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Projeto cultural para montagem e circulação de espetáculo teatral pelo estado de São Paulo.
Objetivo Geral Este projeto tem como objetivo geral promover a cultura do teatro no estado de São Paulo por meio da montagem e circulação de uma obra inédita de autoria da artista proponente. Objetivos específicos Montagem do espetáculo teatral "A minha jornada no outro"; Circulação do espetáculo "A minha jornada no outro" com 12 apresentações na cidade de São Paulo e 8 apresentações em quatro cidades da região metropolitana, litoral e interior paulista: Santo André, Guarulhos, Santos e Campinas. Realização de contrapartida formativa com produção de oficina criativa na cidade de São Paulo _ 3 turmas com 20 pessoas cada. Carga horária; 3h cada.
Com uma dinâmica de texto inspirada em "Eu sei que eu vou te amar", de Arnaldo Jabour, o espetáculo acaba por se transformar num diálogo interno da própria plateia, que em algum momento irá se identificar. Porque qualquer pessoa, de qualquer descendência, classe social, religião ou gênero, a partir de certa idade, busca ou espera o amor. E essa ideia de amor muda os nossos rumos, desafia limites, começa guerras, termina guerras, nos transforma. Entender que, acima de tudo, no final de tudo, essa jornada é minha, é o que faz o espetáculo ter um olhar especial e singular sobre o tema. Pois precisamos lutar as nossas lutas, seja para combater o racismo, machismo, homofobia - e por aí vai. Mas precisamos estar inteiros, cientes de nós. Por vezes parece banal falar de amor, contudo nesses tempos de ódio gratuito e pseudointelectuais, como disse Hemingway, mas importante do que a guerra em que você está lutando, é quem está ao seu lado nas trincheiras. Afinal, quando estamos prontos para amar? Quem é a pessoa certa? E quando nos entregamos, quem sou eu e quem é o outro? O que fica de mim quando o outro vai embora? Bauman vem citar os amores líquidos nessa sociedade do fácil descarte, pois na bem da verdade estamos desesperados por conexão, por algo real. Por um beijo que faça o coração bater mais forte, por um toque que cause arrepio, por uma presença que desperte um sorriso. "A Minha Jornada no Outro" devolve o amor ao seu trono, e te lembra aquela sensação gostosa que é a oportunidade de se apaixonar por alguém. Um espetáculo de necessidades técnicas práticas, com um cenário minimalista para que se ouça com cuidado o texto, onde cada linha pode provocar uma epifania. Algo para voltar e assistir várias vezes para descobrir novos detalhes em si, naquilo que o texto lhe provoca. Também se propõe o projeto em ter uma presença ativa nas redes sociais, contribuindo para propagar o trabalho que envolve uma produção cultural, acarretando numa constante de valorização da mesma. Por se tratar de um projeto de teatro de uma jovem dramaturga brasileira, este projeto tem como necessidade para sua viabilização a captação de recursos via Lei Rouanet, atendendo assim aos seguintes incisos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atendendo ainda ao seguinte objetivo do Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Metodologia - A Jornada do Herói e O Poder do Mito Joseph Campbell, Christopher Vogler, Robert Mckee A importância dos mitos ou a preocupação com a falta deles. O monomito e os passos da Jornada do Héroi. Como esses mitos impactam na nossa forma de contar histórias e na construção do imaginário coletivo. - A Jornada da Heroína Maureen Murdock, Virgínia Wolf, Simone de Beauvoir A “questão da mulher”, a bíblia e a mulher como auxiliadora. A mulher na história, a mulher contadora de histórias e a mulher nas histórias A jornada da heroína As personagens de hoje e seu impacto na construção do imaginário coletivo - Prática Apresentação de tópicos de uma ficha de personagem Construção de uma personagem feminina refletindo os tópicos explanados e propondo uma jornada a ela. Explanação teórica com recursos audiovisuais, como slides, imagens, trechos de filmes e séries. Público-alvo Jovens ou adultos a partir dos 16 anos, escritores/roteiristas iniciantes ou que possuam interesse em narrativas. Necessidades técnicas e material de apoio Sala com projetor e computador com acesso a internet. Local para realização, carga horária e número de vagas Sala com projetor e computador com acesso a internet. Duração: 3h Número de vagas: 60 (20 por turma)
Este projeto prevê acessibilidade física e de conteúdo. ´ No que diz respeito à acessibilidade física, todas as sessões e atividades serão realizadas em espaços com acessibilidade (assentos, banheiros e acessos). Para acessibilidade de conteúdo, todas as atividades contarão com intérprete de libras e audiodescrição.
O projeto contará com ensaios abertos como forma de democratixação de acesso.
Whintney Polato Função: Dramaturgia/Direção/Elenco Capixaba formada pelo projeto CEMUCA (Centro Municipal de Cultura Artística) promovido pela Secretaria de Cultura de sua cidade. Integrou o Núcleo de Criação e Produção em Dramaturgia da FIAM FAAM em 2016, enquanto realizava a graduação em Comunicação Social/Rádio e TV. Atualmente cursa cinema no Instituto de Cinema em São Paulo. TEATRO: Teve sua estreia no teatro de rua com “A Queixa”, percorreu praças, escolas e festivais, indicado a melhor espetáculo e Polato a melhor atriz no Festival de Teatro de Afonso Cláudio (ES). Atuou em diversas performances e intervenções em ruas, praças e eventos. Premiada melhor atriz no I FESTEMA da cidade de São Mateus (ES) como protagonista do drama "A Longa Espera". Escreveu, produziu e co-dirigiu espetáculo para SIPAT PETROBRAS. Atuou em “Com fogo não se brinca” com a Cia dos Ícones na capital paulista. Produziu, co-escreveu e atuou em “A Última Estrofe”, espetáculo que teve a sua estréia no Festival Satyarianas em São Paulo e depois cumpriu temporada no Espaço do Pessoal do Faroeste em 2019. Em 2020 participou como atriz convidada do projeto “Selfie Clássicos”, interpretando “A Dama da Noite”. Ainda em 2020, fez parte do Festival Up!, realizado de forma online, com a performance de “Um Dose”, poema de sua autoria. Em 2022 teve seu monólogo “Cante para eu dormir” apresentado no Festival Satyrianas, texto autoral dirigido por Achileu Nogueira Neto. AUDIOVISUAL: Em 2017 protagonizou a web série Réves, disponível no YouTube. Trabalhou na produção do curta “Occultus”, selecionado para a Mostra de Cinema Fantástico de Jacareí. Produziu e atuou em “Circe”, curta metragem selecionado para o Festival Brasileiro de Nanometragem. No curta “Não tenha medo” foi assistente de direção e no “Mas Monika Ganhou” assina roteiro e direção de fotografia. No curta metragem “Tolerado”, assina roteiro e direção de fotografia. Em 2022, premiada pelo Proac 39/2021, disponibilizou vídeo aulas de produção de conteúdo digital para o mercado Geek. O mesmo ano, para o seu TCC da graduação em Rádio, TV e internet, propôs um projeto de série em que criou, escreveu, dirigiu e atuou no projeto piloto. Achileu Nogueira Neto Função: Direção de Arte/Ass. de Direção Nascido em São Paulo, capital. Ator, diretor, autor e artista plástico. Com uma vasta experiência em espetáculos teatrais, eventos, espetáculos de ruas, palestras, ações performáticas e áudio visual. Deu início à sua carreira em 2002 com o Espetáculo Multimídia “Cabaret Vídeo-Criaturas” onde foi autor e dirigiu. No ano seguinte, escreveu e dirigiu o curta Metragem “Vi da Privada”, o Musical Interativo “24 Óperas” em parceria com Lívio Tragtenberg, Otávio Donasci e Sesc Consolação, e também o “Projeto Outras Violências” (IBEAC). Já em 2004 escreveu e dirigiu o Espetáculo de Dança, Poesia e Teatro “Amar é...”, o Curta Metragem ''Entrelinhas” ,''Conto no Ônibus” e Espetáculo Teatral “Trânsito Legal”– em parceria com a Secretaria de Transporte de Guarulhos e o Espetáculo Teatral “Cordel Físico”. Em 2007 também escreveu e dirigiu os trabalhos Espetáculo Teatral “Paraisópolis”; Resultado de Projeto desenvolvido na Comunidade de Paraisópolis junto ao PECP - Projeto Einstein na Comunidade Paraisópolis; Espetáculo de Rua “Bumba Meu Trânsito; Ação performática “O Anjo da Guarda de Férias”. Em 2008, ainda com o projeto em Paraisópolis, montou o espetáculo “A Ilha do Tesouro de Paraisópolis”. Em 2008 e 2009, montou o espetáculo de Rua “Bumba D'Água, espetáculo com 03 Certificados de Mérito Cultural concedido pelo Programa de Ação Cultural (ProAc) e algumas apresentações no SESC Pompéia. Em 2013 também dirigiu e escreveu o Espetáculo Teatral “Com Fogo Não Se Brinca”, pela Lei Rouanet e pelo PROAC. Em 2012 escreveu e dirigiu “INÊS - Gil Vicente por ele mesmo” com Certificado de Mérito Cultural concedido pelo ProAc. Evelyn Simões Função: Direção musical Brasileira, 33 anos. Bacharel em comunicação social ênfase em Publicidade e propaganda - Universidade Anhembi Morumbi. Técnico em Artes Cênicas - ETA. TV Profissional - Escola Wolf Maya. Assessoria de Imprensa Senac. Oficinas de Arte; FAMOSP. Oficinas Oswald de Andrade com Jean Jacques Lemêtre & Marcello Amalfi Curso livre de Dramaturgia com Maurício Paroni de Castro – SP Escola de teatro. EXPERIÊNCIAS EDUCAÇÃO & ARTES: Música: Cantora no Programa Raul Gil, 2004. Cantora e violeira no projeto “meninos do toque tambor”, 2007. Cantora no clube Banespa, 2008. Cantora e compositora na banda Afrosoviéticos, produção de trilhas sonoras para espetáculos teatrais e podcast. Teatro & Audiovisual Publicidade narramatic para a Havaianas 2013. Atriz e produção no espetáculo "Não esqueça de abaixar a tampa" 2014 no Teatro do ETA. “A casa de Bernada Alba”; 2014 no teatro Vasque. Espetáculo "Um dia você vai entender" Versão ELAS – 2015, teatro Califórnia. Curta metragem "Declínio" em 2015. Atriz e compositora da trilha sonora do espetáculo Afroditxs, Festival Satiryanas, 2018, espaço SP- escola de teatro. Atriz e diretora musical, espetáculo Orachulos, 2019, teatro Cia. Dos Pássaros. Trilha Sonora na leitura Dramática “ Hitler de Peruca” Festival Satiryanas, 2019 -SP Escola de teatro. Atriz performática e trilha sonora, “Projeto Casais Pina”. Festival Satiryanas, 2019 - SP Escola de Teatro. Atriz, assistente de direção e diretora musical do espetáculo “A ultima Estrofe” no festival Satiryanas, 2019 – Espaço Teatro Satyros Temporada Teatro Cia. Pessoal do Faroeste. Atriz convidada do Selfie Classicos – 2020, Cantora e compositora no Festival Groove SoundLAB e AFrofutistic – 2021, Educação : Professora Oficineira colégio estadual Bertocci, Ministra de aulas em grupo e individual de musicalização. Atuação em eventos Corporativos : Performer em empresas, feiras de empreendedorismo, feiras e eventos segmentados. Raíto Di Caetania Função: Ator Paulistano criado em Minas Gerais, 34 anos, ator, professor e dublador. Iniciei minha caminhada nas artes na Escola Recriarte, na Praça Roosevelt, em São Paulo. Em paralelo às Artes Cênicas me formei em Rádio e TV. As escolas Célia Helena e Wolf maya também fizeram parte da minha formação acadêmica. Em 2018 me aventurei e cursei a técnica Meisner no conservatório Neighborhood Playhouse em Nova Iorque e tive treinamentos para o audiovisual com os competentes, generosos e dedicados Nara Marques, Paulo Emílio Lisboa e Fernando Leal (grato a todos esses e outros). Conto com + de 15 publicidades, 6 curtas-metragens, participação na novela luso-brasileira “Ouro Verde” – filmada em Lisboa, e na série “O Negócio” - HBO, 6 peças de teatro (atenção a Marco Antônio Pâmio! – mestre), web-serie “Santa DR”, locuções, dublagem do filme “Pielles”-Netflix e Animes. Tive o imenso prazer em dar vida ao protagonista Bruno, do episódio “Bruno”, da série Puertas Al Mas Allá (Discovery Channel, gravada no Peru). Atualmente faço parte do elenco da companhia de teatro Colaatores e praticamente do autoconhecimento, meditação e atenção plena. Roberto Bueno Função: Iluminador/Técnico de luz Iluminador Cênico há 10 anos, desde quando fez um curso na Oficina Cultural Oswald de Andrade com o iluminador do Grupo de Teatro União e OIho Vivo, Gil Teixeira, Roberto estreou em 2011 como Iluminador Cênico e Operador de Luz na peça “Lixo e Purpurina”, monólogo baseado em textos de Caio Fernando Abreu adaptados por Kiko Rieser, com direção de Chico Ribas, e atuação de Davi Kinski. Nesse tempo, tem trabalhado em inúmeros grupos teatrais como a Cia. Trocadilho de Teatro, na qual também atua como Ator e Assistente de Direção, como no espetáculo “Um Tapa, Um Teco e Coisa e Tal...”, cuja luz ele operou de 2010 até 2012 e que foi criada por Fran Barros. Os últimos trabalhos foram a criação das luzes e as operações de peças de Teatro Online na Cia. Satélite, do ator e diretor Dionisio Neto, como no monólogo “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, adaptado pelo próprio Dionisio da obra clássica de Johan Wolfgang von Goethe, com o ator Adriano Arbol. E “O Belo (E a Fera)”, livremente inspirada em obras de Jean Cocteau, com a atriz Giovanna Velasco. Além da Cia. Trocadilho de Teatro e Cia. Satélite, presencialmente, antes da Pandemia, Roberto tem trabalhado na Ferbeck Produções, do ator e diretor, Theo Hoffmann, na qual também é Assistente de Produção; grupo Palco Meu de Teatro, do ator e diretor Jean Dandrah, no qual trabalhou em “Gomorra”, escrita por Jean, em 2019; Núcleo Fênix, da atriz e diretora Michelle Alesy; além de projetos únicos, também independentes, como os do diretor Rodrigo Ferraz, como “A Última Estrofe”, escrita por Wood Moura, no qual cocriou a luz do projeto com João Delle Piagge e em duas montagens diferentes de “Nosso Luto”, do autor Kiury. Thaiany Coimbra Função: Direção de Fotografia (toda a demanda audiovisual do projeto) Fotógrafa e Realizadora Audiovisual, formada em Produção Audiovisual pelo Centro Universitário Fiam Faam, certificada em audiovisuais, arte técnica e linguagem pelo Instituto federal do Rio Grande do Sul e em operação de câmeras pela Cadritech DRC. Trabalha com audiovisual há mais de 4 anos em projetos artísticos e culturais que vão desde registros de vivências educativas e terapêuticas a eventos culturais, videoartes, videoclipes, curtas-metragens e documentários. Foi também a idealizadora e facilitadora das oficinas “Cine Governo Aberto - toda tela importa” promovidas pela Prefeitura de São Paulo, por meio do programa Governo Aberto na Cidade de São Paulo, da Secretaria do Governo Municipal e pela Controladoria Geral do Município em 2020, que trouxeram o cinema através de uma ótica política, abordando espaços do Cineclube como ferramentas de acesso à informação e participação social. Entre os diversos trabalhos, destacam-se os mais recentes onde assinou a Direção Geral e a Direção de Fotografia do documentário longa-metragem “Liberdade de expressão: Mulheres periféricas", um filme que aborda as possibilidades da arte e da cultura como incentivo para o empreendedorismo feminino e periférico e para a produção artística independente, o documentário foi produzido pelo Sarau Papo de Mina com o apoio do Programa Vai. Também assinou a operação de câmera, direção de movimento e coreografia do videoclipe “Respeita as Mina” da cantora Uli produzido pelo Coletivo Noma.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.