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Realizar ações da Lia Rodrigues Cia de Danças, contemplando circulação de espetáculo, a continuidade de atividades regulares para a criação de novo espetáculo, atividades educativas e publicação de livro comemorativo.
Não se aplica.
Geral - Garantir a manutenção da Lia Rodrigues Companhia de Danças em suas ações;- Oferecer atividades gratuitas em torno da formação de novas plateias;- Democratizar o acesso à dança, fomentando a inclusão de artistas do conjunto de Favelas da Maré;- Fomentar a formação em dança para jovens artistas;- Estimular a reflexão, proporcionar espaços de debate, sensibilizar indivíduos para as questões da dança contemporânea. Específicos (1) Circulação do último espetáculo da cia "Encantado" por 10 (dez) capitais brasileiras, 02 (duas) apresentações por cidade; Manutenção da Lia Rodrigues Cia de Danças possibilitando continuidade de suas atividades regulares ; Desenvolver pesquisa para a criação de uma nova obra coreográfica e ações formativas: oficinas como parte do processo criativo do novo trabalho artístico da cia. (2) Publicação do livro comemorativo de 35 anos da Cia. Em 2020 o livro foi lançado no idioma francês. Estamos propondo tradução e impressão em português, tiragem 500 exemplares. (3) Realização de 10 ações formativas para grupos de 25 estudantes da Rede Pública de Ensino, uma em cada cidade prevista para a circulação do espetáculo "Encantado".
A Lia Rodrigues Companhia de Danças foi fundada em 1990, no Rio de Janeiro, pela coreógrafa Lia Rodrigues, como parte de sua trajetória de artista da dança, iniciada na década de 1970. Conquistou reconhecimento nacional e internacional, contribuindo para a construção de uma linguagem contemporânea para as artes brasileiras ganhando prêmios e estabelecendo parceria com instituições culturais ao redor do mundo. Ao longo desses 34 anos de existência, a Companhia se mantém em atividade ininterrupta integrando pesquisa, criação e sensibilização de novos públicos, além de apoiar e investir na formação de profissionais de dança. Cada uma de suas criações é um processo único, uma vez que que acontece sempre de maneira diferente e em colaboração estreita com os artistas participantes. Desde 2004, também desenvolve ações artísticas e educacionais na favela da Maré, no Rio de Janeiro. Uma parceria que propõe que criação e produção artística caminhem associadas à ideia de investimento social. O eixo de todas essas ações é o conjunto das obras coreográficas criadas ao longo desse anos. São elas que guiam essa trajetória e são a espinha dorsal das ações artísticas e educacionais garantindo sua existência. É a partir da pesquisa, criação e difusão de cada uma dessas obras que as demais atividades conseguem perenidade e recursos financeiros . A criação de uma obra de arte e a manutenção de um espaço para as artes e o investimento num centro permanente de formação em dança no território da Maré estão intrinsecamente ligadas.É também por meio da circulação desses trabalhos que públicos , curadores , produtores e instituições internacionais entram em contato com a arte brasileira e suas questões, o que propicia novas oportunidades de parcerias que qualificam e enriquecem esses projetos. A coreógrafa Lia Rodrigues tem buscado incansavelmente oferecer condições dignas para os profissionais com quem colabora. Como artista independente num pais como o Brasil, onde as politicas publicas para as artes de uma maneira geral são bastante instáveis, esse compromisso significou e significa, no presente, uma busca permanente de estratégias para garantir a continuidade de suas ações. Ainda que a companhia tenha conseguido seguir realizando alguns de seus projetos, a ausência de recursos do Brasil para o seu funcionamento, nos últimos 7 anos, fez com que a companhia se mantivesse viva por meio da parceria e da venda de suas obras para instituições de fora do Brasil, na grande maioria das vezes. Isso impactou na pouca circulação das obras produzidas pela Companhia pelo território brasileiro, privando o publico brasileiro do contato com criações premiadas internacionalmente, nascidas no Rio de Janeiro e que carregam consigo o trabalho singular que essa Companhia realiza desde 2005 na favela da Maré. A ausência de financiamento tem ainda, como consequência direta a precarização dos profissionais e artistas que constituem a equipe, que acabam por serem pagos apenas por projetos pontuais. Essa situação fragiliza suas vidas com a instabilidade de suas atividades e ameaça também a possibilidade de permanência desses artistas num projeto de dança mais amplo e a longo prazo, pois criação e formação são atividades que necessitam de tempo para serem desenvolvidas. A Companhia é também um espaço de formação permanente. Ainda que os bailarinos que nela trabalham, cheguem com alguma experiência prévia em dança, é o convívio com a equipe e com a coreógrafa que faz com que se construa uma linguagem comum, com que se partilhe uma base de experiências que servem de terreno para a experimentação e para o nascimento de cada obra. Ter aulas de dança, pesquisar, ler, aprender a se colocar, a discutir, a defender por meio da palavra e do corpo seus pontos de vista e suas proposições dá continuidade à formação desses artistas. Este convívio se desenvolve nas 7 horas de trabalho diário, cinco vezes por semana. O projeto "Lia Rodrigues Companhia de danças" articula 5 eixos de ações: manutenção, circulação, formação, pesquisa e estréia de um novo espetáculo de dança. O investimento nesse projeto vai assegurar os recursos necessários para as atividades diárias da Companhia, assim como a criação de uma obra coreográfica inédita e sua estreia, realização de uma agenda de apresentações no Rio de Janeiro, no Brasil e internacionalmente, além de possibilitar a continuidade de um programa de formação de jovens artistas da dança e consolidar o Centro de Artes da Maré como um espaço vivo de encontro, criação e difusão . As ações da companhia são atravessadas pelas atividades da coreógrafa Lia Rodrigues em outros campos das artes, formando um sistema de colaboração e intercambio envolvendo teatros, instituições nacionais e internacionais, companhias de repertório, festivais e plataformas educacionais. Esses projetos se alimentam entre si numa troca mútua e diversificada. A solicitaça~o de apoio ao projeto junto ao Ministe´rio da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e´ hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindi´vel sua existência para democratizar a cultura em todo o Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91:II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Espetáculo de Dança “Encantado”A palavra "encantado", do latim incantatus, designa algo que é ou foi objeto de encantamento ou de feitiço mágico. Encantado é também sinônimo de maravilhado, deslumbrado ou fascinado e também uma expressão de cumprimento social. No Brasil, encantado tem ainda outros sentidos. O termo se refere às entidades que pertencem a modos de percepção do mundo afro-indígenas. Os encantados, animados por forças desconhecidas, transitam entre céu e terra, nas selvas, nas pedras, em águas doces e salgadas, nas dunas, nas plantas, transformando-os em locais sagrados. São seres que atravessam o tempo e se transmutam em diferentes expressões da natureza. Não experimentaram a morte, mas seguiram em outro plano, ganhando atribuições mágicas de proteção e de cura. Deste modo, as ações predatórias que ameaçam a vida na Terra, a destruição sistemática das florestas, dos rios e dos mares impactam também a existência dos Encantados. Não há como separar os encantados da natureza ou a natureza desses seres. Como encantar nossos medos e nos colocarmos no coletivo, próximos uns dos outros? Como encantar o que nos cerca, imagens, danças e paisagens e transformá-las em nossos corpos e ideias? Como entrar em encantamento e nos acoplarmos, nós e o ambiente, em arranjos variados e ir ao encontro dos seres viventes em toda a sua diversidade? Ações FormativasRealização de 04 oficinas como parte do processo criativo do novo trabalho, cada uma com um convidado especialista para alimentar o processo de criação, e no seguinte formato: 05 (cinco) dias, com duração de 07 (sete) horas / dia cada oficina. Publicação do Livro Edição brasileira da obra “La passion des possibles: Lia Rodrigues, 30 ans de compagnie”, de Isabelle Launay e Silvia Soter, EDITIONS DE L'ATTRIBUT, França; juin 2021. A obra, de 396 páginas, incluindo um caderno de fotos de Sammi Ladweer, será traduzido para o português e será atualizado para comemorar os 35 anos da companhia. Tiragem de 500 exemplares.
PRODUTO Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: espetáculo sem diálogos, prescinde de medidas para atendimento deste tipo de público. Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição.Rubrica: Audiodescricão Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público.Rubrica: Monitor PRODUTO LivroAcessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: Audiolivro.Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: não se aplica PRODUTO Contrapartida socialAcessibilidade física: Os locais de realização das atividades possuem todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, aptos a receber pessoas com necessidades especiais. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para PcD auditivo: contaremos com intérpretes de LIBRAS.Rubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição.Rubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD intelectual: Contamos com profissionais especializados para o atendimento deste tipo de público.Rubrica: Monitor
PRODUTO Espetáculo de artes cênicasPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO LivroPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsot inciso Ii do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento) PRODUTO Contrapartida socialPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
O proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação geral: RODRIGUES & ASSUMPCAO PRODUCOES ARTISTICAS (proponente) Direção artística: Lia RodriguesFormada pela Escola de Bailado de São Paulo ( direção de Nice Leite ) onde estudou ballet clássico por 9 anos ( de 1964 a 1973) e mais 2 anos de aperfeiçoamento ( entre 1974 e 1977). Estudou História e entre 1974 e 1977 na Universidade de São Paulo. Foi uma das criadoras do Grupo Andança em 1977 participando como interprete, criadora e produtora até 1980.Em 1977, foi uma das fundadoras de um grupo independente de dança contemporânea, o Grupo Andança, premiado em 1978 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Entre 1980 e 1982, trabalhou na Compagnie Maguy Marin, em França, e participou na criação de "May B", um dos clássicos da dança contemporânea. De volta ao Brasil, mudou-se para o Rio de Janeiro e fundou sua própria companhia, a Lia Rodrigues Companhia de Danças, em 1990. Desde então a Companhia se mantém em atividade durante todo o ano, com aulas, ensaios do repertório, e trabalho de pedagogia, pesquisa e criação, apresentando-se no Brasil e internacionalmente nos principais teatros e festivais e estabelecendo parcerias com instituições brasileiras e internacionais. Em 1992 criou e dirigiu por 14 anos o mais importante festival de dança do Rio de Janeiro , o Panorama da Dança. Assistente de direção artística: Amalia LimaIniciou seus estudos em Dança em 1984, teve sua Formação em Dança Contemporânea na Escol Espaço Novo, dirigida por Angel Vianna no Rio de Janeiro. Bailarina, Preparadora Corporal, Diretora de Movimento, Performer, Assistente de Direção e Criação. Desde 1999 integra a Lia Rodrigues Companhia de Danças , como Bailarina, Preparadora Corporal da Cia e Assistente de Direção e Criação de todos os trabalhos e Projetos criados desde então. Bailarinos da Cia: Valentina FittipaldiÉ graduada pela UFRJ no curso de Bacharelado em Dança desde 2018. Trabalha como bailarina na Lia Rodrigues (em) Cia de Danças desde 2017 e como professora de Movimento (método do professor Ido Portal) no Vertebra - Escola de Movimento desde 2023. Leonardo FonsecaEstudou em escola de Ballet estadual do Rj, trabalhou na Deanima Companhia de Dança, com o coreógrafo Ivaldo Bertazzo e desde dezembro de 2004 faz parte da companhia da Lia Rodrigues trabalhando em estreita colaboração. Cayo AlmeidaArtista, dançarino e performer, graduando em bacharelado na UFRJ, integrou as Cias de Dança contemporânea da UFRJ - Nudafro e LICRID, fez parte da Os dois companhia de Dança, no projeto Objetos em Redes e atualmente faz parte da Lia Rodrigues (em) Companhia de Danças. David AbreuÉ graduado em Dança pela UFRJ e mestre em Memória Social pela Unirio. Desde 2021 integra a Lia Rodrigues em Cia de Danças, tendo participado na criação do espetáculo “Encantado”. Criou a concepção e dirigiu o solo “A Volta da Barata”, estreado em 2023. Alice AlvesAlice Alves começou a dançar aos 15 anos nas danças urbanas; Hip-hop, Popping e Vogue. Aos 17 entrou para o jazz e para dança contemporânea e aos 18 para o ballet. Já trabalhou como professora de Hip-hop e Dança Contemporânea nas escolas Grand Dance Brasil e Petite Dance. Na metade de 2022, ingressou como graduanda em licenciatura em dança na Faculdade Angel Vianna. Atualmente é bailarina intérprete da Lia Rodrigues(em) Companhia de Danças. Andrey SilvaFormado na Escola Livre de Danças da Maré, Bacharelando em Dança na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde 2018 integra como intérprete-criador a Lia Rodrigues Companhia de Danças participando da criação de ‘Fúria’ e ‘Encantado’. Vitor de AbreuAtor, bailarino e sapateador. Bacharel em Artes Cênicas pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Trabalhou na faculdade que se formou ao lado do diretor Cesar Augusto. Em 2018 ingressou no CAP (Curso de Aperfeiçoamento Profissional), realizado pelo Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro (SPDRJ), na modalidade sapateado. E em 2022 ingressou aos Residentes da Sede, Residência teatral que ocorre na Escadaria Selaron. Raquel AlexandreFormada pelo Curso Intensivo e Continuado em Dança Contemporânea (Núcleo 2), projeto realizado pela Escola Livre de Dança da Maré em parceira com a Cia de Dança Lia Rodrigues, (2012-2018). Graduanda do curso Bacharelado em Dança na Universidade Federal do Rio de Janeiro, e intérprete da Cia de Dança Lia Rodrigues. Dramaturgia : Silvia Soter Graduada em Artes/Comunicação Visual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1988), tem Licenciatura em Dança pela Université Paris VIII (1997), mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2005) e doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2016). É professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Programa de Pós-Graduação em Dança da mesma instituição. Desde 2002, colabora como dramaturgista junto à Lia Rodrigues Companhia de Danças. Tem experiência na área de Artes/Dança e Educação, com ênfase na Dança-educação, atuando principalmente nos seguintes temas: corpo, dança, educação, educação somática e dramaturgia da dança Produção geral: Gabi Gonçalves Doutora em Comunicação e Semiótica pela Puc – SP. Mestra em Comunicação e Semiótica da Puc - SP, orientada pela Profª. Dra Christine Greiner, com a pesquisa sobre a Formação de público para arte contemporânea. Formada pelo Departamento de Artes Corporais da Unicamp, no ano de 1998 e pela Pontifícia Universidade católica de São Paulo, no Curso de Comunicação e Artes do Corpo em 2002. Foi Coordenadora de produção da Virada Cultural paulista nos anos de 2009 e 2010. Dá cursos de produção cultural no Senac, cursos livres e também no Centro Universitário. Faz cursos e palestras para os pontos Mis, em parceria com o Museu de Imagem e do Som. Foi produtora cultural no Sesc SP. (Vila Mariana). Criou em 2005 um espaço de produção criativa, a Corpo Rastreado, que trabalha para planejar e implementar propostas e procedimentos nas artes cênicas, tendo um olhar artístico atrelado ao profissional e estimulando a formação de linguagem na produção. Mais sobre em www.corporastreado.com
PROJETO ARQUIVADO.