| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10264663000177 | BBN Banco Brasileiro de Negócios | 1900-01-01 | R$ 361,0 mil |
| 01109184000438 | UNIVERSO ONLINE S/A | 1900-01-01 | R$ 346,0 mil |
| 21487382000108 | EVERYMIND CONSULTORIA E SISTEMAS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 37111377000128 | INVILLIA HOLDING SA | 1900-01-01 | R$ 13,0 mil |
Este projeto prevê a produção e temporada com 20 sessões do espetáculo As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, de RAINER WERNER FASSBINDER, pela Cia.BR116. Prevê também ações formativas de oficinas, palestras e encontros sobre o processo criativo do espetáculo e debates que abordem o ofício dos profissionais de artes cênicas.
Petra Von Kant é uma estilista de prestígio autossuficiente, muito inteligente e arrogante. Sua principal companhia é Marlene, sua secretária, assistente e empregada, que ela não cansa de explorar. Petra se apaixona perdidamente pela oportunista Karin e o conturbado relacionamento abala profundamente suas emoções.
OBJETIVOS GERAIS: O projeto de temporada de As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, a fim de fomentar a criação artística teatral da companhia, a formação de plateia e a difusão do teatro brasileiro na cidade de São Paulo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Quanto ao PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CENICAS, pretende-se realizar: - 20 apresentações com duração 80 minutos cada, da peça "As Lágrimas Amargas de Pietra Von Kant" na cidade de São Paulo. Quanto ao PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar uma oficina gratuita à população realizada pelos membros da Cia. BR116 com duração de três dias, garantindo a assistência e fomento à formação de novos profissionais na área da cultura em geral, abrangendo suas diversas vertentes como atuação, produção, cenografia e técnicas artísticas cênicas, garantindo assim a possibilidade de novos profissionais no mercado cultural mediante seleção. Proporcionar 3 encontros abertos ao público com especialistas renomados para debates sobre as formas de criação artística a fim de abrir novas possibilidades de aprofundamento em pesquisa teatral. A Cia. BR116 está continuamente debruçada em estudos buscando formas de novos e potentes diálogos com o público como já é hábito em seus trabalhos.
A Cia. BR116 completa mais de uma década de atuação e dentro da sua trajetória tornou-se uma companhia de teatro formadora de conhecimento, unidade de produção, de informação e cultura, voltada às artes cênicas. Este projeto justifica-se por dar continuidade às atividades que vêm sendo realizadas pela Cia. BR116 com a produção de um novo espetáculo de teatro e atende aos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Sobre BR116 Fundada há 10 anos por Bete Coelho, Gabriel Fernandes e Ricardo Bittencourt a partir da montagem do espetáculo O Homem da Tarja Preta de Contardo Calligaris, nasce a trupe BR116. Em 2010, estreia o espetáculo e Terceiro Sinal de Otavio Frias Filho, que volta ao repertório da companhia com temporária histórica no Teatro Oficina, onde recebeu mais de 2.900 pessoas e teve indicação ao Prêmio Shell de melhor atriz para Bete Coelho. Como companhia estável, a Cia já apresentou-se em turnês com todo o seu repertório por diversos estados brasileiros como SP, RJ, BA, PR e RS atingindo números expressivos de público por onde passa. Em 2019, a companhia - junto a uma parceria com o Sesc - monta Mãe Coragem de Bertold Brecht, com um público de mais de 8.500 pessoas em sua temporada no Sesc Pompéia. Sucesso de crítica e público, o espetáculo foi o vencedor do Prêmio Shell de melhor direção para Daniela Thomas e recebeu indicações de melhor atriz para Bete Coelho e melhor trilha para Felipe Antunes. Bete Coelho - renomada atriz, diretora e fundadora da companhia - tem em seu currículo trabalhos dirigidos por grandes diretores como Antunes Filho, Zé Celso Martinez Corrêa, Bob Wilson, Paulo Autran, Gerald Thomas e Radoslaw Rychcik. No ano de 2020, tendo suas atividades suspensas em decorrência da pandemia, a companhia encontra na junção do teatro ao cinema uma nova trilha para seus trabalho. Realizou o teatrofilme Medeia por Consuelo de Castro, indicado a 4 categorias do Prêmio APTR, incluindo melhor filme e melhor direção e premiando Bete Coelho como melhor atriz. No mesmo ano, produz e estreia Gaivota, também dirigido por Bete e Gabriel, indicado a duas categorias no Prêmio APTR. Em 2022, estreia Molly — Bloom, com direção de Daniela Thomas e Bete Coelho, espetáculo que teve sua venda de ingressos esgotadas para toda a temporada antes da estreia. Também realizou uma série de bate-papos e palestras onde a trupe e convidados renomados do cenário artístico brasileiro discutiram e debateram sobre os caminhos de criação artística e produção cultural. Em 2022, estreia Molly Bloom, com direção de Daniela Thomas e Bete Coelho e codireção de Gabriel Fernandes. O espetáculo foi indicado ao prêmio Shell de melhor cenário para Daniela Thomas.
Esse projeto prevê a apresentação da peça de teatro As Lágrimas Amargas de Pietra Von Kant em teatro, no formato palco italiano, em local ainda a ser definido na cidade de São Paulo.
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA No âmbito de acessibilidade física, todos os locais de realização do projeto são acessíveis, ademais por serem espaços públicos contendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade e piso tátil conforme normas das prefeituras e administradores locais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica pois o local será acessível. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficiente auditivo - O proponente disponibilizará intérprete de libras para total fruição dos espetáculos pelos beneficiários em 2 das 20 sessões. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 29 Deficiente visual - o proponente realizará descrição audiovisual em todas as sessões. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 46 PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, todos os locais de realização do projeto são acessíveis, ademais por serem espaços públicos contendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade e piso tátil conforme normas das prefeituras e administradores locais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica pois o local será acessível. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficiente visual - O conteúdo é acessível pois falado, e a proponente disponibilizará audiodescrição para sua total compreensão pelos beneficiários. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 53 Deficiente auditivo - haverá intérprete de libras nas palestras e oficinas oferecidas gratuitamente a população. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 52
Com o intuito de garantir acesso a arte para todos, esse projeto destinará os ingressos da seguinte forma, nos termos do art. 27 da IN 1/2023: I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. A Cia BR116 acredita na formação de plateia e por isso acha de profunda importância que todas as suas atividades tenham um público diversificado. Todas as palestras e oficinas da contrapartida social serão oferecidas de formas gratuitas e para admissão nos cursos será critério ser estudante do ensino público ou ser morador de comunidades carentes. Em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social esse projeto irá buscar formas de atingir grupos de jovens em vulnerabilidade social que se interessem por arte e queiram estar em nossas atividades. Como medida de ampliação de acesso, dentre as elencadas no Art. 28 da IN no 1/2023, o proponente opta por: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
A proponente Associação BR 116 será o única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Diretora Geral, Bete Coelho: atriz e diretora. Intérprete ícone dos anos 1980, protagonista de alguns espetáculos primorosos de Gerald Thomas, tais como Eletra Com Creta e Um Processo.Na formação de Bete entram diversos cursos, nas áreas de teatro, música, canto lírico, violino, dança clássica e moderna, realizados no Palácio das Artes em Belo Horizonte. Atua, a seguir, em espetáculos com direção de Carmen Paternostro: Noturno para Pagu, baseado no livro Pagu, Vida e Obra, de Augusto de Campos (1931); Lulu, a Caixa de Pandora, de Frank Wedekind, ambos de 1983; e já na formação do grupo Pagu Teatro e Dança, O que É Isso Gabeira?, inspirado em três livros do autor, 1984. Em São Paulo, junta-se ao Centro de Pesquisa Teatral - CPT, dirigido por Antunes Filho, integrando os elencos das remontagens de Macunaíma, adaptação da obra de Mário de Andrade (1893 - 1945), de Nelson Rodrigues - O Eterno Retorno, e a estreia de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, todas em 1984. Em 1986 desempenha a Micaela de Carmem Com Filtro, direção de Gerald Thomas, junto à Companhia Estável de Repertório - CER, de Antonio Fagundes. Com Eletra Com Creta, em 1986, torna-se parceira de Gerald Thomas, iniciando seus mais expressivos trabalhos, quase sempre como protagonista. Em 1986, fundam a Companhia de Ópera Seca e criam os espetáculos: Trilogia Kafka - Um Processo, Uma Metamorfose, Praga, em 1988; Carmem com Filtro 2 e Mattogrosso, ópera de Philip Glass e Gerald Thomas, em 1989; Sturmspiel, criado em Munique, Fim de Jogo, de Samuel Beckett e M.O.R.T.E., em 1990; The Said Eyes of Karlheinz Öhl, em Volterra, em 1991. Já fora do grupo, integra produções isoladas, com destaque para Rancor, de Otávio Frias Filho, direção de Jayme Compri, em 1993; Pentesiléias, adaptação de Daniela Thomas para a obra de Kleist, em que atua e dirige, em 1994; Os Reis do Iê-Iê-Iê, de Gerald Thomas, em 1997; Cacilda!, texto e direção de José Celso Martinez Corrêa, em 1999; mesmo ano em que dirige Iara Jamra em O Caderno Rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst (1930 - 2004). Ao final desse ano volta à cena em Pai, de Cristina Mutarelli, direção de Paulo Autran. Em 2002, está em Frankensteins, de Eduardo Manet, sob a direção de Jô Soares. E, em 2003, dirige Renata Melo, em A Caixa, de Patrícia Melo. Funda, em 2009, a Cia BR116, tendo realizado os espetáculos Homem da Tarja Preta, Terceiro Sinal, Cartas de Amor para Stalin, A Melancolia de Pandora e em 2019, Mãe Coragem, com direção de Daniela Thomas. Diretor Artístico, Gabriel Fernandes: formado em cinema pela FAAP em 2003, tem em seu currículo a direção do DVD “OS SERTÕES: O HOMEM 2” e “TANIKO” do Teatro Oficina, também ainda com o Oficina, filmou “OS BANDIDOS”. Montou e finalizou Vídeo-pílulas inspiradas no Festival de Teatro MIRADA no projeto IMERSÃO OLHO-URUBU e do Documentário “PAISSANDÚ – ONDE O CIRCO SE ENCONTRA”. No teatro destacamos os projetos que atuou como coordenador e assistente de direção: Mãe Coragem, com direção de Daniela Thomas e O caderno Rosa de Lory Lamby, direção de Bete Coelho. Conduziu a captação de imagem dos projetos A DAMA DO MAR - Bob Wilson - Registro exclusivo dos ensaios e das peças, CARTAS DE AMOR PARA STALIN e O TERCEIRO SINAL, da Cia BR116 e O IDIOTA - A partir da obra de Fiódor Dostoiévski - Mundana Companhia com a gravação das três peças e edição – 2010. Atriz e Diretora de Produção, Lindsay Castro Lima: Atriz e produtora cultural, integrou a equipe do Programa Momentum em 2018 como delegada brasileira no Festival de Edimburgo, na Escócia, a convite do British Council. Foi Coordenadora de Programas e Projetos para as bibliotecas na Secretaria Municipal de Cultura entre 2018 e 2019. Produziu o projeto Se o Título Fosse um Desenho Seria Um Quadrado em Rotação de Eleonora Fabião para o Festival de Curitiba de 2018. Em 2019 destacamos a produção local da estreia nacional do espetáculo As Comadres, com direção artística de Ariane Mnouchkine no Festival de Curitiba e sua temporada no Sesc Consolação em São Paulo. Entre 2016 e 2019 realizou a curadoria e direção geral de grandes projetos da Secretaria de Cultura da cidade de São Paulo como Jornada do Patrimônio, Aniversário da Cidade e Virada Cultural. Destacamos em 2019 a curadoria e concepção do Grande Cortejo da Memória pela Jornada do Patrimônio com direção de Georgette Fadel. Em 2020 assume a direção de produção da Cia. BR116, tendo como estreia o filmeteatro Medeia com Bete Coelho. É diretora de produção do novo projeto de Eleonora Fabião para a 34º Bienal de São Paulo em 2021.Atriz, Luiza Curvo começou a trabalhar como atriz em 1993 na televisão e participou de mais de 15 novelas e 5 series entre Rede Globo e Record.Participou dos longas metragem Ouro Negro de Isa Albuquerque e Bellini e o Demônio de Tony Bellotto.No Teatro, atuou em montagens como Closer de Patrick Marber, Cenas de uma Execução de Howard Baker, Eles não usam Black Tie de Gianfranco Guarnieri, Jornada de um Imbecil Até o Entendimento de Plínio Marcos, O Aquário de Cornélia du Prés.Como integrante da Cia Br116, trabalhou em O Terceiro Sinal de Otavio Frias Filho, Mãe Coragem de Bertolt Brecht ,no Teatro filme Medeia por Consuelo de Castro e em Gaivota de Anton Tchékhov..Formada em Cinema pela Estácio de Sá, cursou Direção Teatral na UFRJ, estudou construção dramática na EICTV, em Cuba e é pós graduada em cenografia e figurino pela Belas Artes. Tradutor, Marcos Renaux é tradutor e dramaturgista. Podemos destacar em seus últimos trabalhos a tradução de Medeametarial, direção de Marcio Meirelles, Contrabaixo e Caça aos Ratos direção de Antonio Abujamra, Oeste com direção de Marco Ricca, A Morte e a Donzela com direção de José Wilker, A Morte de Danton com direção de Sérgio de Carvalho. Também já trabalhou com Hector Babenco em Louco de Amor, Gabriel Villela em Mary Stuart e na Cia. BR116 realizou as traduções das montagens de Melancolia de Pandora, Mãe Coragem e Gaivota.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.