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O projeto visa levar a exposição de artes imersiva "Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente", gratuita e destinada ao público infantil, para cinco cidades brasileiras, pelo período de um mês em cada cidade, de forma a promover a integração entre arte e natureza, fruição estética e reflexões e ações em defesa da arte e do meio ambiente.
O projeto “Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente” visa a circulação da exposição, destinada ao público infantil, com classificação etária livre, e corresponde a um conjunto de estruturas e atividades organizadas em torno das relações entre casa, corpo, cidade e meio ambiente. Fazem parte deste conjunto: 15 corpos-casas (estruturas tridimensionais), 1 estufa (para plantio de sementes e desenvolvimento de mudas); 8 casulos (sendo 4 desses casulos destinados à comunicação via rádio e 4 deles para contato com narrativa falada, com texto especialmente feito para o evento, que dialoga com o conteúdo da exposição); e a TV Cidadela, onde o público dá entrevistas e faz comentários sobre o que vivenciaram na Cidadela (os registros são coletados e editados para exibição no site do projeto). A exposição conta com monitores para a orientação do público e está alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas e propõe debater transversalmente os objetivos de Desenvolvimento Sustentado: ODS 04 - Educação de qualidade, ODS 05 - Igualdade de gênero e empoderamento feminino, ODS 11 - Cidades e comunidades sustentáveis, ODS 13 - Ação contra a mudança global do clima e ODS 15 - Vida terrestre. O projeto mantém um canal de comunicação ativo com o público através do hotsite, do blog e das redes sociais da exposição, com propostas de interação através de totens cenográficos, fotos, textos e artes gráficas. Em resumo, a estrutura da exposição, com a previsão de atuação de monitores, é a seguinte: 15 casas e 8 casulos - sendo 4 rádios de comunicação e 4 narrativas faladas com o resumo da exposição (previsão de dois monitores); 1 estufa (1 monitor); tv Cidadela (1 monitor) e mais 1 monitor para a entrada.
Produto principal: Exposição de Artes Área: Artes Visuais Segmento: Exposição de Artes Visuais Objetivo Geral: O objetivo do projeto "Cidadela - Cidades sustentáveis e meio ambiente" é realizar a circulação da exposição de artes imersiva de mesmo nome, gratuita e destinada ao público infantil, por 5 (cinco) cidades brasileiras (Crato/CE, Cuiabá/MT, Registro/SP, Taubaté/SP e Salvador/BA), com a duração de 1 mês em cada cidade e alcançando um público estimado em 20.000 (vinte mil) pessoas, sendo 4.000 (quatro mil) pessoas em cada cidade visitada. Produto principal: Exposição de Artes Área: Artes Visuais Segmento: Exposição de Artes Visuais Objetivos específicos: - Realizar a circulação da exposição imersiva "Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente", de forma aberta e gratuita, pelas cidades de Crato/CE, Cuiabá/MT, Registro/SP, Taubaté/SP e Salvador/BA, e permanecendo pelo período de um mês em cada cidade. - Realizar uma oficina destinada aos 5 (cinco) monitores da exposição de cada uma das cidades visitadas, totalizando 25 pessoas atendidas no projeto, com a participação dos artistas criadores dos setores da exposição e dos produtores, e com duração de 6 horas, de modo a fazer a capacitação das mesmas para o atendimento do público e a mediação cultural que esse tipo de evento demanda, contribuindo, assim, para a formação de profissionais na área. - Fazer a manutenção do site e das redes sociais vinculados à exposição, com inserção de informações e registros fotográficos e audiovisuais, de modo a permitir a divulgação do evento nas cidades visitadas, a interatividade com o público à distância e a visitação virtual à Cidadela. - Realizar uma palestra, com a participação de Maria Zuquim, criadora da obra, em cada uma das cidades visitadas, totalizando 5 palestras, a fim de refletir sobre as potencialidades e desafios da arte para a infância, especialmente quando o tema é a defesa do meio ambiente. A palestra acontecerá em teatro ou auditório com capacidade mínima de 100 pessoas. A estimativa do total de público na soma das 5 cidades é de 500 pessoas.
Como ocorre em outros setores das expressões artísticas, não são muito comuns as produções de exposições de artes plásticas e visuais destinadas às crianças. Quando acontecem, tais exposições ficam, muitas vezes, restritas a adaptações de biografias e de obras de artistas conhecidos e à reprodução digital, com acréscimos sonoros e atividades educativas complementares - atividades que os produtores costumam divulgar como sendo de experiência imersiva - que nem sempre são expressões artísticas nacionais. Sem subestimar o valor e a qualidade de tais propostas, entendemos que o acesso a outras possibilidades de criações artísticas é necessário para o desenvolvimento da relação do público infantil com as obras de arte. Entendemos também que outros temas e modos de fazer e vivenciar a arte precisam ser abordados, a fim de promover e ampliar a relação da criança com a experiência estética e com a realidade a seu redor, especialmente no que diz respeito ao meio ambiente. "Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente" é uma produção alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas - ONU - e propõe debater transversalmente alguns dos objetivos do Desenvolvimento Sustentado, tais como: ODS 04 - Educação de qualidade; ODS 05 - Igualdade de gênero e empoderamento feminino; ODS 11 - Cidades e comunidades sustentáveis; ODS 13 - Ação Contra a mudança global do clima;e ODS 15 - Vida terrestre. Inserida no contexto da crescente conscientização de adultos e crianças a respeito da importância da defesa do meio ambiente, a obra, de autoria da artista e educadora Maria Zuquim, se organiza em torno das relações entre arte e natureza, corpo e meio ambiente. Além do tema norteador definido para conduzir a criação da obra, a preocupação com a interação do público com as estruturas que compõem a "Cidadela" direcionou a escolha dos materiais e a disposição das peças no espaço da exposição. Composta por um conjunto de estruturas e organizada em diferentes setores integrados, a obra pode ser descrita como uma pequena cidade - a Cidadela - em que as peças estão distribuídas no espaço levando-se em consideração a experiência imersiva em pontos fundamentais para a conscientização da importância do meio ambiente combinada com a experiência sensorial dos visitantes e com atividades que possibilitam a interação do público com a obra e com o tema. Tendo sido exposta no Sesc Pompéia, na cidade de São Paulo, no ano de 2022 - ainda durante a pandemia de Covid-19, quando recebeu um público superior 8.000 visitantes -, e com exposição prevista para novembro e dezembro de 2023 na Caixa Cultural da cidade de Fortaleza/CE - com público estimado em 4.000 pessoas -, o evento é pensado especialmente para estudantes e professores da rede pública e particular de ensino das cidades que visita, além de alcançar artistas, famílias e interessados em geral. No caso do projeto "Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente", o público estimado é de 4.000 (quatro mil) pessoas por cidade visitada, totalizando 20.000 (vinte mil) pessoas. A circulação por diferentes cidades brasileiras é uma oportunidade de ampliar o acesso às informações e à experiência sensorial da obra, levando-a para regiões afastadas dos grandes centros e localidades compostas de pessoas de baixa renda, onde o contato com esse tipo de estrutura e expografia não é costumeiro. A importância do nosso projeto para o entendimento do universo infantil e sua relação com o meio ambiente é o que trazemos como contribuição para a formação de público, e, ao mesmo tempo, nos permite pensar sobre a percepção do próprio espaço expositivo e de seus aspectos sensoriais: cores, sons, formas, cheiros, que exaltam o lúdico e amplificam os sentidos. Por meio da exposição "Cidadela", desenvolvemos novos parâmetros de fruição no espaço físico e no espaço virtual através, por exemplo, da publicação de imagens e reflexões no site da exposição "Cidadela". Desejamos criar uma ponte entre a criança, a obra de arte e seus familiares, acompanhantes, educadores, artistas e pesquisadores para reconhecer, vivenciar as relações que estabelecemos entre nossos corpos, nossa casa e o mundo que nos cerca. O mecanismo de incentivo se faz necessário por possibilitar a difusão cultural, a geração de postos de trabalho, a movimentação das economias locais, democratizando o acesso e promovendo a acessibilidade ao produto cultural, sobretudo por se tratar de uma exposição que irá circular por mais de uma região brasileira e, por tais razões, se enquadra nos incisos citados abaixo, em conformidade com o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Compartilhamos abaixo informações complementares sobre o site do projeto: A previsão é de que o site reunirá, como conteúdo principal, uma ampla EXPOSIÇÃO VIRTUAL, com fotografias, peças e vídeos que estarão expostas na mostra. Projetado com “design responsivo”, ou seja, uma linguagem que permite ótima experiência de visualização, fácil leitura e redimensionamento rápido para várias resoluções de tela, o site poderá ser consultado igualmente e com as mesmas funcionalidades em computadores tipo desktop e laptop, em tablets de todas as marcas e modelos e em celulares tipo “smartphone”. O conteúdo será dinâmico, ou seja, pode ser atualizado a qualquer momento, conforme o que for definido pela direção do projeto. O site, em todas as plataformas, terá acesso livre e gratuito pelo endereço cujo domínio será devidamente registrado pelo proponente do projeto junto ao Registro.br. CONTEÚDO O site “Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente” deverá disponibilizar o seguinte conteúdo: - ampla galeria, em formato de EXPOSIÇÃO VIRTUAL; - galeria com fotos adicionais; - todos os textos e legendas que fazem parte da exposição; - todo o conteúdo do catálogo que acompanha a exposição, devidamente adaptado para o formato do website, para que possa ser consultado na internet de forma adequada; - expediente indicando todos os envolvidos no projeto, assim como a régua de logos, conforme manual do PRONAC MinC; - release produzido pela assessoria de imprensa contratada pelo projeto, com fotografias disponíveis para download, para que jornais, revistas e sites possam fazer uso do material para suas publicações; - descrição dos objetivos do projeto. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO O site será organizado de acordo com a árvore de navegação abaixo: HOMEPAGE 1. Slider principal A página principal do site estará estruturada com uma foto principal em forma de “slider”, ou carrossel de imagens, em que várias fotografias podem ser vistas uma depois da outra, em sequência. O número de fotografias constante do “slider” será definido pelo responsável pela publicação do site, devendo levar em consideração a velocidade de carregamento da página. As fotos deverão ter legendas e créditos, indicando autoria, seguindo legislação vigente de direitos autorais. 2. Caixinha de chamadas Abaixo da foto principal, deve haver três caixinhas de chamadas com fotos, cada uma remetendo a uma página importante do site, como, por exemplo, o Catálogo do site. Esse conteúdo está indicado apenas a título de exemplo, podendo ser modificado a qualquer momento, conforme o site vai sendo atualizado, visto que o conteúdo é dinâmico. 3. Navegação A navegação principal do site será horizontal, na parte superior da página e trará hiperlinks para todas as páginas importantes do site, tais como Catálogo, Galerias, Participe, Agenda, Expediente, Contato, Projeto, Mídia. Os títulos são citados aqui apenas a título de exemplo, podendo haver outros, sendo que alguns podem ser excluídos ou modificados pelo redator responsável pelos textos, seguindo critérios jornalísticos e as necessidades do projeto. 4. Agenda No pé da página principal, haverá uma agenda onde serão publicados todos os eventos relativos ao projeto, no período de sua execução. PÁGINAS INTERNAS 1. Galeria A galeria de imagens deverá reunir todas as fotografias captadas na mostra. A galeria pode ser publicada de forma unificada, com todas as fotos em um único portfólio, ou em galerias separadas, conforme necessidade do projeto e definição do redator responsável. Os títulos mencionados são a título de exemplo, podendo ser modificados, receber acréscimos ou ser excluídos, conforme critério do executor do site. As fotografias poderão receber uma marca d’água, para garantir que não sejam reproduzidas indevidamente, garantindo assim os direitos autorais dos artistas. 2. Projeto Uma página fará uma descrição, em texto, dos objetivos do projeto, com todas as etapas, as cidades e o perfil das escolas e das comunidades que serão atendidas. 3. Imprensa Nesta, serão disponibilizados todos os releases produzidos pela assessoria de imprensa contratada pelo projeto, assim como “thumbnails”, ou seja, miniaturas de fotografias escolhidas para divulgação, para download na própria página. O objetivo é que jornais, revistas e sites possam buscar ali informação para suas publicações de forma simples e rápida. Também haverá indicação sobre onde buscar informação adicional e outras imagens e fotografias com maior resolução, caso seja necessário. 4. Expediente do projeto Todos os créditos do projeto, incluindo os créditos de artistas, produção, direção, produção do catálogo, produção das cartilhas, produção das oficinas, produção do site e outros, devem estar reunidos nesta página. Também deve estar publicada nesta página a régua de logotipos, conforme manual disponibilizado pelo PRONAC-MinC, após aprovação no SalicWeb. 5. Outras páginas Outras páginas podem ser desenvolvidas conforme definição da direção de projeto, sendo acrescidas às acima.
O projeto “Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente” prevê a circulação da exposição pelas cidades de Crato/CE, Cuiabá/MT, Registro/SP, Taubaté/SP e Salvador/BA), com a duração de 1 mês em cada cidade, sendo que a exposição é aberta ao público, gratuitamente, de terça a domingo. Na semana anterior à exposição é realizada a capacitação dos 5 (cinco) monitores contratados para a exposição. Durante o período em que a exposição estiver na cidade visitada, será realizada a palestra com Maria Zuquim, artista criadora e diretora do evento, que tem duração de 1 hora e 30 minutos e público previsto de 100 pessoas por localidade, totalizando 500 pessoas no projeto como um todo. O funcionamento da exposição e as áreas de interação do público com as estruturas seguem a concepção abaixo: Na criação da artista Maria Zuquim, a sua própria silhueta é a medida de quinze Mini Mundos que justapõe o fluxo dos corpos e suas distintas emoções, no cotidiano das casas e das dinâmicas da natureza. As Casas-Corpos têm paredes como pele feitas de tecido e suas portas e janelas que se abrem para os novos habitantes: o público. Cada Mini Mundo apresenta parte das moradias, representando a semelhança da escala macro: quintal, varanda, corredor, biblioteca, oceano, etc., e as organizações celulares que constroem nossos corpos. As vivências sensoriais - tato, visão, olfato, paladar, audição - aparecem nos cenários internos, como objetos sensíveis, pelos arranjos narrados por feixes de luz, de cores, de texturas, e cheiros. As obras ganham vida através dos movimentos, com técnicas de teatro de animação, arte eletrônica, construção de autômatos e musicalidades, realizando uma intersecção de linguagens artísticas. A espacialidade da exposição Cidadela é criada pelo entrelaçar de bambu e metal; em sua entrada há um portal que é uma estufa, onde sementes são plantadas e os novos habitantes fazem um auto retrato. Inspirada nos movimentos das raízes e nos pesos das montanhas, as estruturas da Cidadela dão suporte às moradias, Casas-Corpos, e escorrem no espaço como água, formando o percurso concêntrico de visitação. As estruturas raízes criam a proteção e a conexão entre as Casas-Corpos, desafiando o/a visitante a explorar uma metáfora da nossa urbanidade e da sustentabilidade das nossas cidades. Espalhadas pela Cidadela, estas estruturas entrelaçadas mesclam-se aos Casulos, como pequenas casas conexas. A Casa-Corpo Casulo estabelece uma comunicação com as demais e também com os corpos dos visitantes, que passeiam pelo espaço guiados por uma musicalidade que proporciona uma experiência sinestésica e imersiva; possibilita também uma reflexão sobre o meio que nos cerca, o território físico, social, e nossa inserção nele. Desta forma, a Cidadela é concebida como um território livre, onde o público pode explorar suas subjetividades em contato com os valores de pluralidade, inclusão e da cultura de sustentabilidade como proposição do fazer e do sentir a arte. Segue anexado o projeto expográfico com maiores detalhamentos.
De modo a garantir maior acessibilidade à exposição, o projeto irá providenciar as seguintes medidas: Produto principal: Exposição de Artes Área: Artes Visuais Segmento: Exposição de Artes Visuais MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. A exposição vai contar com acessos exclusivos para pessoas com necessidades especiais, entradas com rampas de acesso, piso tátil e espaços largos para facilitar a movimentação de cadeirantes. Item do orçamento para acessibilidade prevista: não se aplica. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição. Em cada montagem das 15 casas, haverá a colocação de código QR. Ao acionar o código, o visitante abre o hotsite do projeto, que oferece audiodescrição detalhada de cada casa e ainda a audição das 15 músicas selecionadas para cada uma das casas. Item do orçamento para acessibilidade prevista: não há custo previsto, pois já estará inserido no site do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: haverá texto explicativo sobre as obras no espaço da exposição e, também, no hotsite do projeto, que poderá ser acessado por meio do código QR. Item do orçamento para acessibilidade prevista: não há custo previsto, pois já
A exposição “Cidadela - Cidades Sustentáveis e Meio Ambiente” é aberta à população em geral e de ingresso gratuito, com a presença de monitores para a orientação do público, possibilitando o amplo acesso aos produtos culturais desenvolvidos pelos artistas vinculados ao projeto. Além disso, conforme artigo 28 da IN no 01/2023, o projeto adotará as seguintes medidas para ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; A ação paralela será a realização de palestras, com a participação de Maria Zuquim, criadora da obra, em cada uma das cidades visitadas, conforme objetivo específico. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A proponente será remunerada pelas rubricas de direção geral e coordenação administrativa-financeira, também será responsável pela gestão do projeto como um todo e por todas as decisões concernentes à realização do mesmo. MARIA HELOU ZUQUIM Função: Direção Geral Premiada artista, cenógrafa, figurinista, ilustradora e educadora, formada em Educação Artística, pela Unesp, e em Cenografia, pelo Espaço Cenográfico e Artes Plásticas – FAAP. Entende a arte e a educação como potências transformadoras. Com uma trajetória dedicada em grande parte ao público infantil, trabalha com o universo onírico e fantástico para contar histórias. É uma criadora que transita entre muitos suportes, matérias, técnicas e expressões, quase sempre costuradas pelas artes têxteis. A amplitude de sua produção aparece em seus distintos trabalhos, tais como: o quadro bordado vencedor do Concurso CONTRASTES MAB FAAP; a intervenção interativa “Fauna InFesta”, na exposição Augusto de Campos no Sesc Pompeia; o espaço lúdico “Tantas Artes”, do Sesc Consolação; e as direções de arte dos espetáculos “O Príncipe Feliz”, premiado pelo 13° Festival Cultura Inglesa, “Mário e as Marias”, premiado pela APCA; “Os Saltimbancos”, indicado ao prêmio FMSA. Atualmente dedica-se à Exposição Cidadela. ISA BANDEIRA Função: Curadora Arquiteta e artista premiada, Isa Bandeira é Doutora em Comunicação e Cultura, pela Universidade de São Paulo, e Mestre em História e Historiografia da Arte, pela Universidade de São Paulo; Graduada em Arquitetura e Urbanismo, pelo Instituto Metodista Bennett, e Graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pós-Graduada em Administração Pública, pela UniCesumar. Participou das seguintes Curadorias e expografias em artes visuais: Curadora brasileira convidada para a Bienal de Arte Contemporânea em Maputo, Moçambique, 2014, Exposição Rastros; Intercâmbio África e Brasil, Vitória, Espírito Santo, 2015; Exposição Identidades, Bibliaspa, São Paulo, 2021; Exposição Visão do Paraíso, Centro Cultural Brasil-Moçambique, São Paulo, Moçambique, 2022; Exposição Formas de Voltar para Casa, Espaço 8, São Paulo, 2022. Atua na produção pedagógica de oficinas de artes para crianças, adolescentes e adultos e ministra cursos na área de Arte Africana Contemporânea em Centros Culturais e ONGs. É membro do Centro de Estudos de Religiosidades Contemporâneas e das Culturas Negras, CERNE-Universidade de São Paulo, USP. Possui também Especialização em Planejamento Urbano e Regional, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Especialização em Análise e Avaliação Ambiental, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. HELOISA PIRES LIMA Função: oficineira Porto Alegre (1955), é doutora em antropologia social. Desde 1995, atua no circuito editorial como escritora, editora e pesquisadora da área, tendo como foco a origem continental africana. Trabalhou na coordenação da pioneira coleção Orgulho da Raça (ed Memórias Futuras,1995), criou e foi editora da Selo Negro Edições - Grupo Summus editorial (1998-2002) -, e foi consultora do programa Livros Animados - Canal Futura/Fundação Roberto Marinho (2004-2006). No que diz respeito às representações culturais, acumula expertise tanto na esfera pública (SMEs, MEC), quanto na esfera privada (Coordenação Projeto Brasil Plural/ Editora Melhoramentos), atuando também em Ongs e instituições nacionais (Ceert, Cenpec) e internacionais (Unesco). Ministra cursos n’A Casa Tombada, é Conselheira da Casa Sueli Carneiro e é curadora do Rodas Literárias. Autora de dezenas de obras, foi jurada do Prêmio Jabuti, na edição de 2022. MÔNICA CARDIM Função: oficineira e fotógrafa Pesquisadora premiada e artista multimídia, sua prática combina fotografia, audiovisual, processos educativos e pesquisa acadêmica. Doutoranda em Artes pela Pós-Graduação em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo, pesquisa a relação entre identidade e poder em retratos fotográficos. Em 2022, realizou a instalação / performance “Protocolo Diário”, no Museu de Arte Contemporânea da USP, por meio do Prêmio em História em Artes Visuais, pelo PROAC-SP. Sua produção artística e acadêmica tem circulação internacional, tendo participado no Festival Nacional de Cultura Afro-Argentina, no Germanic Center of Art History, França. Atuou como coordenadora, docente e assessora em espaços culturais e instituições, tais como: Itaú Cultural, SESC, MASP, Itaú Social e UNICEF, dentre outros. PAULO PEREIRA Função: oficineiro e editor de vídeos Paulo Pereira vive do que vê. Nascido em Osasco, reside na cidade de São Paulo. Atua como fotógrafo, videomaker e arte-foto-educador, há mais de 20 anos. Passou por coletivos artístico-culturais e por espaços corporativos e institucionais, tais como: Estúdio Luzia, Condomínio Cultural, Coletivo Birico, SENAC SP. Atualmente compõe a Teia Documenta, uma produtora audiovisual que tem como frentes de trabalho a Arte e a Cultura e suas relações com os Direitos Humanos e o Meio Ambiente. Ministra cursos de formação livre em fotografia e vídeo, além de oficinas diversas onde a fotografia, o pensamento e o olhar sobre imagens são condutores. WILLIAN OLIVEIRA Função: Técnico de sistemas eletrônicos Natural de São Paulo, Willian Oliveira atua como educador cultural e criador de autômatos. Com formação em redes de computadores e mecatrônica, ele combina sua paixão pela arte com a tecnologia para criar instalações que encantam e surpreendem o público. Sua trajetória o levou a projetar espetáculos circenses, peças teatrais e publicitárias, tendo também trabalhado com automação para indústrias. Seus autômatos são obras de arte interativas que utilizam recursos, como sensores de movimento, motores e programação, para dar vida às suas criações. Além disso, sua habilidade como educador cultural permite compartilhar conhecimentos e inspirar outros a explorar os limites da tecnologia e da criatividade. Seu trabalho no campo da arte e da tecnologia, sua visão única e habilidades técnicas estão ajudando a moldar o futuro da arte-educação aliada às inovações tecnológicas.Nome: Amanda Leones Função: Produtora executiva Produtora, gestora e empreendedora cultural. Atriz pela Escola de Artes Recriarte (2009), Graduada em Eventos (Anhembi Morumbi/2012), possui especialização em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado (Senac/2016) e MBA em Gestão de Negócios (USP/2020). Atua no mercado do entretenimento desde 2005, em gestão de projetos em Leis de Incentivo, Editais, Convênios Públicos e Produção Cultural. É idealizadora e produtora do Festival Ubuntu, já em sua quarta edição; é fundadora e membro da Epifania Cia. de Teatro desde 2010, onde realizou os espetáculos “Das Dores – Suíte Strindberg” (2021/2017), “No Cantinho com Você” (2021/2016), “Solidão a dois – Fragmentos” (2012), “Fragmentos Tchekhov” (2010); ainda no teatro esteve também nas produções de “Jardim de Inverno” (2022), “Conserto para Dois” (2021/2022), ‘Sylvia – uma comédia romântica” (2019), “Cazuza” (2019), “Aladdin” (2019), “Chaplin” (2015/2018), “Dioniso – a vida indestrutível” (2018), “Divas” (2016), “Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos” (2015), “A Jornada de Orfeu” (2012), “Os Produtores” (2008) entre outros; produziu a exposição “O Silêncio que Grita” e o espetáculo “JK, um reencontro com o Brasil”, da Fundação Brasil Meu Amor, em circulação nacional de 2018 a 2022. Diretora da Versa Cultural, empresa produtora de espetáculos e projetos culturais fundada em 2012.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.