Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2314569Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Circuito Criativo do Parque

INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORANEA - ICCO
Solicitado
R$ 4,96 mi
Aprovado
R$ 4,96 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-07-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto 'Circuito Criativo do Parque' visa oferecer atividades sócio-culturais e educativas nos seguintes segmentos: Teatro, Arte-educação, Meio ambiente, Cinema e Música. A proposta contempla os custos operacionais de benfeitorias e manutenção de espaço na cidade de São Paulo que receberá a programação, além da elaboração, execução e gestão com custos de produção, montagens, desmontagens e divulgação. Todas as atividades serão presenciais, abertas e gratuitas.

Sinopse

Produto FESTIVAL/MOSTRA O Circuito Criativo do Parque contempla 187 atividades em 11 meses de programação com 6 eixos: teatro, música, cinema, arte-educação, meio ambiente e trilhas, que são caminhadas coletivas com fins de diálogo, instrução e mescla entre diferentes áreas do conhecimento. O projeto ainda conta com uma parte importante de benfeitoria no Orquidário Ruth Cardoso, onde a interdisciplinaridade dará espaço para a criatividade artística, socioeducativa e ambiental. Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO O núcleo educativo promoverá uma série de atividades contínuas de expansão e desenvolvimento. Ao todo serão 44 atividades que englobam arte-educação e meio ambiente com a classificação etária livre, sendo uma atividade por fim de semana. Algumas atividades previstas para composição da programação são: >> Lendo linha: pontos de marujos Vamos até o mar, por meio do livro O adeus do Marujo, de Flávia Bomfim. Entre velas e roupas para costurar, João Cândido, líder da revolta da chibata, usou do bordado como meio de expressão. Ele tem parte de sua história contada pelo livro, que é permeado de pontos de bordado. Assim como João Cândido, Arthur Bispo do Rosário também teve sua vida como marujo e se dedicou aos bordados nos últimos anos de vida, levando-o a exposições de arte mundo afora. O Lendo Linha puxará o fio de alguns pontos usados por esses marinheiros, seguindo com nosso convite mensal para uma conversa entre a Arte, o bordado e as memórias pessoais ou coletivas evocadas na conversa. >> Neon Será que o cinza é visto da mesma maneira ao lado do amarelo ou do marrom? E será que vemos a cor da nossa pele da mesma maneira na luz do raiar do dia e do pôr do sol? Vamos investigar as relações de cores, entre elas e com luzes diferentes em um ateliê imersivo, onde vamos mergulhar na cor e na luz! >> Bloco no quintal Depois do deslocamento de tantos encontros para o mundo virtual, finalmente voltamos a ter um carnaval presencial como estávamos com saudade! Para celebrar esse reencontro e aquecer os tambores para a festa, convidamos o público a vir criar suas fantasias e adereços para curtir a folia a caráter! >> Orquestra vazia O karaokê foi criado no Japão em 1971 por Daisuke Inoue e o termo significa “orquestra vazia”. Ou seja, um arranjo instrumental sem o canto, para que as pessoas possam cantar acompanhando a melodia. Além de uma atividade agregadora de pessoas, a participação envolve disposição e performance de quem se habilita a pegar no microfone! Propoe-seuma estrutura de karaokê para ocupação pública. Pensando em trabalhar a expressão corporal, presença de palco e promover a vocalização de quem se animar, esta oficina convida a todes a soltarem a voz no nosso palco! >> Memes analógicos O termo Meme foi definido, pelo biólogo Richard Dawkins em 1976, como unidades condensadas de conhecimento. Usadas hoje no meio digital como uma nova forma de comunicação ou protesto, essas imagens unem informações tanto imagéticas quanto escritas e podem atingir um grande número de pessoas em poucas horas. A equipe educativa da Casa de Cultura do Parque convida a todes para refletir sobre as últimas notícias do mês com a construção de memes analógicos, por meio da colagem e da retomada da rua como um meio de circulação de informação. >> Dando bandeira As bandeiras são tradicionalmente um símbolo visual representativo de uma ideologia, causa, país, estado, município, sociedade, comunidade, clã, coroa ou reino, ou seja, toda e qualquer entidade, quer seja uma nação e seu povo. As bandeiras são usadas há séculos, e foram criadas inicialmente para identificar grupos rivais, especialmente em campos de batalha para evitar o fogo amigo. As bandeiras têm suas origens nas insígnias, sinais distintivos de poder ou de comando usados desde a antiguidade e que poderiam ser figuras recortadas em madeira ou metal, ou pintadas nos escudos. No entanto, elas não são simples pedaços de pano, em seu conteúdo é representada toda a história de um povo, suas convicções, lutas e esperanças. Usada tanto em períodos de paz como de guerra, é um dos símbolos universais mais abrangentes. Existe inclusive uma disciplina que estuda as bandeiras: a vexilologia. E nesta oficina vamos criar nossas bandeiras e aprender um pouco mais sobre a disciplina. >> Diário oficial de notícias inventadas Após conversar sobre o jornal - o que é, para que serve, para quem é e como é escrito -, em duplas, crianças e adultos vão criar uma composição com recortes e colagens de jornais e revistas e, em seguida, inventam uma notícia para a imagem criada. >> Entre altos e baixos Quando falamos em crochê normalmente lembramos de roupas e materiais utilitários. Porém, pensando em arte contemporânea, que se apropria de materiais de uso cotidiano, podemos empregar outros significados para o crochê. Artistas como Ernesto Neto e Karen Dolorez criam objetos tridimensionais, instalações e ambientes utilizando a técnica do crochê. Partindo de algumas imagens de algumas destas obras, a proposta do encontro é ensinar pontos básicos do crochê, construir coletivamente uma peça que se relacione com o espaço da Casa. >> Impressão das coisas A partir da apreciação de gravuras, frottages e da leitura do livro Impressão das coisas, de Renata Bueno, os participantes podem criar desenhos utilizando objetos para carimbar e criar pessoas, bichos, cenários e o que mais conseguirem imaginar. >> Memória das folhas A natureza é uma, enquanto suas árvores são muitas! Vamos observar a diversidade entre as árvores que compõem o Parque Villa Lobos e com suas folhas vamos criar painéis de carimbos com diferentes padrões. Destas impressões criaremos um jogo da memória para brincar. >> Bonecas abayomi: Entre retalhos e memórias A palavra abayomi tem origem iorubá, língua das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim, e costuma ser uma boneca de pano negra, significando encontro precioso (Abayomi quer dizer: Abay = encontro e omi= precioso. Esse encontro tem como objetivo convidar o público à arte da artesania e resgate da memória, saberes populares e identidade da população negra destacando a importância histórica e social em torno do processo de criação destas bonecas de pano. >>Poesia visual - com sorte se faz os melhores poemas Com a ajuda do acaso, dos poemas de Augusto de Campos (artista visual e poeta paulistano) e referências de Tristan Tzara, (poeta romeno-francês) todes serão convidades a ler, se apropriar e criar seus próprios poemas visuais. A partir do poema, Resíduo de Carlos Drummond de Andrade e de uma investigação na exposição tempo imenso, o grupo vai conversar sobre o tempo, reviver memórias e deixar registros, rastros de pensamentos e sentimentos, por meio de palavras, palavras essas que vão compor um poema coletivo, afetivo e fugaz. “Se de tudo fica um pouco/mas por que não ficaria/um pouco de mim? >> Formas na pintura A proposta é fazer um convite ao público a trabalhar a pintura utilizando objetos recicláveis, objetos encontrados na natureza, objetos de uso cotidiano para compor a pintura explorando com autonomia as diferentes formas e texturas. A ideia é explorar a combinação de cores, sobreposição de camadas e criação de texturas tendo como referência as pinturas do artista Lucas Arruda. >> Entre planos: pensando o desenho e a escultura O educativo da Casa de Cultura do Parque propõe um exercício de ateliê em que se explora as relações entre o tridimensional e o bidimensional. A partir de materiais variados e reflexões que passam pelo desenho, propõe-se percepções de peso, leveza, preenchimento e equilíbrio. >> Humores na massa A comunicação é parte intrínseca de quem somos, organizamos nossos saberes, acumulamos os anos em linhas cronológicas, nossas coisas em acervos, a humanidade é um acúmulo, educativo da casa convida o público para colocar a mão na massinha,vamos fazer uma pequena escultura inspirada nos nossos humores na contemporaneidade. >> Gelatina Os impressionistas investigavam os efeitos da luz sobre as cores e o fato, por exemplo, das sombras também serem coloridas! Nesta oficina, os participantes são convidados a retratar objetos a partir de uma observação com visores coloridos e luzes com filtros de cor. Um mergulho cromático no desenho! >> Pintando a Mata Atlântica Oficina de pintura em aquarela de orquídeas e bromélias da Mata Atlântica com tintas naturais. O participante conhecerá espécies de orquídeas e bromélias desse bioma, notando características, formatos e tamanhos, descobrindo novas formas de fazer arte com elementos naturais. >> Oficina: Um zine pra enfrentar a crise climática (Márcio Sno @marciosno) Produção de fanzine, uma técnica de criação de uma pequena revista para colocar no mundo o que podemos fazer para enfrentar a crise climática com o artista Márcio Sno. >> Oficina Bioconstrução (Grupo Palha) A bioconstrução utiliza técnicas construtivas de baixo impacto ambiental, que usam materiais locais, conhecimentos ancestrais e resgatam saberes manuais, a exemplo da técnica de taipa de mão ou pau a pique. Nesta oficina os participantes colocarão a mão na massa na produção de tijolos de adobe. >> Sentindo a Natureza: Mini tour no Espaço Vida A atividade consiste em um mini tour pelos canteiros e árvores do Espaço VIda. O público será recebido no Espaço Vida, onde receberão um Guia de Plantas do local. Lá caminharemos pelos canteiros e pelas árvores, apresentando as plantas, seus usos e curiosidades. Os visitantes podem cheirar e tocar em algumas plantas, proporcionando uma experiência sensorial. >> Tem verde na Cidade: Caminhada imersiva A atividade consiste em uma caminhada imersiva pelo Parque Villa-Lobos O público será recebido no Espaço Vida onde estarão reunidos materiais educativos expostos em um painel metalizado com informações sobre a importância das áreas verdes e de Parques Urbanos e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem atingidos com a atividade. Posteriormente, o Educador conduzirá o grupo de participantes à caminhada, com duração de 60 minutos, por alguns espaços de áreas naturais do parque, como: Trilha Vai pela Sombra e Circuito das Árvores, com destaque para as espécies nativas de Mata Atlântica. Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL O projeto contempla 44 apresentações musicais de um variado repertório, do popular ao erudito, apresentados por grupos distintos. Com o intuito de diversificar as opções de gêneros musicais, a curadoria pode fazer um domingo por mês com samba, um sábado por mês com Jazz, Soul e oferercer uma programação com inclusão em seu line-up. Algumas opções pensadas para integrar a programação: >> Sambada de coco com Coco da Quebrada >> Slam das Minas, um poetry slam organizado e disputado exclusivamente por mulheres em diferentes localidades do Brasil https://slamdigital.com.br/poeta/esteticas-das-periferias/slam-das-minas/ >> Slam do Corpo O primeiro no país que aproxima poetas surdos e ouvintes, poemas em língua de sinais e em língua portuguesa. Partimos de duplas de poetas – um surdo e um ouvinte – que traduzem e apresentam textos nas duas línguas simultaneamente. https://www.youtube.com/watch?v=D125Faou_68 >> Slam da Guilhermina Um campeonato de poesias faladas – o 2º Poetry Slam do Brasil – evento que reúne mensalmente mais de trezentas pessoas em uma praça – arena – a céu aberto na Vila Guilhermina – Zona Leste Paulistana, desde fevereiro de 2012. >> Trio Café Formado por percussão, violão 7 cordas e voz, se formou no final de 2017 e os três reuniam-se pois tinham algo em comum: o amor pela música e a necessidade de comunicar-se por meio dessa arte. Anteriormente o grupo contava com mais pessoas na formação e levavam o nome de Verso Acústico. Depois da saída dos outros integrantes, o trio Nisá, Guigo e Luan Moritz decidiu viver da música. E assim, foram em busca de uma nova identidade. No decorrer do tempo, veio a experiência com o samba e a MPB, tocando e compondo com parceiros da música. Hoje, trazem um repertório rico em música popular brasileira explorando o samba raiz e vários outros ritmos do nosso país. Resgatando a raiz brasileira, também trabalham canções autorais. >> Quarteto Aurora Mesmo em tempos de pandemia, a esperança de algo melhor foi a motivação para formar o Quarteto Aurora. Formado exclusivamente por mulheres, o Quarteto Aurora surgiu em março de 2020, de forma on-line. O grupo começou a atuar por meio das redes sociais com a divulgação de vídeos caseiros, feitos com cada integrante em suas respectivas cidades, interpretando temas de filmes e outras obras marcantes do mundo contemporâneo. Formado pelas integrantes Camila Zanetti (violino), Pollyana Santana (violino), Flórence Suana (viola) e Bianca Souza (violoncelo), o grupo se reúne presencialmente desde setembro de 2020. >> Quarteto Fora de Contexto O Quarteto Fora de Contexto começou suas atividades em julho de 2020, quando os integrantes se reuniram para participar do Núcleo de Desenvolvimento de Carreira, um concurso de aconselhamento de carreira artística realizado pela EMESP Tom Jobim. A pesquisa do grupo é fundamentada na música instrumental brasileira, tendo foco principal no choro e nos seus subgêneros, mas flertando com outros estilos como o baião, forró e a cultura popular. Na formação temos Amanda Calixto (Flauta), Leonardo Matheus (Cavaco), Matheus Caitano (Violão de 7 cordas) e Nathalie Magalhães (Percussão). O repertório do grupo se baseia em obras do choro contemporâneo, dando um enfoque maior a composições inéditas e pouco gravadas, além de músicas autorais que permeiam várias vertentes da música brasileira. Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O projeto contempla 44 apresentações teatrais de um variado repertório apresentados por grupos distintos, e algumas opções foram levantadas para composição da programação: >> TUOV - Teatro União e Olho Vivo https://www.youtube.com/watch?v=DzKcwHQVEG8 >> Grupo de teatro comunitário criado em 1966 especializado em peças baseadas na cultura popular brasileira. >> CIA LATÃO https://www.youtube.com/watch?v=X0wubyYIItU A Companhia do Latão é um grupo teatral de São Paulo, Brasil, interessado na reflexão crítica sobre a sociedade atual. Seu trabalho inclui espetáculos, atividades pedagógicas, edições, bem como uma série de experimentos artísticos. Dirigida desde sua origem por Sérgio de Carvalho, o grupo tornou-se uma referência na pesquisa estética avançada e politização da cena. >> CIA ESTOPÔ BALAIO Espetáculo RESET BRASIL https://www.youtube.com/watch?v=4lLvQQyrFpk O espetáculo RESET BRASIL convida o público a sonhar rotas de fuga para o Brasil. Ao embarcar no trem, rumo a São Miguel Paulista, mergulha em um transe: o Brasil sumiu do mapa. Munidos com aparelhos sonoros, o público vai sendo guiado por vozes de crianças e anciãos que falam em português e em diversos idiomas nativos. O público desembarca em São Miguel Paulista e é recepcionado por um levante indígena no Jardim Lapena. Aos poucos vai descobrindo que o antigo aldeamento Ururay ainda resiste e planeja um novo cerco. Os moradores, as crianças e os artistas vão se revelando a partir de suas ancestralidades: indígenas vindos de África, de Abya Yala, benzedeiras, pajés, nordestinos. Numa espécie de sonho lúcido, os personagens não se aquietam diante do pesadelo Brasil e constróem novas narrativas, contra coloniais. Para sonhar outro mundo é preciso voltar a dormir e São Miguel Paulista tem vocação para isso: é um bairro dormitório. >> TRUPE DA LONA PRETA Espetáculo Circo Fubanguinho https://fb.watch/nkrAcEI7GR/ Circo Fubanguinho trás uma mistura interessante e bem equilibrada de música, habilidades circenses e muita lábia. Com um humor inteligente e debochado os elegantes maltrapilhos trazem á cena temas atuais e necessários como política, hierarquia, o poder da mídia e a pobreza de forma simples, direta e envolvente. Produto FESTIVAL/ MOSTRA - AUDIOVISUAL A curadoria priorizará filmes que abordem temas ambientas, bem como produções brasileiras de patrimônio cultural regional. Além disso, os filmes selecionados serão com classificação indicativa livre e durante a projeção, o público será instigado a interagir com os apresentadores, gerando reflexões e interesse ativo sobre preservação e melhoria do meio ambiente. Serão feitas parcerias com produtoras e exibidoras de cinema como a Taturana, plataforma de tecnologia social e digital pela democratização do acesso ao cinema. (http://www.taturanamobi.com.br/films) ou compor um espaço da programação da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental (https://ong.ecofalante.org.br). Alguns exemplos de filmes que poderão compor a programação de curtas-metragens/animação: >> Umbrella (animação) https://www.youtube.com/watch?v=Bl1FOKpFY2Q Joseph é um menino que vive em um orfanato e, por memórias afetivas, sonha em ter um guarda-chuva amarelo. O encontro com uma jovem garota que acompanha a mãe até o local para fazer doações lhe dá novas perspectivas de pensamento. >> tamo junto (animação) https://www.youtube.com/watch?v=NL3Kx0S1RzQ Tamo Junto é um curta-metragem independente de animação. Em dias de medo, Dois vizinhos passam a tornar cada momento de interação como grandes preciosidades. O trabalho conta com a voz do rapper Criolo e da atriz Luciana Silveira, e com a participação de Emicida. A trilha sonora é assinada pela Loud+. Durante a produção, o curta foi uma tentativa de cura através da arte. Produto BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO O Orquidário Ruth Cardoso Parque Villa Lobos foi concebido e projetado pelo arquiteto Décio Tozzi, foi pensado como uma oca indígena para homenagear a antropóloga Ruth Cardoso (1930-2008), que estudava com afinco diversas tribos e suas etnias. Foi inaugurado em 2010, apresenta área de aproximadamente 430m². Além do espaço central de exposição de orquídeas, o orquidário é composto por 02 sanitários, 01 sala de bombas, 01 sala secundária de orquídeas e 01 espaço de oficinas. Atualmente, o espaço está fechado e o projeto pretende fazer uma reforma com benfeitorias para sediar todas as atividades aqui propostas. O estado de conservação atual da cobertura, pisos e revestimentos, pintura, esquadrias, elétrica, hidráulica e estrutura se encontram em critério precário de condição.

Objetivos

Objetivo geral A execução do ‘Circuito Criativo do Parque’, cujo proponente, o ICCo, em colaboração com seu parceiro operacional, a Casa de Cultura do Parque, é o responsável pela curadoria artística das atividades que compõem o projeto. Com o foco no oferecimento de oportunidades de lazer, entretenimento e cultura à população em geral, notadamente aos frequentadores do Parque Villa-Lobos, espaço público localizado na Zona Oeste da capital, o projeto é composto por atividades que promovem o fortalecimento da economia criativa, o aprimoramento cultural e educativo pela experimentação da linguagem artística e pluralidade de ideias e, assim, o incentivo a novos olhares acerca das artes visuais e do conhecimento. Desenvolvido pelo ICCo, OSCIP que desde 2010 oferece ações nas áreas das artes e da cultura que democratizam o acesso ao público a novas experiências e sensibilidades, o presente projeto busca ampliar seu espaço de atuação pública. Para tanto, propõe a utilização do espaço do Orquidário Ruth Cardoso, localizado no Parque Villa-Lobos, como centro das operações e local da realização de uma variada agenda de atividades de caráter artístico e cultural, 100% gratuitas e abertas ao público em geral. Objetivos específicos A proposta compreende a seguinte programação: Produto FESTIVAL/ MOSTRA: Realizar um Circuito de atividades socioeducativas, com uma programação detalhada nos produtos secundários; Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Promover 44 apresentações teatrais para até 80 pessoas cada possibilitando acessibilidade cultural de forma contínua durante 11 meses; Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Promover 44 apresentações musicais para até 80 pessoas cada possibilitando acessibilidade cultural de forma contínua durante 11 meses; Produto CURSO/ OFICINA/ ESTÁGIO: Promover 44 programações relativas à temática de meio ambiente e arte-educação para até 30 pessoas em cada atividade possibilitando acessibilidade cultural de forma contínua durante 10 meses; Promover 11 caminhadas ou pedaladas que irão compor a programação de "TRILHAS" pelo entorno do Parque Villa Lobos e da Casa de Cultura do Parque para até 30 pessoas possibilitando acessibilidade cultural de forma contínua durante 11 meses; Produto FESTIVAL/ MOSTRA - AUDIOVISUAL: Promover até 44 sessões de cinema para um público médio de 250 pessoas por sessão durante 11 meses; Produto BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO: Realizar uma série de benfeitorias no espaço do Orquidário Ruth Cardoso para ocupá-lo com o Circuito Criativo do Parque e como contrapartida de uso do espaço.

Justificativa

O Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo) e´ uma Organizaça~o da Sociedade Civil de Interesse Pu´blico (OSCIP) que acredita na arte e no conhecimento como elementos transformadores da sociedade contemporânea. Desde 2010, ano de sua fundaça~o, o ICCo vem realizando projetos culturais em espaços de instituiço~es parceiras. A partir de 2019, o Instituto amplia o campo de aça~o sediando suas atividades na Casa de Cultura do Parque, centro formador e difusor da cultura, numa parceria estrate´gica que compartilha a mesma missa~o de ampliar a compreensa~o e a apreciaça~o da arte e do conhecimento. Atrave´s das melhores pra´ticas ESG e ODS, as empresas modernas e conscientes entendem a importância de seu papel como agente que contribui para a edificaça~o de uma sociedade mais plural e diversa. O ICCo oferece oportunidades i´mpares de investimento em aço~es de natureza socioeducativa com o propo´sito de formaça~o cultural cidada~. Nossa instituição entende a cultura como meio para o fortalecimento e a formação do indivíduo. Com o propósito de integrar a Casa de Cultura do Parque com a cena criativa do seu entorno e território, a oferta de atividades abertas e gratuitas aos públicos no espaço do Orquidário do Parque Villa Lobos vai coadunar com as nossas premissas institucionais e estatutárias de responsabilidade social. Para tanto, o ICCo conta com as leis de incentivo como principais alicerces para a execução de seus objetivos estatutários, que se norteiam em: _ Produção de conhecimento e difusão cultural como vetor do desenvolvimento sustentável; _ Contribuir para facilitar os meios para o livre acesso às fontes de cultura; _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores; _ Oferecer oportunidades de fontes de conhecimento únicas para a formação do público como exercício de cidadania; _ Disponibilizar opções de lazer e entretenimento por meio da arte e da cultura. O projeto visa fortalecer a produção cultural artística mediante a realização de exposições e de sua programação educativa, que proporciona a formação de público e agentes culturais. O projeto Circuito Criativo do Parque contribui para a preservação da cultura, o enriquecimento da comunidade, a promoção da inclusão e o fortalecimento da identidade cultural local. Além disso, permite que a instituição expanda o papel central na formação de público, de agentes culturais e de parcerias relevantes com as instituições do entorno que compartilham a mesma missão. Referente aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados, são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Produto FESTIVAL/MOSTRA >> 187 atividades em 11 meses de programação O projeto terá início em julho de 2024 a partir do planejamento e pré-produção com duração de 06 meses, incluindo benfeitorias no espaço do Orquidário Ruth Cardoso. A programação vai compor os finais de semana de janeiro a dezembro de 2025 concebida com diretrizes de diversidade cultural, acessibilidade, incorporando o meio ambiente como área de atuação também por meio de ferramentas artísticas de forma a gerar um fortalecimento da comunidade local, com inclusão, conscientização ambiental e espaço de colaboração entre diversos atores da sociedade. Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO >> 44 atividades de meio ambiente e arte-educação com duração de até 2h/cada >> Frequência: uma por fim de semana, de janeiro a dezembro >> Total de oficinas: 44 >> até 30 beneficiários do produto por atividade, portanto 1320 beneficiários ao longo de toda a duração da projeto; >> 11 trilhas, podendo ser caminhadas ou pedaladas com duração de até 1h30 cada uma >> Frequência: uma por mês >> Atividades específicas para cada nível de ensino, alinhadas com as competências gerais da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e competências-chave para a sustentabilidade Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL >> 44 apresentações musicais >> Frequência: 4 por mês, uma por fim de semana, com duração de até 1h30/cada >> Seleção através de curadoria especializada para a linguagem Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS >> 44 apresentações teatrais >> Frequência: 4 por mês, uma por fim de semana, com duração de até 2h/cada >> Seleção através de curadoria especializada para a linguagem Produto FESTIVAL/ MOSTRA - AUDIOVISUAL >> 44 sessões de cinema >> Frequência: 4 por mês,uma por fim de semana, com duração de até 2h cada uma >> Seleção através de curadoria especializada para a linguagem Produto BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO >> 6 meses de pré-produção que incluem a reforma e benfeitorias para utilização do espaço, como cobertura, pisos e revestimentos, pintura, esquadrias, elétrica, hidráulica >> O Orquidário possui 430m² com espaço central de exposição de orquídeas, 02 sanitários, 01 sala de bombas, 01 sala secundária de orquídeas e 01 espaço de oficinas >> Levantamentos técnicos por engenheiros e arquitetos do projeto

Acessibilidade

Além da variada programação, a Casa de Cultura do Parque vai estender a oferta de seu espaço seguro, acessível e acolhedor que contempla a diversidade de público para o local sede do projeto. Através de medidas de adequação de acessibilidade estrutural e a construção de processos de acessibilidade comunicacional e atitudinal em suas ações, o Orquidário Ruth Cardoso pela primeira vez irá transpor integralmente barreiras físicas e sociais através da proposta do 'Circuito Criativo do Parque'. Dessa forma, a disposição de programação presencial e informações virtuais do projeto disponibilizada em Hot site, assim como as oficinas educativas, procuram disponibilizar alternativas que viabilizem a fruição de pessoas com deficiência, oferecendo oficinas traduzidas em libras, sinalização e publicação em braille, audioguia e descrição em materiais audiovisuais, materiais táteis e ferramentas assistivas. Produto FESTIVAL/MOSTRA a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: _ Rampas, corrimões, banheiros com barras de apoio e portas largas; _ Mobiliário educativo para oficinas e garantia de autonomia e alcance dos materiais das ações. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: _ Intérpretes de Libras nas apresentações do projeto. c) DEFICIENTES VISUAIS: _ Designs de materiais gráficos e audiovisuais acessíveis para pessoas com baixa visão, visando alto contraste, fontes maiores e sem serifa; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não bináries; _ Garantia de água para cães-guia circularem pelos espaços das exposições. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil); _ Buscando melhor acolhimento de todes; _ Parcerias com CAPS e CREAS do entorno. Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: _ Rampas, corrimões, banheiros com barras de apoio e portas largas; _ Aquisição de carrinho de golfe para transporte interno entre a Casa de Cultura do Parque, o espaço do Orquidário Ruth Cardoso e espaços do parque; _ Aluguel de serviço de transporte (ônibus, microônibus e vans) para incentivo de escolas da região participarem das atividades do Circuito; _ Mobiliário educativo para oficinas e garantia de autonomia e alcance dos materiais das ações. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: _ Oficinas agendadas com intérprete de Libras. c) DEFICIENTES VISUAIS: _ Designs de materiais gráficos e audiovisuais acessíveis para pessoas com baixa visão, visando alto contraste, fontes maiores e sem serifa; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não bináries; _ Garantia de água para cães-guia circularem pelos espaços. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil); _ Buscando melhor acolhimento de todes; _ Parcerias com CAPS e CREAS do entorno. Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: _ Rampas, corrimões, banheiros com barras de apoio e portas largas; _ Aquisição de carrinho de golfe para transporte interno entre a Casa de Cultura do Parque, o espaço do Orquidário Ruth Cardoso e espaços do parque; _ Aluguel de serviço de transporte (ônibus, microônibus e vans) para incentivo de escolas da região participarem das atividades do Circuito; _ Mobiliário educativo para oficinas e garantia de autonomia e alcance dos materiais das ações. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: _ Intérpretes de Libras nas apresentações do projeto. c) DEFICIENTES VISUAIS: _ Designs de materiais gráficos e audiovisuais acessíveis para pessoas com baixa visão, visando alto contraste, fontes maiores e sem serifa; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não bináries; _ Garantia de água para cães-guia circularem pelos espaços das atividades. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil); _ Buscando melhor acolhimento de todes; _ Parcerias com CAPS e CREAS do entorno. Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: _ Rampas, corrimões, banheiros com barras de apoio e portas largas; _ Aquisição de carrinho de golfe para transporte interno entre a Casa de Cultura do Parque, o espaço do Orquidário Ruth Cardoso e espaços do parque; _ Aluguel de serviço de transporte (ônibus, microônibus e vans) para incentivo de escolas da região participarem das atividades do Circuito; _ Mobiliário educativo para oficinas e garantia de autonomia e alcance dos materiais das ações. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: _ Intérpretes de Libras nas apresentações do projeto. c) DEFICIENTES VISUAIS: _ Designs de materiais gráficos e audiovisuais acessíveis para pessoas com baixa visão, visando alto contraste, fontes maiores e sem serifa; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não bináries; _ Garantia de água para cães-guia circularem pelos espaços das atividades. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil); _ Buscando melhor acolhimento de todes; _ Parcerias com CAPS e CREAS do entorno. Produto FESTIVAL/ MOSTRA - AUDIOVISUAL: a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: _ Rampas, corrimões, banheiros com barras de apoio e portas largas; _ Aquisição de carrinho de golfe para transporte interno entre a Casa de Cultura do Parque, o espaço do Orquidário Ruth Cardoso e espaços do parque; _ Aluguel de serviço de transporte (ônibus, microônibus e vans) para incentivo de escolas da região participarem das atividades do Circuito; _ Mobiliário educativo para oficinas e garantia de autonomia e alcance dos materiais das ações. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: _ Legendas e janela com tradução em Libras nos recursos audiovisuais da programação. c) DEFICIENTES VISUAIS: _ Designs de materiais gráficos e audiovisuais acessíveis para pessoas com baixa visão, visando alto contraste, fontes maiores e sem serifa; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não bináries; _ Garantia de água para cães-guia circularem pelos espaços das atividades. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil); _ Buscando melhor acolhimento de todes; _ Parcerias com CAPS e CREAS do entorno. Produto BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: _ Rampas, corrimões, banheiros com barras de apoio e portas largas; _ Aquisição de carrinho de golfe para transporte interno entre a Casa de Cultura do Parque, o espaço do Orquidário Ruth Cardoso e espaços do parque; _ Aluguel de serviço de transporte (ônibus, microônibus e vans) para incentivo de escolas da região participarem das atividades do Circuito; _ Mobiliário educativo para oficinas e garantia de autonomia e alcance dos materiais das ações. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: _ Intérpretes de Libras nas apresentações do projeto. c) DEFICIENTES VISUAIS: _ Designs de materiais gráficos e audiovisuais acessíveis para pessoas com baixa visão, visando alto contraste, fontes maiores e sem serifa; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não bináries; _ Garantia de água para cães-guia circularem pelos espaços das exposições. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil); _ Buscando melhor acolhimento de todes; _ Parcerias com CAPS e CREAS do entorno. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil) com CMPD na pasta Cultura, Esporte e Lazer, e a área de Acessibilidade do Programa Vocacional, mantendo a instituição aberta e atenta para as demandas das pessoas com deficiência da cidade de São Paulo; _ Descrições dos trabalhos artísticos e textos disponibilizados em áudio para pessoas não alfabetizadas; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não binéries; _ Programação e parcerias que priorizam o protagonismo de pessoas com deficiência, pessoas de territórios periféricos, indígenas, negras, LGBTQIA+ e mulheres; _ A equipe educativa realiza mapeamento do entorno priorizando o atendimento com instituições, ONGs e escolas de territórios periféricos; _ Os processos de atendimento educativo visam a qualidade de acolhida, sendo composto por uma visita no território, conversa com professores e redes de apoio mapeando necessidades, expectativas e, posteriormente, o atendimento na instituição que inclui lanche e transporte; _ A equipe educativa também organiza e articula rodas de conversa com debates e formações de temas sociais contemporâneos abertos ao público e aos parceiros, assim como materiais educativos audiovisuais que visam democratizar o acesso a determinados conceitos e movimentos do cenário da arte contemporânea.

Democratização do acesso

De modo a democratizar o acesso ao bem cultural geral com os recursos da Lei de Incentivo à Cultura, a proponente se compromete a adotar as seguintes medidas: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Como medida de ampliação do acesso, a proponente também se compromete a disponibilizar os registros do projeto na íntegra, gratuita e irrestritamente no canal de YouTube oficial da dupla. Assim, adotará de forma adicional a seguinte medida, de acordo com o art. 28 da IN nº 01/2022: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

Maria Regina Pinho de Almeida – Diretora executiva Colecionadora de arte contemporânea latino-americana, Regina Pinho de Almeida é também a fundadora e presidente do ICCo - Instituto de Cultura Contemporânea - instituição sem fins lucrativos fundada há cinco anos, com o objetivo de realizar ações culturais de caráter contemporâneo que promovam a valorização da experimentação artística brasileira, o intercâmbio internacional e o resgate da memória cultural de seu país. É integrante do a Conselho do MASP, patrona da Pinacoteca do Estado de São Paulo, membro do Núcleo Contemporâneo do MAM/SP, e acionista do portal de cultura O Beijo. Ana Luiza Cerqueira - Educadora Bióloga e educadora, apaixonada por criar e desenvolver atividades e projetos educativos que contribuam para a construção de novos conhecimentos, valores e práticas sustentáveis e o engajamento de pessoas em transformações socioambientais. Desde 2008, atua no campo da educação, com experiências profissionais e acadêmicas voltadas, principalmente, para espaços não formais como museus, zoológicos, jardins botânicos e parques urbanos. Entre as competências estão planejamento, execução e avaliação de programas de educação ambiental, gestão de equipes de educadores, construção de espaços educadores, formação de professores e gestão de projetos na área. Vanessa França - Educadora Jornalista e historiadora, possui MBA em museologia e gestão de exposições e é apaixonada por educação em espaços não escolares. Atuou como educadora de museu no Museu Biológico do Instituto Butantan e atualmente é Educadora Ambiental do grupo Reserva Parques. Desenvolve projetos, cursos e ações socioambientais para os mais diversos públicos, produz conteúdos de educomunicação socioambiental e apoia o planejamento e desenvolvimento de projetos expográficos. Daniela Pedroso - Educadora Bióloga, especialista em Educação Socioambiental pela UNIFESP, atua como Educadora Ambiental no grupo Reserva Parques. Engajada em causas que buscam a construção de uma sociedade ambientalmente responsável e socialmente justa, se conectou com movimentos permaculturais e agroecológicos na cidade e no campo. Desenvolve projetos na área de sustentabilidade e ministra cursos e oficinas envolvendo as temáticas ambientais conectadas aos ODS da Agenda 2030. Acredita que, por meio da educação, é possível transformar a realidade local. Cláudio Cretti – Diretor artístico Artista e professor. Já realizou exposições em espaços como a Pinacoteca do Estado, São Paulo, MAM, São Paulo, MAC, São Paulo, CCSP, entre outros. Fez parte da equipe de coordenação do serviço educativo do Instituto Tomie Ohtake de 2003 a 2009, onde esteve a frente do serviço de atendimento ao público e dos cursos de formação do Espaço do Olhar. Foi curador de programação educativa do Paço das Artes de 2010 a 2012. Ministrou cursos em espaços como o Centro Cultural Banco do Brasil, Oficina Cultural Oswald de Andrade, e no Centro de Formação da Escola da Vila em São Paulo, onde foi professor de 1995 a 2009. Realizou ainda projetos de ações educativas para diversas exposições para o Sesc - Pinheiros, Bom Retiro, São José do Rio Preto, entre outros. Atualmente é diretor artístico do ICCo. Natalia Harue Kondo - Coordenadora executiva Licenciada em Artes Visuais e especialista em Produção Cultural pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, trabalhou durante seis anos no departamento de comunicação - FACOM da mesma fundação, em São Paulo; foi coordenadora de produção do Instituto de Cultura Contemporânea - ICCo e da Confederación Sindical dos Trabajores y Trabajadoras de las Américas - CSA. Viveu na Espanha e Japão onde trabalhou como assistente nas galerias Senda, em Barcelona e Arataniurano, em Tóquio. Atualmente é coordenadora executiva do ICCo. Gabriel Campos – Programador De formação eclética nas Humanidades, passou pelo cinema da FAAP e da EICTV, em Cuba, fez mestrado na Letras da USP e trancou um doutoramento em artes pela Universidade de Lisboa. Trabalha como roteirista de cinema, foi premiado na Itália e no Brasil, com os curtas-metragens Ferroada (2014) e Verão (2011) e com o longa-metragem Madrigal para um Poeta Vivo, ainda visitando festivais por diversas regiões do Brasil e da América Latina. Como expectador e pesquisador diletante, conhece e tem afinidades eletivas com grupos de teatro tão díspares nas suas linguagens como Cemitério de Automóveis e Companhia do Latão. Atualmente, trabalha na finalização de seu mais recente longa-metragem como roteirista e co-diretor, Praia do Silêncio e está buscando recursos para montar um seu primeiro texto dramatúrgico, Billy & Hannah. Mayra Oi Saito – Coordenadora educativa Estudou Artes Visuais na Faculdade de Belas Artes e Letras na Universidade de São Paulo. Trabalha desde 2004 com educação, arte e literatura em instituições de ensino formal e não formal. Trabalhou com mediação de obras em exposições, pesquisa e formação de educadores no Instituto Tomie Ohtake e na Fundação Bienal de São Paulo. Deu aula na Escola da Vila, ALEF-Peretz, Politeia e na Escola indígena Gwyrá Pepó na aldeia Guarani Mbyá de Tenondé Porã em Parelheiros-SP. Coordenou os educativos dos projetos Espaço de Leitura, Espaço de Convivência do Idoso, e Projeto Intergeracional do Fundo Social de São Paulo no Parque da Água Branca. Atualmente coordena o setor Educativo da Casa de Cultura do Parque, participa do projeto Yoga para Todes, que propõe a yoga como caminho de reflexão política e estudo da diversidade e inclusão, coordena o grupo de estudos feministas no Lugar de Ler e compõe a Lótus, coletiva feminista asiática pró-interseccional. Lucimara Amorim – Educadora sênior Educadora graduada em história e artes cênicas, atualmente é estudante de pedagogia e pesquisadora da primeira infância e as suas relações com os espaços de arte e educação não formal. Foi educadora da Casa das Rosas, Bienal Internacional de Arte Contemporânea em suas últimas três edições, também desempenhou o cargo de supervisora nos SESC Pompéia, Ipiranga, 24 de Maio e Paulista. Escreve e executa projetos, editais no campo das artes do palco sempre com recorte de gênero. Danilo de Paulo Santos – Designer É formado em Design Gráfico pela Universidade Anhembi Morumbi e dirige o mercurio.studio em São Paulo, colaborando com empresas e eventos nas áreas de cultura e terceiro setor. Co-dirige o ateliê gráficafábrica, abordando investigações gráficas diversas e facilitando oficinas. Selecionado para exposições de design como Bienal Iberoamericana de Diseño – Madrid (2016, 2018), Bienal Brasileira de Design Gráfico (2018) e para mostra coletiva “Como se pronuncia design” em português – Brasil hoje (Lisboa, 2017). Amarilio Junior – Produtor Estudou fotografia no CCA SENAC-SP. Atua como produtor, cenógrafo, designer gráfico e de objetos. Trabalhou como técnico de laboratório e estúdio no CCA SENAC. Foi produtor no Estúdio Milo onde desenvolveu materiais graficos e de cenografia para festivais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e o Museu da Imagem e do Som. Foi assistente de arte na Aba Filmes produzindo cenografia para cinema e publicidade. Foi editor da revista digital 2die4, que circulou em festivais de Barcelona e na FILE - SP. Atualmente faz assistência para artistas plásticos, é produtor cultural da Casa de Cultura do Parque e tem a marca de design de iluminação Gabinete Amarelo. João Augusto Guedes – Coordenador de comunicação É pós-graduando em arquitetura e urbanismo, com graduação na mesma área. Com experiência em gestão de comunicação no campo de artes visuais, atualmente compõe a equipe da Casa de Cultura do Parque nesta área. Atua também como designer gráfico e artista visual no campo de fotografia. Fernando Pereira – Assistente de comunicação Com graduação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tive experiências profissionais em instituições culturais como o Centro Cultural São Paulo (CCSP) e Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), exercendo as funções de produtor audiovisual e ditorial, assessor de imprensa e social-media. Anteriormente, trabalhei na redação do portal de artes visuais O Beijo, onde colaborei como jornalista e desenvolvi matérias acerca do circuito de artes visuais, cinema e artes cênicas. Também fui colaborador da Revista Vaidapé, publicação independente fundada em 2012. Estefani Passos Rodrigues – Educadora É artista visual, nascida em 1995 em Campinas/SP, e reside hoje em São Paulo. Está cursando Artes Visuais – Bacharelado, na Faculdade Santa Marcelina, onde é cofundadora do coletivo feminista “Roda das Minas”. Escreveu o artigo “Pandemia X Arte e Feminismo”, publicado na PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente, é educadora na Casa de Cultura do Parque como educadora. Lucas Lago Scarabotto - Educador É artista visual, nascido em 2000 em São Paulo, onde reside até hoje. Está se graduando pela Faculdade Santa Marcelina, onde participou da exposição coletiva “Textura Viva” em 2019, e em 2020 fez parte do grupo “Colaboração e Arte Pública na Pandemia” da PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente estagia na Casa de Cultura do Parque como educador, acompanhando nas exposições e auxiliando na produção do material de vídeo e gráfico da casa. Se relaciona com diversas técnicas, desvinculando a ideia de “bordas” onde uma técnica termina e outra começa, e experimentando resoluções de uma técnica em outra. Dariane Lima – Educadora sênior É bacharel em Ciências Sociais na PUC-SP, direcionando sua pesquisa para temas como arte, política, educação e direitos humanos. Apresentou o trabalho de conclusão de curso sobre o tema “Teatro, Política e Educação: Perspectiva do teatro político e da educação como construção da consciência crítica”. Para desenvolver este trabalho pesquisou as companhias de teatro político em São Paulo no período de ditadura militar, realizando entrevistas e levantamento de dados nesse período histórico. Trabalhou no Centro de Documentação e Pesquisa (CEDIC) no projeto Brasil Nunca Mais digital, uma iniciativa que visa catalogar os processos judiciais do Superior Tribunal Militar sobre o período correspondente a tortura política ocorrida no país, no Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT) como pesquisadora responsável do tema relacionado a população em situação de vulnerabilidade social. Clais Ferreira – Coordenadora administrativa Contadora independente com experiência de mais de 20 anos em empresas do ramo de agronegócio, assessoria a assuntos do patrimônio familiar, rotinas de contabilidade, área fiscal e departamento pessoal a empresas comerciais, industriais, prestação de serviços e terceiro setor, assessoramento e representação administrativa a empresas internacionais com operações no Brasil. Integrante do Grupo Mulheres do Brasil participando ativamente nos grupos de empreendedorismo e lutas raciais. Marivaldo Ferreira – Coordenador operacional Com mais de 25 anos de experiência em produção, autodidata, trabalhou com montagem e desmontagem de exposições de arte nas principais galerias de São Paulo, como Galeria Triângulo, Nara Roesler e Jaqueline Martins. Fez a gestão da coleção de arte de Regina Pinho de Almeida e está no Instituto de Cultura Contemporânea – ICCo desde sua fundação, em 2009.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.