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É um curso de formação de música para mulheres, de 10 a 18 anos, de baixa renda, com foco na valorização da cultura local e nacional por meio da música, estimular a expressão cultural, como forma de fortalecimento feminino e profissionalização de meninas e adolescentes, incluindo a população de duas comunidades quilombolas da região. É um programa cultural de desenvolvimento social por meio de aulas de teoria musical, técnica instrumental, prática musical coletiva, ensaios, recitais e concertos, que serão oferecidos gratuitamente à população local, durante um ano, formando a Orquestra Mariar da Casa das Marias de Taquarana (OMCMT) no final.
O projeto tem como classificação etária crianças e adolescente de 10 a 18 anos, do sexo feminino. A inscrição será gratuita, com seleção por meio de entrevista, audição e triagem. As aulas serão no formato híbrido - online e presencial, com duração de um ano (12 meses), de agosto/2023 a agosto/2024. Palestras: serão duas palestras com temas relacionadas a questões femininas e música, com classificação etária a partir dos 10 anos, com capacidade de compreensão dos assuntos debatidos. Serão abertas ao público em geral, de forma gratuita. Oficinas: duas oficinas direcionadas às alunas do projeto e interessados. Classificação a partir dos 10 anos. Formação de orquestra: as alunas integrarão a Orquestra Mariar, formada por 27 jovens (meninas e adolescentes) beneficiadas pelo projeto, além de um coro com 30 vozes, totalizando 57 integrantes + maestro. Apresentações em escolas - as alunas farão três apresentações em escolas públicas do município, com classificação livre. Apresentação online: serão feitas duas apresentações online da Orquestra Mariar, com transmissão pelo Youtube, classificação livre, aberta ao público em geral. Apresentação presencial: será realizada uma apresentação presencial da Orquestra Mariar, com certificação das alunas, aberta ao público em geral. Classificação livre.
Objetivos Gerais: - Curso de formação e inclusão de crianças e adolescentes de baixa reda no mundo cultural / da música, durante 12 meses. - Valorização da cultura local e nacional por meio da música, por meio do estimulação da expressão cultural e ensino da música _ canto coral, instrumentos de cordas, sopro e percussão - para meninas e adolescentes de baixa renda, e desta forma promover a cidadania, por meio do fortalecimento feminino, desenvolvimento da sensibilidade, das habilidades artísticas e intelectuais, utilizando os valores que o conhecimento musical traz, como o trabalho em equipe, respeito mútuo, coordenação motora, percepção auditiva, espírito crítico das jovens. - O projeto será executado em sintonia com a Agenda 2030 da ONU para a Igualdade de Gênero, erradicar todas as formas de discriminação e violência contra todas as mulheres e meninas, e o Desenvolvimento Sustentável. Além disso, o projeto busca oferecer uma profissão e portfólio cultural a essas jovens mulheres - meninas e adolescentes. É garantir que todos os seres humanos possam realizar o seu potencial em dignidade e igualdade. Objetivos específicos: - Capacitação de jovens (meninas e adolescentes) para a música - canto e instrumental, no perído de 12 meses. A formação profissional será por meio de aulas teóricas e práticas. Serão 4 aulas semanais, com duas horas de duração, cada, totalizando, carga horária mensal de 32 horas, e carga horária anual de 400 horas, sendo 384 de aulas da grade normal (obrigatório) e 12 horas de atividades extras (opcional) - sendo duas palestras e duas oficinas, com carga horária de 3 horas, cada. As oficinas vão abordar conceitos rítmicos e melódicos, a percepção auditiva aliada a movimentos, espaço e tempo e formação de orquestra. - Transformação por meio da música. - Formação de orquestra de mulheres, com 57 integrantes. - Promover a inclusão social. - Formação da cidadania. - Fortalecer e criar possibilidades por meio de encontros, aulas, apresentação online e presencial e debates, compartilhando reflexões sobre ideias e ações de mulheres nas áreas artísticas e culturais, além do treinamento por meio das apresentações. Serão duas oficinas direcionadas às alunas do projeto e interessados; três apresentações das alunas em escolas públicas do município. - Cria uma orquestra de mulheres - Orquestra Mariar da Casa das Marias de Taquarana (OMCMT), formada por 27 jovens (meninas e adolescentes) beneficiadas pelo projeto, além de um coro com 30 vozes, totalizando 57 integrantes + maestro. A orquestra fará duas apresentações online, com transmissão pelo Youtube, classificação livre, aberta ao público em geral e uma apresentação presencial, espetáculo de encerramento com certificação das alunas, aberta ao público em geral. - Também vai realizar diversas ações de formação no campo socioassistencial mobilizando as alunas - meninas e adolescentes e famílias atendidas pelo projeto. Neste eixo de atuação, o projeto prevê a realização de duas palestras e duas oficinas para abordar questões do universo feminino (prevenção à violência contra as mulheres, gravidez precoce, educação sexual no contexto da saúde feminina, mercado de trabalho e música) para as alunas, familiares e interessados. O objetivo é conscientizar sobre violação de direitos e equidade de gênero. Ainda, as famílias das alunas receberão cesta básica mensal durante todo o projeto (12 meses), totalizando 57 cestas mensais, 684 cestas durante o projeto. - Tornar mais acessível a música brasileira, clássica, erudita, além do conhecimento e a importância histórica desta manifestação artística e sua influência na sociedade, assegurando um direito fundamental numa sociedade civil organizada e democrática: o acesso a conteúdos artísticos e culturais. - Tornar a música brasileira e clássica ao alcance de todos e efetivamente promover e privilegiar o interesse desse público por esse estilo musical. Os objetivos serão mensurados por meio de matérias publicadas via releases enviados à imprensa, fotos, vídeos, resultados de transformação demonstrados nas apresentações e testemunhos de alunos e familiares, além das métricas utilizadas pelas redes sociais de visualização, cliques e curtidas. Contrapartida social: O projeto já é social. Os ensaios e apresentações serão abertos e gratuítos à população. Também terão apresentações nas escolas públicas do município.
O projeto Música Mariar se enquadra nos incisos I, II, III, IV, VIII e IX do Art. 1° da Lei 8313/91.I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Considerando seu papel de garantir que a cultura como área da economia sobreviva e se fortaleça, o uso da Lei de Incentivo à Cultura (nº 8.313/91), neste projeto, se faz necessário por inúmeros motivos, entre eles é a prática do seu primeiro artigo que propõe a contribuição da Lei para "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", além do próprio objetivo da Lei que é captar e canalizar recursos para setores culturais Podemos afirmar que sem o apoio dessa lei, certamente o PROJETO MÚSICA MARIAR sequer sairá do papel. As leis de incentivo, como a popularmente conhecida Lei Rouanet, são de grande importância para o fomento da cultura no país, pois patrocínios para qualquer ação ou projeto cultural, como apresentação de música clássica, musicais, e outros autorizados pela Secretaria Especial de Cultura, são viabilizados na sua maioria pelas leis de incentivo, uma vez que recursos de marketing são hoje, praticamente, 100% dirigidos para ações de marketing e vendas nas empresas. E ainda tem o fato do PROJETO MÚSICA MARIAR se apresentar como uma oportunidade para o Governo Federal distribuir de forma mais equilibrada os recursos, que, em sua maioria, estão concentrados nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. E ainda promover a equidade de gênero na mesma ação. Com os movimentos de luta pela igualdade de gênero iniciados no século 20, as mulheres não conquistaram apenas uma data a ser celebrada anualmente: elas também abriram espaços para estarem onde desejarem, ser o que quiserem, principalmente no mundo da música. Isso torna o PROJETO MÚSICA MARIAR imprescindível, pois visa a continuidade do programa de ensino dos instrumentos musicais de orquestra e de utilização da música como instrumento de transformação social, preenchendo uma lacuna importante no município de Taquarana e em todo o agreste e regiões vizinhas, sobretudo, no que diz respeito ao acesso ao ensino musical público, gratuito e de qualidade. Taquarana não tem muitas oportunidades culturais, o município de aproximadamente 20 mil habitantes, possui apenas a Banda Fanfarra Santa Cruz de Taquarana, com 17 componentes em 1987, atualmente quase sem atividades, além do Grupo de Capoeira de Taquarana. O projeto traz uma opção inédita de lazer, educação e cultura para o município e região, ainda mais importante ao prever a criação da Orquestra Mariar no final do curso, que será a primeira orquestra de mulheres no Estado. O intuito é reunir entre os professores, músicos que se formaram em diferentes escolas, inclusive da Faculdade de Música da Universidade Federal de Alagoas, agregando assim, técnicas russa, italiana, francesa e norte americana, para enriquecer e somar ainda mais para que a excelência seja a marca da Orquestra Mariar. E levar a música brasileira, clássica, erudita aÌ€ realidade das jovens mulheres e da população, em conformidade com o Art. 1º da Le inº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, itens I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto também alcança a letra c, do item I, Art. 3º: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. A música é fundamental para o ser humano, estimula a atividade física, diminui ou aumenta a energia muscular, conexão ao trabalho, requer movimentos sincronizados, dessa forma melhora o desenvolvimento do ser humano, melhora o relacionamento familiar, desenvolve a visão periférica etc. Sendo o curso de formação de músicos para mulheres do Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias dedicado ao envolvimento de jovens mulheres - meninas e adolescentes, de escolas públicas, comunidades carentes que demonstrem grande interesse e talento pela música, sem dúvida o resultado incluem aprendizado e formação musical dessas jovens conforme suas aptidões e interesses, e até levá-los na produção cultural de música erudita em diferentes contextos. A formação proporciona os conhecimentos necessários para poder criar, analisar, interpretar, e o principal, transmitir a música. Com essa formação o novo profissional poderá atuar de diversas formas, como por exemplo: maestro, dentro de orquestras ou bandas, fazendo composições, criando melodias e fazendo novos arranjos para músicas já existentes. O Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias vislumbra neste projeto de formação e atividade musical para as mulheres de Taquarana, o acesso delas a novos horizontes, oportunidades de profissão, geração de renda, fortalecimento da autoestima e desenvolvimento da cidadania. A possibilidade de integrar a Orquestra Mariar, primeira orquestra de mulheres do Estado é muito significativo. No Estado não é forte a participação de mulheres em funções como violinista, contrabaixista, flautista, violoncelista em Alagoas. Por isso o projeto assume um caráter inovador. O projeto vai abrir espaço para que essas jovens possam se desenvolver musicalmente e também como pessoas, superando barreiras sociais e culturais que permeiam sua realidade, a relação presente entre eles mesmo, suas famílias, educadores e suas comunidades. Certamente o pioneirismo da orquestra, a coragem, ousadia, potência e o talento dessas mulheres jamais serão esquecidos. E serão exemplo que estimularão em outras meninas o interesse pela cultura, pela música. E, quem sabe, teremos a partir desse projeto grandes compositoras, multi-instrumentista... E a Lei de Incentivo à Cultura terá cumprido uma missão especial na cultura e na sociedade.
O projeto é uma produção do Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias, direcionado para o público feminino - 57 meninas e adolescente , além de suas famílias, aproximadamente 350 pessoas; Estimativa total de público alcançado-1000 pessoas - Crianças, adolescentes e famílias de Taquarana, município do agreste alagoano, segundo estimativas do IBGE de 2018, tem população estimada de 19.886 habitantes. Além do alcance pelas redes sociais, mídias por meio de assessoria de imprensa na divulgação do projeto e durante os eventos realizados Retorno esperado com o patrocínio ao projeto: · Associar a imagem com projeto social de fundamental importância no meio onde está inserido; · Propiciar oportunidades à mulheres da comunidade; · Viabilizar a cultura na região; · Utilizar incentivos fiscais. Retornos de imagem: Logomarca em todos os materiais relativos ao projeto; · Vídeos, teaser, posts nas redes sociais (6 publicações semanais durante todo o período de realização do projeto) · Citação do patrocinador em todos os eventos; · Backdrop de fundo de palco nas apresentações dos alunos (duas online e uma presencial com certificação) · Exibição de vídeo nas transmissões online (duas transmissões) · Direito de uso da imagem dos bastidores, apresentações; · Direito a 2 apresentações artísticas da orquestra; · Direito de realização de ações promocionais e eventos durante o evento; · Banner exposto no local do curso durante a realização de todo o projeto · Representante com fala nos eventos (duas online e uma presencial com certificação) · Citação nos releases enviados à imprensa · Agradecimentos pelo cerimonialista durante os eventos. · Na camiseta / uniforme dos alunos (2 para cada durante cada semestre – totalizando 228 camisetas durante um ano de projeto) Sociais: O projeto já é de cunho social e 100% gratuito. Além disso as famílias dos jovens incluídos no projeto receberão cesta básica mensal. Geração de empregos; Ambiental: coleta seletiva de lixo Acessibilidade: O local dos cursos possui rampa para deficiente físico / cadeirante, caso alguma cadeirante/deficiente físico deseje fazer parte do projeto. Os eventos online e presencial terão tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais), além de adaptado para deficiente físico. Durante a realização do projeto serão compradas 4 passagens aéreas Brasília-Maceió-Brasília para a curadora, coordenadora técnica e maestrina da Orquestra Mariar até a apresentação final com certificação das alunas. O deslocamento da profissional se justifica pela sua experiência e o envolvimento com a produção do projeto.
O projeto educacional Múica Mariar, de formação e inclusão de meninas e adolescentes de baixa renda na música será compostos pelos seguintes produtos: a) Instrumentos: - 05 Violino 4/4, acompanha encordoamento, espaleira, queixeira, acabamento com verniz Envelhecido Alto Brilho, 01 Estojo e 01 Arco Crina Animal - Extras: 05 Cordas Mi (E), 10 Cordas Lá (A), 07 Cordas Sol (G), 05 Cordas Ré (D), 05 espaleira, 05 estantes, 05 flanelas 17 Micro afinadores, 05 Partitura /material didático, 05 breu - 02 Violoncelos Eagle 4/4, Tampo: Abeto Maciço (Solid Spruce), Lateral e Fundo (Back & Side): Maple Maciço Trabalhado Braço: Maple, Estandarte: Ébano com “Olho Paris” Cravelhas: Ébano com “Olho Paris” Micro Afinação: 4 Cordas Acabamento: Envelhecido, Arco: Profissional de Madeira com Crina Animal Genuína Proteção: Capa Extra LuxoEspelho: Ébano Extra - 02 Bolacha - Apoio Espigão De Violoncelo Anti-Derrapante - Free Sax, 02 Cordas Mi (E), 02 Cordas Lá (A), 02 Cordas Sol (G), 02 Cordas Ré (D), 2 estantes, 02 flanelas, 05 Micro afinadores, 02 partituras / material didático - 01 Contrabaixo Eagle 4 cordas, Escala e Cavalete: Jacarandá (Rosewood), Marcação (Inlay): Bolinhas Brancas Trastes (Frets): 24 em Alpaca, Ponte (Bridge): Standart, Ferragem: Cromada Captadores: 2 E-Plus ativos, Controle: 1 Volume, 1 Balance e 2 Tones, Acabamento: Acetinado , Tampo de Abeto (Spruce) laminado. Fundo e laterais de Linden laminado, Escala e estandarte de Maple pintado preto Extra - 02 Cordas Mi (E), 02 Cordas Lá (A), 02 Cordas Sol (G), 02 Cordas Ré (D), 2 estantes, 02 flanelas, 05 Micro afinadores, 02 partituras / material didático - 05 Violão Eagle Eletroacústico, Controles: Grave, médio, agudo, presence + volume; Dimensões: 14.000 x 102.000 x 50.000 CM, Equalização: Ativo de 5 Bandas + Volume com Afinador Digital e Display de LCD; Escala: Escala Rosewood com 655mm;Trastes: 22 em Alpaca; Extra - cordas - 05 Flautas Eagle Extra - flanelas - 05 Clarinetes Eagle Sib 17 Chaves Brilhante Com Estojo descrição Classic Series, Corpo (Body) AbsChaves Niqueladas Parafusos Aço InoxidávelSistema Sistema BoehmAcabamento (Finish) BrilhanteEstojo (Case) Super Luxo Extra - flanelas - 02 Violas De Arco Eagle 4/4 Va181, Tampo Abeto, Fundo Maple (Bipartido), Laterais Maple, Braço Maple, Micro Afinação 4 Cordas, Acabamento Verniz Acetinado, Espelho Ébano, Estandarte Ébano com Olho Paris, Queixeira Ébano, Cravelhas Ébano com Olho Paris, Arco Octogonal com Olho Paris E Crina Animal Genuína, Estojo Térmico Gota Extra - cordas, 02 flanelas Percussão - 02 REBOLO ALUM. 45CMX10" CONICO ANIMAL SELFIE CEREJA (LAL4510TMASC) Material didático - método Susuki Partituras - Material de consumo: cadernos, lápis, canetas, borracha, apontador Canto coral - Plataforma https://elos.vc/site/pt/ para aula online que permite compartilhamento de vídeo, tela, materiais didáticos todos digitais na sala, chamada de presença automática, enquetes e questionários, aluno pode escrever no material tanto quanto o professor etc. b) O projeto pedagógico, com duração de 12 meses, incluirá o seguinte conteúdo: - Teoria musical - História da música - A profissão de músico - Formação de orquestras - Formas musicais, estilos e gêneros - Manipulação dos instrumentos musicais - Técnicas musicais - Música como fundamento para o exercício da cidadania - Postura corporal - Notas musicais - Partitura - Manutenção de instrumentos - Regência / maestro - Voz - Arranjo - Prática Instrumental - Produção Musical - Harmonia - História e Linguagem da Música Popular - História e Linguagem da Música Erudita - Canto na Música Popular - Música e Tecnologia - Estruturação Musical c) Atividades Curriculares O PROJETO MÚSICA MARIAR é estruturado de forma a atender aos quatro níveis de formação estipulados pelas diretrizes curriculares do Projeto Pedagógico. Nível 1: Formação humanística e cultural – conteúdos básicos relacionados com a Cultura e as Artes, bem como as Ciências Humanas e Sociais. Neste nível estão incluídas o estudo da Música, Cultura e Sociedade. Nível 2: Formação musical teórica e prática – conteúdos específicos que particularizam e dão consistência à área de música, abrangendo os relacionados com o conhecimento instrumental, composicional, estético e de regência. Neste nível estão incluídos: - Teoria musical. - História da música. - História e Linguagem da Música Popular - A profissão de músico. - Formas musicais, estilos e gêneros. - Manipulação dos instrumentos musicais 1 - Prática instrumenta 1 - Canto coral Nível 3: Integração de fundamentos teóricos e práticos relacionados ao exercício da arte musical e ao desempenho profissional – conteúdos teórico-práticos, que permitem a integração teoria/prática relacionada com o exercício da arte musical e do desempenho profissional. Neste nível estão incluídos: - Técnicas musicais. - Música como fundamento para o exercício da cidadania. - História e Linguagem da Música Erudita - Postura corporal. - Canto na Música Popular - Manipulação dos instrumentos musicais 2 - Notas Musicais - Prática Instrumental 2 - Produção Musical - Partitura - Manutenção de instrumentos - Regência / maestro - Voz - Arranjo - Prática Instrumental 3 - Prática Instrumental 4 - Harmonia - Música e Tecnologia - Estruturação Music - Apresentações - Concertos Nível 4 - Formação de Orquestra e apresentações Há nove grupos disponíveis para as habilitações do PROJETO MÚSICA MARIAR. São eles: Grupo 1 - 05 estudantes de violino (1 turma com 5 jovens, duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 2 - 02 estudantes de violoncelo (1 turma com 2 estudantes, duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 3 - 02 estudantes de viola (1 turma com 2 estudantes, duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 4 - 01 estudante de contrabaixo (duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 5 - 05 estudantes de clarinete (1 turma com 5 jovens, duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 6 - 05 estudantes de flauta (1 turma com 5 jovens, duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 7 - 02 estudantes de percussão (1 turma com 2 jovens, duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 8 - 05 estudantes de violão (1 turma com 5 jovens, duas aulas por semana, duração de 2h) Grupo 9 - 30 estudantes de canto / coro d) Sistema de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem - Nas disciplinas teóricas o aproveitamento é avaliado por meio de trabalhos escritos, provas presenciais, apresentação em escolas. As disciplinas de instrumentos, canto, regência e grupos instrumentais são avaliadas em provas práticas com a formação de bancas de professores. Os alunos também realizam recitais. Os alunos devem ser frequentes em 75% das aulas e obter conceito acima de 60% (conceito D). Aqueles que são portadores de deficiências são avaliados pelos professores das disciplinas de forma diferenciada. Serão disponibilizadas duas vagas para deficiente físico. e)Sistema de Avaliação do Projeto do Curso - consiste em um fórum constante de diálogo com a experiência de ensino, em que professores e alunos discutem suas diferentes perspectivas e propõem contínuas reelaborações. A coordenação do projeto e a coordenação técnica serão responsáveis pelo acompanhamento do curso e da contínua promoção de sua qualidade. f) Corpo Docente - em seleção futura.
O PROJETO MÚSICA MARIAR busca ser uma ação democrática e acessível, a começar pela inscrição que abrirá espaço para que pessoa com deficiência física possa participar. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O local onde será realizado o curso - a sede do Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias - possui rampa de acesso para deficiente físico / cadeirante, pessoas com mobilidade reduzida e banheiro adaptado. A participante com deficiência terá toda a assitência que for necessária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS VISUAIS:Os eventos, online e presencial, de apresentação das alunas, que serão realizados durante os 12 meses do projeto, terão tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e legenda para pessoas surdas, e espaço adaptado para deficiente físico/cadeirante. Também haverá audiodescrição na abertura dos eventos para alcançar /auxiliar pessoas cegas.
O PROJETO MÚSICA MARIAR está em consonânia com os inciss III, IV, V, VI e VIII do Artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023 (descritos abaixo),e também propõe medidas que promovem e ampliam o acesso aos produtos e ações culturais desenvolvidos, tais como: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; 1. Inscrição - Haverá um edital de inscrição online com ampla divulgação em todo o município e nas escolas públicas (com a parceria da Secretaria Municipal de Educação), em especial com uso de carro de som chamando a população a participar, priorizando as menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica ou por quaisquer outras circunstâncias, sendo inscrição gratuita. 2. Seleção - O projeto consiste em aula presencial e online para jovens, de 10 a 18 anos (alfabetizados), do município de Taquarana, beneficiando, em seu primeiro ano, 57 jovens. Assim, após a inscrição haverá entrevista e audição com profissionais qualificados que farão a seleção / triagem presencial fundamentados em técnicas, habilidades e outros. É preciso que a interessada seja alfabetizada possibilitando ler e escrever música. Ter percepção musical, habilidade para identificação pela audição de melodias, leitura à primeira vista cantada de melodias indicadas para avalia a capacidade de execução de linhas melódicas simples através do canto, e principalmente, vontade de estudar e aprender música. 3. Instrumentos - Para democratizar o acesso os instrumentos e todos os materiais didáticos (mochila, material didático, cadernos, lápis, uniforme, etc) serão fornecidos pelo Instituto Maria edite da Silva - Casa das Marias aos estudantes, que poderão levar para casa para a prática com um termo de responsabilidade dos pais que deverão cuidar e não poderão vender, sob pena de pagar o instrumento ao Instituto. 4. Famílias - Para oferecer segurança e tranquilizar alunos e seus familiares, o projeto vai doar uma cesta básica mensal para cada família dos alunos envolvidos. Palestras e oficinas - Durante o curso haverá uma série de palestras e oficinas, com apresentações musicais didáticas em escolas públicas e outras organizações comunitárias e público em geral nas comunidades periféricas de Taquarana. O objetivo das apresentações é gerar cultura baseada no aprendizado dos alunos do curso, transmissão de conhecimento e lazer para as comunidades. Apresentações públicas - a proposta prevê três apresentações da Orquestra Mariar, sendo duas online e uma presencial com a certificação dos alunos. Todas serão abertas à população e gratuitas. Divulgação - O projeto com Assessoria de Imprensa e profissional de Redes Sociais para ampla disseminação de todas as atividades. O Projeto possui Assessoria de Imprensa para divulgar todos os eventos realizados à imprensa local, estadual, inclusive nacional, que terá liver acesso para documentar e divulgar eventos e espetáculos. Além disso haverá divulgação nas redes sociais e Youtube. Os eventos terão recursos de acessbilidade, sendo 100% gratuitos. Também prevê palestras e oficinas.
O Instituto Maria Edite da Silva – Casa das Marias é uma associação sem fins econômicos, de direito privado, com autonomia administrativa e financeira, de interesse público, municipal, estadual e nacional, de caráter social, assistencialista, ambientalista, educacional, cultural, científica, apartidário, pacifista e inclusivo. Desde sua criação, em fevereiro de 2021, ficou focado nos cursos de capacitação e palestras no sentido de estimular o empreendedorismo feminino, gerar negócios e renda (gastronomia, moda, artesanato, música e outros). Tendo feito parceria com Sebrae, Senac e Prefeitura de Taquarana. Nasceu do sonho da família de dona Maria Edite da Silva de realizar ações em prol do fortalecimento de meninas, mulheres e idosas, na construção de uma sociedade mais justa, igualitária, democrática, cidadã, inclusiva, pacífica, apartidária e sustentável. Por isso um curso de música com formação da Orquestra Mariar exclusivamente de mulheres. O Instituto leva o nome da matriarca da família, mulher que teve uma participação ativa junto à comunidade de Taquarana, deixando um legado que se traduz nas diretrizes de atuação do Instituto. Está situada na Avenida Santa Cruz, s/n, Centro, Taquarana, agreste alagoano, a cerca de 112 km da capital Maceió e a 24km de Arapiraca. Possui uma equipe capacitada, com vasta experiência nas áreas correlatas: Cremilda Maria Paixão da Silva (Cléa Paixão) - atuará como coordenadora geral do projeto, É idealizadora,fundadora do Instituto. Jornalista graduada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), mestrado incompleto pela Universidade de Brasília (UnB) e MBA de Marketing pela Esalq/USP. Atua no jornalismo desde 1991 -repórter e apresentadora de TV, roteirista, diretora, inclusive sendo premiada por suas reportagens; gestora de Comunicação, assessoria de imprensa. Sempre envolvida nas causas femininas, em movimentos nacionais e internacionais, é idealizadora do canal no Youtube As Marias do Brasil @AsMariasdoBrasil, autora do livro A influência da mulher no mundo: família, religião e sociedade (apresentado pela Maria da Penha – mulher que deu nome à Lei), coordenou, durante três anos, a comunicação nacional da Campanha mundial16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres – 2006, 2007 e 2008. Francisca Maria da Silva – atual presidente do Instituto Marias Edite da Silva - Casa das Marias – professora municipal e estadual com 33 anos de experiência, iniciando em1985 e se aposentado em 2018. Possui mestrado pela Instituição de Ensino Universidade Politécnico de Viseu – Portugal. Atuará no projeto como coordenadora adjunta do projeto Kely Aline Gomes da Silva – Primeira Vice-Presidente – Formação em Relações Públicas pela Universidade Federal de Alagoas, pós-graduada em gestão de eventos, especializada em planejamento, coordenação e execução de eventos, com experiência de mais de 8 anos como ceo da empresa Realizart Cerimonial e Eventos, e assessoria de Comunicação e Redes Sociais, inclusive para instituições e movimentos de mulheres. Atuará no projeto como coordenadora de Comunicação. Alyson de Albuquerque Silva – Segundo Vice-Presidente – Formação em Assistência Social pela UNOPAR. Atuará no projeto com assistente social. Diogo da Silva Ferro – Diretor Tesoureiro formação em Ciência Contábeis, com experiência em escritório de Contabilidade. Atuará no projeto como Financeiro, acompanhando a contabilidade e pagamentos. Luís Victor da Silva Barbosa - Diretor Administrativo - Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores, pela Faculdade Estácio de Alagoas, com experiência empresarial como proprietário de empresas Provedora de Internet, de Distribuidora de Água e de Gás - Atuará no projeto como administrador, fazendo gestão nos contratos, serviços e pagamentos. O projeto tem a curadoria da musicista Kathia Virginia Guacury Pinheiro, que também fará a coordenação técnica do projeto. Ela iniciou os estudos aos sete anos de idade, estudando piano durante oito anos com a professora Alcione Bux-baum, no Rio de Janeiro. Com 11 anos começou a estudar violino na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o professor José Alves. Posteriormente, teve como professores Nicolas Merrat da França, Cecília Guida da Argentina, Evgueni Ratchey da Bulgária e Master com o professor Christos Polyzoides da Rússia. Em 1979 foi laureada duplamente no Congresso Nacional Villa-Lobos, conquistando o 1o prêmio e o de melhor intérprete de música brasileira. No mesmo ano tornou-se integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira, onde permaneceu até 1980, ocasião em que foi convidada pelo Maestro Levino Alcântara a ingressar no corpo docente da Escola de Música de Brasília. No mesmo ano, o maestro e compositor Cláudio Santoro a convidou a fazer parte da Orquestra Sinfônica de Brasília. De 1988 a 1994 fez parte do Quarteto Toccata, exercendo a função de 1o violino. Em 1991 foi convidada pelo maestro Sílvio Barbato a participar da Orquestra de Câmara Brasil, que fez tournée pela Itália, com participação de 16 dos melhores músicos do país. Em 1994, foi integrante da Orquestra de Câmara de Brasília, com a qual solou, como convidada, o Verão das Quatro Estações de Vivaldi, sob regência do Maestro Emílio César. Em 1996 executou o Concerto no 3 de C. Saint-Saens e, em 1997, a Sinfonia Concertante de W. A. Mozart. Em 2000, acompanhou a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em tournée pela Itália e Portugal, apresentando-se na Piazza Navona, em Roma, para platéia estimada em 1.0000 pessoas, e em Lisboa, no Mosteiro dos Jerônimos, em concerto comemorativo ao V Centenário do Descobrimento do Brasil, sob regência do maestro Sílvio Barbato. Participou de concertos sob a batuta de Isaak Karabtchevsky, Simon Bleck, Matteo Rubiconi, Daniel Lipton, Giuseppe Lanzetta, Florian Merz, Mats Liljefors, Helena Herrera, Oswaldo Colarusso, Julio Medaglia, Carlos Eduardo Prates, Cláudio Cruz, Joaquim França, Abel Rocha, Carlos Giraudo, Fabiano Mônica, Fernando Ávila, Claudia Feres, Luiz Gustavo Petri, João Guilherme Ripper, Carmine Pinto, Cláudio Cohen, Roberto Montenegro, Emílio de César, Ernani Aguiar, entre outros. Na MPB atuou com Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Elis Regina, Léo Gandelman, Toquinho, Milton Nascimento, Gal Costa, Zizi Possi, Elba Ramalho, Rita Lee, Sandra de Sá, Lulu Santos, Alceu Valença, Lobão, Fafá de Belém, Toni Garrido, Renato Borghetti, Carlinhos Brown, Hamilton de Holanda, Ivan Lins, Roberto Carlos, Zélia Ducan, Bibi Ferreira, entre outros. Em 2000 apresentou-se em mais uma turnê pela Itália e Portugal com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do Maestro Silvio Barbato. Em 2001 participou da gravação do CD “Os Clássicos do Samba” com Martinho da Vila, Jamelão, Ivone Lara, Eliane Farias e com participação da Velha Guarda das Escolas de Samba Portela e Mangueira. Em 2002 foi laureada com o troféu Mulher; em 2003, com a Medalha do Mérito Ary Barroso, pela academia Nacional de Cultura “AIC”. Em julho de 2006, Kathia Pinheiro lançou seu primeiro álbum como cantora, “O Dia Nasce”. O CD mistura clássico com MPB. O lançamento teve a participação especial da Orquestra do Teatro Nacional Cláudio Santoro sob regência do Maestro Cláudio Cohen, Batalá grupo de percussão, grupo de dança Tribo das Artes, atriz e bailarina Carolina Senna, e direção artística de Luciana Martuchelli. Durante 22 anos, Kathia esteve à frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, ora como concertino ora como spalla. Em dezembro de 2016 Kathia fundou a orquestra barroca “OBACH” (Orquestra Brasileira de Arte Cultura e História), grupo de excelência que se apresentou durante todo ano de 2017 no Santuário Dom Bosco com público aproximado de 1.500 pessoas por concerto. A convite fez turnê internacional totalizando cinco concertos nas cidades de New York City, New Jersey e Manhattan – EUA para homenagear os 250 anos de nascimento do Padre José Maurício Nunes Garcia.
PROJETO ARQUIVADO.