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Exposição de artes visuais digital inedita em projeção mapeada com experiências interativas sensoriais em ambiente imersivo. Com o mote "O futuro que queremos" a exposição trará a inovação e a criatividade como tema combinando tecnologia interatividade para oferecer uma experiência única aos visitantes.
A evolução tecnológica tem transformado profundamente a relação entre arte e público, dando origem à arte digital. A arte digital não é estática; ela convida à participação, permitindo uma interação ativa que cria uma ligação mais íntima entre o espectador e a obra. Essa modalidade artística fala diretamente à linguagem visual e imersiva da juventude nativa digital, utilizando gráficos vibrantes, animações envolventes e elementos audiovisuais. Além de atrair essa geração, a arte digital transcende barreiras culturais e geracionais, proporcionando um terreno comum onde diferentes perspectivas convergem. Ao desconstruir fronteiras geográficas, torna-se uma ponte para unir diversas gerações em uma apreciação compartilhada da criatividade digital. Aproximando o público de maneiras inovadoras, a arte digital transcende as limitações temporais e culturais, estabelecendo um diálogo global e atemporal. A exposição “o futuro que queremos” (nome provisório) é uma exposição de arte digital imersiva que busca desbravar os limites da criatividade e da inovação como propulsores do futuro que almejamos. Neste espaço, convergem para criar uma narrativa única, onde as fronteiras entre o possível e o impossível se dissipam, dando lugar a um horizonte de possibilidades infinitas. Ao entrar na exposição, os visitantes são imediatamente envolvidos por uma atmosfera de intensidade visual. O espaço pulsa com iluminação vibrante e sons responsivos. Através de uma projeção imersiva de elementos sensoriais, 'o projeto leva os participantes a uma viagem. Somos convidados a contemplar não apenas o presente, mas a vislumbrar um futuro moldado pela inovação e pela criatividade. Essa imersão vai além da contemplação passiva, convidando cada indivíduo a se tornar parte integrante desta jornada visionária. Por meio de narrativas instigantes e abstratas, revela como a interseção entre arte e tecnologia pode forjar um caminho. O dinamismo da obra audiovisual, aliado à participação ativa do público, destaca a importância de uma sociedade onde a criatividade é celebrada como uma força motriz para a evolução. Cada ponto reflete a ideia de que o futuro não é um destino predeterminado, mas uma tela em branco onde a inovação e a criatividade se entrelaçam para moldar o que está por vir. O conteúdo de 20 minutos de duração da obra é uma convocação para que cada um de nós se torne arquiteto do nosso próprio amanhã. Ao celebrar a criatividade e a inovação como catalisadores, esta exposição busca inspirar uma visão compartilhada de um futuro onde a expressão humana, impulsionada pela tecnologia e pela ousadia criativa, molda um mundo vibrante e promissor.
OBJETIVO GERAL: O propósito principal deste projeto é planejar e executar a exposição intitulada "O Futuro que Desejamos" (nome provisório). A exposição visa proporcionar ao público uma experiência interativa através da criação de uma grande obra de projeção mapeada em arte digital. Essa obra tem como foco a inovação e a criatividade, apresentando-as como ferramentas essenciais para alcançar o futuro desejado. A exposição acontecerá em um ambiente imersivo, promovendo uma experiência participativa para o público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Promover uma exposição de artes visuais única, exibindo uma instalação artística que viabiliza experiências sensoriais compartilhadas com o público. Alcançar com as ações o público de 6.000 pessoas por meio de programação 100% gratuita ampliando o acesso da população aos bens e serviços culturais e apoiando a produção e expressão cultural da região. Ampliar o acesso do público oferecendo ônibus gratuitos agendados a alunos da rede pública, idosos e pessoas com deficiência.
A sociedade contemporânea, especialmente os jovens nativos digitais, mantém uma relação intrínseca com a tecnologia. Uma exposição que incorpora elementos digitais se conecta de maneira mais imediata com essa geração, tornando a arte mais relevante e acessível. Ao adotar a projeção mapeada e a interatividade sensorial, a exposição transcende os limites físicos das formas tradicionais de arte, permitindo que a arte se mova além dos confinamentos convencionais de uma tela ou suporte. Essa abordagem oferece um vasto território para exploração, permitindo que os artistas utilizem ferramentas digitais para criar obras inovadoras. A interatividade sensorial incentiva a participação ativa dos espectadores, transformando-os de observadores passivos em participantes ativos na criação da experiência artística. Isso não apenas estimula a criatividade dos visitantes, mas também proporciona um engajamento mais profundo. A incorporação de tecnologia na arte reflete a natureza digital da era em que vivemos. Uma exposição como essa representa a capacidade da arte de se adaptar e evoluir junto com a sociedade, mantendo-se relevante em um mundo cada vez mais digitalizado. Além disso, a exposição pode servir como uma plataforma para a experimentação e exploração de novas mídias, contribuindo para a evolução contínua da expressão artística. A natureza digital da exposição permite a documentação e compartilhamento online, ampliando o alcance da arte para além do espaço físico e democratizando o acesso à expressão artística inovadora. Em resumo, essa exposição não apenas abraça a evolução tecnológica, mas também responde à necessidade de tornar a arte mais envolvente, relevante e acessível para uma geração que cresceu imersa na era digital. Essa abordagem inovadora não só desafia as convenções tradicionais da arte, mas também cria pontes entre o mundo analógico e digital, enriquecendo a experiência artística para o público contemporâneo. A Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como o mecanismo mais adequado para realização deste projeto, uma vez que ele se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País E para o cumprimento, como definido entre os objetivos do Art.3º da Lei 8313/91, O projeto tem por finalidade e se enquadra nos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Conteúdo em Motion Graphics com 20 min. de duração com criação original. Exposição aberta ao público entre janeiro e dezembro de 2025 Visitação de terça à domingo. Classificação etária livre
Produto Exposição de Artes Acessibilidade Física: Os portadores de necessidades especiais e com mobilidade reduzida terão acesso garantido a todas as ações do projeto de acordo com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, com condições adequadas de permanência em que o espaço que ele será aportado terá rampas de acesso, e sinalização adequada. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente, dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Não serão necessárias adequações no espaço escolhido que impacte a planilha financeira. Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 15599:2008, as equipes de apoio do evento estarão preparadas para auxiliar na a assimilação das obras para os deficientes auditivos no evento constando em planilha financeira na rubrica interprete de libras – produto exposição de artes. Acessibilidade de conteúdo para deficiente visuais: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 15599:2008, haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição e transmissão do contexto das obras e espaço expositivo constando na planilha financeira como monitores – produto exposição de artes. Acessibilidade de conteúdo à deficientes intelectuais: Para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência intelectual, será oferecida ajuda técnica da equipe de produção da casa, que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, com prioridade de entrada e assentos reservados em frente ao palco. A equipe estará preparada para atender a esse público prezando pela linguagem simples e pela posição “olho no olho” cumprindo a função interlocutora da pessoa com deficiência intelectual, e criando adaptações para que esta possa compreender e participar da situação de forma mais íntegra. Não será necessário recurso para esse fim discriminado em planilha financeira. A mostra incluirá elementos visuais que buscarão promover a interação entre a arte e o espectador, possibilitando a participação e interação de diversos públicos
Todas as ações do projeto serão 100% gratuitas em galeria de fácil acesso, com embarque e desembarque facilitado e transporte público presente. Com o objetivo de garantir a presença de população de baixa renda, será promovida a divulgação em escolas públicas, organizações não governamentais e projetos sociais nas imediações. Para além, como medida de ampliação do acesso, como prevê o item III do art. 28. da IN nº 1/2023, o proponente prevê disponibilização de transporte gratuito prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos.
SESI – Proponência. Responsável pelo planejamento e pelo controle de todas as atividades ligadas ao projeto. Presente em todos os Estados da Federação e no Distrito Federal, o SESI - Serviço Social da Indústria foi criado para cumprir a missão de contribuir para o desenvolvimento da sociedade, prestando serviços integrados para a melhoria da qualidade de vida da comunidade industriaria. Desenvolve projetos nas áreas de Ação Social, Cultura Saúde, Educação, Esporte e Lazer, beneficiando anualmente milhões de pessoas em todo o Estado. No campo cultural, a atuação do SESI há 70 anos é marcada pela realização de programas estruturais e projetos significativos como a construção do Centro Cultural José Maria Barra, em Uberaba. O município de Belo Horizonte possui unidade com teatro construído, equipado e mantido pelo SESI, que se constitui em importantes referencial no Estado, realizando extensa programação, consagrada à produção da cultura. Com uma completa estrutura de cursos, o SESI oferece a oportunidade de iniciação e aperfeiçoamento nas mais diversas áreas artísticas com mais de 70 opções de cursos. Desde 2016, assumiu a gestão do Museu de Artes e Ofícios, um marco na cidade de Belo Horizonte, tendo realizado exitosas exposições artísticas, com curadoria de equipe própria, em seu espaço. Possui também a galeria de arte SESI, na sede de sua instituição. Destacam-se dentre suas principais realizações nos últimos anos programas de promoção e fomento nas áreas de artes visuais, música, cinema e artes cênicas, tais como a Escola SENAI de Audiovisual, o festival SESI no palco, o Ponto Volante de Cultura, o FELICI - Festival de Literatura e Cinema, o Encontro SESI de Artes Cênicas; realização da exposição BH em 120 estações, e do Espaço CEMIG SESI de eficiência energética. O SESI prestará serviço ao projeto por meio das rubricas de coordenação geral, coordenação de produção, produtor executivo, coordenador de projeto. A gestão administrativa, técnico financeira e jurídica do projeto também será executada pela equipe própria do SESI e a mesma será remunerada pelos serviços conforme descrito nas rubricas. Luciene Araujo - Coordenação geral Relações Públicas, pós-graduada em Administração Mercadológica, Gestão Social e Gestão para a Sustentabilidade. Trabalhou durante 10 anos em grandes empresas, coordenando o planejamento de estratégias de marketing e comunicação. Há 18 anos trabalha com a produção de conhecimento, mobilização e capacitação de empresas nos temas relacionados à Sustentabilidade, Responsabilidade Corporativa e Desenvolvimento Social. Desde 2009 é responsável pela Gerência de Responsabilidade Social do SESI – Serviço Social da Indústria, coordenando ações de consultoria para a indústria e de projetos sociais e culturais da instituição. Carla Brandão - Coordenação de produção Graduação em Turismo pelo Centro Universitário Newton Paiva, pós-graduação em Gerenciamento de Projetos pela FGV, com cursos extracurriculares em Gestão de Eventos, Gestão de Projetos, Elaboração de Projetos Culturais e Produção de Eventos Culturais. Possui experiência de mais de 15 anos na área de gestão de eventos. Atua na área de Cultura e Responsabilidade Social do Serviço Social da Indústria, desde 2017. Compõe a equipe responsável pela gestão de projetos culturais e sociais realizados pela área em Minas Gerais. Marcela Gontijo - Produção executiva Formada em Turismo e pós graduada em Eventos e Comunicação Digital. Profissional com 18 anos de experiência na gestão, planejamento, execução e coordenação de eventos culturais, sociais e empresarias, como seminários, workshops, shows, etc. atuando desde a contratação de fornecedores até a coordenação de equipes de trabalho. Clarisse Elias - Coordenação de projeto Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais e especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA. Possui curso de aperfeiçoamento em Gestão de Portfólio de Projetos PMO pela Fundação Getúlio Vargas e atua no Serviço Social da Indústria com gestão de projetos culturais e sociais, desde 2014 com gestão dos projetos incentivados da instituição. Antonio Curti – Curador Antonio Curti é formado em Cinema pela FAAP. Aos 21 anos criou o festival audiovisual Downtown, que ocupava locais esquecidos do centro de São Paulo com experiências. Em 2017 tornou-se sócio da THE FORCE, empresa de instalações de tecnologia na área de marketing e corporativo. Hoje está à frente, junto do diretor executivo e técnico Felipe Sztutman, da AYA, organização de arte e tecnologia com foco em projetos culturais e experiências imersivas autorais. Tem como interesse o diálogo entre as artes visuais, tecnológicas e imersivas como agentes ativos de transformação da consciência humana a partir de experiências que mesclam o real e o virtual. Aya – CONCEPÇÃO E CRIAÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL AYA é um estúdio de arte das novas mídias paulistano focado no desenvolvimento de obras artísticas imersivas e participativas. AYA propõe um diálogo entre o real e o digital a partir da realização de instalações site-specific mediadas pela tecnologia e iluminação com o objetivo de alcançar poéticas em experiências personalizadas para o público. O ponto de partida e inspiração para as obras autorais do estúdio nasce do fascínio pela tecnologia como fator ativo transformador da arte contemporânea. Desde a sua concepção, AYA realizou obras autorais em diversos centros culturais brasileiros e desenvolveu projetos em parceria com artistas internacionais de novas mídias como Nonotak Studio, HYBYCOZO, Maja Petric, dentre outros. Em 2022, concebeu o conteúdo original em motion graphics para a exposição Van Gogh Live 8K, reconhecida como uma das maiores salas imersivas do mundo. No ano de 2023 apresentou três exposições: 'Arte da Alma - A História da Tatuagem no Brasil' em São Paulo, 'Oceanvs - Imersão em Azul' desta vez em Belo Horizonte, e 'Metadata - O Mundo Invisível' no Centro Cultural FIESP em São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.