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PRONAC 2314282Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Gravação do álbum Encruzilhada urbana do violonista e compositor Jorge Bonfá

Jorge Bonfá de Aquino
Solicitado
R$ 959,7 mil
Aprovado
R$ 959,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-01-02
Término
2024-06-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

A gravação do álbum instrumental ‘Encruzilhada Urbana’ do compositor e violonista Jorge Bonfá, distribuído nas plataformas de streaming e registrado em vinil,é o que pretende este projeto, além de cinco espetáculos gratuitos para o lançamento e um encontro como ação de contrapartida social e formação de plateia para abordar a influência da matriz africana nos diferentes setores da cultura nacional.

Sinopse

Repertório do álbum – 13 faixas instrumentais 1) Choro nº3 2) Flor da Saudade 3) Ô, Xente! 4) Retiro 189 5) Cabaré 70 6) África 7) Puerto Madrin 8) Preludio nº1 9) Calango de Terreiro 10) Choro nº4 11) Cangaço 12) Passo do Urubu 13) Encruzilhada Urbana. Espetáculo e encontro O tempo previsto para realização do espetáculo é de aproximadamente 1 hora e, para o encontro, de 2h. O espetáculo é destinado à todas as faixas etárias e espera-se atingir um público de aproximadamente 2500 pessoas, 500 por cidade, além dos possíveis acessos virtuais. O encontro, por sua vez, ação de contrapartida social e para formação de plateia é particularmente voltado para um público de jovens e adultos, incluindo os estudantes das culturas diaspóricas africanas; espera-se atingir aproximadamente 500 pessoas presencialmente, além de pelo menos 500 acessos virtuais no site do projeto criado com recursos próprios e habilidades do empreendedor. Ambos são gratuitos e vão ser apresentados em um cenário criado para descrever essa convergência entre os diferentes gêneros musicais, enfatizando a influência africana, presente igualmente no figurino.

Objetivos

A palavra encruzilhada está associada à ideia de um espaço característico do povo de rua na umbanda, chamados assim popularmente. Os Exus, que se destacam entre os principais personagens deste cenário, são responsáveis pelos caminhos, comunicação e a essência dos malandros, além de serem importantes na tradição cultural do subúrbio. Encruzilhada também é o encontro dos caminhos e das decisões, enquanto a palavra urbano, por sua vez, sugere uma ideia de modernidade e transformação impulsionada por uma sociedade em busca do avanço tecnológico e da liberdade de expressão. Encruzilhada Urbana, é o encontro entre a tradição e a modernidade focada nas culturas diaspóricas africanas registrado em composições instrumentais para violão, ou seja, uma história contada por meio do diálogo entre a música eletrônica urbana e as tradicionais de matriz africana, como a milonga, frevo, tango, samba, choro, galope e calango, entre outras. Segundo álbum autoral do violonista e compositor, cujas influências culturais são fundamentadas pelo choro e o jazz brasileiro, traços marcantes em seu trabalho, conta com 13 faixas instrumentais e arranjos que destacam a diversidade unida à criatividade dos improvisos contrapontísticos e harmônicos aos ritmos de terreiro, tendo as composições, o violão e a música eletrônica como protagonistas. Objetivo geral A gravação do álbum instrumental ‘Encruzilhada Urbana’ do compositor e violonista Jorge Bonfá é o que pretende esse projeto, que prevê, ainda, o registro em vinil, mídia que se tornou novamente popular entre as diferentes gerações, além de ser o principal instrumento dos DJs e um livreto anexo ao encarte com as partituras e informações de cada música. Assim, da mesma forma que evidencia a relação com a música eletrônica, amplia o alcance do trabalho para o mundo todo e, consequentemente, da música brasileira, a partir da distribuição entre os nomes mais representativos da música eletrônica de cada país. O trabalho vai ser registrado em uma formação característica do choro, composta por violão de sete cordas, cavaquinho, flauta e percussão, somada ao piano e outros instrumentos de orquestra junto com elementos da música eletrônica, e, disponibilizado nas plataformas de streaming. Estão previstos também cinco espetáculos gratuitos para o lançamento, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, e Recife, cidades que sofreram forte influência da cultura africana, contribuindo para formação de plateia. Os espetáculos contam com a participação de produtores culturais locais para facilitar a aproximação com o público e a escolha dos melhores meios para a divulgação do projeto, como universidades e outros espaços destinados ao estudo, discussão e difusão das culturas diaspóricas africanas. O diálogo entre os gêneros musicais que outrora fizeram parte do subúrbio e ainda sobrevivem se reinventando, bem como a influência da matriz africana nos diferentes setores da cultura nacional, das artes à culinária e religiosidade, por exemplo, vão ser ainda abordados em um encontro após o espetáculo de Belo Horizonte, conduzido por Jorge Bonfá e seis pesquisadores e estudiosos da cultura afro-brasileira, quatro locais e dois do Rio de Janeiro. O encontro é uma ação de contrapartida social e para formação de plateia. Vai ser filmado e exibido em um canal de YouTube, criado com esse objetivo e para apresentar os espetáculos e making of das gravações do álbum, bem como no site do projeto, criado com recursos e habilidades próprias do empreendedor. O áudio captado vai ser publicado no formato podcast e distribuído nas plataformas de streaming. Objetivos específicos 1. Gravação de um álbum com 13 faixas, composições instrumentais autorais, que vão ser disponibilizadas em plataformas de streaming; 2. Impressão de 300 cópias em vinil com o registro da gravação, capa, encarte e livreto com as partituras de cada música c/ Qrcode direcionado para as plataformas de streaming; 3. Apresentação de um espetáculo gratuito para o lançamento em cinco cidades: Belo horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Recife; 4. Como ação de contrapartida social e formação de plateia vai ser realizado um encontro após espetáculo em Belo Horizonte para abordar a influência da matriz africana nos diferentes setores da cultura nacional. É particularmente voltado a um público de jovens e adultos, incluindo os estudantes das culturas diaspóricas africanas e espera-se atingir aproximadamente 500 pessoas presencialmente, além de pelo menos 500 acessos virtuais no site do projeto criado com recursos próprios e habilidades do empreendedor.

Justificativa

O projeto ‘Gravação do álbum Encruzilhada urbana do violonista e compositor Jorge Bonfá’, busca junto ao Ministério da Cultura apoio para sua realização por meio da Lei Rouanet. Entendemos ser esse o mecanismo de incentivo a projetos culturais mais adequado à captação de recursos pelo seu reconhecimento e importância para a cultura brasileira, tornando-se, nesse caso, imprescindível para que isso aconteça. Ele se enquadra no artigo 18 por seu caráter instrumental e de Música Regional e em diversos incisos do Art. 1o da Lei 8313/91, citados e justificados abaixo. Suas finalidades, também citadas abaixo, estão elencadas ao Art. 3º da referida Lei. · I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; · II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; · III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; · IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; · VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; · VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Finalidades: · II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; · IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Diáspora africana é um conceito utilizado em referência ao fenômeno sociocultural e histórico que ocorreu em países além do continente africano, incluindo o Brasil, devido à imigração forçada para fins escravagistas. A partir da diáspora africana, portanto, é possível criar um panorama da cultura brasileira e a influência de diferentes elementos nas artes, língua, culinária ou religião. A música é uma expressão central nesse contexto, por sua capacidade de comunicar sentimentos, bem como as memórias ancestrais e recentes impressas na variedade de ritmos musicais que simbolizam os territórios que vivenciaram essa dispersão. No cenário nacional, em que mais da metade da população é afrodescendente, samba e choro, por exemplo, dois importantes representantes da música popular brasileira, sofreram influências de ritmos africanos como o batuque e o lundu e das harmonias europeias. Sofisticadas, as composições de Jorge Bonfá selecionadas para compor o álbum transitam por esse legado musical, não como mera repetição, mas como uma tradição em constante transformação. Incorporam harmonias do jazz e elementos da música eletrônica provocando uma linguagem ao mesmo tempo complexa e assimilável, ao transformar a tradição sem perder seus princípios. O choro permanece ocupando um lugar de destaque nesse novo trabalho do compositor, por seu equilíbrio lírico, requinte e suingue, características que o levaram a conquistar cada vez mais espaço na música do mundo. Dessa forma, álbum e espetáculos de lançamento, além de contribuírem para continuidade e difusão da obra de Jorge Bonfá se tornam uma importante ferramenta para consolidar a presença da música brasileira no mundo todo. Por outro lado, o encontro após o espetáculo de Belo Horizonte, ação de contrapartida social e para a formação de plateia, reforça a importância da inclusão e diversidade na construção das sociedades, tema essencial ao equilíbrio social e por isso amplamente discutido atualmente em praticamente todas as esferas. Além disso, essas atividades fundamentam o desdobramento do projeto no futuro, cujo objetivo é a criação de um selo para gravação de trabalhos de artistas nacionais focados nas culturas diaspóricas africanas e suas diferentes linguagens.

Estratégia de execução

Plano de comunicação A divulgação dos espetáculos e encontro vai ser feita por uma agência de comunicação com alcance nacional e internacional, em todas as mídias de cada cidade, site e blogs especializados de diferentes países. Além disso, o making of com todas as etapas da gravação, bem como os vídeos com o espetáculo e encontro vão ser exibidos em um canal criado no YouTube, responsável por aproximadamente 90% do tráfego da Rede. Um site com blog vai ser ainda criado com recursos e habilidades próprios do empreendedor para disponibilização das músicas, vídeos, podcasts, entrevistas com os músicos, pesquisadores e estudiosos da cultura afro-brasileira e publicação de seus trabalhos sobre o tema. Todas as ações vão ser sustentadas pela divulgação nas redes sociais, com a criação de páginas especialmente alimentadas por essas e outras informações, bem como a aproximação de influencers vinculados à temática no mundo todo, possibilitando, dessa forma, ampliar ainda mais o alcance. Entendemos que esse formato inicialmente dispensa a necessidade de qualquer tipo de mídia paga, reservando o recurso para situações específicas, caso seja necessário, no futuro. Cumpre o objetivo principal de proporcionar grande visibilidade para os investidores apoiadores e, o MINC, ao mesmo tempo que contribui para afirmar a importância música brasileira no contexto mundial e refletir o verdadeiro significado da diversidade cultural e social.

Especificação técnica

Espetáculo e encontro O tempo previsto para realização do espetáculo é de aproximadamente 1 hora e, para o encontro, de 2h. Vinil O vinil tem formato LP, 12", capa, encarte e livreto têm o tamanho de 30cmX30cm.

Acessibilidade

Para garantir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, ou deficiência física, sensorial ou cognitiva e de idosos, em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MINC, vão ser adotadas as seguintes medidas: · Os espetáculos para o lançamento álbum vão ser realizados em espaço que possua rampa para facilitar o acesso para cadeirantes e idosos; · 10% das cópias do livreto e encarte vão ser impressas em braile; · Músicas, e vídeos dos espetáculos com legenda destacando o nome das músicas, assim como os podcasts vão ser disponibilizados gratuitamente no site do projeto, criado com recursos próprios e habilidades do empreendedor, ampliando o alcance aos que não participaram presencialmente; · Vão ser produzidos folhetos em Braile com a sinopse do espetáculo, instrumentos e autoria de todas as músicas; · O encontro, ação de contrapartida social e para a formação de plateia, vai ser traduzido por profissional de libras. Vai ser filmado e disponibilizado no site do projeto (criado com recursos próprios e habilidades do empreendedor) e em canal criado no Youtube para divulgação do projeto, ampliando o alcance aos que não participaram presencialmente. Todas essas ações estão em consonância com a Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT.

Democratização do acesso

10% das cópias de vinil vão ser destinadas ao patrocinador. Também vão ser distribuídas 10% das cópias do vinil aos DJs mais representativos da música eletrônica nacional e internacional para consolidar a ampliação do projeto. Referente à distribuição gratuita à população, vai ser adotada a medida exposta no inciso II do Art. 55 da IN No 01/2017: doação de 10% das cópias do vinil para sorteio em canal a ser disponibilizado no site do MINC para aqueles que manifestem o interesse em receber produtos culturais, priorizando beneficiários de políticas sociais. 20% das cópias do vinil vão ser comercializadas a preços populares, como demonstrado no plano de distribuição. Ainda, como medidas de democratização ao acesso, vão ser adotadas as expostas nos seguintes incisos do artigo 56, da referida lei: V – divulgação do vídeo com a apresentação dos espetáculos no site do projeto, em canal do Youtube e nas redes sociais e VI – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. O espetáculo vai ser gratuito e destinado a todas as camadas da população, como forma de contribuir para a democratização ao acesso de bens e produtos culturais. Ação de contrapartida social e para formação de plateia Como ação de contrapartida social e para formação de plateia, vai ser realizado um encontro gratuito após o espetáculo de Belo Horizonte, que vai abordar o diálogo entre os gêneros musicais que outrora fizeram parte do subúrbio e ainda sobrevivem se reinventando, bem como a influência da matriz africana nos diferentes setores da cultura nacional, das artes à culinária e religiosidade, por exemplo. Vai ser conduzido por Jorge Bonfá e seis pesquisadores e estudiosos da cultura afro-brasileira, quatro locais e dois do Rio de Janeiro. É particularmente voltado para um público de jovens e adultos, incluindo os estudantes das culturas diaspóricas africanas; espera-se atingir aproximadamente 500 pessoas presencialmente, além de pelo menos 500 acessos virtuais no site do projeto criado com recursos próprios e habilidades do empreendedor.

Ficha técnica

Ficha técnica · Coordenação geral do projeto, arranjos e músico solista – Jorge Bonfá de Aquino, proponente deste projeto · Coordenação de produção executiva – Priscilla de La-Rocque · Direção musical – Tomás Improta * Demais profissionais envolvidos na produção, serão definidos a partir da aprovação desse projeto. Coordenação geral do projeto, arranjos e músico solista – Jorge Bonfá de Aquino (proponente) A iniciação musical de Jorge Bonfá foi influenciada pelas constantes rodas de choro que ocorriam na casa de seus avós, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Posteriormente, aprimorou seus estudos com os músicos Alvimar Liberato e Hélio Delmiro. Bacharel em Violão pela Universidade do Estado de Minas Gerais, Jorge realizou também o curso “História, Memória e Historiografia da Música Popular Brasileira” ministrado pelo Prof. Marcos Napolitano na Universidade Federal de Minas Gerais em 2006. A diversidade de sua formação musical pode ser claramente percebida em suas composições que variam entre o Choro, o Jazz e a Música Erudita. No ano de 2007, Bonfá participou como instrumentista e diretor musical em dois eventos do projeto “Loucos por Música”, nas cidades do Rio de Janeiro e em Salvador, coordenado pelo percussionista Babilak Bah. Em 2010 fez uma turnê pela Europa, com apresentações no interior da França, em Paris, e na Itália, em Roma e na Argentina. Em 2011 teve uma de suas composições premiadas para o CD do Festival Choro Novo, realizado em Belo Horizonte. Nesse mesmo ano o álbum “Jorge Bonfá”, foi pré-selecionado para o 22º Prêmio da Música Brasileira. Recentemente, recebeu o Prêmio Novas 3, em que ficou entre os 17 melhores compositores do Brasil para o violão, segundo os violonistas e compositores Marco Pereira, Sergio Assad e Fábio Zanon, jurados do concurso. Coordenação de produção executiva – Priscilla de La-Rocque Jornalista e publicitária, atua também no planejamento, concepção e gestão de projetos culturais desde a década de 1980, sendo responsável pelo acompanhamento de todas as ações e elaboração de relatórios em todas as etapas (pré-produção, produção, pós-produção), reunião/análise de documentos, prestação de contas junto aos órgãos responsáveis e patrocinadores. Algumas atuações: · Jorge Bonfá - compositor e violonista – 2009/2023 · Etnia Omágua Kambeba – 2013/2023 · Nelson Angelo - compositor, violonista e cantor – 2012/2016 · Grupo Quatro na Roda - choro contemporâneo – 2014 · André Dequech - compositor e pianista – 2005/2012 · Mauro Rodrigues - compositor e flautista – 2007/2009 · Misturada Orquestra - instrumental autoral e releituras – 2007/2009 · Munumucaia - percussão – 2004 · Projeto ‘All Jazz’ - apresentações, em casas noturnas de Belo Horizonte, de nomes consagrados e novos talentos da cena instrumental local e nacional – 2008/2010 · Projeto ‘O instrumento e a voz’ - apresentações de artistas mineiros com formações menores -duos e trios – 2009 · Salão de Humor Carlos Drummond de Andrade – 2002 · Centenário de Carlos Drummond de Andrade – 2002 · Produções diversas – 1985/2023 Direção musical – Tomás Improta Tomás participou de shows e gravações de grandes nomes da música brasileira, como Baden Powell, Bebel Gilberto, Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Elba Ramalho, Elizeth Cardoso, Erasmo Carlos, Gal Costa, Gilberto Gil, João Bosco, João Donato, Lenine, Luís Melodia, Maria Bethânia, Nara Leão, Paulo Moura, Sandra de Sá e Zezé Motta, produziu programas sobre Jazz para as rádios MEC e Roquete Pinto e artigos sobre música para revistas especializadas. No teatro tocou nas peças Godspell e Dr.Fausto da Silva, entre outras. Para o cinema compôs a trilha sonora premiada do Bar Esperança (direção de Hugo Carvana) e Monstros de Babaloo (direção de Elyseu Visconti) e tocou nos filmes (e shows) Doces Bárbaros e Bahia de Todos os Sambas, realizado em Roma, Itália. Na TV, em novelas como Kananga do Japão, Vila Madalena, O Cravo e a Rosa e gravou a trilha do Sitio do Pica Pau Amarelo com Gilberto Gil. Discografia · Tomás Improta e Andrea Ernest Dias (2005) · Dorival (2003) · Cantar, pensar, sentir · Certas mulheres (1998)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.