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PRONAC 2314312Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Tragédia de Princesa

MARINA BEATRIZ FONSECA - ME
Solicitado
R$ 3,87 mi
Aprovado
R$ 3,87 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-22
Término
2026-12-10
Locais de realização (37)
Aracati CearáAracoiaba CearáArneiroz CearáAssaré CearáCamocim CearáCampos Sales CearáCanindé CearáCaucaia CearáCrateús CearáCrato

Resumo

Projeto de uma Peça de Teatro Musical para encenação na rua em um caminhão palco.A TRAGÉDIA DE PRINCESA é baseada no livro homônimo, escrito por Cristina Couto. Sob a mesma temática serão realizadas oficinas formativas nas artes teatrais e um vídeo documentário do processo de criação e montagem.

Sinopse

ESPETÁCULO TEATRO MUSICAL No ano de 1902, durante um surto epidêmico que assolava o Brasil, o jovem médico Ildefonso Lacerda Leite é assassinado em plena luz do dia, numa rua da pequena cidade sertaneja de Princesa Isabel, na Paraíba, pelas mãos do delegado Manoel Florentino, preterido na disputa pelo amor da jovem Dulce Campos, filha de um coronel local, recém casada com Ildefonso. A ação extrema do delegado foi instigada pelas constantes intrigas de Padre Pita, pároco da cidade que era antagonista do médico desde os tempos de seminário quando este já se declarava ateu e adepto dos ensinamentos científicos.O caso está narrado em detalhes no livro A Tragédia de Princesa, da historiadora lavrense Cristina Couto, que serve de base para o presente projeto. A partir do livro, o dramaturgo Marcos Barbosa vai escrever uma primeira versão do texto dramaturgico. Após as palestras, leituras de textos téticos e início dos ensaios, a última versão será trabalhada em conjunto com a equipe. O texto será transformado em uma obra de teatro musical brasileiro, com a criação de composições musicais narrativas do enrendo, entremeadas com textos falados. PALESTRAS As 7 palestras deste projeto têm o objetivo de proporcionar à equipe de criação de A Tragédia de Princesa e aos aprendizes dos cursos de formação, estudos teóricos que devem dar sustentação à proposta estética da encenação, enriquecendo de elementos e temáticas o processo criativo. E, valorizando a história das artes e dos artistas populares do Brasil, particularmente do Ceará. CURSOS As 8 oficinas aqui propostas têm o objetivo de aprimorar e fortalecer o conhecimento técnico e artístico dos moradores dos municípios do Cariri cearense, dada a dificuldade que têm de desenvolverem seus talentos devido à sua distância dos grandes centros urbanos, onde se concentram quase todos os equipamentos de formação deste setor em nosso país.

Objetivos

OBEJTIVO GERAL Realizar a encenação e circulação da peça musical teatral A Tragédia de Princesa em cidades do interior do Ceará. O roteiro da peça será escrito a partir do livro homônimo de Cristina Couto, no qual se acha documentado um caso histórico ocorrido na cidade de Princesa Isabel (Paraíba) em 1902. No objetivo geral, para além de apresentar o espetáculo, será promovida a formação e aperfeiçoamento de talentos do interior cearense e abertura de postos de trabalho temporários para mão de obra artística e técnica locais. Esse trabalho artístico de conteúdo e estética essencialmente brasileiras, com altíssima qualidade técnica, será apresentado para comunidades que têm pouco ou nenhum acesso a peças de teatro. Para tanto serão realizadas sessões de classificação livre em logradouros públicos, com fruição gratuita. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar a encenação e circulação da peça musical A Tragédia de Princesa, a partir do livro de Cristina Couto, com roteiro teatral do dramaturno cearense Marcos Barbosa, no formato de um teatro musical com elementos épicos e dramáticos, para recontar a história do assassinato do médico Ildefonso Lacerda Leite, cearense do município de Lavras da Mangabeira. A montagem da peça será realizada na cidade do Crato seguida de estreia e circulação em 36 municípios do estado do Ceará. Em cada uma das 35 cidades do interior previamente escolhidas acontecerão 2 apresentações, e, na capital cearense mais 6 sessões, totalizando 76 sessões, com estimativa de 26.600 pessoas no público total. Concomitantemente será produzido um vídeo documental sobre todas as fases do processo de pré-produção, criação, estreia e circulação do projeto A Tragédia de Princesa, a ser disponibilizado de forma gratuita na página do Youtube da mundana companhia e encaminhado para escolas de teatro de todo o país, com visualização estimada de 10.000 views. Também serão utilizados serviços e materiais disponíveis no estado do Ceará, para a construção do caminhão-palco, confecção de cenário e figurino, instalação de iluminação e sonorização, ensaios e produção. A estimativa é de que o projeto possibilite a criação de 85 postos de trabalho diretos e cerca de 420 postos indiretos; Ainda durante a montagem do espetáculo na cidade Crato, serão realizadas oficinas de formação para 80 moradores dos municípios da região do Cariri a partir de 16 anos de idade. Os estudantes contarão com ajuda de custo para participar dos cursos que terão 120 horas/aula. Também prevê criar e construir um palco a ser transportado sobre chassi de um caminhão. Esse caminhão-palco será concebido como projeto modelo de espaço cênico móvel, com a proposta de renovar e incrementar a deficitária política de circulação de produções artísticas no Brasil. País cuja maioria dos 5.568 municípios não possui sequer um equipamento cultural. Ao final do projeto o palco construido para circulação será doado a uma instituição cultural do estado do Ceará que assegurará, através de contrato, o seu uso como equipamento cultural para circulação de outras produções culturais

Justificativa

A busca pelo incentivo público ao projeto cultural A Tragédia de Princesa se faz necessária por motivos gerais, como a sabida quebra de atividades e geração de trabalho e renda provocadas pela pandemia da Covid19 e por ausência de políticas públicas federais para o setor cultural no período obscuro de 2019 a 2022, com desmantelamento de grupos artísticos e consequente situação de miserabilidade de artistas e técnicos. Para além das circunstâncias, também é sabido que as empresas patrocinadoras preferem atuar por meio da Lei de Incentivo à Cultura, cuja adesão lhes favore na questão da isenção fiscal. Mas no que tange aos motivos específicos, A Tragédia de Princesa precisa do incentivo da lei de incentivos fiscais por tratar-se de um projeto de grande envergadura, a ser realizado por uma produtora que apesar de reconhecidamente atuante e eficiente no mercado cultural, é uma microempresa, sem recursos próprios para bancar o investimento. A Marina Beatriz Fonseca ME se une à mundana companhia, sob direção do também reconhecido artista brasileiro Aury Porto, para desenvolver o projeto de maneira inclusiva, buscando ampliar o impacto da Cultura não apenas enquanto oferecimento de espetáculo, mas principalmente no que tange ao uso de recursos locais, com incremento da economia regional, formação de mão de obra e valorização a Arte, aproximando o público de sua própria história e imaginário. Como em parcerias anteriores da proponente com a mundana companhia, em seus aspectos culturais e artísticos este é um projeto de pesquisa sobre questões estruturais da sociedade brasileira e de valorização da arte e dos artistas nacionais, contendo uma proposta inovadora e que pode ser exemplar, para o incremento da interiorização das artes cênicas no país. Dessa vez, no formato de teatro musical, onde a dramaturgia também é contada por meio das canções especialmente compostas para a peça. A proposta de montagem, encenação e circulação da peça A Tragédia de Princesa encaixa-se nos seguintes incisos do Art. 1º d Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Também se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma alcançando os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Outros aspectos que reforçam a necessidade de buscar o apoio estão em tópicos como os abaixo relacionados: ENREDO: No ano de 1902, durante um surto epidêmico que assolava o Brasil, o jovem médico Ildefonso Lacerda Leite é assassinado em plena luz do dia, numa rua da pequena cidade sertaneja de Princesa Isabel, na Paraíba, pelas mãos do delegado Manoel Florentino, preterido na disputa pelo amor da jovem Dulce Campos, filha de um coronel local, recém casada com Ildefonso. A ação extrema do delegado foi instigada pelas constantes intrigas de Padre Pita, pároco da cidade que era antagonista do médico desde os tempos de seminário quando este já se declarava ateu e adepto dos ensinamentos científicos. ESTÉTICA DA ENCENAÇÃO: Dois estilos dramáticos genuinamente brasileiros e populares servirão de base para a encenação dessa tragédia musical: o Circo-Teatro e o Drama. PESQUISA TEÓRICA: O Circo-Teatro, o Drama, História do Teatro Cearense, História das Campanhas de Popularização do Teatro no Brasil e Fatos da saúde pública brasileira do período em que ocorreu a tragédia na cidade de Princesa Isabel (PB) serão objetos de estudo; COMPOSIÇÃO DA EQUIPE: A equipe será composta por artistas, técnicos, produtores e pesquisadores brasileiros, com histórico de formação e realizações no Brasil. Parte residente em São Paulo e parte no Ceará. GRATUIDADE: Todas as apresentações do espetáculo ocorrerão em logradouros públicos e o acesso será gratuito para todo e qualquer cidadão interessado na fruição deste. A produção e a formação artística brasileira estão concentradas nas grandes cidades, enquanto que a circulação dos objetos artísticos (no caso, peças de teatro) pelo interior do país tem um histórico irregular, com programas pontuais e de pequeno alcance. Para que este projeto não se torne mais um nesse triste histórico, ele comporta em seu escopo atividades e metodologias que o identificam como um projeto modelo para a difusão do conhecimento tecnológico e a circulação de produções de artes cênicas pelo interior do país. E, como projeto modelo, ele estará aberto para que ocorram apropriações por parte de realizadores e instituições culturais de todos os cantos do país. Dois pontos objetivos assemelham este projeto a uma política de interiorização das produções artística: a) Cerca de 80% do projeto serão executados no interior do Ceará. A base de produção, os ensaios e os cursos de formação ocorrerão na cidade do Crato, enquanto que, os aprendizes dos cursos de formação serão selecionados entre os habitantes dos 29 municípios que compõem a região do Cariri cearense, onde se situa o Crato; b) O espetáculo A Tragédia de Princesa terá sua estreia na cidade de Lavras da Mangabeira, onde nasceu a personagem principal da peça, situada no sertão do Cariri e, em seguida fará apresentações em outros 34 municípios do interior antes de chegar à capital do estado. Em relação à circulação e público, as 76 apresentações em 36 cidades das 14 regiões do estado do Ceará, com duas apresentações em cada cidade do interior e seis apresentações na cidade de Fortaleza, capital do Estado devem totalizar cerca de 26.600 expectadores, tomando-se por estimativa 350 pessoas na plateia, por sessão. Por fim, considerando que cerca de 80% dos expectadores que a mundana companhia, realizador artístico do projeto, teve quando apresentou a peça O Duelo em três cidades do interior do Ceará em 2016, nunca tinham assistido a uma peça de teatro, este projeto vai, certamente, revelar um novo universo criativo para grande parte de sua assistência.

Estratégia de execução

O projeto A Tragédia de Princesa percorrerá 14 regiões no Estado do Ceará seguindo o seguinte roteiro de cidades: Lavras da Mangabeira _ cidade de nascimento da personagem principal da peça Crato Nova Olinda Porteiras Campos Sales Assaré Icó Orós Iguatu Mombaça Senador Pompeu Quixadá Quixeramobim Iracema Jaguaretama Limoeiro do Norte Icapui Aracati Aracoiaba Redenção Guaramiranga Canindé Arneirós Tauá Crateús Santa Quitéria Ubajara Sobral Santana do Acaraú Fortaleza _capital do Estado e ponto de retorno da equipe para São Paulo

Especificação técnica

OFICINAS FORMATIVAS NAS ARTES DO TEATRO FORMAÇÃO EM ARTES E TÉCNICAS DO TEATRO: No decorrer do processo de criação do espetáculo A Tragédia de Princesa serão realizadas oito oficinas de formação em artes e técnicas do teatro, ministrados por profissionais da equipe de montagem. Cada curso contará com 10 aprendizes, totalizando 80 pessoas dos municípios da região do Cariri atendidas nessas oficinas de formação. Em paralelo às aulas teóricas específicas de cada área, o cotidiano da criação do espetáculo servirá como laboratório para os estudos práticos de materiais. As pesquisas estética e histórica das primeiras duas semanas da montagem farão parte do programa de formação. As oito oficinas serão relativas às seguintes áreas: Dramaturgia, Cenografia, Figurinos, Iluminação, Adereços, Sonoplastia, Contrarregragem e Maquiagem. Cada oficina terá uma carga horária total de 120 horas-aula, dividas em 60 horas para a pesquisa estética e histórica e 60 horas distribuídas entre aulas práticas e de conteúdo teórico específico relativo à área do curso. Os estudos teóricos específicos poderão ser ministrados virtualmente. Os aprendizes serão selecionados a partir de currículo e carta de interesse e entevista. Cada aprendiz deve receber uma ajuda de custos para cobrir suas despesas com deslocamento, alimentação e hospedagem. Assim, o projeto poderá atender inscrições de todos os municípios da região caririense uma vez que as aulas presenciais ocorrerão na cidade do Crato, no mesmo lugar da montagem e dos ensaios da peça. 60% das vagas serão destinadas a aprendizes moradores de municípios distantes do Crato e 40% serão para aprendizes de localidades próximas ao local de ensaios. Será exigido o mínimo de 90% de presença para recebimento de certificado de conclusão.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: peça de teatro musical A TRAGÉDIA DE PRINCESA Medidas a serem implementadas em todas as sessões: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto assume a implantação de rampas, corredores e corrimões de acesso para garantir a circulação de pessoas com mobilidade reduzida e deficiências visuais, caso os locais selecionados não possuam esses recursos.Será reservada uma área diante do palco para acomodação de cadeirantes e seus acompanhantes.Como se trata de espaço aberto, serão reservadas áreas especiais, em posições mais afastadas, distantes da aglomeração, para atender as pessoas com deficiência intelectual. A produção compromete-se com a escolha e isolamento do local mais adequado para este público. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. PRODUTO SECUNDÁRIO: Ofcinas formativas na cidade do Crato _ CE ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local das oficinas possui estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: caso haja inscritos haverá linguagem oral e material em Braile. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: caso haja inscritos intérprete de libras. PRODUTO SECUNDÁRIO: documentário em audiovisual ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O material contará com audidescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O material contará com interpretação em libras

Democratização do acesso

Todos os produtos resultantes do projeto de A Tragédia de Princesa serão GRATUITOS. Além disso, conforme descrição abaixo, cada um se encaixa em um ou mais incisos/medida do art. 28 da IN nº 01/2023: SESSÕES TEATRAIS: Não haverá limite de espectadores por espetáculo. Por ser encenada em logradouro público, a peça também está sendo criada para atender a todas as faixas etárias, ou seja, sem classificação por idade. A partir da visita técnica e definição de local e horário, será montado um plano de divulgação para atender as comunidades urbanas e rurais. Em conformidade com o Inciso V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos, e Inciso X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC): TODAS AS SESSÕES SERÃO PÚBLICAS E GRATUITAS. OFICINAS FORMATIVAS: No Crato, os 80 participantes das oficinas receberão ajuda de custo para estudar, além da forte possibilidade de contrato de prestação de serviços provisório, para a circulação das peças. Haverá ainda 7 encontros com especialistas, virtuais ou presencais para falar sobre a montagem e a produção de uma obra de arte. Em conformidade com o Inciso VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; DOCUMENTÁRIO: O vídeo documental resultante das captações feitas durante o processo de montagem e circulação do espetáculo será exibido em plataforma digital com livre acesso aos usuários. Em conformidade com o Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal

Ficha técnica

A equipe será composta por artistas e técnicos da mundana companhia (Companhia de teatro da cidade de São Paul, da qual Aury Porto, idealizador deste projeto, é co-fundador) mais artistas e técnicos residentes no estado do Ceará, convidados pela produção. A equipe do projeto A Tragédia de Princesa terá em sua composição final características de genuíno intercâmbio cultural. Do ponto de vista criativo, educativo e tecnológico. Idealização e Direção Geral: Aury PortoBaseado no livro A Tragédia e Princesa, escrito por Cristina CoutoDireção de Produção: Bia Fonseca _ empresária da MARINA BEATRIZ FONSECA MEDireção Musical: Otávio OrtegaDramaturgia: Marcos BarbosaElenco: Guilherme Calzavara, Marta Aurélia, Dane de Jade, Mariano Mattos Martins, Zé de Brito, Laila Garin; 1 músico do Cariri Assistente de Direção: artista do Cariri (a definir) Preparação Corporal: artista do Ceará (a definir)Preparação Vocal: artista do Ceará (a definir)Cenografia: Vera HamburgerAderecista: Antônio Océlio de Sá AlencarCenotécnico: técnico do Cariri (a definir)Projeto Caminhão Palco: Flora Belotti, Vera Hamburger e Leo Porto CarreroConstrução do Caminhão Palco: Leo Porto Carrero e equipeFigurinos: Diogo CostaCostureiras: a definirMaquiagem: Rogério PintoLuz: Alessandra DominguesOperação da Iluminação: técnico do Cariri (a definir)Operação de Som: técnico do Cariri (a definir) Colaborações musicais: músicos da Escola Vila da Música do CratoContrarregragem: Victor GallyPalestrantes: 7 estudiosos dos temas, do Ceará e de São Paulo: Ricardo Guilherme (Campanhas de popularização do teatro no Ceará); Oswald Barroso (o Drama); Fernando Neves (Circo Teatro brasileiro); Erotilde Honório (História do Teatro Cearense); Izabel Gurgel (Teatros do Ceará); Epidemiologista do Instituto Oswaldo Cruz (Epidemias no Brasil do início do século XX) ; José Antônio Pasta (Luta de Morte) Programação Visual: Mariano Mattos MartinsAssessoria de Imprensa: a definirMídias Sociais: a definirDireção de Documentário sobre o projeto: Thassilo WeberFotos: Renato MangolinProdução e Curadoria do projeto: Aury PortoProdução Executiva: produtor do Ceará (a definir)Realização artística: mundana companhiaAssistente de Produção: 2 assistentes do Ceará (a definir)Controller: a definirAssessoria Jurídica: a definirAssessoria Contábil: Ana Paula - Suprema Associados CURRÍCULOS CRISTINA COUTO Natural de Lavras da Mangabeira/CE. Jornalista, publicitária, Professora, pós-graduada em Marketing Politico, Assessoria de Comunicação e Metodologia do ensino Superior, Interlocutora e promotora dos Colóquios Lusófonos no Ceará. Escritora, cronista, ensaísta, historiadora e pesquisadora. Atual presidente da Academia Lavrense de Letras e Membro do Instituto Cultural do Cariri, Secretária de Cultura de Lavras da Mangabeira 2013/2016. AURY PORTOAtor, diretor e produtor cearense, radicado na cidade de São Paulo há 35 anos. Atuou no Teatro Oficina entre 2000 e 2009, tendo sido um dos idealizadores da pentalogia Os Sertões, adaptação do livro homônimo de Euclides da Cunha, que teve direção de José Celso Martinez Corrêa. Em 2007 fundou com a atriz paulista Luah Guimarãez a mundana companhia, onde tem criado amaioria de seus projetos, exercendo as funções de adaptador, produtor e/ou ator nos seguintesespetáculos: A Queda, Das Cinzas, O idiota - Uma Novela Teatral, O Duelo, Na Selva das Cidades Em Obras, Medeamaterial, Díptico mundana: Guerra em Iperoig + Os Insensatos. Em seu currículo consta também atuações em séries e filmes de longa e curta metragem. BIA FONSECATrabalha há mais 20 anos como produtora, está apta a acompanhar o andamento dos projetos desde a produção e execução até a pós produção, o que inclui gestão financeira, logística, acompanhamento de criação de cenário, figurino, montagem, interação com atores e diretores, entre outras tarefas. Trabalhou com diversas companhias e artistas nesses anos, como Teatro Oficina, Cia Livre, mundana companhia, São Paulo Companhia de Dança, entre outros. Tem experiência em trabalhos no Brasil e no exterior. Atuou como produtora executiva no Teatro Oficina em obras como OS SERTÕES, de Euclides da Cunha (5 peças musicais), OS BANDIDOS, de Friedrich Schiller e CYPRIANO Y CHANTALAN, de Luiz Antonio Martinez Correa e Analu, entre outras. Na mundana fez O IDIOTA, de Fiódor Dostoiévski e NA SELVA DAS CIDADES, de Bertolt Brescht, entre outros. OTAVIO ORTEGAOtávio Ortega é pianista, acordeonista e produtor musical. Teve longa passagem pelo Teatro Oficina Uzyna Uzona, tendo participado de espetáculos como As Bacantes (Eurípedes), Cacilda! (José Celso Martinez Correa) e Os Sertões (Euclides da Cunha), todos com direção de Zé Celso. Junto com a mundana companhia, criou os espetáculos A Queda (Camus/ direção de Aury Porto), O Idiota (Dostoievski/ dir. de Cibele Forjaz) e O Duelo (Tchekov/ dir. de Georgete Fadel). Com o Grupo Pândega, fez a trilha sonora de As 3 Velhas (Jodorowski) e Why the Horse? (Fábio Furtado), ambas dirigidas por Maria Alice Vergueiro. Atualmente, está em processo de criação do espetáculo Quando o Discurso Autoriza a Barbárie, da Companhia de Teatro Heliópolis, com direção de Miguel Rocha. MARCOS BARBOSAMarcos Barbosa é dramaturgo com formação pelo Instituto Dragão do Mar (Fortaleza) epelo Royal Court Theatre (Londres). Textos de sua autoria incluem “Quase Nada”, “Auto deAngicos”, “Avental todo sujo de ovo” e “Necropolítica”. Encenado por diretores como AmirHaddad, Aury Porto (Mundana Companhia), Débora Dubois e Elisa Mendes, Barbosa colaborou, internacionalmente ,com companhias como Young Vic Theatre e Royal Court Theatre (Londres), Artistas Unidos (Lisboa), LaMicro Theatre (Nova Iorque), CELCIT (Buenos Aires) e Teatro D’Dos (Havana), entre outros. Doutor em artes cênicas pela UFBA, é professor da Escola Superior de Artes Célia Helena (São Paulo). ROGERIO PINTOFormado em Design pela UEMG, iniciou a carreira em 2007 com a Cia. Clara em Belo Horizonte. Desde de 2015 integra o núcleo de pesquisa da mundana companhia, participando dos projetos:Na Selva das Cidades; MEDEAMATERIAL; Máquinas do Mundo; Os Insensatos e Guerra emIperoig; foi assistente de Marisa Bentivegna em O Filho (Teatro Vertigem). Assinou o figurino dos espetáculos Cora (Núcleo Caboclinhas) e, A travessia de Maria e seu irmão João (Cia. Arthur Arnaldo). Co-assinou os figurinos de Os Baldios, Mississipi, A Arte de Encarar o Medo (Os Satyros), e a ópera Maria de Buenos Aires. Assinou o figurino de Elza Soares na turnê Deus é Mulher. No cinema foi figurinista da série documental do Dj Alok, O Futuro é Ancestral. VICTOR GALLYProdutor, Bacharel em Artes Cênicas, formado pela Escola de Teatro da UFBA. Atua desde2017 na produção do Festival MixBrasil de Cultura da Diversidade. No Teatro Oficina, ao lado da diretora de cena Elisete Jeremias, produziu e coordenou por dois anos a Ala do Teatro juntamente com a Escola de Samba Nenê de Vila Matilde. Com a mundana cia fez a assistência de direção de cena e contrarregragem na peça “O Duelo”, participando de festivais nacionais e internacionais como F ringe, em Edimburgo, e Festival Off de Teatro de Avignon. Integrou a equipe do espetáculo “Fuerza Bruta Wayra”, pela T4F, mesma empresa com quem assumiu o cargo de Stage Manager no musical “Antes tarde do que nunca”. Produziu os musicais Chicago e A Pequena Sereia pela IMM Live. MARTA AURÉLIAAtriz, cantora, compositora, performer, Marta Aurélia é também experimentadora da voz e do corpo na perspectiva da arte, saúde e autoconhecimento. Atua em teatro, cinema, performance, rádio, poesia, arte híbrida, canção popular, música experimental, arte sonora e improvisacional, noise, trilha sonora, música feita na hora, lives etc. Graduada em Comunicação Social Jornalismo, especializou-se em Teorias da Comunicação e da Imagem pela Universidade Federal do Ceará e por 30 anos foi locutora e produtora na Rádio Universitária FM/UFC. GUILHERME CALZAVARAGui Calzavara é multi instrumentista, ator, compositor e produtor musical. Dede 2004 integra a equipe do Teatro Oficina como ator e músico. Suas composições são influenciadas pela Bossa Nova, Bibo Calzavara, a banda Druques, o Teatro Oficina e Zé Celso, seu mestre em atuação e sonorização. Na mundana companhia trabalhou como diretor musical ou ator nos seguintes espetáculos: O Duelo, Máquinas do Mundo e Díptico mundana: Guerra em Iperoig + Os Insensatos. MARIANO MATTOS MARTINSArtista gráfico, designer e ilustrador digital sediado em São Paulo. Graduou-se na Universidade de São Paulo como bacharel em Publicidade e Propaganda pela Escola de Comunicações e Artes. Desde 2007, tem trabalhado como freelancer para uma ampla gama de projetos. É organizador do reconhecido livro “OFICINA 50+ Labirinto da Criação”, lançado em comemoração aos 50 anos do Teat(r)o Oficina. Entre seus principais clientes estão Sesc, Itaú Cultural, Teat(r)o Oficina, Secretaria da Cultura da Cidade de São Paulo, Banco Pan, companhias de teatro e produtoras audiovisuais do país. DANE DE JADE Rosiane Beserra de Oliveira "Dane de Jade".Brasileira, atriz-pesquisadora, produtora, arte-educadora, radialista e Gestora Cultural. Graduada em Ciência Biológicas pela Universidade Regional do Cariri - URCA, pós-graduada em arte- educação, pela Universidade Regional do Cariri - URCA, pós- graduada em Organizações de Terceiro Setor pela Universidade Estadual do Ceará/UECE, curso de Gestores e Conselheiros Culturais para o Desenvolvimento do Sistema Nacional de Cultura/SNC nas Regiões do Sul e Centro-Sul do Ceará pela Universidade Federal do Cariri/UFCA e Ministério da Cultura/MINC. Doutoranda em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra/Portugal. Criou e estruturou o Programa Cultura do SESC Ceará, concebeu a Mostra S… ZÉ DE BRITO Laços de família - Direção: Luiz l 2015 Zumbi dos palmares - Direção: Luiz l 2016 Romeu e Julieta - Direção e adaptação: Luiz l 2016 Cântico negro – Performance l 2016 Candeias - Intervenção urbano coletiva l 2017 Distintas Miradas - Intervenção urbano coletiva l 2017 A TRANSitar – Intervenção Performáticas – Direção: José Brito l 2018 Gritar - Direção: Andréia Paris l 2018 Romeu e Julieta - Direção e adaptação: Andréia Paris l 2019 IMPÉRIO Virtual – Direção: Kleber Benicio l 2018 – 2020 Duas vezes CEM – OAC l 2018- 2019 Rastros: 1 – Performance Coletiva - OAC l- 2019 Interno – EXTERNO - Performance I 2019 Infiltração - Performance l 2020 C.E.P (Cartas ao Espectador Pandêmico) O.A.C Sem Título.2021 WORK IN PROGRESS – Performance Coletiva no Brejo Santo – Direção: Zé de brito “Sem titulo.2022” Direção: Zé De Brito. Estreia em julho de 2022.“Quantos números tem?” Direção: Zé de brito; Co direção: Norbelia Duarte. 2023 -Espetáculo de Teatro circo. 2023 - Oficina de Aury Porto "Onde está o teatro?" 2023 - Oficina Fronteiras Permeáveis com Vera Hamburguer LAILA GARIN Laila Garin é cantora e atriz, mestiça. filha de baiana com francês. É formada em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Brasil. Começou a estudar teatro e canto lírico desde criança o que a levou a se especializar em obras musicais.No Brasil Laila destacou-se a primeira vez ao interpretar a cantora Elis Regina no espetáculo musical “Elis, A Musical”, cujo enredo é a biografia da cantora com direção de Dennis Carvalho. Por esse trabalho levou os mais importantes prêmios de melhor atriz de teatro, inclusive Prêmio Shell e APCA e ganhou notoriedade no país.Recentemente estreou na segunda temporada da série DOM da Amazon Prime Vídeo, como a personagem Marisa, mãe fictícia de Pedro Dom, que vive todos os dramas de uma família de um dependente químico.Participou do premiado filme de Aly Muritiba “Deserto Particular” representante do Brasil no Oscar 2022.Atualmente está em turnê com o musical de Clarice Lispector “A Hora Da Estrela ou o Canto de Macabéa" - Espetáculo com canções inéditas de Chico Cesar.No cinema pode ser vista como Clara Nunes no filme «Chacrinha, o velho guerreiro» que mais tarde se tornaria também série pra Tv globo. Em cartaz na Globoplay. E no filme “meu álbum de amores” de Rafael Gomes lançado em 2021.Laila estará em breve como um dos protagonistas da série FIM de Fernanda Torres filmada em 2021, com lançamento previsto para este ano na Tv globo e Globoplay. ALESSANDRA DOMINGUESAlessandra Domingues é iluminadora e artista visual que vive e trabalha entre o Brasil e a Suíça. É mestre em Teoria e Prática Teatral pela Universidade de São Paulo e graduada em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes de São Paulo. É artista interveniente na SP Escola de Teatro, em São Paulo desde 2010. Criou mais de 80 projetos de iluminação com músicos, intérpretes, diretores e coreógrafos de mais de dez países diferentes. No Brasil trabalhou com José Celso Martinez Corrêa, Cibele Forjaz, Carolina Biancchi, Newton Moreno e na Suíça, ela colaborou com Natacha Koutchoumov, Davide-Christelle Sanvee, Catol Teixeira, Olivia Csiky Trnka, Marthe Krummenacher, Isabelle Chaldek e Marvin M’Toumo. LEO PORTO CARREROA Trapiche Serviços, fundada em 2014, surgiu da experiência acumulada por seu proprietário, Leonardo Porto Carrero, que atua no mercado cultural há mais de 25 anos.Sua atuação tem como foco, produções cinematográficas, reality shows e publicidade, nasáreas de produção, platô (produção de set), direção de produção, produção teatral, montagem de exposições de arte, direção técnica de eventos, coordenação técnica e cenotecnia.Ao longo de sua carreira Leonardo já atuou em mais de uma centena de exposições dearte, videoinstalações, instalações e eventos culturais, nos setores de produção, montagem, cenotécnico e iluminação, além de realizar consultorias e projetos técnicos para teatros, cinemas e casas de espetáculos. DIOGO COSTADiogo Costa é figurinista de O Gorila, de José E. Belmonte, Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra, Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert, Campo Grande, de Sandra Kogut, O Animal Cordial e A Sombra do Pai, de Gabriela A. Almeida. Na TV fez Irmãos Freitas e Aruanas. No Teatro Oficina fez Cacilda!!!!, com a mundana companhia, O Duelo, Na Selva das Cidades, Máquinas do Mundo, com Felipe Hirsch, Fim e Lazarus. ANTONIO OCELIO DE SÁAntônio Ocelio de Sá Alencar é pintor e aderecista. Natural de Santana do Cariri, Ceará, onde reside atualmente. Por mais de 20 anos viveu na cidade de São Paulo onde foi aluno de Marco Giannotti e colaborador do cenógrafo e figurinista Fábio Namatame. Fez adereços para óperas, musicais e peças de teatro tais como Aída, Rigoletto, Sonho de uma Noite de Verão e A Pequena Sereia, entre outras produções de grandes instituições teatrais como o Teatro Municipal de São Paulo, Teatro São Pedro e Teatro Santander também em São Paulo, e Teatro Municipal do Rio de Janeiro. THASSILO WEBER É um diretor, roteirista e produtor audiovisual. Thassilo é formado em História pela faculdade de King’s College London e em direito pela BPP Umiversity. Participou como segundo assistente de camera nos longas ‘Avassaladoras 2’ e ‘Mamonas Assassinas’ da Total Entertainment. Como diretor de fotografia fez o documentário ‘Project Canvas’ e como diretor tem curtas premiados em Los Angeles, Londres e Roma com seus filmes ‘Memórias do Rio’ e ‘Emilia’. Como produtor, tem feito campanhas comerciais para a L’Oreal, e foi segundo diretor e assistente de direção para o canal de comédia ‘Parafernalha’. mundana companhia Desde o ano 2000, inspirados pela militância política dos artistas de teatro da cidade de São Paulo junto ao movimento “Arte contra a Barbárie”, Aury Porto e Luah Guimarãez desejavam criar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. Almejavam formar uma companhia teatral na qual, a cada projeto, idealizado e produzido necessariamente por um ou mais atores, um/a diretor/a, com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia, seria convidado/a a integrar-se a esta. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo com outros atores.A cada projeto, a companhia teria um quase novo corpo forjado na ideia de continuidade na transitoriedade. Assim foi gestada a mundana companhia.Essa companhia de encontros conscientemente transitórios tem seu nome integralmente grafado em letras minúsculas.Um esboço de Frátria para o século XXI.Apesar de elaborado desde a virada do século, o primeiro trabalho deste núcleo artístico só veio a realizar-se em setembro de 2007.Criações: Medeamaterial, Máquinas do Mundo, Necropolítica, Dostoiévski-Trip, Na Selva das Cidades- Em Obras, O Duelo, Pais e Filhos, O Idiota – Uma Novela Teatral, Tchekhov 4 – Uma Experiência Cênica, Das Cinzas, A Queda, versão de 26/2/2023.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Ceará
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Guaramiranga Ceará
Icapuí Ceará
Icó Ceará
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Jaguaretama Ceará
Lavras da Mangabeira Ceará
Limoeiro do Norte Ceará
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Mombaça Ceará
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Quixeramobim Ceará
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Senador Pompeu Ceará
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