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O projeto “A Arte Inspirando e Transformando Vidas” objetiva no oferecimento de oficinas práticas socioculturais (dança, teatro e música) em locais da periferia e distritos de Juiz de Fora, promovendo o desenvolvimento cultural de crianças e adolescentes no contraturno escolar e transformando o território. A proposta visa atender ao objetivo de formação em arte e cultura como base a democratização do acesso aos processos educativos, a fim de trabalhar as potencialidades de crianças e adolescentes, ampliando o tempo que destinam a atividades de aprendizagem ligadas à cultura e essa relação assegura que os esforços do projeto contribuam efetivamente para os interesses e metas mais amplos maximizando o impacto social.
Após a captação de recursos, a primeira etapa do projeto é adequar o espaço escolhido para receber as atividades das oficinas regulares. Após a conclusão dessa primeira etapa, o Projeto seguirá com as oficinas culturais. O Projeto possui 01 coordenador geral, responsável por monitorar e avaliar o trabalho desenvolvido pelo coordenador do projeto e pelos articuladores culturais e 01 coordenador do projeto, que é responsável por planejar, organizar e supervisionar as atividades, oficinas e eventos do projeto, orientar e coordenar os Instrutores e demais atribuições pertinentes ao cargo. Este coordenador pedagógico fará a interlocução constante com a comunidade, criando um calendário de atividades não regulares e firmará parcerias a fim de dar mais visibilidade e produtividade ao projeto. Além dos coordenadores, serão contratados 03 instrutores que serão responsáveis por planejar e elaborar cada oficina e executar atividades, eventos e oficinas sob a supervisão do coordenador do projeto. Todos os recursos humanos necessários para o oferecimento de serviços, eventos, oficinas e supervisão metodológica são contratados da ACAV. As atividades funcionam periodicamente, através de, dois encontros semanais de 01h cada, encontro com hora programada e inscrição realizada previamente, totalizando 2h por semana com crianças e adolescentes no contraturno escolar. As oficinas e metodologia são previamente definidas em Reuniões Pedagógicas semanais de 02 h de duração, pautadas no estudo e reflexão de ferramentas possíveis para embasar os objetivos do projeto, sendo periodicamente reavaliados. As oficinas, para crianças e adolescentes entre 5 e 14 anos, são ministradas por Instrutores culturais - profissionais que atuam como mediadores de conhecimentos, em busca da construção de uma identidade sócio cultural de cada comunidade, ou seja, o facilitador das linguagens nos campos da cultura, educação e da vida, agindo como um meio de integração no espaço onde operar. Sua atuação visa promover, incentivar e, sobretudo, investigar a produção e o conhecimento de cada comunidade, tomando como base o respeito às especificidades das mesmas. Será realizado uma apresentação final, um grande espetáculo, com os participantes de todas as oficinas, onde será apresentado o resultado artístico aprendido durante o ano, nas oficinas culturais. Esta apresentação, que acontecerá em um teatro, será única, no final do período de vigência das oficinas do projeto, será gratuita, aberta ao público e com transmissão ao vivo no canal da ACAV no YouTube. A apresentação final contará com toda a estrutura de som, luz, cenário e figurino adequados ao tema escolhido a ser apresentado. Os eventos culturais (pequenas apresentações e o espetáculo final) serão realizados durante a semana, nos finais de semana ou no final do período, a critério da coordenação, procurando atender as demandas das comunidades. Como contrapartida do projeto, os ingressos para o espetáculo final serão gratúitos, com distribuição para toda a comunidade, respeitando o limite de ligares do local. Para a definição de cada espaço e comunidade a ser atendida, observa-se os seguintes critérios: Caracterização e perfil da população; Ausência de projeto social ou educacional similar na região; Demanda; Existência de local adequado para a modalidade a ser instalada; Parceria com a comunidade; Disponibilidade de recursos financeiros; Após a conclusão da primeira etapa, o Projeto divulga em todos os equipamentos importantes daquela região como escolas públicas, UBSs, CRAS, etc., e abre inscrições para o início das atividades. Vale lembrar que cada comunidade tem um perfil diferente, podendo haver mais adesão por uma determinada atividade que por outra, por isso a importância de fazer uma mobilização social e identificar os desejos e vontades daquela comunidade. Assim, o trabalho de campo também se responsabiliza em saber que tipo de atividade atenderá às reais necessidades de um ou de outro território. O projeto busca o trabalho de formação e educação cultural, cidadania e qualidade de vida, junto a profissionais capacitados, não só nas áreas específicas de atuação, bem como sua relação entre formação e cidadania dos indivíduos participantes através das oficinas culturais. Dessa forma, nossos profissionais (coordenador/articuladores) participam de uma intensiva formação, pautada no estudo e reflexão de ferramentas possíveis para embasar os objetivos do projeto, tais como, criar e disponibilizar espaços em sua prática diária, no planejamento e no desenvolvimento das ações para divulgar direitos e deveres do cidadão e trabalhar, além do conhecimento esportivo, a vivência prática de valores sociais e respeito a si e ao próximo. Parte do planejamento estratégico de comunicação será a criação de redes sociais dos territórios a fim de divulgar as atividades, horários, os parceiros, temas importantes, memória da comunidade através das histórias e contribuição dos moradores e conteúdos virtuais de oficinas, formações e conteúdo lúdico. O cumprimento de metas do projeto é essencial para medir o sucesso e o impacto do projeto. No caso do nosso projeto as metas são:1. Realização de Oficinas Criativas:• Meta: Realizar um total de até 09 oficinas socioculturais sendo até 03 de música, 03 de teatro e 03 de dança ao longo de um período de 10 meses.• Indicadores: Número de oficinas realizadas; taxa de participação das crianças , adolescentes e jovens2. Participação Ativa de Jovens:• Meta: Engajar pelo menos 80% dos jovens participantes nas atividades propostas.• Indicadores: Número de jovens que frequentaram pelo menos 70% das oficinas; feedback dos participantes sobre o engajamento nas atividades.3. Inclusão de Jovens com Deficiência:• Meta: Garantir a participação de pelo menos 10% de jovens com deficiência em todas as oficinas.• Indicadores: Número de jovens com deficiência participantes; acessibilidade das atividades para pessoas com deficiência.4. Exposição e apresentação de Resultados:• Meta: Organizar uma exposição de arte coletiva para exibir as obras criadas pelos jovens durante as oficinas.• Indicadores: Realização da exposição; número de visitantes da exposição.5. Parcerias com Escolas e Comunidade:• Meta: Estabelecer parcerias com duas escolas locais e um centro comunitário para alcançar um público mais amplo.• Indicadores: Número de parcerias estabelecidas; alcance e participação das escolas e da comunidade nas atividades.6. Avaliação de Impacto:• Meta: Realizar uma avaliação de impacto para medir o efeito do projeto no desenvolvimento criativo e na inclusão social dos jovens.• Indicadores: Resultados da avaliação de impacto; feedback dos participantes sobre as mudanças percebidas. Estratégias para Alcançar as Metas:• Contratação de instrutores experientes em dança, música e teatro, além da coordenação com capacidade técnica para acompanhar e garantir o funcionamento pleno das ações propostas.• Divulgação nas escolas, associações e centros comunitários por meio de reuniões e materiais informativos.• Adaptação das atividades para acomodar necessidades especiais.• Organização de reuniões regulares com os parceiros para planejamento e avaliação.A equipe do projeto realizará reuniões regulares para monitorar o progresso em relação às metas estabelecidas. Serão coletados dados quantitativos e qualitativos, como registros de participação, feedback dos participantes e observações dos instrutores. Ao final do projeto, será realizada a avaliação de impacto para analisar os resultados alcançados em relação aos objetivos traçados.
A proposta visa atender ao objetivo de formação em arte e cultura como base a democratização do acesso aos processos educativos, através de oficinas de Dança, Teatro e Música , a fim de trabalhar as potencialidades de crianças e adolescentes, ampliando o tempo que destinam a atividades de aprendizagem ligadas à cultura e essa relação assegura que os esforços do programa contribuam efetivamente para os interesses e metas mais amplos maximizando o impacto social. Objetivo Geral : * proporcionar um espaço de desenvolvimento pessoal e social para adolescentes por meio de oficinas socioculturais e artísticas e de expressão criativa. O projeto busca estimular a autoexpressão, a criatividade e o fortalecimento de habilidades sociais em comunidades periféricas de Juiz de Fora, contribuindo para a formação de indivíduos mais confiantes, colaborativos e conscientes de seu papel na sociedade através da formação em arte e cultura como base a democratização do acesso aos processos educativos em artes e cultura, como dimensões vitais para inserção social, acessibilidade, promoção da cidadania e diversidade cultural. Objetivos Específicos: * Oferecer 03 (três) oficinas culturais, gratuitas, sendo 01 música, 01 dança e 01 teatro para crianças e adolescentes no contraturno escolar, sendo 02 (duas) aulas semanais de cada oficina, com 1h ( uma) de duração cada, totalizando 02h de oficina com cada atendido; Cada oficina terá até 03 (três) turmas, totalizando até 09 ( nove ) turmas de atendimento sociocultural , com 10 (dez) alunos em cada, totalizando 90 crianças e adolescentes no contraturno escolar em atividades culturais durante o período de realização do projeto. * Potencializar os talentos individuais de crianças e adolescentes através da participação de crianças , adolescentes e jovens nas oficinas culturais; * Oportunizar o acesso a linguagens artísticas da comunidade através da realização das apresenteçãoe dos processos criativos dos atendidos nas oficinas; * Criar espaços de convivência para crianças e adolescentes socializarem e assim tornarem-se cidadãos mais críticos em locais periféricos da cidade de Juiz de fora , criando parcerias com associações de bairros, escolas públicas, salões paroquiais e demais espaços parceiros que possam receber as oficinas do projeto. * Promover ambientes plurais de convivências, de encontros e trocas de saberes em torno da construção de conhecimentos, ofícios, técnicas e competências profissionais; * Criar espaços de criação, fruição, reflexão artística e sociocultural em rede, com relevância na elaboração de pensamento, produção estética, promoção de cidadania cultural e direitos humanos, promovendo, assim, a descentralização e democratização do acesso à formação em arte e cultura;
O projeto proposto se apresenta como uma solução pertinente e adequada para abordar essas problemáticas pelos seguintes motivos: Necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais:A necessidade de utilizar o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais justifica-se pela capacidade do projeto de promover inclusão social e cultural, através da oferta de oficinas de dança, percussão e teatro para crianças e jovens de comunidades em situação de vulnerabilidade. A participação do público e a democratização do acesso à arte e à cultura são objetivos centrais deste projeto, que só pode ser viabilizado com o apoio de mecanismos de fomento como a Lei Rouanet. A ACAV é uma associação sem fins lucrativos, com expertise de mais de 15 anos na execução de projetos sócio culturais, que possibilita a realização de projetos com parcerias públicas, como as leis de fomento e parcerias privadas com empresas. Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:O projeto se enquadra, de acordo com a lei acima: Art. 1º Inciso I: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" Art. 1ºInciso III: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;" Art. 1ºInciso V: "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;" Art. 1ºInciso VIII - "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;" Priorizamos a promoção e difusão da produção cultural, da formação e da capacitação no campo da cultura e de atividades culturais e artísticas. Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:Este projeto contribuirá diretamente para os seguintes objetivos da Lei 8313/91:Art. 3º, Inciso I: incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;Art. 3º, Inciso II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;Art. 3º, Inciso IV: estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto proposto pela Associação Cultural Arte e Vida (Acav) prevê uma atuação através de oficinas socioculturais em bairros periféricos da cidade de Juiz de Fora que é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais. Sua população foi contada, no ano de 2022, em 540.756 habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo então o quarto mais populoso de Minas Gerais e o 36º do Brasil. Os bairros periféricos da cidade são os mais populosos em número de habitantes e tem desafios por estarem localizados nas periferias da cidade em que o projeto pretende atuar de forma direta e indireta. O projeto tem uma interface entre arte, cultura e educação para formação integral de crianças e adolescentes, possibilitando o desenvolvimento de experiências estéticas, habilidades para a vida em sociedade, e a redução de desigualdades socioeconômicas e culturais e se apresenta como uma solução eficiente como resposta aos problemas que Juiz de Fora vivencia ao longo dos anos que foi agravado pela pandemia. A evasão escolar em Juiz de Fora é uma realidade crescente, as escolas da cidade tiveram 8.975 alunos matriculados a menos em 2021, em comparação a 2019, um ano antes da eclosão da pandemia de coronavírus. (Referência: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/02-02-2022/jf-tem-queda-de-quase-9-mil-matriculas-na-educacao-basica-em-2021.html ) Os dados encontrados na Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública também reforçam a necessidade de uma nova abordagem ao problema, pois os casos de homicídios consumados cresceram 72,5% em Juiz de Fora entre 2021 e 2022; o maior registro em 4 anos. Os dados revelam ainda que as 15 áreas com maior incidência dos delitos contra a vida sem autoria definida até o momento estão distribuídas por cinco das sete regiões da cidade. ( Referência: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2023/02/12/numero-de-homicidios-cresce-mais-de-70percent-em-juiz-de-fora-registro-e-o-maior-em-4-anos.ghtml ) Muitas vezes, os bairros periféricos não apresentam possibilidades, além da escola, para crianças e jovens desenvolverem seu potencial esportivo, gerando ócio e não contribuindo para a formação integral do sujeito e o desenvolvimento pleno de suas potencialidades. Nas áreas onde se instalam esses problemas é grande a concentração de pobreza e pequeno o acesso desses jovens ao esporte e lazer. Portanto, a ACAV acredita em uma saída viável e eficiente para a solução desses problemas, como o estímulo à atividade esportiva. Dentre os pontos fundamentais, justificamos também: · Expressão e Empoderamento: As atividades artísticas e culturais proporcionam aos adolescentes formas para expressar suas emoções, pensamentos e experiências, permitindo que eles se tornem agentes ativos na transformação de suas próprias vidas e comunidades. · Inclusão e Pertencimento: O projeto oferece um espaço inclusivo, onde os adolescentes se sentem valorizados e parte de um grupo, auxiliando no combate da solidão e do isolamento. · Desenvolvimento de Habilidades: As atividades culturais envolvem a aquisição de várias habilidades, desde habilidades artísticas e criativas até habilidades de colaboração, comunicação e resolução de problemas. · Estímulo à Educação: Os projetos socioculturais da Associação Cultural Arte e Vida (ACAV) incorporam componentes educacionais, incentivando o aprendizado contínuo e apoiando a busca de oportunidades futuras. · Redução do Risco de Delinquência: Ao envolver os adolescentes em atividades construtivas e positivas, o projeto contribui para a redução do risco de envolvimento em atividades criminosas, direcionando suas energias de maneira produtiva e impactando de forma positiva os índices apresentados pela segurança público do município. Mais que incentivar talentos individuais e elevar a auto estima, os Projetos gerenciados pela ACAV criam e disponibilizam espaços para a socialização e convivência, com objetivo de afastar crianças e jovens da situação de risco, além de possibilitar melhor qualidade de vida na terceira idade. As atividades oferecidas são ministradas no contra turno da escola, a fim de preencher o tempo vago das crianças, adolescentes e jovens. O projeto "A Arte Inspirando e Transformando Vidas" consiste no oferecimento de oficinas práticas culturais, gratuitas, em locais da periferia e distritos de Juiz de Fora, promovendo o desenvolvimento local e transformando o território. As oficinas são de dança, música e teatro. A importância dos projetos vem juntamente com a necessidade de se criar lugares que possam trazer qualidade de vida e tem sido incorporada no discurso dos diversos atores que compõe a sociedade. Cada território (bairro ou grupo social) tem o seu desenvolvimento e sua manifestação cultural baseada nas vivências coletivas e individuais. Para desenvolver esse trabalho a ACAV precisa mobilizar os atores locais através da realização de um diagnóstico promovendo a participação popular e assim, o sentido de pertencimento e o empoderamento de toda a comunidade. Transformando o cidadão, podemos transformar toda a comunidade. Por tudo isso, acredita-se nos Projetos da ACAV, para viabilizar a promoção da cidadania, integrando serviços culturais, formação e qualificação artística, serviços socioassistenciais e políticas de prevenção à violência. Sabe-se o quanto o período pandêmico prejudicou crianças e adolescentes.
O projeto tem como objetivo oferecer oficinas culturais gratuitas de dança, música e teatro para crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, no contraturno escolar, durante 10 meses, com duas aulas semanais de 1h cada, sendo 3 turmas de cada modalidade artística. Ao final do período será apresentado um espetáculo final com a participação de todos os atendidos. Os ingressos serão gratúitos e o espetáculo aberto ao público, seguindo a lotação permitida no local da apresentação.
Realizar 03 oficinas artísticas (música, dança e teatro) para crianças e adolescentes entre 05 e 14 anos do ensino fundamental da rede pública de ensino de Juiz de Fora pelo período letivo de 2025 em pelo menos 02 bairros periféricos. Promover ao menos 01 oficina artística para cada área artística quais sejam música, teatro e dança) em cada bairro atendido. Atender no mínimo de 90 crianças e adolescentes no projeto. Promover apresentações artísticas em cada área artística com a participação dos atendidos. Realizar, ao menos, 01 grande apresentação multilinguagem que inclúa: Dança, música e Teatro com os atendidos das oficinas em cada bairro, com a participação os atendidos de cada oficina na apresentação Proporcionar a formação de público/plateia nas comunidades proporcionando possibilidades da comunidade acessar a arte de forma livre e gratuita alcançando um mínimo de 360 pessoas com acesso a apresentações artísticas. Realização de apresentações artísticas com os atendidos para a comunidade. Aumentar o público da comunidade dando acesso a espaços culturais e assim proporcionando a formação de plateia. Possibilitar nas oficinas , discussões sobre temas transversais que permeiam a realidade dos atendidos durante as oficinas. Rodas de conversa nas oficinas e avaliações de atividades com os atendidos ao final das oficinas regulares.
Na gestão dos projetos executados pela Associação Cultural Arte e Vida sempre houve a busca por estratégias de promoção a inclusão para a remoção de barreiras – obstáculos – que dificultem a participação de pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida nos mais diversos serviços ofertados pela Acav. Vale destacar um dos projetos de execução da Acav, a Praça CEU teve um projeto aprovado no “Projeto Diálogos para Inclusão”, que foi idealizado e desenvolvido pelo Instituto Diversitas Soluções Inclusivas em 2019. Nessa imersão os objetivos foram: Gerar ações efetivas em inclusão, valorização da diversidade e acessibilidade através da capacitação de gestores e educadores; Auxiliar na elaboração e acompanhar o desenvolvimento de ações inclusivas; Divulgar práticas inclusivas para inspirar que outros projetos e equipamentos do mundo adotem a Gestão Inclusiva. Essa participação gerou diversas discussões nas reuniões pedagógicas com os profissionais da Acav para promover a Acessibilidade Atitudinal, que se refere à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos, discriminações ou olhares capacitistas. Todas as demais acessibilidades dependem da Atitudinal, pois se tratam da relação com pessoas e o modo como poedmos criar um ambiente e a comunicação mais efetiva, confortável e adaptada as diferentes realidades.Os espaços escolhidos pela Acav para desenvolver as oficinas desse projeto, por se tratarem de escolas públicas municipais, possuem a premissa de promover acessibilidade arquitetônica de mobilidade em seus espaços parceiros, como rampas, banheiros adaptados, guias táteis, linguagem simples, imagens com textos, entre outros. Mas em termos desse projeto sociocultural , a acessibilidade pressupõe medidas que extrapolam a dimensão arquitetônica, mas que deve promover a universalidade da dignidade humana, levando em consideração a diversidade dos indivíduos e da pessoas com deficiência e seu pertencimento a grupos determinados para assim determinar as estratégias para obter a igualdade entre as pessoas, fazendo ajustamentos das diferenças da pessoa com deficiência a fim de obter a inclusão ou a plena participação no projeto.Os recursos e materiais metodológicos serão estimulados e criados pela equipe e coordenação e instrutores seguindo orientações da Base Nacional Comum Curricular, considerando aspectos da linguagem, da mobilidade, da inclusão e seus diferentes usos. Esses recursos e materiais serão pensados em sintonia com o conceito de Desenho universal para a aprendizagem (DUA), que utiliza diversos recursos para minimizar as barreiras para promover a participação autônoma, a interação e o protagonismo de todas as pessoas atendidas pelo projeto. A equipe do projeto receberá um treinamento gratuito para as diversas formas de acessibilidade para pessoas com deficiência, oferecido pelo núcleo de atenção a pessoa com deficiência da Secretariade Esportes da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, em parceria com a ACAV. Para cada uma das estapas do projeto serão oferecidas as medidas de acessibilidade abaixo: Durante as Oficinas culturais:Acessibilidade física/arquitetônica: Será garantido o acesso físico adequado aos espaços de realização das oficinas, pois são escolas municipais como, por exemplo a Escola Municipal Padre Caetano, já totalmente adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida, outras deficiências e idosas. Nos locais de execução das oficinas já existe sinalização visual, portas e corredores largos, rampas e sanitários acessíveis para receber pessoas com as mais diversas deficiências e idosos. (Item 29 - recursos próprios/curso/pré produção - na planilha orçamentária) Acessibilidade para deficientes visuais: Durante as oficinas, além do local adaptado, materiais e instrumentos de ensino, como programas e partituras, serão adaptados para pessoas com deficiência visual, conforme item 12 da planilha orçamentária (material de consumo da oficina - incentivo fiscal/curso/pré produção - preparação) referente aos custos das oficinas. Os instrutores serão capacitados, através de treinamento prévio, para guiar e orientar os alunos deficientes visuais durante as atividades práticas (Item 30 - recursos próprios/curso/pré produção - na planilha orçamentária), bem como utilizará aplicativos voltados a atenção e compreensão de diferentes necessidades (Item 28 - recursos próprios/curso/pré produção - na planilha orçamentária).Acessibilidade para deficientes auditivos: Os instrutores e monitores serão treinados para facilitar a comunicação com alunos surdos (Item 30 - recursos próprios/curso/pré produção - na planilha orçamentária) e utilizarão aplicativos gratuitos para auxiliar na comunicação, por exemplo o "Hand Talk". Os aplicativos são gratuitos, não acarretando custo ao serem instalados nos celulares. (Item 28- recursos próprios/curso/pré produção - na planilha orçamentária)Acessibilidade para deficientes intelectuais: Serão implementadas estratégias de ensino inclusivo nas oficinas, com materiais didáticos e de apoio visual que facilitem a compreensão das técnicas e processos envolvidos. Além disso, os instrutores receberão treinamento especializado para atuar com alunos com deficiência intelectual, garantindo a adequada comunicação e adaptação dos conteúdos (Item 30 - recursos próprios/curso/pré produção - na planilha orçamentária). Durante as oficinas, os instrutores utilizarão o app gratuito "Matraquinha" e também uma linguagem mais explicativa e adequada. (Item 28 - recursos próprios/curso/pré produção - na planilha orçamentária) Durante o Espetáculo de Artes Cênicas:Acessibilidade física/arquitetônica: O espetáculo será realizado em um dos locais onde serão oferecidas as oficinas, portanto já adaptados arquitetônicamente, com entradas e saídas amplas e adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida, rampas de acesso, assentos adaptados e sinalização visual para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência física e visual. (Item 25 - recursos próprios/espetáculo/pré produção - na planilha orçamentária).Acessibilidade para deficientes visuais: O espetáculo contará, além do local fisicamente já adaptado, com recursos de material impresso adaptado para deficientes com baixa visão, garantindo a compreensão do enredo do espetáculo. Haverá disponibilização de programas impressos em fonte ampliada, para que o público surdocegue ou com baixa visão possa entender melhor os detalhes da apresentação. (Item 24 - recursos próprios /espetáculo/pré produção - na planilha orçamentária).Acessibilidade para deficientes auditivos: O espetáculo será acompanhado de tradução simultânea para Libras, assegurando que as informações sonoras importantes, como diálogos e músicas, sejam acessíveis a deficientes auditivos. Será contratado um profissional para fazer a tradução simultânea durante a apresentação. (Item 27 - recursos próprios/espetáculo/produção - na planilha orçamentária)Acessibilidade para deficientes intelectuais: O espetáculo será adaptado com impressos contendo explicações prévias sobre a história do espetáculo, auxiliando na melhor compreensão da história que será apresentada (Item 24 - recursos próprios/espetáculo/pré produção - na planilha orçamentária). Durante a apresentação, recursos de apoio visual (aplicativos gratuitos como "Matraquinha" e "Hand talk") estarão disponíveis com assistentes distribuídos pelo espaço da apresentação para reforçar a compreensão dos momentos-chave do espetáculo, além de orientações claras sobre a sequência da apresentação (Item 26 - recursos próprios/espetáculo/produção - na planilha orçamentária)
Tanto as oficinas artísticas quanto o espetáculo final serão gratuitos, portanto, o acesso será possibilitado a todos que demonstrarem interesse em participar ou assistir. No entanto, disponibilizaremos 10% dos convites do espetáculo para a empresa patrocinadora fazer a distribuição como melhor lhe convir, com o objetivo de divulgar sua iniciativa, até 10% dos convites para o proponente ACAV realizar a distribuição e divulgar seu projeto e até 10% para as escolas públicas que servirão como locais das oficinas para distribuição entre os alunos e professores da instituição, além dos percentuais já previstos na Instrução Normativa 23/3035. Além dessas ações, visamos (seguindo as medidas de democratização de acesso, conforme o Art. 47 da IN nº 23/2025 MinC): Inciso I - "doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);" Inciso III - "disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;" Inciso V - "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;" Inciso VI - "realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;" Inciso VIII - "estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;" Este projeto visa garantir o acesso universal à fruição da arte e da cultura, promover a participação da população nas atividades culturais e facilitar o acesso à cultura e à educação artística e cultural. È primordial que crianças e jovens de diferentes realidades socioeconômicas tenham a oportunidade de participar de atividades culturais de alta qualidade, oferecendo as oficinas de ballet, percussão e teatro para públicos de diversas origens, com especial atenção às necessidades de acessibilidade. O projeto buscará incluir ativamente a comunidade nas etapas de desenvolvimento e execução, com foco na inclusão de pessoas com deficiência e na promoção de um ambiente acessível para todos. Visamos facilitar o acesso à educação artística, principalmente por meio da oferta de oficinas e da promoção de espetáculos gratuitos e inclusivos. As oficinas culturais oferecidas pelo projeto serão totalmente gratuitas e todos os materiais necessários para a realização das aulas também serão oferecidos, gratuitamente, aos alunos. O acesso às oficinas será realizado através de inscrições no período específico e a divulgação das inscrições será realizada em escolas públicas, centros comunitários e nas comunidades do entorno dos locais escolhidos para as oficinas. Não há restrição para a realização da inscrição na oficina além da idade, que deve ser entre 05 e 14 anos. Todas as apresentações resultantes dos trabalhos desenvolvidos durante o ano nas oficinas culturais serão gratuitas e abertas ao público em geral. Durante o período das oficinas ainda poderão ocorrer aulas abertas ao público. Serão ofertadas até três turmas de cada oficina (Dança, Teatro e Música ), com duração de 1h cada aula e com limite de vagas de 10 atendidos por turma, totalizando até 90 crianças e adolescentes , sendo 30 em dança, 30 em teatro e 30 em música.
A Associação Cultural Arte e Vida (ACAV) é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social pelo Município de Juiz de Fora, pelo Decreto Municipal nº 10.872, de 11 de agosto de 2011, e tem por finalidades congregar, manter, promover e desenvolver atividades beneficentes de assistência social, filantrópicas, educacionais, ambientais e culturais. Nossa missão é oferecer o acesso à cultura, à arte, ao esporte e ao lazer, proporcionando ao assistido, em situação de vulnerabilidade social, a sensibilização necessária para torná-lo um agente transformador, multiplicando suas experiências, sendo capaz de modificar o meio social em que vive. Entre 2011 e 2021, por 10 anos, a ACAV gerenciou, através de Contrato de Gestão com o município de Juiz de Fora, pela Lei 10.330/2000, o Programa Gente em Primeiro Lugar (PGPL). Projeto de atendimento a crianças, adolescentes e jovens em risco de vulnerabilidade social, por meio do oferecimento de oficinas artísticas e culturais, todas gratuitas, atingindo 69 espaços, distribuídos em 54 bairros, em todas as regiões da cidade. Nesses 10 anos de atuação, o programa desenvolveu mais de 50.000 crianças e jovens para suas jornadas na vida adulta. Desde 2015, a ACAV gerencia o CEU – Centro de Artes e Esportes Unificados, carinhosamente chamado de Praça CEU, na zona Norte da cidade. A Praça CEU é um equipamento de atendimento sociocultural, esportivo e de lazer e hoje é referência no país. De 2015 a 2021 por Contrato de Gestão com o município de Juiz de Fora e a partir de 2022 através de Termos de Colaboração pela Lei 13.019/14. Em 2018, a Acav foi qualificada como Ponto de Cultura pela Cultura Viva e a partir desse título, foi contemplado pela Lei de Emergência Cultural do Estado de Minas Gerais - Aldir Blanc. Em 2019 e 2020 a ACAV também executou seu próprio projeto através do Fundo do Conselho da Criança e Adolescente. O “Câmera na Mão e Skate no Pé” foi um projeto de atendimento a crianças e adolescentes com oficinas de Skate e audiovisual da periferia de Juiz de Fora, através de Termo de Fomento pela Lei 13.019/14. A Acav, como gerenciadora do Programa Gente em Primeiro Lugar realizou diversos eventos culturais para os atendidos desde 2011. São espetáculos de Dança, Teatro, Música, Batizado de Capoeira e Artes Urbanas. Além dos espetáculos com os atendidos, o programa durante o período gerenciado pela Acav, organizou 03 grupos de formação artística, O Grupo Eita!, de teatro, o Diverdança de dança e o SOMOS de música. Em 2018 a Acav teve seu projeto “Eventos do Programa Gente em Primeiro Lugar” aprovado e captado através da Lei Rounet. Em 2019, todos os eventos culturais puderam ser realizados através do incentivo fiscal. Incluindo o espetáculo de multilinguagens “Bença!” em comemoração aos 10 anos do programa Gente em Primeiro Lugar na cidade de Juiz de Fora. Nesse espetáculo, 50 atendidos do programa atuaram, dançaram, cantaram e tocaram, numa explosão de emoções. Na praça CEU, os eventos realizados englobam toda a comunidade além das apresentações dos atendidos pelas oficinas artísticas, como os espetáculos de aniversários do CEU, Festival de Dança, Saraus de música e Teatro, Rodas de Capoeira, Contação de Histórias entre outras atividades realizadas com os atendidos. Durante a Pandemia, no período de abril de 2020 a novembro de 2021, todos os projetos migraram para o atendimento remoto e foi uma grande emoção continuar com os atendidos, mesmo em situações tão precárias de acesso a mecanismos do ambiente virtual. Vários recursos foram disponibilizados em todas as oficinas artísticas culturais para que o maior número de crianças, adolescentes, adultos e idosos pudessem acessar os conteúdos das oficinas e continuarem a interagir com seus pares. Grupos de Whatsapp, grupos de Instagram, Grupos de Facebook e aulas de vídeo conferência foram disponibilizados para que ninguém ficasse desassistido. Com isso, o alcance dos conteúdos disponibilizados via internet tivera um crescimento extraordinário e o que vimos foi uma grande rede de resiliência e troca de compartilhamentos e saberes. Em 2021 a Acav, como Ponto de Cultura, foi contemplada pela Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural em Minas Gerais e com os recursos recebidos a Acav pôde contribuir com incentivo para vários artistas da cidade que tiveram suas vidas e artes transformadas pela pandemia e com isso, foi criada uma grande rede de fomento cultural levando ainda mais arte para todos e todas. No presente projeto a ACAV irá gerenciar e administrar as atividades proposta, além de executar a contratação dos profissionais envolvidos, realizar a compra dos materiais necessários às oficinas, realizar a produção dos eventos e prestar contas e todas as atividades desenvolvidas pelo projeto. A seguir, informações, resumidas, dos currículos da coordenadora geral e do coordenador do projeto. Coordenadora Geral: Andrea Sperandio Ventura Braga Educadora física, com pós graduação em Dança e em Psicomotricidade *Experiência profissional2011 – Atual Associação Cultural Arte e Vida - ACAV Gerente Administrativa 2010 – 2011 Associação Cultural Arte e Vida - ACAV Presidente da ACAV2007 – Atual ADVANCE Centro Integrado de Dança Sócia cotista, diretora artística e professora de dança contemporânea2008 – 2011 Prefeitura Municipal de Juiz de Fora Professora Contratada – PRB Educação Física2000 – 2007 Colégio Cristo Redentor – Academia de Comércio Fundadora, Diretora e Coreógrafa da Cia e Dança Academia1989 – 2007 Colégio Cristo Redentor – Academia de Comércio Professora e Diretora de Dança e Teatro *Informações Adicionais2021 – Curso Capacitação para Avaliação de Impactos de Projetos Socioculturais; C.H.:16H. Promovido pela ONG Favela é Isso Aí, Belo Horizonte, MG – Brasil.2021 – Curso Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) – Módulo: Manual MROSC – DF. On-line. 20h. Promovido pela Escola de Governo – Coordenação de Desenvolvimento e Formação. Governo Federal. Brasil.2020 – Curso Experiência Larch - Gestão de Pessoas. C.H.: 10h. Promovido pelo Grupo Larch, Juiz de Fora, MG – Brasil.Capítulo no livro: Libânio, C. de A. (Organizadora), 2021. “Os impactos da arte: Experiências compartilhadas de ações culturais, coletivas e comunitárias”. “Relato de Experiências: Centro de Artes e Esportes Unificados”, p. 55 a p. 65. ONG Favela é Isso Aí, Belo Horizonte, MG – Brasil.Capítulo no livro: Libânio, C. de A. (Organizadora), 2021. “Os impactos da arte: Experiências compartilhadas de ações culturais, coletivas e comunitárias”. “Relato de Experiências: Gente em Primeiro Lugar”, p. 83 a p. 91. ONG Favela é Isso Aí, Belo Horizonte, MG – Brasil. Coordenador do Projeto: André Noronha Ferreira Profissional com atuação na Gestão de Projetos Sociais, educacionais e de Pessoas do município há sete anos na área de gestão de projetos de impacto, gestão de equipes e fomento de ações inovadoras através da Organização Social Arte e Vida – ACAV, em entidade do terceiro setor, com foco no desenvolvimento de equipes e organizações baseadas em diretrizes na diversidade e de inclusão, através de ações afirmativas e de desenvolvimento territorial. Atuação reconhecida na mobilização social, da educação empreendedora e estímulo ao engajamento, através de ações, atividades e oficinas nas comunidades em que os projetos foram desenvolvidos.Coordenador de iniciativas de apoio ao mercado de trabalho, educação, cultura, esporte e lazer, com ênfase no fazer social e na sustentabilidade com base em habilidades e competências alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Conhecimentossignificativos e sólidos em implantação de estratégias de impacto com foco nas perspectivas quantitativas e qualitativas. Gestão de projetos, planilhas de acompanhamento e estratégias de gestão e execução. Experiência na prospecção e manutenção de parcerias que agregam valor e na construção da identidade e visibilidade positivas de uma instituição.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.