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Realização do CIRCUITO DO CHORO WALDIR AZEVEDO, com espetáculos públicos de Choro, Seminário Nacional sobre a importância do Choro na cultura nacional, produção de vídeo e catálogo sobre o evento.
O Choro é reconhecido como Patrimônio Cultural Carioca e está em processo de reconhecimento como patrimônio imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O projeto CIRCUITO DO CHORO WALDIR AZEVEDO tem por finalidade contribuir para a valorização e preservação das Rodas de Choro, manifestação cultural dos bairros cariocas, e para ampliar o acesso a esse gênero musical. Waldir Azevedo, o mago do cavaquinho, músico e compositor carioca autor de clássicos como Delicado e Pedacinhos do Céu, é também o autor do Choro mais popular já composto, regravado e a ter feito o maior sucesso internacional de nossa música instrumental. O hino de todos os chorões, Brasileirinho. Por sua trajetória e contribuição definitiva para a história e popularização do Choro, Waldir Azevedo batiza esse projeto no ano de seu centenário. O projeto será realizado em abril/2024, quando da celebração do Mês do Choro. Serão realizados 12 espetáculos em locais escolhidos por sua tradição em manter viva a cultura do choro: Laranjeiras (Praças General Glicério e São Salvador); Glória (Praça Paris); Olaria (Reduto Pixinguinha); Engenho de Dentro (Praça Rio Grande do Norte); Madureira (Parque Madureira); Gávea (Praça Santos Dumont); São Cristóvão (Quinta da Boa Vista); Bangu (Praça 1° de Maio); Irajá (Beco da Cirrose); Jacarepaguá (Praça Seca); Campo Grande (Samba na Feira); e Ilha do Governador (Choro da Ribeira). No dia 23 de abril, dia Nacional do Choro em homenagem ao nascimento de Pixinguinha, será feita uma comemoração especial com a homenagem ao Mestre Alfredo da Rocha Vianna, patrono do TREM do CHORO. O Circuito de Choro Waldir Azevedo se encerra no domingo 28 de abril com o maior evento de Choro já ocorrido no país, na Quinta da Boa Vista. Além dos espetáculos, o projeto contempla também o registro dos shows (incluindo o making-off) em vídeo. Depois de editado, o material será disponibilizado gratuitamente para a população pela internet, ampliando o acesso aos espetáculos àqueles que não puderam comparecer ao evento. Outro produto do circuito é a produção de um Catálogo Fotográfico impresso e com capa dura, com cobertura dos eventos, seus personagens e também fotos históricas acompanhadas de textos de especialistas no tema. O catálogo terá a tiragem de 1000 exemplares. Além da versão impressa, o catálogo também estará disponível na versão eletrônica, na internet. O quarto produto do Circuito é a realização de um Seminário Nacional sobre a a importância do Choro na cultura nacional com a presença de pesquisadores, gestores culturais e artistas. Estão previstas palestras, debates e apresentações de grupo de choro no encerramento das atividades. As contrapartidas sociais também foram pensadas na estratégia de formação de novas platéias e ampliação do acesso, com a realização de rodas de choro e palestras sobre a história e importância do choro para a cultura brasileira em doze escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro, apresentando assim a magia do Choro a uma parcela jovem da população brasileira.
Objetivo Geral: Realizar o CIRCUITO DE CHORO WALDIR AZEVEDO, em comemoração ao centenário de nascimento de Waldir Azevedo, em praças públicas de bairros da cidade do Rio de Janeiro. Objetivos Específicos: 1) Realizar 13 espetáculos de Choro em locais públicos, escolhidos por sua tradição em manter viva a cultura do choro. 2) Produzir um Catálogo Fotográfico com a cobertura dos eventos, seus personagens e também fotos históricas acompanhadas de textos de especialistas no tema 3) Produzir um Seminário Nacional sobre a importância do Choro na cultura nacional com a presença de pesquisadores, gestores culturais e artistas. 4) Produzir um Vídeo sobre o Circuito, documentando todas as atividades desenvolvidas. 5) Contrapartida social: Realizar 12 Rodas de Choro em escolas públicas e/ou projetos sociais da cidade do Rio de Janeiro. As apresentações serão precedidas por uma palestra sobre a história do Choro e a sua importância para a cultura brasileira.
Tido como a primeira música popular urbana a expressar a identidade brasileira, a história do Choro está historicamente ligada à chegada da Família Real portuguesa no Brasil (1808), quando o Rio de Janeiro passa por uma reforma urbana e cultural. Com a corte portuguesa vieram instrumentos de origem europeia como piano, clarinete, violão, flauta, bandolim e cavaquinho, bem como os seus instrumentistas, e vieram também as danças de salão como a valsa, quadrilha, mazurca e a polca, que viraram moda nos bailes da época. Segundo José Ramos Tinhorão, pesquisador e historiador da música popular brasileira, o Choro nasce no Rio de Janeiro por volta de 1870. Com suas origens na fusão do lundu, ritmo de inspiração africana à base de percussão com os gêneros europeus, inicialmente o choro não era um gênero musical mas uma forma de tocar, o jeito "choroso" era o estilo de interpretação que os músicos populares do Rio de Janeiro imprimiam à execução das danças de salão europeias. Com a vinda da corte portuguesa para o Rio houve um consequente aumento da vida cultural e boêmia carioca e multiplicaram-se as rodas musicais de choro nos bares e esquinas. Nesse período, destacavam-se os talentos do flautista Joaquim Calado (1848-1880), que compôs o clássico Flor Amorosa; do músico Henrique Alves de Mesquita, autor do primeiro tango brasileiro, Ali-Babá; e da primeira maestrina do Brasil, a pianista e compositora Chiquinha Gonzaga. Dono de uma obra que transcende o estilo, Pixinguinha é um dos maiores compositores da música brasileira de todos os tempos e sua contribuição para o choro é um divisor de águas tanto no Brasil como no exterior. O autor de Brasileirinho juntamente com o seu grupo Os Oito Batutas fazem turnê pela europa em 1922, o choro ganha o mundo e cruza também os caminhos do ragtime, do jazz americano e abraça a música clássica através de Villa-Lobos. De dificílima execução, o Choro ao longo do tempo nos revelou verdadeiros virtuoses nos seus instrumentos como: Joel Nascimento, Dino 7 cordas, Rafael Rabelo, Dirceu Leite, Jorge Simas, Jorginho do Pandeiro, Hamilton de Holanda e tantos outros. O Choro integra a nossa personalidade como brasileiros, é um gênero nosso e pode ser considerado a nossa "Monalisa" da música, é um clássico. Waldir Azevedo, o mago do cavaquinho é um desses maiores exemplos. Clássicos como Delicado e Pedacinhos do Céu, o músico e compositor carioca é seguramente o autor do Choro mais popular já composto, regravado e a ter feito o maior sucesso internacional de nossa música instrumental. O hino de todos os chorões, Brasileirinho. Waldir Azevedo por sua trajetória e contribuição definitiva para a história e popularização do Choro, batiza esse projeto no ano de seu centenário. Ao longo da história, o choro ganhou espaço, abrangência e profundidade tanto nas rodas de choro como nos cursos de graduação e pós-graduação das universidades. A rede de clubes e rodas de choro reforçam a sua capilaridade e capacidade de resistência, como um fio condutor que conecta passado, presente e futuro. Esses grupos não apenas honram os legados dos músicos anteriores, mas também refletem a busca contínua por compartilhar o choro com o público e manter suas tradições vivas. No Rio de Janeiro as rodas de choro tradicionais sobrevivem ao passar dos anos, agregando as pessoas silenciosamente em um movimento de resistência cultural e preservação da tradição. Considerando que a cultura é algo vivo, que se mantém de tradições e ao mesmo tempo se renova a cada dia, percebemos que no mundo globalizado é comum o ataque às culturas globais pelas manifestações artísticas de lugares hegemônicos que querem ocupar todos os espaços, e que é fundamental o movimento de resistência e a reinvenção diária para não se perder a conexão com as tradições. Na perspectiva do poder glocal do geógrafo e pensador Milton Santos, ideias de globalização e localização, enfatizando como as dinâmicas globais afetam os contextos locais e vice-versa, a preservação do choro pode ser abordada considerando tanto sua conexão com as raízes culturais locais quanto sua projeção no cenário global. Na perspectiva local, Milton Santos valoriza a importância dos lugares e das histórias locais, argumentando que a globalização não deve resultar na perda da identidade cultural das comunidades. A Preservação do Choro envolve a consideração de seu papel na formação da identidade dos subúrbios cariocas, mantendo vivas as tradições e os valores associados a esse gênero musical. Por outro lado, o poder glocal também enfatiza como as manifestações locais podem ter impacto global. O Choro, ao longo dos anos, ganhou reconhecimento internacional e influenciou outros gêneros musicais ao redor do mundo. A preservação do Choro implica não apenas manter suas raízes locais, mas também permitir que ele continue a evoluir e se conecte com outras tradições musicais globalmente. Isso pode ser feito por meio de colaborações internacionais, intercâmbios culturais e eventos que ampliam seu alcance. Na perspectiva de acessibilidade, o poder glocal também destaca a importância da valorização e do acesso equitativo à cultura. A Preservação do Choro não deve ser uma prática elitista, mas sim uma oportunidade para que todas as camadas da sociedade carioca, independentemente de sua origem social, possam desfrutar e participar desse patrimônio cultural. Isso pode ser feito por meio de programas educacionais, eventos em espaços públicos e promoção de acessibilidade. Por fim, na perspectiva da inovação cultural, Milton Santos argumenta que as comunidades não devem ser vistas apenas como passivas diante das influências globais, mas sim como agentes ativos na criação de novas formas de cultura. A preservação do Choro pode ser acompanhada pela exploração de novas abordagens, experimentações e fusões musicais que mantêm os elementos essenciais do gênero, ao mesmo tempo em que o rejuvenescem para atrair novas gerações. A Rede do Choro tem se mobilizado pela preservação de seu passado, o resgate de acervos e a codificação de seus conhecimentos em pesquisas e obras, entre as ações em destaque estão a sua declaração como Patrimônio Cultural Carioca através do Decreto Nº 35550/12 e o processo que está em andamento no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para o seu reconhecimento como patrimônio imaterial do Brasil. Apesar das conquistas, há a necessidade de somar esforços para tornar o choro mais acessível e apreciado, de continuar trabalhando para expandir seu alcance e valor. A dedicação dos músicos cariocas em preservar e divulgar o choro nos serve como um lembrete inspirador de como a música tem o poder de unir, transmitir tradições e enriquecer a vida das pessoas. Neste sentido, o CIRCUITO DE CHORO WALDIR AZEVEDO vem contribuir para a divulgação do Choro e formação de novas plateias através dos shows em espaços públicos e das contrapartidas sociais que serão realizadas em escolas e projetos sociais, sendo o apoio da Lei de Incentivo à Cultura de fundamental importância para a realização do projeto.
O festival CIRCUITO DO CHORO WALDIR AZEVEDO está dividido em quatro ações estratégicas: 1) APRESENTAÇÕES MUSICAIS Serão realizadas treze espetáculos de Choro , com 1:30 h de duração cada. Os bairros/locais sugeridos, foram escolhidos por sua tradição em manter viva a cultura do Choro: Laranjeiras: Praças General Glicério e São Salvador Glória: Praça Paris Olaria: Reduto Pixinguinha Engenho de Dentro: Praça Rio Grande do Norte Madureira: Parque Madureira Gávea: Praça Santos Dumont São Cristóvão: Quinta da Boa Vista Bangu: Praça 1° de Maio Irajá: Beco da Cirrose Jacarepaguá: Praça Seca Campo Grande: Samba na Feira Ilha do Governador: Choro da Ribeira Os Artistas: Alguns dos principais grupos e solistas, serão as atrações: Conjunto Época de Ouro; Conjunto Galo Preto; Choro Novo; Orquestra Carioca de Choro; Choro na rua; Choro na feira; Alceu Maia e Choro Elétrico; Ernesto´s no Choro; Pixinbodega; Luciana Rabello; Nilze Carvalho; Daniela Spilmann; Andrea Ernest Dias; Maria Teresa Madeira; Carlos Malta; Joel Nascimento; Silvério Pontes; Hamilton de Holanda; Yamandu Costa e Jovi Joviniano 2) CATÁLOGO: Será produzido um Catálogo Fotográfico impresso e com capa dura, com cobertura dos eventos, seus personagens e também fotos históricas acompanhadas de textos de especialistas no tema. O catálogo terá quarenta páginas e tiragem de 1000 exemplares. Além da versão impressa, o catálogo também estará disponível na versão eletrônica, na internet. 3) VÍDEO: Será produzido um vídeo sobre o Circuito com o registro dos melhores momentos dos espetáculos, seminário e contrapartidas sociais. Com 60 minutos de duração, o vídeo apresentará uma versão resumida das ações do Circuito. Todas as apresentações do Circuito serão gravadas e ficarão disponíveis gratuitamente, juntamente com o vídeo sobre o Circuito, na página do projeto na internet. 4) SEMINÁRIO: Será realizado um Seminário Nacional sobre a a importância do Choro na cultura nacional com a presença de pesquisadores, gestores culturais e artistas. O Seminário terá um dia de duração, com palestras, debates e apresentação de Choro no encerramento dos trabalhos. As palestras e debates também serão registradas em vídeo e disponibilizadas na página do projeto na internet. 5) CONTRAPARIDAS SOCIAIS: Para esta ação estão previstas apresentações de grupos de Choro em doze escolas públicas do município do Rio de Janeiro. As apresentações serão precedidas de uma palestra sobre a História do Choro e a sua importância para a cultura brasileira. As atividades terão duração de uma hora em cada escola, sendo 30 minutos de palestra e 30 de apresentação musical.
PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso, espaço reservado com cadeiras, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: tradução em libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe pedagógica treinada PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso, espaço reservado com cadeiras, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: não aplicável ao produto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: não aplicável ao produto PRODUTO: CATÁLOGO FOTOGRÁFICO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não aplicável ao produto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição do catálogo na versão eletrônica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: não aplicável ao produto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: não aplicável ao produto PRODUTO: SEMINÁRIO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso, espaço reservado com cadeiras, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: tradução em libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: não aplicável ao produto PRODUTO: VIDEO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não aplicável ao produto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral, audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: tradução em libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: não aplicável ao produto PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso, espaço reservado com cadeiras, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: tradução em libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe pedagógica treinada
Atendimento aos incisos I, II, IV e VI do art. 28 da IN nº 01/2023, transcritos abaixo, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação do acesso ao projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Medidas: Distribuição gratuita do Catálogo Fotográfico impresso II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; Medidas: Acesso gratuito às apresentações e ao seminário para todos IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Medidas: Serão disponibiliados pela internet o registro das apresentações, palestras do seminário, catálogo fotográfico e vídeo do evento. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Medidas: Serão realizadas palestras e rodas de choro em escolas e/ou projetos sociais
A empresa Veredas Gestao Cultural LTDA é administrada pelos seus sócios fundadores, Angela da Silva Leonicio e Claudio Jorge da Silva Soares (Sócio-Administrador). A empresa, através do seu sócio-Administraddor, será responsável pela coordenação administrativa e gestão do processo decisório do projeto. FERNANDO GAMA – DIRETOR GERAL - Produtor e diretor cultural, o carioca Fernando Gama é responsável por uma série de eventos que surgiram no Rio de Janeiro voltados ao grande público. Com a experiência adquirida em seu trabalho na Riotur, a partir de 1983, teve a oportunidade de desenvolver seu talento e criatividade. Um dos melhores exemplos de sua atuação na formulação de espetáculos está completando 20 anos desde a sua implantação. É o caso do "Reveillon" carioca, que apresenta shows de artistas populares, antes e depois da queima de fogos à meia-noite, ao longo da orla. Criador de eventos inéditos na Riotur, transformou-se em um verdadeiro fomentador de novos espaços públicos, inovando grandes eventos populares. Atento ao melhor aproveitamento da presença de grandes atrações internacionais na cidade – Sting, Paco de Lucia, Ballet de Stuttgart, Stanley Jordan, Madredeus, Ron Carter, Michel Legrand, entre outros - promoveu a realização de shows gratuitos com esses nomes do showbusiness. Desenvolveu uma técnica de montagem de shows públicos na cidade, reunindo os diversos órgãos públicos e manifestações artísticas na realização dos eventos, que é seguida até hoje. É de sua autoria o projeto “Som nas Ondas” – que levou grandes nomes da música brasileira ao Arpoador, onde centenas de pessoas disputavam lugar para assistir aos shows (Nana Caymmi, Cássia Eller, Tim Maia, Dona Ivone Lara, Chico Science, Madredeus, Luís Melodia, entre outros). Trouxe para a cidade o projeto “Rio com Açúcar”, atraindo multidões nos finais de semana e feriados à Praia de Ipanema, com atrações nacionais e estrangeiras, a exemplo de Milton Nascimento, Lulu Santos, Gal Costa, Paulinho da Viola, Titãs, Zezé de Camargo e Luciano, Fábio Jr. Criou novos pontos de entretenimento na cidade, como o Pontal da Marina da Glória e a Casa Rosa. Além de ter atuado na coordenação do Carnaval, desde a inauguração do Sambódromo, organizou durante anos bailes populares em mais de 60 locais da cidade e lançou, em 1989, o “Rio Folia” – espetáculos alternativos realizados durante o Carnaval, que incentivaram o surgimento de bandas que despontavam no cenário musical do Rio de Janeiro (Forroçacana, Farofa Carioca, Afrorregae) e a formação de novas platéias, sem se esquecer do valor da tradição no mundo do samba, permitindo assim que diferentes gerações trocassem suas experiências em memoráveis shows, contribuindo também para a retomada da Lapa como coração artístico da cidade. Em seu currículo, consta a realização de grandes espetáculos em pontos turísticos e outros não tradicionais. Podemos, destacar ainda, no Aterro do Flamengo, a produção comemorativa dos 200 anos da Revolução Francesa – com a Orquestra Sinfônica Brasileira e o espetáculo do bailarino Jorge Donn, do Opera de Paris, e a série “Concertos do Rio”, de música clássica, nas manhãs de domingo. Assinou também a produção dos 90 anos da Avenida Rio Branco com a apresentação da Orquestra de Berlim, sob a regência de Zubin Metha. Foi o responsável pelo show de inauguração da Linha Vermelha, com Leandro e Leonardo. Em parceria com a Clan Design, realizou o evento multimídia “Semana Cultural em Santa”, em Santa Teresa e Lapa, com artistas plásticos, grupos de teatro e circo, poetas, fotógrafos e mestres da gastronomia – com a confecção do tapete da Via Crucis e a produção do Baile do Sábado de Aleluia – trabalhando assim, mais uma vez, para o engrandecimento do calendário turístico do Rio de Janeiro e a valorização de espaços alternativos na cidade. Produziu as exposições CARMEM MIRANDA para sempre! e VIVA VILLA! Pelo Brasil. OUTROS PROJETOS: 90 ANOS DO CORDÃO DA BOLA PRETA E CARNAVAL BOLAPRETA (2009) FITA (2008); FESTIVAL VALE DO CAFÉ(2008); REVEILLON RIO 2005 – SHOW DA VIRADA NA CADÊNCIA DOS BAMBAS, 8 palcos nos bairros do Flamengo, Ipanema, Barra, Guaratiba, Sepetiba, Penha, Paquetá, Ilha; Exposição O PORTO DO RIO ; Aquarela do Rio, Concertos do Rio, Som nas Ondas, Pré-carnaval, Reveillon, Bailes Populares, Rio com Açucar, Música nas Ruas, Semana da Independência e Concurso de Quadrilha Junina; Rio Folia Lapa; Coordenador do Carnaval na Marquês de Sapucaí, de 1984 a 1986. DIDU NOGUEIRA - DIRETOR DE PRODUÇÃO Produtor Musical, cantor e compositor. Com 33 anos de experiência na área, atuou na gerencia de projetos na Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro (2007-2015), na gerência de eventos da RIOTUR - Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (2003). Em produção cultural atuou na UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro (1996-1998), na RIOTUR - Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (1990-1991), Clube do Samba (1983-1987) e Bandola Produções Artísticas e Culturais Ltda (1979-1982). Principais PROJETOS: Projeto Geografia Musical do Estado com shows nas cidades de Macaé, Nova Iguaçu e Rio de Janeiro (2022); Direção Artística do Show ‘Os Outros Batutas’ (SESC Pompéia - 2022); Shows com Maria Teresa Madeira, Hamilton de Holanda, Orquestra Carioca de Choro e Quintal do Pagodinho (2016-2017); Dia Nacional do Choro no Parque Garota de Ipanema (Rio de Janeiro) (2013); Direção do Caruru do João (2011-2012) ; Dia Nacional do Choro (2012); Canta Jovelina (2012); Viradão Carioca. Coordenação de produção (2010); Domingueira no Bonifácio, no centro Cultural José Bonifácio (2009); Conversa de Botequim (2006); Caravana Tim (2005); Grande Roda de Samba na Praia do Flamengo com mais de 50 sambistas (2004); Réveillon da Cidade do Rio de Janeiro nas praias Ipanema, Flamengo, Ilha do Governador, Ilha de Paquetá, Barra da Tijuca (2003); Festival “Fábrica do Samba”, no Maracanãzinho (2003);
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.