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Produção de um livro de fotografias artísticas que irá mostrar as belezas das árvores nativas e endêmicas encontradas no estado do Rio Grande do Sul.
Sinopse da obra: Livro 1 – introdução: índice, informações, etc. (10 pgs); 2 – capítulos: imagens e informações sobre as árvores (88 pgs); 3 – Agradecimentos, dados bibliográficos, fotos do projeto, autor etc (10 pgs);
Objetivo Geral Produzir um livro de fotografias artísticas sobre as árvores nativas e endêmicas do estado do Rio Grande do Sul. Objetivo específico 1) Produzir um livro de fotografias artísticas sobre as árvores do estado do Rio Grande do Sul; 2) Imprimir 900 unidades do livro "Árvores do Rio Grande do Sul "; 3) Realizar 9 oficinas de fotografia com alunos da rede pública de ensino.
Essa proposta visa promover uma ação cultural que tem o objetivo de registrar de forma artística a variedade e beleza das árvores em diferentes parques nacionais e estaduais, áreas e estações ecológicas, além de outros locais, do Rio Grande do Sul, destacando as características naturais de cada localidade sob os olhos de um fotógrafo. É um projeto inédito, dando destaque a um objeto tão comum mas extremamente importante para a população, estado e país. Serão fotografadas árvores com importância ecológica, biológica e estética nos mais diversos pontos do estado. A fotografia, a arte visual, passa a ser uma ferramenta importante para a educação cultural e ambiental. É uma forma de mostrar o ponto de vista de um fotógrafo, de uma maneira artística, para que todos possam explorar essas belezas da natureza. O projeto "Árvores do Rio Grande do Sul", através da fotografia, irá corroborar a importância da preservação imaterial que cada localidade onde as árvores se encontram tem. A natureza e tudo que nela habita é uma parte singular da identidade de uma região, cidade ou local. Há árvores que só existem em determinados locais, e estão em risco de extinção, como o Quebracho Branco, nos arredores do Parque Estadual do Espinilho, em Barra do Quaraí, RS. Como uma forma de divulgar e conscientizar a educação patrimonial imaterial de cada região, e como uma contrapartida voluntária, serão ministradas oficinas de fotografia sobre como fotografar árvores, no Jardim Botânico de Lajeado, RS, que conta com o Centro de Educação Ambiental, onde várias escolas da região participam. O espaço possui acessibilidade e é perfeito para estas oficinas por possuir muitas árvores e receber muitas escolas e alunos. Desenvolver essa proposta cultural aproxima ainda mais a arte visual a serviço do desenvolvimento humano, na forma de conscientização ambiental, da preservação do patrimônio histórico imaterial _ natureza local - árvores. Cabe ressaltar que a proposta se enquadra no art. 1, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, da Lei nº 8.313/91. E ainda, atinge os objetivos conforme o art. 3º, inciso II, letra "b", da mesma lei. Pelos argumentos acima apresentados é que se busca a viabilidade do projeto "Árvores do Rio Grande do Sul", por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura _ Lei Rouanet, para poder levar ao conhecimento da população as belezas naturais (árvores) que estão preservadas nos parques e áreas ecológicas, além de outros locais. É a ação cultural como forma de promoção e difusão da preservação do patrimônio histórico imaterial e material presente em diferentes cidades do Rio Grande do Sul.
Outras informações sobre deslocamento e espécies que serão fotografadas: Locais a serem visitados: OBS.: Serão 40 locais visitados, mas esse número pode ser alterado devido a vários fatores como clima, proibição de visitação, dificuldade de acessar as árvores, limitação de valores de combustível, aluguel de carro, hospedagem etc. Parques estaduais:- Parque Estadual de Espigão Alto (Barracão)- Parque Estadual de Itapeva (Torres)- Parque Estadual de Itapuã (Viamão)- Parque Estadual Delta do Jacuí (Porto Alegre)- Parque Estadual do Camaquã (São Lourenço do Sul)- Parque Estadual do Espinilho (Barra do Quaraí)- Parque Estadual do Ibitiriá (Vacaria)- Parque Estadual do Papagaio Charão (Sarandi)- Parque Estadual do Podocarpus (Encruzilhada do Sul)- Parque Estadual do Tainhas (Cambará do Sul) - Parque Estadual do Turvo (Derrubadas)- Parque Estadual Quarta Colônia (Ibarama) Áreas de proteção e reservas- Área de Proteção Ambiental do Banhado Grande (Glorinha)- Área de Proteção Ambiental Estadual Delta do Jacuí (Porto Alegre)- Área de Proteção Ambiental Rota do Sol (São Francisco de Paula)- Estação Ecológica Estadual Aratinga (São Francisco de Paula)- Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos (Viamão)- Reserva Biológica da Serra Geral (Maquiné)- Reserva Biológica do Ibirapuitã (Caverá)- Reserva Biológica do Mato Grande (Arroio Grande)- Reserva Biológica do São Donato (Maçambará)- Reserva Biológica Estadual Banhado do Maçarico (Rio Grande)- Reserva Biológica Estadual Mata Paludosa (Itati) Parques nacionais:- Parque Nacional da Serra Geral (Cambará do Sul)- Parque Nacional de Aparados da Serra (Cambará do Sul)- Parque Nacional da Lagoa do Peixe (Mostardas) Unidades nacionais:- Floresta Nacional de Canela (Canela)- Floresta Nacional de São Francisco de Paula (São Francisco de Paula)- Floresta Nacional de Passo Fundo (Mato Castelhano) Estações Ecológicas- ESEC Aracuri – Esmeralda (Muitos Capões)- ESEC Taim (Rio Grande) Outras cidades que podem estar no livro por possuírem árvores interessantes:- Venâncio Aires;- Canela;- Bento Gonçalves;- Tapes;- Arroio do Meio;- Arambaré;- Caçapava do Sul; Algumas espécies que provavelmente estarão no livro: araucária, cedro, grápia, figueira, canjerana, algarrobo, quebracho-branco, inhanduvá, canafístula, butiá, umbu, guapuruvu, uvaia, etc.
Serão impressos 900 exemplares, com a seguinte especificação:unidades; Capa: 601x316mm, 4x0 cores, Tinta Seleção em Couchê Fosco Nevia 170g. Prova Digital.Miolo: 108 pgs, 270x270mm, 4 cores, Tinta Seleção em Couchê Fosco Suzano FSC 210g.Prova Digital.Guarda: 4 pgs, 540x270mm, 4 cores, Tinta Seleção em Offset FSC Alta Alvura 180g.Papelão: 264x276mm, sem impressão em Papelão 1380g.Papelão: 264x276mm, sem impressão em Papelão 1380g.Lombada:15mm, Laminado Fosca, 1 lado(s)(Capa), Dobrado(Miolo), Costurado(Miolo),Guarda Colada, Colado(Miolo), Shrink Individual, Embalados EM Caixas e Palet(Miolo), Freteincluso.
PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA:Para o lançamento da obra, será escolhido um espaço que atende as normas e legislação de acessibilidade física: rampas de acesso, banheiros adaptados ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Será disponibilizado no livro um link para acesso ao formato de leitura acessível para pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: podem ler o livro sem prejuizo. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: podem ler o livro físico ou ouvir através do link para acesso ao formato de leitura acessível do livro. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas serão ministradas no Centro de Educação Ambiental, no Jardim Botânico da cidade de Lajeado, que atende à legislação de acessibilidade física: rampas de acesso, banheiros adaptados ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: no caso de haver deficientes visuais inscritos nas oficinas, será contratado intérprete de libras. As custas correrão por conta do proponente. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: caso haja alunos inscritos nas oficinas de contrapartida com deficiência intelectual, na medida do possível, será contratado monitor que dará atenção especial. Neste caso, as custas correm por conta do proponente.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Será conforme Art. 27, inciso I ao IV, da IN 01/2023. I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Será conforme Art. 28, inciso I, da IN 01/2023.I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); CONTRAPARTIDA SOCIAL § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente.
Claudio Antonio Zagonel Neto Função no projeto: Fotógrafo e responsável pela coordenação admimnistrativo-financeira Remuneração no projeto através da rubrica de fotógrafo. Currículo: Claudio Zagonel Neto (C Zagonel) é Bacharel em Comunicação Social – Habilitação Publicidade e Propaganda, pelaUniversidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos (São Leopoldo, RS). É Pós-graduado em Poéticas Visuais – Fotografia, Gravura e Imagem Digital da Feevale (Novo Hamburgo, RS) e é Fotógrafo desde 2000. Foi professor nos cursos de graduação da Univates (Lajeado, RS) nas disciplinas de Fotografia Publicitária (2006, 2012 e 2015), Fotojornalismo (2012), Introdução à Linguagem Fotográfica (2012) e Iluminação Natural e Artificial (2015) Foi professor nos cursos de extensão em Fotografia Digital Básico e Avançado na Univates (Lajeado, RS) de 2007 a 2018 e professor particular de fotografia desde 2011. Possui os seguintes livros publicados: “Redenção Visões” (coletivo), Editora Age, 2005; “Percursos & Caminhos – Rio Taquari-Antas” (individual), 2016; “Paraísos Naturais do Rio Grande do Sul – Parque Estadual do Espinilho” (individual), 2022; “Paraísos Naturais do Rio Grande do Sul – Parque Estadual do Turvo” (individual), 2022; “Cascatas do Vale do Taquari” (individual), 2023. Lenise Miorando Função no projeto: captação de recursos e auxílio administrativo Remuneração no projeto através da rubrica captação de recursos. Currículo: Lenise é sócia proprietária da Triângulo da Produção Cultural desde 2013. Formada em Nutrição (Univates/2009) com MBA em Gerência Empresarial (FTEC/2012) atua na área da cultura desde 2011 quando trabalhou na área administrativa da Secretaria Municipal de Cultura de Bento Gonçalves. A partir de 2013, através de sua empresa, passa a desenvolver diversos projeto culturais ligados à área de elaboração de projetos, captação de recursos e prestação de contas no estado. Entre os trabalhos realizados estão a gravação de CDs, documentários, restauros, edição de livros, turnês e resgate de patrimônio material e imaterial.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.