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PRONAC 2314377Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DOWN DANCE

INSTITUTO DE DANCA ALLAN LOBATO
Solicitado
R$ 196,5 mil
Aprovado
R$ 196,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Cabo Frio
Início
2024-02-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Cabo Frio Rio de Janeiro

Resumo

A presente proposta visa angariar recursos para manutenção do projeto "DOWN DANCE", cujo objetivo é dedicar atividades culturais através da DANÇA para pessoas com síndrome de Down e/ou transtorno do espectro autista (TEA) e/ou com outros tipos de deficiência que gerem limitações. Busca-se, por meio do projeto "DOWN DANCE", a formação integral deste grupo de pessoas, contribuindo para seu desenvolvimento sensorial, expressivo, artístico, cultural, social e cognitivo, bem como a ampliação de suas capacidades de aprendizagem, o aprimoramento de suas relações sociais e a melhor compreensão do mundo que os cerca por meio da linguagem universal representada pela dança. O "Down Dance" é um projeto cultural de dança inclusiva, caracterizado por ser um recurso artístico-terapêutico dedicado à inclusão social, com um inestimável valor de construção do ser humano.

Sinopse

O projeto prevê os seguintes produtos culturais: (1) oficinas de dança de salão, (2) baile, (3) espetáculo de dança: "Meu Mundo Down". As oficinas de dança de salão serão coordenadas por Allan Lobato, coordenador cutural do projeto, com o apoio de sua equipe de cultura. Serão 192 (cento e noventa e duas) oficinas de dança de salão ao longo de 48 semanas para 2 (duas) turmas de 15 (quinze) alunos, totalizando 30 (trinta) alunos. Todos os alunos são pessoas com síndrome de Down e/ou transtorno do espectro autista (TEA) e/ou com outros tipos de deficiência que gerem limitações. O projeto "DOWN DANCE" prevê ainda a realização de 1 (um) grande baile, no qual os participantes se reunirão para dançar, socializar e se divertir, juntamente com seus amigos e familiares, trazendo para o contexto social, sob a supervisão e apoio dos instrutores de dança de salão, as técnicas de dança lecionadas nas oficinas. Atinente à contrapartida social, o "DOWN DANCE" proporcionará uma apresentação pública, o espetáculo de dança "Meu Mundo Down", a ser realizado preferencialmente no Teatro Municipal de Cabo Frio, ou, na eventual impossibilidade, em outro local de relevância cultural definido pela equipe do projeto.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Oportunizar acesso a atividades culturais para pessoas com síndrome de Down e/ou transtorno do espectro autista (TEA) e/ou com outros tipos de deficiência que gerem limitações, por meio de oficinas voltadas à prática da dança de salão, pelo período de 11 (onze) meses. O projeto "DOWN DANCE" prevê ainda a promoção de 1 (um) grande baile, no qual os participantes se reunirão para dançar, socializar e se divertir, juntamente com seus amigos e familiares, trazendo para o contexto social, sob a supervisão e apoio dos instrutores de dança de salão, as técnicas de dança lecionadas nas oficinas. O "DOWN DANCE" proporcionará uma contrapartida à sociedade, que será uma apresentação pública: o espetáculo de dança "Meu Mundo Down", preferencialmente no Teatro Municipal da cidade de Cabo Frio, podendo eleger outro local de relevância cultural, de acordo com as circunstâncias verificadas à época. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Contratar profissionais com capacidade técnica para ministrar e conduzir as oficinas de dança. - Contratar profissional para organização de 1 (um) baile de dança de salão; - Contratar auxiliares administrativos e contábeis para auxiliar na inserção de informações na plataforma Salic durante a execução e prestação de contas do projeto; - Realizar 192 (cento e noventa e duas) oficinas de dança de salão, para 2 (duas) turmas de 15 (quinze) alunos, totalizando 30 (trinta) vagas gratuitas, sendo 96 (noventa e seis) oficinas por turma, com peridiocidade bissemanal e duração de 90 (noventa) minutos por aula. - Realizar 1 (uma) apresentação pública no Teatro Municipal da cidade de Cabo Frio, relativamente à contrapartida social.

Justificativa

Esta proposta de projeto cultural tem como finalidade a captação de recursos visando oportunizar que pessoas com síndrome de Down e/ou transtorno do espectro autista (TEA) e/ou com outros tipos de deficiência que gerem limitações, tenham acesso a atividades culturais relativas à DANÇA. Em seu escopo, incluem-se oficinas de dança, baile para a prática de dança de salão e apresentação pública de dança, que visam assegurar a estes cidadãos o pleno direito de acesso à cultura, num formato acessível, visando sua inclusão social e cidadania. Preliminarmente, cumpre destacar que o projeto "DOWN DANCE" já é realizado há 8 (oito) anos na cidade de Cabo Frio, para, em média, 20 (vinte) participantes, capitaneado pelo professor de dança Allan Lobato, renomado agente cultural da região, com ampla experiência e de reconhecida qualificação técnica, com mais de 25 anos dedicados à DANÇA. O projeto tem como principal fonte de recursos as contribuições feitas pelos pais, cujos filhos são pessoas que apresentam alterações genéticas, em sua maioria, a síndrome de Down. Cumpre registrar que a presente proposta atende fielmente o disposto no artigo 1º, incisos I, II, III, IV, V, VI e VIII da Lei 8.313/1991. Vale ainda ressaltar que o projeto ora proposto atende ainda o disposto no inciso I-c, e II-c, do artigo 3º também da Lei 8.313/1991. Inobstante, considerando o público-alvo a ser contemplado pelo projeto, composto por pessoas com síndrome de Down e/ou transtorno do espectro autista (TEA) e/ou com outros tipos de deficiência ou que apresentem espectros ou outras síndromes ou doenças que gerem limitações, cumpre registrar que esta proposta de projeto cultural está em plena consonância com os dispositivos legais previstos na Lei 13.146, de 6 de julho de 2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Note-se que, em que pese os esforços empreendidos pelo poder público em todas as esferas de governo, é sensível a enorme carência de políticas púbicas em quantidade e qualidade satisfatórias para lidar com os desafios específicos enfrentados pelas pessoas com deficiência. Diante do cenário social em que vivemos, é fundamental que governo e sociedade civil organizada estejam atentos às necessidades desse grupo de cidadãos e trabalhem constantemente para aprimorar as políticas voltadas para os deficientes, garantindo-lhes uma vida digna, segura e inclusiva. Neste aspecto, constituem-se como de especial relevância as ações que asseguram aos deficientes o direito à cultura e ao lazer, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, num formato acessível, que lhe permita a utilização do bem cultural em sua plenitude. Especialmente para as pessoas com deficiência, a cultura, através da dança, se revela como algo maravilhoso, uma atividade divertida, prazerosa, repleta de emoções, que fortalece o corpo, eleva a autoestima, engana a timidez, transforma nossa forma de sentir, pensar e agir, e traz uma série de benefícios físicos, mentais e sociais, tudo isso numa linguagem universal. O projeto "DOWN DANCE" possui em seu bojo uma série de valiosos atributos para os participantes. Dentre eles, destacam-se: (i) a promoção da inclusão social, permitindo que os alunos construam amizades sólidas - certamente um dos principais atributos do projeto - e ampliem sua confiança e autoestima; (ii) o favorecimento do desenvolvimento físico e motor dos alunos, com melhoria na coordenação motora, equilíbrio e força; (iii) o estímulo da aprendizagem cognitiva, com melhoria considerável na concentração, na memória e na compreensão de sequência de movimentos; (iv) o desenvolvimento das habilidades físicas de comunicação corporal, em suas várias formas de expressão corporal; (v) a riqueza de sentimentos e emoções, criando um ambiente de experiências valiosíssimas para uma melhor compreensão das pessoas com deficiência acerca dos ambientes em que estão inseridos. A maneira como a sociedade lida com a deficiência pode influenciar significativamente a qualidade de vida dos deficientes e sua participação na comunidade em que vivem. Pessoas com deficiência vivendo de forma mais ativa e socialmente integrada contribuem para uma sociedade mais sensível, solidária, resiliente e menos preconceituosa, possibilitando a compreensão de que a deficiência não define a identidade de uma pessoa, uma vez que muitos deficientes vivem vidas plenas, realizadas e felizes. Uma sociedade inclusiva e consciente das necessidades das pessoas com deficiência é mais justa, equitativa e enriquecedora para todos os seus membros. O Instituto de Dança Allan Lobato é uma instituição cultural, sob a forma de associação privada, sem fins econômicos, recentemente instituída e com recursos limitados. Para que o projeto "DOWN DANCE" possa ter continuidade e atingir os objetivos colimados, com a qualidade e o impacto social desejados, atribuindo uma gestão de riscos alinhada a seus beneficiários, que são pessoas com deficiência e por conseguinte demandam cuidados especiais e adoção de medidas de acessibilidade específicas, necessário se faz recorrer à Lei de Incentivo à Cultura, visando a captação de recursos para sua execução e consecução dos resultados.

Estratégia de execução

O Instituto de Dança Allan Lobato se responsabiliza por dar publicidade ao projeto "DOWN DANCE" por meio de sua promoção e divulgação, bem como ao apoio do Ministério da Cultura, com observância dos modelos constantes do Manual de Uso das Marcas do Pronac, disponível no Portal da Rouanet e está ciente de que a correta divulgação da Lei Rouanet é fundamental para o controle social, para o conhecimento do público em geral, para a motivação e o engajamento de novos patrocinadores e doadores, bem como para a evolução e a expansão do mecanismo de incentivo de fiscal. A equipe do projeto se reserva o direito de definir a data, horário e local de realização do baile e do espeáculo de dança, de acordo com a disponibilidade quando da execução do projeto, garantindo sua realização em clubes sociais, casas de espetáculos ou salões nobres da cidade, respeitando padrões de qualidade e acessibilidade exigíveis para o público beneficiário, as regras de gerenciamento de riscos do projeto, os custos orçamentários previstos e as normas de acessibilidade previstas na legislação, mormente na Lei 13.146, de 6 de julho de 2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), bem como o Decreto 9.404/2018, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Especificação técnica

O início da execução do projeto será marcado pela realização de uma aula magna, dedicada a todos os alunos inscritos e a seus familiares e/ou representantes legais, ocasião na qual será apresentado o detalhamento do projeto, contendo seus objetivos, produtos, equipe de trabalho, plano pedagógico e todas as demais informações inerentes ao projeto. Também neste evento serão tratadas questões históricas e culturais da dança de salão e, especialmente, os benefícios proporcionados pelo projeto aos seus participantes, relativamente à expressão corporal, socialização, exercício físico e diversão. As oficinas de dança contecerão ao longo de 11 (onze) meses e objetivarão introduzir os conceitos básicos e o ensino dos passos de cada estilo de dança. O projeto contemplará 96 (noventa e seis) oficinas para cada turma, com periodicidade bissemanal. Cada oficina terá a duração de 90 (noventa) minutos. O plano pedagógico do "DOWN DANCE" será distribuído em 4 (quatro) etapas artísticas, de acordo com cada estilo de dança selecionado para o projeto: o samba, o bolero, o forró e o soltinho. A "dança solta" será ampla e transversalmente utilizada em todas as oficinas, uma vez que trata de uma forma de expressão artística que enfatiza a individualidade e a criatividade dos dançarinos, sendo frequentemente usada em ambientes de dança terapêutica, onde a ênfase está na liberação de emoções e no autoconhecimento. A expressão "dança solta" refere-se a um estilo de dança que é caracterizado pela liberdade de movimento, improvisação e espontaneidade. Nesse tipo de dança, os dançarinos não seguem rotinas coreografadas estritas, mas em vez disso, eles se movem de forma livre e criativa, muitas vezes em resposta à música e ao momento. É uma forma de expressão artística que enfatiza a individualidade e a criatividade dos dançarinos, permitindo-lhes explorar uma ampla gama de movimentos e gestos. As primeiras oficinas de cada gênero de dança tratarão de uma abordagem teórica. As oficinas subsequentes serão práticas, prevendo o ensino da técnica, do sincronismo, da postura corporal e dos passos tradicionais, bem como de outros passos utilizados na atualidade. Em todas as suas fases, o projeto tratará de valores como respeito, empatia, solidariedade, justiça, educação, entre outros. Também serão destacadas as qualidades de uma pessoa, sempre vinculando-as à dança, como, por exemplo, determinação, sinceridade, pontualidade, paciência, resiliência, cordialidade, etc. As oficinas de dança contemplarão uma abordagem terapêutica, visando melhorar a coordenação motora, fortalecer a musculatura, aumentar a autoestima e aperfeiçoar a consciência corporal e o desenvolvimento das habilidades sociais e emocionais, sempre respeitando às necessidades e limitações individuais de cada pessoa com deficiência, podendo ser realizados inclusive ajustes nas coreografias, uso de músicas favoritas, instruções mais claras e aprofundadas e outras medidas de apoio que venham a ser necessárias. O projeto "DOWN DANCE" garantirá um ambiente inclusivo e acolhedor, onde todas as pessoas se sintam bem-vindas e respeitadas, incentivando a interação social entre os participantes e o envolvimento familiar e de cuidadores. As aulas práticas terão como ênfase o entretenimento, a conexão entre os dançarinos, a sociabilização e a integração entre os participantes, sempre respeitando as limitações físicas de cada indivíduo. Com o fito de atender às regras definidas no gerenciamento de riscos do projeto, as oficinas serão iniciadas com aquecimento e ginástica especial para fins de alongamento e condicionamento físico, visando adaptar o corpo para a realizaçao dos movimentos da dança com maior facilidade, e, principalmente, evitar lesões musculares. Serão realizados jogos mentais e corporais, para conscientização dos momentos alegres que serão vivenciados no transcorer das aulas e preparação para a sensibilização corporal. A partir do 6º mês, as oficinas de dança reservarão parte do tempo para preparação do espetáculo de dança: "Meu Mundo Down", cujo tema e coreografia será prévia e amplamente discutido com os alunos e seus familiares. O espetáculo será realizado ao final do projeto, no Teatro Municipal de Cabo Frio, ou, na eventual impossibilidade, em outro local de relevância cultural definido pela equipe do projeto. As oficinas buscarão o aprimoramento técnico de cada aluno, e seguirão um planejamento estratégico que observará as seguintes fases: (i) aquecimento rítmico; (ii) ensino prático dos passos básicos; (iii) trabalho de conexão entre os parceiros: trabalho em pares: liderança e seguidor, conexão e comunicação não-verbal; (iv) aprendizado da dança com ritmo e musicalidade; (v) revisões dos passos ensinados em aulas anteriores; (vi) aprofundamento dos passos básicos; (vii) coreografias de sequências de passos, (viii) coreografias de danças de salão para bailes. Ao final do projeto, haverá 1 (um) baile de dança de salão, que contemplará todos os gêneros de dança ensinados e marcará o encerramento da fase de produção do projeto. O baile terá como objetivo: a diversão e entretenimento, o aprimoramento físico, a sociabilização, o aprendizado e prática, a expressão artística, o relaxamento e alívio do estresse. Será um espaço onde os entusiastas da dança poderão se reunir, compartilhar sua paixão pela dança e desfrutar de uma experiência culturalmente enriquecedora. O baile será dedicado a todos os 30 (trinta) alunos, seus familiares e amigos, além de toda a equipe técnica do projeto.

Acessibilidade

As OFICINAS DE DANÇA promovidas pelo projeto "DOWN DANCE" são realizadas há 2 (dois) anos no GAI - Grupo de Apoio ao Idoso, instituição sem fins lucrativos sediada no município de Cabo Frio, que presta atendimento a pessoas idosas, e que dispõe da acessibilidade física necessária e suficiente para a manutenção do projeto. No tocante às atividades externas, quais sejam, BAILE e APRESENTAÇÃO PÚBLICA, sua realização se dará respectiva e prioritarimente em clube social com salão nobre que possibilite a realização de baile e no Teatro Municipal da Cidade de Cabo Frio, que, por força de lei, já contemplam medidas de acessibilidade física. A equipe de produção do projeto se compromete a verificar previamente se os locais selecionados cumprem as exigências legais relativas à acessibilidade, dispondo de rampas, corrimões e banheiros adaptados, buscando, sempre que necessário, atuar conjuntamente com os dirigentes dos espaços culturais selecionados para suprir eventuais limitações e promover as adequações necessárias para receber pessoas deficientes, com dificuldades de locomoção e/ou que possuam necessidades especiais. Cumpre ainda registrar que estes eventos contarão com intérpretes de libras, especialmente contratados para garantir a acessibilidade para deficientes auditivos. O projeto prevê reunião do tradutor de libras com o organizador dos bailes e a equipe responsável pela apresentação pública, previamente às atividades externas, visando garantir a qualidade da comunicação por Libras nos eventos culturais. A equipe de produção do projeto "DOWN DANCE" se responsabiliza por garantir e ampliar a acessibilidade, e disponibilizará monitores para auxiliar os deficientes físicos e cidadãos que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, dedicando-lhes locais específicos nos eventos e adotando as providências necessárias para que a participação destes cidadãos possa atingir máxima aderência cultural. Todos os produtos culturais previstos pelo projeto "DOWN DANCE" serão inteira e obrigatoriamente GRATUITOS e franquedos ao público em geral, de todas as idades, gêneros, cor e classes sociais, excetuando-se as oficinas de dança, que serão dedicadas exclusivamente às pessoas com síndrome de Down e/ou transtorno do espectro autista (TEA) e/ou com outros tipos de deficiência que gerem limitações.

Democratização do acesso

Em conformidade com o que dispõe o artigo 28, incisos IV e V, da Instrução Normativa MINC nº 1, de 10/04/2023, o projeto "DOWN DANCE" terá os registros audiovisuais das oficinas, do baile e da apresentação pública disponibilizados na página do Instituto de Dança Allan Lobato na Internet: https://institutoallanlobato.org.br, bem como em suas redes socias (Instagram e Facebook) e garantirá aos interessados a captação e veiculação de imagens de todas as suas atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Destaque-se ainda que todo o conjunto de ações e atividades culturais dedicados ao público-alvo do projeto será integralmente gratuito, não se atribuindo quaisquer despesas aos participantes selecionados.

Ficha técnica

Coordenador Cultural – Allan Lobato, Diretor-Presidente do Instituto de Dança Allan Lobato, Dançarino, Professor de Dança e Coreógrafo, com ampla experiência e de reconhecida qualificação técnica, com mais de 25 anos dedicados à DANÇA, sendo 22 destes no município de Cabo Frio, com Registro Profissional de Dança desde 2004, Membro do CID - Conselho Internacional de Dança da UNESCO desde 2018, com várias homenagens pelos trabalhos desenvolvidos com a dança na cidade de Cabo Frio, várias participações em Festivais de Dança, idealizador do Baila Comigo, importante projeto de dança desenvolvido nas cidades da Região dos Lagos, participação no programa televisivo “Caldeirão do Huck”, com Luciano Huck, tendo em seu portfólio vários projetos de elevado impacto social dedicados a pessoas com deficiências, como o “Cadeirantes na Dança” (aulas de dança para cadeirantes), o “Downtista” (aulas de dança para crianças com autismo), o “Sentindo a Dança” (aulas de dança para deficientes auditivos), o “Cegos por Dança” (aulas de dança para deficientes visuais) e seu principal projeto, o “Down Dance”, projeto de dança de elevada originalidade realizado há mais de 8 (oito) anos na cidade de Cabo Frio, dedicado a pessoas com síndrome de Down e/ou transtorno do espectro autista (TEA) e/ou que apresentem espectros ou outras síndromes, projeto que recebeu Moção de Aplausos da Câmara de Vereadores do município de Cabo Frio, que tem como um de seus principais produtos o espetáculo de dança “Meu Mundo Down”, tendo ainda recebido o título de cidadão iguabense pelo poder público do município de Iguaba Grande pelos trabalhos realizados em prol das pessoas com deficiência. Coordenador do Projeto - André Feijão (nome artístico), André Virgílio Oliveira Couto, Dançarino, Coreógrafo, Professor de Danças e Gestor Cultural, Estudante de Administração Pública na UFF e Jogos Digitais na Universidade Estácio de Sá. Experiência na área de Economia Criativa pela SECEC-RJ. Trabalhou como Educador, Instrutor, Artista e Produtor com ONGs, Projetos Sociais das Redes Federal, Estadual e Municipal de Cultural e Educação, como o PETI - Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, o Mais Cultura nas Escolas (Coordenador) e o projeto Mais Educação. Faz parte dos Projetos Sociais “Favela é Cultura” e “ Projeto Milagres”. Trabalhou também com projetos de formação de cultural da Caixa Cultural, SESC (último Circuito SESC de Artes SP) e SESI (último viagem teatral 2022) através de oficinas e espetáculos. Em 2017 foi curador e oficineiro da 25º edição do “Festival de Dança do Triângulo”, em Uberlândia. Em 2021 foi jurado do Festival de “DançainRio”. Jurado “Arena Hibrida” 2018. Professor do Evento “Rio Dance Lab” 2021. Curador e oficineiro festival OI Conexidade 2018, Coreógrafo das propagandas – Aniversários Supermercados Mundial 2018 e 2019, Beleza Natural 2022, Festival Sarará 2021 (Manifesto adiamento). Coreógrafo do Artista MC Zaac e do clipe: “Uma Pitada” - Mc Zaac Modelo Redley – Coleções “Prisma’, “Tropical” e “Dias sem Fim”, Dançarino Rock in Rio- Palco Street (2013 e 2014) e Palco New Order (2021). Participante Dance Off 2021. Em 2017 fez a abertura do programa “Fantástico” junto a Companhia Urbana de Dança (sendo a logo das chamadas). Já participou como Dançarino em programas da Rede Globo, como: Malhação, Zorra Total, TV Xuxa, Domingão do Faustão e Esquenta. Atuou como um dos protagonistas no filme Believe the Beat e do Documentário Fé na Batida (Giros Filmes, em exibição no canal Arte 1). Bailarino e Assistente de Produção na Companhia Urbana de Dança. Atua em Espetáculos e workshops Nacionais e Internacionais. Apresentaram no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 2018 e Festival Nacional Joinville 2015. Passagens pelos Estados Unidos (onde já dançou nos maiores centros Culturais do País (último foi Flórida 2022), Canadá, França, Itália, Colômbia, Argentina, Críticas no New York Times, Le Monde, Dance Magazine. Em 2010 ficou entre os melhores “performers” da temporada, de acordo com a Revista Dance Magazine, com citações em 2010 e 2014 pelo Jornal New York Times. Em 2010 ficou entre os melhores “performers” da temporada, de acordo com a Revista Dance Magazine, com citações em 2010 e 2014 pelo Jornal New York Times. Professor de Dança - Khristian Giovanney, Artista Dançarino, Professor de Dança de Salão e Produtor Cultural, com ampla experiência e de reconhecida qualificação técnica, com mais de 25 anos dedicados à DANÇA, sendo que 20 destes ministrando aulas como professor de dança na Região dos Lagos; com Licenciatura em Educação Física pela Universidade Salgado de Oliveira; Pós-graduação em Teoria e Movimento da Dança com Ênfase em Dança de Salão pela Universidade Estácio de Sá; cursos de dança de salão na Escola de Dança Márcio Valente, em Araruama; na Escola de Danças Jayme Aroxa, em Cabo Frio; no Estúdio de Dança André Negrão, em Niterói; e no Estúdio de Dança Leandro Azevedo, no Rio de Janeiro. Atualmente atuando como Professor de Dança de Salão nas escolas públicas de Araruama pela Prefeitura Municipal da cidade e no Núcleo de Dança Khristian Giovanney, que se dedica ao ensino de dança de salão para adultos, crianças e pessoas da melhor idade, tendo participado de vários eventos importantes como o Festival Internacional de Dança de Cabo Frio, EAFFERJ, Ritmos à Dois – Joinville, com atuações premiadas como dançarino e coreógrafo e professor nos Festivais de Dança de Salão em Juiz de Fora (MG). Ex-integrante da Cia de Dança Márcio Valente, bolsista da Escola de Dança Jayme Aroxa, atualmente fazendo aulas no espaço Leandro Azevedo. Ministrou aulas em diversos workshops e é o idealizador e organizador dos eventos “Dance Araruama", "Samba Dance Araruama", "Zouk Araruama” e “Samba Funk Araruama”, que acontece uma vez por ano na cidade de Araruama. Atuando também no projeto social de dança de salão na Escola Agostinho Franceschi, em Araruama, onde nasceu a “Cia de Dança Aracê”. Apresentações em várias cidades do estado do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Trabalhos de televisão na Rede Globo, em novelas, programas e filmes. Membro da banca de avaliação no Sindicato dos Profissionais da Dança do Estado do Rio de Janeiro. Assistente cultural - Adelina Leocádia da Costa e Silva Abreu, participante do Projeto Conviver e Aprender, desde 2017, no qual exerce trabalho voluntário com pessoas com síndrome de down e seus responsáveis. Promove letramento e treinamento de atividades diárias e envelhecimento saudável e desenvolve rotinas para mehoria da saúde emocional e psicossocial dos assistidos e de seus pais, especialmente aqueles em idade avançada. Promove atividades físicas e psicomotricidade, supervisionada por profissionais da área, bem como atividades artísticas como dança, artes, música, produção de figurinos, montagem de peças teatrais e musicais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.