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PRONAC 2314314Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Olhos abertos, olhos Cerrados

TERRA VIRGEM EDITORA E PRODUCOES CULTURAIS LTDA.
Solicitado
R$ 591,8 mil
Aprovado
R$ 591,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-20
Término
2025-07-21
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a edição e publicação de livro do fotógrafo Rui Faquini, com imagens produzidas ao longo de seus 50 anos de carreira.

Sinopse

Olhos abertos, olhos Cerrados (título provisório) é um livro com fotografias de Rui Faquini produzidas no Cerrado ao longo de sua carreira de 50 anos como fotógrafo. Nas imagens, Faquini traduz de forma elegante, direta e eloquente os viveres das paragens cerratenses. Através de sua documentação acompanhamos as transformações socioambientais desse vasto território. É um livro que mostra raízes, percursos, identidades, costumes e cultura de uma região do Brasil que vem se transformando rapidamente com o avanço do agronegócio. É uma obra que pretende ainda provocar no leitor uma reflexão sobre os rumos do futuro do Brasil.

Objetivos

Objetivos Gerais O objetivo geral deste projeto é executar todas as etapas da edição e publicação do livro Olhos abertos, olhos Cerrados (título provisório) do fotógrafo Rui Faquini com imagens produzidas ao longo de seus 50 anos de carreira. Objetivos Específicos PRODUTO LIVRO - Produzir e publicar 3.000 exemplares do livro "Olhos abertos, olhos Cerrados" (título provisório). Parte dos exemplares será distribuída gratuitamente e outra parte comercializada. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Realizar palestras gratuitas para alunos e professores de instituições públicas de ensino da cidade de São Paulo. 3 palestras para 100 alunos num total de 300 alunos.

Justificativa

Relevância do projeto As páginas impressas de um livro sempre tiveram enorme potencial para assentar memórias e histórias e ainda, incentivar mudanças e transformações. Portátil e independente de energia, o livro pode ser utilizado em qualquer lugar e ainda compartilhado em família ou com amigos. Enriquece uma comunidade quando integra uma biblioteca e durante décadas, leva adiante o propósito que fora impresso nas suas folhas de papel. O livro é sinônimo de cultura e esta característica une e atravessa gerações. Cultura não é apenas uma visão; cultura é um mundo recheado de mundos que se desdobram continuamente. Esse livro, Olhos abertos, olhos Cerrados (título provisório), através de suas imagens inspiradoras, reafirma a produção potente de cinco décadas de carreira de um fotógrafo fora do circuito comercial _ Rui Faquini _ e elucida a singularidade e identidade próprias que as fotografias do Cerrado representam no universo plural do Brasil. É um primeiro passo no sentido de um melhor e maior entendimento das peculiaridades do Brasil Central. Contribui para assentar visualmente a memória e história de uma região que vem se transformando rapidamente, sendo o seu bioma, o Cerrado, um dos mais ameaçados pelo desmatamento na última década. O projeto justifica-se como porta-voz das questões do Cerrado, manifesto de sua visibilidade/invisibilidade, num clamor para o não esquecimento. Trata-se de um projeto de raízes, de percursos, de identidades, de costumes arraigados, de descobertas. Um contraponto poético a provocar no leitor uma reflexão sobre os rumos que o Brasil traça para o seu futuro e para a sua identidade.E ainda, o projeto valoriza a continuidade e perseverança documental e artística de Rui Faquini, que durante os seus 80 anos de vida olhou amorosamente para os sertões ao seu redor. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar e concretizar a existência deste projeto. O desembolso necessário para produzir um livro com as características, especificações e qualidade aqui estabelecidas é muito elevado; sem o uso de recursos de incentivo cultural ele não consegue ser publicado. Permite não somente que o projeto ganhe a luz como também se torne acessível para parcelas da nossa sociedade que de outra forma estariam impossibilitadas. O projeto se mostra relevante também quando atende vários pontos estabelecidos pela Lei 8313 de 91. O uso do Incentivo Federal é fundamental para viabilizar a produção do projeto e facilitar o acesso da população a um produto de altíssima qualidade para que as pessoas possam exercer seus direitos culturais (Art 1º - Inc. I da Lei nº 8.313/91). O projeto promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais _ nesse caso específico o Cerrado brasileiro. (Art 1º - Inc. II da Lei nº 8.313/91). Protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira _ quilombolas, cerratenses, indígenas, caboclos _ e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e preserva os bens imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro (Art 1º -Inc. IV e Inc. VI da Lei nº 8.313/91). E também, o projeto estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; prioriza um produto cultural originário do País; transmite conhecimento, cultura e memória, além de ser uma obra que apoia outras atividades culturais e artísticas mediante a contratação de serviços para a elaboração da proposta. (Art 1º - Inc. VIII e IX da Lei nº 8.313/91). Ainda,o projeto realiza o fomento à produção cultural e artística mediante a edição de obra relativa às ciências humanas; estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, com a distribuição gratuita de exemplares do livro à população e dá apoio a outras atividades culturais e artísticas através da contratação de serviços para elaboração de projetos culturais, alcançando dessa forma o artigo 3º _ incisos II/b, IV/a e V/b da Lei nº 8313/91. Relevância do artista Rui Faquini rodou o mundo e foi através de Otto Stupakoff que se iniciou na fotografia quando morava no Irã na década de 60. Tornou-se um dos principais nomes da fotografia do planalto central a partir dos anos 1970. Mas antes das lentes de Rui, está o olho. E esses são do Cerrado. As imagens de Faquini nos traduzem de forma elegante, direta e eloquente o viver do Cerrado: os cotidianos de homens e mulheres arrodeados de águas, veredas e sequidão, de serras e sertões, numa região conhecida como Planalto Central do Brasil. Durante 50 anos, Rui percorreu pelas beiradas os caminhos, ora empoeirados, ora lamacentos, do Goiás, do Mato Grosso, do Tocantins, Rondônia e das Minas Gerais, trazendo de lá sutilezas e simplicidades, silêncios e devaneios. Conversas nas cozinhas e nos quintais, eternizando personagens que são a própria terra que habitam. Antes dele, ao longo de milênios, diversas etnias indígenas cruzaram essas terras e, suas aldeias eram os únicos marcos habitados perceptíveis nesses horizontes. Além dessa presença física, rastros de um passado imemorial estão materializados na forma de pinturas rupestres em paredes de grutas e cavernas espalhadas naqueles sertões imensos. Foi a partir do século XVI, no fluxo colonizador e exploratório que tomou conta das terras que mais adiante iriam ser chamadas de Brasil, que surgiram aqui ou acolá, vilas, vilarejos e quilombos, os quais durante os próximos séculos perfilaram um modo de vida próprio, que perdurou até os anos 1950, quando um novo fluxo migratório, constituído principalmente de colonos e suas famílias advindos do sul e do nordeste do Brasil, deu início a uma marcha desenfreada para a ocupação do oeste brasileiro. Rui foi testemunha das súbitas mudanças que essa marcha para o oeste imprimiu naqueles vastos territórios. Na sua adolescência estava nos canteiros da Novacap, observando o surgir da futura capital Brasília. A inauguração de Brasília em 1960 foi catalisadora de um processo de transformação dos entornos _ a modernidade iniciava seu rápido avanço atingindo em ondas desde os mais próximos até os mais distantes rincões _ e Rui muito perspicazmente foi documentando: as vilas que se transformavam em cidades, as manifestações culturais que poderiam desaparecer, a degradação ambiental em prol de um suposto progresso. Era sua maneira de criar a memória visual de uma região antes das mudanças inexoráveis que avassaladoramente estavam chegando. Hábil escritor, suas palavras recheiam as imagens de contextos. Viaja-se.A prosa de Rui faz-se ainda um maior pretexto para nos determos nos detalhes de cada imagem. E tornarmo-nos também um pouco cerratenses, brasileiros desse centro geográfico onde o céu e a luz são mais presentes.

Estratégia de execução

- Justificativa da despesa de passagens aéreas: Os trechos aéreos são estimados, uma vez que não houve definição da data do evento de lançamento do livro e das palestras, podendo compreender traslados em todo território nacional, trecho de ida e volta, de acordo com a localidade de origem do autor/palestrante Rui Faquini na data de ocorrência da atividade. Estimados trechos Brasília x SP x Brasília.

Especificação técnica

Especificações do livro CAPA dura formato fechado 21 x 25 cm em papelão 15 revestido em papel couché 150 gr impressão 5 x 0 cor laminação fosca frente verniz UV reserva frente GUARDAS formato aberto 42 x 25 cm em papel offset 180 gr impressão 1 x 1 cor MIOLO formato fechado 21 x 25 cm formato aberto 42 x 25 cm número páginas 204 páginas em papel couché 150 gr impressão 4 x 4 cores tiragem 3.000 exemplares textos em português e em inglês ENCARTE formato fechado 19 x 20 cm formato aberto 92 x 19 cm 4 dobras em papel off set 120 g/m2 impressão 1 x 1 cor

Acessibilidade

PRODUTO: LIVRO IMPRESSO O livro impresso com texto e muitas imagens é totalmente acessível ao público com deficiência física, idosos e cadeirantes; bem como aos deficientes auditivos. Acessibilidade Fisica no Lançamento do Livro: O lançamento do livro será realizado em local que possua adaptações físicas necessárias para receber pessoas idosas, cadeirantes e com necessidades especiais e assim facilitar e incentivar a participação e o acesso das mesmas no evento que é gratuito e aberto a todos. Item da Planilha Orçamentária: sem custo Acessibilidade deficientes visuais: elaboração e produção de Audiolivro - versão em áudio do livro impresso - com as adaptações necessárias como a elaboração de audiodescrições das imagens e adaptação do texto (onde necessário) com inclusão de audiodescrições, gravação do texto com vozes de narradores e inclusão de trilha musical e vinheta quando oportuno. Os arquivos de áudio do audiolivro serão disponibilizados gratuitamente no site do proponente e/ou encaminhados para instituições que assistem deficientes visuais, escolas e outras. Item da Planilha Orçamentária: Produto livro/ Gravação de Vozes Acessibilidade para deficientes intelectuais: o livro impresso pode ser apreciado por deficientes intelectuais. Livro com muitas imagens atrai a atenção de todos. Item da Planilha Orçamentária: sem custo PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAS - AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS Acessibilidade física: buscaremos realizar as palestras em escolas públicas que possuam adaptações físicas necessárias (rampas de acesso, banheiros adaptados, nivelamento do piso). Item da Planilha Orçamentária: sem custo Acessibilidade para deficientes auditivos e visuais: as palestras em escolas públicas serão gravadas e um vídeo de aproximadamente 20 minutos será editado com os melhores momentos. Uma versão acessível desse vídeo editado será produzida a partir da inclusão de audiodescrição de imagens, legendagem e linguagem de libras. Esse vídeo com recursos acessíveis será encaminhado para as escolas onde ocorreram as palestras para ser disponibilizado gratuitamente para os alunos com deficiência auditiva e/ou visual para que esses alunos especiais possam melhor desfrutar do conteúdo da palestra. Item da Planilha Orçamentária: Contrapartidas Sociais/Serviços de audiodescrição, Legendagem e Intérprete de libras Acessibilidade para deficientes auditivos: as palestras realizadas em escolas terão intérprete de libras. Item da Planilha Orçamentária: Contrapartidas Sociais/Intérprete de libras Acessibilidade para deficientes comunicacional: contratação de monitores treinados no atendimento de alunos especiais durante as palestras. Item da Planilha Orçamentária: Contrapartidas Sociais/Monitores

Democratização do acesso

Para garantir a democratização de acesso ao projeto propomos que: - 10% (dez por cento) da tiragem do livro terá distribuição gratuita promocional por patrocinadores (IN nº 1 de 2023, Artigo 27 Inciso I)- 10% (dez por cento) da tiragem do livro terá distribuição gratuita com caráter social ou educativo (IN nº 1 de 2023, Artigo 27 Inciso II)* por exemplo para alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.- Até 10% (dez por cento) da tiragem do livro terá distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto- 20% (vinte por cento) da tiragem do livro terá comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento de apresentação da proposta (R$ 1.320,00 sendo 3% igual a R$ 39,60)- 40% da tiragem do livro terá comercialização em valores a critério do Proponente Além do já disposto, outras atividades para Ampliação de acesso foram estipuladas para atender o artigo 28 da IN no 01/2023: - Doar 10% (dez por cento) da tiragem do livro para distribuição gratuita com caráter social (Inciso I)* para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência,beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; - Os arquivos do audiolivro do livro Olhos aberto, olhos Cerrados (título provisório) serão disponibilizados gratuitamente no site da editora (Inciso IV) - Trechos das palestras gratuitas proferidas pelo autor em escolas públicas serão gravados, editados e disponibilizados gratuitamente em vídeo no site e no canal do Youtube do proponente (Inciso IV) *Estes exemplares estão quantificados no Quadro do Plano de Distribuição na Distribuição Gratuita/População (onde constam 600 exemplares = 300 exemplares Art 27 Inciso II e 300 exemplares Art 28 Inciso I)

Ficha técnica

Terra Virgem Editora e Produções Culturais - Proponente Gestão do processo decisório A proponente, Terra Virgem Editora, é responsável pela idealização, criação e elaboração do projeto cultural estudando e delineando os caminhos artísticos e executivos de forma adequada e tomando todas as decisões durante a realização do projeto. Responsável também pela formatação da proposta, do projeto cultural e de todos os produtos culturais que dele fazem parte de forma a garantir conteúdo de excelência. Responsável primeiro pela realização das ações de democratização e ampliação de acesso e de acessibilidade. Conduz o processo criativo desde a sua gênese até a entrega do produto final. Responde por toda a estruturação do projeto, define a escolha dos profissionais e fornecedores de serviços, analisando os seus perfis. A integração e articulação harmoniosas dos talentos envolvidos é essencial para se obter a máxima sinergia no processo. Para atingir este objetivo, a Terra Virgem precisará manter com todos os envolvidos, frequentes conversas e eventuais readequações. Aprova a conceituação gráfica e o design subsequente, cuida para que todos os textos e imagens selecionadas para compor o livro dialoguem de forma clara e objetiva. Tem a responsabilidade de olhar o projeto como um todo. Faz a Coordenação Geral cuidando da fiel execução de todas as etapas do projeto. Responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira e a Prestação de Contas. A Terra Virgem também trabalhará pela captação do projeto, elaborando e encaminhando material de divulgação específico, pesquisando e contatando potenciais empresas patrocinadoras. Rui Faquini - Fotógrafo Imagens e Texto Nascido em Morrinhos, Goiás, em 1943, Rui Faquini é fotógrafo há mais de 50 anos. Chega a Brasília em 1958. Passa a se dedicar integralmente à fotografia a partir de 1970. Morou em alguns países como Irã, a antiga Iugoslávia e o Japão, onde se iniciou na fotografia. Durante sua passagem por alguns países como Suíça, Inglaterra e Itália, frequentou oficinas e estágios em estúdios de fotografia. Sua trajetória compõe-se tanto de trabalhos publicitários e documentais encomendados quanto projetos especiais na área cultural e meio ambiente. Atuou como freelancer até 1987 quando cria a Faquini Produção Fotográfica. Seu acervo abrange temáticas variadas, documentação maiormente realizada nos Cerrados do Brasil. Atualmente, Faquini continua registrando os interiores do Brasil, com ênfase no Cerrado e a Amazônia. Também desenvolve projetos publicitários e editoriais. Foi curador da Galeria Fotoponto em Brasília-DF, de 2010 a 2015. Foi diretor do Espaço Cultural Renato Russo, Brasília-DF, de 2007 a 2010. Fotógrafo free-lancer de 1978 a 1986. Foi orientador da atividade de Imagem e Movimento do Centro de Criatividade (atual Espaço Cultural Renato Russo) em Brasília-DF, em 1977/78. Na área de turismo, fez o Projeto Rotur na EMBRATUR: 25.000 quilômetros rodados em sete meses de documentação de locais pouco conhecidos com potencial turístico. Atendeu também a GOIASTUR e TURIMAT, entre 1974 e 1977. Foi responsável pela Fotografia-still do filme Joana Francesa, Alagoas, 1973. Roberto Linsker - Curador Responsável pela curadoria do projeto e pela produção de textos Roberto Linsker, brasileiro de 1964, fotógrafo, formado em Geologia pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, editor e publisher da Terra Virgem Edições. Desde 1994 criou e fotografou para as séries de livros Brasil Aventura, Cuidados pela Vida, Tempos do Brasil e Fotógrafos Viajantes. Como fotógrafo, publicou em 2006, Mar de Homens, O Mar é uma outra terra e Ilusão Posterior em 2014. É curador do projeto Archipelago, que reúne trabalho de 20 artistas em livro impresso, exposições fotográficas e debates. Recebeu o prêmio Picture of the Year2002 entregue pela National Geographic, em Washington. Foi contemplado com o 31º Prêmio Abril de Jornalismo na Categoria Cultura. Tem imagens nos acervos da coleção MASP-PIRELLI, no MAM-SP e junto a colecionadores particulares. Tem ensaios publicados em jornais e revistas brasileiros tais como Piauí, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Veja, Marie Claire, Vogue, entre outros. É colaborador frequente da revista National Geographic Brasil. Participou de dezenas de exposições fotográficas individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Ana Augusta Rocha – Jornalista Responsável pela produção de textos Ana Augusta Rocha é jornalista e publicitária com larga experiência na produção de livros e campanhas que envolvam as pessoas em causas que valham a pena. Dedicou sua experiência de trabalho nas grandes agências de publicidade, para criar peças de comunicação capazes de mobilizar as pessoas. Autora de mais de 40 livros. E editora de outros 40 livros publicados. Especializou-se em desenvolver projetos de comunicação e editoriais voltada para exaltar valores e contribuir para a construção de marcas mais relevantes. São alguns dos seus livros publicados: Coleção “Brasil Aventura” (6 títulos de 1994 a 2000), Coleção “Cuidados pela Vida” (5 títulos de 1996 a 2006) atuando como escritora e coordenadora. “As portas da Itália”, “Século XX: memórias de Bento Gonçalves”, “Mar Brasil”, “Café, porto e ferrovia” e “Levante e Lute”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.