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O Festival Gira Arte tem por objetivo promover a circulação de repertórios nacionais na área de artes cênicas e música com ações que proporcionam a construção de plateia, descentralização e democratização do acesso. Além disso, realiza ações formativas promovendo intercâmbios de experiências nas áreas de artes cênicas, música e de produção. O projeto, que concentrará as suas ações nas cidades de Florianópolis, Joinvile, Blumenau e Porto Belo,incrementa o calendário cultural de Santa Catarina. Serão 15 atrações divididas nas áreas de teatro, dança e música.
O Festival Gira Arte promove a circulação de repertórios nacionais na área de artes cênicas e música com ações que proporcionam a construção de plateia, descentralização e democratização do acesso. Através de ações formativas promove o intercâmbio entre profissinais das artes cênicas, música e de produção. O projeto, que concentrará as suas ações nas cidades de Florianópolis, Joinvile, Blumenau e Porto Belo, incrementa o calendário cultural de Santa Catarina. Serão 15 atrações divididas nas áreas de teatro, dança e música.
OBJETIVO GERAL: Proporcionar a população das cidades impactadas o contato com diversas culturas e formas de artes, contribuindo para a formação crítica e de carater do povo atavés do olhar e compreensão da cultura do outro. Serão selecionados, pela curadoria do festival, um total de 15 espetáculos divididos nas áreas de teatro, dança e música, sendo a maioria de teatro, para a realização de até 02 apresentações cada, mesclando entre espetáculos do estado de Santa Catarina e de outros estados brasileiros, buscando intercâmbio artístico e cultural. OBJETIVO ESPECÍFICO: 1) Oportunizar um festival, com abrangência nacional, que levará para Santa Catarina 7 espetáculos teatrais, 3 de dança e 5 shows de música, que realizarão até 02 apresentações cada, com programação a ser executada dentro do período de um ano; 2) Proporcionar uma programação diversa e acessível em linguagens artísticas; 3) Realizar 06 oficinas presenciais na área de Teatro, Dança e Música priorizando estudantes de instituições públicas de ensino; 4) Realizar 02 palestras, gratuitas, na área de produção de festivais.
O Festival Gira Arte possuí a missão de oferecer e potencializar iguais oportunidades de acesso a bens culturais para a artistas e população do estadao de Santa Catarina. Para artistas porque gera oportunidade de intercâmbio com outros grupos e artistas das diversas regiões do país e por oportunizar a presença em grandes palcos do estado, além do emprego gerado para artistas e grupos locais. Para a populção porque gera acesso a espetáculos de grande porte nacional com preços populares ou de forma gratuita. As ações culturais possuem capacidade de potencializar e desenvolver as habilidades do ser humano, portanto, as intervenções artísticas, nas suas diversas áreas de atuação, podem e devem ser utilizadas para amplificar a capacidade de questionar, descobrir caminhos e recriar relações contribuindo para o crescimento pessoal e o desenvolvimento cultural. Conforme o Art. 215. da constituição Federal O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. Incluir a população de Santa Catarina, sobre tudo aos que não são contemplados pelas ações culturais, garante o exercício dos direitos culturais previstos na constituição federal. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas;
1 - Produto Principal - Festival Mostra Apresentações de teatro, dança e música distribuídas da seguinte maneira: -> 7 apresentações de espetáculos teatrais; -> 3 apresentações de espetáculos de dança; -> 5 apresentaçães de espetáculos de música; 2 - Produto Secundário - Oficinas: A - Oficinas de teatro - Compor o espaço cênico e explorar movimentos considerando as esferas pessoal e social- Aplicar técnicas de interpretação e improvisação- Representar uma situação dramática contextualizada, aplicando técnicas vocais, corporais e de interpretação- Concentração, coordenação, autoconfiança, segurança e agilidade para melhorar a presença cênica- Construir e analisar uma personagem, considerando o contexto proposto- Realizar leitura e estudos de textos- Fazer montagem de cenas B - Oficina Brincante Oficina Brincante Reaprender a Aprender Expressões artísticas como caráter formador de cidadania e enfrentamento ao racismo. Reaprender a Aprender é um projeto idealizado e ministrado pelo artista Lucas dos Prazeres. Trata-se de apresentação musical performática para formação e difusão de conhecimento, em formato de Aula-show, através da dança, oralidade e muita música. Com som percussivo de mais de 13 instrumentos, Lucas promove uma apresentação musical que é um mergulho nos saberes e manifestações afro-indígenas que são as bases de uma metodologia que há 40 anos vem transformando os conceitos de educação, aprendizagem e desenvolvimento cultural, através de uma perceptiva afrofuturista. REAPRENDER A APRENDER é uma ação de formação para todas as pessoas, de todas as idades, que se interessam em ser multiplicadores, na perspectiva de disseminar e garantir o acesso aos múltiplos saberes, fazeres e memórias da nossa cultura ancestral, que são as maiores tecnologias e estratégias de sobrevivência de uma população esmagada e invisibilizada pelo racismo estrutural e institucional impregnada no atual sistema de educação e cultura do nosso país. C - Dança - Reconectando o indivíduo com o seu próprio corpo - Dança em Dupla - Dança em grupo
PRODUTO: FESTIVAL / MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão priorizados locais que possuem condições de acessibilidade, ou seja, rampas de acesso, elevadores, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e com deficiência ao espaço. Serão oferecidos banheiros químicos PCD durante as apresentações em palco aberto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será contratado o serviço de audiodescrição para um dia de apresentação de cada espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Será contratado o serviço de intéprete de libras para um dia de apresentação de cada espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Nas apresentações haverá a presença de tutores, profissionais com competências e habilidades no favorecimento da inclusão de pessoas que apresentam o espectro autista, síndromes ou outras doenças cognitivas nas atividades propostas. Haverá ainda uma sessão azu que tem por objetivo oferecer uma sessão com luzes levemente acesas, volume um pouco mais baixo do que o habitual e sem publicidade comercial para receber pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Prevê ainda a liberação da circulação dos espectadores pelo interior da sala, bem como a entrada e a saída durante a apresentação. As sessões serão identificadas com o símbolo mundial do Autismo, emblema adotado em 1999 que representa o mistério e a complexidade do TEA. Composto por peças coloridas, remete à diversidade de pessoas e famílias que convivem com o transtorno, enquanto as cores fortes simbolizam a esperança em relação aos tratamentos e à conscientização da sociedade em geral. A sessão azul, promove a inclusão de pessoas que também tem o direito de se divertir, mas que, normalmente, não conseguem. Uma gama enorme de pessoas é beneficiada, não só os autistas, mas idosos e pessoas típicas que tenham alguma sensibilidade sensorial. Serão contratos mediadores, capacitados para trabalhar com o público autista, que ficarão a disposição durante a sessão.
PRODUTO PRINCIPAL - AÇÕES ARTÍSTICAS 3 Palestras Formativas 2 Oficinas de Produção para Festivais e Circulação de Projetos PRODUTO SECUNDÁRIO – OFICINAS As oficinas serão gratuitas e destinadas a alunos de insitituições públicas de ensino. Oficina Brincante Reaprender a Aprender Expressões artísticas como caráter formador de cidadania e enfrentamento ao racismo. Reaprender a Aprender é um projeto idealizado e ministrado pelo artista Lucas dos Prazeres. Trata-se de apresentação musical performática para formação e difusão de conhecimento, em formato de Aula-show, através da dança, oralidade e muita música. Com som percussivo de mais de 13 instrumentos, Lucas promove uma apresentação musical que é um mergulho nos saberes e manifestações afro-indígenas que são as bases de uma metodologia que há 40 anos vem transformando os conceitos de educação, aprendizagem e desenvolvimento cultural, através de uma perceptiva afrofuturista. REAPRENDER A APRENDER é uma ação de formação para todas as pessoas, de todas as idades, que se interessam em ser multiplicadores, na perspectiva de disseminar e garantir o acesso aos múltiplos saberes, fazeres e memórias da nossa cultura ancestral, que são as maiores tecnologias e estratégias de sobrevivência de uma população esmagada e invisibilizada pelo racismo estrutural e institucional impregnada no atual sistema de educação e cultura do nosso país. As oficinas acontecerão em 3 cidades do estado de Santa Catarina Além das ações previstas o projeto se compromete, art. 28 da IN nº 04/2023, a: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Felipe Chokolate (Direção Geral) Músico e produtor musical, carrega grandes nomes da música popular brasileira em seu currículo. Felipe Chokolate atuou em shows, acompanhando diversos artistas, dos quais podemos citar: Arlindo Cruz, Iza, Anitta, Zélia Duncan, Maria Rita, Sandra de Sá, AnaCarolina, Belo, Ed Motta, Seu Jorge, Rogê, Maria Gadu, Lenine, Jorge Aragão, Péricles, Thiaguinho, Dudu Nobre, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Mumuzinho, Mart nalia, Sorriso Maroto, Elymar Santos, Martinho da Vila, Xande de Pilares, Caetano Veloso, Mariene de Castro, Marcelo D2, Alcione, Beth Carvalho, Fundo de Quintal, Bom Gosto, Delcio Luiz, Sombrinha, Hamilton de Holanda, Pique Novo, Swing e Simpatia, Salgadinho, Netinho de Paula, Leci Brandão, Atitude 67 etc. Na televisão, enquanto músico, tem participação no Especial Roberto Carlos no Fim de Ano (TV Globo), e nos programas Encontro com Fátima Bernardes (TV Globo), Altas Horas (TV Globo), Programa do Jô (TV Globo), Tv Xuxa (TV Globo), Programa Todas as Bossas (Tv Brasil), Música Boa Ao Vivo (Multishow) e no Programa Filhos da Música (Canal Bis). Participou, também, do sorteio para a Copa das Confederações acompanhando Maria Gadu e Arlindo Cruz. No que tange a experiência com gravações, o músico e produtor, participou da abertura do quadro do Fantástico, "O Mundo sem as mulheres", gravação da música tema para a Copa do Mundo de 2014, do DVD Batuques do Meu Lugar (Arlindo Cruz), do CD Herança Popular (Arlindo Cruz) e da música Samba da Globalização (comercial da TV Globo). Rafael Lydio (Direção de Produção) Diretor da Paragogí Cultural, Rafael Lydio é produtor e gestor cultural com mais de 10 anos de experiência. Formado pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e pós-graduado em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC SP, possui em seu currículo produções de segmentos artísticos diversos, como festivais de música, dança, exposições, documentários, espetáculos musicais e teatro. Como produtor da Sarau Agência de Cultura Brasileira trabalhou com espetáculos recordistas em premiações, dentre eles os musicais Gonzagão - A Lenda, Ópera do Malandro, Auê, Suassuna - O auto do reino do sol, Musical Elza e Jacksons do Pandeiro. Fez parte de grandes produções como o Rock in Rio 2013, Jornada Mundial da Juventude 2013, Festival Villa-Lobos e TOCA. Carolina Villas Boas (Gestão Financeira) Carolina Villas Boas é produtora e gestora cultural formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com passagem pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, em Lisboa, e especialista em prestação de contas e gestão financeira de projetos culturais. Possui mais de 10 anos de experiência no acompanhamento de projetos aprovados nas diversas leis de incentivo (federal, estaduais e municipais) e editais. Tem em seu currículo projetos de diversos segmentos artísticos, como exposições de arte, mostras de cinema, documentário, festival de música e espetáculos musicais, além de ter sido responsável pela prestação de contas dos projetos da produtora Sarau Cultura Brasileira, de 2013 a 2020. Curadoria Verônica Bonfim: Artista brincante - cantora, compositora, atriz e escritora de 2 livros infantis publicados, 'A revolução da Tereza, a rainha quilombola' (2022); e a 'A menina Akili e seu tambor falante' (2016). Por este livro, recebeu o prêmio Escritas Pretas 2022. Pela adaptação deste mesmo livro para o teatro, recebeu os prêmios APTR, como melhor espetáculo infanto-juvenil de 2021 e o prêmio Destaques Rio Musical 2022. O musical adaptado do livro, idealizado e protagonizado por Verônica, tem roteiro (texto e músicas) e direção artística assinados por ela. Trabalhos recentes: 1ª Mãe Noel negra do audiovisual, na série A liga do Natal (Globo play e YouTube); Musical Vozes Negras;Elza, O Musical; Série 3% na Netflix. Em 2023 estreou o Musical sobre Leci Brandão; foi convidada para uma participação na 3ª temporada da Série Dom, na Amazon; é uma das vozes que narram o audiobook sobre a vida de Marielle Franco, ao lado das artistas Dira Paes e Gabriela Loran e Zélia Duncan e atualmente é Marielle Franco no espetáculo Marielle Presente, em cartaz no Rio de Janeiro. Juliana França: Juliana França é nascida e criada em Japeri, na Baixada Fluminense. Mestre em Filosofia pela UFRRJ. Pelo Grupo Código atuou em mais de 9 montagens. Com o premiado espetáculo “Inimigo do Povo” (2009), dirigido por Miwa Yanagizawa, ganhou 2 prêmios de melhor atriz coadjuvante. Nos últimos anos, Juliana tem se dedicado a atuar, pesquisar sobre processo de criação nas artes da cena, participar e produzir eventos relativos à raça, à periferia e ao teatro. Em 2019, participou das séries "Arcanjo renegado" e "Homens"; foi uma das protagonistas do curta “Neguinho” de Marçal Vianna, sendo laureada com 6 prêmios de melhor atuação. Entre os anos de 2020 e 2022, fez assist. de direção do espetáculo “Sinhá não dorme” dirigido por Isabel Penoni; dirigiu o espetáculo “Agbara”; idealizou e escreveu o espetáculo “Até aonde vão suas raízes?”; idealizou, criou, atuou e dirigiu a performance “Mais de três no cômodo”; atuou na série “Eleita” dirigida por Carolina Jabour; atuou no curta-metragem Amai-vos dirigido por Ralph Campos, com o filme ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival Guarnicê; estreou como atriz em Viena com o espetáculo “Depois do silêncio", dirigido por Christiane Jatahy, o espetáculo fez mais de 30 apresentações em mais de 8 países; Tamires Coutinho Mutawa CEO da Mnemoni Produções, artista da dança, produtora e pesquisadora. Graduada pela Faculdade Angel Vianna, coreógrafa de espetáculos autorais e com escolas de dança. Algumas de suas criações os espetáculos Aponte (2018), BORRA (2019), os vídeos eRmo (2020), Queria Mais, de Leo Soma (2019), O que você separou de mim? (2020), Por onde ela vai (2021), além de solo autoral Susto na boca do estômago(FAV) apresentado no festival SescEntredanças 2018. Realizou trabalhos como intérprete criadora com Flávia Tápias, Renata Versiani, Frederico Paredes, Romual Kabore, Maria Elvira Machado etc. Participou como intérprete criadora nas edições de 2017 e 2018 do Dança em Trânsito. Formação de atriz pelo curso Nu Espaço, já atuou em um web curta Entre duas linhas da produtora PontoAção. Lucas dos Prazeres: Lucas dos Prazeres, oriundo de uma comunidade artisticamente muito rica, o Morro da Conceição, zona norte de Recife, onde a diversidade de expressões culturais convive harmoniosamente, o que lhe deu a maestria de ocupar regiões estéticas ainda pouco exploradas e, por vezes, até inexploradas, no mercado fonográfico e da produção cultural. Percussionista, bailarino, cantor, compositor, atuando em projetos simultâneos nas áreas de música, televisão, teatro e dança, Lucas é o criador e maestro da Orquestra Dos Prazeres, grupo percussivo de caráter, sobretudo político, que traz a Percussão como centro do espetáculo evidenciando o universo afro-indígena na sua pluralidade e olhar disruptivo. Daniel Barboza (Comunicação) Daniel Barboza é graduado em Publicidade e Propaganda pelo Instituto Infnet. Atua como produtor de comunicação, programador visual, social media e fotógrafo. Transita tanto na produção de comunicação de projetos de grande porte, como projetos independentes e de cunho social. Produz conteúdo com ênfase nas mídias sociais e desenvolve soluções de comunicação para produtos culturais.Enquanto fotógrafo desenvolveu o seu olhar em paralelo à sua pesquisa do corpo voltado para as artes cênicas e hoje tem uma sólida e consistente trajetória com a fotografia de palco, especificamente espetáculos de teatro e dança.Destacam-se em seu portfólio trabalhos desenvolvidos para Sarau Cultura Brasileira (produção de comunicação), Cia Barca do Corações Partidos (produção de comunicação e registro fotográfico dos espetáculos: “Auê”, “Suassuna - o Auto do Reino do Sol”, “Macunaíma - uma rapsódia musical” e “Jacksons do Pandeiro”)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.