Jocáfi - formam uma dupla de cantores e compositores brasileiros, nascidos na Bahia, que começaram a carreira em 1969 no Festival Internacional da Canção e fizeram sucesso na década de 1970. Os nomes verdadeiros dos componentes da dupla são Antônio Carlos Marques Pinto e José Carlos Figueiredo. Muitas de suas canções fizeram parte da trilha sonora de telenovelas, algumas como tema de abertura. A canção "Você abusou" ainda é sucesso na voz de vários cantores. DRAMATURGIA – João Sanches - dramaturgo, encenador e iluminador baiano, professor da UFBA. De 1999 a 2020, suas peças receberam um total de 13 indicações a essa premiação em diferentes categorias. Seu espetáculo Egotrip também recebeu 7 indicações ao Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Como dramaturgo e encenador, são destaques as peças Entre nós: uma comédia sobre diversidade e Egotrip – Ser, ou não ser? Eis a comédia, ambas publicadas pela Coleção Dramaturgia da EDUFBA. O texto Entre nós também ganhou montagem da companhia gaúcha Halarde Teatro, com direção de Paulo Guerra, em Porto Alegre. Já a conceituada montagem baiana rodou o país, fez temporadas nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e integrou a programação de importantes festivais nacionais e internacionais como o FITH – Festival Internacional de Teatro Hispânico de Miami, o Festival de Teatro de Curitiba, o Festival de Teatro Brasileiro, o Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia e Festival Internacional Latino Americano de Teatro. DIREÇÃO GERAL – Sérgio Módena - é bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: "Copacabana Palace- O Musical", de Ana Velloso e Vera Novelo, direção em parceria com Gustavo Wabner, "As Cangaceiras Guerreiras do Sertão", de Newton Moreno, "Os Grandes Encontros da MPB"', de Pedro Brício, "Diários do Abismo", baseado na obra de Maura Lopes Cançado, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, "Os Vilões de Shakespeare", de Steven Berkoff, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, "O "Kid Morengueira- Olha o Breque", de Ana Velloso, "O Musical da Bossa Nova", roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, "Estes Fantasmas!", de Eduardo De Filippo, "O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, “Politicamente Incorretos”, “Forró Miudinho” “Bossa Novinha- A Festa do Pijama”, “Sambinha” e "O Choro de Pixinguinha", musicais de Ana Velloso, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche. Escreveu "O Soldadinho e a Bailarina" (adaptação do conto de H. C. Andersen) em parceria com Gustavo Wabner e dirigido por Gabriel Villela. Seus espetáculos receberam inúmeras indicações e prêmios nas mais importantes premiações teatrais do eixo Rio- São Paulo. ELENCO: Laila Garin - é nascida em Salvador, filha de pai francês e mãe baiana, formada em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Começou a estudar teatro aos 11 anos e canto lírico aos 13. Destacou-se em 2013 ao interpretar a cantora Elis Regina no espetáculo musical Elis, A Musical. Estagiou 15 dias no Théâtre du Soleil em Paris. Em 2009 estrelou o espetáculo “Eu te amo mesmo assim”. Atuou ainda no espetáculo “Gonzagão - A Lenda”. Em 2015, atou na novela Babilônia, exibida pela Rede Globo. Interpretou o papel de Helena no musical “2 Filhos de Francisco”. Integra o elenco do seriado 3%, da Netflix. Em janeiro de 2022, lançou um single com Chico César, "Vermelho Esperança", escrito por ele e retirado da trilha sonora do espetáculo “A hora da estrela – O canto de Macabéa”, realizado em 2020 e inspirado pela obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector. Ariane Souza - é natural de Salvador, bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade Federal da Bahia. Com mais de 18 espetáculos teatrais e novelas no currículo, Ariane está radicada no Rio de Janeiro desde 2013. Na Rede Globo, atuou em “Velho Chico”, “Segundo Sol” e nas séries “Cidade dos Homens” e “Segunda Chamada”. No teatro, destacam-se os musicais “O Frenético Dancin’ Days“, “S’imbora, o Musical – A História de Wilson Simonal”, ”O Musical da Bossa Nova” e “Copacabana Palace, o musical”. Renata Celidônio - é atriz e cantora, natural de Salvador, bacharel em Interpretação Teatral na Universidade Federal da Bahia. Ainda na Bahia, recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Copene de “Melhor Atriz” (2001) pelo espetáculo “Playback”. Entre 1997 e 2002, em paralelo ao teatro, sua voz esteve presente em diversas locuções e jingles para spots publicitários. Integrou o elenco da comédia “Mamãe Não Pode Saber”, de João Falcão. E atuou nos musicais “Ópera do Malandro”, “7, O Musical”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos” (todos dirigidos por Charles Möeller e Cláudio Botelho) e ”Gota D’Água” (Dir. João Fonseca); em tv, participou das novelas “Aquele Beijo” e “Segundo Sol”. Produziu e atuou nos shows “Do Drama ao Jazz” (dirigido por Gil Vicente Tavares) e “Renata Celidonio Canta Fossa Nova”. Evelyn Buchegger - é natural de Salvador, atriz e locutora bastante reconhecida no meio artístico baiano pelo seu talento e versatilidade, tendo sido agraciada 04 vezes com o prêmio BRASKEM de Teatro. Participou de diversas montagens para Televisão, faz parte como cantora da Banda Limusine (jovem Guarda). No cinema atuou como atriz em: “Jardim das folhas Sagradas”, “O Homem que não dormia”, “Os anjos do sol”, “No Coração de Shirley”, “ Receba” (prêmio de melhor atriz do cine-PE). Morganda D´Ávila - é natural de Salvador, atriz e cantora graduada no curso técnico-profissionalizante de formação do Ator da SITORNE estúdio de Artes em 1998 e Bacharel em Museologia pela UFBA. Iniciou a carreira artística ainda adolescente, somando trabalhos no cinema, teatro, shows musicais, comerciais para TV e rádio. No teatro, participou de espetáculos como "Suplício de Mulher“, "A Falha”, “Mar Morto”, “A Paixão de Cristo”. No cinema, atuou nos curtas “Rádio Gogó” e “A Coxa”. Há 30 anos como, participou de grupos como “Superbacana vol.1”, "Flores de LEE e seus botões" e das bandas Flor de Maracujá, Timbalada, Bragadá. Atualmente se apresenta com o cantor Gerônimo e com a Banda Limusine.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.