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PRONAC 2314526Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Edições Mirante Pinacoteca do Ceara

INSTITUTO MIRANTE DE CULTURA E ARTE
Solicitado
R$ 1,92 mi
Aprovado
R$ 1,92 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-02-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

Este projeto fará a produção, publicação e distribuição de cinco catálogos referentes a exposições realizadas na Pinacoteca do Ceará. Os catálogos, bilíngues, irão documentar, divulgar e expandir os conteúdos das mostras realizadas, ao reunir informações detalhadas das obras, imagens, artistas, textos críticos e curatoriais. O material será disponibilizado em formato impresso e, também, em formato digital para download gratuito nos canais institucionais da Pinacoteca, ampliando o alcance, estimulando a pesquisa em artes e possibilitando recursos complementares de acessibilidade ao público com deficiência visual.

Sinopse

1. Catálogo da exposição Negros na Piscina Período: 7/12/2022 a 7/5/2023 Curadores Fabiana de Moraes (PE) e Moacir do Anjos (PE) A exposição reuniu 210 obras de artistas e coletivos, entre eles Ana Farache, Afonso Pimenta, Arthur Bispo Do Rosário, Bajado, Bárbara Wagner, Denilson Baniwa, Efrain Almeida, Elitiel Guedes, Família Wapichana, Fefa Lins, Felipe Camilo, Fruto De Favela, Gê Viana, Géssica Amorim, Glicéria Tupinambá, Heitor Dos Prazeres, João Bertholini, Mestre Didi, Panmela Castro, Renata Felinto, Retratistas Do Morro, Terroristas Del Amor, Walter Firmo, Yhuri Cruz. Negros na Piscina remete, de imediato, a uma imagem de subversão - a presença possível de certos corpos em espaços a eles não destinados na história do Brasil. Espaços de diversão ou descanso, mas não somente. Piscina é também casa, é comida na mesa, é acesso à educação e à saúde. Piscina é muita coisa: festa e trabalho, gozo e segurança. Negros na Piscina se refere a uma outra paisagem de Brasil. Uma que não existe ainda, mas que está sendo construída por muita gente. Paisagem social e afetiva em que corpos pretos, indígenas e travestis, entre outros vários igualmente negros, possam ter direito a trabalho e a descanso. E a muito mais. Uma paisagem em que lhes caiba e lhes pertença uma possível felicidade – coisa abstrata à qual é dada concretude por quem a busca. Uma paisagem que não seja marcada somente por dor e dano, mas também por cura e contentamento. E, se não há caminho curto ou fácil para alcançar tal intento, os trabalhos reunidos nesta exposição oferecem, ao menos, indícios dessa gradual e imparável construção. Trabalhos que oferecem, por isso, faíscas de beleza – palavra que desafia entendimento único – mesmo onde muitos supõem não haver razões para que ela exista. Beleza como expressão de resistência e como motor de invenção. 2. Catálogo da exposição “Leonilson: Montanhas protetoras e ao longe, vulcões, rios, furacões, mares, abismos e Das amizades” Período: 9/12/2023 a 26/5/2024 Curadores Ricardo Resende (SP) e Aline Albuquerque (CE) A mostra é realizada três décadas após o falecimento precoce de Leonilson, em 28 de maio de 1993, e faz lembrar o legado deste que é considerado um dos mais relevantes nomes das artes brasileiras dos séculos XX e XXI. São 117 obras do artista que nasceu no Ceará e ainda pequeno foi com a família morar em São Paulo. Os trabalhos expostos contemplam desenhos, pinturas, bordados, gravuras, objetos escultóricos e escrituras, que expressam sua forma política de desver este mundo de injustiças e contradições. Ou seja, ver fora da normalidade, enxergando equivalências sensíveis nos fenômenos naturais que lhes dão forma e que ocorrem na fina pele que cobre o mundo. Leonilson produziu delicados desenhos e fez uso frequente de inscrições de textos e palavras, fazendo delas verdadeiras poesias visuais. As pequenas figuras que aparecem na obra do final dos anos 1970 já revelam os traços de desenhos do começo da década de 1990, últimos anos de sua produção, mostrando coerência gráfica e, por meio dessas figuras – puras, de linhas simples e inacabadas –, verdadeiras e eloquentes narrativas. São figurinhas de homens e de fenômenos naturais reduzidos nos traços mínimos, mas, ainda assim, carregados de forte expressão, representando a humanidade na sua essência. Os desenhos do começo dos anos 1980 mostram a maneira como Leonilson enxerga o mundo interior das pessoas. Cenas do cotidiano em que retrata amigos em estado de contemplação, e que fazem uma correlação com o núcleo da exposição Das amizades, que também compõe a exposição. Das amizades reúne artistas direta ou indiretamente citados nas agendas e diários de Leonilson: Batista Sena, Zé Tarcísio, Luiz Hermano, Efímia Meimaridou, Ricardo Bezerra. Além destes, a curadoria convida ao encontro Marcus Francisco, Siegbert Franklin e Karim Aïnouz, por serem contemporâneos e dialogarem com o trabalho de Leó. O conjunto de trabalhos colocados em relação cria um campo de ressonância que ativa a potência dos gestos conservados no tempo e ecoa “pelas montanhas protetoras e ao longe”. O tempo, espiralar como um tufão, acorda memórias adormecidas, revolve sonhos e utopias. 3. Catálogo da exposição “Minha vida em dois mundos”, de Cláudia Andujar Período: maio a setembro/2024 Curador: Eduardo Brandão (SP) Individual da Claudia Andujar. A fotógrafa nasceu na Suíça, em 1931, e em seguida mudou-se para Oradea, na fronteira entre a Romênia e a Hungria, onde vivia sua família paterna, de origem judaica. Em 1944, com a perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial, fugiu com a mãe para a Suíça, e depois emigrou para os Estados Unidos, onde foi morar com um tio. Em Nova York, desenvolveu interesse pela pintura e trabalhou como guia na Organização das Nações Unidas. Em 1955, veio ao Brasil para reencontrar a mãe, e decidiu estabelecer-se no país, onde deu início à carreira de fotógrafa. A exposição apresenta um conjunto de séries de fotografias feitas por Andujar e que abarcam os anos de 1960 a 2014. A primeira série reúne fotografias da década de 1970, quando Andujar registrou a cidade de São Paulo vista de cima, tal qual fez - anos mais tarde - com a natureza exuberante das terras Yanomami. Usando filme infravermelho, interferiu na representação da cidade, aproximando-a a outra obra conhecida de sua trajetória, a Maloca em chamas - da série casa (1974). Há também a série Meu mundo, de 2008, com imagens feitas por ela com uma câmera Ricoh, em seu apartamento na avenida Paulista, em São Paulo. A cidade aliás é tema de uma outra série, com fotos realizadas entre 1974 e 2014. As ruas e seus habitantes. Concluída em 2014 com imagens produzidas desde a década de 1960, a série estabelece um comentário sobre a aridez urbana e a permanente construção e decadência dos edifícios. Em Juqueri, Andujar reúne imagens feitas para reportagens publicadas na revista brasileira “Realidade” entre os anos de 1966 e 1971. As fotos documentam a situação dos pacientes do Hospital Psiquiátrico Juqueri, em São Paulo, que, entre 1950 e 1960, chegou a abrigar mais de 14 mil internos. Sabe-se hoje que grande parte das internações compulsórias foi feita devido à explosão migratória na década de 1960 no Estado de São Paulo, provocada pelo desenvolvimento industrial, que contribuiu para o aumento do desemprego, da mendicância e da delinquência. Internar pessoas nessas situações pode ser uma forma de fazer o problema desaparecer das ruas. Entre outras séries, a exposição também traz Toototobi, de 2010. As imagens foram captadas em 2010 durante uma reunião da Hutukara na vila de Toototobi [Terra Indígena Yanomami - TIY]. Fundada por Davi Kopenawa Yanomami em 2005, a Hutukara organiza encontros regulares com o objetivo de discutir a situação atual dos povo. Os retratos da série mostram jovens Yanomami que, treinados para defender seu povo, são os responsáveis pelo andamento pacífico dos encontros. Neutros e reservados, seus olhares testemunham o encontro fugaz, que também se reflete no uso dado por Andujar a uma câmera digital. 4. Catálogo da exposição “O corpo humano não é mais o que era” Período: novembro/2024 a maio/2025 Curadores: Agnaldo Farias (SP) e Mateus Nunes (PA) A exposição irá promover uma reflexão sobre a presença do corpo e suas potencialidades nas artes visuais. A cultura visual contemporânea testemunha o processo de afirmação dos corpos cruzando fronteiras e identidades. A pintura, a escultura e a fotografia são alguns dos campos artísticos onde o corpo se expõe e se questiona. 5. Catálogo da exposição que reflete o acervo da Pinacoteca do Ceará Período: dezembro/2024 a junho/2025 Curadores: Lisette Lagnado (SP), Yuri Firmeza (CE), Vilma Soares (BA) e José Eduardo Ferreira (BA). A exposição comemorativa dos dois anos de atividades da Pinacoteca do Ceará pretende trabalhar questões que envolvem o acervo do museu. O conceito emerge de um estudo voltado para estabelecer conexões entre a Pinacoteca, um museu público estadual, e outras iniciativas independentes que fundamentam suas práticas nos conceitos de museologia social e inventários participativos. O propósito central desta iniciativa é instigar uma análise crítica do acervo da Pinacoteca, destacando lacunas, reavaliando prioridades, reconhecendo que movimentos artísticos historicamente marginalizados ainda estão longe de serem devidamente representados na coleção. Para isso, está previsto ações realizadas em conjunto com o Acervo da Laje (BA), um espaço de memória artística, cultural e de pesquisa sobre o Subúrbio Ferroviário de Salvador, que surgiu em 2011, fruto de pesquisas sobre a arte invisível dos trabalhadores da beleza nas periferias de Salvador, em parceria com o fotógrafo Marco Illuminati. O espaço é composto por bibliotecas (Geral, Coleções, Livros Raros, Futebol, Bahiana, Poesia, Autografados, Arte), hemeroteca, coleções de CDs, discos, manuscritos, croquis, conchas, tijolos, azulejos e porcelanas antigas, artefatos históricos, quadros, esculturas em madeira e alumínio, fotografias e objetos que contam a história do Subúrbio Ferroviário de Salvador, dialogando com toda a cidade, mostrando que também há beleza e elaborações estéticas neste território. Um dos objetivos do Acervo é proporcionar o encontro das pessoas com as obras e os artistas, assim como estimular pesquisas e a ressignificação da imagem da periferia, mostrando seus valores, memória, cultura e elaborações estéticas. Diálogos entre espaços oficiais de arte e espaços independentes contribuem para a avaliação de questões relacionadas à representatividade e uma compreensão mais aprofundada da forma como o público e as comunidades se identificam e se relacionam com esses ambientes culturais.

Objetivos

A Pinacoteca do Ceará integra a rede de equipamentos da Secretaria da Cultura do Ceará e gerida pela organização social Instituto Mirante de Cultura e Arte, através de contrato de gestão. O museu tem por missão preservar, investigar, comunicar e difundir a produção artística e cultural contemporâneas, em diálogo com circuitos regionais, nacionais e internacionais. Além de promover processos de criação, pesquisa e formação, a partir das transversalidades entre arte e educação. A publicação de catálogos das exposições colabora com essa missão. O museu foi inaugurado em 03 de dezembro de 2022 e organizou em seu primeiro ano 08 exposições, atraindo um público de aproximadamente 125 mil visitantes que puderam conferir oito exposições de artes visuais, além de participar de aulas abertas, formações continuadas, ateliês de pesquisa, crítica e criação, dentre outras ações. A primeira publicação organizada pelo equipamento, atualmente em fase final de produção, trata-se de um catálogo que registro esse momento histórico para o Ceará, agrupando textos e imagens das três exposições que compõem a mostra inaugural, a saber : "Se Arar" - exposição coletiva que apresenta a multiplicidade da produção artística realizada no Ceará, reunindo diversas gerações de artistas; "Amar se aprende amando" - exposição individual que comemora o centenário de nascimento do artista cearense Antonio Bandeira; e "No lápis da vida não tem borracha" - exposição individual que comemora o centenário de nascimento do artista cearense Aldemir Martins. O catálogo inaugural vem acompanhado ainda de uma coletânea de doze textos que buscam compreender as artes a partir do Ceará - um diálogo entre gerações, trazendo à cena pesquisadores de diversas disciplinas. A publicação foi organizada e financiada com recursos próprios do Governo do Estado do Ceará - assim como todo o investimento na obra que adaptou antigos galpões da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA). Catálogos de exposições são reconhecidamente importantes fontes de registro, de pesquisa e de conhecimentos. Tornam-se especialmente importantes quando dão espaços para novas narrativas acerca da história da arte no Brasil, apresentando diferentes perspectivas contra-hegemônicas. Nesse sentido, este projeto, vem para integrar a política de publicação e de difusão da Pinacoteca, revelando arranjos teóricos, históricos e museográficos a partir de um museu público do Ceará, fortalecendo sua vertente como espaço de produção, registro e difusão do pensamento crítico no campo das artes visuais. OBJETIVO GERAL O objetivo geral deste projeto é produzir, publicar e distribuir 05 (cinco) catálogos bilíngues, com tiragem de 01 (hum) mil exemplares cada, 05 (cinco) mil exemplares no total, referentes às seguintes exposições realizadas e previstas de realização nos espaços da Pinacoteca do Ceará entre 2023 e 2025 : 1. "Negros na Piscina", com curadoria de Moacir dos Anjos e Fabiana de Moraes, em cartaz entre dezembro de 2022 e maio de 2023; 2. "Leonilson: Montanhas protetoras e ao longe, vulcões, rios, furacões, mares, abismos e das amizades", com curadoria de Ricardo Resende e Aline Albuquerque, em cartaz entre dezembro de 2023 e maio de 2024; 3. "Minha vida em dois mundos" (nome provisório), individual da fotógrafa Claudia Andujar, com curadoria de Eduardo Brandão e previsão de início em maio a setembro de 2024; 4. "O corpo humano não é mais o que era", com curadoria de Agnaldo Farias (SP) e Mateus Nunes (PA), no período de novembro/2024 a maio/2025; 5. "Acervo em Desconstrução", que reflete o acervo da Pinacoteca do Ceará, com curadoria de Lisette Lagnado (SP), Yuri Firmeza (CE), Vilma Soares (BA) e José Eduardo Ferreira (BA), no período de dezembro/2024 a junho/2025. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Documentar cinco exposições realizadas pela Pinacoteca do Ceará entre os anos de 2023 e 2025, sistematizando informações de artistas e de obras de arte, em especial as que compõem o acervo do Governo do Estado do Ceará; 2. Expandir as questões levantadas pela pesquisa curatorial de cada uma das exposições; 3. Difundir pensamento e crítica acerca da arte, tendo como ponto de partida as exposições realizadas pela Pinacoteca do Ceará, registrando a memória das artes e das políticas públicas de cultura do Estado; 4. Documentar a história da arte do Ceará, a Pinacoteca do Ceará e suas ações; 5. Estimular a pesquisa em artes no Ceará; 6. Distribuir catálogos entre instituições públicas e privadas de cultura no Ceará; 7.Dar visibilidade aos artistas envolvidos nas exposições.

Justificativa

Os catálogos da Pinacoteca do Ceará visam contribuir para a missão de produção, sistematização e difusão de conhecimento produzido no e a partir do museu. As publicações sobrevivem no tempo para além das exposições realizadas, com autonomia. Assim, mais do que um veículo de documentação, são obras que funcionam como um complemento às mostras — amplificando e estendendo suas discussões. A Pinacoteca do Ceará atua a partir do conceito de Museu-Ateliê, se construindo como um museu vivo, que se põe em movimento de constante transformação, pelas relações que estabelece com os seus públicos. Museu como um espaço de imersão, arregimentando os sentidos inquietos necessários para a reflexão sobre o mundo. Parte desta premissa conceitual, para reivindicar o museu como um espaço de criação, dedicado a processos de formação contínua, nos quais o conhecimento é produzido de forma horizontal, na relação com todas as suas esferas de atuação: preservação, pesquisa, difusão e educação. Para tanto, a Pinacoteca do Ceará cultiva as transversalidades entre arte e educação, vistas como práxis experimentais e construtivas e pensa, a partir deste entendimento, o museu como uma instituição que aproxima o público aos seus processos, e que ao não se entender como irradiadora de um repertório de saberes e conhecimentos, se compromete com a transformação da cultura e a modificação das dinâmicas sociais. A Pinacoteca é resultado de 80 anos de luta das artes visuais no Ceará. A reivindicação pela sua criação remonta aos anos 1940, quando artistas pediam um local para salvaguardar e incentivar as artes no Estado. Inaugurada em dezembro de 2022, o museu funciona em antigos galpões da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), restaurados em um projeto arquitetônico contemporâneo. Está localizada contígua à Estação Ferroviária João Felipe, no centro histórico de Fortaleza. São 9.070 m² que abrigam salas expositivas, auditório, ateliês, pátio, café, reserva técnica e bloco administrativo.

Especificação técnica

Cinco catálogos, com tiragem de 1.000 exemplares cada, com as seguintes características técnicas: Número de páginas 192 Formato fechado 200mm x 265mm Formato aberto 420mm x 265mm Capa Papel Masterblank 270g Impressão 4x4 Acabamento verniz fosco, baixo relevo apenas na capa; relevo área 15cm x10cm Miolo Papel Munken Print White 150g/m² Impressão 4x4 cores Encadernação costura + otabind outros acabamentos fio costura preto Provas de cor de todo o livro Livro bilíngue – Português e Inglês

Acessibilidade

Alinhada à política cultural do Estado, e pautada na necessidade de construirmos museus para todas as pessoas, inclusivo e acessível nas suas dimensões arquitetônica, comunicacional e programática, a Pinacoteca do Ceará tem Acessibilidade e Inclusão como um dos seus valores. A acessibilidade nos museus deve proporcionar processos de fruição estética, além de criação artística e cultural, considerando a inclusão das diferentes deficiências. Nesse sentido, em complementaridade à acessibilidade física e comunicacional às visitas presenciais das exposições, os catálogos da Pinacoteca do Ceará preveem sua disponibilização em versão digital, através das quais serão acrescidas ferramentas de acessibilidade para pessoas com deficiências visual. Além disso, quando dos lançamentos de cada catálogo, nos espaços acessíveis da Pinacoteca do Ceará, será garantida à atuação de intérpretes de libras e audiodescrição nos eventos, permitindo a inclusão de públicos diversos.

Democratização do acesso

Os cinco catálogos resultantes deste projeto terão uma tiragem de 1.000 (mil) exemplares cada, que serão distribuídos local, regional e nacionalmente segundo o seguinte plano de distribuição: PÚBLICO: artistas, curadores, historiadores, pesquisadores e estudantes de arte, jornalistas, profissionais do trade turístico, público em geral. INSTITUIÇÕES: bibliotecas, instituições de ensino e culturais, museus, galerias de arte, órgãos dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Será doado, no mínimo, vinte por cento dos produtos materiais resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados, sem prejuízo do disposto no art. 44 do Decreto no 5.761, de 2006. Os eventos de lançamento do livro serão sempre gratuitos e será permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.

Ficha técnica

COORDENAÇÃO E GESTÃO CULTURAL Instituto Mirante de Cultura e Arte Tiago Santana - Diretor Presidente João Wilson Damasceno - Diretor Executivo Flávio Jucá - Diretor Administrativo e Financeiro Pinacoteca do Ceará Rian Fontenele - Diretor Geral Ana Javes Luz - Diretora Executiva Sílvia Bessa - Gerente de Comunicação e Projetos Lucas Dilacerda - Supervisor de Conteúdo Luis Carlos Sabadia - Consultoria em projetos MINIBIOS Tiago SantanaFotógrafo, editor e produtor cultural, atua desde 1989 desenvolvendo projetos no Brasil e na América Latina. Em 1994 recebeu a Bolsa Vitae de Artes – Fundação Vitae (São Paulo), com o projeto Benditos, livro publicado em 2000; e o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia – FUNARTE (Rio de Janeiro) em 1995. Em 2007 ganhou os Prêmios Conrado Wessel de Ensaio Fotográfico (SP) e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, pelo ensaio O Chão de Graciliano, livro publicado em 2006. Em 2010 recebeu o Prêmio Porto Seguro Brasil de Fotografia (SP). Em 2011 teve seu trabalho Sertão publicado na coleção Photo Poche (França). Em 2014 publicou o livro Céu de Luiz. Integra o comitê editorial da Revista Sueño de La Razón (Chile), membro do conselho curador do Prêmio POYLatam (Equador) e colaborador da World Press Photo Foundation (Holanda). É diretor artístico do Fotofestival SOLAR e fundador da Editora Tempo d’Imagem em Fortaleza, no Ceará. João Wilson DamascenoJoão Wilson Damasceno é gestor cultural e militante da Cultura. Produziu e auxiliou a criação de importantes festivais da cena cultural do Ceará, como Festival UFC de Cultura, Festival Latino-Americano das Juventudes, Palco Vida&Arte, Feira Massa e Maloca Dragão. Foi diretor de Ação Cultural do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e superintendente do Centro Cultural Porto Dragão e do Hub Cultural do Ceará, onde participou ativamente da implantação do mesmo e esteve à frente de projetos como os programas Porto Dragão Sessions, Zona de Criação, Nós no Batente e o webinário Jornada de Pensamento. Flávio JucáJosé Flávio Barbosa Jucá de Araújo é Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará e em Direito pela Universidade de Fortaleza, com pós-graduação em Gerência de Marketing pelo IEPRO e extensão em Gestão Pública pela Universidade Federal de Santa Catarina; foi empregado de carreira da Caixa Econômica Federal, onde exerceu vários cargos de gestão; no Governo do Estado do Ceará exerceu os cargos de Coordenador de Habitação da Secretaria das Cidades, Secretário de Estado Chefe da Controladoria e Ouvidoria Geral – CGE, Secretário Executivo de Gestão da Secretaria de Planejamento e Gestão – Seplag, Secretário Executivo de Acompanhamento de Projetos Especiais da Casa Civil e respondeu pelos cargos de Secretário Titular da Secretaria de Planejamento e Gestão e de Secretário Chefe da Casa Civil. Ana Javes LuzDoutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM/UFRGS) e mestra (2016) pelo mesmo Programa. Coordenadora executiva do Observatório da Comunicação Pública (OBCOMP), projeto com investimentos do CNPq e apoio da UFRGS. Pesquisadora do Núcleo de Comunicação Pública e Política (Nucop) – Grupo de Pesquisa vinculado ao PPGCOM/UFRGS e certificado pelo CNPq. Graduada em Comunicação Social (1999), com habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal do Ceará. Experiência na área de Comunicação Pública e Governamental, Comunicação Política, Publicidade e Propaganda, Assessoria de Imprensa. Coordenou a Comunicação Social da Prefeitura Municipal de Fortaleza entre janeiro de 2005 e dezembro de 2012. Rian FontenelePintor, gravador e desenhista. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC), em 2000. Rian Fontenele trabalha com linguagens diversas, como a gravura, a pintura e o desenho. Estudou desenho livre com Cecília Castellini, em 1993, e xilogravura com Eduardo Eloy, em 1996. Em Barcelona (Espanha), estudou gravura em Metal na escola D´Art Da Vinci e faz cursos de desenho e história da arte. Participou de exposições nacionais e internacionais como: Circunstantes, na Galeria Casa D´Art (Fortaleza-CE), em 2003; Aproximações, Galeria Nagy Lagos – MHAM, em 2007; e 30 Dies de Gravat a Olot, (Espanha), em 2007. Realizou e apresentou a exposição individual Hiatos, em 2007, em Fortaleza (CE), mostra fruto do prêmio de melhor desenho da XIII Unifor Plástica, recebido por ele em 2005. Em 2009, recebeu o prêmio de melhor pintura pela Bienal da Unifor. Suas obras fazem parte de coleções públicas e particulares. Lucas Dilacerda Curador e crítico de arte. Realizou mais de 20 curadorias. Ministrou mais de 60 cursos e 180 apresentações em diversas instituições de arte no Brasil. Possui mais de 30 textos, críticas de arte e artigos publicados. É autor do livro “Pensamento alienígena: a fabulação de novos mundos possíveis”. Graduado (Licenciatura e Bacharelado) em Filosofia, com ênfase em Estética e Filosofia da Arte, com distinção Summa Cum Laude, pela Universidade Federal do Ceará (UFC); Especialista em Arte e Filosofia Clínica, pelo Instituto Packter; Mestre em Filosofia, com ênfase em Estética e Filosofia da Arte, pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFC; também é Graduando em Artes Visuais, pela Universidade Estadual do Ceará; e Mestrando em Artes, pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UFC. Sílvia BessaJornalista e gestora cultural. Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC), em 1997. Especialista em Gestão Cultural pela Gestão Cultural, pela Universidade de Girona (2011). Atua na área de jornalismo cultural desde 2001, como repórter e editora. Em 2006, entrou na Fundação de Cultura de Fortaleza (Funcet), mais tarde transformada em Secretaria da Cultura de Fortaleza (Secultfor). Foi gestora da pasta, assumiu posteriormente a implantação e direção da escola Vila das Artes. Integrou a equipe gestora que articulou a criação do Sistema Municipal deCultura de Fortaleza Luis Carlos SabadiaTrabalha com gestão cultural, incentivos fiscais à cultura e economia criativa. É gestor de espaços culturais e atua na concepção, viabilização e gestão projetos culturais para instituições públicas e privadas. É formado em administração, pós graduado em gestão cultural e em Gestão e Inovacão em Instituições Culturais. Um dos fundadores da ONG Alpendre, foi consultor do SEBRAE, Diretor de Ação Cultural do Centro Dragão do Mar, e desde 2014 é gestor do Museu da Indústria, uma iniciativa do sistema FIEC através do SESI Ceará. Atua na políticacultural em conselhos deliberativos como Conselho Estadual de Políticas Culturais (Governo do Ceará), do Conselho de Administração do Instituto Cultural Iracema – ICI (Prefeitura Fortaleza), e foi da CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (Ministério da Cultura). Foi presidente da Câmara Setorial de Economia Criativa – ADECE (Ce), preside a ong IACD e é sócio fundador da empresa Vanguardeiro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.