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PRONAC 2314615Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PEÇA TEATRAL PEITO ABERTO

M D PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 999,9 mil
Aprovado
R$ 999,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
RIO DE JANEIRO
Início
2024-04-01
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Peito Aberto" é um projeto de concepção, montagem e apresentação do espetáculo teatral "Peito Aberto", baseado no texto do dramaturgo Marcílio Moraes, escrito em 2003. A peça é uma comédia que suscita reflexões bem-humoradas acerca dos relacionamentos humanos, em especial os relacionamentos conjugais, núcleo de tantos conflitos na sociedade e no mundo atual.

Sinopse

“Peito Aberto” Mário, consagrado autor de telenovelas, sofreu um enfarte e está internado. Cláudia, sua esposa, chega da Europa, onde participava de um congresso. Assim, no quarto da clínica cardiológica, começa “Peito Aberto”. Mas, contrariamente ao que se poderia esperar, o diálogo entre o casal é leve e divertido, pela atitude com que Mário encara a situação, debochando da aflição da esposa, atribuindo o ataque que sofreu ao sentimento exacerbado de felicidade que o invadiu ao não ter seu contrato renovado com televisão, onde esteve por bem-sucedidos e fartamente remunerados 20 anos. Cláudia guarda suas preocupações e o cigarro, que quase chega a fumar, tabagista que é. Ela responde ao marido com a mesma presença de espírito, travando-se diálogo brilhante, inteligente e bem-humorado, cheio de espirituosas referências literárias, através do qual adentramos a intimidade de um casal de intelectuais com visão crítica, mordaz, mas libertária e generosa da existência. Revelam-se os conflitos que Mário vinha enfrentando na rede de televisão em que trabalhava e que culminaram na sua saída. Igualmente, lembranças da vida conjugal afloram, aprofundando o conhecimento do espectador sobre os personagens principais da trama. Entram o médico, Genésio, e a enfermeira, Rita. Genésio é grande amigo do casal, um sujeito sarcástico e bem-humorado. O diálogo ágil e chistoso continua. Genésio, totalmente avesso a casamentos, debocha das décadas de união de Mário e Cláudia. Brinca-se e faz-se piadas com a vida de casado. Na segunda cena, enquanto Mário é preparado para uma segunda intervenção, para inserir mais molas (stents) nas coronárias, Cláudia e Genésio conversam no pátio sobre as possíveis causas do enfarte de Mário. Cláudia fumando sem parar, viciada que é. Fala-se das preocupações profissionais do escritor, o peso de ser novelista, visto todos os dias por milhões e milhões de pessoas, do hábito de beber muito álcool, etc. sem chegar a uma conclusão. Na verdade, a causa do enfarte permanece mal explicada, botando pulga atrás da orelha dos espectadores a respeito do que exatamente fazia Mário quando teve o enfarte. Na conversa, Cláudia confessa que tem sentido dores no peito, o que alarma o médico, que em vista do fato dela ser fumante inveterada, insiste que aproveite o fato de estar no hospital e faça exames. Ela acaba concordando. Os exames a que Cláudia se submete revelam que ela sofre de isquemia, pode ter um enfarte a qualquer momento e precisa ser operada. Cláudia ironiza a própria situação, mas não pode fugir às evidências médicas. Mário sai da operação e vai para o CTI. Cláudia, já sendo preparada para a operação, vai em cadeira de rodas visitar o marido. Mário se irrita com a coincidência. Situação de farsa! Cláudia diz que talvez morra antes de vergonha da presepada que o destino armou para eles, que de enfarte. Sozinha no quarto do hospital à noite, Cláudia recebe a surpreendente visita de uma moça que se enganara de quarto, já que estava em busca de Mário. O equívoco é esclarecido, mas Cláudia, sem revelar que é mulher de Mário, conversa com a moça, Lila, e acaba descobrindo que é garota de programa e que estava com Mário quando ele enfartou. No outro dia, recuperando-se da intervenção, Mário é informado por Genésio que o problema de Cláudia não se resolve com a colocação de stents. Ela vai precisar ter o peito aberto para fazer ponte de safena. Mário vai visitar a esposa no quarto dela. Escondendo o que descobriu na noite anterior, Cláudia tem uma conversa extremamente irônica e sarcástica com o marido. Num certo momento, de chofre, pergunta quem é Lila. Eles têm uma DR profunda, cruel, mas engraçada, em que a vida conjugal é discutida sem papas na língua e a permanência do casamento fica em suspenso, para depois da recuperação de ambos, se sobreviverem. Tempos depois, em casa, Cláudia explica para uma amiga no telefone que está inteiramente recuperada e diz que está esperando uma convidada. Desliga quando toca a campainha. É ninguém menos que Lila. Superam o constrangimento inicial e passam a conversar abertamente, Cláudia irônica, mas sem qualquer agressividade. Bebem vinho, falam de Mário e da curiosa situação em que se encontram. Cláudia aborda em tom bem-humorado as dificuldades com o marido depois que soube de Lila e afirma que entre eles se estabeleceu uma situação indefinida que precisa se esclarecer, o que espera que aconteça quando ele chegar e se deparar com a surpresa de encontrar a amante ali. Lila fica temerosa, mas fica firme. Conta a história do seu nome, na verdade, nome de guerra, que havia sido sugerido por Mário. Mário chega e tem enorme surpresa, não só pela presença de Lila, como pela pegadinha que as duas armaram para recebe-lo: a moça está apenas de sutiã. NOTA: as insinuações sexuais jamais são grosseiras, apenas sugeridas e discutidas com humor, sem qualquer tipo de baixaria. Os três discutem a situação em diálogos ferinos e cheios de ironia. Mário insiste em que Cláudia diga o que afinal pretende com aquele encontro insólito. Cláudia, sem perder a categoria afirma que jogou simplesmente para ver o que acontece. O casal acaba brigando e se dizendo coisas duras, o que constrange Lila, que quer ir embora. Mas os dois afinal se controlam. Mário fica de mau humor, Cláudia e Lila conversam sobre questões bem femininas. Num determinado, momento, as duas vão para o quarto. Mário fica na sala resmungando e praguejando, ouvindo o Réquiem de Mozart. Repentinamente, mais uma surpresa. Eis que aparece Genésio, que Mário esqueceu que tinha convidado para um drinque. Mário disfarça e tenta fazer com que o outro vá embora, antes que descubra o que está acontecendo. Mas eis que as duas voltam e a situação atinge o clímax. Genésio fica perplexo e maravilhado com a beleza da moça, confundindo-se, trocando as palavras. Cláudia e Mário recuperam o aplomb e divertem-se com a nova situação. Genésio quer ir embora, por estar sobrando ali, o que é contestado pelos outros. Lila diz que é ela que vai embora, numa boa, para que os amigos possam conversar. Genésio insiste que também vai e oferece carona a ela, já que vai para o mesmo lugar. Ela aceita. Tempos depois, Mário e Cláudia chegam ao hospital para visitar um enfartado, que não é outro senão Genésio, que andava sumido e não tinha contado a eles que teve o problema. Foram avisados por outra pessoa. Surpreendem-se com a má vontade da enfermeira Rita com o chefe, apesar de estar doente. E diante de um Genésio mal-humorado, esquivo, não querendo dar maiores explicações, ficam sabendo que o amigo vai se casar. Não demora e aparece a noiva: Lila. Ela explica que os dois se apaixonaram naquele dia em que Genésio deu carona a ela. Cena final. Naquela mesma noite, Mário e Cláudia conversam em casa, de madrugada, e avaliam tudo o que aconteceu. Como sempre, o papo é cheio de reflexões sobre a vida e a morte, referências literárias, muita ironia. Concluem que perderam o médico e o amigo, porque certamente nunca mais verão o casalzinho. Enquanto bebem e fumam, desafiando as recomendações médicas, fazem um balanço da própria vida em comum e constatam que pelo menos reencontraram o bom humor. Um final que, sem perder o tom crítico e irônico, mostra um casal ainda com generosidade e afeto mútuos suficiente para aventar a possibilidade de um futuro. Ou seja, talvez contra as expectativas, um final romântico e feliz.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto de montagem do espetáculo teatral "Peito Aberto" busca promover o acesso do público a um texto autoral brasileiro, escrito por um autor premiado e encenado por uma equipe de criadores brasileiros de grande valor artístico e experiência no campo teatral, desta forma valorizando e difundindo a arte e a cultura nacionais. A peça "Peito Aberto" tem a finalidade de entreter e provocar no público reflexões bem-humoradas acerca dos relacionamentos humanos atuais. O texto é extremamente relevante para o cenário cultural brasileiro, pois propõe um questionamento dos preconceitos sociais, propiciando uma visão mais aberta e generosa de pessoas envolvidas em atividades polêmicas, muitas vezes discriminadas. No cenário cultural brasileiro, a montagem de uma peça teatral com texto sofisticado, inteligente e crítico, que trata de questões como sexo, cumplicidade, compromisso e resiliência conjugal, além de temas como liberdade artística, prostituição, morte e amor é de extrema importância. Com esta peça temos oportunidade de exercer um olhar crítico sobre um casal típico de classe média pelo ângulo da comédia, ou seja, de ampla e divertida identificação pelo público com o que é vivido e falado no palco. Objetivos Específicos: - Realizar 24 apresentações de um espetáculo teatral de grande relevância artística na cidade do Rio de Janeiro; - Fomentar a cultura nacional e a formação de público através das ações de democratização do acesso; - Contribuir com a formação de novos profissionais das artes através da realização de ação formativa; - Gerar postos de trabalho fixos e temporários durante toda a execução do projeto; - Gerar receita na economia criativa do país.

Justificativa

A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet. Através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e), IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei. O projeto cultural "Peito Aberto" se destina à montagem de um espetáculo de artes cênicas e prevê a contratação de aproximadamente 30 profissionais para a sua realização. Seu custo estimado é de aproximadamente R$ 999.850,50. Para financiar o projeto é fundamental o uso do mecanismo de incentivo, pois de outra forma seria inviável a sua realização. É de extrema importância para o cenário cultural brasileiro uma lei como a Lei de Incentivo à Cultura para apoiar, valorizar, promover e difundir o trabalho de artistas e criadores brasileiros, que de outra forma não poderiam exercer seus ofícios de forma digna. O público brasileiro, desta forma, tem a oportunidade de conhecer e usufruir da pluralidade cultural de seu próprio país, fortalecendo assim a nossa identidade cultural e artística e contribuindo para a formação de um público com livre acesso à arte, à cultura e ao pensamento crítico, exercendo assim seus direitos culturais. O acesso do público ao espetáculo se dará através da venda de ingressos, que poderão ser adquiridos por toda a população, sem distinção. Uma porcentagem dos ingressos será disponiibilizada gratuitamente para alunos e professores da rede pública de ensino.

Especificação técnica

A peça "Peito Aberto" é composta por 2 atos. O espetáculo terá aproximadamente 70 minutos de duração. Quantidade de personagens: 5 Quantidade de cenários: 5 A proposta de ação formativa (palestra e bate-papo com o autor e a equipe técnica) terá 1h20 de duração. O ensaio aberto terá cerca de 120 minutos, considerando o ensaio + perguntas e respostas para os participantes com equipe criativa e técnica.

Acessibilidade

Levando em consideração o Art. 26 da IN MinC 01/2023, abaixo reproduzido: - "Art. 26. Será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, sujeitas à prévia aprovação da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente." Propomos as seguintes mediadas de acessibilidade a serem realizadas na execução do projeto, devidamente justificadas abaixo de cada item: 1- Produto Cultural Principal: Espetáculo de artes Cênicas - Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O espetáculo se apresentará em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contém rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados; - Acessibilidade para deficientes auditivos: realização de um total de 04 sessões com tradução em libras; Justificativa: Acreditamos que este seja um número coerente com a quantidade de apresentações do projeto e a real demanda de público portador de deficiência auditiva. Sabemos que, apesar do convite feito às instituições com material do espetáculo, disponibilização de convite para um acompanhante e até mesmo oferecimento de transporte não resultam no real comparecimento deste público ao teatro. É preciso rever a legislação, uma vez que este é um assunto de extrema importância para nossa sociedade, que precisa de política pública, campanhas de conscientização, união de diversos setores e não apenas a obrigação dos produtores culturais atenderem uma exigência, quando na prática os espaços públicos e privados não estão preparados para que possamos atender as pessoas com deficiência. Sem esforços conjuntos não veremos um real avanço na pauta da acessibilidade. - Acessibilidade para deficientes visuais: Tradução e impressão do texto do espetáculo em braile; Justificativa: Acreditamos que esta medida seja muito mais efetiva em atendimento ao portador de deficiência auditiva do que recursos de audiodescrição. Este é um serviço de custo elevado, sendo impossível para o produtor (mesmo com os custos lançados no orçamento) realizar este serviço em todas as apresentações. O texto em braile permite a inclusão em todas as sessões a serem realizadas do espetáculo. Além disso, existe uma dificuldade real de falta de espaço nos teatros públicos e privados para o posicionamento da cabine necessária para a ação de audiodescrição. - Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização das apresentações em locais com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário. 2- Produto Cultural Secundário: Palestra com o autor Marcílio Moraes - Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): A ação será realizada em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contem com rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados; - Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização da palestra com tradução em libras; - Acessibilidade para deficientes visuais: A proposta é de total compreensão de deficientes visuais; - Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização em local com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso: Conforme determinado pela última IN, realizaremos a distribuição de ingressos gratuitos (10% da lotação do teatro a cada apresentação) ao público de baixa renda formado por estudantes e professores das redes estadual, municipal e federal de ensino. Para que esta distribuição seja eficaz, prevemos a contratação de serviço especializado em formação de platéia e divulgação in loco (escolas, demais ONGs da região e outros espaços culturais que promovem ensino cultural) para que estes ingressos tenham uso efetivo. Ensaio Aberto: O projeto promoverá ainda 01 ensaio aberto no Rio de Janeiro. Este ensaio será aberto para estudantes de artes cênicas de instituições publicas e/ou ONGs e projetos sociais. O ensaio aberto terá cerca de 120 minutos, considerando o ensaio + perguntas e respostas para os participantes com equipe criativa e técnica. Ação Formativa: A proposta de ação formativa prevê palestra e bate-papo com o autor Marcílio Moraes e terá cerca de 1h20 de duração.

Ficha técnica

Informamos que o proponente será remunerado nas seguintes funções dentro do projeto: Marcíio Moraes - Dramaturgista e produtor. Sendo o autor do texto e o representante legal da empresa, atuará como dramaturgista e produtor. Currículo Resumido: Escritor, romancista, dramaturgo e autor-roteirista. Publicou seu primeiro conto em 1969, na revista “Cadernos Brasileiros”. Em 1974 começou a escrever para teatro. Entre suas peças estão “Mumu – A Vaca Metafísica”, “Sonata sem dó”, “Correntes” e “Aracelli”. Ganhou prêmios do antigo Serviço Nacional de Teatro e prêmio de “Revelação de Autor”, da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA. Na década de 80 passou a escrever para televisão. Escreveu as novelas “Roque Santeiro”, “Roda de Fogo”, “Mandala”, “Mico Preto”, “Sonho Meu” e o remake de “Irmãos Coragem”, além das minisséries “Laércio é Nosso Rei”, “Noivas de Copacabana”, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e “Chiquinha Gonzaga”, e especiais, “A Grande Família”, “O Dia Mais Quente do Ano” e “Aventuras de um Barnabé”. Em 2003 lançou o seu primeiro romance, “O Crime na Gávea”, pela editora 7 Letras. Em 2005 foi contratado pela TV Record, onde escreveu as novelas “Essas Mulheres”, “Vidas Opostas” (com a qual ganhou o Troféu Imprensa) e “Ribeirão do Tempo”, além dos seriados “A Lei e o Crime”, 2009, “Fora de Controle”, 2011, “Plano Alto”, 2014, e o especial “O Amor e a Morte”. Produziu e escreveu o roteiro do filme “O Crime da Gávea”, lançado em 2017, baseado no seu romance homônimo. Em 2018 lançou o romance “Entre as Estrelas – Aquiles”, pela editora 7 letras. Em 2023 lançou o livro “De Peito Aberto” pela editora Batel, uma coletânea dos textos das suas principais peças de teatro. Lúcia Quental Moraes - Diretora de produção, captação de recursos e gestão geral do projeto. Supervisão geral de todas as etapas de produção do projeto, acompanhamento do fluxo financeiro e posterior prestação de contas, acompanhamento do projeto junto aos patrocinadores e ao Ministério da Cultura. Currícuo Resumido: Designer gráfica, diretora de arte e produtora executiva. Formada em 2003 em Desenho Industrial pela PUC-Rio e pós-graduada em Design de Interiores em 2012 pela PUC-Rio. Trabalhou como autônoma nas funções de assistente de arte e produtora de arte em diversos filmes de longa-metragem, filmes publicitários e outras produções para TV. Trabalhou como assistente de cenografia na Rede Record de 2006 a 2011, atuando em diversas novelas e minisséries. Pela MD Produções Artísticas, empresa da qual é sócia desde 2006, trabalhou no longa-metragem "O Crime da Gávea" como Diretora de Arte e Produtora Executiva, supervisionando e participando de todas as etapas do filme, desde a captação de recursos até a prestação de contas. Foi ganhadora do prêmio de Melhor Direção de Arte pelo filme "O Crime da Gávea" no Festival de Cinema de Pernambuco, o Cine PE, em 2017. Eduardo Quental Moraes - Diretor de produção, captação de recursos e gestão geral do projeto. Supervisão geral de todas as etapas de produção do projeto, acompanhamento do fluxo financeiro e posterior prestação de contas, acompanhamento do projeto junto aos patrocinadores e ao Ministério da Cultura. Currícuo Resumido: Formado em Filosofia e Cinema pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Na televisão trabalhou como roteirista no seriado “A Lei e o Crime” (2009) e na novela “Ribeirão do Tempo” (2010), ambas exibidas pela Rede Record. No cinema atuou como produtor executivo do filme “O Crime da Gávea” (2017). No momento está realizando um projeto de documentário de longa-metragem sobre a atuação política do advogado, jurista, político e intelectual brasileiro San Tiago Dantas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.