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Apresentar repertório autoral/inédito ligado à tradição da MPB (Bossa Nova/Samba Jazz); divulgar e aumentar a audiência nacional (e internacional) deste estilo de música consagrado em 11 shows apresentados em espaços públicos de 11 cidades de 2 estados brasileiros com o maior potencial de aceitação e audição da Bossa Nova/Samba Jazz. Este primeiro elo com estes locais predispostos é fundamental para se criar a base de consolidação do projeto, para que versões futuras do mesmo possam alcançar outras localidades nacionais. Todos os shows terão entrada franca com faixa etária livre para o público. Com este projeto, contribuiremos para a ampliação da experiência estética musical das novas gerações; apoiaremos, nas canções, os valores democráticos e inclusivos; e possibilitaremos, às empresas patrocinadoras, um instrumento estético musical interessante para a veiculação de seus produtos e serviços.
Este projeto turnê "Retocando a beleza da Bossa Nova" visa apresentar, ao público nacional e internacional, às novas gerações de brasileiras e brasileiros, este estilo de música já consagrado e tão apreciado em todo o mundo, que é a Bossa Nova/Samba-Jazz, em uma leitura contemporânea. A palavra "Retocando", do título do projeto: "Retocando a Beleza da Bossa Nova", tem um duplo sentido que não pode ser captado na tradução em Inglês deste título: "Play Again the Beauty of Bossa Nova". Trata-se, em Português, tanto de "tocar novamente", como de "dar o próprio toque", como compositor, arranjador e intérprete, ao belo quadro já pintado da Bossa Nova; ou seja, "colocar nesse belo quadro a digital pessoal". Assim, é um projeto que busca seguir uma tradição da MPB consolidada, mas que, ao mesmo tempo, pretende contribuir com ele criativamente. A Bossa Nova é hoje, reconhecidamente, um estilo musical consagrado, apreciado e admirado em todo mundo. E se alinha à história da boa música popular feita no Brasil por décadas. Ao falarmos de Bossa Nova, nos vêm à mente nomes mundialmente consagrados, como: Tom Jobin, João Gilberto, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Elis Regina, Chico Buarque, Nara Leão, Marcos Valle, Baden Powell, Luiz Bonfá etc. Nesse sentido, com este nosso trabalho, temos a plena consciência de estarmos trilhando por um caminho já feito e que expressou nossa cultura brasileira de uma forma bem positiva para o mundo. Assim, por meio do projeto “Retocando a Beleza da Bossa Nova", pretendemos dar sequência e também contribuir para divulgar, nacional e internacionalmente, o nosso país, Brasil, nossa rica e plural cultura brasileira no que ela tem produzido de melhor em sua cultura musical popular. Assim, o atual projeto “Retocando a Beleza da Bossa Nova” visa não apenas aproveitar os circuitos de shows nacionais, que privilegiam a MPB de qualidade (Brazilian-Jazz), mas fazer isso, de forma totalmente gratuita, preferencialmente em espaços culturais públicos que possam se abrir à exposição e valorização de nossa musicalidade, instrumentação e sua rica e consagrada história. Para tanto, como já foi dito, todo o repertório é inédito, tendo sido arranjado, produzido e interpretado por Daniel da Costa, e já se encontra disponível em todas as plataformas de streamings e demais redes sociais na internet para acesso público.
Objetivo geral: Conecta-se em 4 (quatro) ações: 1. fortalecer e firmar, nacionalmente, o trabalho musical autoral e de interpretação de Daniel da Costa, integrando-o à tradição da boa MPB; 2. ampliar o alcance do público ouvinte da MPB e contribuir para o despertamento da sensibilidade estética da camada da população que ainda não tenha tido contato com o estilo da Bossa Nova, principalmente as novas gerações; 3. este evento cultural tem potencial para contribuir positivamente na geração do interesse, na juventude, pelo aprendizado da música e execução instrumental, gerando uma cadeia produtiva de incentivo à fabricação de instrumentos musicais; comercialização dos mesmos; geração de consumo e emprego na área de serviços de restaurantes, bares, locais recreativos, espaços culturais; colaborando com o desenvolvimento educacional, cultural, estético e humano: (o presente projeto se alinha aos valores democráticos e inclusivos (CF de 1988); e finalmente 4. poder apresentar às empresas patrocinadoras a Bossa Nova/Samba Jazz como um excelente produto cultural com potencial para criar os elos afetivos pelos quais os consumidores/ouvintes possam ligar positivamente sua experiência emocional e estética aos produtos e serviços dos patrocinadores. Objetivo específico: Criar material audiovisual para a exposição deste projeto preferencialmente em "espaços públicos e de forma sempre gratuita". Material audiovisual que servirá na divulgação em canais de comunicação e redes sociais; até o alcance da autonomia financeira, legitimidade e reconhecimento por parte de um público afim que lhe garantirá vida artística autônoma. Resultados esperados / Metas Ampliar o público ouvinte deste projeto; em paralelo, ampliar o número de clientes da(s) empresa(s) patrocinadora(s) deste projeto. Estas duas ações se conectam e se vinculam. Público alvo Qualquer ser humano, independente de faixa etária, gênero e classe social. A estratégia de marketing tem como ponto de partida, para gerar elos imediatos de contato, alcançar a faixa etária de um público já predisposto a ouvir Bossa Nova e Samba Jazz; por isso, temos a intenção de nos concentrarmos na divulgação do projeto para homens e mulheres da faixa etária entre 30 a 70 anos. Este público tem desde uma noção viva até uma noção fraca do que é a Bossa Nova. Segmentando mais, em termos de região, chegamos neste público focando os municípios nos quais o estilo Bossa Nova/MPB já é bem acolhido. (Fizemos isso através de pesquisa em sites e órgãos especializados nestes indicadores.) A partir destes pontos de contato, ampliaremos o alcance etário para junto da juventude, adolescência e infância. (O autor do projeto, Daniel da Costa, tem experiência exitosa como educador e promotor de ação cultural nominada: "A relação entre MPB e História do Brasil", em Escolas de Ensino Básico, para crianças a partir de 7 anos de idade.) Área de Cobertura Será a dos 11 principais municípios dos dois estados brasileiros avaliados em termos de maior aceitação e receptividade do estilo musical Bossa Nova. E, em segundo plano, em termos de renda per capita, visando apresentar à(s) empresa(s) patrocinadora(s) também uma motivação de potenciais consumidores dos seus produtos. Consolidada esta fase, será dado novo passo para a ampliação da cobertura e alcance na divulgação deste projeto. Metodologia / Cronograma de atividades A metodologia para a divulgação deste projeto é a estabelecida pelo marketing digital, e visará os ambientes das redes sociais através do impulsionamento e trafego digital seletivo e segmentado através do sistema de algoritmo. Na medida do legalmente permitido e acordado, todos os impulsionamentos deste projeto levarão consigo a logo marca da(s) empresa(s) patrocinadora(s). Estes impulsionamentos objetivarão 5 grupos. 1. pessoas específicas, empresas e instituições que tenham interesse na promoção de sua marca via Bossa Nova; 2. público em geral ouvinte das canções deste projeto que já se encontram disponibilizadas em todas as plataformas de streaming; 3. promoção e divulgação deste projeto (com doação de cestas básicas, brindes etc.) em rádios afins ao estilo musical em apreço até as menos afins: a intenção não é elitizar, e sim popularizar; no Brasil um grande número de pessoas ouvem rádio; portanto, a rádio será sempre um caminho para a divulgação de um trabalho musical como o aqui proposto; 4. divulgação em revistas especializadas, blogs, jornais e periódicos culturais, pois o público que ouve MPB (em sua maioria, desde 1960, da classe média) costuma ser também um público leitor; 5. divulgação em programas de TV, pelas de maior alcance até as de menor alcance, nas cidades e municípios escolhidos. (Observação: poderão ser realizadas, em paralelo, outros tipos de ações promocionais; o que ficará claro a partir dos dados na "Planilha de Orçamento deste Projeto", em anexo.) Sistema de acompanhamento e avaliação / Indicadores O sistema de marketing digital, impulsionamento e tráfego já disponibiliza ferramentas de avaliação para as ações nos próprios sites: alcance e retorno do público em termos de likes, curtidas, engajamento e compartilhamentos de conteúdo: Instagram, Youtube, "X", Koo, Tik Tok, Kwai, Spotfy, Deezer, Amazon Music, Tindal etc. A partir destas informações coletadas (faixa etária, gênero, poder aquisitivo etc.) será possível orientar o próximo passo para novas ações de impulsionamento e geração de elos com um público fá cada vez mais amplo, construindo círculos com raio maior, a cada vez, a partir de um primeiro círculo. Plano de Comunicação e Contrapartidas para o(s) Patrocinador(es) A partir do momento em que for fechada a parceria "empresa(s) patrocinadora(s)-Projeto, e pelo tempo que durar a parceria, todo o alcance em relação à divulgação deste projeto musical será também um alcance possível de divulgação da marca, serviço e produtos da(s) empresa(s) patrocinadora(s). Toda estratégia de divulgação do projeto musical será, em todas sus fases de elaboração, comunicada e partilhada com o departamento de marketing da(s) empresa(s) patrocinadora(s). Orçamento com menção de usos e fontes O investimento da verba de patrocínio neste projeto tem o sentido fundamental de estabelecer, no menor tempo possível, (pensamos de 3 a 4 meses), as bases mínimas pelas quais será possível a fixação de uma agenda definitiva dos shows nas 11 cidades almejadas. Assim, o patrocínio da(s) empresa(s) patrocinadora(s) por meio da Lei de Incentivo Cultural Rouanet será fundamental para pagar: 1. os músicos (nos shows e ensaios); 2. pessoal da produção e da técnica; equipe de captação de material audiovisual; 3. transporte; 4. alimentação; 5. alojamento; 6. figurino; 7. maquiagem; 8. equipamentos de som necessários; 9. custos com a divulgação através do marketing digital (impulsionamento seletivo); 11. custos de divulgação nas rádios e TVs; 12. nos veículos escritos especializados; 13. contador e advogado; 14. equipe de assessoria na elaboração deste projeto e busca de patrocínio; e pagamento dos tributos afins. (Tudo isso se encontra detalhado na "Planilha do Orçamento deste Projeto"). Para este fim, o patrocínio empenhado será dividido em duas partes desiguais: a parte maior será usada para pagar os custos acima citados; e uma menor para custear cachês e gastos pessoais do artista principal, Daniel da Costa, durante todo o processo do projeto, pois ele é também o administrador deste projeto que mantém custo zero de administração. Plano para a autossuficiência financeira De 3 a 4 meses é o tempo previsto para a captação dos recursos e agendamento dos shows nos espaços públicos de prefeituras etc. Quando este projeto musical tiver alcançado notoriedade nacional (e internacional) suficiente, poderá manter uma rotina de shows pagos. Quando então lhe será garantida a continuação dos investimentos em divulgação, facilitando novas parcerias com empresas patrocinadoras.
Inciso I: A exposição e execução de canções inéditas que recuperam a beleza e versatilidade da MPB em 11 shows realizados em espaços públicos com entrada franca nas maiores cidades de 2 estados brasileiros alcançará, com as intenções que promoveram originalmente a difusão da Bossa Nova/Samba Jazz em todo mundo (visão democrática, inclusiva e criativa do nosso povo e país), as novas gerações de brasileiros; e com as redes sociais isso será possível também junto ao público internacional. Inciso II: A Bossa Nova é uma variação do Samba, se alinha à cultura musical africana no Brasil desde o Jongo. Mas a Bossa Nova recebeu a influência da forma de harmonizar da música negra estadunidense: Jazz e Blues. Tradicionalmente, a Bossa Nova é reconhecida como carioca (RJ). Mas os antecedentes que prepararam seu surgimento em 1958 remontam a artistas não cariocas. João Gilberto é baiano; o trompetista e cantor de cool jazz, Chet Backer, que imprimiu uma forma de cantar fora dos padrões de vozes vigorosas, seguida pelos cantores de Bossa Nova, é estadunidense. Este projeto é fruto do trabalho composicional de um paulistano filho de migrantes baianos e pode inspirar novos talentos e composições que expressam a vivência regional de novos compositores e intérpretes de outros estados brasileiros, fora do eixo Rio-São Paulo. Inciso III: A Bossa Nova é um estilo musical consagrado e apreciado em todo mundo. Alinha-se à história da boa MPB feita no Brasil por décadas. Ao falarmos de Bossa Nova, nos lembramos de nomes mundialmente consagrados: Tom Jobin, João Gilberto, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Elis Regina, Chico Buarque, Nara Leão, Marcos Valle, Baden Powell, Luiz Bonfá etc. Com este projeto, pretendemos continuar e contribuir para difundir, nacional e internacionalmente, o Brasil valorizando nossa rica e plural cultura brasileira no seu melhor, em termos de cultura musical popular, com a plena consciência do trabalho de divulgação e promoção dos respectivos criadores que inspiram este projeto. Inciso IV: As letras e temas deste projeto cobrem temas de amor e aspectos da vida cotidiana, mas mantêm em foco temas atuais relacionados à defesa da democracia; meio ambiente; povos originários; luta contra o racismo e toda forma de preconceito; luta das mulheres; direito dos animais; pluralidade cultural e diversidade social; defesa de um futuro digno para as crianças, e um presente mais acolhedor para os idosos. Este projeto está em linha com o atual avanço civilizatório da humanidade. E apoia a defesa das causas das minorias, buscando cumprir sua responsabilidade e respeito às variadas expressões culturais que caracterizam o pluralismo da cultura brasileira. Inciso V: Faz parte deste projeto enfatizar, em suas composições e performances, para as novas gerações de brasileiros, a necessidade e dependência do diálogo geracional como promotor da continuidade e avanço cultural. Com isso, ele se integra ao esforço humano por salvaguardar nossas fontes culturais em diálogo geracional, fundamental para a manutenção das bases que dão vida a nossa cultura. Inciso VI: Enquanto as bases de fixação da produção cultural mudam e se ampliam (hoje temos os registros virtuais, além do papel), este projeto se alinha e busca manter-se como um evento cultural de preservação dos bens imateriais próprios da ação criativa composicional musical. Sua inserção nas redes sociais, necessariamente, por causa dos algoritmos de seleção, o vinculará à grande tradição da MPB. Isso faz com que o público jovem, ao acessá-lo, tenha-o como link para expandir seus conhecimentos sobre este patrimônio imaterial brasileiro. Inciso VII: A Bossa Nova nasceu para ser internacional. E é hoje tema de TCCs, mestrados e doutorados em muitas das melhores universidades do mundo. É fascinante notar a troca cultural, possibilitada pela Bossa Nova, como um exemplo exitoso de um fenômeno cultural que transpôs os limites de sua cultura original, atingiu outras e as fomentou criativamente sem que estas culturas perdessem suas próprias características. Inciso VIII: As pesquisas em filosofia contemporânea reconhecem os "valores" como a realidade mais concreta e "real" da existência humana. Pelo conjunto de valores adotados, uma pessoa ou uma comunidade expressam sua verdadeira alma. Este projeto mantém a defesa intransigente dos valores civilizatórios conquistados desde 600 a.C. na Grécia, quando se deu o descobrimento da vida democrática, mais os valores da nossa cultura indígena e africana, que constituem o caldo cultural que formou o que chamamos de "cultura nacional". Isso se reflete nas letras deste projeto. Inciso IX: O público internacional, através da Bossa Nova, nutriu uma ideia positiva da cultura brasileira. Enquanto fenômeno cultural ímpar, a Bossa Nova demonstrou ser capaz de tornar-se internacional justamente porque conseguiu manter sua identidade nacional, pela qual ela é reconhecida em todo mundo: um fenômeno musical cultural e genuinamente brasileiro. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei o projeto Retocando Beleza da Bossa Nova atenderá os seguintes objetivos constantes no Art. 3°: I - d): É também intenção deste projeto dar oportunidade aos talentos musicais (instrumentistas) locais, das cidades onde ocorrerão os shows, como convidados especiais. Assim como promover a diversidade instrumental e seu uso nas composições. Assim, nos arranjos das músicas que compõem este projeto, é fator notório o uso de ampla diversidade de instrumentos de sopro e percussão. Com isso, as apresentações dos shows serão também exposições de performances instrumentais que poderão inspirar crianças, adolescentes, jovens e adultos a aprenderem a técnica de algum instrumento musical. Isso reflete também nossa luta para que haja maior presença de instrumentos de sopro e de percussão, típicos da MPB, na nova geração composicional. II - a): É intenção futura deste projeto ter todo seu repertório, com textos, letras, melodias e harmonia, editado e lançado em um Song-Book (objeto de outro projeto). A fim de que a população se beneficie disso, serão disponibilizados, para cada uma das 6.057 bibliotecas públicas em funcionamento no Brasil, 2 exemplares gratuitamente. O restante da edição será doado para escolas públicas de música; e o que sobrar será vendido, dando oportunidade para um público maior, nacional e internacional, de executar as canções. Essa ação ajudará tanto na promoção cultura brasileira como na consolidação do projeto. II - b): A edição de um Song-Book das canções do repertório do álbum duplo "Retocando a beleza da Bossa Nova" (objeto de outro projeto) é uma obra literária. II - c): Uma turnê com 11 shows em 11 cidades de 2 estados brasileiros implica a preparação de um roteiro artístico do show; a gravação profissional de material audiovisual; o primado pela execução instrumental profissional; o caráter público e pedagógico de sua exibição etc. Tudo isso elenca este projeto como um "espetáculo". III - a): A turnê será de 11 shows apresentados em espaços públicos cedidos pelos Estados, pelas prefeituras e demais entes públicos. V - a): De modo indireto, com todos os músicos componentes deste projeto sendo profissionais com larga experiência no ensino da música (todos têm formação pedagógica), esta será também uma oportunidade para se ampliar a divulgação da Bossa Nova através de clínicas, workshops etc., nos quais será possível aprofundar temas ligados à história da MPB, à execução da técnica instrumental, à composição e teoria musical etc. V - b): Tanto a formulação adequada deste projeto quanto a captação de patrocínio junto a empresas interessadas se darão graças ao trabalho de técnico de uma equipe de assessoria, cujo custo consta na planilha de orçamento.
Em 09/05/2023, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte as ações de reorganização do Ministério da Cultura, a ministra Margareth Menezes afirmou que a cultura brasileira pode ser instrumento de desenvolvimento econômico e social. Ela destacou que o setor cultural e a economia criativa movimentaram, no ano passado (2022), R$ 232 bilhões e geraram 7,5 milhões de empregos. Margareth Menezes disse que, mesmo sem o incentivo adequado, a cultura em 2020 representou 3,11% do Produto Interno Bruto brasileiro, quando o percentual da construção civil, por exemplo, foi de 3,6%. Disse a Ministra: "Cada ação dessa é uma potência que o Brasil tem. Porque cultura e educação é uma alavanca de emancipação de um povo, uma ferramenta de transformação maravilhosa, e que o brasileiro ama, que é a sua arte, a sua cultura e a sua memória. O legado que nós queremos deixar é de, pelo menos, que a população brasileira venha a entender que a cultura é um direito e é também um vetor de emancipação social, transformação de vidas, uma potência que ainda não estamos conseguindo tirar o proveito adequado.” Nesse sentido, é importante notar que o projeto “Retocando a beleza da Bossa Nova” implicará na geração de empregos diretos para no mínimo 50 pessoas, e de mais 150 indiretamente, que farão parte direta da realização deste projeto, por ao menos um ano, fora a demais cadeia produtiva que se movimentará e apoiará a geração de mais empregos durante o processo de promoção e divulgação do material promocional ligado ao projeto "Retocado a beleza da Bossa Nova". Segundo informação em site oficial do governo federal[1], a “indústria cultural” gerou 7,4 milhões de empregos formais e informais no país; o que equivale a 7% do total dos trabalhadores da economia brasileira. E em 2020 existiam mais de 130 mil empresas de cultura e indústrias criativas em atividade no país e a área foi responsável por 2,4% das exportações líquidas do país. [1] Visitado em 21/10/23, às 13:09: https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/estudo-mostra-que-pib-da-cultura-supera-o-da-industria-automobilistica#:~:text=Foram%207%2C4%20milh%C3%B5es%20de,das%20exporta%C3%A7%C3%B5es%20l%C3%ADquidas%20do%20pa%C3%ADs. Ainda ligado ao tema econômico, que todo evento cultural sabidamente hoje tem potencial para contribuir positivamente, não é desinteressante notar que, por se tratar de um estilo instrumentalmente rico, o projeto Retocando a beleza da Bossa Nova tem potencial para ser um canal de despertamento do interesse da juventude pelo aprendizado da música e da execução instrumental. A cadeia produtiva que esse gesto implica é grande: incentivo à fabricação de instrumentos musicais; comercialização dos mesmos em lojas; movimentação na área de serviços de restaurantes, bares, locais recreativos, espaços culturais; geração de emprego nestas áreas de serviços etc. E ainda sendo, em si, um apoio ao desenvolvimento educacional, cultural, estético e humano; haja vista os valores democráticos e inclusivos (conforme assumidos pela CF de 1988) aos quais o presente projeto se alinha. Indo além do aspecto econômico, o aprendizado metódico da música, da técnica instrumental, sendo uma atividade que leva muitos anos para formar um profissional, se integra também ao caráter civilizatório da humanidade. O estudo da música é em parte uma atividade solitária, mas em parte só se aperfeiçoa na prática associativa, em grupo. Assim, um jovem que se disponha a estudar música, mesmo que não se torne um profissional, terá, na formação do seu caráter, uma experiência exitosa, gratificante e realizadora de vivência coletiva. O aprendizado da música por si só ajudará a este jovem a se integrar emocional e intelectualmente à vida social civilizada, organizada. Pois as bases pelas quais as sociedades têm organizado racionalmente suas estruturas de funcionamento são as mesmas pelas quais surgiram as ciências e também a teoria musical no século VI a.C na Grécia. Além desse aspecto da prática musical e seu aprendizado teórico como promotores de crescimento econômico e de civilização (uma cultura de paz, e de diálogo respeitoso e racional - pois parte fundamental da prática musical é saber esperar sua vez de tocar e se integrar ao conjunto, dialogando sem desmerecer os demais instrumentos) há o aspecto terapêutico. Hoje já está consolidado e reconhecido o caráter terapêutico exitoso da música no tratamento de várias enfermidades neurológicas, psicológicas e traumáticas, relaxamento e combate ao stress, ou ao aumento do tônus muscular por meio de sinapse neuronal restaurada; melhoria significativa da comunicação social em pacientes com autismo etc. Um músico que queira se tornar um músico terapeuta pode hoje fazê-lo tranquilamente; a musicoterapia já é uma realidade como prática terapêutica nos centros de terapia e matéria com amplo currículo nas universidades. Novamente, não é demais sublinhar o aspecto político característico da nossa MPB. A história da evolução da MPB segue em paralelo com a história das transformações politicas e sociais brasileiras. Assim, não obstante as letras e temas do projeto “Retocando a Beleza da Bossa Nova” cobrirem aspectos da tradição de canções populares, com temas de amor e aspectos da vida cotidiana, ele mantém também em foco, refletindo em suas letras, temas atuais relacionados à defesa da democracia; ao meio ambiente; aos povos originários; à luta contra o racismo e toda forma de preconceito; à luta das mulheres; ao direito dos animais; à pluralidade cultural e diversidade social; à defesa de um futuro digno para nossas crianças e de um presente mais acolhedor e pacífico para nossos idosos.
O projeto musical autoral “Retocando a Beleza da Bossa Nova” se constitui na apresentação de 11 shows musicais gratuitos em espaços públicos a partir do repertório autoral que consta no álbum musical (de mesmo nome) em dois volumes com 7 canções cada qual: Vol. I com músicas inéditas autorais em Português, com uma música instrumental; e Vol. 2, com músicas inéditas autorais em Inglês. Todas as músicas são compostas, em sua maioria, por Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa. Repertório do Vol. I: Retocando a Beleza da Bossa Nova 1 – Andando na Praça (Daniel da Costa e Djalma Oliveira): 3:51 2 – Adeus à Maloca (Daniel da Costa e Carlos Roberto Gonçalves): 3:56 3– É Sexta-Feira (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa): 3:43 4 – O Bê-á-bá da Sabedoria (Daniel da Costa e Djalma de Oliveira): 3:12 5 – Desta Vez Vamos Sorrir (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa): 3:19 6 – Ode ao Amor (Daniel da Costa e Carlos Roberto Gonçalves): 4:22 7 – Ponteio–Blues (Instrumental: Daniel da Costa): 3:20 Repertório do Vol. II: Play again the beauty of Bossa Nova 1 – My deepest feelings (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa) 2 – Latin American (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa) 3– Listen to me (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa) 4 – The mist generation (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa) 5 – Sunset and sunrise (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa) 6 – Outsider (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa) 7 – Up in smoke (Daniel da Costa e Ricardo Quadros Gouvêa) Através da exposição e execução destas canções inéditas que recuperam a beleza e versatilidade da nossa MPB, pretendemos que o nosso projeto contribua para continuar a apresentar, às novas gerações de brasileiros e ao mundo, a imagem positiva, plural, alegre, democrática, inclusiva e criativa do nosso povo e país. Pois foi esta imagem que o mundo inteiro sempre teve de nossa linda, plural e rica cultura brasileira. Destarte, além de uma divulgação da nossa música popular, por conta da formação intelectual e acadêmica de cada integrante deste projeto e do preparo pedagógico de cada um (como já foi dito, todos os músicos que compõem este projeto, e acompanham Daniel da Costa, têm formação acadêmica e experiência pedagógica como educadores), este projeto poderá ser um canal de exposição destes talentosos músicos brasileiros. E isso no que se refere também a temas ligados à música, à instrumentação e à história da MPB em workshops, clínicas, palestras, encontros, seminários etc. Em espaços afins dentro e fora do Brasil. Exposições que serão, sem dúvida, apresentadas com competência por quaisquer dos músicos integrantes deste projeto. Além disso, não obstante as letras e temas do projeto “Retocando a Beleza da Bossa Nova” cobrirem aspectos da tradição de canções populares, com temas de amor e aspectos da vida cotidiana, ele mantém também em foco uma abordagem com temas transversais, refletindo em suas letras as questões atuais relacionadas à defesa da democracia; ao meio ambiente; aos povos originários; à luta contra o racismo e toda forma de preconceito; à luta das mulheres; ao direito dos animais; à pluralidade cultural e diversidade social; à defesa de um futuro digno para nossas crianças e de um presente mais acolhedor e pacífico para nossos idosos. Assim, este projeto musical autoral se coloca em linha com a história de luta democrática da MPB, com o atual avanço civilizatório da humanidade, e apoia a defesa das causas das minorias: das mulheres, dos povos indígenas (povos das florestas), dos afro-descendentes, dos LGBTQIA+.
Acessibilidade física: A Lei nº 10.098/2000 estabelece que haja a remoção de barreiras arquitetônicas, comunicacionais, metodológicas e instrumentais, a fim de garantir a melhoria da qualidade de vida para todas as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Além disso, com base em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil possui, em média, cerca de 45,6 milhões de pessoas com alguma deficiência, o que representa 23,9% da população acima de 2 anos de idade. E estas são pessoas que interessa a este projeto alcançar. Diante disso, como o projeto turnê "Retocando a Beleza da Bossa Nova" tem intenção de seguir em linha com os valores da democracia inclusiva e o respeito aos direito humanos, disponibilizar acessibilidade em seus eventos é fundamental para garantir que todas essas pessoas tenham uma boa experiência estética musical e garantam seu direito à cultura. Assim, a acessibilidade em eventos possui um papel de extrema importância, pois tem como principal objetivo contribuir para inclusão da pessoa com deficiência em qualquer lugar que ela queira estar. Todos os shows terão entrada franca (gratuita) e serão realizados em espaços públicos administrados pelo município ou estado. Isso quer dizer que se pressupõe que as normas, que regulamentam a "acessibilidade", estejam sendo cumpridas nestes locais públicos. Todavia, mesmo levando em consideração isso, um assessor de imprensa, parte da equipe fixa da turnê, com tempo hábil antes da realização de cada show, que terá entrada franca e será realizado em espaço público municipal ou estadual, fará um checklist dos itens abaixo para comprovar se a garantia de acessibilidade e segurança para o público estejam garantidas ou precisem ser observadas. 1. O ambiente em geral deverá ser espaçoso em relação à quantidade de público que poderá comportar; 2. Deverá haver espaço entre os assentos que facilitem a movimentação das pessoas para sair e voltar ao seu assento; 3. Os corredores disponíveis do espaço devem ser largos e amplos; 4. Deve ser observado se há espaço para comportar cães-guia; 5. Deve ser verificado se o local possui rampas e corrimãos; 6. Deve ser verificado se nas rampas há guias táteis. 7. Deve-se verificar se há placas de sinalização visíveis e de fácil orientação, já que sinalização é de extrema necessidade, principalmente, para os deficientes auditivos, pois irão direcionar essas pessoas para os locais corretos, os assentos adequados e a localização dos banheiros. Esse item identifica a área reservada ao deficiente e comunica, aos demais, que aquele acesso é restrito, e deve utilizar a seguinte frase ou semelhante: área reservada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Também é possível utilizar apenas o símbolo que representa a acessibilidade. 8. É preciso verificar se há disponibilização de vagas para pessoas com deficiência no estacionamento do espaço onde ocorrerá o evento. Por lei, 5% das vagas devem ser destinadas para esse público e reservadas o mais perto possível da entrada. 9. Deve ser visto se há garantia de que os banheiros sejam adaptados, ou haja banheiros específicos para as pessoas que utilizam cadeira de rodas; é fundamental que os banheiros sejam adaptados para melhor locomoção e acomodação dentro do ambiente. Por lei, 5% do número total de banheiros devem ser adaptados, construídos de acordo com as normas NBR – 9050. 10. Deve ser vista a possibilidade de um intérprete de libras local durante o show. Todavia, este será efetivo em todo material audiovisual distribuído nas redes sociais. Acessibilidade de conteúdo: Todos os shows, ensaios e situações eventuais em que se encontrem o artista principal, Daniel da Costa, os músicos e a equipe serão uma oportunidade para que uma equipe profissional de fotografia e filmagem faça o registro audiovisual destes eventos. Este material será configurado, ordenado e lançado nas redes sociais contendo os meios de comunicação que dão acesso ao conteúdo às pessoas com necessidades especiais e deficiência visual: libras, audiodescrição, legenda descritiva.
O projeto turnê "Retocando a Beleza da bossa Nova" tem uma intenção clara de popularizar o acesso à Bossa Nova/Samba Jazz/MPB a todas as pessoas, independentemente de idade, classe social e gênero. Ou seja, com a nossa proposta de shows gratuitos em espaços públicos, fica clara nossa intenção de democratizar, e não elitizar. Com isso, cremos estar contribuindo para reafirmar essa bela tradição da MPB e fomentar sua audição e admiração em solo nacional e internacional. Assim, a democratização de acesso à produção audiovisual desta turnê é parte constitutiva deste projeto. A forma de distribuição e comercialização dos produtos desta proposta, enquanto houver aporte de patrocínio via Lei de Incentivo Rouanet, será, na medida do possível, segundo as regras das plataformas digitais, gratuita. Nesse sentido: 1. Todos os shows terão entrada franca; 2. Todo material distribuído nas redes sociais seguirão o critério de acessibilidade estabelecido pelas plataformas das redes sociais em que o material for distribuído: acesso gratuito às pessoas com acesso à internet que usarão o plano de seus dados móveis; 3. Um dia antes de cada show, haverá um ensaio que, enquanto forem realizados nos próprios espaços públicos do show, será aberto ao público, seguindo todos os critérios de acessibilidade e segurança expostos no item anterior. Inclusive, este momento será importante para testar a estrutura do local e suas condições. 4. O próprio ensaio, que terá caráter comunicacional mais livre, será conduzido também como uma oficina sobre história da MPB e sobre o próprio projeto em diálogo com o público presente e os músicos (todos têm formação acadêmico pedagógica no ensino da música. Os temas abordados livremente, na forma de um diálogo, serão: sobre a carreira do artista principal (Daniel da Costa), sobre os temas das canções, sobre a produção do show e da gravação do repertório, sobre a instrumentação etc. 5. Esta experiência comunicacional será registrada e disponibilizada gratuitamente nas redes sociais, transmitidas pela internet, ampliando ainda mais o acesso. Todo material seguirá sempre as ações de acessibilidade do item anterior;
Daniel da Costa, que é o artista principal neste projeto, é músico (violonista e guitarrista), compositor, arranjador e cantor paulistano. Nasceu na periferia de São Paulo, Zona Leste. Iniciou seus estudos de música ao violão clássico e popular aos 16 anos de idade. Aos 19 anos partiu para guitarra. Estudou técnica instrumental com Mozart Mello e harmonia e arranjo com o Maestro Domingos Marciano Maldonado. Lecionou música em São Paulo e no interior durante 17 anos; acompanhou vários artistas (Caju e Castanha, pela Gravadora Trama; Paula Fernandes; Diana (Jovem Guarda); Jean Pierre, cantor africano da República do Congo (Zaire) etc.); arranjou, produziu e gravou vários trabalhos musicais; integrou bandas de música pop autoral na década de 1980 e 1990, e projeto de música instrumental (samba jazz) com o pianista e oboísta Martin Lazarov e com Trio (bateria, baixo e piano) como instrumento solo principal (guitarra-violão) já nos anos 2000. Atualmente, mais precisamente no mês de maio de 2023, acabou de lançar um álbum com músicas autorais e inéditas, compostas e cantadas por Daniel da Costa, em dois volumes: Vol. I com músicas em Português (Retocando a Beleza da Bossa Nova), e Vol. II com músicas em Inglês (Play again the Beauty of Bossa Nova). Todas são músicas inéditas, compostas, em sua maioria, por Daniel da Costa em parceria com o filósofo, teólogo e escritor, Ricardo Quadros Gouvêa. Este álbum (Retocando a Beleza da Bossa Nova) foi gravado no Estúdio Song, em São Paulo; foi todo produzido e arranjado pelo violonista, guitarrista e cantor Daniel da Costa; e teve na técnica o Ademir e o Abelha; e na mixagem e masterização, no mês de maio de 2023, o Abelha e Daniel da Costa. Este álbum duplo já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming. https://music.youtube.com/channel/UCDZu2E-Il7GaAepHtwfh18Q?feature=share https://spotify.link/QPSnuAZC4yb Djalma José de Oliveira: contrabaixista, iniciou seus estudos de música aos 15 anos ao violão (como autodidata), aos 17 anos ingressou no grupo musical santana som, viajando pela região baiana. Aos vinte e quatro anos, dedicou-se ao estudo do contrabaixo com os professores: Shuman, no conservatório sim; com o baixista Nilton Wood e com o professor Daniel da Costa e Fernando Barbosa. Como baixista, tem atuado profissionalmente em casas noturnas tocando MPB e em gravações em estúdios. No ano de 1994, teve a oportunidade de estar tocando em Tokio, e Okinawa, Japão. Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. E concluiu o curso de Licenciatura em Musica na Unisant'Anna em 2014. Estudou harmonia modal com Claudio Real. Guímel Simões: Instrumentos de sopro, começou seus estudos de trompete em 1988 com 8 anos. Aos 12, começou a tocar na Banda Filarmônica de Maracanaú-Ce, e em 1994 ingressou no trio elétrico Som da Praça, em Fortaleza. Mudou-se para SP em 1996, e passou a lecionar, por 04 anos, na E.L.M da Lapa. Tocou no programa do Gilberto Barros na Band, como músico de câmara, enquanto estudava licenciatura na Fac Fito, em Osasco. Guimel já viajou, como músico, por todo o Brasil, acompanhando cantores de vários gêneros musicais e somando mais de 1800 gravações com artistas Brasileiros e estrangeiros. Atualmente, administra sua empresa de cerimônia, e atua com música eletrônica, tocando sax, e é diretor da Cultura Latina no Brasil, assim como trompetista de Mariachispbrasil. Fernando César: Pianista Tecladista e Compositor, nasceu em 1985 em São Paulo. Começou a estudar teclado aos 12, com aulas particulares com sua prima para fazer parte da banda da Igreja; aos 15 ingressou no conservatório CMASB, onde teve contato pela primeira vez com o Piano com a professora Josiane Coghi; aos 17 anos, entrou na escola pública de música CASA DA MÚSICA em Diadema, onde estudou Piano Erudito sob a orientação do professor Eduardo Nakaguma. No ano de 2007, ingressou na ULM/EMESP, e teve aulas com Júlio César de Figueiredo e Paulo Braga. Em 2008, com uma bolsa de estudos no curso de bacharelado em Piano Popular na FACULDADE SANTA MARCELINA, permaneceu até a formatura, em 2012. Em 2015 formou-se em Licenciatura, pela FACULDADE MOZARTEUM DE SP. Fora da área acadêmica, participou de trabalhos com diversos grupos e artistas, compondo a Jazz Sinfônica de Diadema. Participou de vários concertos internacionais de Jazz como pianista, e atua na Speakin Jazz Big Band. Desde 2015, através do festival internacional de trompete JAZZ TRUMPET FESTIVAL, atua em concertos com músicos de excelência e renome internacional, como James Morrison e Arturo Sandoval. Em 2016 atuou na série de 3 shows no SESC BELENZINHO intitulada: UMA NOITE PARA JORGE AMADO, ao lado de Danilo Caymmi, Zezé Mota, Andrezza Santos, Flávia Bitencourt e Paulo Netto. Atuou por 7 anos com o cantor americano de Blues J.J. Jackson, e atualmente toca na Speakin Jazz Big Band, tendo gravado um disco resultado do FESTIVAL JAZZ A LA CALLE no URUGUAI 2023. Além da carreira como professor, atua como músico de estúdio, tendo gravado seu mais recente trabalho: “Retocando a Beleza da Bossa Nova”, do músico, compositor e intérprete Daniel da Costa. Foi premiado na primeira fase do CONCURSO DE PIANO GUIOMAR NOVAES 2022 entre 11 pianistas do estado de SP e mais dois prêmios: 1° lugar entre o público e 3° lugar pelos jurados. Claudio Oliveira: Baterista, é bacharel em bateria pela Unisantanna. Começou seus estudos com Ricardo Fernandez e em seguida com Dirceu Medeiros; posteriormente completou o curso intensivo no L.A.M.A (Los Angeles Music Academy), com reconhecidos professores, dentre os quais: Ralph Humphrey, Mike Packer e Joe Porcaro. Tocou em concertos nos Estados Unidos, França, Portugal, Inglaterra, Espanha e India. Sua experiência inclui diversos contratos em navios de cruzeiro pela companhia Royal Caribbean. Participou de gravações e tocou com vários artistas e grupos brasileiros, incluindo: Renato Godá, Paulo Costta, Moreno Veloso, Beto Bertrami, Meno Del Pichia, Fabiano de Castro, Denise Assunção, Sizão Machado, Maria Alcina, Leonardo Gonçalves (Gospel), Mafalda Minnozzi, Ari Borger, Verônica Ferriani, Hercules Gomes, Peter Friestedt (Suécia), André Martins, dentre outros. Colaborou e escreveu diversos artigos para revistas especializadas de Bateria. Como educador, lecionou na Academia de Música Swarnabhoomy em Chennai, Índia, no ano de 2018, ocupando a cadeira de professor de Bateria. Neste período, teve a oportunidade de estudar os fundamentos do Konnakol (linguagem rítmica do Sul da Índia) com o Guru Gatham Kartick. Recentemente, Cláudio Oliveira lançou seu método: “Uma Visão Contemporânea dos Ritmos Brasileiros para Bateria e Percussão”. Atualmente ministra aulas particulares e no Conservatório de música Beethoven em São Paulo. Ilker Ezak: percussionista, nasceu em 1984, em São Paulo, capital, o percussionista e baterista iniciou seus estudos em 2001 no conservatório Beethoven, onde estudou durante quatro anos com Miriam Cápua e Júnior Abu. Estudou bateria com Eduardo Paulino e se formou em curso técnico em 2008, ministrado por Claudio Oliveira. Participou do grupo de zabumba de Éder o Rocha e do workshop de Rumba e Batá de Pedro Bandera. Estudou, durante o ano de 2009, Percussão Cubana com Eduardo Cubano Espasande e fez aulas de percussão Brasileira com Ari Colares. Acompanhou diversos artistas e tocou em diversas bandas tais como: Janaina Teodoro, Luciana Oliveira, Marina De La Riva, Pedro La Colina, Criolo, Banda Azucar, Grupo Receita do Samba, Banda Negra Mamba, Big Band Arruda Brasil, dentre outros.
PROJETO ARQUIVADO.