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PRONAC 2314405Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Guasu

HARRISON BRUCE ARAUJO WAEGER PRODUCAO TEATRAL
Solicitado
R$ 431,0 mil
Aprovado
R$ 431,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-05-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto GUASU consiste na realizaça~o de uma temporada, com 22 apresentações, de um Espetáculo de Artes Cênicas de teatro musical original sobre a Guerra do Paraguai, na cidade do Rio de Janeiro em 2024. Com direça~o de Vilma Melo, textos e letras de Bruce de Araujo, direça~o musical de Muato e Fred Demarca. Além de oficina teatral gratuita e um ensaio aberto.

Sinopse

Espetáculo: "Guasu"é um musical que conta a história de cinco soldados brasileiros que, durante a Guerra do Paraguai, depois de um ataque, se perdem da tropa e tentam a todo custo, juntos, voltar ao Brasil pela fronteira do Mato Grosso do Sul. Oficina Teatral Gratuita "Diálogo musical": Ministrada por Fred Demarca, Luísa Vianna e Bruce de Araujo, com 10 encontros, totalizando 40 horas de aula, a oficina se propõe a debater e dialogar sobre as estruturas dramatúrgicas e estéticas do teatro musical no Brasil, além de realizar, junto a alunos, práticas de cena.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Produto Espetáculo de artes cênica: Uma temporada de 22 apresentaço~es na cidade do Rio de Janeiro, do espetáculo GUASU, com ingressos populares. Objetivo específico: Produto Contrapartida social: Uma oficina teatral gratuita de 10 dias, com 40 horas de trabalho para alunos e professores da rede pública. Ministrada por Bruce de Araujo, Fred Demarca e Luísa Vianna. Produto Contrapartida social: Um ensaio aberto para alunos e professores da rede pública. Ações de Acessibilidade: 4 apresentações com intérprete de LIBRAS. Contrato com teatros de fácil acesso, com rampas, banheiro adaptados. Treinamento para a equipe sobre pessoas Pcd intelectual Ação de democratização: - Ações de formação de platéia. Além de: - Fomentar a dramaturgia do teatro musical brasileiro. - Criar memória nacional e sentimentos de pertencimento. - Educar atrave´s da poesia. - Entreter e, ao mesmo tempo, falar sobre assuntos relevantes para a sociedade. - Democratizar o acesso aos bens culturais. - Incentivar o protagonismo negro, indi´gena e LGBTQIA+ nos produtos culturais.

Justificativa

O projeto GUASU visa a realização de uma temporada, de 22 apresentações, de um espetáculo original de teatro musical brasileiro que leva, pela primeira vez aos palcos, a Guerra do Paraguai pela visão dos soldados, fora do contexto épico das grandes lideranças, através de multilinguagens como teatro, literatura, poesia, dança, música e audiovisual. Não há muitos musicais com histórias brasileiras, levando realizadores culturais a importarem obras musicais estrangeiras. E com isso, todo o pensamento criativo sobre a obra. No projeto Guasu, diálogos, danças, músicas, letras coreografias, cenário e figurinos são criados por profissionais brasileiros. Dentro de um mercado tomado por produção importadas estrangeiras, o musical original brasileiro Guasu representa um grande avanço na pesquisa de nossa identidade artística dentro desse gênero. Há um desconhecimento geral da população brasileira sobre a Guerra do Paraguai. Com o conhecimento de sua própria história, um povo se sente mais pertencente à sua terra. A obra apresenta 5 soldados brasileiros completamente distintos entre si, representando nossas 3 etnias fundadores: indígena, negra, branca. É surpreendente para o público ver a história de seu país encenada através de cantos e danças, mostrando a Guerra do Paraguai com a transposição da poesia. Ainda mais tendo a característica de levar à cena personagens como soldados gays, indígenas e negros, ainda marginalizados como potência protagonista da história do Brasil. O projeto é representativo pois toca em temas da diversidade e multiplica seu potencial criando conhecimento da história do Brasil enquanto discute temas atuais como racismo, homofobia e etnocídio. O projeto tem em sua equipe profissionais conceituados e premiados com os mais importantes prêmios teatrais, musicais e cinematográficos, ratificando a excelência artística do produto cultural. O dramaturgo ganhou o Prêmio do Humor 2021. A direção recebeu o prêmio Shell. E há no elenco premiados e indicados aos prêmios Cesgranrio e ao Kikito de Gramado. Com negros, indígenas, gays e mulheres em cargos de poder e protagonismo, o projeto preza pela diversidade e igualdade. Com o intuito de democratizar o acesso a bens culturais, o projeto prevê 4 apresentações acompanhadas de um intérprete de Linguagem Brasileira de Sinais LIBRAS. A solicitação do projeto GUASU junto à Lei de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria para projetos que promovam a diversidade e o verdadeiro conhecimento da nossa história. Sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país e promover o desenvolvimento e autonomia do mercado de teatro musical brasileiro. Há uma dificuldade enorme de se conseguir realizar temporadas longas na cidade do Rio de Janeiro. As peça passam mais tempo ensaiando do que apresentando. Esse cenário se estabelece devido a falta de recursos financeiros para manter um espetáculo com elenco numeroso. A Lei de Incentivo à Cultura permitirá que busquemos parceria com empresas privadas que buscam fomentar a cultura brasileira, a fim de que o projeto alcance mais público e possa viver o ciclo de uma longa temporada numa praça cultural do porte do Rio de Janeiro. A Lei de Incentivo à Cultura também nos permitirá a prática de ingressos populares e cotas gratuitas para público alvo explicitado no item ligado a democratização de acesso a bens culturais. Além de oficina teatral gratuita e ensaio aberto do espetáculo com o objetivo de compartilhamento de saberes e formação artística. Por fim, a lei permitirá empregar dezenas de profissionais com salários dignos e ótimas condições para se realizar todos os nossos objetivos artísticos e sociais com o musical original brasileiro GUASU.

Estratégia de execução

É preciso reafirmar que o musical GUASU tem 14 músicas originais escritas em português, mas também em iorubá, efon, kimbundo, tupi-guarani, língua do povo Guaicuru, língua do povo Apurinã. Essa junção de idiomas originários e ancestrais com o português é uma tentativa artistica de colocar em cena os idiomas que eram falados pelas pessoas na época da Guerra do Paraguai. As letras das músicas, assim, multiplicam a relevância cultural do projeto, pois nos apresenta as línguas ancestrais em diálogo com o tempo presente. Fazendo com que a linguagem se renove. Além disso, há músicas sobre momentos importantes de nossa história como a Batalha de Riachuelo. Transformando o espetáculo GUASU em um potente documento nacional narrado de forma poética e alcançando cúmplicidade com o público. Currículo da empresa proponente: Harrison Bruce Araujo Waeger Produção Teatral; reconhecida por seu nome fantasia Ayráújo Produções é uma produtora teatral liderada pelo ator, dramaturgo e produtor Bruce de Araujo. A empresa vem desde 2016 realizando produtos artísticos que tiveram relevância no cenário cultural e receberam ótimas críticas especializadas. Com o desejo de uma arte mais diversa, inclusiva e comunicativa, a produtora vem somando parcerias com grandes profissionais e colocando em prática valores anti lgbtfobia, anti assédio, anti capacitista e anti racista. Ao mesmo tempo, vem fomentando a dramaturgia nacional com, até então, 4 obras de textos originais brasileiros. Além do espetáculo GUASU, sua mais recente realização, que fez temporada no SESC Copacabana em outubro de 2023 e é dirigida por Vilma Melo, a empresa produziu: A publicação e lançamento do livro de poemas “Leia Antes Que Eu Jogue Fora”, de Bruce de Araujo. O monólogo “Estudo Sobre a Maldade”, com direção de Miwa Yanagizawa, em 2017 no Centro Cultural Municipal Sérgio Porto, Casa de Baco. E também com apresentações em festivais como Literópolis - 2018 (pela Escola Sesc do Ensino Médio) e I Festival Internacional e Teatro Laboratório de Samambaia - DF, em 2022. A peça “Mazorca na Bandalha”, vencedora do Prêmio do Humor 2021 (concurso nacional de dramaturgia criado pelo artista Fábio Porchat), dirigida por Vilma Melo que fez temporada em outubro de 2022, no Rio de Janeiro. E foi indicada a melhor texto no Prêmio do Humor 2023. Presta serviços como produtor executivo para a Cia dos Bondrés - RJ, como na realização do espetáculo “Batalha de Máscaras Balinesas”, em 2018/2019, no Teatro Ipanema - RJ, e em “Eram os Poetas Astronautas?” (onde também fez colaboração dramatúrgica) que ficou em cartaz no portal do SESC RIO no youtube em 2021. Representou o ator Bruce de Araujo em dois musicais dirigidos por João Falcão: “Ópera do Malandro” e “Gabriela - Um Musical”, na série da HBO “Pico da Neblina”, dirigida por Quico Meirelles. E também na Websérie teatral A Quarta Zaragata Porvindoura, onde escreveu e atuou sob a direção de Georgette Fadel. Representou o ator Bruce de Araujo, nas temporadas do CCBB-RJ e CCBB-SP, no espetáculo “12 Anos ou a Memória da Queda”, com direção de Tatiana Tibúrcio e Onisajé.

Especificação técnica

Espetáculo de teatro musical com 90 minutos de duração. Detalhamento técnico: - > Medida idea de palco: 8mX10m. largura/profundidade. 6m de altura. - > Cenário: Lona de caminhão no chão, 8mX10m (podendo ser dobrável conforme o espaço), peso de 35 kg. 7 árvores com base de metal espalhadas no palco, altura 2 metros, peso de 2 kg cada. Elementos cênicos como panelas, varas, guarda- chuva, 70 botas soltas pelo espaço, itens de vestuário como cenário e tripé de fundo infinito no fundo do palco. Instrumentos musicais (2 atabaques, 1 violão, 1 reco-reco, 1 zabumba), garrafa de vidro embalada em couro fofo, 1 bandeira. Total: 200 kg. Cenário móvel. Uso de água em pequena quantidade dentro de duas panelas. 2 Camarins com espelho e banheiro, 4 araras de roupa tamanho padrão. > Rider de iluminação:.ADB Europe DVW105 38/57 - 6 CP/90 230V .Fresnel 1000w - 8 CP/70 230V .PAR 64 - 9 CP/60 240V - VNSP .PAR 64 - 6 CP/61 240V - NSP .PAR 64 - 12 CP/62 240V - MFL .PAR LED 64 RGBAW /lens 15 deg / 11 LED .PC 1000W - 16 CP/70 230V .Source 4 Jr - 25/50 Zoom - 22 HPL 575W/230V/X Preferência por mesa de luz titan one. > Rider de som: 4 shot gun AT897 04 AT Pro 45 04 Caixas Yamaha HS50 (ou alguma do mesmo nível) Cabeamento do material. Valor máximo de Carga: 500 kg

Acessibilidade

O projeto GUASU prevê as seguintes ações de acessibilidade: Acessibilidade Física: - Preferência por contratação de teatros com fácil acesso a sala de espetáculos; com rampas, guias tãteis, banheiros adaptados para pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção. Acessibilidade para PCd intelectual: - Treinamento da equipe e elenco do espetáculo sobre práticas anticapacitistas. Acessibilidade para PCD visual: - 4 apresentações acompanhadas por um intérprete de LIBRAS - Impressão e distribuição de 100 programas do espetáculo escritos em Braille.

Democratização do acesso

Para democratização de acesso à cultural, o projeto GUASU prevê as seguintes ações: - Cota de 15 ingressos gratuitos por sessão para alunos da rede pública de ensino. - Cota de 15 ingressos gratuitos por sessão para professores da rede pública e privada. - Cota de 15 ingressos gratuitos por sessão para moradores de comunidades periféricas. - Cota de 15 ingressos gratuitos por sessão para pessoas oriundas de povos indígenas. - Prática de ingressos populares. - Prática de meia entrada para: Enfermeiros; técnicos de enfermagem, diaristas, motoristas de ônibus, garçons, garis e professores da rede pública de ensino. Além de: Uma oficina teatral gratuita de 10 dias, totalizando 40 horas de aula para alunos e professores da rede pública. Um ensaio aberto para 100 alunos de artes cênicas de escolas técnicas, faculdades, cursos livres; e alunos e professores da rede pública.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA: Elenco: Fred Demarca Higor Campagnaro Lucas Sampaio Luísa Vianna Matheus Dias Bruce de Araujo Yumo Apurinã Texto, Letras e Coordenação de Produção: Bruce de Araujo Direção: Vilma Melo Assistente de Direção: Fernanda Dias Direção Musical: Muato e Fred Demarca Arranjos Vocais e Preparação Vocal: Guilherme Borges Coreografia: Rodrigo Nunes Figurino: Fernanda Garcia e Priscila Pires Cenário: Cachalote Mattos Iluminação: Anderson Ratto Design de Som: Rossini Maltoni Cenotécnico: Moises Cupertino e Felipe Cabral Arte Gráfica: Giulia Santos Vídeo e Projeção: Caco Chagas Fotógrafo: Ronald Santos Cruz Fotógrafo de Cena: Renato Mangolin Assistência de Produção: Pedro Barroso Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Comunicação Assistência de Produção: Pedro Barroso Realização: HBAW Produção Teatral; Ayráújo Produções Direção de Produção: Kawaida Cultural - Aliny Ulbricht e Raíssa Imani Bruce de Araujo é ator, dramaturgo e produtor teatral. Foi aluno da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, e desde muito jovem tem participado de grandes produções. Desde 2017, vem realizando trabalhos autorais com sua produtora. Participou das temporadas do CCBB-RJ e CCBB-SP, do espetáculo “12 Anos ou a Memória da Queda”, com direção de Tatiana Tibúrcio e Onisajé. Esteve em dois musicais dirigidos por João Falcão: “Ópera do Malandro” e “Gabriela - Um Musical”, na série da HBO “Pico da Neblina”, dirigida por Quico Meirelles. Em seus trabalhos autorais se destacam a peça GUASU que escreveu, produziu e atuou, no SESC Copacabana em outubro de 2023, dirigida por Vilma Melo; a websérie teatral A Quarta Zaragata Porvindoura, onde escreveu e atuou sob a direção de Georgette Fadel. Produziu a peça “Mazorca na Bandalha”, vencedora do Prêmio do Humor 2021 (concurso nacional de dramaturgia criado pelo artista Fábio Porchat), dirigida por Vilma Melo, em 06 de outubro de 2022, no Rio de Janeiro. Indicada a melhor texto pelo Prêmio do Humor 2023. Realizou o monólogo “Estudo Sobre a Maldade”, com direção de Miwa Yanagizawa, em 2017 no Centro Cultural Municipal Sérgio Porto, Casa de Baco. E também com apresentações em festivais como Literópolis - 2018 (pela Escola Sesc do Ensino Médio) e I Festival Internacional e Teatro Laboratório de Samambaia - DF, em 2022. Vilma Melo é diretora, atriz, e professora de artes cênicas formada em bacharelado e licenciatura plena pela UNIRIO desde 1991. Ao longo dos 33 anos de carreira esteve presente em grandes espetáculos e produções audiovisuais. Em 2017, se tornou a primeira atriz negra a ganhar o Prêmio Shell na categoria de Melhor Atriz pelo espetáculo Chica da Silva – O Musical e conta ainda com diversas indicações e premiações ao longo de sua carreira. Na televisão, é a protagonista da série “Encantado's" (Rede GLOBO) e também interpreta Maria Expedita no seriado Segunda Chamada (2019); além de estar presente em novelas como Avenida Brasil e Jóia Rara. Trabalhou também em curtas, como Prefiro Não Ser Identificada (direção de Juliana Muniz), e em longas-metragens, a exemplo de Três Verões e Campo Grande, ambos dirigidos por Sandra Kogut. Dirigiu, entre muitos, os espetáculos “Meus Cabelos de Baobá” e “Salvador - Anoiteceu e é Carnaval”. A atriz dá nome ao Diretório Acadêmico do CLA da Uni-Rio, além de participar de Rodas de Conversas em eventos e palestra para alunos, tanto na Uni Rio como na PUC- RIO. Raíssa Imani é Mestre em Sociologia pela UERJ, utiliza o acúmulo das pesquisas sociais no desenvolvimento de projetos culturais com impacto social na cidade do Rio de Janeiro. É sócia fundadora da produtora Kawaida Cultural e Educacional. Temáticas como relações raciais e de gênero, branquitude, representação na mídia e cinema, atravessam sua atuação no meio científico e cultural, e estão presentes de alguma forma nos projetos que escreve, produz ou coordena. É fundadora da Kawaida Produção Cultural e Educacional, uma produtora que abrange o audiovisual, festivais e iniciativas educacionais com ênfase cultural. Idealizou e coordenou diversos cursos regulares e livres como o Ujamaa-Vivência Afro Referenciada em Economia e Investimentos em parceria com a Barkus Educacional e o Kawaida Cursos - Curso Afro Referenciado em Francês. Em 2023 seus mais recentes trabalhos foram o filme O Porteiro, com estreia nacional no cinema, as peças teatrais 12 Anos ou a Memória da Queda no CCBB do Rio de Janeiro e em São Paulo, Ninguém Sabe Meu Nome que circulou em Salvador, Minas Gerais, São Paulo e no Rio de Janeiro, e Guasu que teve estreia no SESC Copacabana no RJ. Muato é cantor, ator, diretor e produtor musical que tem se destacado pela sua atuação em diversas funções artísticas. Diretor musical de espetáculos teatrais, recentemente recebeu o prêmio APTR pela música de "OBORÓ, Masculinidades Negras", ao lado Cesar Lira. Marca sua linguagem pela utilização de recursos expressivos, como percussão vocal e corporal e arranjos vocais com sonoridades não convencionais. Fundou a Orquestra de Pretxs Novxs. Como produtor musical, foi premiado na Europa pelo Awards Deutscher Rock & Pop Preis 2019, ganhando em sete categorias, entre elas, "Melhor Disco de World Music", "Melhor Disco de Pop Latino" e "Melhor Arranjo". Fez direção musical de grandes espetáculos como “Chega de Saudade” e “Admirável Sertão de Zé Ramalho”, ambos com direção de Marco André Nunes, e “Negra Palavra - Solano Trindade” de Orlando Caldeira e Renato Farias. Fred Demarca faz parte das bandas "Pietá" e “Selva Lírica". Formado em artes cênicas pela Unirio. Foi gravado por Paula Santoro,Marília Schanuell,Luisa Toller,Daíra Sabóia,André Muato, Escambo Banda e outros. Fez parte de grandes espetáculos, entre eles “Gabriela - Um Musical” direção de João Falcão. Participou da minissérie da Rede Globo “Amor te Amo”, criada por Guel Arraes. No álbum O som da ladeira, o cantor dá voz a um repertório inteiramente autoral composto por parcerias do artista com André Lacerda (coautor de Valha-me, Rio), Elvis Marlon (É o Carnaval que está para chegar), Iara Ferreira (parceira de Demarca em Miragem, em Tá na cara, vê! e em Zabé, segura o mano!) e Manu da Cuíca (Um grito). Yumo Apurinã é ator em formação em Artes Cênicas - Teatro pela CAL - Casa das Artes em Laranjeiras. Atualmente atuando em KARAÍBA (2023), dramaturgia de Idylla Silmarovi, direção Rafael Bacelar. Atuou em O BALCÃO (2022), de Gean Genet, direção de Renato Carrera. Escreveu e atuou nas cenas solos OS MEUS OLHOS (2021), TIBIRA E A MÃE (2020), ganhadores dos prêmios do FESTICAL ONLINE: 2o lugar de Melhor Ator e 2o lugar de Melhor Cena; e 1o lugar de Melhor Ator, respectivamente. Entre seus últimos trabalhos como ator estão RICOS DE AMOR 2 (2023), de Bruno Garotti; O TURISTA APRENDIZ (2022), de Murilo Salles; os espetáculos KRUM (2021), de Hanoch Levin, direção de João Batista; TYBYRA - UMA TRAGÉDYA YNDYGENA BRASYLEYRA (2021), leitura dramática do texto de Juão Nyn, direção de Renato Carrera; INIMIGO DA CLASSE (2019), de Nigel Williams, direção de David Herman. Foi indicado ao Prêmio APTR 2022 e 2023 na categoria Jovem Talento – Troféu Manoela Pinto Guimarães por sua atuação em POR DETRÁS DO BALCÃO, direção de Renato Carrera, e O BALCÃO, também direção e Renato Carrera. Luísa Vianna é atriz, cantora e produtora. Formada em Comunicação Social na UFF. Atualmente, retorna a Bibi - uma vida em musical como alternante no papel de Bibi Ferreira. Em 2021, protagonizou a opereta Bem no Meio, no teatro Oi Futuro, e O Pescador e a Estrela no CCBB, ambas de Karen Acioly. Esteve em Suelen Nara Ian, peça de Luísa Arraes com direção de Débora Lamm. Por este trabalho foi indicada a melhor atriz em teatro infanto juvenil no Prêmio Botequim Cultural e no prêmio CBTIJ. Em 2019, realizou sua primeira peça independente, Fonte Ovejuna, com sua companhia Fricta Cia. Seus trabalhos anteriores foram “Não Vamos Pagar!” e “As Conchambranças de Quaderna”, ambas com direção de Inez Viana. Em 2016, esteve no elenco de Gabriela – Um musical de João Falcão.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.