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PRONAC 2314525IndeferidoMecenato

Restauro da Fachada e Acessibilidade do Mosteiro São Bento

INSTITUTO MODUS VIVENDI DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL, CULTURAL E AMBIENTAL
Solicitado
R$ 9,19 mi
Aprovado
R$ 25,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2024-06-30
Término
2026-07-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Localizado no Largo de São Bento, na capital de São Paulo, o Mosteiro São Bento é um dos principais monumentos turistico do estado. Essa proposta se resume no restauro da imponente fachada neorromânica além de projetos complementares na fachada como iluminação monumental, paisagismo do entorno da fachada e acessibilidade de locomoção (elevador).

Sinopse

Serão colocados na area externa do mosteiro, 6 placas (totens) de sinalização educativa sobre a arte e história dos adornos e aquitetura da fachada. Servindo de educação patrimonial permanente para o monumento.

Objetivos

Objetivo geral: O objetivo Geral é realizar o restauro da fachada do monumento histórico, garantindo a preservação da história e dos elementos artisticos dessa fachada icone da capital Paulista. O restauro visa a conservação e preservação da história e da arquitetura do patrimônio. A proposta se encaixa nos seguintes incisos do artigo 2 do decleto 10.755, de 2021: IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivo específico: Nessa proposta está inserida os seguintes serviços e ações: * Restauração das fachadas (estrutural, artistica e e acabamento) * Restauro do Relógio da fachada principal * Iluminação cênica das fachadas * Acessibilidade de locomoção (elevador) * Paisagismo do entorno * Restauração/conservação das esquadrias das fachadas * Limpeza das telhas das duas torres da Igreja na fachada principal * Limpeza e subistituição de callhas e rufos das fachadas. * Pintura em geral nas fachadas * Instalação da energia solar garantindo a sustentabilidade economica e ambiental. CONTRAPARTIDA SOCIAL: * Ação educativa patrimonial para 200 pessoas da comunidade e entorno * Ação educativa para 100 alunos universitários de artes com ênfase em restauro (núcleo de restauro) . Impressão de folder: 1000 ACESSIBILIDADE Será instalado no monumeto um elevador com acessibilidade para todos os andares do monumento.

Justificativa

As fachadas necessitam com urgencia de restauro, estão em situação de risco com bastante desprendimento dos adordos. O Mosteiro não tem condições financeiras para essa obra, por esse motivo recorremos a lei de incentivo à cultura. A proposta se enquandra dos incivos do Art, 1º: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; E, no Art. 3º: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; Qualquer visitante que vêm à cidade de São Paulo, logo encontra os pontos de referência da fundação e dos primórdios da cidade.Fincado numa das extremidades da colina histórica, desde o século 16, a abadia dos monges beneditinos paulistanos dá nome ao largo que se encontra diante dela, além da estação de metrô, na qual milhares de pessoas desembarcam diariamente para o trabalho da região, ou às compras na região da famosa Rua 25 de Março, há poucos metros do cenóbio. Diante da igreja monástica, ao atravessar a praça, o transeunte adentra à Rua São Bento, na qual encontram-se diversos estabelecimentos, dos mais variados produtos, como restaurantes, óticas e joalherias, muitas com o nome do patriarca dos monges do Ocidente, São Bento. Há 425 anos o mosteiro faz parte da paisagem, que assim como ele próprio, se transformou através do tempo. O Mosteiro de São Bento de São Paulo foi fundado por Frei Mauro Teixeira, monge que, embora fosse natural de São Vicente, vivia na Bahia, no primeiro mosteiro beneditino lá existente. Enviado ao planalto de Piratininga em 1598, quando construiu uma ermida dedicada a São Bento, que logo se tornaria um mosteiro. Vale lembrar a própria localização em que foi construído o cenóbio beneditino. Conhecido como Inhapuabuçu _ morro que se vê ao longe _ foi escolhido pelo cacique Tibiriçá para aí estabelecer sua taba. Este era um lugar aprazível por ficar "como que de fora da cidade", entre o rio Tamanduateí e o córrego do Anhangabaú. Foi no mosteiro de São Bento que em 1640, com a ascensão de Dom João 4° como rei de Portugal, Amador Bueno da Ribeira se refugiou ao ser aclamado rei de São Paulo. Como a vila era composta por muitos espanhóis e seus descendentes, não aceitavam o fim da dinastia filipina sendo a união ibérica dissolvida. Rejeitaram, portanto, o novo rei português. Com isto quiseram criar um reinado paulista sendo aclamado por eles Amador Bueno como seu primeiro rei. A igreja foi remodelada em 1762, por iniciativa de Frei Miguel de Santa Rita. Nas melhorias, ganhou pinturas na capela-mor e no teto de José Patrício da Silva Manso (1740-1801). Também participou desta empreitada o pedreiro Joaquim Pinto de Oliveira, conhecido como Tebas (1721-1811), que pôs a pedra fundamental da nova fachada e lavrou a portaria de pedra da igreja, encimada por um frontão em forma de concha. O arquiteto e cartógrafo, o Brigadeiro José Custódio de Sá e Faria (?-1792), ele um dos maiores arquitetos em atividade na América no século XVIII, fez melhorias no projeto, consertando algumas falhas encontradas. No ano de 1855 entrou em vigor uma lei imperial de autoria de José Tomás Nabuco de Araújo (1813-1878), então Ministro da Justiça, que impedia o ingresso dos jovens ao noviciado dos mosteiros. Foi um baque. Esta perniciosa lei, que durou vários anos, deixando de existir em 1889, com a Proclamação da República, quase que extingue a vida monástica no Brasil. No Mosteiro de São Bento de São Paulo, restou apenas um monge, Frei Pedro da Ascenção Moreira, já bastante idoso. Todos os mosteiros brasileiros viviam uma decadência causada pela supradita lei. Apesar disso, o abade Frei Domingos da Transfiguração Machado (1824-1908), confiou na providência divina. Assim, houve uma renovação em 1895, quando teve início a chamada restauração da Ordem de São Bento no Brasil, com ajuda estrangeira, dos monges da Abadia de São Martinho de Beuron, Sul da Alemanha. Em 100 anos o Brasil passou de colônia a sede de governo, de Reino a Império, de Império à República. Passou de um regime escravocrata à mão de obra assalariada. De um país agrícola para a industrialização. E São Paulo foi se despontando no cenário nacional numa dinâmica sem igual, passando das construções em taipa à solidez do tijolo, e tornando-se na capital mais estrangeira do Brasil. Deixava o provincianismo e iniciava sua efervescência. O mosteiro assistia a tudo isso. Com o passar dos séculos, já em 1900, chega ao mosteiro, Dom Miguel Kruse (1864-1929), uma das figuras mais fascinantes do monaquismo da época, o qual se tornou abade e fez uma grande revolução no local. Em 22 de setembro, após alguns anos sem a prática do ofício divino no seu modo coral, é restaurado com muito empenho e beleza, tornando uma marca constante no mosteiro. Em 1903 Dom Miguel Kruse funda o famoso Colégio e o Teatro de São Bento. Em 1910 é iniciada a construção da Igreja e do novo Mosteiro. Aqui vale assinalar que, a cidade de São Paulo passava por grande processo de urbanização, empreendido em grande parte, pelo prefeito Antônio da Silva Prado (1840-1929). Entra em cena nomes de arquitetos célebres como Francisco Ramos de Azevedo (1851-1928), Domiziano Rossi (1865-1920) e Victor Dubugras (1868-1933). Estes foram a coqueluche dos nobres cafeicultores que deles encomendaram projetos para seus palacetes e outras obras. Acabaram por contribuir na mudança da feição da cidade, agora mais organizada e cosmopolita. Em 29 de setembro de 1920, festa dos Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel, ocorreu a consagração solene dos sinos da igreja do mosteiro com grande pompa. Os sons dos sinos evidenciavam ainda mais uma nova era. O conjunto de seis grandes sinos foi fabricado na cidade de Lauingen, Alemanha. Quase foram derretidos para se construir tanques de guerra, mas o Núncio Apostólico de Munique, Monsenhor Giuseppe Aversa (1862-1917), intercedeu junto ao governo para que não o fizessem. Já o famoso relógio bem no alto da fachada da basílica, que precisa emergencialmente de ser restaurado, é um dos mais precisos e famosos da cidade. De origem alemã, é o maior relógio em dimensão da cidade. O visor do relógio traz os números em algarismo romano. É curioso notar que o número "quatro" apresenta a versão IIII e não IV. A explicação é estética, buscando a harmonia. Os ponteiros trazem esculpidos, o sol e a lua. Abaixo do relógio dois anjos, um dos adornos que faz parte do restauro da fachada. sustentam um brasão com a inscrição A. D. 1912 _ as letras A e D são a abreviação latina de Annus Domino, ou seja, Ano do Senhor. Esses e outros adornos estão com desprendimentos e correm o risco de serem destruidos com o desprendimento de pedaços, caso o restauro não ocorra a tempo. Por esses e outros motivos esse restauro é muito importante para a salvaguarda desse monumento. A beleza da Igreja se vê deste a fachada, sendo o visitante acolhido por uma belíssima porta, obra modelada pelo escultor e medalhista Heinrich Wadere, embora coubesse ao modelista holandês Hendrick Bakkenist (1887-1940) trabalhar o carvalho e a peroba e entalhar os 16 painéis em baixo-relevo, com variados motivos que ilustram o ano litúrgico. A concepção da porta, no entanto, é do nosso já conhecido, Dom Adelbert Gressnigt, o mesmo da decoração interna da igreja. É curioso lembrar que a basílica já nascia moderna, pois a arte beuronense tinha origem em ditames ecléticos de vanguarda, motivo pelo qual era vista com desconfiança por membros conservadores da Igreja, uma vez que tal arte tem influencias do antigo Egito, da Grécia antiga _ artes consideradas pagãs _ do paleo cristão e do bizantino. A influência egípcia, por exemplo, pode ser observada nas pinturas dos anjos, que estão de perfil. As vestes dos santos têm influência bizantina. Ainda na década de 20, São Paulo sofreu um ataque das tropas do General Isidoro Dias Lopes (1865-1949), no que ficou conhecida como Revolução Tenentista. O ano era 1924. Dentre as exigências dos revoltosos, estavam a renúncia do Presidente da República, o mineiro Artur Bernardes (1875-1955), a formação de um governo provisório e o voto secreto. Foram 23 dias de guerra em São Paulo, entre 5 e 28 de julho daquele ano. Quem podia fugir, fugiu. Ao menos 200.000 pessoas deixaram a cidade. Como sempre, os pobres foram os que mais sofreram. Deste ataque o mosteiro guarda marcas até hoje. Quem vem em direção ao Largo de São Bento pelo Viaduto Santa Ifigênia poderá se deparar com esta parede histórica. A parede é a lateral do Colégio de São Bento. É fácil perceber a parede cravada de balas, pois está bem próxima ao muro que dá para o viaduto. Há nos arquivos do mosteiro projeteis que caíram em suas dependências, memória destes dias de pavor. Sensibilizado com os mais frágeis, o abade Dom Miguel Kruse disponibilizou o prédio para os refugiados e ao atendimento da Cruz Vermelha, acolhendo cerca de 6.000 pessoas. O mosteiro fornecia, além disso, alimentos e auxílios pecuniários a uma média de 2.000 pessoas. Preocupado com o que poderia acontecer de pior, o ilustre abade pediu proteção ao Sagrado Coração de Jesus. Com a graça alcançada, o prelado mandou edificar um altar em 1926. Neste belíssimo altar, pode-se ver ainda hoje, junto à porta que dá acesso à clausura, as imagens do Sagrado Coração de Jesus ladeado por Santa Mactildes e Santa Margarida Maria de Alacoque, devotas e iniciadoras desta devoção. Além disso, São Paulo passou por mais uma revolução, agora 1932, reivindicando uma constituição e, ao mesmo tempo, tentava derrubar o governo provisório de Getúlio Vargas (1882-1954). O mosteiro, sempre cumprindo seu papel, acolheu os diversos desabrigados da cidade. Os monges com muita coragem e sensibilidade cristã saíram às ruas para ajudar os feridos espalhados por diversos pontos da capital. Pela terceira vez, tornara-se o mosteiro em um hospital improvisado, como em 1918 (gripe espanhola) e 1924, durante a Revolução Tenentista. Para as comemorações dos 400 anos de fundação da cidade de São Paulo, em 1954, o mosteiro adquiriu um novo órgão de tubos. Fabricado na Alemanha pela Casa Walcker, o grande órgão, possui setenta registros reais, quatro teclados manuais e pedaleira completa. Encontra-se instalado no lado esquerdo do transepto da igreja, perceptível pelo imponente conjunto com mais de 6.000 tubos, sustentado por duas grandes colunas talhadas em carvalho. Este é um dos mais harmoniosos e completos órgãos de grande porte do país. O mosteiro completou em 1998, 400 anos de fundação. Para celebrar tão importante efeméride, o grande órgão passou por aperfeiçoamento técnico, recebendo uma nova consola, fabricada pela Casa Laukhuff, seguindo projeto especialmente elaborado para comportar mais de duas mil combinações. Em vários momentos do ano, além das celebrações, os paulistanos e outros visitantes são agraciados por recitais de órgão executados por renomados músicos do Brasil e do mundo. Quatrocentão, o mosteiro chega ao século 21 mantendo sua tradição com vitalidade. Palco de festivais de órgão e outros eventos religiosos e sociais, foi escolhido para a hospedagem, em maio 2007, do Papa Bento XVI, o qual, participou da abertura da 5ª Conferência do CELAM (Conferencia do Episcopado Latino Americano e do Caribe), em Aparecida. Pouco antes da visita do Sumo Pontífice, porém, o mosteiro abriu suas portas para um brunch. Tratava-se de apresentar aos visitantes algumas dependências do mosteiro, local onde se hospedaria o papa. O empreendimento foi um verdadeiro sucesso, acontecendo ainda hoje, consolidando-se como um evento que já entrou no calendário da cidade. Como vimos, o Mosteiro de São Bento de São Paulo é testemunha de diversos episódios da Paulicéia de Mário de Andrade. Por isso, é de suma importância que não apenas os paulistanos, mas todos aqueles que apreciam história, cultura e arte conheçam mais sobre sua memória. O mosteiro imponente com sua fachada neorromânica diz à cidade que está ali a rezar por ela, que tanto necessita desse apoio. A proposta propoem a implantação da energia solar. Hoje as adoções de medidas sustentáveis na restauração do patrimônio histórico são consideradas estratégias fundamentais. A utilização do conceito de sustentabilidade relacionada à conservação do patrimônio iniciou-se nas décadas de 1970 e 1980 através de abordagens economicistas (PEREIRA, 2011). Esta presença torna-se mais perceptível quando documentos internacionais como a Carta de Vantaa e a Carta de Cracóvia, ambas de 2000, fazem alusão à sustentabilidade e ao desenvolvimento sustentável. Por esse motivo estamos solicitando nessa proposta além do restauro e acessibilidade, a sustentabilidade do monumento.

Estratégia de execução

Os itens realizados pelo proponente: administrativo, bem como a coordenação geral, relatório final e As BUit, contador, advogado e recolhimento de impostos.

Acessibilidade

BEM MÓVEL/ RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO ACESSIBILIDDE FÍSICA * Será executado pelo projeto a acessibilidade fisica com a instalação de um elevador e de rampas para acesso. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: * Elevador * Rampas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: * Vídeo com interprete em libras. * Sitio de internet Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: * Vídeo * Sitio de internet ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: * Placa tátil no roteiro do monumento, explicando o conteúdo arquitetônico e com informações simplificadas. * Vídeo com áudio * Sitio de internet Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: * Placa tátil * Vídeo * Sitio de internet CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDDE FÍSICA Será executado pelo projeto a acessibilidade fisica com a instalação de um elevador e de rampas para acesso. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: * Vídeo com interprete em libras. * folder Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: * Vídeo * Folder * Tradutor em libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: *Vídeo com sonorização Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: * Vídeo ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- * As ações educativas acontecerão assim que finalizar a execução do restauro das fachadas. A restauração desses monumentos trará condições adequadas de visitação, criando condições de interatividade e acessibilidade, permitirá o acesso de todos os cidadãos sem distinção, desde a primeira infância até a terceira idade, gestantes, portadores de necessidades físicas e intelectuais, democratizando o acesso de turistas do Brasil e do exterior. Sem distinção de classe social, gênero e cor. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: ** TODAS AS RUBRICAS DE ACESSIBILIDADE ESTÃO INSERIDAS NA PLANILHA FINANCEIRA DO PROJETO.

Democratização do acesso

O local é de acesso gratuito. Serão realizadas as seguintes ações de democratização de acesso. * Video com a história do monumento * 2 ações educativas para a comunidade do entorno - 100 pessoas cada - (total 200 pessoas) * Ação educativa para alunos de arte da universidade publica e particular - 25 pessoas cada - (total 100 alunos) dentro do núcleo de restauro com o objetivo de realizar a formação na area. * 10 publicações nas redes sociais do mosteiro mostrando detalhes do restauro em video.

Ficha técnica

Proponente: Instituto Modus Vivendi Curriculo em anexo Atividades desenvolvidas pelo proponente e dirigente: Administrativo, coordenação geral, captação de recursos e prestação de contas do projeto. Os profisionais que participarão do projeto serão definidos no início do projeto, após a aprovação e captação de recursos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.